sábado, 11 de julho de 2026

Morre o ex-senador e jornalista Cid Carvalho, aos 90 anos

Por Taynara Lima, jornalista de O Povo

Político também atuou como professor na UFC e integrou a Academia Cearense de Letras e a Academia Fortalezense de Letras

Morreu nesta sexta-feira, 10, o ex-senador da República, professor, advogado, jornalista e radialista Cid Sabóia de Carvalho, aos 90 anos. A causa da morte não foi divulgada.

Natural de Fortaleza, foi graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e professor da mesma instituição nas áreas de Direito, Ciências Jurídicas, Ciências Econômicas, Filosofia e do Curso de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, na mesma instituição.

Também foi membro do Instituto do Ceará, da Academia Cearense de Letras e da Academia Fortalezense de Letras, além de ter sido presidente da Associação Profissionais dos Cronistas Desportivos do Estado do Ceará. É filho do poeta, escritor, professor, jornalista e advogado Jáder de Carvalho.

Nesta sexta-feira, a Universidade Federal do Ceará manifestou solidariedade aos familiares, amigos, colegas e ex-alunos de Cid e reconheceu a contribuição do político à universidade e ao Ceará.

Na UFC, exerceu o magistério na Faculdade de Direito e também lecionou em áreas como Ciências Econômicas, Filosofia, Comunicação e Ciências Jurídicas, contribuindo de maneira expressiva para a formação de sucessivas gerações de estudantes. Sua relação com a universidade foi marcada pelo compromisso com o ensino, pela erudição e pela presença constante no debate intelectual e público do Ceará”.

A Academia Cearense de Direito lamentou a morte do advogado pelas redes sociais: “Nós, da ACED, estamos consternados e lamentamos a perda desse honroso Jurista que deixava notável em suas publicações e atividades a sua cultura lastreada na educação, moralidade e sentimentos cristão”.

A Federal Cearense de Futebol (FCF) informou que, em homenagem ao político, o presidente da Federação, Mauro Carmélio, decretou um minuto de silêncio em todos os jogos deste fim de semana e determinou a bandeira da entidade permaneça hasteada a meio-mastro durante uma semana.

Em 2010, com seus 75 anos recém-completados, Cid Carvalho foi entrevistado para a Páginas Azuis do O POVO. Na época, ele fez duras críticas ao momento da política brasileira. 

Na política, Cid Carvalho foi procurador junto ao Conselho de Contas do Município. Em 1986, foi eleito para o Senado Federal e integrou a bancada do PMDB na Casa.

De acordo com o Senado Federal, na Assembleia Nacional Constituinte, Cid participou das Comissões ou Subcomissões: da Ordem Social; do Sistema Financeiro; do Sistema Tributário, Orçamento e Finança; dos Negros, Populações Indígenas, Deficientes e Minorias.

Cid também é referência na área da comunicação, com passagens por veículos como Rádio Uirapuru, Rádio Assunção, Rádio Dragão do Mar e, mais recentemente, pelo Grupo Cidade de Comunicação.

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) também destacou a atuação e o legado do jornalista na comunicação cearense.

Filiado ao Sindjorce sob o nº 424 desde 1º de novembro de 1979, Cid Carvalho tinha 90 anos e construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o jornalismo cearense. Iniciou sua carreira em 1948, aos 12 anos, como comentarista político e esportivo nas rádios Uirapuru e Assunção [...]Além de filiado, integrou uma das gestões da Comissão Estadual de Ética do sindicato, contribuindo para o fortalecimento dos princípios éticos da profissão e para a valorização do exercício responsável do jornalismo”.

Pelas redes sociais, o prefeito Evandro Leitão (PT) também lamentou a morte de Cid e destacou que o ex-senador deixa um “legado de grande reconhecimento no jornalismo e na vida pública”.

Soube com pesar do falecimento do ex-senador da República, jornalista e advogado Cid Saboia de Carvalho, grande expoente da Comunicação no Ceará. Ele deixa um legado de grande reconhecimento no jornalismo e na vida pública. Meu abraço de solidariedade aos familiares, amigos e admiradores. Que Deus o receba!”, escreveu.

