segunda-feira, 6 de julho de 2020

HISTÓRICA EMOÇÃO


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Era o ano de 1968. Estava cursando a Escola de Pós-Graduação em Economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), no Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo. Casado há dois anos e já tendo um filho, morávamos num pequeno apartamento em Copacabana. Vida dura, mas feliz. As aulas eram de 2ª a 6ª feira. Os alunos almoçavam no “bandejão”. Ia e voltava de ônibus, o que era agradável. Completei dois anos de casado no dia 3 de setembro do referido ano. Nossa vida era simples, pois além da escassez de recursos financeiros, dedicava-me de forma significativa aos estudos. Pois bem, no dia 3 de setembro, após as aulas, voltando para casa, resolvi passar numa floricultura, perto de onde morávamos, disposto a comprar um modesto buquê de flores para presentear minha mulher Mirian. O dia tinha sido muito puxado. O professor Mario Henrique Simonsen, passou 3 horas dando uma estafante aula de matemática sobre “equações em diferenças finitas”. Apesar da exposição ser difícil e complicada, a preleção do mestre foi fantástica e brilhante. Não obstante o cansaço físico e mental, fui à floricultura. A dona da loja, uma senhora muito educada, imediatamente preparou o buquê e me deu um cartão para eu fazer o oferecimento. Olhei para o lado e percebi a presença do grande poeta brasileiro, Carlos Drummond de Andrade. Fiquei nervoso e não consegui escrever uma palavra. A senhora, de forma gentil, amiga de Drummond, perguntou ao poeta se ele poderia escrever a dedicatória para mim. Atencioso, redigiu um poema de sua autoria com 4 versos: “A gente sempre se amando/ nem vê o tempo passar./ O amor vai nos ensinando/ que é sempre tempo de amar”. Agradeci perplexo e emocionado. Verdade, admirável poeta, penso hoje, pois breve faremos 54 anos de casados, temos 4 filhos, 9 netos e 1 bisneto. Assim é a vida.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 12/6/2020.

domingo, 5 de julho de 2020

UMA DOSE PRO SANTO...


Um freguês chega num bar chega e pede para o balconista uma pinga. O balconista serve uma dose de pinga acima da média, o cara toma tudo de uma vez. O balconista o adverte:
- Aqui neste bar todos que tomam uma pinga jogam um pouco no chão e oferecem para o santo.
O freguês, muito mal educado, vira para o balconista e lhe dá uma banana dizendo:
- Pro santo eu dou uma banana!!
E faz o gesto com o braço. Neste momento seu braço endurece de tal forma que não mexe de jeito algum. Desesperado, diz ao balconista:
- Minha nossa, o que aconteceu?
O balconista responde:
- O Sr. ofendeu o santo e ele o castigou, mas como é a primeira vez que o Sr. vem ao bar vou resolver seu problema.
Chama todos os fregueses e pede para todos rezarem e fazerem uma corrente de orações. Enquanto todos rezam o braço do sujeito vai voltando ao normal.
Um velhinho vê tudo e fica espantado com a cena. Vai ao balconista e pede uma pinga, toma tudo de uma vez. O balconista pergunta:
- E pro santo??
O velhinho abaixa as calças, tira o pinto pra fora e diz:
- Ó pro santo!
O pinto dele endurece na hora. Ele tira um 38 do cinto e diz:
- Se alguém rezar aqui eu mato!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

O CACHORRO DO POLÍTICO


Em uma competição diferenciada, alguns profissionais estavam exibindo as habilidades de seus cães.
O engenheiro ordenou a seu cachorro:
— Escalímetro, mostre tuas habilidades!
O cãozinho pegou um martelo, umas tábuas e num instante construiu um casinha para cachorros. Todos admitiram que era um façanha.
O contador disse que seu cão podia fazer algo melhor:
— Bufunfa, mostre tuas habilidades!
O cachorro foi à cozinha, voltou com 24 bolinhos, dividiu os 24 bolinhos em 8 pilhas de 3 bolinhos cada. Todos admitiram que era genial.
O químico disse que seu cão podia fazer algo melhor:
— Óxido, mostre tuas habilidades!
Óxido caminhou até a geladeira, pegou um litro de leite, bananas, colocou tudo no liquidificador e fez uma vitamina. Todos concordaram que era impressionante.
O informático sabia que podia ganhar de todos:
— Megabyte, vamos lá!
Megabyte atravessou o quarto, ligou o computador, verificou se tinha vírus, redimensionou o sistema operativo, mandou um e-mail e instalou um jogo excelente. Todos sabiam que este era muito difícil de superar.
Todos olharam para o político e disseram:
— E seu cão, o que pode fazer?
O político chamou seu cão e disse:
— Deputado, mostre a eles tuas habilidades!
Deputado deu um salto, comeu os bolinhos, tomou a vitamina, fez cocô na casinha, deletou todos os arquivos do computador, armou a maior zorra com os outros cachorros, expulsou todo mundo, exibindo um título falso de propriedade e, em seguida, alegou imunidade parlamentar.
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 4 de julho de 2020

