sábado, 25 de julho de 2026

ENGANANDO O PROFESSORdo Núcleo do Obeso

Na véspera de uma prova importante que seria aplicada em uma segunda-feira, quatro alunos resolveram viajar ao litoral para curtir uma festa na praia no fim de semana, mas a festa estava tão boa que não conseguiram chegar a tempo. Faltaram à prova e então resolveram dar um "jeitinho". Voltaram à universidade na terça e então dirigiram-se ao professor:

— Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas para conseguir ajuda no meio da estrada, sem sinal de celular, e por conta disso tudo nós nos atrasamos, mas gostaríamos de fazer a prova.

O professor, sempre compreensivo:

— Claro, vocês podem fazer a prova hoje à tarde, após o almoço.

E assim foi feito. Os rapazes correram para casa e se racharam de tanto estudar, na medida do possível. Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em uma sala diferente e entregou a prova para cada um. A primeira pergunta era:

"Valendo 1 ponto: Descreva a Lei de Ohm."

Os quatro ficaram contentes pois havia estudado sobre o assunto. Pensaram que a prova seria muito fácil e que tinham conseguido se "dar bem". Mas aí veio a segunda pergunta:

"Valendo 9 pontos: Qual dos quatro pneus furou?"

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


ELSIE STUDART: treze anos de sua partida

Hoje, ao tempo em se comemora o Dia do Escritor, somam-se treze anos do desaparecimento trreno da Profa. ELSIE STUDART GURGEL DE OLIVEIRA, que faleceu, em Fortaleza, em 25/07/2013.

Ao longo desses anos, como demonstração de amizade e de estima, que por ela devotamos, temos procurado recordar a sua memória, por intermédio de homenagens especiais, divulgação de artigos sobre ela e lançamentos de sua produção literária póstuma.

Dela dispomos ainda de material esparso, mas o bastante para editar mais duas ou três obras póstumas, assim que lograrmos reunir o apoio financeiro para bancar a impressão física desses livros ou, quiçá, como possível alternativa, optar pela editoração eletrônica a ser hospedada em site apropriado.

Nos últimos dias, passamos a prospectar os meios necessários para enfeixar uma nova publicação, focada em textos relacionados com o DNOCS, órgão federal em que ela trabalhara por muitos anos, até a sua aposentadoria por tempo de serviço.

Isso tem cooperado, também, para amainar a saudade que nos atinge desde quando ela retornou à Casa do Pai.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Amigo da família Studart Gurgel

CONVITE: Celebração Eucarística da SMSL - Julho/2026

A Diretoria da SOCIEDADE MÉDICA SÃO LUCAS (SMSL) convida a todos para participarem da Celebração Eucarística do mês de julho/2026, que será realizada HOJE (25/07/2026), às 19h, na Igreja de N. Sra. das Graças, do Hospital Geral do Exército, situado na Av. Des. Moreira, 1.500 – Aldeota, Fortaleza-CE.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!

MUITO OBRIGADO!

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da Sociedade Médica São Lucas

sexta-feira, 24 de julho de 2026

FOLCLORE POLÍTICO: Porandubas 872

Abro a coluna com uma historinha dos mineiros, contada por Sebastião Nery.

Desde que o dinheiro venha

Mais uma da matreirice mineira. Benedito Valadares chegou a Curvelo/MG, para visitar a exposição de gado do município. Na hora do discurso, atrapalhou-se:

- Quero dizer aos fazendeiros aqui reunidos que já determinei à Caixa Econômica e aos bancos do Estado a concessão de empréstimos agrícolas a prazos curtos e juros longos.

Lá do povo, alguém corrigiu:

- É o contrário, governador! Empréstimo a prazo longo e juros curtos.

- Desde que o dinheiro venha, os pronomes não têm importância.

Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).

https://www.migalhas.com.br/coluna/porandubas-politicas/421845/porandubas-n-872


quinta-feira, 23 de julho de 2026

UM BOM EXEMPLO

Por Tales de Sá Cavalcante (*)

O iteano (engenheiro formado no ITA) Sílvio Meira, em uma de suas brilhantes conferências, solicitou: "Por favor, levante o braço quem estiver com celular." Todos ergueram. Em seguida, indagou: "Quem aceita passar meia hora com todos a ficarem com um telefone de outro?" Quase ninguém aceitou.

Meira demonstrou que o chamado telefone móvel não é tão móvel. Ou: só é móvel quando o seu portador se move. Silvio mostrou: a máquina já se integra ao corpo humano. Estamos em tempos de "cyborg" e a antiga ficção da TV "O Homem de Seis Milhões de Dólares" já é real.

Sempre com seu celular, Darilane seguia Chico Buarque em "Cotidiano" e fazia tudo sempre igual. Findo o trabalho, ingressou na van topic que a levava ao seu lar, cotidianamente. Naquele dia, havia um passageiro destoante. Em uma das paradas, furtou o telefone de Dari e saiu a correr.

