sábado, 10 de outubro de 2026

O que fazer quando um cão está prestes a te atacar II

Parte 2: Defendendo e protegendo-se

1. Enfrente o cão e fale pra ele sair de perto com firmeza

Se o cão continua a ser agressivo, sua tentativa de pacificação não funcionou. Para enfrentá-lo e severamente ordená-lo a sair use uma voz forte, profunda e comandante, e mantenha contato com os olhos.

2. Lutar contra um cão em ataque

Se o cão lhe agarrar e começar a mordê-lo, obviamente você tem que se defender. Para fazer isso, tente chutar o cão no nariz, garganta e na parte de trás da cabeça. Isso vai atordoar o cão e provavelmente você terá alguns segundos para escapar. • Não há problema em levantar a voz neste ponto. Chame por ajuda, porque você está lutando para sair do ataque e outras pessoas podem escutá-lo e vir ao seu auxílio. No entanto, é melhor evitar gritar, pois isso pode deixar o cão ainda mais agressivo. • Se você tem uma vara ou algo mais que você pode usar como uma arma, você deve usá-lo para acertar o cão. Não bata sobre a parte superior da cabeça do animal, porque os cães têm crânios grossos, e isso apenas deixará o cão ainda mais irritado. • Lute com todas as forças que tiver, porque infelizmente alguns ataques do cão podem ser fatais.

3. Use seu peso em sua vantagem

Jogue seu peso corporal sobre o cão, empurrando-o para baixo com as partes duras de seus joelhos e cotovelos. Os cães têm uma mordida forte, mas eles não podem lutar, então tente entrar em uma posição vantajosa rapidamente para que você possa tentar quebrar alguns ossos do animal com seu peso. Se você quiser usar um método mais humano, tente derrubá-lo com seu peso na parte de trás do cão e aplique pressão para a frente para a parte de trás do pescoço. Isto manterá o cão imobilizado até que a ajuda chegue.

4. Proteja seu rosto, peito e garganta

Se você for derrubado no chão durante o ataque, não só será mais difícil lutar contra o cão agressivo, mas áreas vitais como o torso, pescoço e cabeça estarão mais abertas ao ataque. Estas são as partes mais importantes do seu corpo, que você precisa protegê-las para não causar danos graves, e até mesmo a morte. • Proteja seus órgãos vitais rolando em seu estômago, colocando seus joelhos para dentro, e traga suas mãos até seus ouvidos.

5. Saia da área devagar e cuidadosamente

Se o cão perde o interesse em você, deixe a área lentamente afastando-se sem movimentos repentinos. Ficar calmo em uma situação como esta é mais fácil falar do que fazer, mas é a melhor coisa que você pode fazer por si mesmo, desde que o cão desista de te atacar.

Extraído de: wikihow andcesarsway

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


O que fazer quando um cão está prestes a te atacar I

Imagine que você está desfrutando de uma caminhada no parque tranquila ou um agradável passeio de bicicleta pelo bairro quando, de repente, um cão agressivo e desconhecido corre até você, rosna, e se prepara para atacar. O que você deve fazer? Há uma maneira correta e errada de lidar com um cão agressivo e vamos explicar isso em detalhes abaixo, pois é muito importante saber o que você deve fazer no caso de um ataque.

Parte 1: Proteção contra um ataque

1. Não entre em pânico

Há alguma verdade no ditado que afirma que cães e outros animais podem "sentir medo". Se você ficar agitado e correr ou gritar, pode dar ao cão mais confiança, ou pior, você pode parecer ameaçador para o animal.  

2. Fique rígido e imóvel

Se um cão agressivo se aproxima, fique parado com as mãos ao seu lado, como uma árvore, e não o olhe nos olhos do animal. Na maioria dos casos o cão vai perder o interesse e ir embora. • Não acene os braços ou chute-o com as pernas, pois o cão pode ver essas ações como ameaçadoras. • Não faça contato com os olhos, pois isso pode fazer com que o cão se sinta ameaçado. • Fique de lado para o cão e mantenha a sua visão periférica do animal. Isto irá sinalizar para o cão que você não é uma ameaça. • Não abra as mãos e os braços até uma mordida, estendendo-os. Mantenha seus dedos enrolados em punhos para evitar que sejam mordidos.

3. Não tente fugir

Tentando fugir pode despertar o instinto de caça do cão para perseguir e pegar outros animais. Portanto, ele pode persegui-lo, mesmo que sua intenção inicial era apenas brincar. Você não será capaz de correr mais rápido do que a maioria dos cães, por isso não necessariamente vale o esforço.

