sexta-feira, 24 de maio de 2019

Lançamento de “Academia Cearense de Medicina: em biografias e crônicas”

Marcelo Gurgel exibe o livro recém-lançado (Foto cedida por Ana Margarida Rosemberg)
Ao ensejo da XVIII Bienal da Academia Cearense de Medicina (ACM), aconteceu no Hotel Sonata de Iracema, em Fortaleza, ontem, dia 23 de maio de 2019, o lançamento do livro “Academia Cearense de Medicina: em biografias e crônicas”.

A obra, a 102ª de nossa autoria (MGCS), que reúne quarenta biografias e crônicas relacionadas à ACM, foi apresentada pelo Ac. Djacir Gurgel de Figueirêdo, presidente da ACM.
Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da ACM – Cadeira 18

PLACA DE “DISTINÇÃO AO ENSINO MÉDICO” AO PROF. HAROLDO JUAÇABA


O Professor Haroldo Juaçaba, se vivo fosse, teria completado em 31 de março passado 100 anos de idade.
Na passagem do seu centenário de nascimento, fui designado para, em nome da família Juaçaba, fazer a fala de agradecimento na Sessão de Abertura da XXVII Jornada Anual de Cirurgia, promovida pelo Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFC, quando a ele foi conferida uma placa de “Distinção ao Ensino Médico” (in memoriam).
O evento aconteceu na noite de anteontem (22/05/2019) no Auditório Reitor Matins Filho da UFC.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Academia Cearense de Medicina

quinta-feira, 23 de maio de 2019

A XVIII BIENAL DA ACADEMIA CEARENSE DE MEDICINA



A Academia Cearense de Medicina (ACM) realiza, nos dias 23 e 24 de maio de 2019, a sua XVIII Bienal, encontro de natureza científica e cultural da maior importância para a Medicina cearense, tendo o professor e acadêmico José Murilo Carvalho Martins, como seu Presidente de Honra, e o professoe acadêmico Newton Teófilo Gonçalves, como Patrono.
A coordenação da Bienal é do Ac. Pedro Henrique Saraiva Leão, a organização do Ac. Vladimir Távora Fontoura Cruz e a supervisão geral é do Ac. Djacir Figueirêdo.
O programa científico será desenvolvido no Hotel Sonata de Iracema, situado em Fortaleza, na Av. Beira Mar, 848, e está aberto a médicos e estudantes de Medicina, inscritos antecipadamente, e ao público, em geral, interessado na questão da formação do médico, tema central do evento.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Academia Cearense de Medicina

quarta-feira, 22 de maio de 2019

ÉTICA: O exemplo é tudo


Numa tarde ensolarada, decidiu levar seus filhos ao circo. Ao chegar à bilheteria, pergunta:
- Olá, quanto custa a entrada?
O vendedor responde:
- R$ 30,00 para adultos, e R$ 20,00 para crianças de 7 a 14 anos. Crianças até 6 anos não pagam. Quantos anos eles têm?
E o pai responde:
- O menor tem 3 anos e o maior 7 anos.
Com um sorriso, o rapaz da bilheteria diz:
- Se o Sr. tivesse falado que o mais velho tinha 6 anos, eu não perceberia, e você economizaria R$ 20,00.
E o pai responde:
- É verdade, pode ser que você não percebesse, mas meus filhos saberiam que eu menti para obter uma vantagem e jamais se lembrariam desta tarde como uma tarde especial.
E finaliza:
- A verdade não tem preço. Hoje deixo de economizar $20,00 que não me pertenceriam por direito, mas ganho a certeza de que meus filhos saberão a importância de sempre dizer a verdade!
O atendente permaneceu mudo…
Também ele teria uma tarde especial para se lembrar.
Essa história ilustra uma cena em que os filhos presenciam uma atitude correta do pai.
A história nos permite perceber que:
* Nada deve substituir a verdade.
* Educar é dar o exemplo.
* Jamais devemos fazer pequenas concessões à mentira, o preço é alto demais.
* As palavras convencem, mas o exemplo arrasta.
*** O exemplo é tudo.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

