sábado, 10 de novembro de 2018

Olá, Você Pode Chamar o Gerente?


Uma mulher bastante atraente chega em um bar afastado da cidade. Ela gesticula sedutoramente para o barman, que vem imediatamente.
Quando ele chega, ela encosta seu rosto no dele para lhe falar ao ouvido.
Enquanto faz isso, ela começa a acariciar suavemente sua barba cheia e espessa.
"Você por acaso é o gerente?", ela pergunta, acariciando suavemente o rosto dele com as duas mãos.
"Na verdade, não", ele responde.
"Você pode chama-lo para mim? Eu preciso falar com ele", ela pergunta, passando as mãos por todo o rosto, barba e cabelos dele.
"Infelizmente não será possível", respira o barman, evidentemente um pouco animadinho com a situação. "Existe algo que eu possa fazer por você?"
"Existe sim. Eu preciso que você entregue a ele uma mensagem", ela continua sussurrando e tocando os lábios do rapaz.
"Diga a ele...", ela diz, "que não tem papel higiênico ou sabonete no banheiro feminino".
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

AOS VIVOS: Dinheiro pouco eu tenho muito ... e outro causo


Por jornalista Tarcísio Matos, de O Povo

Dinheiro pouco eu tenho muito

‘Afadigado’ pela chikungunya, mas sempre ‘imperoso’, Mané Chico é do tipo ‘sim, sim – não, não!’ Vai ou racha. Se der, deu; senão der, não deu. Pei bufo. Ou é ou deixa de é. Gosto dum acaba assim. Senti firmeza quando o acompanhei numa pesquisa de opinião, que respondeu sobre o que achava do ‘jeitão do presidente Michel’. O amigo bateu no peito e disparou no olho do jaburu:
—Nem caga nem desocupa a moita!
Gostei! Dei mais valor ainda quando a mesma mocinha do instituto perguntou se ele concordava com a opinião do brasileiro que, cansado de tanta ‘iscandilice’, concluiu contristado: “Literalmente e sem medo de errar, o Brasil está virando um verdadeiro cabaré!” Ora, ora, ora! Nascido e criado no cabaré Lagarta Pintada, na Rua dos Democratas, Mané Chico deu uma upa e bradou:
—Cuma, dona?!? Cuma?!?
A jovem destacou o argumento do dito brasileiro inconformado: “Nunca se viu tantos absurdos, tantas decisões absurdas, tanta baderna”. Daí a comparação do País de agora com o lupanar de sempre. Mané Chico, munido de apreciáveis vivências – dois esquentamentos e quatro copeiras de chato, subiu na mesa e vociferou:
—Jamais, minha bichinha! Jamais!
Mané, cabaré até o talo, quase chorando...
—É um insulto dizer isso dessa instituição benemerente! Respeitem a casa de recursos que nos fez cidadãos. Brasileiros, respeitem o cabaré!
Sagrado credor fí duma égua
Poucas coisas deixam um cristão da marca de Jair Morais tão encabulado. Cobrar de quem deve é uma delas. Sobremodo quando demais carece ter de volta o que cedeu. Conheço gente boa que, devendo centos milhões, nunca nem passou em frente à delegacia. Mas vá o pobre cobrar! Vai, Jair! Desaforo come de esmola! Dá até cadeia!
Só agora eu soube. Sucede que o fí duma égua do Dedé Odrex, há um ano e meio, pediu 50 contos emprestados a Jair (e outros 500 a tantos outros de boa-fé) e pagou a negada toda tempos depois, paulatinamente, menos ao ‘poeta dos cachorros’. Por quê? Jair inventou de cobrar o que lhe era devido!
Aos fatos. Incompetente na gestão dos negócios (fabricação de mariola-conceito), Dedé viu o comércio degringolar com o advento do iPhone 6s Plus e, pra evitar falir, buscou arrego financeirativo no hoje ex-amigão do peito Jair de Moura Morais (e noutros tantos de boa-fé). Ainda assim quebrou que apartou. Prometia idiomático, escondendo intenções descabidas.
—Devo, não nego-lhes, pago-lhes quando puder-lhes! Paciência-lhes, senão-lhes...
Dedé consegue se reerguer da liseira. Ora, pois, de quitar débitos, mais por compressão que por compreensão. Aos poucos liquidará o passivo. A metodologia para sanar as dívidas, fidumaeguamente falando: escreveu em pedacinhos de papel os nomes de todos os credores (e valores) e socou numa caixa.
E o mais fidumaeguamente falando: só constava da lista quem nunca lhe tivesse feito uma única cobrança. Jair, em um ano e meio, cobrou 212 vezes e meia.
—212 vezes e meia, não pagarei os 50 contos do Jair!!!
Mão de tabefe levou Dedé Odrex. Três dias de xilindró pro ‘poeta dos cachorros’.
Fonte: O POVO, de 22/07/2017. Coluna “Aos Vivos”, de Tarcísio Matos. p.8.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Posse de Révia Herculano na Academia Cearense de Letras