O governador Elmano de Freitas (PT) manifestou solidariedade às pessoas que conviveram com Cid e disse que o legado do ex-senador permanecerá na memória dos cearenses.

Neste momento de dor, manifesto minha solidariedade aos familiares, amigos e a todos que conviveram com Cid. Sua contribuição e seu legado permanecerão vivos na memória dos cearenses”, publicou.

Também pelas redes sociais, o senador Camilo Santana (PT) apontou que a trajetória de Cid e sua marca na comunicação “seguirão inspirando nossas gerações”.

O Ceará perde hoje um de seus grandes homens. Aos 90 anos, parte Cid Sabóia de Carvalho, nos deixando enorme legado como jornalista, radialista, advogado, professor, escritor e senador da República. Sua trajetória na vida pública e sua marca inequívoca na comunicação cearense seguirão inspirando nossas gerações. Meus sentimentos aos familiares, amigos, colegas de profissão e todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com sua inteligência e generosidade”.

O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) relembrou a atuação de Cid como “um árduo defensor das liberdades democráticas”.

Lamento profundamente o falecimento de Cid Carvalho, ex-senador, advogado e jornalista de destaque que honrou o Estado do Ceará. Como profissional da comunicação, ele emprestou sua voz inconfundível ao jornalismo e à utilidade pública, destacando-se também como um árduo defensor das liberdades democráticas. Meus sentimentos e solidariedade à família e aos amigos”.

O deputado estadual De Assis Diniz (PT) comentou sobre a trajetória de Cid na luta contra a ditadura militar.

O Ceará perde um cidadão exemplar e um político do mais alto quilate. Faleceu o ex-senador, advogado, poeta, jornalista e radialista Cid Sabóia de Carvalho, nesta sexta-feira (10/7), aos 90 anos. Construiu seu nome a partir de luta ferrenha contra a ditadura militar, sendo inclusive perseguido. Depois, uma carreira pública sólida e sem máculas. Sem dúvida, deixará muitas saudades, mas seu legado permanecerá vivo nos corações e mentes de seus familiares, amigos e admiradores. Cid Carvalho, presente!”.

(*) Jornalista de O Povo.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 11/07/26. Cidades, p.9.

AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA IV

6. Napolão e Josephine – Um amor que nunca enfraqueceu

Napoleão Bonaparte, o gênio militar que ascendeu para se tornar Imperador da França, conheceu Josephine de Beauharnais em 1795. Na época, Josephine era viúva e mãe de dois filhos, enquanto Napoleão era um jovem general em ascensão. A conexão deles foi instantânea, e eles se casaram um ano depois, em 1796. O charme e o calor de Josephine proporcionaram um contraste marcante com a natureza disciplinada e determinada de Napoleão.

Embora o amor deles fosse profundo, o casamento enfrentou desafios desde o início. A devoção de Napoleão às suas campanhas militares frequentemente o afastava por longos períodos, e Josephine lutava com suas ausências prolongadas. Apesar dos esforços, o casal não conseguiu produzir um herdeiro homem, uma questão de grande importância para as ambições de Napoleão.

Em 1809, percebendo que Josephine não lhe daria um herdeiro, Napoleão tomou a decisão dolorosa de se divorciar dela. Apesar da separação, eles permaneceram profundamente conectados. Napoleão garantiu que Josephine fosse bem cuidada, concedendo a ela o título de Duquesa de Navarra e permitindo que ela permanecesse na França. Dizem que mesmo em seus momentos finais em 1821, Napoleão disse o nome dela em suas últimas palavras: "França, o exército, a chefe do exército, Josephine".

7. Ciro, o Grande e Cassandane – Um império construído sobre o amor

Ciro, o Grande, é mais conhecido por fundar o Império Aquemênida no século VI a.C. Ele uniu as tribos persas, conquistou os medos em 550 a.C. e expandiu seu governo pelo Oriente Próximo. Mas além de seus sucessos militares, ele tinha uma parceria profunda com sua esposa, Cassandane.

