quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Brasil quer facilitar ingresso de mão de obra estrangeira qualificada

Por Antônio Netto / Marcelo Sayo/Efe


Com o crescimento da economia, empresas brasileiras estão tendo dificuldades para encontrar profissionais de nível superior. Burocracia para validação de diplomas é apenas um dos empecilhos.
A economia brasileira vive um momento extremamente favorável, e setores como engenharia, tecnologia da informação e construção civil estão em plena expansão, com inúmeras vagas não preenchidas. Empresas e indústrias brasileiras estão enfrentando dificuldades para encontrar mão de obra qualificada no país.
Para tentar suprir essa demanda, o governo brasileiro estuda medidas para facilitar a importação de mão de obra qualificada estrangeira, como confirmou à DW Brasil o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Moreira Franco.
Segundo ele, esta é uma luta contra o tempo, já que a necessidade de profissionais qualificados é urgente. "Os processos ainda estão muito lentos. Nós precisamos ter mecanismos mais rápidos de validações de diplomas, agilizar o processo de visto, definir com mais clareza o foco para a área de qualificação, como também criar um ambiente que seja favorável e estimulante ao imigrante no país", afirmou.
Moreira Franco afirma que a falta de mão de obra se deve não apenas à má política educacional nos últimos anos, mas também ao longo período de depressão econômica brasileira. "Nós tivemos nas últimas décadas, uma delas chamada de década perdida, um processo quase hiperinflacionário que desorganizou a economia brasileira. É evidente que o processo educacional ficou prejudicado pela falta de perspectiva no mercado de trabalho", argumentou.

Mais estrangeiros no país

A mão de obra estrangeira representa hoje apenas 0,3% do força de trabalho no Brasil, mas as estatísticas do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que a presença dos estrangeiros no país está aumentando nos últimos anos. Em 2011, foram concedidas 70.524 autorizações de trabalho para não brasileiros, quase três vezes mais do que as 25.400 de 2006.
Só no primeiro semestre deste ano foram concedidas 32.913 autorizações de residência para estrangeiros, um aumento de quase 24% em relação a igual período do ano passado. Deste total, quase 30 mil são pessoas com nível superior completo, técnicos profissionais, mestres e doutores.
Para o ministro Moreira Franco, “este número ainda é muito pequeno diante da necessidade que temos”. Segundo ele, a falta de trabalhadores qualificados pode deixar o mercado brasileiro menos competitivo e, a médio e longo prazo, se tornar um dos fatores que podem levar à estagnação da economia.
Mas o economista Ricardo Franco Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas, afirma que este gargalo ainda não foi constatado. “Não se pode estabelecer nenhuma relação entre o baixo ritmo de crescimento da economia brasileira e a necessidade de mão de obra qualificada”, afirmou.
Segundo ele, é difícil precisar a real necessidade do mercado brasileiro por mão de obra qualificada. "O número vai depender da taxa de crescimento da economia nos próximos meses e anos”, declarou Teixeira.

Entraves burocráticos

Quando o assunto é política de imigração, o Brasil ainda tem muitas dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas, que atrasam e desmotivam a vinda da mão de obra qualificada estrangeira para o país.
O engenheiro agrônomo Merlin Otte, formado pela Universidade de Bonn, na Alemanha, conta que tentou validar seu diploma na Universidade Federal do Mato Grosso, mas acabou desistindo.
Segundo ele, a demora na avaliação do processo (com previsão inicial de pelo menos seis meses), os altos custos, a falta de normas específicas e a incerteza de sucesso o levaram a abandonar a ideia. "Só vou continuar a partir do momento em que eu tiver a certeza de que terei um trabalho. Você tem que ter uma ‘energia' disponível para isso."
A questão está na falta de um modelo padrão de validações de diplomas. Como lembra o diretor do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico no Brasil, Christian Müller, os procedimentos não se dão em nível nacional.
"Na maioria dos casos, não cabe ao governo federal proceder essas validações. Isso é sempre feito a nível local e estadual, nas universidades onde a pessoa vai procurar, que depois se comunica com a Secretaria da Educação do próprio estado. É uma questão que foge um pouco da atuação federal", disse.

