sábado, 6 de junho de 2026

Passos para atingir a paz interior II

2. Esqueça e perdoe

Esta é a ajuda mais poderosa quando falamos em paz de espírito. Grande parte de nós sempre alimenta sentimentos negativos em relação a pessoas que nos insultaram ou feriram nossos sentimentos. Nós nutrimos queixas e sentimentos ruins. Isso desencadeia problemas de saúde, como dores no estômago (gastrite e úlceras são comuns em relação a isso), noites mal dormidas e pressão alta. Em muitos casos, o insulto foi feito apenas uma vez, e a pessoa carrega aquilo por anos, lembrando-se constantemente disso. Perdoe. Esta é a melhor forma de evoluir. Por isso, você deve banir este péssimo hábito. A vida é muito curta para desperdiçarmos com esse tipo de sentimento e pensamentos negativos.

3. Não espere o tempo todo por reconhecimento

Infelizmente, no mundo de hoje, grande parte das pessoas pensam mais em si mesmos. Elogios em muitos casos são difíceis de serem ouvidos, e em diversos casos alguns indivíduos o fazem por interesse próprio. Alguns podem elogiá-lo pelo fato de você estar bem hoje, mas, se um dia algo acontece e você perde o poder, fica menos favorecido e precisa de ajuda, esses mesmos que um dia o elogiaram podem não fazer isso quando você estiver em uma posição diferente. Por isso, faça seus deveres de forma ética e sincera.

4. Tente não sucumbir à inveja e o ciúme

Todos nós sabemos o quanto a inveja pode influenciar o nosso estado de espírito. Você sabe que trabalha até mais que seus colegas de trabalho, mas às vezes outra pessoa pode conseguir aquele cargo superior ou promoção que você tanto almejava. Em outro caso, você começa o seu próprio negócio, mas não tem o mesmo sucesso que um parente, colega ou até mesmo seu vizinho, que começou a trabalhar por conta até depois que você. Isso acontece. E por acaso precisamos alimentar algum sentimento de inveja?  Não! Lembre-se que, na vida, tudo é moldado pelo destino, e isso resulta em nossa realidade. Você não vai conseguir mudar e evoluir ao se queixar, invejar e culpar os outros. A inveja não vai te levar a nada, e vai te deixar ainda mais longe da sua paz de espírito.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


Passos para atingir a paz interior I

Atingir a Paz Interior é Fácil: Siga Esses 10 Passos

A vida é um longo caminho cheio de desafios. Muitos deles são internos, e dependem de como NÓS os aceitamos e os interpretamos. Nossas vidas podem levar diferentes caminhos, dependendo do que fazemos e o que buscamos ao longo dessa jornada. Aqui estão 10 avisos que, se seguidos, vão garantir uma vida melhor – e com certeza com mais paz de espírito.

1. Não interfira na vida dos outros a não ser que te peçam ajuda

Muitos de nós criamos nossos próprios problemas quando interferimos demais na vida alheia. Fazemos isso porque de certa forma achamos que estamos convencidos de que a nossa solução é sempre a melhor, nossa lógica é a mais perfeita e que aqueles que não nos seguem não estão na direção certa. Mas isso é um engano. Não existem dois seres humanos que podem pensar ou agir exatamente da mesma maneira. O ideal é cuidar da nossa própria vida e, assim, manter a paz interior. E somente dê conselhos quando a pessoa pedir.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


sexta-feira, 5 de junho de 2026

NAQUELA TARDE

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

Naquela tarde, o inverno tinha chovido toda a manhã e continuava um sereno inconstante.

Quando? eu não recordo, mas não havia atravessado os 7 anos de minha meninice.

Aconteceu, à tardinha, ainda com o céu plúmbeo; o cheiro de terra molhada lembrava as pancadas da manhã. Era, na verdade, o petricor, que ainda exsudava da terra molhada.

A rua estendia-se sobre o barro. Aqui e ali, algumas poças d’água, entremeadas de pequenas moitas de plantas silvestres, expandiam-se, livremente, sem a ameaça de transportes, salvo as carroças de seu Odilo, que, naquele dia, estavam recolhidas, e o livre ir e vir de transeuntes.

Foi, nesse cenário, que eu e uma querida amiga, infante como eu, resolvemos desafiar aquela tardezinha cinzenta, com uma das diversas brincadeiras, que criávamos.

Deixamos a calçada, onde estávamos a conversar e rir de nossas tagarelices, caminhamos até o meio da rua e, entre duas poças d’água, naquele pedaço de barro ainda empapado, mas não escorregadio e começamos a rodopiar, segurando-nos com uma mão – mão-com-mão – tendo como ponto de apoio um pé-com-um pé.

E rodopiamos e rodopiamos, com alegria no sorriso, contrastando com a carranca, que as nuvens se nos ofereciam.

