sexta-feira, 20 de outubro de 2017

LANÇAMENTO DA 34ª ANTOLOGIA DA SOBRAMES-CE 2017


Ocorreu hoje, 19/10/2017, às 20h, no auditório da Unimed-Fortaleza, o lançamento da 34ª Antologia da Sobrames-CE.
Trata-se de uma série que foi iniciada em 1981 pelos colegas pioneiros: Paulo Gurgel e Emanuel de Carvalho. Todos os anos a Sobrames- CE lança no mês de outubro, mês em que se comemora o dia do Médico (18/10), sua antologia. 
O número de participantes vem crescendo a cada ano. Em 2016, foram 62 participantes, dentre eles 58 médicos. Este ano, o número de participantes é de 67. 
O título da Antologia, "À flor da pele" foi escolhido através de votação democrática durante uma das reuniões do grupo e foi uma proposta do sobramista Walter Miranda. 
O Dr. Marcelo Gurgel, atual presidente da Sobrames-CE, como tem feito todos os anos, é o organizador da Antologia /2017. 
A antologia foi apresentada pelo colega Dr. Flávio Leitão que, além de ser membro da Sobrames-CE, é membro da Academia Cearense de Medicina e da Academia Cearense de Letras.
Ana Margarida Rosemberg
Da Sobrames/CE e da Academia Cearense de Medicina
Fonte: Postado por Ana Margarida Rosemberg no Blog da Sobrames/CE, em 19/10/2017.

PARTICIPAÇÃO EM “À FLOR DA PELE”


Uma distinta audiência, composta por cerca de sessenta pessoas, participou em 19/10/17, no Auditório da Sede da Unimed Fortaleza, do lançamento de À Flor da Pele, a Antologia da Sobrames de 2017, produzida sob a nossa organização, em colaboração com a secretária Raquel Anastácio, reunindo contribuições literárias de 67 sobramistas, dos quais 64 médicos.
Além da mensagem da presidência, da apresentação e da homenagem póstuma ao colega Geraldo Wilson da Silveira Gonçalves, nela republiquei quatro textos de nossa autoria, originalmente publicados In: “Contando Causos: de médicos e de mestres!”: São eles: “Anos (in)enfestados” ,Galinha choca ,Carmem de Bizet?” eConduta CTA.
Esse material será postado neste blog, observando a sequência citada.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Presidente da Sobrames/CE

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

SENECTUDE

Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
Não mencionaremos aqui os radicais livres, os dendrímeros, ou o encurtamento dos telômeros (sobre os primeiros consultar “Quem tem medo de câncer”, O POVO, 26/X/2016). Contudo, contemplando o envelhecimento, impõe-se-nos começar citando Seneca (Lucius Annaeus), para quem “Senectus enim insanabilis morbus est”: A velhice é realmente uma doença insanável. E Cícero (Marcus Tullius) aconselhava lutar contra a senescência, qual doença. A tecnologia vem contrariando essas gnomas (sentenças), e a senectude não é mais tão incurável. Para o dr. Ronan Factora, geriatra da Cleveland Clinic (EUA), “nunca estaremos velhos demais para manter o bem-estar do corpo” (revista Time, fev-mar, 2015), conceito subscrito pelos porvirólogos, estudiosos que perscrutam o amanhã.
Assim, Ray Kurzweil prevê vida eterna tecnicamente possível após 2029, a que aludimos em “Transhumanismo”, (6/XI/2013), e há pouco (2/4/2017), em Folha de S. Paulo. Tais premonições (pressentimentos) nos lembram, da Literatura, Gilgamesh, e FranKenstein, na sua ânsia de amortalidade. Há um século e meio a expectativa de vida era apenas 37 anos. Em 1925, medidas sanitárias elevaram-na para 59; nos trinta anos seguintes vacinas nos tornaram setuagenários. Trintanos depois, a prevenção das cardiopatias, e a redução do tabagismo nos acrescentaram mais um lustro (5), e em 2015, alcançamos os atuais 79.
A partir de 2045, especula-se atingiríamos a média de 81 anos (sugiro ler/reler, neste jornal, “2045”, de 23/3/2013, e artigos de 30/1/2013, e 15/2/2017). Sabemos que, além do acidente vascular cerebral (AVC), das moléstias respiratórias, renais, hepáticas, e do diabetes, letais podem ser também o câncer, as cardiopatias (malgrado os “stents” e “by passes”), os males imunológicos e degenerativos, como o de Alzheimer. E temos como riscos exponenciais (maiores) para os morbos (enfermidades) cardíacos, o colesterol elevado, a hipertensão, e a obesidade.
Respeito à nossa natural, inata morbidade (chance de adoecer), atua em silêncio a inflamação – não aguda (calor/rubor/tumor/dor), mas sua variedade crônica, subclínica, pauci-sintomática (com poucos sintomas), presente nas artrites, na asma, nas alergias, e até nas gengivites persistentes, promovendo depósitos arteriais de colesterol.
Seria outro tema acerca da “Lebensabend”, a tarde da vida, como dizem os alemães, na sua exatidão vocabular. Ali abordaríamos, outrossim, os efeitos nocivos do estresse, recôndito inimigo nosso. Hodiernamente (hoje) preocupam-se por igual os cientistas com a reversão da senilidade. Resultados animadores desafiam o inexorável (inflexível) curso dos órgãos e sistemas humanos.
Em obediência à brevidade, apontamos tão somente o que ocorre nos pulmões, no coração, e nos rins. A função respiratória decai 1% ao ano nos trintenários; as paredes cardíacas endurecem entre as 20ª e 30ª décadas, e sem sintomas/sinais aparentes, o trabalho renal diminui em torno dos 50 anos.
Ergo” teríamos mais tendências para morrer do que para a vida! Portanto, sejamos como os latinos (Horacio): “Carpe diem quam minimum credula postero” (aproveitemos o dia confiando o mínimo no futuro). Enquanto vivos, vivamos. Apenas durar, não.
(*) Professor Emérito da UFC. Titular das Academias Cearense de Letras, de Medicina e de Médicos Escritores.
Fonte: O Povo, 23/08/2017. Opinião, p.14.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Convite Lançamento: À FLOR DA PELE