Acordo com Portugal

Para tentar criar condições mais favoráveis e atrativas para validações de diplomas de profissionais estrangeiros, foi assinado em meados de agosto um memorando entre a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (Crup). O objetivo é agilizar os processos de reconhecimento de graus e títulos acadêmicos.
O presidente do Crup, António Rendas, informou que um grupo de trabalho foi criado e deverá definir os critérios comuns entre as universidades até o final deste ano. "Já estamos a fazer o levantamento dos procedimentos nos dois países", afirmou.
Numa fase inicial, o memorando assinado abrangerá os cursos de arquitetura e engenharia, mas deverá ser estendido à outras áreas de formação.
O acordo com Portugal poderá ganhar uma abrangência europeia. O presidente da Comissão de Relações Internacionais da Andifes, Targino de Araújo, afirmou que "a comissão ainda não se debruçou sobre o assunto". Mas como existe um modelo educacional padrão na União Europeia, outros países poderão usufruir desses procedimentos de validação acadêmica.
Fonte: Notícias UOL 8/09/2012

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

AIRTON MONTE REVISITADO

Batista de Lima (*)
Conheci Aírton Monte no Clube dos Poetas Cearenses em 1970. Nossas reuniões se realizavam na Casa de Juvenal Galeno com a presença de Carneiro Portela, o presidente, e outros colegas como Mário Gomes, Jackson Sampaio, Valden Luís, Arlindo Araújo, Mário Nogueira, Gerim Cavalcante, Márcio Catunda, Rembrandt Matos Esmeraldo, Pádua Lima, Renato Saldanha, Nelson Freitas e outros. Aírton era um dos mais rebeldes, afinal vivíamos tempos de exceção com muitas perseguições políticas. Quando publicávamos nossas antologias Aírton costumava assinar com o pseudônimo de Armon.
Depois do Clube dos Poetas veio o grupo de O Saco que fez um enorme sucesso. Aírton era um dos organizadores. Nunca publicaram nada de minha autoria mas sempre fui leitor fiel da publicação e guardei por muitos anos a coleção completa. O Saco foi prejudicado pela censura mas seguiu o mesmo exemplo de O Pão, da Padaria Espiritual, preocupou-se, enquanto existiu, com a distribuição. Esses dois periódicos são exceção no Ceará, chegaram ao Sudeste da mesma forma como os de lá chegam por aqui. Isso ocorreu graças ao tirocínio dos seus idealizadores: Aírton Monte, Jackson Sampaio, Carlos Emílio Correia Lima e Manoel Coelho Raposo.
Depois veio o grupo Siriará cujo apogeu ocorreu em 1979 por ocasião da reunião da SBPC na Universidade Federal do Ceará. Nesse grupo nos encontramos mais uma vez. Éramos 22 componentes. Além de nós dois havia nomes como Rogaciano Leite Filho, Adriano Espínola, Rosemberg Cariry, Floriano Martins, Jackson Sampaio, Carlos Emílio, Antônio Rodrigues, Geraldo Markan, Nírton Venâncio, Paulo Veras, Fernanda Amaral, Nilto Maciel e outros. Nesse grupo, Aírton era um dos componentes mais atuantes. Nessa época lançou seu livro de contos "O grande pânico".
