sexta-feira, 17 de abril de 2026

FOLCLORE POLÍTICO: Porandubas 864

Para começar, ligeiros causos. Da PB e do Pará.

Silêncio geral

Flávio Ribeiro, presidente da Assembleia (depois foi governador da Paraíba), estava irritado com as galerias, que aplaudiram e vaiavam durante um debate entre o deputado comunista Santa Cruz e o udenista Praxedes Pitanga. De repente, tocou a campainha, pediu silêncio e avisou, grave:

- Se as galerias continuarem a se manifestar, eu evacuo.

Felizmente, as galerias se calaram.

Socorro, socorro!

João Botelho, candidato a prefeito de Belém, passou o dia inteiro anunciando um comício, à noite, na praça Brasil. Chegou na praça, não havia ninguém. Será que estou no lugar errado? Pensou. Será que não estou enganado? Perguntou ao assessor.

- Não houve engano não, deputado, a praça é esta mesma.

Foi ao bar mais perto, pediu dois caixotes de madeira, pôs no centro da praça, subiu e passou a berrar alucinado:

- Socorro, Socooorro, Socoooooooro!

Correu gente de todo lado para ver o que era. Plateia arrumada, Botelho começou o comício:

- Socorro para um candidato...

E fez o comício.

Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).

https://www.migalhas.com.br/coluna/porandubas-politicas/418115/porandubas-n-864


quinta-feira, 16 de abril de 2026

UM SABOR DE CANÇÃO E AMARGO DE VIDA

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

- Você, por certo, conhece a música natalina “eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel’, não é?

Pois bem, vamos também conhecer o seu autor, o brasileiro baiano José de Assis Valente, nascido em 19 de março de 1911, no seio de uma família humilde. Aos 6 anos de idade, um senhor Laurindo, também baiano, percebeu certo dom no garoto, roubou-o da família, com o pretexto de levá-lo para outra família com melhores condições, em Alagoínhas, no interior do mesmo estado, onde recebeu educação, massa custo de trabalho servil. Quando adolescente, esta família abandonou-o, mudando-se para o Rio de Janeiro. Para sobreviver, foi lavador de pratos e aprendeu a profissão de protético e conseguiu frequentar o Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, tornando-se exímio desenhista e escultor.

Em 1927, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde compôs seus primeiros sambas em 1932, gravados por Carmen Miranda, Orlando Silva, Carlos Galhardo e muitos outros.

Com muitos traumas existenciais e descontrole financeiro, tentou várias vezes o suicídio, cortando os pulsos, uma segunda vez pulando do Corcovado, sendo sua queda mitigada por uma árvore, mas, infelizmente, com excesso de dívidas, ingere, mortalmente, formicida, tirando sua vida.

Casado, em 13 de maio de 1941, com Nadyli da Silva Santos, separa-se no ano seguinte, quando lhe nasceu uma filha Nara Nadyli.

Assis Valente é considerado um pioneiro na música popular do Brasil, havendo composto músicas típicas, tanto juninas como Cai, cai balão, quanto natalinas, como Boas Festas), estas em 1933 e muitas outras.

Sabe-se que, no natal de 1932, na solidão de uma pensão em Niterói, sentindo a carência da felicidade, que, segundo ele, nunca lhe visitara, compôs esta belíssima canção natalina, que todos cantamos, mas não lhe degustamos o teor da dor e da decepção de José de Assis Valente.

Eis a canção:   Anoiteceu, o sino gemeu / A gente ficou feliz a rezar / Papai Noel, vê se você tem / A felicidade pra você me dar. / Eu pensei que todo mundo / Fosse filho de Papai Noel / Bem assim felicidade / Eu pensei que fosse uma / Brincadeira de papel.  / Já faz tempo que eu pedi / Mas o meu Papai Noel não vem Com certeza já morreu / Ou então felicidade / É brinquedo que não tem.

Fontes: Raulrufo, e https://pt.wikipedia.org/wiki/Assis_Valente

Tenhamos um bom domingo, com as bênçãos de Deus.

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 15/03/26.

Mais uma cidade na corrida pela monumentalização da fé

Por Emanuel Freitas da Silva (*)

Volto a um tema que discuti, aqui, 24/12/2-25: aquilo que nomeei como uma "corrida pela monumentalização da fé católica" no Ceará; ou seja: a construção de diversas imagens (gigantes) de santos católicos em cidades do interior, formatando um verdadeiro "turismo religioso", e tudo com o apoio do governo estadual (do PT, sempre acusado de "perseguir a fé") e dos governos municipais.

Citava, ali, os casos de Caridade, Crato, Campos Sales, Santana do Cariri, Chorozinho, Barbalha, Canindé, Maracanaú, Juazeiro do Norte e Caucaia.