O PIANO, O PIANISTA E O CANTOR


Um homem entrou em um bar, sentou-se ao balcão e perguntou ao barman "Se eu impressionar você, posso tomar uma bebida grátis?" O barman disse que sim, então o homem enfiou a mão no bolso e pegou um piano minúsculo. Ele então pegou um camundongo e o colocou ao piano. O ratinho sentou-se ao piano e começou a tocar música. O barman ficou muito surpreso e deu uma cerveja ao homem. Em seguida, o cliente disse: "Se eu impressionar você ainda mais, posso tomar bebidas grátis pro resto  da vida?" O barman não pensou que isso fosse possível, e concordou. O homem então tirou um sapinho do bolso e o batráquio começou a cantar a música do piano.
O barman, incrédulo, disse ao homem que estava impressionado. Nisso, entra no bar um homem de terno e bengala, parecendo rico. Vendo o show dos bichos, ofereceu dois milhões de reais ao proprietário, que disse que não vendia o grupo porém vendia o sapinho por 500 mil. O cara rico concordou, pegou o sapo e saiu. O barman não podia acreditar que o dono tinha topado o negócio e disse: "Por que você vendeu o sapo?! Agora, não tem cantor!"
O proprietário riu e disse: "Não se preocupe, o rato é um ventríloquo".
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

QUAL É O SEGREDO?


Jorge, 88 anos, casou-se com Lúcia, uma linda mulher de 45 anos.
Como seu novo marido é bem mais velho, Lúcia decide que, depois do casamento, ela e Jorge deveriam ter quartos separados. Sua preocupação era o fato de que seu novo velho marido poderia se esforçar demais se passassem a noite inteira juntos.
Após as festividades do casamento, Lúcia se prepara para dormir e seu amado bate na porta.
A porta se abre e lá está Jorge, seu esposo de 88 anos, pronto para a ação. Eles se unem como um só.
Tudo corre bem, Jorge se despede de sua noiva e ela se prepara para dormir.
Depois de alguns minutos, ela ouve outra batida na porta do quarto, e era Jorge.
Mais uma vez ele está pronto para mais "ação". Um tanto surpresa, Lúcia consente.
Quando os recém-casados terminam, ele beija sua noiva, deseja boa noite e vai embora.
Ela está pronta para dormir de novo, mas, ah, você adivinhou - Jorge está de volta, batendo na porta e está tão vívido quanto um jovem de 25 anos, pronto para mais "ação".
E, mais uma vez, eles se divertem.
Mas quando ele se prepara para sair de novo, sua jovem esposa lhe diz: "Estou completamente impressionada que na sua idade você pode se sair tão bem e com tanta frequência. Eu estive com rapazes com menos de um terço de sua idade, mas você é realmente um grande amante, querido."
Jorge, um pouco envergonhado, olha para Lúcia e diz: "Você quer dizer que eu já estive aqui antes??"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Crônica: "A importância das coisas sem futuro" ... e outros causos


