sábado, 2 de maio de 2026

Dados que não devemos guardar no smartphone II

2. Informações de identidade pessoal.

Você está salvando seu número de seguro social, número de carteira de motorista ou outras informações pessoais em seu telefone? Isso nunca é uma boa ideia. O principal problema com isso é o risco de vazar seus dados pessoais para ladrões ou hackers que poderiam obter acesso às suas informações confidenciais de identidade.O que você deve fazer se precisar salvar informações vitais em seu telefone por um curto período de tempo de vez em quando? Nesse cenário, basta tirar uma foto de seus cartões (ou qualquer outro documento relevante) e, em seguida, exclua a foto assim que o tempo mencionado tiver passado. Manter essas informações armazenadas em seu smartphone é simplesmente um convite ao risco.

3. Informações bancárias

Os aplicativos bancários têm sido uma bênção para muitos de nós, não é? Eles tornaram os serviços bancários extremamente convenientes para aqueles que estão sempre em movimento e para aqueles que não podem visitar os bancos pessoalmente. No entanto, apesar da oferta de aplicativos bancários de conveniência, não é aconselhável armazenar suas informações bancárias no telefone. No caso de você perder seu smartphone ou se ele for hackeado, isso pode levar a um desastre financeiro.

Seria melhor realizar suas transações bancárias em um computador que nunca sai de casa. Mas se você não pode evitar o uso de aplicativos bancários, certifique-se de nunca salvar suas senhas de login neles enquanto também desativa os recursos de login automático.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


Dados que não devemos guardar no smartphone I

Os smartphones hoje em dia vêm com uma infinidade de recursos que tornam nossa vida mais fácil. Na verdade, nossos telefones se tornaram parte de nossa identidade. Além de usá-los para fazer ligações, usamos nossos telefones para solicitar caronas, reservar jantares, consultar informações e fazer compras online, entre outras coisas. Também usamos nossos telefones para armazenar todos os tipos de dados - de informações bancárias a senhas - pois eles ajudam a tornar as coisas mais confortáveis para nós.

Existem coisas, no entanto, que você nunca deve armazenar em seu telefone celular, independentemente das inúmeras personalizações que os dispositivos iPhone ou Android oferecem. Sim, os smartphones modernos vêm com recursos de segurança aprimorados, mas um telefone pode ser roubado ou perdido a qualquer momento. Além disso, os hackers também aprimoraram suas habilidades e estão encontrando novas maneiras de colocar as mãos nos seus dados. Portanto, não é prudente salvar tudo no seu telefone apenas porque é conveniente. Aqui estão algumas coisas que você nunca deve armazenar no seu telefone celular.

1. Suas senhas

Hoje em dia, com a quantidade incontável de aplicativos e sites que usamos em nossos telefones, é quase impossível controlar as diferentes senhas que tendemos a manter para cada um deles. Portanto, é bastante tentador e conveniente salvar nossas senhas no telefone (ou tablet). No entanto, os especialistas não recomendam fazer isso. Mesmo salvá-los em notas, documentos ou por meio do preenchimento automático não é seguro.

O problema é que as notas de seus dispositivos podem fazer backup de suas informações para armazenamento em nuvem. Isso torna mais fácil para os hackers acessarem todas as suas contas e informações pessoais. Além disso, embora o preenchimento automático seja bastante útil, pois salva automaticamente suas informações pessoais e senhas para que você não precise se lembrar delas, isso também o torna arriscado. Se alguma pessoa não confiável conseguir seu telefone, ela também terá acesso às senhas que você salvou por meio do preenchimento automático.

Assim, em vez de manter uma lista de suas senhas em seu telefone, ou dependendo do preenchimento automático, você pode baixar alguns gerenciadores de senhas gratuitos como Dashlane, Keeper ou LastPass, pois eles criptografam seu banco de dados de senhas com uma única senha mestra e os mantêm seguros.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


sexta-feira, 1 de maio de 2026

Palestra da ACEMES: “Fortaleza: 300 Anos de História”

O Presidente da Academia Cearense de Médicos Escritores (ACEMES), o médico e professor Luiz Gonzaga de Moura Jr., conduziu na noite de ontem, 30 de abril de 2026 (quinra-feira), uma sessão cultural da ACEMES, em comemoração dos 300 anos de fundação da cidade de Foraleza, por meio da Palestra “Fortaleza: 300 Anos de História”.

