segunda-feira, 23 de julho de 2018

BÍBLIA SAGRADA


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
A Bíblia é o Livro mais vendido de todos os tempos; não sabemos se é o mais lido e interpretado. Consideramos o Texto mais sábio da literatura universal. É formado por centenas de páginas, escritas sob inspiração divina, abrangendo o Antigo Testamento (escrito antes de Cristo e mostrando a história do mundo) e o Novo Testamento (escrito depois de Cristo e apresentando os ensinamentos de Jesus). Todos os livros bíblicos destacam a importância das análises teológicas, é um convite à reflexão. Existem estudos controversos, no entanto para nós a Bíblia é a palavra de Deus. É bom salientar que a Sagrada Escritura não pertence aos estudiosos, mas ao povo. As verdades divinas constantes do Livro Sagrado, se consignaram por inspiração do Espírito Santo. O Texto não se destina somente à leitura, mas principalmente à oração. Os ensinamentos são vários, no entanto poderemos resumi-los em uma só expressão: “amar a Deus e ao próximo como a si mesmo”. A exegese bíblica não é fácil, pois os livros foram escritos em várias épocas e em muitos lugares, por pessoas distintas e em línguas diferentes. Surgiram, ao longo do tempo, conflitos entre ciência e religião, sanados, com a harmonização da fé e da razão. Ademais, dentro de um sentimento ecumênico, o importante é que as mensagens bíblicas orientem todos nós. Em um de seus sermões, disse o padre Antônio Vieira: “Semem est verbum Dei” (A semente é a palavra de Deus). Com efeito, os frutos surgirão e estaremos nos aproximando da felicidade. Ademais, reconhecendo os nossos erros do passado e do presente visaremos com fé, esperança e amor o futuro.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 13/7/2018.

domingo, 22 de julho de 2018

A GAFE NA PISCINA DO HOTEL


Um jovem casal em lua de mel estava hospedado em um hotel com uma grande piscina.
Eles decidiram dar um mergulho, e a noiva vestiu um novo biquíni que havia comprado recentemente.
Enquanto ela nadava, ela percebeu que o biquíni era muito grande, e a parte de cima e debaixo continuavam saindo.
Como eles eram os únicos na piscina, ela e seu marido davam risada enquanto iam pegar o biquíni no fundo da piscina.
Naquela mesma noite, eles se vestiram para jantar e dirigiram-se ao elegante restaurante do hotel, onde estavam sentados ao lado de um enorme aquário.
Curiosamente, o aquário estava desprovido de qualquer vida marinha.
Quando a noiva perguntou ao garçom por que o aquário não tinha peixe, ele sorriu amplamente e disse: "Isso não é um aquário ... essa é a piscina!"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

OS ESTRANHOS QUE FINGIRAM SER UM CASAL NO TREM


Um homem e uma mulher, que nunca se viram na vida, encontraram-se no vagão de um daqueles trens chiques da Europa que têm leitos.
Após o embaraço inicial, ambos acabam dormindo. O homem no beliche superior e a mulher na parte inferior.
No meio da noite, o homem se inclina, acorda a mulher e diz: "Sinto muito incomodá-la, mas estou com muito frio e eu queria saber se você poderia me passar outro cobertor?"
A mulher se inclina e, com um brilho no olhar, diz: "Eu tenho uma ideia melhor! Só por hoje, vamos fingir que somos casados!"
"ESTÁ BEM!" PERFEITO!", o homem responde entusiasmado.
"ÓTIMO... pegue seu maldito cobertor você mesmo!", veio a resposta.
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

LENDO O TESTAMENTO DO MILIONÁRIO


Um advogado encontra-se com a família de um milionário recentemente falecido para a leitura do testamento.
"Para minha esposa querida e amorosa, Carmem, que sempre esteve do meu lado, eu deixo a casa e 2 milhões", diz o advogado.
"Para minha querida filha, Jéssica, que cuidou de mim na doença e manteve os negócios funcionando, eu deixei o iate e o negócio de 1 milhão".
"E finalmente", conclui o advogado, "meu primo Daniel, que me odiava, discutia comigo sempre que podia e pensava que eu nunca o mencionaria em meu testamento".
"Bem, você estava errado! Oi, Daniel!”
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 21 de julho de 2018

A FORMIGA E A CIGARRA EM VERSÃO MODERNA


Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar.
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas!
- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
- Desejo sim, respondeu a formiguinha.
- Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'Puta Que O Pariu!!!'
Moral da História: Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e... Seja feliz !
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria definida.