Cassandane, também conhecida como Atossa, era filha de um poderoso rei medo. O casamento deles foi inicialmente uma aliança estratégica entre as dinastias persa e meda, mas com o tempo, evoluiu para algo muito mais profundo. Cassandane se tornou uma das conselheiras mais confiáveis de Ciro, compartilhando suas vitórias e lutas. Juntos, eles tiveram vários filhos, incluindo Cambises II e Esmerdis, que mais tarde desempenhariam papéis na história persa.

Embora Ciro seja lembrado principalmente por suas conquistas, ele também era conhecido por sua abordagem humana à governança. Ao contrário de muitos governantes de sua época, ele respeitava as tradições, religiões e culturas dos povos que conquistou. Alguns historiadores acreditam que Cassandane desempenhou um papel na formação dessa abordagem, influenciando Ciro a governar com justiça e tolerância.

Quando Cassandane faleceu, Ciro ficou arrasado. Ele organizou elaboradas cerimônias fúnebres em sua homenagem, um gesto raro para governantes da época. A história de amor deles não apenas deixou um impacto pessoal em Ciro, mas também ajudou a definir os valores que moldaram o Império Persa para as gerações futuras.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA III

4. Akhenaton e Nefertiti – Um casal real

No antigo Egito, o faraó Akhenaton e a rainha Nefertiti compartilhavam não apenas um amor profundo, mas também uma visão de transformação religiosa. Seu reinado foi um dos períodos mais radicais da história egípcia.

Akhenaton, originalmente conhecido como Amenhotep IV, mudou o cenário religioso do Egito ao promover a adoração de um único deus, Aton, em vez das crenças politeístas tradicionais. Nefertiti não era apenas sua rainha, mas sua igual, participando ativamente de decisões religiosas e políticas. Juntos, eles estabeleceram uma nova capital, Amarna, onde podiam praticar sua fé livremente.

Embora seu reinado tenha durado pouco, sua influência foi duradoura. A imagem de Nefertiti, imortalizada em um busto famoso descoberto nos tempos modernos, continua sendo um dos símbolos mais reconhecíveis da beleza e do poder egípcios. Embora sua história de amor tenha terminado em mistério, com algumas teorias sugerindo que Nefertiti governou após a morte de Akhenaton, sua parceria deixou uma marca duradoura na história.

5. Rainha Vitória e Príncipe Alberto – Uma história de amor que definiu uma era 

Ao contrário de muitos casamentos reais de sua época, a união da Rainha Vitória e do Príncipe Alberto foi construída com base em afeição genuína. O relacionamento deles se tornou um aspecto definidor da era vitoriana, moldando não apenas suas vidas pessoais, mas também a sociedade britânica.

Vitória conheceu Alberto, seu primo, antes de se tornar rainha. O casamento deles em 1840 foi mais do que uma aliança política — foi uma parceria profunda. Alberto desempenhou um papel essencial em aconselhar Vitória sobre questões políticas e defendeu causas como educação e progresso tecnológico. Juntos, eles tiveram nove filhos, dando um exemplo de vida familiar que influenciou os ideais vitorianos.

Tragicamente, Alberto morreu aos 42 anos, deixando Vitória devastada. Ela usou preto pelo resto da vida e se retirou de aparições públicas por anos. Embora ela continuasse a governar, sua dor era evidente em tudo o que ela fazia. Ainda hoje, sua história de amor continua sendo uma das mais conhecidas da história britânica.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA II

 2. Shah Jahan e Mumtaz Mahal – Amor eternizado em pedra

Quando o Imperador Shah Jahan do Império Mughal perdeu sua amada esposa, Mumtaz Mahal, ele transformou sua dor em algo extraordinário — o Taj Mahal. Esta estrutura de tirar o fôlego, construída como uma homenagem a ela, continua sendo um dos símbolos de amor mais famosos do mundo.

Shah Jahan governou de 1628 a 1658 e teve várias esposas, mas Mumtaz Mahal era sua confidente mais próxima. Ela desempenhou um papel essencial em sua vida, oferecendo conselhos e apoio. A morte dela durante o parto o devastou, e ele jurou honrar sua memória de uma forma incomparável.