E foi, num desses rodopios, que nos pregou um susto uma pequena cobra listrada, que atravessava nosso pequeno espaço; levantou a cabeça com a boca aberta, no que não pude evitar pisar-lhe a cabeça, pois, em nosso rodopio, aquela passada era minha.

Paramos o rodopio, incontinenti. A cobra estava morta, era uma cobra coral. Seu corpo, com as belas listras à vista, tinha também marcas de um pé, provavelmente, de minha amiga.

O pavor apresentou-se na lividez de nossos rostos, enquanto o coração disparava. Assustados, corremos para a calçada, onde, sentados, passamos a examinar, nervosa e ansiosamente, nossos pés e pernas: dobramos a perna direita sobre a coxa esquerda e, depois, a perna esquerda sobre a coxa direita. Nossos olhos varreram-nas, seguindo a palpação de nossas mãos. Então, uma onda de calmaria deu um banho em nosso medo: não havia sinais de picada em nossos pés e pernas.

Respiramos, enfim, aliviados e agradecemos a Deus.

Acabara a brincadeira e retornamos para nossas casas.

Um bom sábado, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 18/04/26.

Crônica: "Avohaia" - a vaia que leva o avô paia ... e outros causos

"Avohaia" - a vaia que leva o avô paia

Mencionada vaia eu levei dum menino de sete aninhos - o neto Bernardo. Tudo pela ausência de comprovação de que já treinei no Fortaleza Esporte Clube -Tricolor de Aço do Parque dos Campeonatos. Era o primeiro semestre de 1969, eu estive no Estádio Alcides Santos, no Pici, levado pelo Jurandir Branco (Jurandir "Ratinho", como o conhecíamos em São Gerardo), para mostrar alguma habilidade no "dente de leite".

- Com essa perna, vô? - pergunta curioso o amável netinho conversador.

- Não, eu nem caxingava ainda.

- Como foi nesse dia, no Leão?

- A ruma de meninos em campo, Jurandir botou uma camisa no meu ombro, pediu que eu vestisse e entrasse. Queria que eu desse uma de Croinha!

- Fez gol?

- Dez minutos, somente 10 gols!

- Égua do vô!!! Se garantiu!!! Me mostre uma foto do senhor em campo!!!

- Tem não, Bernardo!

- Mas vô, como é que eu vou acreditar nesses 10 gols?

- Minha palavra num vale?

- Vale, com uma foto!!!

Não deu outra - a "avohaia" comeu de esmola. Inda teve coice:

- Esse vovô jogador é muito paia! Em campo, vô! Em campo!...

A outra foi com tia Dilurde

A gente "véve" falando das coisas passadas, quando quase impossível era comprová-las por imagem, e passamos por loroteiros. Desta vez fui eu que duvidei de uma irmã de papai, na famosa história da dentadura. Nesse tempo não havia a fotografia fácil do celular. Que o comprove tia Dilurde, na consulta ao médico. Pela demora em ser atendida, foi ao banheiro. Terminado o serviço, despiu a boca das próteses dentárias para lavá-las, e assim a Binaca (spray de refrescar o hálito) fazer melhor efeito.

Desprovida dos dentes postiços que levara com esmero, deixados sobre o tampo da pia enquanto passava uma aguinha no rosto, ouviu seu nome ser chamado. Aperreada por ser atendida pelo clínico geral, deixou o banheiro e o par de próteses também. Já em atendimento, nem deu fé que estava banguela. O médico falou que tia estava bem, mas...

- ... precisa só botar esses dentes!

- Dentes? Ah! Peraí, doutor!

Lembrou-se da dentadura no banheiro e correu. Lá, porém, o canto mais limpo. Reclamou-se à atendente, que disse nada poder fazer. Confusão chega à gerência. Diretor vai direto ao assunto, pede foto dos dispositivos removíveis na bancada do WC.

- Como é que eu vou acreditar numa história dessa, senhora Dilurde?

- Minha palavra num vale?

- Vale, com uma foto!!!

Adjetivando o "bife do oião"

Todo santo dia lá estava o amigo Manel no restaurante da Vitória, e sempre a mesma comida no almoço: baião de dois, bife mal passado e farofa. Tinha dois anos isso. Até que uma vez, com jeito, perguntou à proprietária senão havia outra opção. Ela cismou.

- O senhor não está gostando do nosso dicumê, Dr. Manel?

- Tô gostando, sim! Ocorre que, tanto tempo com o cardápio igual eu...

- Ah, pois amanhã se prepare para uma surpresa! Maravilhosa surpresa, meu dotô!

Dia seguinte a surpresa: um ovo frito cobrindo o prato de sempre.

- Gostou?

- Formidável, maravilhoso, sensacional, fantástico, fora de série, inigualável!

