segunda-feira, 15 de agosto de 2022

CONSELHEIRO MARCELO GURGEL É EMPOSSADO NA ACL

Marcelo Gurgel recebe diploma de Membro Titular do Presidente da Academia Cearense de Letras, o Dr. Lúcio Alcântara.

Em solenidade prestigiada na noite desta quinta-feira (28/7/22), no Palácio da Luz, por grandes nomes da literatura e medicina cearense, a Academia Cearense de Literatura (ACL) realizou solenidade de posse do seu mais novo imortal, o médico, escritor e conselheiro do Jornal do Médico, Marcelo Gurgel Carlos da Silva.

A mesa diretora do evento foi coordenada pelo presidente da Arcádia literária, Dr Lúcio Alcântara, acompanhada dos nomes Prof. Manassés Fonteles (Diretor da Academia Nacional de Medicina), Acad. Dr. Janedson Baima (presidente da Academia Cearense de Medicina), Dr. Arruda Bastos (Presidente SOBRAMES), Dra. Inês Tavares Melo (Vice-presidente do CREMEC), e o chefe de gabinete do Magnífico Reitor da UECE, Prof. Altemar da Costa Muniz.

A saudação para o novo imortal da Arcádia foi feita pelo secretário-Geral da entidade, Dr. Flávio Leitão, que em seu discurso relembrou a memória do saudoso Dr. Pedro Henrique Saraiva Leão, titular da Arcádia e patrono da cadeira que ora será ocupada pelo Dr. Marcelo Gurgel, que com suas inestimáveis qualidades no campo literário por meio de suas produções e participações em importantes entidades da cultura literária a exemplo da SOBRAMES, ACEMES (Academia Cearense de Médicos Escritores), entre outras.

Em seu discurso já empossado de membro titular da entidade Dr. Marcelo Gurgel, agradeceu a presença de todos e também pela grande honra ingressar numa das maiores entidades literárias do país, além de ocupar a cadeira que pertenceu a um grande poeta e expressivo nome da literatura, Dr. Pedro Henrique Saraiva Leão.

Sobre o Dr. Marcelo Gurgel:

Natural de Fortaleza, Marcelo Gurgel Carlos da Silva é médico-sanitarista e professor universitário. Nos últimos tempos, como notório polígrafo, tem incursionado no mundo literário, com atuação nos seguintes gêneros: crônica, conto, memórias, ensaio, romance e dramaturgia. Publica, com regularidade, nos jornais locais e na revista Literapia. Participou das coletâneas da Sobrames-CE: Esmeraldas, Veia Poética, Rima Labial, Inspiração, Queixa Principal, Achado Casual, Ressonâncias Literárias, Receitas Literárias, Passeata Literária, Murmúrios Literários, Letras que Curam Digno de Nota, Ritmo Literário, Semeando Cultura, À Flor da Pele e Lapso Temporal, A Pleno Pulmões, tendo sido organizador das últimas antologias da entidade. É Membro Titular da Academia Cearense de Medicina, da Academia Cearense de Médicos Escritores, da Academia Brasileira de Médicos Escritores e agora da Academia Cearense de Letras, além de Sócio do Instituto do Ceará. Chegou a presidir a Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, SOBRAMES Regional Ceará, por duas gestões consecutivas e integra ativamente do Conselho Editorial do Jornal do Médico desde 2004.

Fonte: Blog Jornal do Médico julho30th, 2022.


ANIMAIS OU PETS?

Por Vladimir Spinelli Chagas (*)

Há anos passei a contribuir mais diretamente para a manutenção de alguns gatos, no caso os que "moram" no Parque Adahil Barreto, por incentivo de pessoas ligadas à proteção de felinos em situação de abandono. E os temos tantos espalhados por toda a cidade.

Em visita ao Parque Adahil, vi que o número de gatos continua grande, tanto no equipamento como em suas cercanias. Soube que as doações de ração se reduziram significativamente a partir do início da pandemia, gerando inquietação para os cuidadores e sofrimento para os animais.

Também em outros espaços, como na Uece, há uma tendência de pessoas abandonarem seus animais, mais das vezes os envelhecidos, com doenças ou filhotes "não planejados", por não se sentirem em condições de os manter ou por arrependimento da adoção ou compra.

