domingo, 23 de fevereiro de 2020

COMPRANDO A FANTASIA DE CARNAVAL


Um homem careca, usando uma muleta, entra em uma loja de fantasias no centro da cidade e diz ao atendente:
- Olá. Eu preciso de uma fantasia para ir ao baile de carnaval.
- Pois não! Temos várias. Essa aqui de pirata é lindíssima, inclusive vai disfarçar a sua muleta e a sua careca!
- Interessante! Quanto custa?
- 380 Reais!
- Caramba! Não tem uma mais baratinha?
- O senhor pode ir fantasiado de monge. Esse hábito franciscano lhe cairá perfeitamente.
- Quanto custa?
- 120 Reais!
- Caramba! Não tem uma mais baratinha?
- Que tal essa fantasia de surfista? Um bermudão, uma camiseta, óculos escuros...
- Quanto custa?
- 40 Reais!
- Caramba! Não tem uma mais baratinha?
Nesse momento, o atendente ficou nervoso, se dirigiu ao interior da loja e voltou com um pote na mão.
- Toma aqui, são três Reais!
- O que é isso?
- É calda de caramelo. Você despeja na cabeça, enfia a muleta onde achar melhor e sai fantasiado de maçã do amor!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

PIADA DE SOGRA


No hospital, o médico chega para o homem que está há horas na sala de espera e diz:
– Tenho uma péssima notícia para lhe dar. A cirurgia que fizemos em sua mãe...
O homem interrompe:
– Não, doutor! Ela é minha sogra
O médico...
– Nesse caso, então, eu tenho uma ótima notícia para lhe dar...
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

COMO PODEMOS SAIR DO INFERNO?


Três caras vão para o inferno e acabem ficando bem chateados.
"Certamente não fomos tão ruins assim", comentam entre si. "Tem que haver algo que possamos fazer para sair daqui."
Satanás aparece de repente e diz “Ah, mas existe! Aguente dez chicotadas do meu fiel chicote aqui e você está livre para ir. Eu até deixo você escolher algo para cobrir suas costas
Os homens soltaram um grito de alegria. “Não deve ser tão difícil!
O primeiro cara se aproxima e observa seu entorno. Finalmente, ele escolhe um pedregulho robusto para colocar em suas costas. "Pronto", diz ele.
Satanás levanta o chicote e grita: "UM!"
XABLAU
O pedregulho imediatamente se divide ao meio.
Ah, de jeito nenhum. Vamos esquecer.” Diz o primeiro homem. "Eu vou ficar".
Satanás sorri e pergunta: "Quem é o próximo?"
O segundo cara se aproxima e, sem pegar nenhuma proteção, entra em posição.
"Você tem certeza disso?", pergunta Satanás, ao que o homem responde:
Eu treinei minha mente e corpo para ignorar qualquer dor desnecessária. Eu não preciso de proteção. "
"Como preferir, amigo." Satanás levanta o braço e grita: "UM!"
XABLAU
O homem recua um pouco, a dor é evidente, mas ele permanece de pé.
Satanás fica visivelmente aborrecido. Ele levanta o braço novamente e grita: "DOIS!"
XABLAU
Novamente, o homem permanece em pé, até o décimo chicote.
O homem se levanta, cansado, mas feliz. Satanás parece furioso e diz: “Tudo bem, bom trabalho, eu acho. Você, terceiro cara, você é o próximo. O que você vai escolher para cobrir as costas? "
O terceiro homem observa o que está ao seu redor, coloca os olhos em sua escolha e diz: "Vou escolher o segundo cara".
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

ONDE ESTÁ DEUS?