Por jornalista Tarcísio Matos
A importância das coisas sem futuro
Disse que se a gente ralar um jacaré (em ralador de milho, por exemplo), ele fica do tamanho duma lagartixa. Se aparar jumento com quicé ele se transforma num guaxinim. E se o caba liquidificar urubu, ele fica 'imprial um anum'. Aí eu disse que a sociedade protetora dos animais e a sociedade como um todo iam dar em cima, que ele podia ir pro xilindró. E Dermevaldo respondeu que foi só um sonho.
- Besta, eu tinha acabado de chegar duma panelada dançante no João XXIII.
"Se todos fossem iguais a vocês..."
O plantão do Dr. Jotinha tinha terminado fazia três horas, e ele ainda no hospital maior da municipalidade. No corredor, cuidava com desvelo incomum de paciente que chegara em mui graves condições. O carinho quase filial em acolhimento demais amoroso chamavam a atenção dos colegas.
Puncionando a veia do paciente com a dedicação de um mestre, colocava a máscara de oxigênio, pedia a presença de cardiologista, traumatologista, pneumologista, enfermeiros, rezadeira, corpo de bombeiros. Um colega vendo a dedicação diferente assaz do costumeiro, pergunta quem é o sinistrado. E o velho e bom Jotinha...
- É o atual marido de minha ex-mulher...
Cia. Docas
Eram primas, moravam 300 metros distantes, na localidade de Paulicéia. Doca de seu Firmino e Doca de Jeová. Uma, tia minha por parte de pai; a outra, por parte de mãe. E, interessante, tomavam conta de suas respectivas mamães. Uma e outra conhecidas por "Dona Doca". As "Docas da Paulicéia".
Um morador da Paulicéia por nome João, vizinho das duas senhoras, veio a Fortaleza e, a convite de um colega, foi conhecer o Porto do Mucuripe. Tudo muito novo para o matuto. A certa altura, o dito colega aponta para o prédio bonito das Docas e, pela primeira vez no lugar, João viu algo familiar. Fez conexões.
- Marrapaz! Eu não acredito no que tô vendo!
- O que, macho? - indagou o cicerone.
- Doca de seu Firmino e Doca de Jeová têm negócio por aqui!?!
O lado bom duma desgraça
Meu tio Zuca Piauiense descuidou e teve uma trombose - 'ramo'. Pressão sanguínea nas alturas, no ponto de ser medida por calibrador de borracharia. Ficou totalmente torto. Ou, como dizia tia Zilah, "guenzo, tadim". Afetou os dois pés, agora voltados pra dentro, dificultando sobremodo o andar linheiro. E tropeçava, caía...
Por acreditar que o milagre de Nossa Senhora dos Remédios iria curá-lo, largou a medicação e findou acometido de novo ataque. Desta feita, porém, como diz tia Zilah, um "AVC Cerebral Bom Pela Metade". AVC Bom Pela Metade? A resposta dela é a expressão do milagre de que falava tio Zuza:
- O pé esquerdo desentortou. Tô feliz. Agora, só falta o direito!
Um homem 'alto-sustentável'
Pêdo Ferrôi tem 1 metro e 90 centímetros. Acamado, e por conta da altura, tem grandes dificuldades de se levantar, movimentar-se. O filho, Junim Ferrôi, seu cuidador, sofre. Mas, como entrou há pouco na faculdade, aprendeu algo que muito lhe empolga e facilita a vida: os Modelos Sustentáveis de Desenvolvimento.
Tentando tirar o pai da rede e levá-lo ao banheiro, amargou dificuldades e... Diante do homenzarrão molenga, falou cheio de moral e detentor de conhecimento na área:
- Pai, o senhor já é alto. Agora, só precisa ser sustentável. Se sustente sozinho em pé, hômi! Seja alto-sustentável uma vezinha na vida!
Fonte: O POVO, de 9/08/2019. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

COVID-19: o futuro


Por Paulo Sérgio Arrais (*)
O mundo está de cabeça para baixo com o avanço assustador da Covid-19. As pessoas, os gestores e os sistemas de saúde foram pegos de surpresa. Enquanto as providências estão sendo tomadas para conter e atender a grande massa de infectados, outras pessoas se perguntam: Como será o futuro? Muitas lições já foram tiradas desse pandemônio.
A primeira, precisamos que nosso Sistema Único de Saúde (SUS) receba os aportes financeiros necessários para seu pleno funcionamento. A revogação da Emenda Constitucional 95, que retirou bilhões de reais dos serviços de saúde, é urgente. Retomar os investimentos na área da pesquisa (ciência e tecnologia). Com a pandemia vários países ficaram em situação calamitosa, na dependência de insumos oriundos de outros países. É importante garantir a manutenção permanente dos equipamentos hospitalares utilizados no diagnóstico de problemas de saúde e os que salvam vidas, como os respiradores mecânicos. É inadmissível que equipamentos de tal importância sejam encostados por falta de recursos para sua manutenção.
A segunda, diz respeito ao fortalecimento das políticas para o combate das desigualdades sociais, que incluem habitação e saneamento básico, pois sem água potável e rede de esgoto fica difícil promover as medidas de prevenção e controle de doenças infecciosas e parasitárias.
A terceira, mudanças urgentes dos hábitos de vida, principalmente dos mais jovens, pois se as pessoas idosas e com doenças crônicas são aquelas com maior risco de contágio e morte, faz-se necessário mudanças. Menos açúcar, gordura e sódio, mais atividades físicas e alimentação saudável.
As medidas de prevenção e controle foram impostas, mas não se restringem apenas ao uso de máscaras, higienização das mãos e distanciamento social. É necessário ter cuidado, entre outros, com a higiene da casa, do carro, dos equipamentos de uso comum. São aliados da limpeza e higienização: álcool gel 70%; álcool 70%; uso da mistura água e água sanitária; uso da água e sabão ou do detergente. Pelo visto, o futuro implica que nos reeduquemos naquilo que é básico: hábitos de higiene pessoal e doméstico. 
(*) Doutor em Saúde Pública e professor da UFC.
Fonte: Publicado In: O Povo, de 13/05/2020. Opinião. p.18.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