Ao longo de 20 anos, milhares de artesãos e arquitetos trabalharam no Taj Mahal, uma obra-prima de mármore branco, entalhes intrincados e design simétrico. O monumento ainda atrai milhões de visitantes a cada ano, servindo como um lembrete de um amor que transcendeu o tempo. Os últimos anos de Shah Jahan foram cheios de tristeza — seu filho o derrubou, e ele passou o resto de sua vida preso, só podendo ver o Taj Mahal de uma janela.

3. Nero e Poppaea Sabina – Paixão que levou à destruição

A Roma Antiga estava cheia de histórias de amor dramáticas, mas poucas foram tão escandalosas quanto a do Imperador Nero e Popéia Sabina. O relacionamento deles foi construído com base na ambição e no excesso, e acabou em tragédia.

Nero era casado com Otávia, mas o casamento deles era infeliz. Seu caso com Popéia, uma mulher casada conhecida por sua beleza e influência, causou um escândalo. Nero acusou Otávia de infidelidade para justificar o divórcio. Mais tarde, ela foi exilada e eventualmente morta. Com Otávia morta, Nero e Popéia se casaram em uma cerimônia extravagante, vivendo uma vida de luxo e indolência.

O relacionamento deles tomou um rumo sombrio quando, em um acesso de raiva, Nero supostamente chutou Popéia enquanto ela estava grávida, levando à sua morte. Consumido pela dor, ele a enterrou em uma tumba elaborada, mas sua própria queda ocorreu logo depois. Seu reinado entrou em caos, terminando com seu suicídio quando Roma se voltou contra ele.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA I

 Ao longo da história, o amor frequentemente se entrelaçou com poder e política. Alguns romances fortaleceram reinos, enquanto outros levaram à queda e ao desespero. Por trás das manobras políticas e dos grandes gestos, esses relacionamentos eram movidos pela paixão, ambição e, às vezes, tragédia. Essas histórias revelam não apenas a paixão entre os indivíduos, mas também como seus relacionamentos influenciaram o curso da história. Vamos explorar alguns desses casais inesquecíveis.

1. Cleópatra e Marco Antônio – Um amor que terminou em tragédia

Uma das histórias de amor mais famosas da história é a de Cleópatra, a última rainha do Egito, e Marco Antônio, um general romano. O relacionamento deles não era apenas pessoal, mas também político, remodelando as lutas de poder do mundo antigo.

Cleópatra, conhecida por sua inteligência e charme, conheceu Antônio em 41 a.C. Os dois rapidamente se tornaram aliados e amantes, unindo-se contra seu inimigo comum, Otaviano. O tempo que passaram juntos foi repleto de grandes festas e exibições extravagantes em Alexandria, mas seu amor também gerou controvérsia. Antônio já era casado com Otávia, e sua decisão de deixá-la por Cleópatra prejudicou sua reputação em Roma. Sua aliança com uma rainha estrangeira fez muitos questionarem sua lealdade a Roma, dando a Otaviano uma vantagem em sua rivalidade política.

O destino deles foi selado na Batalha de Ácio em 31 a.C., onde as forças de Antônio e Cleópatra foram derrotadas. Eles recuaram para Alexandria, onde o exército de Otaviano logo os cercou. De acordo com relatos históricos, Cleópatra fingiu sua morte para evitar a captura. Ao ouvir isso, Antônio, acreditando que ela havia partido, tirou a própria vida. Cleópatra mais tarde também acabou com a própria vida, possivelmente usando uma cobra venenosa. Com suas mortes, o Egito caiu sob o domínio romano, marcando o fim da dinastia ptolomaica.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Mensagens de pesar de confrades da Academia Cearense de Medicina paca o Acad. Alberto Lima

 

Essa fotografia é mais que a cara do Dr. Alberto Lima. Ela também expressa a sua genuína alma, bondosa e caridosa. Sempre simpático, bem humorado, cordial, Dr. Alberto Lima foi um médico exemplar, uma referência na pediatria do Ceará. Era meu amigo e o admirava muito. Que Deus o receba no Céu, porque aqui ele foi bom; e conforte a família enlutada. Nossas condolências à família.

9/7/2026

Sebastião Diógenes

ALBERTO LIMA

Por Sulivan Mota

Foi pediatra com alma. 