Um casal tinha dois filhos, de 8 e 10 anos de idade, que eram extremamente travessos. Eles sempre se metiam em encrencas e seus pais sabiam que se alguma coisa estava errada em sua cidade, seus filhos certamente estavam envolvidos.
A mãe ouviu dizer que o padre da vila era ótimo em disciplinar crianças, e pediu que ele falasse com seus filhos. O padre aceitou, mas queria conversar com os meninos separadamente, de modo que a mãe enviou o menor primeiro.
O padre era um homem enorme, com uma voz profunda. O menino estava sentado na frente dele e o padre perguntou, seriamente:
"Onde está Deus?"
O menino engasgou, mas não respondeu, apenas ficou sentado com os olhos arregalados.
Então o padre repetiu a pergunta em um tom ainda mais grave:
"Onde está Deus?"
Mais uma vez o menino não respondeu.
Então o padre aumentou sua voz ainda mais, balançou o dedo no rosto do menino, e gritou:
"Onde está Deus?!"
O menino deixou a sala gritando, correu para casa e se escondeu no armário, batendo a porta. Quando seu irmão o encontrou lá dentro, perguntou:
"O que aconteceu?"
O irmão mais novo, recuperando o fôlego, respondeu:
"Agora sim estamos ferrados! Alguém sequestrou Deus e eles acham que foi a gente!"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

AOS VIVOS: "Bunina"


Bunina

Asseverou que não carecia eu plantar todas aquelas mudas, quando eu quisesse sentir o cheiro da Bunina era só vir ao seu jardim. Foi a primeira frase dele que senti certa intenção de me dar uma lição; não uma lição de mestre culto, universidade, desses cheios de empáfia e poses; mas, sim, lição de vida, cálida, sempre cercada de gestos e cuidados. Concluí que não devemos querer tudo, muitas vezes pedir emprestado até dá motivo para uma boa prosa.
Logo que entrei em sua cozinha já sorvi o cheiro do café, que me inundou os pulmões, chegando rápido até o coração. Em cima da mesinha ao lado da rede uma Bíblia de Jerusalém vermelha e um livrinho de religião oriental. No canto da sala, uma vela acesa dentro de meia garrafa plástica de refrigerante.
Certo que ele, viúvo convicto, sempre se saía com uma frase, palavrinha que fosse com sentido mole, querendo ser verdade por trás da boca enrugada. Fui aprendendo, aos poucos, a tirar o leite da cabra, a escutar o besouro mangangá no tremido da cerca de madeira quase apodrecida.
Dia desses foi mais direto, quase aconselhando: "Na vida, temos que fazer as coisas sem pressa, viu, Candinha!?" - falou para uma amiga mas olhando com um dos seus muitos olhos para mim. Sem qualquer arrogância, essa espécie orgulhosa de superioridade que, muitas vezes, a idade avançada vai pregando em nós, ficou como que esperando uma interferência minha na suposta conversa. "Mas sempre devagar?", resolvi inquirir em meio a um sorriso maroto, não querendo ser explicitamente irônico, que era para não contrariar o amigo tão gentil. Filosofia que aprendi com meu falecido pai: nunca contrariar alguém mais velho, sempre contrariar alguém mais novo.
Coloquei a sentença singela no meu matulão e passei a semana pensando nela. A frase caberia com perfeição a mim, que fui sempre um "marcha lenta", "devagar-quase-parando"... Ou, como diz minha mãe Eugênia: um "imaginário".
Nem digeri direito sua sentença aparentemente simples e ele já me tascava outra, desta vez já claramente estabelecendo comigo um diálogo meio estranho, eu tentando decifrar seus ensinamentos de vida, querendo me passar mais e mais outros. Vezes até evito passar rente à mureta de seu belo jardim. Verdades - às vezes - se tornam fardos, pesam em nossos ombros... Mas isso já sou eu quem diz, procurando um ouvinte invisível. Acho que me viciei em lições de vida, em verdades camufladas nas frases singelas, principalmente ditas por pessoas mais velhas...
Basta passar em sua calçada, sentir o cheiro doce da Bunina, para que eu já fique imaginando sua respiração pausada: "Acredite em tudo, meu filho, até em horóscopo de jornal"; então olho desconfiado na direção da casa singela, balanço ligeiro a cabeça, tentando afugentar o restinho da frase, mas resvala ainda nos ouvidos um "faz bem" conformado.
Culpa de meu anfitrião, que nos dias difíceis de hoje ainda encontra tempo para me surpreender com palavras: "Meu filho, reze para seus inimigos!". Vendo meu espanto, dando um tempo para que eu bebesse ao menos dois goles do seu ótimo suco de maracujá, me segredou com olhos arregalados, como se decifrasse um vocábulo óbvio de uma palavra-cruzada: "Assim, eles te deixarão em paz!".
Fonte: O POVO, de 28/03/2019. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