A vítima o perseguiu. O assaltante entrou num ônibus. Dari ingressou no coletivo que vinha a seguir e contou o ocorrido ao motorista. O condutor acalmou-a, ao dizer: ambos os veículos irão parar no terminal de Messejana, já próximo.

Lá, o meliante desceu e correu. Dari disparou atrás, a ecoar o conhecido grito de guerra "pega ladrão" e a solicitar companhia na perseguição. Os transeuntes a acompanharam, dominaram o bandido e o entregaram à polícia.

Duas lições foram dadas: a primeira quando Dari, ao correr perigo de vida, ignorou a orientação da polícia para não reagir. A segunda deu-se quando Dari, ao invés de acomodar-se, perseguiu o ladrão e convocou à ação os que ali estavam.

E por qual motivo não nos revoltamos ao saber dos desvios de dinheiro comunitário?

Devemos nos conscientizar de que os haveres públicos não são de uma pessoa chamada União, governo, prefeitura, et cetera. O bem público é nosso. Se nos incomoda o roubo de um simples celular, por que não nos revoltamos com os nossos bilhões desviados atualmente, no maior escândalo financeiro de nossa História?

Ao reconhecermos todo o dinheiro desviado na atual e imensa fraude, como nosso, dos brasileiros, provavelmente seguiremos o exemplo de Dari. Como? 2026 é ano de eleição. Que tal iniciar pelo voto?

(*) Reitor do FB UNI e Dir. Superintendente da Org. Educ. Farias Brito. Presidente da Academia Cearense de Letras.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 25/06/26. Opinião, p.16.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

INESP: Lançamento do livro “Academia Cearense de Médicos Escritores: em biografias e crônicas”

Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece)

Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o Desenvolvimento do Estado do Ceará (Inesp)

Academia Cearense de Médicos Escritores (Acemes)

Convite para a solenidade de lançamento do livro Academia Cearense de Médicos Escritores em biografias e crônicas

Uma obra de Marcelo Gurgel Carlos da Silva.

A solenidade ocorrerá durante a palestra “A trajetória de um discurso poético”, proferida pelo professor e poeta Carlos Augusto Viana.

Dia: 23/7/2026 (quinta-feira).

Horário: 19h.

Traje: esporte fino.

Local: Núcleo do Obeso do Ceará, Av. Antônio Sales, 1.540 - Joaquim Távora, Fortaleza - CE.


JUROS ALTOS, RISCOS PERSISTENTES

Por Lauro Chaves Neto (*)

O cenário econômico brasileiro volta a se deteriorar de forma evidente, frustrando a expectativa, ainda recente, de um ciclo mais consistente de queda da taxa Selec ao longo de 2026.   O que se desenhava como um processo gradual de afrouxamento monetário deu lugar a um ambiente de maior incerteza.

Parte dessa mudança vem do cenário externo. As tensões no Oriente Médio mantêm o petróleo em patamares elevados, pressionando custos logísticos e produtivos. Ao mesmo tempo, o El Niño já projeta impactos sobre a produção agrícola, com reflexos diretos sobre os preços dos alimentos.

Some-se a isso a resiliência da economia americana, que reduz o espaço para cortes de juros pelo Federal Reserve e pressiona o câmbio em países emergentes como o Brasil.

No plano doméstico a política econômica contribui para esse quadro. A ampliação de estímulos fiscais e creditícios, em um ambiente já pressionado, reforça expectativas inflacionárias. Não por acaso, as projeções para o IPCA seguem em trajetória ascendente, afastando-se do centro da meta e exigindo cautela do Banco Central.

Nesse contexto, a autoridade monetária se vê diante de um dilema clássico. Diante de uma inflação de 4,72% nos últimos 12 meses, portanto acima do teto da meta, reduzir juros prematuramente pode significar subestimar choques que se mostram persistentes. Por outro lado, manter a Selic em patamares elevados prolonga o custo financeiro para famílias, empresas e o próprio setor público.

Os sinais já são visíveis. A inadimplência cresce, os pedidos de recuperação judicial se multiplicam e o mercado financeiro reage com maior aversão ao risco. O otimismo que marcou o início do ano dá lugar a uma maior volatilidade da bolsa e do câmbio.

O risco não é apenas inflacionário, é também de um esgotamento gradual da capacidade de crescimento sustentado, caso a política econômica permaneça refém de estímulos de curto prazo. Em um ambiente global mais adverso, disciplina fiscal e previsibilidade deixam de ser opções e passam a ser condições necessárias para restaurar a confiança e abrir espaço para a redução sustentável dos juros.

(*) Consultor, professor doutor da Uece e conselheiro do Conselho Federal de Economia.

Fonte: O Povo, de 22/06/26. Opinião. p.16.

 

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