MÊS DO MEIO AMBIENTE


Por Artur Bruno (*)
O mês de junho é pródigo em datas ambientais. Dentre elas, os Dias Mundiais do Meio Ambiente, dos Oceanos e de Combate à Desertificação. Em todo mundo, governos avançam na preservação. Mas o Brasil segue o rumo inverso. Ao assumir, Bolsonaro inclusive cogitou extinguir o Ministério do Meio Ambiente. No Ceará, e em outros estados, um movimento suprapartidário defendeu a pasta. A manutenção, porém, não foi um alento para nossa natureza.
O ministro Ricardo Salles tem outros interesses. O desmatamento na Amazônia passou de 10 mil km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). É um aumento de 34,4% em relação ao período anterior. É 2º maior aumento percentual já registrado no bioma, ficando atrás somente de 1995.
A pandemia também expôs a desigualdade no País. Bolsonaro desmontou a estrutura de políticas assistenciais existentes, atingindo em cheio povos e comunidades da floresta. O presidente endossa o discurso que o Brasil possui áreas de conservação e terras indígenas "em excesso". Que o diga o desmantelamento dos órgãos ambientais, como o Ibama e o ICMBio.
Fico feliz em informar que o Ceará caminha na contramão deste descaso. Nosso desmatamento da mata atlântica é o menor do Brasil, segundo a ONG SOS Mata Atlântica e o Inpe. Os parques estaduais do Cocó e Botânico, além da Reserva da Vida Silvestre Periquito da Cara Suja viraram postos avançados da mata atlântica brasileira.
Estamos ampliando nossas Unidades de Conservação (UCs). Além da regulamentação do Cocó e a ampliação da Área de Proteção Ambiental do Ceará-Maranguapinho, foram criadas as Áreas de Relevante Interesse Ecológico do Cambeba e da Fazenda Raposa, além da Revis Periquito da Cara Suja. Mais cinco UCs serão criadas até o final do governo Camilo Santana.
Estas ações, somadas a um intenso programa de florestamento e reflorestamento de áreas degradadas e investimento em geração de energia por métodos renováveis - eólica e solar - mostram um Ceará que trilha um caminho de boa convivência com nossos biomas. 
(*) Secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMA) do Estado do Ceará. Sócio do Instituto do Ceará.
Fonte: Publicado In: O Povo, Opinião, de 23/6/20. p.16.

ECONOMIA DE GUERRA NA PANDEMIA


Por Lauro Chaves Neto (*)
A pandemia da Covid-19 tem gerado uma demanda gigantesca por atendimento, aparelhagem médica e também por medidas para reduzir a propagação do contágio. O isolamento social e a suspensão de atividades econômicas, ao reduzirem o consumo e a oferta de bens e serviços, afetam profundamente a economia.
A suspensão das atividades econômicas atinge milhares de pessoas que estão perdendo suas fontes de renda e entrando em situação de vulnerabilidade social. Assim, é imprescindível que o governo auxilie financeiramente as pessoas que perderam suas rendas, caso do auxílio emergencial. Ao mesmo tempo, essas medidas também precisam garantir que empresas e empreendedores não sejam colapsados, permitindo a continuidade dos seus negócios após a pandemia.
Os movimentos realizados durante e após a Segunda Guerra Mundial são conhecidos como economia de guerra e são caracterizados pela centralização do planejamento econômico no governo. A ação enérgica pública é fundamental, pois o mercado leva um tempo para responder às demandas causadas por um cenário de guerra. Essa demora pode causar perdas materiais e econômicas alarmantes e, até mesmo, perdas de vidas.
Diante deste cenário de elevada demanda por investimentos em saúde e por ajustes econômicos, governos têm encarado a conjuntura como um momento de guerra. Já nas empresas, a economia de guerra se refere à adequação que permita a reconstrução no cenário pós-crise, paralelamente cada família também necessita fazer profundos ajustes nos seus hábitos de vida e padrões de consumo.
Alguns países estão tentando aumentar a produção de equipamentos médico-hospitalares, esse processo, ligado a tempos de exceção, é chamado de reconversão industrial ou reconversão produtiva.
As atuais ações demonstram uma das principais diferenças entre uma pandemia e uma guerra. Se, em uma guerra, os governos buscam usar todos os recursos para ajudar na produção de comida, roupas, armas e munições; em uma pandemia, esse esforço é feito para, simultaneamente, fortalecer os sistemas de saúde e criar uma rede de proteção social e empresarial. 
(*) Consultor, professor doutor da Uece e conselheiro do Conselho Federal de Economia.
Fonte: O Povo, de 11/5/20. Opinião. p.28.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Defesa de Memorial para Professor Titular de Farmácia da UFC de Paulo Arrais

Flagrante da abertura da defesa, por videoconferência, do memorial do farmacêutico Paulo Sérgio Dourado Arrais. (Foto cedida por Prof. Paulo Arrais).

