quinta-feira, 25 de junho de 2026

Cearense fundador do ITA, Casimiro Montenegro Filho é homenageado pela Uece

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) realizou, na tarde da última quarta-feira (24), sessão solene do Conselho Universitário (Consu) para a entrega do título honorífico de Doutor Honoris Causa ao Marechal do Ar Casimiro Montenegro Filho (in memoriam). A homenagem, que teve à frente o reitor da Uece e presidente do Consu, professor Hidelbrando Soares, ocorreu no Salão Nobre dos Órgãos de Deliberação Coletiva dos Conselhos Superiores (SODC), no campus Itaperi, e reuniu autoridades acadêmicas, representantes de instituições de ensino superior, pesquisadores, estudantes e familiares do homenageado.

Reconhecido como um dos mais importantes nomes da ciência, da engenharia e da inovação tecnológica do país, Casimiro Montenegro Filho foi o idealizador e fundador do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), instituição que se tornou referência nacional na formação de engenheiros e pesquisadores. A honraria foi recebida por sua sobrinha e representante da família, Ana Lúcia Montenegro Bastos Mota.

Após conduzir a representante da família do homenageado à mesa solene, o professor titular do curso de Medicina da Uece e membro da Academia Cearense de Medicina, Marcelo Gurgel Carlos da Silva, relembrou a trajetória do marechal cearense, destacando sua visão de futuro e sua contribuição decisiva para a construção da ciência e da tecnologia brasileiras. Em sua fala, ressaltou que a homenagem representa o reconhecimento de um legado que transformou a história do país. “A concessão do diploma de Doutor Honoris Causa por uma universidade pública cearense é um imperativo de inegável oportunidade para prestar um tributo a quem tanto concorreu para o avanço da ciência e da tecnologia no Brasil”, afirmou.

Em nome da família, Ana Lúcia Montenegro Bastos Mota recebeu, das mãos do reitor da Uece, o diploma de Doutor Honoris Causa e agradeceu a homenagem, destacando o orgulho de ver a memória do tio celebrada em sua terra natal. Ela lembrou que a criação do ITA nasceu do desejo de formar profissionais altamente qualificados no Brasil e contribuir para o desenvolvimento nacional. “Nós, da sua família, temos muito orgulho e ficamos muito felizes diante deste reconhecimento”, declarou, acrescentando que a implantação do ITA no Ceará representa um novo ciclo para a educação do estado.

Representando o ITA, o reitor da instituição, professor Antonio Guilherme de Arruda Lorenzi, ressaltou que a homenagem reconhece um homem cuja visão ultrapassou seu tempo e ajudou a construir um projeto estratégico para o Brasil. “O ITA nasceu de um sonho, mas não de um sonho individual, pequeno ou passageiro. Nasceu de um sonho que se tornou coletivo”, afirmou. Segundo Lorenzi, Casimiro Montenegro imaginou “um Brasil capaz de formar engenheiros de altíssimo nível, de produzir ciência, de dominar tecnologia e de afirmar sua soberania pelo conhecimento”. O reitor destacou ainda que a chegada do ITA ao Ceará simboliza um reencontro com as origens desse projeto. “É mais do que uma expansão institucional. É um reencontro com a origem de um sonho”, disse.

O reitor do Centro Universitário Farias Brito, professor Tales de Sá Cavalcante, afirmou que a solenidade celebrava não apenas um homem, mas o talento e a capacidade de sonhar grande. Para ele, Casimiro Montenegro demonstrou que as maiores transformações nascem de ideias ousadas. “Ele sonhou em ter uma academia digna do Brasil. Sonhou em ter uma instituição nos moldes do MIT. E conseguiu”, destacou. O reitor também associou a chegada do ITA ao Ceará à força da educação cearense e à vocação histórica do estado para superar desafios. Citando o filósofo cearense Farias Brito, concluiu: “Nada é difícil para os corajosos”.

O reitor da Uece e presidente do Consu, professor Hidelbrando Soares, enfatizou a relevância da distinção concedida pela universidade. “O título de Doutor Honoris Causa é a maior distinção acadêmica concedida por uma universidade”, afirmou. Ele destacou que a aprovação da homenagem ocorreu por unanimidade no Conselho Universitário, evidenciando o consenso em torno da importância histórica de Casimiro Montenegro Filho. Para o reitor, o novo Doutor Honoris Causa da Uece representa valores que dialogam diretamente com a missão institucional da universidade. “Formação de excelência, produção de ciência de alta qualidade e inovação marcam profundamente a trajetória do marechal Casimiro. A universidade precisa antever o futuro, ocupar um lugar de vanguarda e ser disruptiva. Casimiro Montenegro dialogava sempre com o futuro”, declarou.