Depois disso nossos encontros foram mais esporádicos. Aírton enveredou pela crônica e se deu muito bem. Chegou a ter livro seu aplicado para estudo dos vestibulandos da UFC, o que era o sonho de qualquer escritor desta terra. Foram suas crônicas que lhe deram maior visibilidade. Era um "flaneur" à moda João do Rio, um cronista que mergulhava no corpo social, trazendo para seu texto a pulsação das ruas. A crônica de Aírton germinava na rua, nos bares, na voz do povo.
Aírton, nas suas crônicas, destacou personagens que lhe eram próximas e que possuíam caracteres boêmios, preferencialmente. Entre tantos, destaco aqui, o Chico Newton, que ele apelidava de Paxá da Gentilândia. Como tenho ligações familiares com o personagem, sempre acompanhava seus comentários sobre o mesmo. Chico Newton é tão boêmio quanto Aírton, é compositor, violonista exímio e bancário. Nascido e criado na Gentilândia sempre esteve ao lado de Aírton Monte como um de seus amigos mais fiéis. Assim como a Chico Newton, Aírton sempre se referia a seu pai e a Ciro Colares. Imortalizou a ambos em suas crônicas.
Psiquiatra de formação, Aírton Monte atuava em algumas instituições de saúde mental com destaque. Essa faceta de sua vida era uma fonte de conhecimento e experiências que lhe facilitaram o exercício da crônica. Conhecia, assim, a alma humana nos seus momentos mais inusitados. Mergulhava na estrutura profunda do ser humano o que lhe dava respaldo para escrever com experiência própria. O ser humano era vasculhado desde seu comportamento na rua até às terapias de consultório. Isso lhe dava um fôlego especial para mergulhar nesses recantos sombrios da vida.
Mesmo assim, nas suas crônicas, é visível o caráter humorístico de que algumas se revestem. Esse humor, temperado muitas vezes com um fina ironia, era uma forma de Aírton Monte humanizar o que há de mais contundente na existência. O humor era sua salvação não só na escrita como também nas conversas com os amigos. Parece que ciente do efêmero da existência e das suspresas nem sempre agradáveis que a vida nos arma ele ria disso tudo. Ria e fazia os amigos também rirem. Aírton Monte possuía uma infinidade de amigos. Não conheço alguém que dele não gostasse.
Nas nossas conversas ele sempre dizia que precisava me dar conselhos, afinal, era mais velho que eu. Ele nasceu no dia 16 e eu no dia 17 de maio de 1949. Esse dia de diferença lhe dava o direito de dizer que eu me soltasse mais, deixasse algumas amarras e abraçasse mais o que a vida pudesse me ofertar. Ele demonstrava pressa nesse aproveitamento do existir. Tanta pressa tinha que sua fala possuía esse ritmo frenético de aproveitamento. Falava rápido e estava sempre em movimento, era irrequieto.
Essa pressa de Aírton fê-lo partir mais cedo. Deixou desfalcados o Clube do Bode, a torcida do Botafogo e o grupo dos melhores cronistas do Brasil. Aìrton, como Antônio Girão Barroso dizia, também vivia grávido de Fortaleza. Amou essa cidade como poucos. Tirou da vida o que ela pôde lhe dar. Estará com Rogaciano, Augusto Pontes, Barros Pinho, Antônio Girão e Cláudio Pereira, contando as novidades desta cidade que soube amar tão bem e que por ela foi também amado.
(*) Professor da Uece e da Unifor. Membro da Academia Cearense de Letras
Publicado In: Diário do Nordeste. Caderno 3, de 9/10/12.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Um pedido de Santo Tomás de Aquino (1225-1274)