EDUCAÇÃO: o máximo valor


Por José Jackson Coelho Sampaio (*)
Por volta do século X, as elites da aristocracia e da Igreja Católica, sobretudo esta, como vanguarda socioeconômica e cultural, criaram a Universidade. A consciência da complexidade econômica, diplomática e geopolítica do momento exigia gestão e decisão baseadas em conhecimento, não mais em intuição, improviso, pensamento mágico, crença formal. Essa criação é raiz da sociedade que somos hoje.
Quando vários movimentos políticos contestatórios varrem a Europa na transição do século XVIII para o XIX, a educação evidencia-se como base do desenvolvimento econômico, da democracia e da cidadania, esta última sem a qual as anteriores não se poriam em pé. Surge a consigna: sem, no mínimo, quatro anos de escolaridade fundamental, garantidos pelo Estado, ninguém é cidadão, portanto, não haveria democracia.
O valor da educação como garantia do desenvolvimento passa, gradativamente, a ser consenso civilizado, até sua captura também como mercadoria, commodities, no século XX, gerando grandes e pequenas empresas do serviço educação. As reformas norte-americanas dos anos 1950 são a raiz contemporânea da compra e venda do ensino, hoje com presença nas bolsas de valores.
Do consenso histórico acumulado - educação tem máximo valor de uso e de troca - emerge, abruptamente, a questão: de qual educação estamos falando? A pública e gratuita, com valor de produção de conhecimento desinteressado e de cidadania? A privada e comprada, com valor de mercado? Educação emancipadora e crítica? Educação adestradora e instrumental?
São terríveis as contradições que a sociedade brasileira vive hoje, entre pobreza e riqueza, misturadas de modo perverso; entre atraso e progresso, misturados de modo perverso; e entre autonomia criadora e submissão reacionária, misturadas, até burlescamente, de modo perverso.
De qual educação necessitamos? A que emancipa e faz crescer os indivíduos e a sociedade, respeitando democraticamente a pluralidade de ideias. Pois somente aí atingiremos o máximo valor real. Estado, sociedade e mercado, em equilíbrio pactuado pela ética do bem-estar social, responsáveis pelas garantias democráticas e pelo processo civilizatório, assumem os projetos fundantes: segurança, saúde e educação.
(*) Professor titular de Saúde Coletiva e Reitor da Uece.
Fonte: Publicado In: O Povo, Opinião, de 27/1/20. p.17.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

A LONGA ESPERA DOS MÉDICOS DO CEARÁ


Por Heitor Férrer (*)
É de comum entendimento que o Plano de Cargos, Carreiras e Salários - PCCS é uma importante ferramenta para a valorização do trabalhador e bom desempenho de suas atividades. Sua correta elaboração e aplicação produz impacto significativo na qualidade final do trabalho desenvolvido. No Ceará, médicos servidores do Estado, profissionais imprescindíveis para a boa assistência à saúde pública da população, aguardam há onze anos a implantação de todos os pontos estabelecidos pelo PCCS da categoria.
A matéria foi regulamentada pela lei nº 14.238, sancionada em 10 de novembro de 2008, e estabelece as gratificações e níveis aos quais os médicos devem ser submetidos. Esses profissionais enfrentam, desde então, questões como defasagem salarial, a ausência de ascensão funcional e a falta de enquadramento profissional, estando por todo esse espaço tempo sem receber suas devidas progressões e reajustes. Uma demonstração de profundo desrespeito por parte do governo estadual não somente aos médicos, mas também aos usuários do sistema público de saúde e ao Parlamento cearense que aprovou a matéria.
Hoje, um médico da rede estadual, com 35 anos de serviço, se aposentando, recebe R$ 5.291,00 por mês. Valor afrontoso à atividade fim exercida pela categoria e sua importância para a sociedade. Como conceber que o Estado que canta em verso e prosa o seu bom desempenho econômico e ressalta seu crescimento perante à economia nacional não consiga estender aos seus servidores e à sua população os impactos positivos desses resultados?
A conta é simples. Melhorar as condições de trabalho e o reconhecimento ao serviço prestado ao Estado pela categoria através da efetiva implantação do plano de cargos é melhorar a qualidade da assistência médica ao cearense dependente do sistema público de saúde. Concedemos nosso mandato e a nossa voz na Assembleia Legislativa a esses profissionais, para que tenham seus direitos garantidos e possam atuar de forma cada vez mais eficiente no atendimento à população. 
(*) Médico e Deputado estadual (Solidariedade).
Fonte: Publicado In: O Povo, de 26/12/2019. Opinião. p.16.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Palestra: DIVINA COMÉDIA


