terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

DÚVIDAS DE ADVOGADAS LOURAS I

1 – Quem é canhoto pode prestar vestibular para Direito?
2 – Levar a secretária eletrônica para a cama é assédio sexual?
3 – Com a nova Lei Ambiental, afogar o ganso passou a ser crime?
4 – Dizer que gato preto dá azar é preconceito racial?
5 – Cabe Recurso Adesivo no absorvente da mulher ativa?
6 – Quantos quilos por dia emagrece um casal que optou pelo Regime Parcial?
7 – Qual a capital do estado civil?
8 – Pessoas de má fé são aquelas que não acreditam em Deus?
9 – Tem algum direito a mulher em trabalho de parto sem carteira assinada?

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

LAVANDERIA NA VARANDA

Tenho sido favorável às decisões do Governo do Ceará. O Centro de Convenções me sugere um excelente investimento para a cidade, além de estar bem localizado, e de ser um projeto de arquitetura e paisagismo belíssimo. Até mesmo o polemizado aquário na Praia de Iracema, onde nasci, conta com a minha simpatia. Como nosso maior urbanista, Lucio Costa, compreendo o ponto de vista dos que entendem que a cidade prescinde de símbolos, e seja despojada de qualquer vislumbre de grandeza, em favor de uma plenitude administrativa. Mas, como ele, acredito que, "imanente ou transcendente, há uma intrínseca grandeza no homem e na sua obra, ainda quando aparente a sua negação". A ideia do aquário é perfeita para uma cidade como Fortaleza, que tem no mar uma de suas marcas mais fortes e bonitas. O mar é o monumento nato de Fortaleza. A orla é a maior riqueza do Ceará, pertence ao seu povo, e deve ser cuidada com minúcia e rigor, dentro de concepções inovadoras, ecológicas e sustentáveis.
Claro, os governos precisam cumprir as metas sociais e cuidar de Fortaleza, tanto com a presença universal da administração, como em campanhas educativas para se criar espírito público e desvelo pela cidade, por parte de seus moradores. Mas é correto não esquecer a valorização de Fortaleza frente aos seus habitantes e a sua situação no mapa urbano mundial. O desafio da transformação tem preço, ela é arriscada, precisa ser feita com a maior sensibilidade, mas a sua alternativa é a desesperança, o isolamento e a estagnação. Vemos a experiência de Bilbao, pequena cidade espanhola que tomou expressão internacional a partir da construção de um museu em arquitetura ousada. Vemos o caso de Niterói, com a edificação de um pequenino museu sobre pedra, na orla, de extraordinária presença na cidade, que se tornou mais atraente e valiosa. E, bem pertinho, vemos a proposta amena e benéfica do Parque do Cocó. É até mesmo uma questão de autoestima, tema dos mais candentes por aqui.
Também concordo com a criação de um estaleiro, fonte de riquezas, de trabalho, e outros bens econômicos. Mas a localização do estaleiro em plena orla urbana, num dos pontos mais belos, é incompreensível. Parece-me a mesma atitude de alguém que possui um fabuloso apartamento, com vista para o mar, e resolve instalar a área de serviços na varanda. Basta um passeio pela orla de Santos, ou de Vitória, para constatarmos a destruição de uma possibilidade racional, humana, o desprezo pelo que vale e significa a paisagem na alma de uma cidade. Não apenas a paisagem, mas o preço da degradação urbana que se forma em torno dessas indústrias. Coisas do passado. Nenhuma administração pode se permitir mais esses equívocos. Basta passear pela orla do Rio, pela Barra, pela Lagoa, para ver o oposto, calçadas, jardins, playgrounds, bosques, quiosques, ciclovias... Barcelona, Londres, Paris, Sidney, Manaus, Belém, Boa Vista...
O estaleiro na orla urbana renega o próprio aquário construído para a ocupação de área nobre, em favor da cidade e da população, do mesmo modo como foi feito o belíssimo Dragão do Mar, que, sozinho, numa ilha entre abandonos, perde sua simbologia e força. O grande símbolo dessa ocupação das áreas nobres pelo interesse elevado, pela população, é uma guinada contra a utilização desses espaços como zona de deleite subalterno ou de violência consentida. A cidade, como diz Lucio Costa, é um ato deliberado de posse, de um gesto desbravador. O que se poderia esperar era o contrário, a retirada do porto de Mucuripe para local mais adequado, com todos os seus guindastes, contêineres, caminhões, óleo e fumaça, e que a orla prosseguisse em sua função.
Ali a aptidão é, juntamente com o Titanzinho, ser uma área de beleza e valores naturais, como é o aterro do Flamengo no Rio, artisticamente arborizada, com quadras para atividades esportivas, de brincadeiras infantis, celeiro de tartarugas e golfinhos, praia para pescaria e surfe, calçadas para passeios, lazer e reconforto para os moradores de Serviluz, escolas esportivas, o que está ditado pela sua ocupação espontânea.
Todo esse esforço, pago pela população e empreendido pelo poder público, deve tornar Fortaleza uma cidade moderna e corajosa, não mais uma capital de província, nem uma serva do interesse econômico, mas a tradução da ideia de prestígio e dignidade, associada à noção de coisa pública, acompanhando as preocupações do nosso tempo e as necessidades e sonhos de nosso povo.
Ana Miranda