No Ceará desenvolveu uma pediatria competente e, sobretudo, humana.

No HGF e na Clínica que leva seu nome, aprendeu que curar é também acolher.  Que atender uma criança é abraçar uma família inteira.

Homem de ciência e de fé, entregava nos terços à Maria tudo aquilo que as mãos não alcançavam.

Que a Mãe de Jesus o receba.

A Pediatria cearense segue honrando seu nome, agradecida por quem dignificou nossa missão de proteger e cuidar de cada criança.

Obrigado Alberto.

Sulivan

Meus Confrades e Confreiras,

Fui informado que nosso Confrade Dr Alberto Lima acaba de falecer.

( solicito confirmação

César Pontes

Lamento profundamente. Uma das melhores pessoas que conheci. Conheci o Dr Alberto Lima no internato no HGF. A partir daí nasceu uma grande amizade.

Jean Crispim

Um dos maiores médicos do Ceará. Foi meu colega de plantão no HGF e Pediatra dos meus filhos. Além de grande Pediatra, foi Professor de Química.

Que Deus o tenha.

Luciano Pinheiro.

Convivi com ele à época do meu internato em 1979, no HGF. Posteriormente tive oportunidade de reencontrá-lo na elaboração de programação científica de congressos médicos. Também tive a satisfação de ter minha primogênita atendida por ele no Pronto Baby, ainda na 13 de Maio. Em todas essas oportunidades sempre foi de extrema disponibilidade, cordialidade e competência. Meus sentimentos à família e o desejo de que, tendo cumprido com denodo a sua passagem terrena, esteja sendo festejado na casa do Senhor!

Heládio Filho

Abalados com a infausta notícia do falecimento do nobre Confrade e estimado amigo Alberto Lima apresentamos comovidos pêsames a sua esposa Ana Lucia e família. João Evangelista e Zélia.

Grande tristeza!

Estou profundamente triste com a perda desse grande amigo.😢 Profundo devoto de Nossa Senhora do Carmo.

Embora não tenha nascido num 16 de julho, como eu, mas próximo disso (salvo engano 19/7), ele me dizia que se sentia como se tivesse nascido naquele dia. 😢

Quantas vezes nos encontramos na Santa Missa das 10h do domingo na Igreja do Carmo!😢

Ganhei dele um Escapulário de pano que ainda guardo com imensa devoção.😢

Nada é mais certo do que a festiva recepção promovida pela Flor do Carmelo ao apresentá-lo ao Divino Criador, logo após seu Juízo Particular, ocorrido de imediato, após sua Páscoa.

Como foi bom conhecê-lo, querido amigo Alberto!

Janedson

Tristeza. Grande pediatra. Qual a causa da morte? Estava en atividade e transferindo sua clinica para um shopping. A chamada nonadecada e perigisisdima.

Pedro Negreiros

Grande perda para a Medicina cearense e mais particularmente para a pediatria do Ceará.

Sua valiosa biografia está registrada no livro dos Membros Titulares da ACM e no livro “Pediatria no Ceará: história e pediatras”, da Sociedade Cearense de Pediaria, ora no prelo.

Marcelo Gurgel

dr Alberto Lima, confrade ilustre da ACM, um gentleman, pediatra extraordinário e excelente pessoa humana. Grande perda para a Medicina e Pediatria cearense. Que o Pai dos Céus o acolha em Sua Casa e conforte a família. Um abraço fraterno do Lucio Flávio.

A Academia Cearense de Medicina lamenta profundamente a perda do ilustre médico pediatra, Dr. Alberto Lima. Ser humano íntegro, profissional dedicado e admirado por todos os que o conheciam, o Dr. Alberto Lima deixa um exemplo de ética e e honradez. Que o bom Deus o acolha e conforte os familiares e amigos.

Ivan Mouta Fé

Dr. Alberto Lima,  Excelente Pediatra, Ser Humano Admirável. Partiu deixando uma rica e linda historia de dedicação e amor ao próximo. Que DEUS o receba em seus braços,  Abençoe e Conforte sua família nesse momento de Dor e de Saudade!