Agora, mais uma cidade entra na "corrida": Iguatu. Na semana que passou, uma comitiva dirigiu-se ao Palácio da Abolição para demandar do governador Elmano de Freitas o apoio, inclusive orçamentário, para a construção de um complexo em homenagem à Senhora Sant'Ana, tida pela tradição católica (por causa de narrativas dos chamados "evangelhos apócrifos") como mãe de Maria; portanto, a avó de Jesus.

Estiveram presentes empresários da região, acompanhados do bispo de Iguatu, dom Geraldo Freire Soares, um arquiteto e representantes do poder público municipal. Segundo noticiou-se, a visita rendeu a promessa de auxílio do governo estadual, além de vultosos recursos advindos de emendas parlamentares - daqueles com base eleitoral na cidade, Agenor Neto e Marcos Sobreira, com todo o interesse de serem tidos como patronos do empreendimento, inscrevendo para sempre seus nomes nas placas do monumento - e, vejam só, uma doação bastante considerável de Roberto Pessoa (como empresário ou como prefeito de Maracanaú?).

A promessa, das autoridades políticas e religiosas, é de "mais um ponto de referência religioso", potencializando o turismo religioso no município e no estado. Isso porque a proposta prevê a criação de um espaço estruturado para acolher romeiros, visitantes e fiéis, impulsionando o comércio local, gerando empregos e colocando Iguatu em destaque no cenário estadual e nacional do turismo de fé.

Mais do que isso: em tempos de redução, ano a ano, do número de fiéis, o catolicismo se engaja em estratégias de visibilização pública como esta, como que expulsando-se do interior dos templos para forjar novos contornos no espaço público, em diversas cidades.

(*) Professor adjunto de teoria política da Uece/Facedi.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 4/03/26. Opinião. p.14.


quarta-feira, 15 de abril de 2026

À GUISA DE ‘UMA’ REFLEXÃO

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

Jeremias, profeta, que missionou entre 626 a.C. e 586 a.C., e foi testemunha da queda de Jerusalém e do exílio babilônico, transmite ao povo forte exortação de Deus, conforme a Vulgata: “Audite vocem meam, et ero vobis Deus, et vos eritis mihi populus; et ambulate in omni via, quam mandaverim vobis, ut bene sit vobis. Et non audierunt nec inclinaverunt  aurem suam” (Jr 7,23-24). E, por isso, “periit fides et ablata est de ore eorum” (Jr 7, 28).

(Tradução: “Ouvi a minha voz e serei seu Deus e vós sereis meu povo; e andai sempre no caminho que vos tenho mandado, para vosso bem. Mas, eles não ouviram nem ‘escutaram’)

Esta perícope implica muitas reflexões, mas, pretendo abrir um sucinto ponto de vista sobre o trecho “eles não ouviram, nem inclinaram seu ouvido e, por isso, morreu a fé e foi tirada de sua boca” (Jr 7, 24; 28).

Após muitas intervenções de Deus, para com o seu povo, este as esqueceu e trilhou um caminho de retrocesso da fé, deixando de ‘ouvir’ e de ‘escutar’ o que Deus lhe ordenara e, então, a fé é ejetada de sua vida, permanecendo apenas uma opinião e não um assentimento, que é característica indispensável à fé.

‘Ouvir é instância organo-biológica’ e desemboca no ‘escutar’, este levando à compreensão e motivando uma resposta ao que ouviu. ‘Ouvir’ pode criar emoções, todavia, ‘escutar’ desperta a mente, abre o coração, aprofunda convicções e ajuda a discernir razões e decisões.

E, como o povo deixou de ‘ouvir’ Deus, passou a escutar seus próprios barulhos interiores, numa celebração desenfreada de suas paixões, mistura de mediocridade, de ruptura e de volúpia: o diálogo com Deus foi bloqueado, embora Deus continuasse a exortar e a ‘ouvir’ seu povo e a ‘escutar’ suas lamentações.

Este relacionamento estabelecia comunicação com Deus, através de seus profetas do Antigo Testamento. Já, no Novo Testamento, uma entre muitas outras passagens, Jesus, o Filho de Deus realiza, presencialmente, milagres, à vista de todos. Mas, a cegueira da fé, a indignação rabínica e a inveja invertem as ações praticadas por Jesus. Tão obcecados, que estavam, não conseguem distinguir o bem, na recuperação do surdo-mudo e consideram o bem um mal e o mal, um bem (cfe. Lc 11,14-23): o milagre realizado exemplifica a possibilidade, a necessidade e a importância da comunicação da criatura humana com o seu Deus, ‘ouvir’ a Palavra e ‘escutar’ a Verdade de Deus.

