segunda-feira, 9 de março de 2026

MISSA DE SÉTIMO DIA POR DR. JOSÉ WILSON ACCIOLY

Amanhã (10/03/2026), terça-feira, às 19h30min, na Igreja de N. Sra. das Graças, do Hospital Geral do Exército, situada na Av. Des. Moreira, 1.500 – Aldeota, Fortaleza-CE, será celebrada a Missa da Ressurreição em sufrágio da alma do acadêmico Dr. José Wilson Acciolly, perlustrado membro honorável e ex-presidente da Academia Cearense de Medicina.

O médico dermatologista Dr. José Wilson Acciolly faleceu na tarde de 4/03/2026, consternando o seu amplo ciclo de relacionamento, composto por familiares, amigos, confrades, colegas e pacientes, mercê dos seus reconhecidos méritos humanos e profissionais.

Ao término da missa, em nome da Academia Cearense de Medicina, falará o também acadêmico e presidente da ACM, Dr. José Henrique Leal Cardoso.

Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Membro titular da ACM – Cadeira 18


Uma casa para o Plebeu

Por Izabel Gurgel (*)

O Plebeu Gabinete de Leitura é a biblioteca que a leitora Adelaide Gonçalves vem construindo ao longo de uma vida cheia de vidas.

O amor aos livros e à leitura é um modo singularmente alegre de estar no mundo. Aprendizado iniciado na infância com a mãe, o pai e professores, no interior do Ceará. Torna-se pesquisadora a menina auxiliar de biblioteca na escola em Tauá, no sertão dos Inhamuns.

Professora de História da Universidade Federal do Ceará (UFC), nossa Adelaide imensidão fez do Plebeu, de vários modos, um nascedouro de livros. Com gente amiga e colaboradores, o Plebeu faz e acontece, publica, tem banca itinerante e um sebo do qual podemos fruir todo segundo sábado do mês no Centro Frei Humberto, no bairro São João do Tauape, em Fortaleza, quando da Feira da Reforma Agrária (dia 7 de fevereiro, a próxima edição da feira). O MST também é doido por livro e leitura.

Jardim das veredas que se bifurcam, o Plebeu não para de dar cria. Aqui, mais uma estante nova, bem sortida, sobre a história do livro e da leitura. Ali, mesas com tu-do (tudo mesmo!) de um autor, o que fez o tradutor de Garcia Márquez para a língua portuguesa, escritor Eric Nepomuceno, dizer "Nem eu tenho todas as edições dos meus livros" quando da visita ao gabinete de leitura.

O mobiliário do Plebeu, ele próprio, conta o contínuo (re)desenhar de nossas casas e espaços públicos. Velhos gaveteiros e ficheiros encontram um bom destino lá. Cristaleiras, escrivaninhas e birôs, carteiras escolares, mesas, bancos e cadeiras de lugares e feituras tão diferentes nos ensinam o co-habitar, a incidência dos passados, a sábia acumulação, a desejada sedimentação em nome da fertilidade da terra, na Terra. O Plebeu é um sim à vida.

Adelaide segue ampliando a biblioteca que sempre teve uso para além do privado, pessoal. Na casa da professora, foi partilhada por estudantes, aprendizes e mestres do pesquisar, criaturas leitoras que receberam delas (biblioteca e Adelaide) sombra e água fresca para florescerem.

Em 2012, Adelaide tornou a biblioteca de casa mais social ao levá-la para o Centro de Fortaleza. Surge o Plebeu Gabinete de Leitura. Tem imagens lindas das duas primeiras sedes, ambas no edifício-sede da Associação Cearense de Imprensa.

Encaixotado, o Plebeu está mais perto de ter uma morada pra gente chamar de nossa. Uma legião cultivada pela Adelaide conspira para realizar o sonho, brasileiríssimo, que pulsa no coração da gente trabalhadora do país tão rico quanto desigual, o da casa própria.

Vai ser a rua mais bonita da cidade. Biblioteca é canteiro, jardim de calçada, pomar e horta, parque, mata, floresta. Enrama feito melão-de-são-caetano. Só existe se enlaça, entrelaça, tece, feito renda, bordado.

Quer saber mais? @plebeulivros no Instagram.

"Uma casa para o Plebeu".

Bora?

(*) Jornalista de O Povo.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 1/02/26. Vida & Arte, p.2.

ARQUIVO NIREZ: a memória da Cidade

Por Raymundo Netto (*)

Escrever sobre Miguel Ângelo de Azevedo, o nosso Nirez, é tarefa das mais complexas.