A palestra em homenagem ao tricentenário da capital cearense foi pronunciada pelo historiador e professor Artur Bruno, ilustre consócio do Instituto do Ceará, que brindou a seleta audiência, de modo bem didático, com uma revisita geral da história do Ceará, focando mais especificamente a Fortaleza nos seus 300 anos de fundação.

Na oportunidade, dessa comemoração alusiva aos 300 anos de Fortaleza, foi apresentada e autografada a recente edição, ampliada e revisada, do livro-Breve História de Fortaleza, de autoria de Airton Farias e Artur Bruno.

O evento aconteceu no Auditório do Núcleo do Obeso do Ceará, situado na Avenida Antônio Sales, 1.540, em Fortaleza-CE, e contou com a participação de muitos acadêmicos da ACMES e de alguns convidados.

Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da Academia Cearense de Médicos Escritores

*Postado no Blog do Marcelo Gurgel em 1º/05/2026.


FOLCLORE POLÍTICO: Porandubas 865

 Começo com um "causo" pernambucano.

Perspectivas

Quais as perspectivas que se apresentam ao Brasil em um contexto de crise? Confesso que não sei responder. Mas uma historinha do Sebastião Nery, que nos deixou, há pouco tempo, pode ajudar a responder:

Luís Pereira, pintor de parede, dormiu com 200 votos e acordou como deputado Federal. Era suplente de Francisco Julião, líder das Ligas Camponesas, em Pernambuco, cassado pela ditadura. Chegou a Brasília de roupa nova e coração vibrando de alegria. Murilo Melo Filho melou o jogo, logo no aeroporto, com a pergunta abrupta:

- Deputado, como vai a situação?

Confuso, nervoso, surpreso, sem saber o que dizer, tascou:

- As perspectivas são piores do que as características.

Pois é, a esta altura, tem muito Luís Pereira perorando por aí...

Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).

https://www.migalhas.com.br/coluna/porandubas-politicas/418530/porandubas-n-865

quinta-feira, 30 de abril de 2026

VOLTAR PODE SER IR

Por Patrícia Soares de Sá Cavalcante (*)

Peguei a mesma estrada, aquela que me fez descobrir que prefiro curvas às retas. Saí no mesmo horário, ao entardecer, mas nessa viagem me afastava de Fortaleza. Iria encontrar amigas muito queridas de um clube do livro. Lá, o que lemos nos conduz ao que temos de mais íntimo. Ansiava por nossa tertúlia; dessa vez, seria na praia.

A playlist para a estrada era a do show da Marisa Monte, que aconteceria na semana seguinte. Iria com a Marina, minha filha, já com 14 anos. Um dia desses, comovia-me, a cada mamada, com os seus pezinhos apressados se afastando da minha barriga.

Ela já curte ouvir a Marisa com as amigas, mas fiquei a imaginar como seria vê-la ali, cantando comigo. Era a estreia dela. Eu voltaria, depois de tantas vezes. Lembro-me com nitidez da emoção que senti na juventude, quando a vi começar "Bem que se quis", já no final do show, e depois, ao apagar das luzes, retirar-se, deixando o público cantar o resto da música. O público cantava alto, como se pedisse um bis, mas ela não retornou.

Entre uma canção e outra da Marisa, surgiu "Oração ao tempo", na voz de Djavan. Prefiro a versão do Bituca, mas me impactou a percussão ao fundo - por um instante, lembrou batidas de um relógio. Ou do coração. No final da música, a batida vai ficando mais lenta até parar por completo.

No silêncio que me atravessou, comecei a observar, com atenção, a paisagem. Na outra viagem, o sol se punha à minha frente, a revoada cruzou o meu caminho e seguiu adiante. Agora, tudo ficava para trás. Pouco a pouco o entardecer, a revoada, iam.

O caminho sou eu. Voltar pode ser ir. A revoada foi. A música se calou. O céu alaranjado, com seus últimos raios de luz, escrevia: desistir pode ser uma das escolhas mais bonitas de uma vida.

Anoiteceu, mas ainda era dia em mim.

Na semana seguinte, estive lá. Era noite, clara pela Lua quase cheia. O show foi belíssimo, inesquecível. Foi a primeira vez que a vi cantar com uma orquestra. Foi o primeiro da Marina - e o meu com ela. Neste ano, ela já faz 15.

(*) Médica psiquiatra.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 24/03/2026. Opinião. p.18.

