sábado, 31 de março de 2018

SEMANA SANTA: cacau x chocolate


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sexta-feira, 30 de março de 2018

ENTENDENDO O SILÊNCIO DE DEUS

Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)
Com o Domingo de Ramos iniciamos a Semana Santa. Somos convidados a participar dos últimos acontecimentos da vida de Jesus. A própria liturgia nos coloca nesta atitude, quando na procissão com os ramos deixamos de ser meros espectadores para sermos inseridos em todo o mistério da Semana Santa. Somos a razão, os destinatários, por quem Jesus Cristo morreu.
Começo meu artigo com essa reflexão para que participemos da Semana Santa, do Tríduo Pascal, empenhados nesse sentido, para não participar apenas de ritos da Igreja, e sim de uma Semana Santa com Cristo.
Aquele que reviveu o filho da viúva de Naim, que chamou Lázaro de volta a vida, que curou os doentes, que fez os cegos enxergarem, os surdos ouvirem, o Filho de Deus morreu desacreditado.
Jesus foi crucificado às nove horas da manhã e morreu às três da tarde. Apesar do esgotamento, a dor física não foi tanto quanto a psíquica e emocional. Ele passou por toda humilhação sentindo o profundo silêncio de Deus, sentindo-se abandonado como filho, grita: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mt 27,46; Mc 15,34) 
Deus nunca abandonou Jesus; silenciou, mas não o desamparou. A dor, o sofrimento, a agonia de Jesus eram tantos, pois os pecados do mundo pesavam sobre Ele, que se sentiu sozinho.
Muitas vezes, em meio às tribulações e sofrimentos, por não entendermos o silêncio de Deus, nos sentimos desamparados e não compreendemos que jamais nossos sofrimentos serão maiores que os de Jesus, portanto, olhemos para Ele e como Ele, mesmo na ilusória ausência e no silêncio de Deus, coloquemos Nele toda nossa confiança e esperança.
A ressurreição de Jesus é a resposta de Deus. Jesus, mesmo não querendo a cruz, teve que aprender por Ele mesmo o que significa a palavra obediência e passar pelo esvaziamento e até pelo aniquilamento. E Deus respondeu, o que estava morto voltou à vida. Não existe outro caso. Ele é o único na história ressuscitado por obra do Pai. O que tinha acabado e parecia impossível aconteceu, a pedra rolou e Deus tirou Seu Filho da morte. É isso que celebramos na Pascoa, êxodo, mudança, saída, caminho, libertação, ressurreição! Jesus Ressuscitou! Ele está vivo no meio de nós. Caminhemos à luz do Ressuscitado.
(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).
Fonte: O Povo, de 17/3/2018. Opinião. p.18.

quinta-feira, 29 de março de 2018

A SEMANA SANTA E O DIVERTIMENTO


Chargista: Indecifrável.
Fonte: Circulando por e-mail (internet) e i-phones.

quarta-feira, 28 de março de 2018

ENQUANTO AGONIZO


Por Paulo Delgado (*)

O que ‘o líder’ quer é fugir da responsabilidade confinado na condição de perseguido

Ele se amontoa sobre o país. Hiperrealiza seus desejos, usa aliados como escória. Sem álibi, mandou o genro do compadre desqualificar a acusação, e deu errado. Segue trabalhando mal o luto. Um voo tão alto, uma queda tão grande. Revelou-se político de comodidade, tirou vantagem da desonestidade e alega princípios para abafar inconveniências. Chegou ao limite de querer aproveitar da própria decadência.
Um grupo e ele saem do Fórum seguindo na direção do passeio. Embora vários do cortejo sejam mais altos e estejam à frente dele, qualquer pessoa que os observe do outro lado da rua pode ver a cabeça dele ultrapassando por uma cabeça a dos seus apoiadores. Não é perspectiva, é subalternidade. Lembra livro de Willian Faulkner, Enquanto Agonizo, onde um pai brutal impõe a todos um enterro sem fim, não deixando a vida de ninguém fluir sem ter de pensar no seu egoísmo doentio.