Professor Hidelbrando também ressaltou que a concessão do título engrandece a própria universidade. “Estamos muito orgulhosos com a concessão desse título honorífico ao marechal, agora doutor honoris causa da Universidade Estadual do Ceará”, concluiu.

Entre as autoridades e convidados presentes, estavam o ex-reitor da Uece, professor Cláudio Régis de Lima Quixadá; o representante da Funcap, professor Diego Rabelo; o deputado federal Inácio Arruda; o presidente da Academia Cearense de Engenharia, Fernando Nunes; o presidente do Instituto do Ceará: Histórico, Geográfico e Antropológico, Seridião Montenegro; o presidente da Associação dos Engenheiros do ITA, Alex Pereira; o vice-presidente da Academia Cearense de Ciências Aeroespaciais, Fabiano Rocha; o comandante da Base Aérea de Fortaleza e diretor interino do Núcleo do ITA em Fortaleza, Coronel Aviador Tony Gleydson Costa; e o representante da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Paulo André de Castro Holanda.

Fonte: Uece. Assessoria de Comunicação, postado em 25/06/26.

Endividamento, inadimplência e soluções paliativas

Por Lauro Chaves Neto (*)

A recente perda de valor de mercado dos grandes bancos brasileiros não é um evento isolado — é sintoma de um problema mais profundo: o avanço do endividamento das famílias e seus efeitos sobre toda a economia. Não se trata de prejuízo direto, mas de algo talvez mais relevante: perda de confiança no futuro gerando perda no valor de mercado.

À primeira vista, os números dos balanços não justificariam esse movimento. Receitas em alta e lucros robustos indicam um presente sólido. Mas o mercado não opera olhando para o retrovisor. O que preocupa investidores são os sinais de deterioração à frente. O aumento das provisões e a piora na qualidade dos ativos revelam uma leitura clara: os bancos esperam mais inadimplência.

Esse cenário reflete uma realidade incômoda. O endividamento das famílias, especialmente das camadas de menor renda, maior parte da população brasileira, já não é apenas um problema social — tornou-se um risco sistêmico. Quando consumidores perdem capacidade de pagamento, toda a engrenagem econômica desacelera. O crédito encarece, o consumo retrai e o ciclo de crescimento perde força.

A taxa básica de juros, ainda em patamar muito elevado, agrava esse quadro. Com o Banco Central do Brasil ainda cauteloso diante das incertezas inflacionárias, o alívio monetário avança lentamente. E o cenário externo, marcado por tensões geopolíticas e volatilidade nos preços do petróleo, adiciona mais imprevisibilidade.

Programas como o Desenrola Brasil surgem como tentativa legítima de aliviar o endividamento. Mas carregam um dilema: ao mesmo tempo em que reabilitam consumidores, podem estimular novo ciclo de crédito sem a devida sustentabilidade. A dúvida não é apenas sobre a eficácia imediata, mas sobre os efeitos no médio prazo. O movimento dos bancos ao reforçar reservas contra calotes é, nesse contexto, um termômetro relevante.

O Brasil enfrenta um desafio recorrente: equilibrar crédito, consumo e estabilidade. Sem enfrentar as causas estruturais do endividamento — renda baixa, juros altos e educação financeira limitada —, qualquer solução tende a ser apenas paliativa. 

(*) Consultor, professor doutor da Uece e conselheiro do Conselho Federal de Economia.

Fonte: O Povo, de 25/05/26. Opinião. p.20.


quarta-feira, 24 de junho de 2026

Uece concede título de Doutor Honoris Causa ao fundador do ITA, Marechal Montenegro (in memoriam)

A Universidade Estadual do Ceará realizará, às 15 horas desta quarta-feira, no Salão Nobre da Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva dos Conselhos Superiores (SODC), a solenidade de outorga do título honorífico de Doutor Honoris Causa (in memoriam) ao Marechal do Ar Casimiro Montenegro Filho. Ele foi o fundador do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA).

Natural do Ceará, Casimiro Montenegro Filho construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo e pela visão estratégica em áreas fundamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Sua formação militar teve início na Escola Militar do Realengo, em 1923, culminando com a patente de Marechal do Ar da Força Aérea Brasileira. Em 1941, integrou a primeira turma de Engenharia Aeronáutica da então Escola Técnica do Exército, hoje incorporada ao Instituto Militar de Engenharia (IME).