Defesa de Memorial para Professor Titular da Enfermagem da Uece de Thereza Moreira

Flagrante da Comissão Especial Julgadora, logo após a defesa do Memorial da enfermeira e advogada THEREZA MARIA MAGALHÃES MOREIRA. A Profa. Thereza Moreira está ladeada pelas professoras Maria Salete Bessa Jorge, Ana Luísa Brandão de Carvalho Lira, Edna Maria Camelo Chaves, à esquerda, e por Profs. Ana Fátima Carvalho Fernandes, Andrea Gomes Linard e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, à direita.

(Foto cedida por Thereza Moreira).

Aconteceu na tarde de terça-feira (28/04/26), no auditório do Nupeinsc da Universidade Estadual do Ceará - Uece, a Defesa de Memorial, seguida da avaliação de desempenho, para a promoção funcional da referência “O” de professor associado para referência “P” da classe Titular do Grupo Ocupacional Magistério Superior-MAS, da Professor Titular do docente do Curso de Enfermagem da Uece.

A Comissão Especial Julgadora, composta pelos Profs. Drs. Marcelo Gurgel Carlos da Silva (presidente Uece), Ana Fátima Carvalho Fernandes (membro efetivo UFC), Andrea Gomes Linard (membro efetivo Unilab), Ana Luísa Brandão de Carvalho Lira (suplente externo) e Maria Salete Bessa Jorge (suplente interno), tendo por secretária a Profa. Dra. Edna Maria Camelo Chaves, aprovou o Memorial apresentado pela professora doutora THEREZA MARIA MAGALHÃES MOREIRA.

Parabéns à professora Thereza Moreira, por atingir o ápice da carreira universitária sedimentada em uma brilhante trajetória de vida, referendada por realizações pessoais e profissionais de monta, que bem refletem o seu compromisso científico e a sua louvável dedicação ao exercício da docência superior.

De igual modo, estão de parabéns a graduação em Enfermagem e os programas de pós-graduação da área da Saúde Coletiva da Uece, por terem a professora Thereza Moreira em seus quadros funcionais.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Professor do PPSAC-UECE


Por que na sexta-feira santa não há missa?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

Num Planeta, onde todos os dias são celebradas missas, há um dia em que nenhum sacerdote pode celebrar a santa missa.

Antes de tudo, uma contextualização histórica:

Após a ceia eucarística, Jesus retira-se com seus apóstolos ao Getsêmani e, ao romper da noite, começa o seu martírio, com o beijo fatídico do apóstolo Judas Iscariotes. Jesus é levado preso, sofre humilhações, é torturado, flagelado, coroado de espinhos e, no dia seguinte, uma sexta-feira, é crucificado ao lado de dois ladrões, Gestas e Dimas.

Os Evangelistas Lucas, Mateus e Marcos atestam que uma como mortalha negra cobriu a terra: “Era quase à hora sexta e em toda a terra houve trevas até a hora nona, isto é, das 12h às 15h. Escureceu-se o sol e o véu do templo rasgou-se pelo meio”. Foi o momento da morte de Jesus.

É importante esclarecer que esse eclipse de 3 horas se deu, contrariando evidências científicas: 1) a Páscoa judaica, celebrada na lua cheia, permitiria apenas cenário de um eclipse lunar, mas não de um eclipse solar, que se dá quando a lua está na fase de lua nova, ou seja, a lua fica entre a terra e o sol; 2) A duração máxima de um eclipse solar é de 7h:31min.

Um aspecto considerável é o rasgamento, de alto a baixo, do véu do Santo dos Santos, pois, onde só podia entrar o sumo sacerdote uma vez por ano, agora é uma porta aberta a todos.

No que tange à celebração eucarística, como a Missa é a memória da morte e ressureição de Jesus, é o Sacrifício celebrado, sacramentalmente, na sexta-feira santa, a Igreja contempla o Sacrifício de Cristo, em sua realidade histórica: vivência litúrgica como acontecimento: o Cordeiro de Deus imolado por nossos pecados.

Daí que a sexta-feira santa, com a mesa sem toalha, o sacrário vazio, a matraca em lugar dos sinos, faz uma provocação espiritual: o silêncio vazio exorta-nos a refletir, a escutar e a contemplar o mistério Pascal. O silêncio do túmulo que precede a alegria da ressurreição.

A celebração litúrgica da sexta-feira santa é chamada a ‘missa dos pré-santificados’, porque não há a consagração, sendo as partículas consagradas na quinta-feira santa oferecidas para a comunhão desse dia.

Ecce lignum Crucis in quo pependit salus mundi. Venite adoremus” (Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. Vinde, adoremos) ensina-nos a enfrentar nossas dores, sofrimentos e limitações, e a não nos acovardarmos ante a cruz.

Com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 4/04/26.

 

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