Aconteceu na manhã da quarta-feira (24/06/20), por meio de videoconferência, na Universidade Federal do Ceará, a Defesa de Memorial, seguida da avaliação de desempenho, para a promoção funcional da classe de professor associado 4 para Professor Titular do Departamento de Farmácia, da Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem da UFC, na área de Farmácia.

Flagrante do término da defesa, por videoconferência, do memorial do farmacêutico Paulo Sérgio Dourado Arrais. (Foto cedida por Prof. Paulo Arrais).

A Comissão Especial Julgadora, composta pelos Profs. Drs. Marta Maria de França Fonteles, Helena Lutéscia Luna Coelho, Selma Rodrigues Castilho e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, sob a presidência da primeira, e secretariada pelo professor Said Gonçalves da Cruz Fonseca, aprovou o Memorial apresentado pelo professor doutor PAULO SÉRGIO DOURADO ARRAIS.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

COMO SERÁ O MUNDO DEPOIS DESTA EPIDEMIA?


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
…Após a atual pandemia, pode ser que surjam duas ações positivas, uma no campo preventivo, a vacina, e o outra permitindo que, quando surgir um novo vírus, as pessoas sejam capazes de testá-lo em casa, como se faz com a urina para o teste de gravidez ou outra secreção nasal, ocular ou oral…
Muitos estão falando e escrevendo sobre como será o mundo após esta epidemia do coronavírus-19. Minha esperança é de que até a segunda metade de 2021 instalações em todo o mundo estejam fabricando a vacina. Para não ir muito longe na história, depois da pandemia da gripe espanhola, que ocorreu após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o Homo sapiens nada mudou. Não entendo como existem tantas esperanças de mudanças…
Após a atual pandemia, pode ser que surjam duas ações positivas, uma no campo preventivo, a vacina, e o outra permitindo que, quando surgir um novo vírus, as pessoas sejam capazes de testá-lo em casa, como se faz com a urina para o teste de gravidez ou outra secreção nasal, ocular ou oral.
Além dessas duas possíveis ações, dois outros avanços médicos surgirão da pandemia. Um será no campo do diagnóstico, através de um teste. Os pesquisadores poderão ter esse teste pronto dentro de alguns meses após a identificação de uma nova doença.
O bilionário Bill Gates acredita que o mundo deve aprender com a batalha contra o vírus ebola para se preparar para uma guerra contra uma possível doença fatal e global, contando, para isso, com a ajuda de novas tecnologias: “Um patógeno ainda mais difícil (que o ebola) poderia surgir: uma forma de gripe, de Sars ou um vírus nunca visto. Nós não sabemos se isso vai acontecer”.
…Os anos após 2021 podem se parecer com os anos após 1945. Mas a melhor analogia para hoje pode ser o 10 de novembro de 1942; a Grã-Bretanha acabara de ganhar sua primeira vitória terrestre na guerra e Winston Churchill declarou em um discurso: “Este não é o fim. Não é nem o começo do fim. Mas é, talvez, o fim do começo.”…
Diante dessa previsão estamos suficientemente prontos? Uma maneira de se preparar seria aliciar soldados sanitários e médicos militares a serem treinados para responder rapidamente a emergências de saúde. Tal preparação não seria muito diferente da forma como preparamos nossos armamentos de defesa em fortalezas, quartéis, navios, aviões, bases militares.
Mas nesse caso o inimigo não deterá armas atômicas ou mísseis. O inimigo, ao invés de ser um hacker cibernético, será um hacker biológico, criará vírus sintéticos cada vez mais difíceis de vencer por driblarem nossas defesas, micro-organismos cada vez mais sofisticados ou mesmo algum espécime não controlável por vacinas.
Pensamos que a morte é algo distante, que jamais vai nos pegar. A história não segue um curso definido. As pessoas tomam a direção que escolhem e podem entrar numa curva errada. Os anos após 2021 podem se parecer com os anos após 1945. Mas a melhor analogia para hoje pode ser o 10 de novembro de 1942; a Grã-Bretanha acabara de ganhar sua primeira vitória terrestre na guerra e Winston Churchill declarou em um discurso:Este não é o fim. Não é nem o começo do fim. Mas é, talvez, o fim do começo.” E ele estava certo.
Tomara que também nós possamos em breve dizer o mesmo quanto à pandemia.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE), da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES) e da Academia Recifense de Letras. Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