Aos 92 anos, é acervista, possuidor da maior coleção de discos de cera do Brasil e da mais completa coleção fotográfica do estado do Ceará. Pesquisador, é autor de obras de importância fundamental, como: "Fortaleza de Ontem e de Hoje", "A História Cantada no Brasil em 78 Rotações" - no tema, uma das maiores do País - e "Cronologia Ilustrada de Fortaleza", todas esgotadas.

Nirez é uma biblioteca viva, o maior guardião da história cearense, cumprindo o papel de um "mestre da cultura", transferindo amavelmente seus saberes, seus achados, fomentando e possibilitando pesquisas, ensaios, produções literárias e audiovisuais. Acessível e acolhedor, recebe em sua casa, sede do singular Arquivo Nirez, centenas de historiadores, pesquisadores, jornalistas, artistas, editores, produtores, políticos e curiosos que sabem encontrar ali não apenas o acervo raríssimo, mas o seu curador, que muitas vezes se dá entusiasmadamente como consultor.

É impossível, ao ouvir os seus relatos, não se encantar num vórtice temporal e encontrar-se com personagens de nossa história "transformados em gente" e/ou se ver em locais da Cidade que não existem mais - o que é bem do nosso desleixado desapego. E, claro, ao final, esperar o momento daquela piada guardada como troça de menino travesso.

A sua obsessão pela coleta, guarda, catalogação e manutenção de todo esse conteúdo - LPs, fotografias, filmes, livros, revistas, jornais, gravuras e máquinas, instrumentos, peças das mais diversas naturezas - já nos revela uma fortaleza extraordinária, imagine saber que todo esse legado está sendo construído e mantido bem debaixo de nosso nariz sem qualquer apoio do poder público.

Recursos financeiros o Ceará tem demais, basta acompanhar o seu desaguar na leitura de jornais ou assistir aos noticiários de rádio e TV. Mas, em todos esses anos de existência, nunca de alguma iniciativa por meio do governo estadual nem municipal. Houve, sim, por atitude de amigos do arquivo, proposições a gestores do poder executivo ou diretores de instituições. Porém, nada se realizou, mesmo quando aqueles que ocupam tais cadeiras sabem quem ele é e reconhecem a importância do seu acervo. Talvez entendam ser a cultura um território de pouco valor eleitoral, o que justifica a caquexia eterna dos equipamentos culturais mais tradicionais, sempre colocados em segundo plano diante do "elefante branco" do momento. Não raro sabemos de acervos desfeitos, perdidos ou roubados pela falta de atenção desses representantes e da população sempre distraída ao que lhe é usurpado todos os dias pela falta de pertencimento. É inadmissível fechar os olhos para a relevância desse legado a ser preservado, um patrimônio que, embora particular, é de extremo interesse público, o que por si já justificaria a mobilização e articulação dos órgãos e entidades de poder: Secretaria da Cultura do Governo do Estado e do município, Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS), Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, Universidade Federal do Ceará (UFC), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Organizações Sociais (Instituto Mirante e Dragão do Mar), entre tantos outros.

Um dia, na sua agudeza de espírito, Nirez me disse: "Eu me sinto como se estivesse no futuro. O hoje é o meu futuro". Sim, ele atravessou o tempo e cabe a nós apresentar para ele um futuro melhor, sem celebrações vazias e pirotécnicas de 300 anos de uma cidade desmemoriada, que insiste em debochar da perda contínua de sua história e patrimônio.

(*) Jornalista de O Povo.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 26/01/26. Vida & Arte, p.2.

domingo, 8 de março de 2026

O LIVRO “DIÁRIO DE UM ARENGUEIRO”

 

Para celebrar a chegada dos seus setenta anos de idade, Luiz Gonzaga de Moura Jr., como cultor da boa prosa e praticante da bela escrita, decidiu demarcar o momento, com algo mais duradouro, na forma de um livro que pudesse ser compartilhado por diferentes públicos.

O “Diário de um Arengueiro: motes, mitos e estórias – sátira e folclore médico” é uma robusta obra, de 384 páginas, contendo a apresentação do próprio Luiz Moura Jr. e o prefácio do seu dileto amigo e colega de turma médica, o capitão-poeta Walter Miranda, cujas receitas obtidas nos sucessivos lançamentos realizados ou programados, direcionam-se, prioritariamente, ao IPREDE.

Vale salientar, dentre os lançamentos acontecidos, o do evento natalino da Academia Cearense de Medicina (ACM) que ocorreu, exatamente, em 5 de dezembro de 2025, oportunidade em que o autor/organizador aniversariava e ele pode comemorar os seus 70 anos de idade, em harmonia com os seus confrades da ACM.

