sábado, 7 de março de 2026

LISTA TENEBROSA

Por Rev. Munguba Jr. (*)

No Novo Testamento, a palavra grega allélon () significa “uns aos outros” ou “mutuamente”. Ela aparece cerca de 100 vezes, com ênfase nos relacionamentos de qualidade. Realça para nós um dos significados da Cruz de Cristo, com suas duas hastes apontando: a vertical para o relacionamento com Deus e a horizontal para o relacionamento com os homens.

O texto sagrado afirma em 1 João 3:16: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar nossa vida pelos irmãos”. Ser um cristão verdadeiro é amar o próximo como a si mesmo.

No início deste mês de fevereiro, os EUA liberaram metade da lista de Epstein, lista que retrata uma faceta terrível do gênero humano. São revelações que, até pouco tempo, eram chamadas de “teoria da conspiração”; postagens nas redes sociais eram derrubadas, remunerações proibidas e, para se falar sobre o assunto, era necessário alterar partes das palavras na tentativa de se proteger da censura.

A ONU afirma que cerca de um milhão de crianças somem todos os anos no mundo e nunca mais são encontradas. Já o International Centre for Missing & Exploited Children aponta para mais de oito milhões. Meninas e meninos levados para ilhas distantes, desconstruindo definitivamente seus sonhos e trazendo traumas para toda a existência, chegando, em alguns casos, à subtração da própria vida.

Constam na lista líderes mundiais, políticos proeminentes, príncipes e empresários de grande expressão no cenário internacional. Homens e mulheres que já conquistaram praticamente tudo o que se pode comprar e entraram em uma espiral de loucura, buscando novos e proibidos prazeres.

A que ponto de degradação pode descer o ser humano? Manchar deliberadamente a criação de Deus quando indefesa, ou ludibriada com promessas de uma vida de prosperidade.

Existem relatos de canibalismo e assassinatos com tentativa de ocultação de cadáveres.

O plano de Deus para o nosso planeta é que mantenhamos o princípio cristão de tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Olhar no outro a glória de Deus, a beleza dos iguais que, mesmo diferentes, são igualmente preciosos.

Vamos orar, pedindo a Deus que ilumine as nações, trazendo verdadeiro amor e consideração entre nós, humanos.

(*) Pastor Munguba Jr. Embaixador Cristão da Oração da Madrugada e Erradicação da Pobreza no Brasil e presidente da Igreja Batista Seven Church.

Fonte: O Povo, 17/01/2026. Opinião. p.16.


Reforma tributária e a contabilidade aplicada ao setor público

Por Alexandre Sobreira Cialdini (*)

Em artigo publicado no jornal O POVO, no dia 22 de janeiro, destacamos a necessidade de convergência entre a reforma tributária e as normas contábeis nacionais, atualmente definidas pelos Comitês de Procedimentos Contábeis (CPC) e editadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os fundamentos da Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Brasil foram inicialmente consolidados pela Lei 4.320/1964, que definiu regras gerais de Direito Financeiro para a elaboração dos orçamentos e balanços. Contudo, essa norma encontra-se hoje muito defasada e necessita ser atualizada para se adequar ao novo modelo tributário em implementação.

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é o órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, que tem a responsabilidade legal de editar os normativos, os manuais, as instruções de procedimentos contábeis e o plano de contas de abrangência nacional. Esse sistema tem como objetivo a elaboração e a publicação de demonstrações contábeis consolidadas, aplicáveis ao setor público, incluindo o disciplinamento das normas gerais de capacidade de pagamento (Capag).

Tais instrumentos estão alinhados às Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas Aplicadas ao Setor Público (NBCTSP), editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), as quais convergem com as normas internacionais de contabilidade aplicada ao setor público - International Public Sector Accounting Standards (IPSAS). Esse padrão internacional é amplamente aceito e utilizado pela maioria dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A Lei Complementar 227/2026 instituiu o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), instância inovadora e peça fundamental da reforma tributária brasileira. O CGIBS é uma entidade pública dotada de autonomia técnica e operacional, responsável por editar regulamentos, uniformizar a legislação, arrecadar e distribuir o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos estados e municípios.

Entre as diversas atribuições do Comitê Gestor, destaca-se a elaboração de relatórios destinados aos estados e municípios, os quais deverão estar em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei 4320/64.

Nesse contexto, será necessária a revisão de vários procedimentos técnicos, entre os quais estão: 1) a definição de um modelo de previsão de receitas, considerando um novo estágio da receita, por causa do fato gerador - o fornecimento da mercadoria ou serviço; 2) a definição dos critérios de contabilização do cashback, mecanismo de devolução parcial dos tributos); e 3) a redefinição dos modelos de relatórios previstos na LRF.

