Por Cândido
B.C. Neto (*)
O desenvolvimento científico, tecnológico e
humano contemporâneo depende substancialmente do conhecimento e da capacidade
de produção do país, da região e de cada comunidade.
A competitividade, a agregação de valores,
a criação de oportunidades com impactos positivos sobre a distribuição de
renda, a inovação dos processos de produção e de seus produtos, dentre outros
aspectos, passa essencialmente pela geração e difusão do conhecimento coletivo,
seja pelas áreas de P&D das empresas, seja dentro das universidades ou
institutos de pesquisa científica.
Nesse contexto, as Instituições de Ensino
Superior têm papel relevante como promotoras, incentivadoras e indutoras do
setor produtivo, através da oferta de uma "Educação Humanista com Inclusão
Produtiva", com ensino de qualidade e programas de apoio à ciência,
tecnologia e inovação.
O Governo do Ceará, por meio da Secretaria
da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) e de parceiros, tem
promovido um espaço de debate e de construção coletiva ao ampliar a articulação
com diversos setores, tendo em vista o desenvolvimento harmonioso e igualitário
o estado.
Reconhecendo, acima de tudo, ser a Educação
um compromisso com a condição humana, o Governo do Ceará está implantando o
Programa de Universalização da Educação Superior como ação do Plano de
Desenvolvimento Integral da Educação Superior (MAPP 241Secitece).
O objetivo principal do programa é trazer,
durante os próximos anos, um novo cenário para o Plano Nacional da Educação
(PNE), focado nas principais demandas dos municípios e na redução das
desigualdades regionais, destacando a política de cooperação federativa e o
regime de colaboração interinstitucional para os avanços e desenvolvimento do
Ceará.
Teremos, por assim dizer, um dos mais
importantes momentos da história da educação cearense, unindo o Ceará através
do binômio "educação-desenvolvimento" para construção, com a
sociedade, de uma realidade tão almejada pelo nosso povo.
(*) Professor da Uece e coordenador
da Educação Superior da Secitece.
Fonte: Publicado In: O Povo, de 3/01/26. Opinião. p.16.