Que eu chegue a ti, Senhor, por um caminho seguro e reto, caminho que não se desvie entre prosperidades ou adversidades, de tal forma que eu te dê graças nas horas prósperas e nas adversas conserve a paciência, não me deixando exaltar pelas primeiras, nem abater-me pelas outras.
Que nada me alegre ou entristeça, exceto o que me conduza a ti ou de ti me separe.
Que eu não deseje agradar ou não receie desagradar a ninguém senão a ti.
Tudo o que possa tome-se desprezível a meus olhos por tua causa, Senhor; e que tudo que te diz respeito me seja caro, mas tu, meu Deus, mais do que o resto.
Qualquer alegria sem ti seja-me fastidiosa e nada eu deseje fora de ti.
Qualquer trabalho, Senhor; feito por ti seja-me agradável, e insuportável aquele em que estiveres ausente.
Concede-me a graça de erguer continuamente o coração a ti, e quando eu cair; reconhecer meu erro.
Toma-me, Senhor meu Deus, obediente, pobre e casto, paciente sem reclamação, humilde sem fingimento alegre sem dissipação, triste sem abatimento, reservado sem rigidez, ativo sem leviandade, animado pelo temor sem desânimo, sincero sem duplicidade, fazendo o bem sem presunção, corrigindo o próximo sem altivez, edificando-o com palavras e exemplos, sem falsidade.
Dá-me, Senhor Deus, um coração vigilante, que nenhum pensamento curioso arraste para longe de ti, coração nobre que nenhuma afeição indigna debilite; coração reto que nenhuma intenção equívoca desvie; coração firme que nenhuma adversidade abale; coração livre que nenhuma paixão subjugue.
Concedei-me, Senhor meu Deus,
uma inteligência que Te conheça,
uma angústia que Te procure,
uma sabedoria que Te encontre,
uma vida em Ti,
uma perseverança que Te espere e confiança
e uma confiança que Te possua,
enfim!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

RICOS E POBRES BRASILEIROS

Antero Coelho Neto (*)
As classes sociais no Brasil deveriam ser divididas em apenas cinco e simplificadas: muito pobre, pobre, média, rica e muito rica (como em vários países do mundo). Classificar como “classe média” uma família de cinco pessoas ganhando só R$ 1.740 ao mês é uma verdadeira agressão!
Num país como o nosso, em que 12% da população possui mais de 70% da riqueza nacional, a saúde e a educação do pobre ficam muito difíceis.
E, quando todos pagam o mesmo imposto de renda, a coisa fica mais difícil ainda. Eu, com minha mísera aposentadoria, pago 27,5% de imposto, porcentagem igual aos que têm milhões anuais de renda, inclusive o 8º mais rico do mundo, que é brasileiro. E os ricos que podem e sabem manejar seus rendimentos para suas declarações do IR?
Em muitos países desenvolvidos o imposto aumenta na medida em que a pessoa ganha mais e atinge determinados limites. E esses limites são variados, o que faz também grande diferença. Agora mesmo, na França, o assunto está causando uma grande polêmica e reação quando o presidente François Hollande está prometendo aplicar um imposto de 75% sobre qualquer pessoa que tenha renda superior a um milhão de euros por ano. Na Suécia já é 57%, Japão 50%, Reino Unido 50%, Canadá 46%, Alemanha 45%, Itália 43% e Estados Unidos 35%. Em alguns desses países, muitos ricos deduzem seus pesados impostos aplicando, eles mesmos, na criação e manutenção de excelentes fundações de ação social, cultural, de desenvolvimento humano e religioso. Parcelas elevadas desses impostos são permitidas, por lei, para aplicação direta em organizações sem fins de lucros.
Por feliz coincidência, trabalhei durante alguns anos para a Fundação Kellogg’s e pude comprovar a excelência dos seus resultados, a sua clareza administrativa e o valor positivo que a empresa Kelloggs, americana, oferece para a mesma. Também trabalhei e criei, aqui no Brasil, OSs e Oscipes, todas com grandes dificuldades claras e evidentes de negação governamental que quer, ele próprio, aplicar o dinheiro para manejo político.
Daí, a nossa proposta: vamos aumentar o IR do cidadão rico e aplicar para o bem do pobre? Não é apenas com cestas básicas, Bolsa Família e programas semelhantes que os problemas vão ser resolvidos a curto prazo e isto é que é fundamental e urgente. Educação, saúde e segurança são os elementos vitais para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
Agora, quem vai ter a coragem de mexer com os ricos? Quem vai ser suficientemente forte e independente para isso? E o que estamos vendo no Brasil, na época atual, é o aumento exagerado da corrupção, da violência, do uso de drogas e da insuficiência dos órgãos públicos fundamentais para os pobres. Sabemos que a reação será muito grande e poderosa, mas temos de convencer muitos dos ricos que, como demonstram muitos especialistas no assunto, dinheiro demasiado não é o responsável fundamental pela melhoria da qualidade de vida da pessoa. E mais, é bom lembrar a metáfora de Jesus, quando disse que no céu estão muito mais pobres do que ricos, aqueles que passam “no fundo da agulha”.
(*) Médico, professor e ex-presidente da Academia Cearense de Medicina.
Publicado In: O Povo, 3/10/2012.