Dessa forma, os impactos da reforma tributária evidenciam a necessidade urgente de reformulação das normas da Contabilidade Aplicada ao Setor Público voltadas à gestão fiscal, em especial da Lei 4320/1964 e da Lei de Responsabilidade Fiscal.

(*) Mestre em Economia e doutor em Administração Pública e Secretário de Finanças e Planejamento do Eusébio-Ceará.

Fonte: O Povo, de 5/02/26. Opinião. p.15.

No "Messias", todos encontram a salvação (?)

Por Emanuel Freitas da Silva (*)

A instrumentalização do campo evangélico pelo bolsonarismo encontra algumas vozes dissidentes, que se expressam tanto no mercado editorial (vide as obras “E a verdade vos libertará”, de Ricardo Alexandre, e “Igreja Polarizada”, de Gutierres Siqueira) como nos púlpitos das igrejas e dos parlamentos.

Nestes, destacam-se o deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) e o nosso estadual Apóstolo Luiz Henrique (REP).

Otoni tem sido a voz evangélica nacional mais estridente contra a captura das igrejas pelos próceres do bolsonarismo, incluindo, em suas críticas, Silas Malafaia.

Na sua empreitada para desvencilhar a fé cristã (evangélica) das amarras do bolsonarismo, o deputado chegou a um ponto muito interessante no último dia 29/01, em vídeo postado em suas redes, ao lembrar que a “manipulação” e “o engano” de pastores teriam sido “tão grandes” que os levou a fechar os olhos ao ato de “consagração do Brasil a Nossa Senhora” pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em vez de terem denunciado “o pecado da idolatria” cometido pelo “Messias”.

O leitor não entendeu? Explico: o deputado lembrou a seus irmãos de fé aquilo que se diz, diuturnamente, em muitos templos evangélicos desde a reforma protestante, ou seja, que católicos praticam “idolatria” ao “adorarem imagens” de Jesus, Maria, dos santos e dos anjos; tal “pecado”, como se dizem nas pregações evangélicas, não leva à salvação. Como, pois, denunciar o que faz um fiel católico e se calar diante de idolatria maior cometida pelo presidente que os evangélicos apontam como “cristão”?

Quem circula por ambientes católicos também escuta a exclusão de evangélicos do “reino” de Cristo, para onde alguns poucos irão. Carismáticos nomeiam como “falsas doutrinas” toda e qualquer denominação que não seja a própria Igreja, pois só esta tem “as chaves do céu”; o mesmo pode se ouvir nas pregações dos “tradicionalistas”, ambos animados pelo conteúdo da Declaração Dominus Iesus, assinada no ano 2000 por João Paulo II – “fora da Igreja Católica não há salvação”.

Mas, no Brasil vemos o milagre da união dos tidos como “idolatras”, por uns, com os tidos seguidores das “falsas doutrinas”, por outros, que põem fim às diferenças em nome da causa do “Messias”.

(*) Professor adjunto de teoria política da Uece/Facedi.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 4/02/26. Opinião. p.14.


sexta-feira, 6 de março de 2026

A epifania do Senhor: luz para todos os povos

Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)

Janeiro é o mês do recomeço. O calendário vira, os dias se renovam, e somos convidados a olhar para frente com esperança. Para nós cristãos, esse tempo não é apenas uma oportunidade de traçar metas e fazer promessas: é um chamado à conversão, à escuta de Deus e à vivência mais profunda da fé.

O tempo é um dos maiores dons que Deus nos concede. Cada segundo é uma oportunidade de amar, servir, crescer e se aproximar do Senhor. No entanto, muitas vezes vivemos como se o tempo fosse infinito, adiando decisões importantes, negligenciando relacionamentos e esquecendo que "o hoje" é tudo o que temos.

Por isso, Janeiro, por excelência traz a proposta de mudanças de renovação em nossa vida espiritual. Após as festas de fim de ano, é comum sentirmos um certo vazio ou cansaço. Mas Deus nos chama a recomeçar com Ele. A Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (1º de Janeiro), nos lembra que o ano começa sob o olhar materno da Virgem Maria, que nos conduz a Jesus.

Logo depois, somos convidados a contemplar com profundidade o mistério da Epifania do Senhor, uma das celebrações mais ricas e universais da nossa fé cristã. A palavra "Epifania" vem do grego epiphaneia, que significa "manifestação" ou "revelação". Jesus Cristo se manifesta como luz para todas as nações, como Salvador não apenas de Israel, mas de toda a humanidade.

