quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

A LIÇÃO DO SILÊNCIO


Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro, muito valioso e de grande valor sentimental.
Após extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.
Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para tentar, já que todos os outros não conseguiram.
Por que não? Seria uma tentativa a mais.
Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro.
Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão!!!
Todos ficaram espantados. Então o fazendeiro perguntou: "Como conseguiu encontrar?"
O menino respondeu: "Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão.
No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa."
Uma mente em Paz pode pensar melhor do que uma mente confusa.
Dê alguns minutos de silêncio à sua mente todos os dias, pois assim você ouvirá a voz de Deus que te conduzirá na direção certa e lhe ajudará a definir a sua vida!
Que nós possamos silenciar, porque só no silêncio, podemos ouvir a voz de DEUS...
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

RELATOS INÉDITOS SOBRE O NAZISMO CHEGAM A PÚBLICO


Relatos inéditos sobre o nazismo, narrados num diário pela jovem polonesa Renia Spiegel, chegam a público. Histórias do horror que a separou da família viraram livro e documentário por AFP.
Apenas um ano depois de seu primeiro beijo, a adolescente judia Renia Spiegel escreveu em seu diário uma oração pedindo a Deus que a deixasse viver. Era junho de 1942. Ela então iria completar 18 anos. Os nazistas alemães acabavam de exterminar todos os judeus de um bairro de sua cidade de Przemysl, no sul da Polônia. Alguns se viram forçados a cavar seu próprio túmulo.
"Para onde quer que se olhe, há sangue. Que 'progroms' tão terríveis. É um massacre, assassinato", escreve ela em 7 de junho. "Deus Todo-Poderoso, pela enésima vez me inclino diante de ti. Ajude-nos, salve-nos! Oh, Deus, nosso Senhor, deixe-nos viver, eu lhe suplico, quero viver!", completa.
Um mês e meio mais tarde, seu namorado, Zygmunt Schwarzer, um judeu com visto de trabalho que lhe permitia se movimentar pela cidade, escondeu-a com os pais dele no sótão de uma casa fora do gueto judeu. Um colaborador os traiu.
Schwarzer, de 19 anos, descreve sua morte em uma assustadora nota acrescentada ao diário: "Três tiros! Três vidas perdidas! Foi ontem à noite às dez e meia... Minha querida Renusia, o último capítulo do seu diário acabou".
Depois da guerra, o jovem recuperou o diário e o entregou à mãe da adolescente assassinada. O objeto passou décadas no cofre de um banco e, agora, quase 80 anos depois, é publicado em todo mundo. Renia Spiegel é conhecida como a "Anne Frank polonesa", em referência à adolescente holandesa vítima do Holocausto e autora de um famoso diário que começou a escrever quando tinha 13 anos.
Renia começou o seu em 1939, aos 14 anos. Vivia na casa dos avós. Sua mãe estava em Varsóvia para promover a carreira cinematográfica de sua irmã caçula Ariana, apelidada de "Shirley Temple polonesa". A adolescente escreveu cerca de 660 páginas em vários cadernos. Conta o quanto sentia falta da mãe e que gostava do jovem Schwarzer de olhos verdes. Também compõe poemas e inclui parágrafos sobre a ocupação soviética e nazista de sua cidade. Ela encerra cada volume da mesma maneira: pedindo ajuda à sua mãe e a Deus, como se fosse um mantra.
No início da guerra, sua irmã Ariana ficou bloqueada em Przemysl, onde passou o verão de 1939 na casa dos avós. Salvou-se graças ao pai de sua melhor amiga, que a levou de trem para Varsóvia. "Um bom cristão me salvou a vida. Arriscou-se à pena de morte, me levando, como sua filha, para a casa da minha mãe", declarou à AFP em Varsóvia a agora senhora de 88 anos que vive em Nova York.
Ela foi então batizada e passou a se chamar Elizabeth. Um oficial alemão, apaixonado por sua mãe, enviou as duas para um lugar seguro na Áustria. Depois da guerra, ambas emigraram para os Estados Unidos. Schwarzer também sobreviveu, apesar ter sido enviado para o campo de extermínio de Auschwitz. Conta-se que o infame médico e criminoso de guerra Josef Mengele o escolheu para que lhe permitissem viver.
No início dos anos 1950, Schwarzer encontrou a mãe de Renia em Nova York e lhe entregou o diário. "Estava abalada. Nunca fui capaz de lê-lo", relata sua irmã, agora chamada Elizabeth Bellak. E, mesmo hoje, conseguiu ler apenas alguns trechos, porque é "dilacerante demais". Finalmente, foi sua filha que tirou o diário do cofre.
"Eu me chamo Alexandra Renata (Bellak). Meu nome se deve a esta pessoa misteriosa que nunca conheci... Sentia curiosidade por conhecer o passado", explica à AFP a filha de Elizabeth, uma agente imobiliária de 49 anos. As duas mulheres entraram em contato com o diretor de cinema Tomasz Magierski, que aceitou, inicialmente por educação, olhar o diário.
"Não fui capaz de me soltar dele. Eu o li provavelmente em quatro, ou cinco, noites... Me acostumei com sua forma de escrever e, para ser sincero, me apaixonei por ele, por Renia", disse. "O triste deste diário é que... você sabe como termina. Mas, quando você lê, espera que o final seja diferente", lamentou.
Os poemas o impressionaram. Em um deles, sobre um soldado alemã, Renia Spiegel mostra empatia. "Amaldiçoo milhares e milhões/ Mas por um, ferido, choro".
Magierski fez um documentário sobre as duas irmãs intitulado Os sonhos destruídos (em tradução livre) e, em colaboração com os Bellak, conseguiu que o diário fosse publicado na Polônia pela Fundação Renia Spiegel. Em setembro, os três assistiram à estreia em Varsóvia. Elizabeth chorou ao ouvir uma atriz cantar um poema de sua irmã.
"Nacionalismo, populismo, antissemitismo. Todos esses 'ismos' voltam. E nós não queremos que a morte de milhões de pessoas volte a se repetir", reflete ela. "Sabe que algumas pessoas nunca acreditaram no que aconteceu? Eu estava lá. Posso afirmar que aconteceu". (AFP)