A Diretoria da Faculdade Católica de Fortaleza (FCF) convida para a Palestra DIVINA COMÉDIA de Dante Alighieri, que será pelo Dr. André Bastos Gurgel.
André Gurgel é advogado, com Especialização em Direito Previdenciário e em Direito Trabalhista, e cursa Doutorado em Direito Constitucional na Universidade de Buenos Aires-Argentina. É professor, intérprete e tradutor de algumas línguas modernas e estudioso de idiomas clássicos: latim, sânscrito e grego antigo. É docente efetivo da Faculdade Rodolfo Teófilo.
Local: Auditório da FCF.
Rua Ten. Benévolo, 201, Bairro Centro, Fortaleza. Telefone: 3453-2150.
Data: Dia 19 de fevereiro de 2020 (quarta-feira) Horário: 19 horas.
Investimento: entrada franca.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

POLÍTICA ECONÔMICA


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
O pensamento econômico, ao longo do tempo, apresentou modificações significativas. Escolas como a Mercantilista, a Clássica, a Marxista, a Neoclássica, a Keynesiana, a Liberal, dentre outras, mostraram a importância da Filosofia e da Matemática. Sem dúvida, em todas as Escolas, destacaram-se as bases filosóficas objetivando o entendimento da realidade. Já a Matemática foi utilizada com vistas a investigar relações abstratas e lógicas. Com certeza, o progresso econômico e a conscientização das pessoas motivaram o surgimento de teses na área econômica, abrangendo, também, conceitos de ordem política e social. Cientistas e estudiosos como Adam Smith, Stuart Mill, Hegel, Max Weber e mais recentemente Keynes e Friedman desenvolveram teorias fundamentadas em diretrizes filosóficas. Por outro lado, Petty, Quesnay e Leontief, por exemplo, deram ênfase a conceitos matemáticos nas suas teses do equilíbrio econômico geral. A rigor, a Filosofia é dialética, chegando até mesmo a rupturas. A Matemática, no entanto, por ser exata, é lógica, possuindo normas de raciocínio. Filosofia e Matemática são importantes na formulação de políticas econômicas. Vale lembrar Amatya Sen, em seu livro Desenvolvimento como Liberdade, quando ressalta privações econômicas, sociais e políticas. Por sua vez, disse Celso Furtado: "O debate é saber se o Estado vai sobreviver no País, como suprir seu esvaziamento e que consequências esse processo terá para a sociedade". Ademais, aqueles que trabalham na vida pública não devem se preocupar apenas com o poder, mas com o povo. É importante o exercício da democracia. Por outro lado, a coerência programática e de objetivos, abrangendo indicadores políticos, administrativos, econômicos e sociais leva um país ao caminho da justiça e da liberdade, sem opressão física ou moral, mas com capacidade de entendimento ético-jurídico.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 7/2/2020.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

WELCOME CEARENSES...


O Presidente dos Estados Unidos, Trump de tanto ouvir falar dos CEARENSES, decidiu convidar um grupo deles para visitar os Estados Unidos.
Para mostrar o quanto desejava conhecer os CEARENSES, ele mandou o seu próprio avião apanhá-los em Fortaleza e, ainda, preparar uma grande recepção no hangar presidencial, onde foi instalado um palanque, com banda e cartazes de boas-vindas.
Quando o avião chegou, a banda começou a tocar, os coros a cantar, abriu-se a porta do avião, mas os convidados... não desceram.
O presidente, sem entender o motivo da demora, mandou seu secretário averiguar.
O secretário foi ao avião e regressou dizendo ao presidente:
- Senhor, os CEARENSES não querem descer porque estão com medo do Wel".
O presidente, mais confuso ainda, perguntou ao Secretário:
- Mas, quem é Wel"?
Para saber quem era, o Secretário regressou ao avião e disse aos CEARENSES:
-O Presidente quer saber quem é Wel"?
E o porta-voz do grupo responde:
- Nós também não sabemos. Mas, naquele cartaz tá escrito: WELCOME CEARENSES...
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.
Nota do Editor: piada antiga que costuma reaparecer atualizando os personagens.