Ciências Farmacêuticas


Flagrante da banca examinadora durante a defesa de tese da Profa. Maria Eneida Porto Fernandes Da esquerda para a direita, figuram os docentes Maria Angelina da Silva Medeiros, Mirian Parente Monteiro, Paulo Sérgio Dourado Arrais, Marta Maria de França Fonteles e Marcelo Gurgel Carlos da Silva.
(Foto cedida por Paulo Arrais).
Aconteceu na manhã de ontem (27/03/18), na Universidade Federal do Ceará, mais uma defesa de tese de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Ceará.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Paulo Sérgio Dourado Arrais, Marta Maria de França Fonteles, Mirian Parente Monteiro, Maria Angelina da Silva Medeiros e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, aprovou a Tese “Automedicação no Brasil: dimensões de uma prática”, apresentada pela doutoranda MARIA ENEIDA PORTO FERNANDES, orientada do Prof. Dr. Paulo Sérgio Dourado Arrais Sampaio.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do Doutorado em Saúde Coletiva- PPSAC UECE

terça-feira, 27 de março de 2018

MARLEY & EU (Direito a Morrer com Dignidade)

Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Depois do Natal, fui assistir ao filme "Marley e eu", que tem, no elenco, o ator Owen Wilson, como John Grogan (autor do livro homônimo), e a atriz Jennifer Aniston, como sua esposa Jenny. Líder de arrecadação norte-americana, e produção da 20th Century Fox, ele se tornou o primeiro filme, passado em um feriado de Natal, a alcançar US$ 100 milhões de bilheteria. Seu roteiro gira em torno de um casal de jovens jornalistas que, após perderem o primeiro bebê, decidem criar um cachorro. Eles vão a um canil, compram um filhote da raça labrador retriever, e o batizam com o nome 'Bob Marley', o mesmo do famoso cantor de reggae.
A película evidenciava as incríveis peripécias de Marley: ele quebrava portas, comia roupas, lançava-se sobre os visitantes, roía mobílias, e terminou sendo expulso de uma escola de treinamento de cães. Depois disso, a família decidiu castrá-lo, em uma tentativa (frustrada) de torná-lo mais calmo, e não degenerar a raça.
A despeito de seu mau comportamento, Marley conseguia ser muito amado, tanto pelos Grogans, quanto pelos filhos do casal que foram nascendo. Era realmente encantador observar o carinho de todos por ele, apesar do desespero dos amigos e conhecidos frente às suas peripécias imprevisíveis. O cachorro fazia parte, realmente, da vida do casal, e acompanhava todos os acontecimentos e nuances da biografia da família, sendo muito solidário, com seus donos, na dor e na alegria.
Em muitos momentos, a câmera focalizava os Grogan, do ponto de vista de Marley; outras vezes, focalizava do ponto de vista das pessoas, sem que o espectador pudesse distinguir a visão que prevalecia. Os sentimentos e as reações do cachorro eram bem radicais e opostos. Para ele, era tudo ou nada: ele gostava ou não gostava. Era como dizem por aí: "se você adotar um cão e torná-lo próspero, ele não o morderá". Eis a diferença entre um homem e um cão.
Com o correr do tempo, porém, Marley foi envelhecendo: perdeu as forças, não pode mais correr atrás das crianças, passou a ter doenças e achaques da velhice. A família o amparou e o protegeu, sentindo que ficou idoso. Marley desapareceu algumas vezes, mas os familiares disseram que os cachorros sabem quando sua hora derradeira chega, e preferem ficar sozinhos. No entanto, isso não ocorreu. Marley passou seus últimos momentos com o Grogan pai, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) veterinária, longe das crianças e do lar. Terminou sendo sacrificado na clínica, e enterrado pela família, com todo o carinho possível, no jardim de sua casa.
Esse é um filme triste e real como a própria vida. Como médico, acredito que Marley, por se tratar de um cão, pôde ser sacrificado humanamente. Embora tenha sido muito piegas, seu enterro foi bonito e todos que o amavam estavam lá. Agora, pergunto: não seria melhor, para Marley, que o sedativo mortal tivesse sido administrado na presença de seus entes queridos, e ele tivesse morrido junto daqueles que o amavam?
Nunca poderemos saber o desejo de Marley porque cães não falam: eles são, tão-somente, monoblocos de emoções, amor e paixão. Infelizmente, o ser humano não goza dos mesmos direitos que os animais, ou seja, não lhe é permitido morrer em casa, ao lado de seus familiares. Em geral, as pessoas morrem rodeadas por profissionais competentes e equipamentos sofisticados. E, no final, os médicos dizem: foi feito tudo!
Entre os meus conhecidos, desconheço quem teve o direito de morrer na própria casa. Eu aconselho: escrevam nos testamentos que lhes permitam morrer em paz, cercados dos entes queridos. Na prática, acho que as famílias deveriam ter um médico de confiança, como antigamente havia o chamado "médico de família".
Que falta faz um médico amigo nessas horas!
Vivemos acorrentados, hoje, a regras desumanas. Há bastante comoção no filme porque, no fundo, todos desejam possuir os mesmos direitos que o cão. Para mim, é essa a mensagem de Marley e Eu: faz-se necessário repensar tanto a trajetória do cachorro, quanto a das pessoas a seu redor.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha). Foi um dos primeiros neonatologistas brasileiros.

segunda-feira, 26 de março de 2018

QUAL O RUMO?