4. Distrair o cão com outro objeto

Se o cão continua mostrando um comportamento ameaçador em relação a você, ofereça-lhe algo para mastigar, como uma garrafa de água, sua mochila, uma vara próxima ou uma bola - melhor do que seu braço ou perna. Isso pode distraí-lo por tempo suficiente para permitir que você fuja: Você pode querer levar alguns brinquedos de cães ou objetos na bolsa, caso você viaje por áreas conhecidas por cães perigosos. Se você se aproximar de um animal desses querendo te atacar jogue o objeto para longe de você.

Extraído de: wikihow andcesarsway

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


sexta-feira, 9 de outubro de 2026

PAI, EU TE SAÚDO

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

O sistema criou um dia para tudo, embora todos os dias, pulse a vida, arda a emoção, vibre o sentimento, grite a necessidade e brade a cidadania. Tudo em busca de dignidade e mais valia, que, muitas vezes, o próprio sistema avaria e nos palanques logorreia com euforia disfórica.

Pois bem, fala-se de pai. Então, deixem-se as lérias e vamos ao sério.

O primeiro pai foi Deus, ao criar o universo e para administrá-lo criou o homem e a mulher com Suas próprias mãos, neles imprimiu Sua imagem e semelhança e deles vem cuidando com carinho, afeto, respeito e amor, com a outorga da liberdade de desenvolver seus dons, dados, gratuitamente, e conduzir sua vida (Gn 1,27; Lc 15, 1-3).

A palavra ‘pai’ deriva do latim ‘pater’, em grego “πατέρ” e em hebraico ‘אַבָּא ‘ (ába). Existe ainda a palavra genitor, porém, esta, derivada também do latim ‘generare’, traz conotação, profundamente, biológica, enquanto ‘pai’ é mais abrangente e implica uma maior dimensão, qual seja, holística: física, moral, social, pedagógica, psicológica, espiritual.

Não se pode abstrair o pai da constelação familiar, nem lhe colocar aos ombros todo o peso do cuidado dos filhos, que deve ser partilhado com a mãe. Todavia, o seu papel tem um contorno específico, no amanho familiar, influindo no desenvolvimento, na formação do caráter e na construção da estrutura identitária do filho, em partilha e comunhão com a mãe, cujo papel também é, por demais, relevante.

Na esteira do tempo, pais e filhos são a riqueza do universo, pilares de uma sociedade cidadã. Pais que amam, educam, corrigem e apontam, com palavras e exemplos, valores e princípios, os quais moldarão contingente disponível ao livre arbítrio dos filhos.

É no aconchego dos pais que a criança começa a enxergar o mundo e a ver as pessoas. Ainda com sua massa cinzenta virgem, ela vai pontilhando traços, que, mais tarde, serão arcabouço de sua estrutura existencial.

Pais não alimentam apenas o corpo, pois, assim, a criatura humana ficaria massa informe e a sua intrínseca unidade ontológica, abalada, destruída.

A construção interior é feita de risos e lágrimas, onde as fragilidades são reconhecidas e as qualidades desenvolvidas para coerente apreensão de uma visão de mundo, onde encontros e desencontros, encantos e desencantos, elogios e mágoas, perdas e ganhos, vitórias e derrotas serão, nalgum momento, anfitriões.

Mas, em tudo isso, uma profunda reflexão impõe-se a calar na interioridade de cada filho e de cada filha: por trás do sucesso, dos êxitos alcançados pelos filhos está a luta indômita dos pais. Sacrifícios, trabalho, cuidados, preocupações do afeto e amor dos pais.

O mundo pode não ver, mas é dever do filho dobrar-se em atitude de sincero reconhecimento.

A gratidão deve pulsar no coração de cada filho, de cada filha. Este é o melhor presente diário que seu pai merece, filho.

Aos pais com carinho, amor e responsabilidade.

Aos filhos com gratidão, respeito, responsabilidade, amor.

Uma boa quarta-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 12/08/26.


Crônica: Piquenique no cemitério dos outros... e outros causos

Piquenique no cemitério dos outros...

Claudinha - do Potengi contou-me e eu repasso sem medo de acreditar que não seja a mais cristalina verdade o ocorrido. Primeiro, o contexto da arrumação:

— Dizem que herança une a família. No meu caso, ela quase virou caso de polícia. Tudo começou quando meu esposo e eu resolvemos convencer a mãe dele, também minha tia e hoje com 94 anos, a fazer a partilha dos bens ainda em vida entre os cinco filhos.

Um "goipim d'água", o "fôrgo" recomposto e a amiga prossegue na contação: a herança não era uma fazenda milionária, mas alguns alqueires no interior do Ceará. E bastou tocar no assunto da partilha para ela descobrir que, quanto menor a herança, maior o arranca-rabo. Claudinha expôs que a primeira tentativa de realizar a dita divisão foi desastrosa - discussões, desentendimentos e até ameaças de cacete.