Já em um shopping center parei em uma loja de produtos veterinários, por curiosidade do meu neto, para ver alguns cachorros e gatos. Todos bem cuidados, brincantes ou dormindo. Percebi, então, que não são gatos ou cachorros, mas pets.

Aqueles ali expostos o estão não para serem cuidados por aquela casa comercial, mas para a venda. E quantas crianças e adultos naquele momento brincavam com esses pets pelos vidros que os separavam, sendo acolhidos em inocente alegria.

Não há interesse em julgar essas pessoas ou lojas, pois sei que há toda uma cultura ainda vigente de que os animais servem aos propósitos dos homens, nem sempre com contrapartida adequada, exceções de praxe, e que também são "produto" vendável, pois há oferta e procura.

O que me leva a essas reflexões é pensar que nós que raciocinamos e temos o livre arbítrio, mesmo que nem sempre pareça livre, deixamos passar oportunidades de olhar com mais zelo e ternura, não apenas para os pets, mas para os animais dos quais cuidamos ou aqueles carentes desses cuidados.

E o poder público tem obrigação de zelar por esses seres com real atenção, não apenas com programas ou ações isoladas, mas concretizando projetos de proteção permanente aos animais em situação de abandono, com alimentação condigna, atenção de saúde e ambientes seguros e confortáveis.

(*) Professor da Uece, membro da Academia Cearense de Administração (Acad) e conselheiro do CRA-CE.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 18/07/22. Opinião, p.18.

domingo, 14 de agosto de 2022

OS CARLOS DA SILVA DA REGIÃO DE PEREIRO

Meu pai, Luiz Carlos da Silva, tinha como genitores José Carlos da Silva (n. 1886) e Valdevina Maria Carlos da Silva (n. 1886), conhecida antes do matrimônio por Valdevina Maria do Amor Divino. Meu avô José Carlos, nascido em Pereiro-CE, era o primogênito de uma família com 18 irmãos, e minha avó Valdevina, nascida em São Miguel-RN, provinha de uma família com 22 irmãos.

Vale salientar que possuíam parentesco entre si, sendo membros de uma clã numerosa que se distribuía pela microrregião da Serra de Pereiro, no Ceará (próximo à divisa com o RN, e na qual se incluem os municípios de Pereiro, Iracema, Ererê e Potiretama), e pela Serra de São Miguel, no Rio Grande do Norte.

Passada a seca de 1915, nossos avoengos fixaram-se em Acarape, à época pertencente ao município de Redenção, onde adquiriram uma propriedade rural denominada de "Pau Branco" ...

O enlace de José e Valdevina Carlos da Silva gerou os seguintes filhos, conforme sequência cronológica: Francisca (1913), Luiz (1918), Maria (1919), Eugênia (1920), Rita (1922), José (1924) e Valter (1925); entre Francisca e meu pai Luiz nasceram dois filhos que faleceram em idade tenra.

F1 - Francisca Carlos da Silva, professora da EVA Agnes Junes Leith; sem descendentes.

F2 - Luiz Carlos da Silva, advogado, contador e professor, que casou com Elda Gurgel Coelho, com a qual gerou treze filhos; destes, sou o primogênito.

F3 - Maria Carlos da Silva, professora; sem descendentes.

F4 - Eugênia Carlos da Silva, freira; sem descendentes.

F5 - Rita Carlos da Silva, professora; sem descendentes.

F6 - José Carlos da Silva, professor, que casou com Graziela Vasconcelos Pinto de Oliveira, com a qual gerou 8 filhos.

F7 - Valter Carlos da Silva, agricultor, que casou com Raimunda Gomes da Silva, com a qual gerou 10 filhos. O caçula Valter sucedeu o pai na administração do sítio da família em Acarape. E, por um mandato (entre os anos 1989 e 1993), foi também edil da cidade.

Todos os filhos de José Carlos e Valdevina já faleceram.

Postado originalmente por meu irmão Paulo Gurgel no Blog Gurgel-Carlos em 9/08/2022.

https://gurgel-carlos.blogspot.com/2022/08/os-carlos-da-silva-da-regiao-de-pereiro.html


A SENHA DO WI-FI

Há pouco tempo entrei em um bar no aeroporto e perguntei ao barman qual era a senha do wi-fi local.