A diferença entre SEU e TEU???


O Presidente de um Banco estava preocupado com um jovem e brilhante diretor que, depois de ter trabalhado durante algum tempo com ele, sem parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia.
Então o Presidente chamou um detetive e disse-lhe:
- Siga o Diretor Lopes por uma semana durante o horário do almoço.
O detetive, após cumprir o que havia lhe sido pedido, voltou e informou:
- O Diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o seu carro, vai à sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho.
Responde o Presidente:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.
Logo em seguida o detetive pergunta:
- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?
- Sim, claro! - respondeu o Presidente surpreendido!
- Bom, então vou repetir:
- O diretor Lopes sai normalmente ao meio-dia, pega o teu carro, vai à tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma um dos teus excelentes charutos cubanos e regressa ao trabalho... Entendeu agora????
A Língua Portuguesa é mesmo fascinante!!!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

O BÊBADO E O PADRE


Numa noite tranquila, dois amigos vão ao cemitério roubar cajus. Enquanto estão pulando o muro, dois cajus caem para fora do muro.
Estando já do lado de dentro do cemitério, eles pegam vários cajus e começam a dividir.
- Um pra mim, um pra você.
Enquanto isso, um bêbado que passava na hora, ouve a divisão, e assombrado, corre até a igreja.
- Seu padre, o diabo está dividindo as almas com Jesus lá no cemitério!
O padre, incrédulo, replica:
- Impossível!
O bêbado então convida:
- Vamos lá comigo, então!
Os dois seguem para o cemitério e chegando lá, ouvem a divisão:
- Um pra mim, um pra você.
O bêbado diz:
- Eu num falei!?
O padre responde:
- É mesmo!
De repente, a voz de dentro do cemitério diz:
- Pronto! Agora só falta pegar aqueles dois que estão lá fora.
O padre diz:
- Corre, desgraça, que agora é a nossa vez!!!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

COMO VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO?


Um fazendeiro chamado João sofreu um acidente de carro.
No tribunal, o advogado da empresa de caminhões questionava João. "Você não disse, no momento do acidente, 'eu estou bem'", perguntou o advogado?
João respondeu: "Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha colocado minha mula favorita, Justina, no..."
"Eu não lhe pedi nenhum detalhe", interrompeu o advogado. "Basta responder a pergunta. Você não disse, na cena do acidente, 'eu estou bem'?"
João disse: "Bem, eu tinha colocado Justina no trailer e eu estava dirigindo pela estrada".
O advogado interrompeu novamente e disse: "Juiz, estou tentando estabelecer o fato de que, na cena do acidente, este homem disse ao guarda rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas depois do acidente, ele está processando meu cliente. Acredito que ele é uma fraude. Por favor, diga a ele para simplesmente responder à pergunta."
A essa altura, o juiz estava bastante interessado com a resposta de João e disse ao advogado: "Gostaria de ouvir o que ele tem a dizer sobre sua mula favorita, Justina".
João agradeceu ao juiz e prosseguiu.
"Bem, como eu estava dizendo, eu tinha acabado de levar Justina, minha mula favorita, até o trailer e estava dirigindo pela estrada, quando este enorme caminhão avançou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui jogado em uma vala e Justina foi jogada na outra. Eu estava muito ferido e não conseguia me mover. No entanto, eu podia ouvir a velha Justina chorando e gemendo. Eu sabia que ela estava muito machucada apenas por seus gemidos.
Quando o guarda entrou em cena, ele ouviu Justina chorando e gemendo, e então foi até ela. Depois que ele olhou para ela e viu sua condição quase fatal, ele pegou seu rifle e atirou nela na cabeça.
Então o patrulheiro atravessou a rua, a arma ainda na mão, olhou para mim e disse: "como você está se sentindo?"
Agora, o que diabos você diria?"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