Aconteceu ontem à noite, 7 de novembro de 2018, no Palácio da Luz, a solenidade de posse da professora Révia Lima Herculano na cadeira 32 da Academia Cearense de Letras (ACL), considerada a primeira do gênero instalada no Brasil, ainda em funcionamento, tendo antecipado à em três anos fundação da Academia Brasileira de Letras.
A solenidade, conduzida pelo Presidente do sodalício, ministro Ubiratan Diniz de Aguiar, teve como cerimonialista a professora Priscila Ribeiro.
É de bom alvitre realçar o tom de lirismo dos discursos de recepção, pronunciado pelo Ac. Carlos Augusto Viana, em nome do silogeu, que pautou em versos a sua preciosa fala, e da novel imortal Révia Herculano Leitão, que traçou a trajetória de vida do patrono da sua cadeira, o senador Thomaz Pompeu e do seu ocupante anterior, no caso o poeta e professor de literatura Ac. Carlos Neves Dalge, cuja vaga Révia acaba de preencher.
O evento foi emoldurado pela presença de literatos e escritores afeitos ao mundo cultural cearense, com a participação de integrantes de academias e de sociedades literárias locais, como a Academia Cearense da Língua Portuguesa, Academia Fortalezense de Letras, a Sobrames/CE e o Instituto do Ceará.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Academia Cearense de Medicina e da Sobrames/CE

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ


O seguinte artigo publicado em Espanha, em 2008, foi escrito pelo escritor espanhol Sebastian Vilar Rodriguez (um não-judeu) e publicado num jornal espanhol, em 15 de janeiro de 2008. Não é preciso muita imaginação para extrapolar a mensagem ao resto da Europa e possivelmente ao resto do mundo.
Nunca veremos este gênero de artigo na nossa imprensa. Ele ofenderia muitas pessoas.
Meraldo Zisman
Médico-Psicoterapeuta
TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ
Por Sebastian Vilar Rodriguez
O seguinte artigo publicado em Espanha, em 2008, foi escrito pelo escritor espanhol Sebastian Vilar Rodriguez (um não-judeu) e publicado num jornal espanhol, em 15 de janeiro de 2008. Não é preciso muita imaginação para extrapolar a mensagem ao resto da Europa e possivelmente ao resto do mundo.
Nunca veremos este gênero de artigo na nossa imprensa. Ele ofenderia muitas pessoas.

Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matamos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos.
Em Auschwitz queimamos uma cultura, pensamento, criatividade,e talento. Destruímos o povo eleito, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo. A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo.
Este é o povo que queimamos.
E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.
Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime. Fechados nos seus apartamentos, eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingênuos hospedeiros.
E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição. Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
Que terrível erro cometido pela miserável Europa.
O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é, um bilhão e duzentos milhões ou seja 20% da população mundial.
Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura
1988- Najib Mahfooz

Paz
1978- Mohamed Anwar El-Sadat
1990- Elias James Corey
1994- Yaser Arafat
1999- Ahmed Zewai

Economia
(Ninguém)

Física
(Ninguém)

Medicina
1960- Peter Brian Medawar
1998- Ferid Mourad
TOTAL: 7 (sete)
*******************************************
O total da população de Judeus é, aproximadamente, 14 000 000, isto é, catorze milhões ou seja cerca de 0,02% da população mundial.

Estes receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura
1910- Paul Heyse
1927- Henri Bergson
1958- Boris Pasternak
1966- Shmuel Yosef Agnon
1966- Nelly Sachs
1976- Saul Bellow
1978- Isaac Bashevis Singer
1981- Elias Canetti
1987- Joseph Brodsky
1991- Nadine Gordimer World

Paz
1911- Alfred Fried
1911- Tobias Michael Carel Asser
1968- Rene Cassin
1973- Henry Kissinger
1978- Menachem Begin
1986- Elie Wiesel
1994- Shimon Peres
1994- Yitzhak Rabin

Física
1905- Adolph Von Baeyer
1906- Henri Moissan
1907- Albert Abraham Michelson
1908- Gabriel Lippmann
1910- Otto Wallach
1915- Richard Willstaetter
1918- Fritz Haber
1921- Albert Einstein
1922- Niels Bohr
1925- James Franck
1925- Gustav Hertz
1943- Gustav Stern
1943- George Charles de Hevesy
1944- Isidor Issac Rabi
1952- Felix Bloch
1954- Max Born
1958- Igor Tamm
1959- Emilio Segre
1960- Donald A. Glaser
1961- Robert Hofstadter
1961- Melvin Calvin
1962- Lev Davidovich Landau
1962- Max Ferdinand Perutz
1965- Richard Phillips Feynman
1965- Julian Schwinger
1969- Murray Gell-Mann
1971- Dennis Gabor
1972- William Howard Stein
1973- Brian David Josephson
1975- Benjamin Mottleson
1976- Burton Richter
1977- Ilya Prigogine
1978- Arno Allan Penzias
1978- Peter L Kapitza
1979- Stephen Weinberg
1979- Sheldon Glashow
1979- Herbert Charles Brown
1980- Paul Berg
1980- Walter Gilbert
1981- Roald Hoffmann
1982- Aaron Klug
1985- Albert A. Hauptman
1985- Jerome Karle
1986- Dudley R. Herschbach
1988- Robert Huber
1988- Leon Lederman
1988- Melvin Schwartz
1988- Jack Steinberger
1989- Sidney Altman
1990- Jerome Friedman
1992- Rudolph Marcus
1995- Martin Perl
2000- Alan J. Heeger

Economia
1970- Paul Anthony Samuelson
1971- Simon Kuznets
1972- Kenneth Joseph Arrow
1975- Leonid Kantorovich
1976- Milton Friedman
1978- Herbert A. Simon
1980- Lawrence Robert Klein
1985- Franco Modigliani
1987- Robert M. Solow
1990- Harry Markowitz
1990- Merton Miller
1992- Gary Becker
1993- Robert Fogel