Anastácio

Nos deixou o grande mestre Dr. ALBERTO LIMA DE SOUZA, um dos mais destacados nomes da Pediatria do Ceará, em todos os tempos. Quiçá o mais cearense dos potiguares. Nenhum homem é insubstituível, mas somente alguns poucos são insuperaveis: eis um exemplo. Deitemos flores aos pés da sua memória benfajeja, e que a sua vida continue sendo lembrada como exemplo de profissional sem jaça e fraterno cidadão, inspurando as futuras gerações de pediatras.

Sem mais palavras... Em certas ocasiões, o silêncio é mais eloquente que o mais belo dos panegíricos.

Resquiescat in pace!

Eurípedes

Grande perda para medicina cearense, Dr. Alberto Lima, pessoa maravilhosa, que Deus conforte a família.

Sálvio Pinto

Nossas condolências a família Dr Alberto que fez da sua vida uma dedicação a pediatria. Dr Alberto está em paz no plano espiritual sob a Paz de Jesus

Sara Cavalcante

Alberto Lima,em terra, foi um benfeitor, uma vida dedicada ao PRÓXIMO: UM SANTO HODIERNO.

João Martins

Certo dia, Dr. Alberto me confidenciou que a grandeza das nossas vidas não se avalia pelos meros troféus terrenos e reles prestígios humanos, mas, segundo São Paulo ensina nas suas Cartas: após  o “bom combate”, pela coroa da justiça e a vida eterna na presença de Cristo.

“Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação, segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte. Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:19-21).

Janedson

Uma grande perda pra medicina do nosso estado. Cuidou de uma legião de crianças, hoje alguns também médico. Meu sogro, sentia a morte de amigos da mesma idade: "está chegando tambem a minha hora".  Sua esposa era minha cliente, que atendia prazeirosamente, como fazia, como todas as esposas de colegas.

Lineu Jucá

FOLCLORE POLÍTICO: Porandubas 870

Abro a coluna com uma historinha que o ex-governador do Piauí, Alberto Silva, contava. Análise da índole piauiense.

Sou do Piauí, e daí?

Alberto Silva dizia que a alma piauiense sofria de complexo de inferioridade. Na Sudene, em Recife, ouvi dele esse chiste: um interlocutor pergunta a outro: o senhor é de onde? Resposta: sou do Piauí e daí? E já mostrava os punhos para esmurrar o interlocutor.

E foi pensando nisso que ele, quando governador, decidiu criar a Potycabana, uma praia de Copacabana, às margens do rio Poty. Importou equipamentos que faziam ondas nas águas. Não foi bem sucedido. No dia da inauguração, discursou: não precisamos ao Rio de Janeiro para tomar banho em Copacabana. Temos a nossa Potycabana. A criançada, em algazarra, mergulhou nas ondas barrentas. Uma criança morreu. O sonho foi embora.

Bonecos de Olinda, prazer!

Certa feita, acompanhei Michel ao Recife para uma visita ao senador Jarbas Vasconcelos, então governador do Estado. Fazia parte da liturgia do presidente do PMDB ouvir as lideranças do partido, ainda mais se tratando de Jarbas Vasconcelos, que realizou um grande trabalho pelo partido, desde os tempos em que o presidiu.

Chegamos já tardinha, com o sol se pondo. A casa do governador parecia um museu a céu aberto. Pela coleção de bonecos, o artesanato pernambucano se fazia intensamente presente nos cômodos. Sentamo-nos na sala de recepção. Os raios do sol abriam uma pequena claridade numa sala contígua, onde em uma mesa de jantar/almoço, convivas pareciam se regalar com os acepipes.

Fiquei curioso. Michel, então, muito educado, pediu licença de Jarbas, levantou-se e se dirigiu aos convivas, querendo cumprimentar cada um.

Mão estendida para o primeiro, veio o susto. Eram 7 ou 8 bonecos de Olinda, em tamanho natural, sentados à mesa e diante de pratos e talheres. Disfarçando o gesto risível, o presidente da Câmara volta ao nosso convívio sem conseguir o riso.

Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).

https://www.migalhas.com.br/coluna/porandubas-politicas/420911/porandubas-n-870

 

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