— A situação ficou tão séria que eu e meu marido chegamos a ter medo de andar na rua. Tudo por causa de um pedacinho véi de terra. Nunca imaginei viver uma história dessas.

— Marrapaz! E aí?

— E aí que, depois de muito diálogo, paciência, viagens e insistência, finalmente conseguimos: minha tia fez a partilha. Recebemos o nosso tão esperado quinhão de chão. Respiramos aliviados, pensando que a novela havia acabado. Só pensamos. Dias mais tarde surgiu nova surpresa.

A surpresa? Uma outra tia, dona do terreno vizinho ao da querela citada, decidiu doar parte da área para a construção de um... cemitério!

— Como o terreno do meu marido faz divisa com o dela, pediu justamente a assinatura dele para autorizar o projeto. Na mesma hora, tratei de avisar: — Já que a coisa tomou outro rumo, evite ir praquelas bandas. Conheço bem essas histórias.

— Por que não o Potengi ir ao interior, peitar a realidade? — indaguei com ingênua sinceridade.

— Porque daqui a pouco aparece alguém oferecendo uma cachacinha com nambu assada, ele se anima, assina esse papel e, quando eu der fé, em vez de um sítio cheio de vida, vou encontrar um cemitério nos meus costados.

Entendi, enfim, ouvindo a amiga querida finalizar:

— Briguei muito para conseguir aquele pedacinho de terra por nutrir um sonho simples: plantar algumas árvores, colocar uma rede e ouvir o canto dos passarinhos. Nunca imaginei que precisaria começar uma batalha para tirar um cemitério do alpendre de casa.

O golpista liso

Botaram dinheiro na conta da Maria — tramoia manjada — e pediram que o devolvesse. Tudo pelo zap. Com os dados dela em mão, colocados na tela do celular, a ideia era meter-lhe medo e fazê-la expor dados bancários. Maria descolada imaginou: se eu der cabimento, eles entram na minha conta e fazem a festa. Quanto foi o "depósito deliberadamente indevido" na conta de Maria? 30 reais. A resposta ao falsário foi ácida:

— Ô, seu fulerage! Primeiramente vá se... segundamente: tu vai ficar mais liso 30 reais, porque eu não vou devolver a merreca, não! Inda vou te excluir e te denunciar, abestado!

Aí dentro, my love!

Zezé das Cabras e a mulher Linosa em festa dos patrões, na cozinha de casa trabalhando. Recepção a um casal de ingleses. Patroa leva os gringos até onde cheiro bom da feijoada partia forte. Dirigindo-se à cozinheira, a estrangeira elogia o dicumê em preparo:

— Wonderful, baby! It smells good!

Diante de uma funcionária que não sabia patavina o que estavam falando, Zezé — o craque das Vila dos Industriários, já com duas na cabeça, instrui professoral:

— Amor, manda ver um 'my love' e a galega vai entender direitinho!

— Aí dentro, Zezé! — redarguiu Linosa, experimentando o caldo do feijão na mão.

Fonte: O POVO, de 11/09/2026. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.


quinta-feira, 8 de outubro de 2026

FOI ONTEM

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

Foi ontem que te vi.

Estavas alegre,

E sorrias, feliz.

 

Falavas de tuas pelejas,

E ria de tuas peraltices,

Na condução de tua vida.

 

Teus olhos tinham o brilho

De tuas vitórias e lutas,

Das perdas mágoas vazias.

 

Hoje, vejo teu corpo.

Sem teu álacre sorriso,

Em palidez exangue.

 

Olhos cerrados

A ver outros cenários,

Dantes invisíveis.

 

Coração transmudado

Noutra escala a pulsar,

Em perpétuo ritmar.

 

Tua mente livre

Voa no infinito,

Memórias de teus feitos.

 

Com teus amores,

Com teus princípios,

Com teus valores.

 

No tempo que tiveste,

Elegeste teu espaço,

Eis tua sempre morada.

 

A fé que cultivaste,

A acolhida que fizeste,

O perdão que dispensaste,

 

São teus assessores,

Teus sinceros guias,

Nessa travessia.

 

Tu sentes os ardores

Dessa infinita viagem.

Sorrisos ou lamentos

 

Teu nome ornarão.

Amigos e criaturas todas

Também te reconhecerão.

 

E Deus indicar-te-á

Teu lugar eterno,

Casa que tu construíste,

 

Com os dons que te deu

O Soberano Altíssimo,

E ao teu alvedrio Lhe restituíste.

 

Teus princípios vividos,

Baluartes de tua vida,

À eternidade dizem-te:

 

Bem-vindo!

Bem-vindo!