UMA JOVEM DESEJA SE CONFESSAR COM O PADRE


Certa vez, uma jovem religiosa foi logo pela manhã se confessar na igreja. 
Ao entrar no confessionário, ela disse: "Perdoe-me, padre, porque pequei".
O padre disse: "Confesse seus pecados e seja perdoada".
A jovem disse: "Ontem à noite meu namorado e eu fizemos amor intenso e apaixonado sete vezes".
O padre pensou durante alguns instantes e depois disse: "Esprema sete limões em um copo e depois beba".
A jovem perguntou: "Isso me purificará dos meus pecados?"
O padre disse: "Não, mas vai tirar esse sorriso do seu rosto".
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

FOLCLORE POLÍTICO XXVIII


Quiçá e cuíca
Benedito Valadares, governador, foi a Uberaba para abrir a Expozebu. E passou a ler o discurso preparado pela assessoria. A certa altura, mandou ver: "cuíca daqui saia o melhor gado do Brasil". Ali estava escrito: "quiçá daqui saia o melhor gado". A imprensa caiu de gozação.
Passou-se o tempo. Tempos depois, em um baile na Pampulha, o maestro, lembrando-se do famoso discurso na terra do zebu, começou a apresentar ao governador os instrumentos da orquestra. Até chegar na fatídica cuíca. E assim falou: "e esta, senhor governador, é a célebre cuíca".
Ao que Benedito, querendo dar o troco, redarguiu com inteira convicção:
- Não caio mais nessa não. Isto é quiçá!
(Historinha enviada por J. Geraldo)
Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

JECA TATU... HOJE

Por Angela Gutiérrez (*)

Não paga a pena...” Mesmo quem nunca leu Ideias de Jeca Tatu nem o artigo “Urupês”, publicado n’O Estado de São Paulo, em 1914, há de lembrar a célebre frase do personagem, criado por Monteiro Lobato como protótipo do caboclo brasileiro. Jeca Tatu ficaria famoso a partir de 1924, quando é apresentado pelo autor em folhetos do Laboratório Fontoura: o homem da roça, magro, sem ânimo, tido como preguiçoso, mas que muda sua vida ao tomar Ankilostomina, que cura o amarelão de que padece e dá-lhe cores e força para trabalhar e até derrubar onça com murro! As ilustrações e a narrativa do folheto, distribuído pelo país em 18 milhões de exemplares até 1960, imprimiram, fortemente, no imaginário brasileiro, a figura do homem do mato, ainda antes do medicamento, desanimado, a repetir seu bordão: “Não paga a pena...
A que título venho ressuscitar esse homem derrotado – “A vida que rodasse... Jeca Tatu não queria saber de nada” -,sem respeito por si mesmo e desrespeitado por todos? Os leitores e as leitoras já adivinharam. Penso no brasileiro de hoje, assistindo apaticamente a seus direitos serem desrespeitados, as instituições nacionais de poder público corromperem-se, o País desmoronar...
Se a ideia de meter às costas do Jeca a culpa por suas mazelas, é injusta e desligada da realidade, infelizmente, vejo que retorna em nosso agora, ao ser imputada ao próprio povo a culpa por sua fome, precária saúde, falta de instrução, moradia e emprego, fragilidade diante da violência – seu metafórico amarelão.
Mas, se nós, povo brasileiro, continuarmos a agir como jecas tatus desencorajados e não acharmos forças na consciência cidadã para reclamar nossos direitos e o respeito pela nação, o que nos reservará o amanhã? “Não paga a pena” lutar por nosso presente e pelo futuro de nossos filhos e netos? Ou seremos para sempre pobres coitados sem coragem para enfrentar democraticamente as injustiças que sofremos, o aviltamento das instituições públicas do país e a desvairada alienação do patrimônio e da soberania do Brasil?
(*) Escritora. Membro da Academia Cearense de Letras e do Instituto do Ceará.
Fonte: Publicado In: O Povo, de 18/11/2017. Opinião. p.10.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