A indignação e a ‘imunidade cognitiva e espiritual’ do Sinédrio, em suas próprias contradições teológicas ensinam-nos lições de nosso contexto atual. Mentiras podem ter sabor de verdade e, muitas vezes o têm, mas jamais serão a Verdade.

Mentiras visam dividir povos e civilizações, estabelecem ‘guetos’, provocam lutas fraternas, estimulam polarizações, destroem credibilidade, honra e justiça e anulam a dignidade e a liberdade da cidadania.

Todo reino dividido contra si mesmo será desolado, e cairá casa sobre casa.” (Lc 11,17).

Tenhamos uma boa sexta-feira, com as bênçãos de Deus!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 13/03/26.


O ataque ao Irã e a geopolítica do caos

Por José Nelson Bessa Maia (*)

O planeta Terra testemunha hoje o colapso da ordem liberal internacional do Pós-Segunda Guerra Mundial, com o abandono das regras e princípios civilizacionais há muito consagrados pela Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) de respeito à soberania dos estados, não interferência em assuntos internos das nações e a integridade territorial dos países. Causa espanto a entrada em cena de uma truculência às claras que não se registrava há muito na história.

O mais curioso é que as ameaças e o descontrole da potência hegemônica decadente são recebidos por muitos analistas como algo normalizado e até com regozijo em certos círculos da política, das finanças e da mídia internacionais.

Os ataques em curso dos EUA e Israel contra o Irã constituem grave ameaça à paz mundial e à estabilidade da economia global. Repete-se a agressão a um país do Oriente Médio sem nenhuma justificativa cabal. Um ataque bélico sem declaração formal e sem aprovação legislativa, enquanto havia em curso conversações diplomáticas entre ambos os lados.

Um ataque covarde e cruel com vistas a eliminar fisicamente a elite dirigente iraniana e festejado como grande feito sob a promessa de promover mudança de um regime e voltar a entronizar a antiga elite monárquica iraniana subordinada aos interesses do Ocidente e capaz de abrir mão do controle nacional sobre os seus hidrocarbonetos.

Assiste-se, portanto, a uma verdadeira releitura da "Geopolítica do Caos", termo cunhado pelo jornalista franco-espanhol Ignacio Ramonet em seu ensaio de 1997 em que defende que o paradigma de comunicação global aferidor da lógica de mercado, a qual tem como modelo central os mercados financeiros, valoriza a teoria dos jogos e a teoria do caos sobre a mecânica newtoniana.

É então sob a roupagem de numa nova mecânica, ou na ausência dela (a incerteza e instabilidade), em que se assenta o atual sistema de relações internacionais. As ações agressivas da atual administração norte-americana seriam justamente os instrumentos dessa nova mecânica geopolítica.

Na verdade, o ataque preventivo ao Irã faz parte de uma estratégia desesperada dos EUA de retomar o controle sobre o Oriente Médio e de seus abundantes recursos energéticos para enfraquecer a segurança da China e colocá-la mais dependente de fornecimentos de petróleo do Oriente Médio administrados por empresas americanas ou ocidentais, visto que a China importa da região cerca de 50 a 54% do petróleo que consome.

Como os EUA já controlam a Arábia, Saudita, o Iraque e os pequenos países do Golfo, onde mantém bases militares (por isso que estão sendo bombardeados pelos mísseis iranianos), falta só derrotar o atual regime do Irã para poder exercer o controle total sobre o petróleo e gás da região. É simples assim.

(*) Ex-secretário de Assuntos Internacionais do Governo do Ceará, mestre em Economia e doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e, atualmente, consultor internacional.

Fonte: O Povo, de 15/03/26. Opinião. p.20.


terça-feira, 14 de abril de 2026

VIDA LONGA OU VIDA FELIZ?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

É comum desejarmos a outrem muitas felicidades e 'muitos anos de vida', sobretudo, em ocasiões especiais, como sói acontecer nas comemorações natalícias.

Ora, quem não quer viver muitos anos?

Antes e acima de tudo, nossas vidas estão nas mãos de Deus. Isto não implica que não possamos fazer algumas considerações sobre o estar-do-ser-no-mundo.

O dom da vida é uma dádiva inquestionável, e promissora de sobrevida, após a travessia temporo-espacial, pelo menos, para os que creem. No entanto, é desejável, bom e saudável o convívio nesta maravilhosa viagem telúrica.

O tempo urge e, muitas vezes, fazemos mau uso do tempo, com muitos minutos perdidos com ouropéis e com vazios de amor, de amizade e de empatia. E fazemo-nos vítimas(!).