Efetivamente, esse livro está graficamente no formato único, mas poderia ter sido disposto em dois volumes separados: o primeiro, de escritos da autoria de Luiz Moura Jr, contaria com 49 (quarenta e nove) trabalhos distribuídos em três partes, assim segmentadas: Contos e Crônicas do Folclore Médico (33), Poesias (9) e Do Mundo Obeso para o Mundo Magro (7); o segundo volume, contemplaria 86 (oitenta e seis) depoimentos e manifestações, em prosa ou em versos, redigidos por familiares, amigos, colegas e confrades, que prestaram valiosas e tocantes homenagens ao septuagenário em epígrafe, traduzindo o afeto e o respeito que Luiz Gonzaga de Moura Júnior acumulou, no percurso de suas sete décadas de vida, desde quando estreou no “frutífero Cariri cearense”.

Por derradeiro, espera-se que o bom exemplo memorialístico, dado aqui por Luiz Moura, sirva de inspiração a que outros que, muito em breve, se tornarão cinquentenários, sexagenários, setuagenário etc., possam registrar seus feitos em livros memoriais, sejam da própria lavra ou frutos da colaboração de terceiros, que concorrerão para preservar as suas lembranças entre amigos e familiares.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da ACM (Cad. 18) e da ACEMES (Cad. 24)

* Versão curta publicada In: Revista AMC (Associação Médica Cearense). Fevereiro de 2026- Edição n.53. p.11-11 (online).

AUTOCOMPREENDER’?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie (*)

Ser contraditório é a criatura humana.

Suas muitas máscaras são como placas tectônicas. Silentes e, aparentemente, tranquilas, porém, vez por outra, exibem suas mazelas, quando acontece o encontro fático. No choque, cai o sorriso e surge a carranca.

Acontecido o terremoto, a ideia primeira é buscar culpados, desde que não seja ‘o próprio’.

Pois bem, esquecemos, então, de buscar compreender, realmente, o que nos levou a tal propósito, isto porque desconhecemos o que vai dentro de nós, ignoramos nossos reais valores e nossos princípios são instáveis, pelo menos, os que dizem respeito à intimidade de nosso caráter, mais precisamente, do ‘meu caráter’.

A ofensa dorida, o erro cometido, sem nenhum constrangimento, sem nenhuma análise, são, incontinenti, imputados ao outro. Eu “compreendo”, irônica e despudoramente, minha ‘inocência’, minha ‘lisura’, minha ‘sóbria’ performance e vomito o peso da culpabilidade no outro, mesmo quando não há respaldo algum na acusação. Esta autocompreensão se dá, exatamente, na contramão da autocompreensão. É o seu inverso, é a sua negação ser-no-mundo. É o real desmistificando o imaginário. É a atitude desqualificando a palavra.

Mentiras e insinuações expondo suas entranhas.

A palavra que sai, o chiste que voa, não encontram oportunidade para explicação nem espaço para uma justificativa. O veredito é o olhar iminente, pronto, do interesse subjetivo, que decodifica, conforme sua práxis de vida. Calúnia amalgama-se com desprezo e entorna qualquer relacionamento.

Na verdade, trata-se de imune autocondescendência, de uma miragem voltada tão somente para o próprio umbigo.

Nossos erros sequestram nossos pensamentos, com tamanha malícia, que produzem emoções ferinas e atitudes indecentes. A dança é nossa, jogamos o outro para fora, ele deve sair.

Os erros, que cometemos, saltam de nós para ferir o outro. É o contraditório do Homo sapiens, que, ao achar, estupidamente, que se compreende, justifica-se e inocenta a si mesmo, sem critérios de análise, transferindo toda malevolência a alguém que execra e avilta, sem lhe dar chance do direito do diálogo.

Máscaras, todavia, não são para sempre.

De tantas, o peso fá-las tropeçar algum dia, de maneira surpreendente e inesperada. E, quando tropeçam, o sol as ilumina e transparece a verdadeira criatura, na sua selvageria ou na sua mansidão.

Ser contraditório é da criatura humana (?!)

Tenhamos um bom sábado, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 7/02/26.

sábado, 7 de março de 2026

LISTA TENEBROSA

Por Rev. Munguba Jr. (*)

No Novo Testamento, a palavra grega allélon () significa “uns aos outros” ou “mutuamente”. Ela aparece cerca de 100 vezes, com ênfase nos relacionamentos de qualidade. Realça para nós um dos significados da Cruz de Cristo, com suas duas hastes apontando: a vertical para o relacionamento com Deus e a horizontal para o relacionamento com os homens.

O texto sagrado afirma em 1 João 3:16: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar nossa vida pelos irmãos”. Ser um cristão verdadeiro é amar o próximo como a si mesmo.