Bem-vindo in aeternum!

(Pierre Nadie)

 

Uma boa terça-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 3/08/26.


Defesa de Memorial de Fernando Mourão Cavalcante para Professor Titular de Ciências Biológicas da Uece

Na manhã de quarta-feira (7/10/26), aconteceu na Sala 3 do Instituto Superior de Ciências Biomédicas da Universidade Estadual do Ceará - ISCB /Uece, a Defesa de Memorial, seguida da avaliação de desempenho, para a promoção funcional da referência “O” de professor associado para referência “P” da classe Titular do Grupo Ocupacional Magistério Superior-MAS, do professor José Fernando Mourão Cavalcante, pertencente ao colegiado do Curso de Ciências Biológicas da Uece.

A Comissão Especial Julgadora, formada pelos Profs. Drs. Selene Maia de Morais (efetivo Uece), Nélio José de Andrade Loiola (efetivo UFV-MG), Paulo Henrique Machado (efetivo UFC), Marcelo Gurgel Carlos da Silva (suplente interno) e José César Pinheiro (suplente externo), consoante Portaria Nº 2906/2026/Reitoria-Uece, de 21 de setembro de 2026, tendo por secretário o Prof. Dr. Valberto Barbosa Porto, aprovou o Memorial exposto pelo professor doutor JOSÉ FERNANDO MOURÃO CAVALCANTE.

Sinceras congratulações ao professor José Fernando Mourão Cavalcante, engenheiro de alimentos com expertise e microbiologia, por chegar e o topo da docência universitária em sua trajetória profissional, plena de marcos pessoais e docentes, que bem expressam o seu desempenho de educador dedicado e a sua decisiva contribuição ao ensino superior cearense, com especial referência à pesquisa em microbiologia e à atuação em atividades de extensão rural.

Da mesma maneira, são merecedores de reconhecimentos, no seio da Uece, a graduação (licenciatura e bacharelado) em Ciências Biolõgicas, bem como o Curso de Medicina, que contam com o professor Fernando Mourão Cavalcante como integrante do corpo docente.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Professor do PPSAC-Uece


PRIMEIRAS VEZES

Por Patrícia Soares de Sá Cavalcante (*)

Um mês sem meu pai. Um mês alargado. Detalhes da nossa convivência voltam a mim sem aviso. Qualquer minúcia da realidade é capaz de me levar até ele. Um mês alargado pela dor e pela sensação de viver em vários tempos.

Fecho os olhos e lembro-me dele apertando as minhas bochechas, que insistiram em permanecer, ou inflando as dele para imitar as minhas.

Conversando com o meu irmão, soube que o papai havia escolhido Cartas a um Jovem Poeta, de Rilke, para os líderes da escola lerem este ano. Lembrei-me de que ele já havia me dado esse livro, assim como muitos outros, mas sabia que, neste, escrevera uma dedicatória.

"Minha querida filha Ticinha, este livro é um dos meus preferidos. Espero que este clássico da literatura universal contribua, ainda mais, para o seu entendimento da vida humana e, sobretudo, para a sua felicidade. Um beijo carinhoso do seu pai, Oto. 01/07/2015."

Dizem que, em um passeio pelo campo com Freud, Rilke admirava a beleza da paisagem, mas não conseguia extrair dela nenhuma alegria. Perturbava-o saber que toda aquela beleza, um dia, desapareceria. Freud acreditava que a dor antecipada da perda lhe roubava o prazer da contemplação. Quantos de nós evitamos viver o amor em sua inteireza com receio de perdê-lo?

Ele me conhecia pelo tom da minha voz. Ao telefone, percebia minha alegria antes que eu dissesse qualquer coisa: a voz está ótima!

Quando ele implicava comigo, eu dizia: "Gaiato!" Ele dava uma gaitada e respondia: "Folgada chamando o pai de gaiato!" Gargalhávamos juntos.

Ainda não tive coragem de ouvir a sua voz.

Depois que ele partiu, nada do que eu vivia ficou do mesmo tamanho. As experiências parecem absolutamente modificadas de tal forma que sinto que estou vivendo muitas primeiras vezes. Meu primeiro aniversário. O primeiro dia no trabalho. O primeiro dia dos pais.

Tomei banho de mar. Foi uma primeira vez.

Volto ao Pacheco. Meus pés pequeninos estão grudentos de maresia. Sinto o silêncio. Ouço o barulho do mar. Vejo o papai deitado no sofá, sem luz artificial. Ele foi muito feliz naquela casa. Estou na escadaria, com um aperto na garganta. Os olhinhos em direção ao horizonte, esperando o sol secar meu corpo.

(*) Médica psiquiatra.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 11/08/2026. Opinião. p.18.


 

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