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Os sentimentos de humildade e amor, objetivando dias melhores, são fundamentais. Por outro lado, o ódio, a ganância, a inveja, e a ambição, dentre outros, são comportamentos incompatíveis com uma existência saudável. A educação encontra-se na base de qualquer sociedade, nação ou comunidade. Por sua vez, quando falamos em educação, não pretendemos nos deter somente no aspecto relativo ao conhecimento tradicional. Também à formação comportamental representativa do caráter, do modo de ser, do respeito aos outros, isto é, aquela educação que não se aprende apenas nos bancos escolares, porém, no dia a dia de uma sociedade. Os bons exemplos e orientações dos pais, dos professores, dos amigos, dos patrões, dos governantes, etc., permitem a constituição de um agrupamento livre de truculência física ou mental. A violência em todas as suas formas – como desemprego, a fome, o analfabetismo, a imprensa e o “marketing” tendenciosos, as más pessoas públicas, a discriminação – conduz qualquer sociedade a um clima de perplexidade, revolta e apatia, motivando mais violência. Convém ressaltar o exemplo de São Francisco de Assis. Ele analisou de forma ecumênica a religião e o mundo observando os valores pessoais interiores. Deu ênfase ao diálogo, ao meio ambiente, à caridade, à justiça e à sabedoria. Como seria bom se nos dias de hoje, nós, os líderes, bem como as pessoas que decidem e formam opinião seguissem o pensamento de São Francisco. “É ilusão, é ilusão diz o Sábio. Tudo é ilusão” (Ec 1,2).
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 23/3/2018.