* Crônica publicada In: O Povo, de 05/02/10. Caderno Vida & Arte. p.6.

Nota do Blog: Texto lúcido, construído com sensibilidade e racionalidade, e digno de ser reproduzido em outros meios de divulgação. A comparação ectópica, usada por Ana Miranda, que fundamenta o título da crônica-protesto, foi divinal.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

TURMA DR. FÁBIO LANDIM: uma sábia escolha




O Dr. Fábio Machado Landim nasceu em Fortaleza, em 05/04/1974, em um lar de sólida fundamentação cristã, sendo o primogênito do casal de educadores Luís Carlos e Rita Maria. A educação propiciada pelo Colégio Irmã Maria Montenegro, escola de propriedade dos seus pais, encontrou nele um terreno fértil, à conta de sua excepcional inteligência, indicativa de uma precocidade singular, a qual se agregava a disposição para estudar, que fez dele um bem sucedido aluno, vencedor contumaz de olimpíadas estudantis, culminando com a brilhante aprovação, no concorrido vestibular para o curso de Medicina da UFC, onde ingressou aos 16 anos de idade.
Por sua extrema ânsia em auferir conhecimentos, mediante a devoção aos livros, foi aluno de Medicina, com notável rendimento acadêmico, mas sempre encontrou tempo para iniciar-se nos meandros da prática médica, engajando-se cedo, como estagiário concursado, na Emergência do IJF (Frotinha) de Messejana e no Serviço de Oncologia da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza.
Ainda como universitário, participou de vários congressos médicos, quase sempre com a apresentação de trabalhos científicos advindos da experiência que adquiria nos locais de estágio, robustecendo o seu currículo complementar, e evidenciando uma latente vocação científica.
Teve o privilégio, nesse período, de receber a orientação segura do Dr. Florentino Araújo Cardoso Filho, que, por certo, emulou-o a optar pela Oncologia, que foi seguida do contato tutorial com o Dr. José Eudes Bastos Pinho, preceptor do Internato e da Residência Médica em Cirurgia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), a quem coube acolher aquele rapaz, imberbe, que mais lembrava um calouro de tão jovem, quando Fábio ingressou no Internato do HGF.
Aos 22 anos de idade, já médico, deparou-se com um leque de aprovações para cumprir Residência Médica (RM) em Cirurgia Geral, o que incluía vários programas dessa especialidade no Ceará e em outros estados, do Sul e do Sudeste, do Brasil. O apreço que sempre deu aos seus laços familiares levou-o a escolher a RM do HGF, postergando o seu deslocamento para fora de sua cidade natal, para quando fosse obter o treinamento em Oncologia Cirúrgica, uma feliz decisão porquanto permitiu que ele continuasse, durante três anos, sob a orientação de alguns dos mais experimentados cirurgiões do Ceará, integrantes do “staff” desse nosocômio.
Em 2000, após a conclusão do R3 e da Especialização em Medicina do Trabalho, foi selecionado pelo Prof. Abdul Haim Moossa, que o classificou como “outstanding”, um estupendo adjetivo devidamente comunicado ao Dr. Eudes Pinho, para realizar um “fellowship” em Cirurgia, no afamado Departamento de Cirurgia da University of Califórnia Los Angeles (UCLA). De novo, os fortes laços afetivos, dessa vez majorados pela distância da pátria, trouxeram-no de volta ao Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro, onde efetuou, com brilhantismo, a RM em Cancerologia Cirúrgica, no Instituto Nacional de Câncer (INCA). O Dr. Moossa, figura exponencial da cirurgia norte-americana, apesar da convivência de apenas um mês entre os dois, lamentou a desistência do Fábio Landim, mas demonstrou compreender as razões dessa renúncia e se prontificou a acolhê-lo, em outra oportunidade, isso se fosse da conveniência do próprio Fábio.
Em 2003, o Dr. Fábio Landim retorna em definitivo ao Ceará, assumindo posto de trabalho conquistado por concurso público no Hospital Geral Dr. Waldemar de Alcântara e integrando, a convite institucional, o corpo clínico do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), que, com o seu Hospital do Câncer, se consolidava como entidade de referência em Cancerologia, para as regiões Norte e Nordeste.
Nesses quase seis anos de atuação no ICC, nosso colega Fábio exibiu uma capacidade laboral inexcedível, tanto em intensidade como em qualidade, nos mais variados campos, surpreendendo a todos pela versatilidade e pela competência. Em que pese a sua juventude, desde o princípio, não parecia ser um médico, em início de carreira, tal era a sua desenvoltura para lidar com as situações do cotidiano médico e a sua garra em enfrentar novos desafios gerenciais e de conceber projetos estruturantes e arrojados para o ICC.
Foi ele de capital importância para assegurar a manutenção da qualidade e da credibilidade da RM do ICC e ainda para a abertura de novos programas de RM, que fazem do ICC o terceiro maior centro de formação de oncologistas do País. A sua vocação para o ensino aflorou no ICC, pois, além da RM, a instituição é campo de estágio para diferentes cursos da área da saúde, sejam eles públicos ou privados. Nesse aspecto, convém salientar a gratificante inserção do Dr. Fábio Landim, como Professor de Práticas Médicas do Curso de Medicina da UECE, ministrando aulas teóricas e práticas de Oncologia, e docente dos cursos e dos eventos científicos patrocinados pela Escola Cearense de Oncologia (ECO), bem como exímio elaborador de provas de cirurgia para concursos públicos e processos seletivos.