Casimiro Montenegro também foi responsável pela criação do Centro Técnico de Aeronáutica, estrutura que deu origem ao atual complexo tecnológico da indústria aeronáutica nacional, além de ter participado da implantação do Correio Aéreo Militar. Sua atuação à frente do ITA contribuiu para transformar a instituição em uma referência internacional em ensino e tecnologia.

ITA Ceará

O vínculo histórico entre o Ceará e o ITA também está diretamente relacionado ao legado de Montenegro.

Ao longo das décadas, centenas de estudantes cearenses ingressaram na instituição, consolidando uma tradição de excelência acadêmica que resultou, recentemente, na instalação da primeira unidade do ITA fora de sua sede original, em Fortaleza.

Fonte: Postado no Blog do Eliomar de Lima em 23/06/2026.

Cearense fundador do ITA receberá título póstumo de Doutor Honoris Causa pela Uece

Marechal Casimiro Montenegro Filho (1904-2000) será homenageado por contribuições à ciência, engenharia e inovação tecnológica no Brasil.

Em uma homenagem póstuma, o fundador do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e marechal cearense Casimiro Montenegro Filho (1904-2000) receberá o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual do Ceará (Uece).

A entrega da titulação in memoriam será realizada nesta quarta-feira (24), às 15 horas, no Salão Nobre da Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva dos Conselhos Superiores (SODC) da instituição.

A Uece destaca a atuação do marechal em prol da transformação do ITA “em uma referência internacional em ensino e tecnologia” e credita o “vínculo histórico entre o Ceará e o ITA” como um "legado" de Montenegro.

O título de Doutor Honoris Causa é entregue a personalidades que contribuíram com a própria instituição outorgante, ao desenvolvimento regional ou nacional, ou ainda que se destacaram nas ciências, letras, artes e cultura.

QUEM FOI CASIMIRO MONTENEGRO FILHO

O homenageado é considerado um dos nomes mais importantes da ciência, engenharia e inovação tecnológica no Brasil. 

Nascido em Fortaleza no dia 29 de outubro de 1904, Casimiro Montenegro Filho teve formação militar iniciada em 1923, alcançando a patente de Marechal do Ar da Força Aérea Brasileira.

Já em 1941, ele foi aluno da primeira turma de Engenharia Aeronáutica da antiga Escola Técnica do Exército, hoje incorporada ao Instituto Militar de Engenharia (IME).

O cearense é reconhecido, ainda, como principal idealizador e fundador do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), além de ter participado da implantação do Correio Aéreo Militar.

Casimiro Montenegro Filho morreu em 26 de fevereiro de 2000, aos 95 anos, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. O marechal é patrono da área de engenharia aeronáutica da Força Aérea Brasileira, da 43ª cadeira da Academia Nacional de Engenharia e foi inscrito em 2025 no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

Fonte: Publicado In: Diário do Notícias, de 24/06/2026 Redação. (on-line)


Fundador do ITA receberá título de Doutor Honoris Causa pela Uece

Marechal Montenegro receberá título honorífico e póstumo de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual do Ceará (Uece) nesta quarta-feira, 24, às 15 horas

Fundador do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Casimiro Montenegro Filho — importante nome da história da ciência, da engenharia e da inovação tecnológica do Brasil — receberá título honorífico e póstumo de Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual do Ceará (Uece) nesta quarta-feira, 24, às 15 horas.

A solenidade de outorga será realizada no Salão Nobre da Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva dos Conselhos Superiores (SODC), em Fortaleza.

Segundo a Uece, a honraria destina-se a personalidades que tenham contribuído significativamente para o progresso da instituição, para o desenvolvimento regional ou nacional, ou que tenham se destacado em favor das ciências, das letras, das artes e da cultura.

A concessão do título foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário (Consu) da Universidade, em sessão realizada em janeiro de 2026, que reconheceu os méritos de Casimiro.

Quem foi marechal Montenegro

Natural de Fortaleza, Casimiro Montenegro Filho (1904 - 2000) era descrito como dono de uma trajetória marcada pelo pioneirismo e pela visão estratégica no desenvolvimento científico e tecnológico.

Sua formação militar teve início na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, em 1923, culminando com a patente de marechal do ar da Força Aérea Brasileira.

Em 1941, integrou a primeira turma de Engenharia Aeronáutica, da então Escola Técnica do Exército, incorporada ao Instituto Militar de Engenharia (IME).

Reconhecido como o principal idealizador e fundador do ITA, Casimiro Montenegro também foi responsável pela criação do Centro Técnico de Aeronáutica, estrutura que deu origem ao atual complexo tecnológico da indústria aeronáutica nacional, além de ter participado da implantação do Correio Aéreo Militar.