LIÇÕES DO ESPORTE PARA A VIDA

O esporte é uma fonte de inspiração tanto para o desenvolvimento pessoal quanto para o profissional. Se perguntarmos a algum amigo que já participou de um esporte, individual ou coletivo de alto rendimento, de forma competitiva, sobre as principais experiências ou ensinamentos positivos ou negativos já vividos por ele, ficaremos surpresos com a profundidade da maior parte das narrativas.
A chegada da última Corrida de São Silvestre é um primor de aprendizado sob duas perspectivas: a do vencedor Queniano ou a do segundo colocado, o Ugandense, ultrapassado nos últimos metros de uma prova de 15 km. Esse fato pode ser comparado a um gol, em disputa de título, aos 47 minutos do segundo tempo, ou a uma cesta no último segundo de uma partida decisiva.
Nunca se render às adversidades e continuar lutando por uma vitória, quando a derrota já parecia consumada, são oportunidades que nos levam a refletir sobre a vida e as voltas que ela dá. Quantos não estiveram no auge e viram o chão desabar, aparentemente sem solução, e depois se reergueram e reconstruíram, degrau a degrau, a vida pessoal e profissional? Por outro lado, quantos continuaram lutando diante da falta de perspectivas até que as oportunidades apareceram e lhes deram novos rumos para o futuro?
A final do Mundial de Clubes da FIFA, quando o campeão europeu Liverpool venceu o campeão sul-americano Flamengo, e o derrotado foi, por muitos, enaltecido por não se ter acovardado diante da diferença de poderio econômico e de elenco. O Fortaleza foi festejado por obter o nono lugar no campeonato brasileiro e vaga na sul-americana, mesmo com o segundo menor orçamento entre os 20 participantes.
Quem se espanta com a competitividade no mundo nos negócios e no mercado de trabalho não tem ideia da pressão existente nos esportes de alto rendimento, onde cada detalhe faz a diferença entre a vitória e a derrota; onde a rivalidade é absurda, multiplicando os casos de depressão entre os atletas.
Nos esportes, na vida pessoal e no mundo empresarial são os desafios impostos pelos grandes objetivos que mobilizam as energias para superar limites, sempre valorizando indicadores para medir o desempenho, avaliando a relação risco x retorno de cada decisão a ser tomada.
(*) Consultor, professor doutor da Uece e conselheiro do Conselho Federal de Economia.
Fonte: O Povo, de 20/1/20. Opinião. p.24.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Palestra: LITERATURA UNIVERSAL



A Diretoria da Faculdade Católica de Fortaleza (FCF) convida para a Palestra LITERATURA UNIVERSAL, que será pelo Dr. André Bastos Gurgel.
André Gurgel é advogado, com Especialização em Direito Previdenciário e em Direito Trabalhista, e cursa Doutorado em Direito Constitucional na Universidade de Buenos Aires-Argentina. É professor, intérprete e tradutor de algumas línguas modernas e estudioso de idiomas clássicos: latim, sânscrito e grego antigo. É docente efetivo da Faculdade Rodolfo Teófilo.
Local: Auditório da FCF.
Rua Ten. Benévolo, 201, Bairro Centro, Fortaleza. Telefone: 3453-2150.
Data: Dia 12 de fevereiro de 2020 (quarta-feira) Horário: 19 horas.
Investimento: entrada franca.