Para o curso médico da UECE, ele desempenhou importante papel na organização e na condução do Módulo de Oncologia, da disciplina de Clínica Cirúrgica II, além da sua inserção em outras disciplinas da grade curricular. Foi dele, aliás, a última aula que antecedeu ao ingresso no internato da Turma de 2009, ministrando, na disciplina Ambulatório de Atenção Básica, o tema “Atenção Primária em Oncologia”. Essa cuidadosa exposição, ocorrida no Auditório do ICC, foi seguida de calorosos cumprimentos e de uma sessão de fotografias, revestida de uma atmosfera de congraçamento.
No final do ano de 2007, Dr. Landim decidiu buscar a pós-graduação senso estrito, matriculando-se no Mestrado em Oncologia, fruto da parceria Minter/Dinter envolvendo o Hospital A. C. Camargo, como entidade proponente, e o ICC, como instituição receptora. Desde então, o nosso perfilado revestiu-se de uma nova vibrante faceta – a de pesquisador, que se consubstanciava na elevada freqüência de submissão, de projetos de pesquisa de sua lavra, ao Comitê de Ética em Pesquisa do ICC, e nos costumeiros aceites de seus artigos originais, para publicações em periódicos portadores de certificação intelectual e legal. Ademais, para o seu orientador, a qualidade excepcional do seu projeto de dissertação, já posto em marcha, reforçava a proposta de “up grade” para tese, o que ensejaria a obtenção do diploma de doutorado.
Não há dúvidas de que esses atributos de competência foram relevantes para firmar o reconhecimento da excelência profissional do Fábio, entre os seus pares, e para avalizar a vasta clientela de pacientes, de convênios ou particulares, bem como inspirar confiança nos usuários do SUS. No entanto, como nos diz São Paulo na Carta aos Coríntios I, em seu versículo 2: “ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência; ainda que eu tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse o amor, eu não seria nada”. De pouco adiantaria tanta competência técnica se o médico não tivesse o amor.
O amor permeava todas as ações, profissionais ou não, de Fábio e, nisso, talvez residisse, em grande parte, a razão do seu crescente número de admiradores, igualmente colhidos na legião dos seus beneficiados e dos seus colegas de trabalho, que, neste ano, sufragaram-no para distintas funções: Presidência da Comissão de Ética Médica do ICC, membro da Diretoria da Associação Médica Cearense e conselheiro do CREMEC.
Apesar da sua devoção ao trabalho, que o impossibilitava de se negar a absorver mais fardos, sabia ele usar muito bem o seu tempo, para, com a devida intensidade, interagir com a família (pais e irmãos) e se dedicar afetuosamente à criação e à educação dos seus amados Maria e Pedro, gerados no abençoado amor de Camila e Fábio, responsabilidades compartilhadas com sua esposa e dileta companheira.
A família que lhe serviu de berço forjou nele a temperança, a lhaneza de trato, a determinação, qualidades que, todavia, não tolhiam o seu espírito crítico, pois possuía notória capacidade de defender seus pontos de vista, construída com argumentos traçados sob a égide da lógica e da busca do convencimento; mas era uma pessoa permeável, apto a ouvir os seus interlocutores, e de mudar de opinião ao reconhecer que o outro tinha sobejas razões.
O infausto acontecimento, iniciado em 14 de outubro, que se prolongou durante uma semana, marcada por angústias e incertezas, mas aliviada pela força das orações e temperada pela demonstração da solidariedade de tantos, que fomentavam a esperança de que Fábio viesse a sobreviver e dar continuidade a sua boa obra terrena dissipou-se em 21 de outubro de 2008, quando partiu de volta ao Pai, onde se encontra a Irmã Maria Montenegro, a carismática amiga da família Machado Landim, que partira um pouco antes dele.
Esse é um momento que cabe uma passageira recordação do conhecido soneto de Luiz Vaz de Camões: “Alma minha gentil, que te partiste / Tão cedo desta vida, descontente, / Repousa lá no Céu eternamente / E viva eu cá na terra sempre triste...” Instante como esse, é, pois, de extrema saudade, que, mercê da fé em Deus, exige de nós o esforço de superação, para, gradualmente, substituí-la pelas boas lembranças da convivência que se teve ao seu lado. Mesmo que não tenha sido tão prolongada, porquanto, poucos foram os seus 34 anos de vida e apenas quase doze, os de labuta médica, ele deixou um legado intenso de boas ações, que perdurará nos corações de muitos que foram gratificados por conhecê-lo.
Descansa em paz, nobre e gentil cavaleiro! Que Deus nos conforte a todos! Essa valorosa turma de médicos da UECE, que, por uma feliz e sábia escolha, leva o seu nome, velará por sua memória durante muitos anos.
Dr. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do Curso de Medicina – UECE