Barman: Você precisa comprar uma bebida primeiro.

Eu: Ok, vou tomar uma Coca.

Barman: Uma Pepsi, está bem?

Eu: Claro. Quanto custa?

Barman: R$ 3

Eu: Aqui está. Então, qual é a senha do wi-fi?

Barman: Você precisa comprar uma bebida primeiro. Sem espaços, tudo em minúsculas.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

ESTÁ DOENDO...

— Vamos começar?

— Não sei, estou com medo!

— Medo de quê?

— Medo de doer.

— Um dia você vai ter que deixar.

— Acho que não.

— Confie em mim. Eu vou devagar.

— Como fico?

— Nessa posição.

— Assim?

— Abra mais um pouco.

— Ai, está doendo.

— Aguenta firme.

— Ai, que desconfortável. Assim vai doer mais ainda!

— Mas não tem outra forma.

— Está doendo!

— Calma... Está quase lá... Vou tirar...

— Tirei!

— Que alívio!

— Até que não fomos mal.

— Ai, está sangrando.

— Sempre sangra um pouco.

— E se não parar?

— Claro que para.

— Como você sabe?

— Não posso aguentar mais.

— Abra mais.

— Tenho experiência.

— Está parando.

— Não disse?

— É, até que não foi tão ruim...

— Quando volto para extrair o outro dente, doutor?

(E você aí pensando besteira, não é?)

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 13 de agosto de 2022

RAIVA OU EXASPERAÇÃO?

Uma garota que estava fazendo um trabalho para a escola foi até o pai e perguntou: "Papai, qual é a diferença entre raiva e exasperação?"

O pai respondeu: “É principalmente uma questão de grau. Deixe-me mostrar o que eu quero dizer.

Com isso, o pai foi ao telefone e digitou um número aleatoriamente. Para o homem que atendeu, ele disse: "Alô, o Melvin está aí?" e pôs a filha a ouvir o fone.

O homem respondeu: “Não há ninguém morando aqui chamado Melvin. Por que você não aprende a procurar o número antes de ligar? "

"Veja", disse o pai para a filha. “O homem não gostou nem um pouco da nossa ligação. Ele provavelmente estava muito ocupado com alguma coisa e nós o irritamos. Veja agora."

O pai digitou o número novamente. "Alô, o Melvin está aí?", perguntou o pai.

"Agora escute aqui!" veio a resposta acalorada. “Você acabou de ligar para este número e eu lhe disse que não há Melvin aqui! Você tem muita cara de pau ligando de novo! ”

E bateu o fone com força. O pai virou-se para a filha e disse: “Veja, isso foi raiva. Agora vou mostrar o que significa exasperação.

Ele discou o mesmo número e, quando uma voz furiosa rugiu: "Alô!"

O pai disse calmamente: “Alô, aqui é o Melvin. Alguém ligou para mim?"

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

CONVERSA ENTRE TOUROS

 Três touros ficaram sabendo que o fazendeiro estava trazendo outro touro para o rancho.

Primeiro touro: "Estou aqui há cinco anos. Não vou dar a este novo touro nenhuma das minhas 100 vacas".

Segundo touro: "Estou aqui há três anos e ganhei meu direito a 50 vacas. Vou manter todas as minhas vacas."

Terceiro touro: "Estou aqui há apenas um ano e, até agora, vocês só me deixaram cobrir 10 vacas. Talvez eu não seja tão grande quanto vocês, mas vou ficar com todas as dez vacas".

Nesse momento, um caminhão de 18 rodas estaciona no pasto, carregando o maior touro que já haviam visto. Com 2.000kg, cada passo que ele dá sacode a rampa de aço.

Primeiro touro: "Ahhhh ... na verdade, acho que posso ceder algumas vacas para o nosso novo amigo".

Segundo touro: "Eu ... tenho muitas vacas para cobrir. Posso ceder algumas também."

Eles olham para o terceiro touro e o encontram batendo com os cascos na terra, sacudindo os chifres e bufando.

Primeiro touro: "Filho, não seja tolo - deixe que ele tenha algumas de suas vacas e viva para contar a história".

Terceiro touro: "Droga, ele pode ficar com todas as minhas vacas. Só quero que fique bem claro pra ele que eu sou um TOURO."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

 

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