CORONAVÍRUS: pânico midiático & econômico


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
é bom lembrar que, se quiserem alarmar a população, basta publicar as estatísticas de mortalidade causadas por fome, verminose e por males provocados pela nossa desnutrição, problema ancestral.
Esclarecimento deste artigo:
Os coronavírus correspondem a um grupo de vírus pertencentes à família “Coronaviridae” que são responsáveis por infecções respiratórias que podem ser leves ou bastante graves dependendo do (corona) vírus responsável pela infecção e do sistema imunológico do paciente.
Segundo os dicionários, o verbete pânico (em grego, panikón) significa algo que assusta sem motivo, em outras palavras, um terror infundado. No que lhe concerne, a Sociologia afirma tratar-se de reações inteiramente descontroladas de uma multidão, diante de um perigo, real ou aparente, nascidas do medo que esse perigo produz.
No Brasil, ninguém mais contesta a circulação da nova onda de infecções respiratórias que assola o mundo. Algumas pessoas vão morrer dessa moléstia, como, de resto, morrem de tantas outras, vítimas das demais variedades de infecções respiratórias, conhecidas ou desconhecidas pelos estudiosos do assunto. O Ministro da Saúde e os infectologistas acautelam sobre as probabilidades e os riscos da doença, sem fazer alarde acerca das medidas que os brasileiros devem adotar, principalmente em períodos de viagens.
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Venho aqui apelar e invocar a autocrítica de nossa imprensa, no sentido de não provocar uma epidemia de medo coletivo. Sem desejar comparar pessoas a animais, sabemos como é terrível o estouro de uma boiada…
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Muito embora não seja infectologista e sim médico psicoterapeuta, testemunho um pânico na sociedade. Desta forma, venho aqui apelar e invocar a autocrítica de nossa imprensa, no sentido de não provocar uma epidemia de medo coletivo. Sem desejar comparar pessoas a animais, sabemos como é terrível o estouro de uma boiada. E quem já trabalhou em emergências de hospitais, em dias de jogos, conhece de perto o quão trágico são o pânico dos torcedores e as tragédias causadas por brigas entre as torcidas.
Peço a Deus que apareça logo outro assunto (escândalos não faltarão) para que a irresponsabilidade de quem redige as manchetes e notícias dos telejornais seja saciada e a população possa esquecer, um pouco, a nova epidemia desse coronavírus.
Não é necessário ser jornalista para saber que as más notícias vendem muito mais. Os jornalistas gostam de notícias ruins exatamente por esse motivo. Destarte, elas ajudam que seja levada para casa uma quantidade maior de “leite das crianças”. E, como é duro se ganhar o pão, nada melhor do que uma manchete trágica para chamar a atenção do público.
No entanto, é bom lembrar que, se quiserem alarmar a população, basta publicar as estatísticas de mortalidade causadas por fome, verminose e por males provocados pela nossa desnutrição, problema ancestral.
Os profissionais de imprensa não são, em sua maioria, pessoas sadomasoquistas. Contudo, se escreverem que, no Brasil, se morre mais de diarreia e verminose, por semana, do que se morre em decorrência de todos os resfriados juntos, isso não proporcionará uma manchete atraente.
Até parece que as pessoas estão brincando com a síndrome do pânico da infecção respiratória vinda da China. Cuidado, com a saúde não se brinca, em particular, com a mental. Seria mais saudável se o Governo levasse adiante um programa de esgotos sanitários; como profissional da Saúde, garanto uma coisa: tal medida iria diminuir, pela metade, as mortes causadas por ingestão de águas contaminadas.
Sem desejar diminuir o risco do coronavírus do momento, lembro que a cada 15 minutos uma pessoa morre em acidente de trânsito no Brasil. Apesar de impactantes, as estatísticas já foram piores. Gradualmente, o país vem conseguindo reduzir as mortes, bem longe da meta da Organização das Nações Unidas de reduzir pela metade os óbitos em uma década (2011 a 2020).
Segundo DADOS, os acidentes rodoviários alcançam no Brasil em torno de 45 000 óbitos anualmente.
A quem se preocupa mais com a Economia do que com a Saúde:
– O custo por acidentado rodoviário (não fatal) é de 90 000 mil reais e quando fatal sobe para 550 mil reais (incluindo os óbitos após 72 horas do acidente), segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Isso quando a cotação oficial – como hoje – do real em relação ao dólar norte-americano é de um dólar para 4,25 reais. A maioria dos nossos equipamentos hospitalares é importado e seu custo é alto…

Pessoalmente estou muito mais preocupado com a falta do saneamento básico no Brasil. Lembro que a solução para o saneamento básico vem sendo adiada desde muito antes deste governo e a imprensa oficial e agora a social nada comentam, desde o último surto (de cólera) ocorrido em Londres em 1854, que serviu de lição sobre a importância do saneamento e a propagação das Epi/Pandemias
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).
 

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