Medicina
1908- Elie Metchnikoff
1908- Paul Erlich
1914- Robert Barany
1922- Otto Meyerhof
1930- Karl Landsteiner
1931- Otto Warburg
1936- Otto Loewi
1944- Joseph Erlanger
1944- Herbert Spencer Gasser
1945- Ernst Boris Chain
1946- Hermann Joseph Muller
1950- Tadeus Reichstein
1952- Selman Abraham Waksman
1953- Hans Krebs
1953- Fritz Albert Lipmann
1958- Joshua Lederberg
1959- Arthur Kornberg
1964- Konrad Bloch
1965- Francois Jacob
1965- Andre Lwoff
1967- George Wald
1968- Marshall W. Nirenberg
1969- Salvador Luria
1970- Julius Axelrod
1970- Sir Bernard Katz
1972- Gerald Maurice Edelman
1975- Howard Martin Temin
1976- Baruch S. Blumberg
1977- Roselyn Sussman Yalow
1978- Daniel Nathans
1980- Baruj Benacerraf
1984- Cesar Milstein
1985- Michael Stuart Brown
1985- Joseph L. Goldstein
1986- Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988- Gertrude Elion
1989- Harold Varmus
1991- Erwin Neher
1991- Bert Sakmann
1993- Richard J. Roberts
1993- Phillip Sharp
1994- Alfred Gilman
1995- Edward B. Lewis
1996- Lu RoseIacovino
TOTAL: 128 (cento e vinte e oito)
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Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.
Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães. Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. Não há um único judeu que proteste matando pessoas. Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis.
Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas. Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo: "Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas não haveria mais Israel." (Benjamin Netanyahu)
Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazista, mandou que as pessoas, ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte: "Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu."
Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum.
Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar. Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.
O conteúdo deste e-mail está a ser enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1.900 padres católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado. Agora, mais do que nunca, com o Iran entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.
É intento deste mail que chegue a 400 milhões de pessoas. Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribui-lo pelo mundo.
Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga "NUNCA ACONTECEU", porque isso pode ofender alguns muçulmanos nos Estados Unidos?
VALE A PENA PENSAR EM TUDO ISTO!!!
E PASSAR A PALAVRA…

terça-feira, 6 de novembro de 2018

SÃO LUCAS E O DIA DOS MÉDICOS



São Lucas era grego nascido na Antioquia, atual Síria, e foi contemporâneo de Jesus Cristo, mas não o conheceu pessoalmente.
Lucas foi o único dos apóstolos da Igreja primitiva que não era judeu. Foi ele o autor do terceiro Evangelho, considerado o de redação mais apurada, o que condiz com a sua formação de médico, avalizada por sua elevada erudição.
O evangelista e médico São Lucas, além de ser patrono dos pintores e dos médicos, é também reconhecido, por seu pioneirismo, como sendo o primeiro: historiador eclesiástico, hinologista cristão e pintor cristão.
A mais completa biografia brasileira sobre São Lucas foi escrita pelo cirurgião geral Eurico Branco Ribeiro (1902-1978), o fundador da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, a Sobrames Nacional, criada em São Paulo-SP, em 23/04/1965. Em Médico, Pintor e Santo, obra publicada, em 1970, pela São Paulo Editora, Eurico Ribeiro discorre sobre a vida desse evangelista médico, ao longo de quase setecentas páginas, distribuídas em quatro volumes: I – Argumento para uma tese; II – Antes e Depois do dia fatal; III – De autor a personagem; e IV - Religiosidade de São Lucas.
Além dessa robusta edição, Eurico Ribeiro publicou outros livros relacionados a Lucas, a saber: O Livro que Lucas Não Escreveu; Lucas, o Médico Escravo; e Fui um dos Setentas.
A escolha desse santo como patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo é bem antiga. Sua festa é comemorada em 18 de outubro, dia escolhido para se homenagearem os médicos. Segundo Eurico Branco Ribeiro, já em 1463, a Universidade de Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem a São Lucas, proclamado patrono do “colégio dos filósofos e dos médicos”.
A escolha de São Lucas como patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como “o dia dos médicos” é comum a muitos países, dentre os quais, citam-se: Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá, Estados Unidos e Brasil.
A adoção dessa data comemorativa no Brasil teve, como o idealizador, há muitos anos, o médico escritor Eurico Branco Ribeiro, e essa celebração perdura até hoje.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Sociedade Médica São Lucas e da Academia Cearense de Medicina
* Publicado In: Boletim Informativo da Sociedade Médica São Lucas, 14(101): 5, setembro-outubro de 2018.
 

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