terça-feira, 21 de maio de 2019

POLÍTICAS PÚBLICAS E PARTICIPAÇÃO POPULAR


Lauro Chaves Neto (*)
O decreto nº 9.759, de 11 de abril, extinguiu 55 conselhos e colegiados em nível federal, ameaçando a participação popular com a justificativa de que os mesmos estavam distorcendo a participação, burocratizando a administração e onerando os cofres públicos.
A Constituição de 1988 reforçou esses fóruns, compostos por governo e sociedade civil, para democratizar a formulação e o controle das políticas públicas. Se a alegativa é de que os conselhos foram aparelhados politicamente, então a solução não deveria ser extingui-los e, sim, empoderar a sociedade no processo de escolha de seus representantes.
O controle social oriundo da atuação dos conselhos tende a melhorar a qualidade das políticas públicas, uma vez que muitos dos representantes da sociedade levam expertises ausentes no Estado e um melhor conhecimento do assunto. Cabe a indagação sobre quanto custaria ao Estado uma política pública mal desenhada?
O caminho da democracia é formado por um sistema de pesos e contrapesos, de modo a se obter uma moderação de posições pela capacidade de aproximar opiniões divergentes e construir decisões baseadas em consensos ocasionais.
O Brasil saiu, recentemente, de uma eleição polarizada com acusações de ameaça à democracia em ambas as direções, quando a ameaça real veio de quem deveria ser o seu maior defensor, quando o Supremo Tribunal Federal censurou uma revista e ameaçou a livre opinião de brasileiros.
Não se deve confundir a defesa da participação popular como estratégia de aperfeiçoamento das políticas públicas com a defesa do aparelhamento político de sua atuação, quer seja pela esquerda quer seja pela direita ou por qualquer partido.
Dentro desse contexto, reforçar e não reduzir a participação popular na formulação, controle e avaliação das políticas públicas é a alternativa para partilhar o poder e prestar contas à sociedade, que é, ao mesmo tempo, a beneficiária dos seus impactos e a financiadora das suas ações.
(*) Consultor, professor da Uece e conselheiro do Conselho Federal de Economia
Fonte: O Povo, de 20/05/19. Opinião. p.22.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

AMÉRICA LATINA



Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Existem elites responsáveis que conduzem seus povos à prosperidade e ao progresso. Vale lembrar Alexandre, o Grande, da Macedônia, e os povos da Mesopotâmia, do Egito e da Grécia Antiga. Entretanto há lideranças que se preocupam muito mais com a defesa de seus interesses pessoais ou de sua casta, do que com as legitimas aspirações populares. Assim aconteceu, por exemplo, com os dirigentes que determinaram a queda do Império Romano e, mais recentemente, com a Alemanha nazista, a Itália fascista, e a União Soviética stalinista. Precisamos fazer uma reflexão democrática acerca do que historicamente vem acontecendo com a América Latina, com maior ou menor dificuldade em certos países. É inadmissível que, num momento de suma gravidade como este que a América Latina se encontra, quando a fome é grande, quando os níveis de desemprego são preocupantes, quando a violência é corriqueira e quando o narcotráfico está generalizado, parte significativa das elites latino-americanas finge que nada de mau está acontecendo. Por sua vez, a região tem possivelmente uma das mais perversas distribuições de renda de todo planeta, o que propicia a essas elites deterem o monopólio do poder político e do poder econômico. No atual contexto, não é preciso ser nenhum pessimista para perceber, com clareza, o futuro que nos aguarda. A insatisfação popular indica que estamos às vésperas de uma grande crise moral e socioeconômica, se não houver, de imediato, uma mudança de mentalidade por parte de certas elites que não possuem espírito público e solidariedade cristã. De acordo com o tomismo (Santo Tomás de Aquino), a verdade existe e Deus é a própria verdade e conforme João 14,6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Diante do quadro acima, para se conseguir a paz (interior e exterior), sugerimos a exegese (interpretação) de textos constantes da Bíblia.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 10/5/2019.

domingo, 19 de maio de 2019

O PADRE E O RABINO COMPRANDO UM CARRO


Certo dia, suas agendas coincidiram e, como eram amigos, o padre e o rabino decidiram entrar juntos numa concessionária para comprar um carro.
Após a compra, levaram o automóvel para casa e estacionaram na rua entre a igreja e a sinagoga.
Poucos minutos depois, o rabino olhou para fora e viu o padre jogando água no carro novo.
Sabendo que o carro não precisava de lavagem, o rabino saiu apressado e perguntou ao padre o que ele estava fazendo.
"Estou abençoando", respondeu o padre.
O rabino considerou isso por um momento, depois voltou para dentro da sinagoga.
Minutos depois, ele reapareceu com uma serra nas mãos.
"E o que você pretende fazer com isso?", perguntou o padre.
"Decidi que quero abençoar o carro também", respondeu o rabino.
Ele prontamente foi até a parte de trás do carro e serrou dois centímetros do tubo de escape.
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.
 

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