No início deste mês de fevereiro, os EUA liberaram metade da lista de Epstein, lista que retrata uma faceta terrível do gênero humano. São revelações que, até pouco tempo, eram chamadas de “teoria da conspiração”; postagens nas redes sociais eram derrubadas, remunerações proibidas e, para se falar sobre o assunto, era necessário alterar partes das palavras na tentativa de se proteger da censura.

A ONU afirma que cerca de um milhão de crianças somem todos os anos no mundo e nunca mais são encontradas. Já o International Centre for Missing & Exploited Children aponta para mais de oito milhões. Meninas e meninos levados para ilhas distantes, desconstruindo definitivamente seus sonhos e trazendo traumas para toda a existência, chegando, em alguns casos, à subtração da própria vida.

Constam na lista líderes mundiais, políticos proeminentes, príncipes e empresários de grande expressão no cenário internacional. Homens e mulheres que já conquistaram praticamente tudo o que se pode comprar e entraram em uma espiral de loucura, buscando novos e proibidos prazeres.

A que ponto de degradação pode descer o ser humano? Manchar deliberadamente a criação de Deus quando indefesa, ou ludibriada com promessas de uma vida de prosperidade.

Existem relatos de canibalismo e assassinatos com tentativa de ocultação de cadáveres.

O plano de Deus para o nosso planeta é que mantenhamos o princípio cristão de tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Olhar no outro a glória de Deus, a beleza dos iguais que, mesmo diferentes, são igualmente preciosos.

Vamos orar, pedindo a Deus que ilumine as nações, trazendo verdadeiro amor e consideração entre nós, humanos.

(*) Pastor Munguba Jr. Embaixador Cristão da Oração da Madrugada e Erradicação da Pobreza no Brasil e presidente da Igreja Batista Seven Church.

Fonte: O Povo, 17/01/2026. Opinião. p.16.


Reforma tributária e a contabilidade aplicada ao setor público

Por Alexandre Sobreira Cialdini (*)

Em artigo publicado no jornal O POVO, no dia 22 de janeiro, destacamos a necessidade de convergência entre a reforma tributária e as normas contábeis nacionais, atualmente definidas pelos Comitês de Procedimentos Contábeis (CPC) e editadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os fundamentos da Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Brasil foram inicialmente consolidados pela Lei 4.320/1964, que definiu regras gerais de Direito Financeiro para a elaboração dos orçamentos e balanços. Contudo, essa norma encontra-se hoje muito defasada e necessita ser atualizada para se adequar ao novo modelo tributário em implementação.

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é o órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, que tem a responsabilidade legal de editar os normativos, os manuais, as instruções de procedimentos contábeis e o plano de contas de abrangência nacional. Esse sistema tem como objetivo a elaboração e a publicação de demonstrações contábeis consolidadas, aplicáveis ao setor público, incluindo o disciplinamento das normas gerais de capacidade de pagamento (Capag).

Tais instrumentos estão alinhados às Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas Aplicadas ao Setor Público (NBCTSP), editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), as quais convergem com as normas internacionais de contabilidade aplicada ao setor público - International Public Sector Accounting Standards (IPSAS). Esse padrão internacional é amplamente aceito e utilizado pela maioria dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A Lei Complementar 227/2026 instituiu o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), instância inovadora e peça fundamental da reforma tributária brasileira. O CGIBS é uma entidade pública dotada de autonomia técnica e operacional, responsável por editar regulamentos, uniformizar a legislação, arrecadar e distribuir o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) aos estados e municípios.

Entre as diversas atribuições do Comitê Gestor, destaca-se a elaboração de relatórios destinados aos estados e municípios, os quais deverão estar em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei 4320/64.

Nesse contexto, será necessária a revisão de vários procedimentos técnicos, entre os quais estão: 1) a definição de um modelo de previsão de receitas, considerando um novo estágio da receita, por causa do fato gerador - o fornecimento da mercadoria ou serviço; 2) a definição dos critérios de contabilização do cashback, mecanismo de devolução parcial dos tributos); e 3) a redefinição dos modelos de relatórios previstos na LRF.

Dessa forma, os impactos da reforma tributária evidenciam a necessidade urgente de reformulação das normas da Contabilidade Aplicada ao Setor Público voltadas à gestão fiscal, em especial da Lei 4320/1964 e da Lei de Responsabilidade Fiscal.

(*) Mestre em Economia e doutor em Administração Pública e Secretário de Finanças e Planejamento do Eusébio-Ceará.

Fonte: O Povo, de 5/02/26. Opinião. p.15.

 

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