A Diretoria da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional Ceará convida para o lançamento de “À Flor da Pele”, a trigésima quarta antologia anual da Sobrames-CE.
O livro será apresentado pelo médico e escritor sobramista Flávio Leitão, membro da Academia Cearense de Letras e professor aposentado da Faculdade de Medicina da UFC.
Local: Auditório da Sede da Unimed Fortaleza.
Av. Santos Dumont Nº 949 - Aldeota.
Data: 19 de outubro de 2017 (quinta-feira) Horário: 19h30.
Traje: Esporte fino.
Após o evento será servido um coquetel.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Presidente da Sobrames/CE

terça-feira, 17 de outubro de 2017

DUALISMO

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Nos dias atuais, a exacerbação do pragmatismo está ocupando espaço das opções ideológicas e institucionais, o que nos confunde e aumenta as dúvidas relacionadas com a existência e a verdade, analisadas por Jean-Paul Sartre e Jacques Maritain. Acreditamos serem as manifestações pragmáticas influenciadas pelo maniqueísmo direita e esquerda, pela ânsia de poder, pela falta de solidariedade, pelo individualismo e pela ausência de sentimentos espirituais. Com as devidas reservas, vale lembrar Michael Bakunin ao dizer: "Sou um amante fanático da liberdade, considerando-a como único espaço onde podem crescer e desenvolver-se a inteligência, a dignidade e a felicidade dos homens, (...) só aceito uma única liberdade que possa ser realmente digna deste nome, a liberdade que consiste no pleno desenvolvimento de todas as potencialidades materiais, intelectuais e morais que se encontrem em estado latente em cada um (...)". O Estado existe não para ser de direita ou de esquerda, mas para assegurar os princípios da democracia. Precisamos nos voltar para o conhecimento das verdades essenciais, objetivando alcançar os valores éticos indicadores de um mundo baseado nos conceitos de justiça e de igualdade de oportunidades. Ademais, um líder não se faz por instrumentos e mecanismos artificiais, mas pelo reconhecimento livre e soberano do seu povo. Forçar o surgimento de uma liderança, usando segmentos da falsa mídia e "marqueteiros" gananciosos poderá gerar uma farsa administrativa e política. Aqueles que assumem um cargo na vida pública pensando em não trabalhar pelo povo, não são democratas, mas corruptos. Por fim, não ao maniqueísmo, sim à defesa da democracia.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 18/8/2017.

AMOR: dois exemplos

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Como seria bom se o mundo tivesse mais Gandhis e mais Teresas. Mahatma Gandhi foi advogado, pacifista e defensor dos pobres; Madre Teresa foi freira, pacifista e defensora dos pobres. Ambos desprezaram os valores materiais e se dedicaram a ajudar o próximo, principalmente os mais humildes, os injustiçados, as crianças, os idosos e os doentes. Não há dúvidas, foram iluminados por uma luz divina. O princípio do satyagraha (busca da verdade), sempre deverá inspirar gerações defensoras da democracia, da justiça, da paz, do antirracismo, etc. Martin Luther King disse: "Gandhi era inevitável". Einstein ressaltou: "As gerações futuras dificilmente poderão acreditar que alguém assim, de carne e osso, já andou por este mundo". A irmã das favelas, como era conhecida Madre Teresa, dizia não ser nada, mas apenas um instrumento do Senhor e andava nas ruas de Calcutá sem companhia e sem dinheiro, com o objetivo de salvar e consolar os miseráveis. Dizia ela: "É difícil para o pobre vir até nós; devemos ir até ele". Madre Teresa criou a congregação Missionária da Caridade e, mesmo sendo católica, não fazia distinção entre hindus, muçulmanos, cristãos, etc., todos eram filhos de Deus. Seu trabalho não era de conversão. Ela nunca pediu a ninguém para mudar de religião. Sua missão era revelar Deus, ao fazer o seu serviço. As forças da verdade e do amor foram os princípios básicos das vidas exemplares de Gandhi e Madre Teresa, abençoadas por Deus. Eis, respectivamente, um pensamento de Gandhi e outro da Santa Teresa de Calcutá: “Só sei que através da história a Verdade e o Amor sempre venceram” e “Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor”.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 11/8/2017.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Professores X pessoas comuns na Alemanha


Fonte: Circulando por e-mail (internet) e i-phones.
 

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