* Publicado In: Revista MedUECE: Turma Dr. Fábio Machado Landim. Fortaleza, janeiro de 2010. p.14-5.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

BORIS E STALIN

Depois de muito batalhar e graças às novas leis da ex-União Soviética, o tio Boris conseguiu permissão para emigrar para Israel, igual a muitos outros camaradas russos. Porém, ele se queixava: Me discriminavam, não desejavam que eu saísse, me investigavam todo o tempo, se eu sou uma boa pessoa. Por fim, se deram conta e concordaram com a minha saída.
No dia da partida, na alfândega, um oficial russo revistava as bagagens de tio Boris e, de repente, abre uma delas e pergunta:
- Que é isto?
- Perdão - disse Boris - você deve perguntar 'Quem é este?'. Este é um busto do camarada Stalin, nosso querido ideólogo e grande dirigente do partido. E eu o levo para nunca me esquecer dele.
- É verdade - disse o guarda - ele pensava diferente dos judeus, porém lhe felicito. Passe.
Tio Boris chega a Tel Aviv e quando é revistado na alfândega, o oficial israelense abre uma bagagem e lhe pergunta:
- Que é isto?
- Perdão - disse Boris - você deve perguntar 'Quem é este?'. Este é o maldito ditador antissemita Stalin por quem sofremos tantas desgraças e misérias. Trago este busto para não esquecer de seu rosto e ensinar aos jovens quem nos fez sofrer dia após dia.
- Bom senhor, acalme-se - lhe disse o guarda - você já está aqui em Israel, pode passar. Passe, passe que sua família o espera.
E tio Boris é recebido com grande alegria por seus irmãos, sobrinhos e toda a família. Vão todos ao kibutz onde haviam preparado uma grande festa para recebê-lo. Quando chegaram em casa, lhe disse um sobrinho:
-Tio, venha ver primeiro os seus aposentos e deixar suas coisas e se refrescar - e logo o acompanha ao seu quarto e o ajuda com suas coisas.
E quando Boris abre a valise e coloca o busto sobre sua cama, então, o sobrinho pergunta:
-Tio Boris, quem é esse?
-Perdão - disse Boris - Tu deves perguntar 'Que é isso?'. Isso, querido sobrinho, são doze quilos de ouro puro.