Fonte: O POVO, de 8/05/2026. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

SONHOS NOSSOS

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

Todos temos nossos sonhos, que vão moldar nossas vidas: sonhos profissionais, sonhos intimamente pessoais, sonhos amorosos, sonhos espirituais.

Muitas pessoas, porém, não conseguem realizá-los. Não há uma explicação tão simples das razões e causas. São muitas variáveis, todavia, pode-se tentar ver o epicentro.

Em nosso processo de socialização, vamos aprendendo a lidar com nossos desejos e nossa vontade. Em princípio, espelhamo-nos em nossa família e dela dependemos também na obtenção de nossos desejos: comida, roupas, diversão. Suas atitudes de passividade e acomodação, de resistência, de proatividade, de resiliência causam-nos forte influência. E tudo isso é absorvido pelo nosso self, mas não de forma totalmente irreversível ou imutável, embora fiquem sombras que nos podem assustar. Ninguém é carimbo, tampouco produto enlatado.

Mais tarde, quando vamos tomando consciência de nós e do mundo ao nosso redor, começamos a tecer nossos planos para colimar nossos sonhos. Essa primeira etapa não pode ser burlada, ela vai nos ajudar a perseguir o ‘como’ do ‘o quê’ de nossos sonhos.

A realização de qualquer sonho precisa de uma estratégia, mesmo os mais simples, aliás, não somos nós a seguir nossos sonhos, ao contrário, são eles nos devem seguir. E, para isso, é imperioso conhecer seu portifólio, analisar nosso potencial e as condições que precisamos criar e desenvolver para que eles se nos aprocheguem e nós, em nós, façamos o seu lar.

Nessa empreitada – não é nenhuma novidade – devemos fazer reajustes, corrigir falhas e praticar reparos. Essas atitudes convêm a todos, mas nem todos a seguem. Entram em ação o autoconhecimento e autocrítica, de maneira lhana como convém a pessoas proativas e resilientes, cujo caráter respalda-se na humildade e na honestidade, diante da realidade dos fatos, mesmo porque fantasiar, ignorar ou culpar nunca foram bons assessores.

 Narrativas e desculpas não servem para nada. Desespero e lágrimas entornam o caminhar e decepcionam os sonhos, afastando-os de nós e nos desfazendo deles. 

 Nossa atitude de ousadia ou de covardia para com nossos sonhos traz um sinete de nossos vagidos, porém, o entorpecimento é um hóspede vitalício a nos incomodar e chacoalhar, se não descobrirmos seu esconderijo em nós e não o trouxermos para o campo de batalha a fim de fazê-lo calar-se e podermos prosseguir com os sonhos que desejamos, queremos e nos dispomos a colimar.

Há muitas outras encruzilhadas, algumas insanas e ríspidas, no entanto, o fundamental está na capacidade real do protagonista e, é bom dar-se conta, ao alcance de qualquer mortal.

Aprender as nuances dos sonhos e saber discernir oportunidades e possibilidades, refazendo-nos e reajustando-nos impõem-se, ‘sine qua non’, pois, querermos alcançar objetivos, repetindo os mesmos erros das mesmas estratégias é caldo mais de burrice do que de ignorância. Não se vai ao céu, permanecendo na trilha do inferno, nem vice-versa.

“Quem sabe faz hora, nunca espera acontecer”, assim cantava Geraldo Vandré, ainda em 1968.

Uma boa sexta-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 17/04/26.

Aos bilionários do Ceará - sugestões II

Por Pedro Jorge Ramos Vianna (*)

Em artigo publicado neste conceituado Jornal, em 10/4/2022, fiz uma sugestão aos bilionários do Ceará. A ideia nasceu de uma reportagem sobre a compra de um iate feita pelo homem mais rico do mundo: o iate custou US$ 500 milhões e isso tinha representado, apenas, 0,03% de sua riqueza.

Àquela época, os bilionários cearenses eram 16 ou 17, segundo os jornais. A diferença talvez seja porque um deles não mora em Fortaleza. Sugeri que usassem 0,03% de suas fortunas para doarem casas populares para os sem-teto de Fortaleza. Em 2025 estes números mudaram: passou de 18 ou 19 e suas fortunas somaram R$ 58 bilhões, conforme os dados publicados na imprensa.

Por que voltei ao tema? Este ano a Campanha da Fraternidade da Igreja Católica tem como tema “Fraternidade e Moradia” e o lema "Ele veio morar entre nós". O que significa o vocábulo "Fraternidade"? Antigamente era a expressão de um valor fundamental de união entre as pessoas. Hoje, seu sentido é de um ideal de que todos os seres humanos devem ser tratados com igual dignidade e afeto.