EXISTEM DUAS JUSTIÇAS NO BRASIL


Por juíza Ludmila Lins Graça
Juíza diz em artigo que existem duas justiças no Brasil: A dos juízes indicados por políticos e a dos juízes concursados
"Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.
O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.
Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.
Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.
Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil. Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados - muitas vezes não somos.
Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado") – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?
É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.''
Nota: Esse texto, conforme a autora, foi escrito em dezembro de 2016.
Fonte: Blog do Correio Brasilense e Internet (circulando por e-mail e i-phones).

sexta-feira, 20 de julho de 2018

AOS VIVOS: H2Ovos e outros casos



Por jornalista Tarcísio Matos, de O Povo
H2Ovos
“Viver e aprender, viver e vivenciar. Viver, enfim, e frescar”. A mais recente intervenção no comércio do amigo Jair Morais (da frase supra) não podia resultar diferente – definitivamente, viver é frescar. E Jair o comprova ao inaugurar, em paralelo aparentemente distante, o que chamaremos de uma “Subway dos Ovos”, na Vila União. Tudo científica e mercadologicamente pensado.
Palavras do próprio Jair – o Poeta dos Cachorros – não deixam dúvidas: “Se americano gasta mais dinheiro em fast food do que em cinema, música, livros, revistas e jornais, na ruma, por que não o fortalezense com os ovos de minha loja?” Está inaugurada, pois, a H2Ovos do Jair, especializada em ovo – de galinha, inicialmente, devendo estender-se ao de capota, de perua, de pata e de codorna. O primeiro fast food de ovo do mundo. Um fuleiro ou um visionário?
Mr. Ovo (Jair) abre o cardápio e, sem medo de ser copiado, anuncia o que tem a servir: ovo na tijela, ovo flambado, ovo a dorê, hambúrguer de ovo, escalope de ovo na moranga, tropical kobe ovo (diabeisso?), ovo ao thermidor, ovo a provençal, lascas de ovo marinadas, filé de ovo com risoto à parmegiana, abóbora assada com bobó de ovo e catupiry, ovos tingidos no saquê e shoyu etc..
Mencionamos, por fim e pontualmente, concepções empresariais vencedoras na seara do ovo, consoante o homem de negócios Jair de Moura Morais, que servirão de inspiração a quem busque empreender no ramo:
1. Ovacionar é meus ovos!;
2. Tenha dotz, mas não contenham glúten nos ovos;
3. Quem tem medo de obrar não come (ovos).
Coaching esculhambativo
Para chegar aonde chegou, hoje uma referência potencial nos ovos, Jair experimentou de um tudo - vivendo e aprendendo, vivenciando e frescando. No comércio, nos negócios, no empreendedorismo. Nos início dos 70, por exemplo, foi contratado por conhecida madame de cabaré da cidade, para coaching junto às rapariga do lupanar. Explica:
- Gaguinha queria que eu encorajasse o mulheril então vacilante, ensinando novos procedimentos, motivando-lhe ao pleno desempenho profissional.
Relata o motivo da falta de vontade das meninas, ao ponto de carecer de coach:
- Estavam encantadas com as novelas da tevê. Só atendiam se o freguês tivesse a boniteza do Tarcísio Meira, do Carlos Alberto. Lascô, povo fêi!
A última do Jair
Faz tempo, ele era tratorista numa cidade do interior. Todo sábado, final de tarde, pegava o carro, botava uma rapariga dentro e ia tomar cana e comer peixe assado em restaurante na beira do Orós. Carro aos pedaços, mas a menina nem se importava. Jair tinha sovaqueira braba, ela fazia vistas grossas. O garçom que os atendia era ignorante, mas a moça, nem aí pro azar.
Certa vez, sem companheira de aventura pra se esbaldar, levou a própria esposa ao tal restaurante fuleiro – no mesmo carro velho, com a mesma sovaqueira, atendidos pelo mesmo garçom pouco higiênico. A mulher não parava de reclamar da catinga de gato do fusca, da inhaca de urubu das axilas dele, do ambiente nada familiar. Até que o garçom se aporrinhou e lascou o grito:
- Égua, seu Jair!!! Pense numa rapariga enjoada, essa que o senhor trouxe hoje!
Fonte: O POVO, de 30/07/2016. Coluna “Aos Vivos”, de Tarcísio Matos.
 

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