segunda-feira, 29 de junho de 2020

O QUE A PANDEMIA NOS ENSINA


Por Pe. Eugênio Pacelli SJ (*)
A Páscoa foi diferente. Com silêncio povoado de nomes, dores de tantos próximos a nós. Todos atingidos pelo vírus que modificou agendas e ordem mundial.
Semeia morte e crise econômica que afeta e golpeia, especialmente os mais pobres. Há uma crise ética, que deixa descoberto o afã de líderes inescrupulosos que buscam o próprio interesse, à custa da vida e bem-estar de uma maioria.
O que aprendemos com tudo isso? Primeiro, a finitude da existência humana. Não somos deuses, nem autossuficientes. Apesar de estarmos no topo da pirâmide da evolução, não somos "todo-poderosos" e não temos todas as respostas. Somos fracos, frágeis e indefesos e precisamos aprender a lidar com nossas fraquezas.
A vulnerabilidade nos faz sentir unidos em uma realidade comum. Há um processo de mudança da mentalidade individualista para uma consciência coletiva. Pouco a pouco, se reconhece que vivemos em uma casa comum e que nossas ações têm impacto sobre os outros, onde "cuidar de mim implica cuidar dos outros". Precisamos uns dos outros para expressar afeições, cuidados e compartilhar medos.
A pandemia deu a oportunidade de exercitar a paciência para dialogar com nossos próprios limites, e assim sermos humildes e pacientes para com os outros. O que acreditávamos ser insubstituível, urgente, não era tanto. Paciência para respeitar o ritmo, o tempo de si e dos outros.
A pandemia questiona, desafia e fortalece a fé. A escala de valores e a fé mudou para muitos. Com os pés no chão e os olhos voltados para o alto vamos descobrindo as pegadas de Deus na fraqueza, na impotência, acreditando que, através da cruz de tantos filhos, Deus revela-se como proximidade e esperança.
Quando estamos atentos, percebemos os sinais da ação de Deus em cada detalhe: na atuação dos profissionais de saúde, que estão na linha de frente, nos curados que voltam para casa, nos bebês que nascem trazendo vida e esperança, nas ações de solidariedade que vemos por toda parte. Há bondade no ser humano, o amor é mais forte que a morte.
Aprendizados a não esquecer, quando o medo voltar a desmoronar nossos sonhos. 
(*) Sacerdote jesuíta e mestre em Teologia.
Fonte: O Povo, de 6/6/2020. Opinião. p.16.

SÃO FRANCISCO DE ASSIS


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
São Francisco de Assis nasceu em 1181, em Assis de Francesco, converteu-se ao cristianismo em 1206, renunciando aos bens paternos e iniciando uma vida de pregação do evangelho. A forma da mensagem e do estilo de vida e de apostolado de Francisco causou, num primeiro momento, perplexidade aos seus contemporâneos. Com certeza, Francisco analisou e debateu a religião, a civilização e a sociedade, observando os valores espirituais e materiais. Sempre valorizou o diálogo, principalmente, mediante as palavras simples, o amor de Deus, a caridade, a cautela nos julgamentos, a firmeza nas resoluções, a fidelidade nas obrigações, a humildade e a sabedoria. Segundo Jacques Goff, um dos biógrafos de Francisco, “A fraternidade franciscana, a consagração à pobreza e uma liderança dinâmica alternando a solidão e a inserção social a partir da pregação nas cidades de Úmbria o fixaram como uma das mais cultuadas figuras religiosas do Ocidente”. Ainda de acordo com Le Goff, São Francisco seria o santo mais moderno da Igreja por defender a ecologia, o anticonsumismo, a simplicidade, a liberdade de espírito, sendo um feminista de primeira hora na relação com Santa Clara e a ordem das clarissas. Por outro lado, entendia que a liberdade devia ser acompanhada pela solidariedade e pela responsabilidade, pois um ser humano vale o que ele é aos olhos de Deus e nada mais. Realmente, São Francisco sempre desenvolveu e estudou uma proposta de paz, o que é visível em sua conhecida oração: “Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz”. Acredito que, se fizéssemos uma análise do conteúdo da oração teríamos um mundo melhor, onde a solidariedade e o amor ao próximo prevaleceriam. É por isso que chamamos essa oração de ecumênica, ou seja, não se conflita com nenhuma outra religião. Diante do exposto, podemos observar, quem tem mente para pensar, pense!
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 5/6/2020.

domingo, 28 de junho de 2020

O DINHEIRO AMASSADO

Com uma voz muito sedutora, a mulher perguntou ao marido: "Você já viu vinte reais amassados?"
"Não", disse o marido.
Ela lhe deu um sorrisinho sexy, desabotoou os três primeiros botões da blusa, enfiou a mão no decote onde aparecia um sutiã macio e sedoso e tirou uma nota de vinte reais toda amassada.
Ele pegou os vinte reais amassados dela e sorriu com aprovação.
Ela então perguntou a ele: "Você já viu cinquenta reais amassados?"
"Uh ... não, nunca vi”, disse ele, com um tom de voz ansioso.
Ela deu outro sorriso sexy, levantou a saia e tirou da calcinha rendada uma nota de cinquenta reais amassada.
Ele pegou a nota de cinquenta dólares amassada e começou a respirar um pouco mais rapidamente, ficando empolgado.
Agora”, ela disse, “você já viu 50.000 reais totalmente amassados?
"Nunca!" ele disse, obviamente ficando ainda mais excitado, ao que ela respondeu ...
"Dê uma olhada na garagem."
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