Temos aqui dois dos temas fundamentais do artigo já publicado: o poder econômico e o problema da moradia para os "sem-teto". O que, na minha opinião, justifica este artigo.

Primeiro, ser bilionário não é ser um "Tio Patinhas". Suas fortunas são constituídas mais de bens valiosos do que de moedas. Por outro lado, os bens físicos têm a propriedade de envolver o sentimento de pertencimento, do apego, o que às vezes prejudica seu comércio.

Também se deve ter em conta que regras do IR permitem que um percentual do Imposto de Renda devido pelo contribuinte seja utilizado para doações. E isso é muito usado pelas pessoas que têm posse. Entretanto, neste caso, a doação é do Governo Federal, e não do contribuinte, pois esse recurso não mais lhe pertencia. Mas, em termos monetários, de quanto estamos falando?

Para responder, utilizarei os dados do artigo de 10/4/2024: àquela época, conforme dados fornecidos por um construtor: o custo da construção de uma casa popular seria em torno de R$ 80 mil. Como a inflação no período 2022-2025 foi de, aproximadamente, 5,63%, a construção de uma casa popular passou para algo em torno de R$ 83 mil. Dessa forma, 0,03% da fortuna de R$ 58 bilhões corresponderia a um valor em torno de R$ 17,4 milhões. O que equivaleria ao valor de, aproximadamente, 209 casas ao preço de R$ 83 mil cada uma,

Considerando que as estatísticas indicam um déficit de 2.863 casas necessárias para abrigar a população de rua de Fortaleza, isso representaria, apenas, 7% do déficit habitacional da cidade.

São dados aproximados, pois poder-se-ia construir casas mais baratas, em bairros distantes. Mas já seria uma grande ajuda para a Campanha da Fraternidade! Que Deus ilumine nossos bilionários!

(*) Economista e professor titular aposentado da UFC,

Fonte: O Povo, de 3/05/26. Opinião. p.18.


quarta-feira, 3 de junho de 2026

CONSAD NO CEARÁ: marco para a gestão pública

A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag-CE) está trazendo para o Ceará o XV Congresso Consad de Gestão Pública, considerado o maior evento da área da América Latina. Pela primeira vez realizado fora de Brasília, o encontro ocorrerá entre os dias 20 e 22 de maio, no Centro de Eventos.

Com o tema "Governo Digital e Governança Interfederativa: a Agenda Estratégica do Estado do Futuro", o congresso adota uma abordagem multidimensional voltada ao fortalecimento da colaboração e à disseminação de boas práticas na gestão pública brasileira.

Vale ressaltar que a colaboração desempenha um papel fundamental na produção de conhecimento. Estudos recentes indicam que os padrões de interação em congressos podem ser usados para prever a formação de novas parcerias, mesmo quando essas interações são previamente organizadas e não escolhidas livremente pelos participantes.

Nesse contexto, destaca-se o estudo "Catalisando colaborações: interações prescritas em conferências determinam a formação de equipes", coordenado pelos pesquisadores Emma Zajdela e Daniel Abrams, da Universidade Northwestern. A pesquisa demonstrou que os participantes que formaram novas colaborações interagiram, em média, 63% mais do que aqueles que não o fizeram. Além disso, indivíduos inseridos em um cenário com maior interação apresentaram um aumento de mais de oito vezes na probabilidade d c (laborar.

O trabalho de Zajdela e Abrams, disponível em (https://arxiv.org/abs/2112.08468), não apenas sugere que os encontros entre indivíduos são importantes na definição do futuro da ciência, mas que também podem ser planejados para catalisar melhor as colaborações. No Ceará, essa dinâmica já vem sendo aplicada. A partir de 2025, o governador Elmano de Freitas orientou a implementação da governança interfederativa por meio do projeto Caravana Ceará Um Só, baseado justamente na cooperação entre o Estado e os municípios. A iniciativa já percorreu as 14 regiões de planejamento, levando boas práticas fiscais, administrativas e financeiras a mais de 4 mil gestores, servidores e técnicos municipais.

Ampliando essa lógica de cooperação, o XV Consad abre espaço para a produção científica e a interação entre pesquisadores, com a submissão recorde de 1.386 resumos de trabalhos. Diante da alta qualidade das propostas, professores de diversas universidades brasileiras enfrentaram o desafio de selecionar 400 resumos, cujos autores foram habilitados a desenvolver artigos completos que serão publicados em livro editado pela Escola de Gestão Pública do Ceará em parceria com o Insper.

As inscrições para o congresso já estão abertas e podem ser realizadas no portal oficial do evento (https://congressoconsad.org.br), que reúne todas as informações sobre a programação.

(*) Mestre em Economia e doutor em Administração Pública e Secretário de Finanças e Planejamento do Eusébio-Ceará.

Fonte: O Povo, de 30/04/26. Opinião. p.17.


 

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