domingo, 7 de outubro de 2012

Joãozinho com MBA em Marketing

No confessionário, chega o pequenino (mas velho conhecido) Joãozinho e confessa:
- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joãozinho?
- Sou, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estivestes tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
- Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?
- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.
- A Maria Gomes?
- Por mim, jamais o saberá...
- Ah! A Maria José?
- Não direi nunca!!!
- A Rosa do Carmo?
- Padre, não insista!!!
- Então foi a Catarina da pastelaria, não?
- Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...
Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.
O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiu a Lista?
- Consegui. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.
O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMEÇA COM A ANÁLISE DO MERCADO
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sábado, 6 de outubro de 2012

OS 10 MANDAMENTOS DO LÍDER SUPREMO

Amigo(a)
Muito cuidado: os assaltantes estão de volta pedindo o seu voto.
Como sempre, mentindo muito, distribuindo sorrisos, abraços, percorrendo a periferia, onde é mais fácil enganar, prometendo solução para todos os problemas do povo.
O povo, no caso, são os familiares deles, as amantes, os demais membros da quadrilha. Agora, querem também eleger seus filhos, sobrinhos, suas mulheres e amantes. Nada melhor para um vagabundo que ser político profissional, não precisa estudar, e estudar muito para fazer concurso, basta ser esperto, não ter escrúpulos, e logo fica rico. É fácil demais. Não podemos mais votar nesses canalhas!
Veja o que diz o líder supremo.
Os 10 mandamentos do líder supremo


Fonte: Internet (circulando por e-mail).

DE LULA PARA ALMANO: Lições de vida!

1ª Aula: Lula ensinando a Elmano
Lula: - Senta aí cumpanheiro “Almano”!
Elmano:- É “Elmano”, Presidente!
Lula: - Tudo bem, mais sente direito, mais macho, descruza as pernas, só qué ser o Cid Gomes, a eleição é para Prefeito e não para Governador, senta igual a Luizane.
Lula: - Primeira Lição: Meu filho você tem que prestar atenção, a Luizane não aprendeu nada que eu ensinei, passou oito anos só farreando e fazendo Reveion, eu podia porque era Presidente, Prefeito num pode, que fica muito perto do povo, a negada nota logo. Taí o buraco. Tem que fazer alguma coisa assim que entrar, não pode deixar tudo pru final.
Lula: - “Almano”, presta atenção!!!
Elmano: Elmano: - É “Elmano”, presidente!
Lula: - Já decorei “Almano”, num erro mais.
Lula: - Segunda lição: Não pode se agarrando, fazendo aliança. com qualquer um, não! Os abutre da imprensa marrom dão logo em cima, o povo fica puto da vida, vê a Luizane, fez acordo com este tal de ‘’Leonelzinho’’, o homem é mais sujo que pau-de-galinheiro, e ainda queimou o meu Bolsa-Família, botando a mulher, irmão, primo, prima, ate a rapariga, pra receber dinheiro, presta atenção “Almano”, num pode!!!
Elmano: - Mais o Sr. não se aliou ao Maluf?
Lula: - Só depois que saí da presidência!
Elmano: - E o Collor de Melo?
Lula: - Nunca provaram nada contra ele, provaram?
Elmano: - E o Sarney?
Lula: - O HOMEM É “IMORTAL” Almano, presta atenção Almano!!!! Depois agente continua...
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
 

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