A Solenidade da Epifania encerra o Tempo do Natal. Enquanto o nascimento de Jesus foi revelado aos pastores - representantes dos humildes e marginalizados de Israel - a Epifania marca a visita dos Magos do Oriente, que representam os povos gentios, os estrangeiros, os buscadores da verdade. Eles vêm guiados por uma estrela, símbolo da luz divina que brilha nas trevas e conduz os corações sinceros até o Salvador.

Este encontro entre os Magos e o Menino Jesus é profundamente simbólico: é o cumprimento das profecias que anunciavam que todas as nações viriam adorar o Messias (Is 2,2-3. 11,10. 60,3; Zc 14,16). É a confirmação de que o amor de Deus não conhece fronteiras, que o Cristo é universal, que a salvação é oferecida a todos.

Quem eram esses Magos? A tradição os chama de reis, e lhes atribui nomes: Gaspar, Melchior e Baltasar. Mais do que reis, eram sábios, estudiosos dos astros, homens que buscavam sentido para a existência. Eles representam todos os que são tocados pela graça e se põem a caminho.

O que os move? Uma estrela. Um sinal no céu. Deus fala também através da criação, e os corações atentos percebem. Eles não se contentam com o conforto de suas terras; enfrentam perigos, atravessam desertos, perguntam, erram, recomeçam. São peregrinos da fé. E quando finalmente encontram o Menino, não hesitam: prostram-se e O adoram.

Os presentes que os Magos oferecem - ouro, incenso e mirra - são cheios de significado:

* Ouro: símbolo da realeza. Jesus é Rei, mas não como os reis deste mundo. Seu trono é a cruz, seu cetro é o amor.

* Incenso: símbolo da divindade. Jesus é Deus, digno de adoração.

* Mirra: símbolo do sofrimento. Jesus é homem, destinado a sofrer por nós.

Esses presentes revelam quem é Jesus: verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Rei e Servo, Salvador e Sacrifício.

Celebrar a Epifania é mais do que recordar um evento do passado. É reconhecer que Deus continua se manifestando. A estrela ainda brilha. Os sinais ainda são dados. Mas é preciso ter olhos atentos e coração disponível.

Muitas vezes Deus se revela nas pequenas coisas: na beleza da natureza, na Palavra proclamada, na Eucaristia celebrada. A Epifania nos convida a sermos como os Magos: buscadores da verdade, adoradores do Mistério, generosos em nossa entrega.

A Epifania também nos ensina sobre conversão. Os Magos, depois de encontrarem Jesus, voltam por outro caminho. Isso não é apenas geográfico - é espiritual. Quem encontra o Cristo não pode seguir vivendo da mesma forma. A luz que brilha transforma, ilumina, purifica. A Epifania é convite à mudança, à renovação, à abertura ao novo.

Deixemo-nos guiar pela estrela da fé. Que possamos reconhecer os sinais de Deus em nossa vida, adorá-Lo com sinceridade, oferecer-Lhe o ouro do nosso amor, o incenso da nossa oração e a mirra dos nossos sofrimentos.

Que a luz de Cristo brilhe em nós e nos torne também manifestações do amor de Deus no mundo. Que sejamos estrelas que conduzem outros ao Salvador. E que, como os Magos, nunca deixemos de buscar, de caminhar, e de ser corações adoradores.

Desejo a todos um 2026 de bençãos, paz e prosperidade!

(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).

Fonte: O Povo, de 24/01/2026. Opinião. p.18.

FOLCLORE POLÍTICO: Porandubas 861 Blog 6/02/26

Abro com uma historinha.

"Leu os livros errados"

Brasília, Congresso Nacional, 11 de abril de 1964. Castelo Branco não teve o voto de Tancredo Neves, seu amigo pessoal de longa data, companheiro na Escola Superior de Guerra, em 1956. Tancredo bateu o pé. Comunicou ao PSD que votaria em branco, apesar dos méritos e credenciais do general Castelo Branco. Questão de princípio: era contra o golpe. Não queria nem um minuto de regime militar, não abria mão da democracia. Conta-se que, esgotados todos os argumentos dos pessedistas para convencê-lo, o amigo e ex-chefe JK, então senador por Goiás, fez um apelo: "Mas, Tancredo, o Castelo é um sorbonniano, estudou na França. É militar diferente, um intelectual como você. Já leu centenas de livros!". Tancredo: "É verdade, Juscelino. Só que ele leu os livros errados".