Fonte: O Povo, 5/10/19 Vida & Arte, p3.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

HISTÓRIAS QUE O MUNDO ADULTO NÃO DEVIA PRODUZIR


Por Luci Pfeiffer (*)

Tapas, surras, humilhações, castigos, privações, ameaças, tratamento como incômodo entre outras são algumas formas de violência que vão deixar suas marcas na criança e no adolescente, muitas vezes por toda a vida!
A violência contra crianças e adolescentes é uma doença universal, contagiosa, crônica e progressiva, habitualmente passada de geração a geração.
No Brasil, os números de situações de violência contra crianças e adolescentes são assustadores. Somente em 2017, foram registrados pelo DataSUS, 126.230 casos de violências praticadas contra esse grupo, sendo que cerca de 30 mil, ou seja, um quarto deles são de crianças até quatro anos de idade.
No Ceará tem-se o registro de 5.658 casos de violência em 2017, sendo 2.939 em crianças e adolescentes. Pelo Sinan, o Ceará está em 12º lugar em número de notificações de violência nessa faixa etária!
Sabe-se que esses números ainda são poucos e estima-se que para cada notificação de violência, tem-se outros 20 casos que continuam sem atendimento. A maioria acontece dentro de suas próprias casas, sendo os pais e parentes próximos os mais frequentes agressores em mais de 90% dos casos. A criança é refém permanente de seus agressores!
Sem o olhar atento da família, da saúde, da educação, da ação social e dos meios de proteção, segurança e justiça, que deveriam interromper a violência e encaminhar a vítima, responsáveis e agressores para tratamento médico e psicológico, ela se repetirá. Tem-se registros de que 38% dos casos de violências de repetição acontecem nessa faixa etária (DataSUS, 2017).
Se queremos seres humanos saudáveis, aptos para viver consigo mesmo e em sociedade, precisamos proteger a criança e o adolescente ou os teremos no futuro como adultos submissos a outras violências, seja como agressores de si mesmo, de todos ou de qualquer um!
Frente a uma suspeita ou saber de que uma criança está sendo maltratada, em qualquer família, raça, classe social, religião ou nível de escolaridade, acompanhe, oriente, encaminhe para tratamento pediátrico e psicológico e, notifique!
As notificações, que vão desencadear os meios de apuração da violência e os encaminhamentos legais, podem ser feitas ao Conselho Tutelar, ou à escola, unidade de saúde, Ministério Público ou pelo Disque 100.
Todos podem mudar essa realidade! Faça sua parte! 
(*) Médica e membro do Departamento Científico de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Fonte: O Povo, de 4/1/2020. Opinião. p.21.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