Nossa importantíssima e única viagem já se inicia com um choro e, provavelmente, terminará com um lamento, quer seja de dor ou de vitória.

O tempo da infância é, deveras, curto, talvez o único que podemos chamar assim, pois, ainda não temos o bastão timoneiro de nosso périplo.

O curto tempo da infância, então, catapulta-nos à adolescência e à juventude, que, com todas as suas fantasias e (dis)sabores, vão desaguar no estirão da adultície. É, nesse espaço, que o tempo queremos esticá-lo o mais que pudermos. É também nesse espaço que o desgaste biológico impõe, forte e atrozmente, suas limitações existenciais. É, a esta altura, que a longevidade é almejada e perseguida, a vida gritando por mais tempo de viagem.

Para que esta viagem seja agradável, entram em cena elementos biológicos, mentais, psicológicos e espirituais. O corpo pode definhar, rugas podem aparecer, porém, se há maturidade psicológica e espiritual, a mente comanda os mais dias a serem vividos, cá, nesta jornada.

Nesta última fase de nossa passagem por entre flores, frutos e espinhos, almejamos mais e mais dias, buscamos proteger nossos descuidos anteriores e lutamos contra o que resta do tempo. Lutamos ou dançamos com o tempo? Achamos que o tempo não nos deu tempo para nossos sonhos? Ora, todo o tempo ficou à nossa disposição e o que dele fizemos cabe responsabilidade a nós.

A esta altura, podemos falar de longevitalidade, ao invés de apenas longevidade: aquela respira ares impregnados de suspiros cônscios e luzentes de 'felicidade', ainda que prazeres fiquem nos devaneios, enquanto esta só ganha sentido, com a lucidez de nossa mente, diante de nossas propostas, princípios e objetivos de vida. Daí que, mais do que muitos anos, são importantes os augúrios de vida feliz até o fim.

A travessia inexorável enseja a concretude do cumprimento de propósitos.

E o choro inicial, que alegrara o entorno, converter-se-á, agora, em emoções personalíssimas da surpresa do desembarque. Não haverá vozes nem palmas de aplausos, apenas o nosso bumerangue a nos reviver a nossa história construída de esperança, de fé, de amor ou de seus antípodas.

Vida longa não basta. Vida feliz basta! Vida longa e feliz se basta!

Tenhamos uma boa quarta-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 11/03/26.


CÂNCER COLORRETAL NÃO É INEVITÁVEL

Por Alessandrino Terceiro (*)

Todos os anos, no mês de março, a comunidade médica no Brasil se reúne em uma causa que deveria estar no centro das prioridades da saúde pública: a conscientização e a prevenção do câncer colorretal. A campanha Março Azul acontece com a intenção de alertar, sobretudo, que vivemos um problema de saúde coletiva, diretamente ligado a escolhas de estilo de vida, acesso à saúde e a cultura de prevenção.

Sim, o câncer colorretal pode ser evitado e é uma das formas de câncer que estão mais susceptíveis à prevenção e à cura principalmente quando é detectado em fases iniciais. Exames como colonoscopia permitem identificar pólipos e lesões em fases iniciais e que podem ser removidos antes de se transformarem em câncer, elevando as chances de cura para até 90% dos casos.

Infelizmente, muitos casos só são diagnosticados tardiamente por falta de rastreamento adequado ou por medo ou desconhecimento do paciente sobre a importância dos exames de prevenção ou até pela realidade nos serviços de saúde pública. Um estudo baseado no Registro Hospitalar de Câncer aponta que mais de 60% dos casos são identificados em fases avançadas, o que dificulta o tratamento, tornando-o mais complexo, doloroso e com chances de cura reduzidas.

O problema é preocupante principalmente pelas estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que mostra que o câncer colorretal figura entre os três tumores mais incidentes no Brasil, com mais de 45 mil novos casos esperados anualmente e cerca de 20 mil mortes por ano por câncer de cólon, reto e ânus. Essa realidade evidencia não apenas a alta incidência, mas a letalidade desta neoplasia, que permanece muitas vezes silenciosa até estágios avançados.

Nesse contexto, a campanha Março Azul assume o papel de chamar a atenção da sociedade, gestores públicos e profissionais de saúde para que se repense a estratégia de prevenção, invista em rastreamento sistemático e amplie o acesso a exames fundamentais, além de conscientizar sobre fatores de risco modificáveis, como obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, tabagismo e consumo excessivo de álcool. Nunca é demais reverberar que a prevenção salva vidas.

(*) Presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - Ceará (SOBED-CE)

Fonte: Publicado In: O Povo, de 11/03/26. Opinião. p.14.


 

Free Blog Counter
Poker Blog