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

PRÊMIO IgNOBEL - 1991

Química: Jacques Benveniste, prolífico e dedicado correspondente da revista Nature, pela sua persistente descoberta de que a água, H2O, é um líquido inteligente, e por demonstrar que a água é capaz de se lembrar de acontecimentos muito depois de todos os vestígios desses acontecimentos terem desaparecido.
Medicina: Alan Kligerman, artífice da libertação digestiva, conquistador do vapor, e inventor do Beano, pelo seu trabalho pioneiro com líquidos anti-gás, que previnem enfartos, gases, desconforto e embaraços.
Educação: James Danforth Quayle, consumidor de tempo e ocupador de espaço, por demonstrar mais do que ninguém a necessidade de educação científica.
Biologia: Robert Klerk Graham, seleccionador de sementes e profeta da propagação, pelo seu desenvolvimento pioneiro do "Banco da Escolha Germinal", Repository for Germinal Choice, um banco de esperma que aceita doações apenas de laureados com o Nobel e medalhados olímpicos.
Economia: Michael Robert Milken, titã de Wall Street e pai do Junk Bond, a quem o mundo está em débito.
Literatura: Erich von Däniken, visionário e autor de Eram os Deuses Astronautas?, por explicar como as civilizações foram influenciadas por antigos astronautas extraterrestres.
Paz: Edward Teller, pai da boma de hidrogênio e principal apologista do Programa Star Wars, pela sua vida dedicada a alterar a paz como a conhecemos.
Pesquisa Interdisciplinar: Josiah Carberry, professor fictício da Universidade Brown, "explorador e eclético buscador da verdade, por seu trabalho pioneiro em psicocerâmica, o estudo de vasos quebrados." Este prêmio apócrifo não é reconhecido pelos organizadores do IgNobel.
Fonte: wikipedia.org
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_IgNobel

domingo, 31 de janeiro de 2010

CONGRESSO DE ECONOMIA DA SAÚDE NA ESPANHA

A Inglaterra e a Espanha estão na vanguarda da Economia da Saúde européia, sendo esses dois países os que mais contribuem para a formação de economistas da saúde e, igualmente, os que mais produzem estudos e pesquisas nesse campo, servindo também para ancorar as tomadas de decisão do poder público na gestão dos sistemas de saúde e no gerenciamento dos serviços médicos e de Saúde Pública. Não por mera coincidência, são exatamente esses dois países os que detêm sistemas nacionais de saúde consolidados e de cobertura universal a todos os seus cidadãos, prestando-se bem como modelos a serem imitados por outros países europeus.
A despeito do Acordo de Cooperação Técnica do Brasil com o Reino Unido, para fortalecimento do Sistema Único de Saúde brasileiro, descontinuado em função da ocupação do Iraque, tem sido a Espanha o país de maior alcance em intercâmbios profissionais e científicos, tanto para o Brasil como a América Latina.
Há cerca de trinta anos foi fundada a Asociación de Economía de la Salud – AES, que organizou o seu primeiro congresso em 1981, denominado de Jornadas de Economía de la Salud, evento de abrangência nacional, que se repete, desde então, sem solução de continuidade, com foco no estado da arte na Economia da Saúde, pondo em relevo a forte e diversificada produção técnica e científica nesse domínio do saber, oriunda principalmente dos vários centros de excelência situados em Barcelona, Valença, Madri, Málaga, Palmas de Mallorca etc. A AES congrega mais de setecentos associados, notadamente espanhóis, contando também com afiliados de muitos países, especialmente da Europa e da América Latina.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva é professor titular da Uece

Fonte: http://www.corecon-ce.org.br/ Postado em 11/01/2010.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CARTAZES & OUTDOORS II

 

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