CECÍLIA MEIRELES


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Após mais de cinco décadas do seu falecimento ainda não surgiu no Brasil uma poeta com sentimentos tão profundos como Cecília Meireles (07/11/1901- 09/11/1964). Carioca, da Tijuca, na juventude estudou história, línguas, filosofia e manifestações orientais, dentre outros ramos do conhecimento. Seu primeiro livro de versos, “Espectros”, foi publicado em 1919, quando ainda contava 18 anos de idade, recebendo muitos elogios por parte da crítica. A partir de então, passou a escrever de forma intensa e ganhou prêmios, condecorações e ficou famosa internacionalmente. Lembramo-nos de Criança meu amor; Poemas dos poemas; Pequeno Oratório de Santa Clara; Romanceiro da Inconfidência e tantas outras obras. A poesia lírica de Cecília é uma das mais perfeitas e bonitas da literatura contemporânea. Traduzida para vários idiomas e musicada por muitos compositores famosos. Em “Romanceiro da Inconfidência”, acreditamos ser sua criação mais bela, vejamos alguns trechos: “Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda”. “Tudo me fala e entendo: escuto as rosas e os girassóis desses jardins, que um dia foram terras e areias dolorosas”. Como são lindos os versos de Cecília Meireles! Em seus livros, Cecília sempre revelou sua preocupação com os problemas sociais. Sua poesia é considerada, pelos críticos, intemporal, pois vivendo sob a influência do modernismo mostra aspecto do simbolismo e criações literárias do classicismo, do romantismo, do parnasianismo, do realismo, e também do surrealismo. Não temos palavras para expressar a nossa admiração literária por Cecília No entanto, podemos resumir sua simplicidade e melancolia nesses quatro versos da poesia Atitude: “Minha esperança perdeu seu nome.../ Fechei meu sonho para chamá-la./ A tristeza transfigurou-me/ Como o luar que entra numa sala.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 14/2/2020.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

COMPRANDO A FANTASIA DE CARNAVAL


Um homem careca, usando uma muleta, entra em uma loja de fantasias no centro da cidade e diz ao atendente:
- Olá. Eu preciso de uma fantasia para ir ao baile de carnaval.
- Pois não! Temos várias. Essa aqui de pirata é lindíssima, inclusive vai disfarçar a sua muleta e a sua careca!
- Interessante! Quanto custa?
- 380 Reais!
- Caramba! Não tem uma mais baratinha?
- O senhor pode ir fantasiado de monge. Esse hábito franciscano lhe cairá perfeitamente.
- Quanto custa?
- 120 Reais!
- Caramba! Não tem uma mais baratinha?
- Que tal essa fantasia de surfista? Um bermudão, uma camiseta, óculos escuros...
- Quanto custa?
- 40 Reais!
- Caramba! Não tem uma mais baratinha?
Nesse momento, o atendente ficou nervoso, se dirigiu ao interior da loja e voltou com um pote na mão.
- Toma aqui, são três Reais!
- O que é isso?
- É calda de caramelo. Você despeja na cabeça, enfia a muleta onde achar melhor e sai fantasiado de maçã do amor!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

PIADA DE SOGRA


No hospital, o médico chega para o homem que está há horas na sala de espera e diz:
– Tenho uma péssima notícia para lhe dar. A cirurgia que fizemos em sua mãe...
O homem interrompe:
– Não, doutor! Ela é minha sogra
O médico...
– Nesse caso, então, eu tenho uma ótima notícia para lhe dar...
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

COMO PODEMOS SAIR DO INFERNO?


Três caras vão para o inferno e acabem ficando bem chateados.
"Certamente não fomos tão ruins assim", comentam entre si. "Tem que haver algo que possamos fazer para sair daqui."
Satanás aparece de repente e diz “Ah, mas existe! Aguente dez chicotadas do meu fiel chicote aqui e você está livre para ir. Eu até deixo você escolher algo para cobrir suas costas
Os homens soltaram um grito de alegria. “Não deve ser tão difícil!
O primeiro cara se aproxima e observa seu entorno. Finalmente, ele escolhe um pedregulho robusto para colocar em suas costas. "Pronto", diz ele.
Satanás levanta o chicote e grita: "UM!"
XABLAU
O pedregulho imediatamente se divide ao meio.
Ah, de jeito nenhum. Vamos esquecer.” Diz o primeiro homem. "Eu vou ficar".
Satanás sorri e pergunta: "Quem é o próximo?"
O segundo cara se aproxima e, sem pegar nenhuma proteção, entra em posição.
"Você tem certeza disso?", pergunta Satanás, ao que o homem responde:
Eu treinei minha mente e corpo para ignorar qualquer dor desnecessária. Eu não preciso de proteção. "
"Como preferir, amigo." Satanás levanta o braço e grita: "UM!"
XABLAU
O homem recua um pouco, a dor é evidente, mas ele permanece de pé.
Satanás fica visivelmente aborrecido. Ele levanta o braço novamente e grita: "DOIS!"
XABLAU
Novamente, o homem permanece em pé, até o décimo chicote.
O homem se levanta, cansado, mas feliz. Satanás parece furioso e diz: “Tudo bem, bom trabalho, eu acho. Você, terceiro cara, você é o próximo. O que você vai escolher para cobrir as costas? "
O terceiro homem observa o que está ao seu redor, coloca os olhos em sua escolha e diz: "Vou escolher o segundo cara".
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.
 

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