Dois meses depois o governo cassou o mandato e os direitos políticos de JK, que partiu para o exílio e o sofrimento sem fim.

(Caso narrado por Ronaldo Costa Couto).

Vestiu a camisa do desenvolvimento e seu slogan "50 anos em 5" foi um sucesso. Colou. Seu sorriso era a estampa de um país feliz.

(História narrada por Isabel Lustosa)

Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).

https://www.migalhas.com.br/coluna/porandubas-politicas/416431/porandubas-n-861


quinta-feira, 5 de março de 2026

COMEMORAÇÃO DOS 139 ANOS DO INSTITUTO DO CEARÁ

Os sócios na solenidade de comemoração dos 139 anos de fundação do Instituto do Ceará em 4/03/26 (Foto compartilha pelo sócio Dr. Giçspn Moreira).

O Presidente do Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico), SERIDIÃO CORREIA MONTENEGRO, conduziu a solenidade comemorativa dos 139 anos de fundação do INSTITUTO DO CEARÁ, que foi realizada no Instituto do Ceará, na noite de quarta-feira passada (4 de março de 2026).

A Mesa Diretora dos trabalhos contou com a presença do Presidente de Honra José Augusto Bezerra, dos ex-presidentes Lúcio Alcântara e Júlio Lima Verde, do associado remido Miguel Ângelo (Nirez), do associado efetivo Ésio de Souza, da Deputada Federal Fernanda Pessoa e do atual presidente Seridião Montenegro.

A fala em homenagem ao aniversário institucional foi de responsabilidade do do consócio José Filomeno Morais Filho, que brindou a audiência com um robusto e bem-urdido discurso repleto de referências históricas alusivas à Casa do Barão, notadamente vinculadas a sócios pioneiros.

Na oportunidade, foi apresentada e distribuída aos membros da mesa diretora e aos sócios presentes na sessão o número 139 da Revista do Instituto do Ceará, cuja coordenação editorial coube Gen. Júlio Lima Verde. Nela há, da nossa autoria, um ensaio intitulado “A História da Medicina do Ceará contada em livros”.

O Auditório Thomaz Pompeu Sobrinho esteve lotado de autoridades civis e militares, bem como de representantes de entidades culturais que, juntamente, contando com a larga presença de consócios, puderam desfrutam de uma noite repleta de simbolismo social e de enlevo cultural.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Do Instituto do Ceará

PESAR POR DR. JOSÉ WILSON ACCIOLY

É com profundo pesar que aqui anuncio o falecimento na tarde de ontem, 4 de março de 2026, do Dr. JOSÉ WILSON ACCIOLY, médico dermatologista e membro honorável da Academia Cearense de Medicina (ACM), desde 29/09/2023.

Nasceu José Wilson Accioly em Santana do Acaraú, Ceará, em 3/07/1936, filho de José Accioly Araújo e Ana Alice Accioly.

Estudou do primário até o segundo ano científico em escolas sobralenses, as cumpriu o terceiro ano científico, em Fortaleza, no Liceu do Ceará.

Ingressou na Faculdade de Medicina do Ceará em 1956 e colou grau da Universidade Federal do Ceará em 1961

Wilson Accioly iniciou seu aprendizado Dermatologia, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina do Ceará. Seguiu depois para o Rio de Janeiro, onde cumpriu curso de especialização na Santa Casa de Misericórdia.

Após a formatura, foi admitido como médico do Hospital do Pronto-Socorro da Assistência Municipal de Fortaleza. Exerceu o cargo de dermatologista do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) e da Secretaria da Saúde do Estado, sendo alçado às funções de diretor da Unidade Sanitária Darcy Vargas durante várias gestões.

Profissional de reconhecida competência manteve, por longos anos, um concorrido consultório particular, tornando-se referência na Dermatologia cearense.

Foi admitido na ACM, como Membro Titular, em 9/09/1994, ocupando a cadeira 38, patroneada por Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes. Nessa arcádia médica exerceu relevantes cargos, incluindo o de Secretário Geral e o de Presidente.

Casado com Therezinha Mont’Alverne Adeodato Accioly, desde 1964, deixa os filhos: José Wilson Filho, dermatologista; Paulo Marcelo, urologista; Adriano, dermatologista; e Janine, advogada.

O corpo do Dr. Wilson Accioly está sendo velado, desde às 21 horas de ontem, no Velatório Aethernus, à Rua Pe. Valdivino, Nº 1688. Hoje, dia 5 de março de 2026, às 11h, transcorrerá a missa de corpo presente, e  seus despojos serão cremados.

Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da Academia Cearense de Medicina


 

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