"O vínculo histórico entre o Ceará e o ITA também está diretamente relacionado ao legado de Montenegro. Ao longo das décadas, centenas de estudantes cearenses ingressaram na instituição, consolidando uma tradição de excelência acadêmica que resultou, recentemente, na instalação da primeira unidade do ITA fora de sua sede original, em Fortaleza", ressaltou a Uece.

O reconhecimento da Uece soma-se ao seu quadro de homenagens já recebidas.

Montenegro é patrono da Engenharia da Aeronáutica da Força Aérea Brasileira, da cadeira nº 19 do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica e da cadeira nº 43 da Academia Nacional de Engenharia.

No Estado, foi agraciado, entre outras distinções, com a Medalha do Mérito Industrial da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o Troféu Sereia de Ouro e o título de Patrono da Academia Cearense de Engenharia.

Morreu aos 95 anos, em Petrópolis, município serrano do Rio de Janeiro, no ano de 2000. Segundo a Folha de São Paulo, a causa do óbito foi falência múltipla de órgãos.

Fonte: Postado In: O Povo Notícias (on-line), de 23/06/2026.


ÁGUA TAMBÉM SANGRA

Por Patrícia Soares de Sá Cavalcante (*)

Eu choro fácil. De alegria, de tristeza, de emoção, de cansaço. E, por vezes, choro sem saber por quê. Certo dia, veio-me um pensamento nebuloso e persistente: chorar seria como sangrar. Guardei-o.

Na manhã seguinte, ao ver uma fotorreportagem sobre a sangria do açude Orós, no interior do Ceará, fiquei tocada com o título: água também sangra.

Na matéria, o repórter Arthur Gadelha dizia que quase todo fortalezense tem o seu "interior", uma cidade ligada à sua história, às suas raízes.

Eu sou de Fortaleza, mas já trabalhei no interior, justamente em Capistrano, a cidade do repórter. Atendia na zona rural, visitava casas de taipa distantes umas das outras, separadas por estradas de barro. Eu me impressionava com a solidão do lugar. E há algo ainda mais antigo: nas histórias ouvidas, no sotaque, na oralidade que passa de geração em geração, algo que me faz sentir a seca por dentro, mesmo sem jamais tê-la vivido.

A memória da privação me fez lembrar Vidas Secas. Corri para pegar meu exemplar. Lembrei o quanto chorei com Fabiano, com os filhos sem nome e com a inesquecível Baleia, a cachorra. Tinha começado a leitura em 2019; estava lá, anotado na contracapa.

A obra me marcou tanto que, certa vez, no Masp, parei diante de uma pintura e lembrei daquela família. Comentei: só faltou a Baleia. Fui conferir a legenda do quadro; era Cândido Portinari, e a obra se chamava Os Retirantes, que dialoga com Graciliano Ramos.

"Chegaria, naturalmente. Sempre tinha sido assim, desde que ele se entendera. E, antes de se entender, antes de nascer, sucedera o mesmo — anos bons misturados com anos ruins. A desgraça estava a caminho."

Cada um de nós carrega um sertão. Onde a terra racha. Onde a vegetação cresce com espinhos e aprende a guardar água para a hora da escassez.

Meu pai diz que o maduro é aquele que sabe que, quando tudo está bom, vai piorar, e que, quando tudo está ruim, vai melhorar.

A água pode tardar, mas chega. E, quando chega, jorra, sangra o passado da falta.

(*) Médica psiquiatra.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 19/05/2026. Opinião. p.18.

terça-feira, 23 de junho de 2026

CONVITE: Solenidade de Doutor Honoris Causa da UECE ao Marechal Montegro

O Magnífico Reitor da Universidade Estadual Ceará (Uece), Prof. Hildebrando dos Santos Soares, convida para a solenidade de entrega do título (in memoriam) de Doutor Honoris Causa ao Marechal Casimiro Montenegro Filho.

Local: Prédio da Reitoria da Uece – Campus do Itaperi. (Av. Silas Munguba, 1.700).

Data: Dia 24 de junho de 2026 (quarta-feira). Horário: 15h.

Traje: Veste talar às autoridades acadêmicas e esporte fino aos convidados.

Notas do Blog: O discurso de saudação ao recipiendário será proferido pelo professor titular Marcelo Gurgel Carlos da Silva, membro do Colegiado do Curso de Medicina.

O Marechal Casimiro Montenegro Filho, por indicação da família Montenegro, será representado, nesse ato, pela empresária Ana Lúcia Bastos Mota, sobrinha do homenageado, que tecerá as palavras de agradecimento.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Professor do PPSAC-Uece


 

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