LANCETANDO A CLOROQUINA


Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Das Academias Cearenses de Medicina e de Saúde Pública
Em 22/05/2020, a revista The Lancet publicou o artigo: “Hydroxychloroquine or chloroquine with or without a macrolide for treatment of COVID-19: a multinational registry analysis”, assinado por Mandeep R Mehra, Sapan S Desai, Frank Ruschitzka e Amit N Patel, que firmou a conclusão de que não fora possível ratificar um benefício da hidroxicloroquina (HCQ) ou da cloroquina (CLQ), quando usadas, isoladamente ou associadas com um macrolídeo, nos desfechos hospitalares do tratamento da Covid-19. Ademais, segundo os seus autores, cada um desses esquemas terapêuticos foi relacionado com a redução da sobrevida e o aumento da frequência de arritmias ventriculares, resultando em substantivo incremento da taxa de letalidade por Covid-19.
De pronto, como consequência dessa publicação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou a retirada de CLQ/HCQ dos braços comparativos de um grande estudo multicêntrico por ela avalizado. A repercussão de tal decisão afetou duramente muitos ensaios clínicos randomizados em andamento, conduzidos por pesquisadores e instituições independentes, que passaram a ter dificuldades no recrutamento de sujeitos de pesquisa, uma vez que, sendo estudos do tipo duplo-cego, os pacientes temiam ser alocados em grupos que faziam uso de CLQ/HCQ, o que poderia resultar em malefícios e sem benefícios.
A publicação da Lancet foi alvo de severas críticas por suas graves falhas metodológicas na tentativa de construção de uma metanálise. O trabalho em foco, embora contivesse supostamente um “n” bastante elevado, era uma revisão sistemática baseada em estudos observacionais. Os vícios de seleção, de aferição e de confusão eram patentes, comprometendo o delineamento e a análise do estudo.
Claro está que o pseudo-estudo não cumpriria as regras da Critical Appraisal Topics (CATs), uma técnica da epidemiologia clínica e da medicina baseada em evidências para analisar os artigos científicos e não mereceria ter sido publicado em periódicos científicos, que adotem rígidos critérios de avaliação dos “papers” submetidos.
A rapidez da publicização, considerando o intervalo decorrido a partir da submissão, diferentemente do largo tempo que usualmente se decorre para os autores verem seus artigos publicados, leva a crer que o estudo de Mehra et al. não deva ter sido alvo de avaliação de pareceristas ou de revisão por pares, tendo, talvez, a sua aprovação limitada ao conselho editorial ou, quiçá, uma decisão monocrática do editor-chefe de The Lancet.
O mais pungente viés do artigo mencionado, porém, foi a recusa da abertura do banco original dos dados, da parte da empresa detentora do “bigdata”, para uma auditoria externa independente, sob a alegativa de existirem cláusulas de confidencialidade com os seus fornecedores, pairando dúvidas quanto à qualidade e à integridade dos dados, e até suscitando a desconfiança pública de que a pesquisa não passava de uma tentativa de burla científica.
Diante da avalanche de críticas ao trabalho, reconhecidamente eivado de falhas, três dos seus autores, antecipando-se a uma sentença de exclusão editorial que seria mais desastrosa cientificamente para eles, apresentaram uma solicitação de retratação à revista, que foi acolhida, redundando em “despublicação” do vexaminoso artigo, ao cabo de duas semanas.
Ato contínuo, a OMS revisou o seu procedimento anterior, revogando o veto que fizera à inserção de CLQ/HCQ na pesquisa que patrocinava, reintroduzindo esses medicamentos nessa investigação.
A revista The Lancet, que em 2024 completará 200 anos de edição ininterrupta, deu guarida em suas páginas, em 1998, ao artigo que associou o uso de vacinas à ocorrência de autismo. Com essa publicação a The Lancet prestou um desserviço à Saúde Pública ao oferecer um suposto alicerce científico aos grupos que se opõem à vacinação. O pesquisador principal, que assumiu a autoria do artigo, teve a sua licença médica cassada no Reino Unido e a revista somente se retratou do seu grave equívoco em 2010.
Lembre-se ainda que The Lancet foi uma das cinco revistas médicas de notória acreditação que foram objeto de análise crítica conduzida por Sackett et al., da McMaster University, na década de 1980, cujo resultado desse estudo apontava que cerca de metade dos trabalhos publicados nesses periódicos tinha graves erros metodológicos que comprometiam a validade dos seus artigos.
Um desdobramento desse impactante estudo foi a conscientização dos editores de revistas médicas para aprimorarem o processo de avaliação dos artigos submetidos que passaram a ser apreciados com maior apuro e rigor científico dos revisores e dos conselhos editoriais.
As revistas médicas, em geral, lograram ter uma melhor qualidade, mas, às vezes, os editores são displicentes e deixam passar trabalhos com falhas metodológicas que os revisores não perceberam a tempo. A urgência em publicar um tema candente, a exemplo da presente pandemia da Covid-19, e de se antecipar a outros veículos pode estar no fulcro da tomada de decisão equivocada da revista The Lancet.
Agora, ao intentar erroneamente lancetar a cloroquina e a hidroxicloroquina, o vetusto periódico médico deixou cair o bisturi no seu hálux, como quem dá um tiro no próprio pé ou, como queira, dito de outra forma, o tiro saiu pela culatra, e assim foi mais do que chamuscado no aludido episódio, com perda de credibilidade científica, a ser aferida em cancelamentos, ou mesmo de não renovação, de assinaturas dos seus leitores e das bibliotecas institucionais, ou na baixa no número de acessos e de citações computadas na “Web of Science”.
Isto posto, é bem possível que The Lancet tenha que se reinventar, para recuperar a credibilidade perdida e, em um futuro distante, venha a ressurgir, como uma fênix emergindo das cinzas, portando sagradas e reluzentes lanças.
Não convém mais polemizar tanto no momento, uma vez que, apesar dos estragos iniciais do malfadado artigo, e das acerbas discussões subsequentes, com acalorados embates, contaminados por questões ideológicas e por interesses econômicos subalternos, a validação do teor e dos achados do estudo em tela, que fulminavam a CLQ/HCQ, está sepultada, mas deveria antes ter sido cremada, coibindo a possibilidade de ressurreição extemporânea dessa validez científica.
É oportuno relembrar que CLQ/HCQ, além de baratos, são medicações de primeira linha contra a malária, endemia que atinge vastas regiões do mundo, e de comprovada utilidade em outras doenças reumáticas, estando em uso, com quebra de patentes, há muitos e muitos anos.
Há vários grupos que estão se debruçando nessa questão. Ao impingir um risco adicional de problemas cardíacos e um excedente de mortes, o trabalho de Mehra et al. traria um dano irreparável à luta global contra o paludismo e privaria incontáveis pacientes da reumatologia de ter os benefícios do uso de CLQ/HCQ.
Por prudência e comedimento, é melhor esperar o desfecho da metanálise da Cochrane Collaboration, ora em andamento, sobre o tratamento da Covid -19, para se elucidar se, de fato, CLQ/HCQ são eficazes e efetivas contra essa virose, ou ainda se há alternativas de tratamento mais adequadas para debelar a premente pandemia que hoje assola a humanidade.
* Publicado: Jornal do médico digital, 1(2): 50-2, junho de 2020. (Revista Médica Independente do Ceará).

sábado, 27 de junho de 2020

Piadinhas pequenas para uma diversão muito grande!

Um homem vai ao Sábio Mágico para lhe pedir que removesse uma praga que lhe foi rogada no passado.
O Sábio Mágico disse: “Talvez, mas para isso eu preciso saber que palavras foram usadas para lhe rogar essa praga”.
E o homem repete: "Eu vos declaro marido e mulher..."
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Um cavalo chega a um bar na cidade do interior e fala: "Por favor, coloca uma dose de uísque". O dono do bar, impressionado, faz o que ele pede. O cavalo toma o uísque e pergunta: "Quanto é?"
"Vinte reais", diz o dono, que continua: "Olha, é a primeira vez que vejo um cavalo falar e tomar uísque".
E o bicho relincha e responde: "E vai ser a última! 20 reais por um uísque falsificado? Eu sou cavalo, mas não sou burro!"
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Uma loira liga para o atendimento de uma companhia aérea e pergunta: “Quanto tempo exatamente leva um voo de Belo Horizonte a Porto Alegre?”
Só um minutinho”, diz a atendente.
“Obrigada”, diz a loira, desligando o telefone.
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Dois homens discutiam valores familiares, casamento e vida íntima.
Um deles fala: “Eu não dormi com a minha esposa antes de casar. E você?
O outro: “Não lembro, qual mesmo é o nome da sua esposa?
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Um menino perguntou ao pai: “Pai, de onde saiu minha inteligência?
O pai respondeu: “Filho, deve ter saído da sua mãe, porque eu ainda tenho a minha!
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Pedro: Minha mulher me fez acreditar em religião.
João: Sério?
Pedro: Sim, antes dela eu não acreditava no Inferno! 
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.
 

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