domingo, 25 de março de 2018

MENSAGEM OS MINISTROS DO STF

Por Ruy Câmara (*)
Eis a mensagem que o escritor Ruy Câmara enviou agora para todos os ministros do STF.
Senhores ministros do STF:
É frustrante, é decepcionante e revoltante viver em um país no qual a sua mais alta corte de Justiça (STF), a pretexto de salvaguardar legalismos constitucionais que restringem o alcance da justiça, empenha-se na tarefa de abrir possibilidades para protelar os ritos processuais e, em consequência, evitar ab aeterno a punição de criminosos, escancarando desse modo as portas para a certeza da impunidade.
Não é custoso lembrar aos senhores que, no rol de 194 países membros da ONU, 193 permitem o cumprimento de sentença de prisão por decisão em 1ª ou 2ª instância. Perante o mundo civilizado, o Brasil tornou-se conhecido como o país da impunidade e da leniência.
É óbvio que os senhores têm plena consciência de que vivenciamos tempos muito estranhos com a ‘judicialização nada elogiável da política’; com a leniência reprovável da justiça, notadamente em matéria criminal; e o que é mais vergonhoso, com a ‘politização da justiça nos julgamentos de criminosos que, mesmo já estando condenados por duas instâncias, ainda se presumem intocáveis e inalcançáveis pelas varas, colegiados e pelas cortes da justiça do Brasil.
Os cidadãos e cidadãs que cumprem seus deveres e obrigações para com suas famílias e com o país, não podem e não devem aceitar calados que 5 ou 6 ministros do STF se reúnam em consistório, não para modificar o que já haviam decidido e resolvido por vontade da maioria da corte, mas para postergar ou mesmo livrar da prisão um criminoso renitente e empedernido que ainda comanda um bando de assaltantes do Estado que agiam e agem com plena convicção de que jamais serão punidos pelos crimes cometidos.
Ora, postergar ou livrar da prisão um condenado em duas instâncias da justiça a pretexto de legalismos constitucionais distantes da realidade cotidiana de um pais vilipendiado com gana desmedida, é o mesmo que afirmar perante o mundo que o crime no Brasil compensa, e compensa muito, porque encontra amparo da lei penal e nas jurisprudências de correções que são muito mal defendidas pelas autoridades do país.
Os senhores afirmam que a justiça não pode se apartar do bom direito, tampouco pode ferir direitos ou garantias fundamentais, mas também não pode se distanciar do senso de justiça-justa, e muito menos deve produzir insegurança capaz de despertar a desconfiança absoluta da sociedade na mais alta corte de justiça do país.
O STF insiste em afirmar que têm compromissos com a Constituição e com o direito. Mas quantas vezes vimos certos ministros dessa corte inovando em matéria constitucional; interpretando a seu modo cláusulas pétreas da CF; ignorando solene jurisprudências firmadas ou mesmo atuando muito mais como advogado de defesa de criminosos do colarinho branco do que como juízes?
Tanto é verdade que, por diversas vezes a constituição foi rasgada nessa corte para validar entendimentos que atenderam melhor casos isolados do que o direito como utilidade pública essencial para a garantia da ordem e da normalidade da vida social.
Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal andam desacreditados porque a sociedade já percebeu o empenho de parte da corte de manter o Brasil como o paraíso absoluto da impunidade. A sociedade já disse claramente que não aceita, nem mesmo a pretexto de legalismo constitucional, que o STF modifique regras jurídicas que prolonguem por décadas a impunidade de criminosos já condenados em 1ª e 2ª instâncias.
Claro que o Brasil precisa virar essa página negra da sua história para reencontrar o caminho da Paz institucional, da Ordem e do Pleno desenvolvimento econômico e social e o STF não pode servir de instrumento para socorrer bandidos poderosos que roubaram o país durante décadas e pretendem continuar roubando.
O compromisso dos ministros com a CF não pode sobrepujar o compromisso moral e institucional com o direito de proteção coletivo, que deve ser igual para todos os brasileiros.
Até mesmo o mais ignaro cidadão brasileiro sabe que a corrupção desenfreada no Brasil precisa ser contida com rigor e rapidez, do contrário, nosso país continuará sendo por muitas décadas o reino absoluto da impunidade consentida e amparada por legalismos institucionais.
Não faz sentido, nesse momento conturbado da vida nacional, um ministro do STF defender a protelação recursal a pretexto de salvaguardar dispositivos frágeis constitucionais, uma vez que as estatísticas do próprio judiciário demonstram que apenas 3% das sentenças prolatadas são revertidos na última instância. E no caso dos crimes de colarinho branco, esse percentual cai para 2%.
Em todos os casos que se queira analisar, o cumprimento de sentença após decisão por órgão colegiado em 2ª instância evitaria de forma incontestável a continuação da impunidade como certeza e como regra jurídica amparada por norma constitucional.
Como escreveu o Dr. Liberato Póvoa, desembargador aposentado do TJ-TO, enquanto se aguarda o trânsito em julgado (que muitas vezes não acontece), abrem-se todas as portas e janelas da impunidade. O povo já vive cansado de ver os criminosos de colarinho branco vivendo muito fagueiros, afrontando a norma, a ordem e a lei com o argumento fajuto de presunção de inocência, quase sempre escudados na esperteza de hábeis defensores.
Está provado e arquiprovado que, a protelação recursal só beneficia os criminosos, que passam a gozam da plena liberdade durante todo o tempo processual, até a prescrição dos seus crimes, como frequentemente tem ocorrido.
A sociedade brasileira, tão desiludida e vilipendiada, precisa ter a certeza de que a ordem penal é aplicada para todos e não para alguns, como vem ocorrendo no Brasil nesses tempos estranhos.
Como bem o disse a ilustre Procuradora Geral, Raquel Dodge, a protelação de recursos interpostos nas diversas instâncias só contribui para a inefetividade do direito penal, incentivando a incessante interposição de recursos pela defesa, apenas para evitar o trânsito em julgado da condenação e para alcançar a tão desejada prescrição da pena, o que reforça o sentimento geral de impunidade e descrédito na Justiça." Mas a manutenção da decisão do Supremo, que permite o cumprimento da pena de prisão após a condenação em 2ª instância, é fundamental para o combate à impunidade.
(*) Escritor e sociólogo brasileiro.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

Programação da Semana Santa na Paróquia São Vicente de Paulo - 2018

Ressuscitei, ó Pai, e sempre estou contigo:
pousaste sobre mim a tua mão, tua sabedoria é admirável".
  
“Mais que comum dos dias,
olhei o mais que pude os rostos
dos pobres, gastos pela fome,
esmagados pelas humilhações,
e neles descobri teu rosto, 
Cristo Ressuscitado!”
Dom Hélder Câmara

PROGRAMAÇÃO
25/03/2018 (domingo): Procissão do Domingo de Ramos: às 8h.
26/03/2018 (segunda-feira): Celebração Penitencial: confissões individuais das 18h30 às 22h.
27/03/2018 (terça-feira): Celebração Penitencial: confissões individuais das 18h30 às 22h.
28/03/2018 (quarta-feira): Meditação das dores de Maria às 18h e confissões individuais das 18h30 às 22h.
29/03/2018 (quinta-feira): Missa da Ceia do Senhor (Lava-pés). Transladação do Santíssimo Sacramento às 19h.
30/03/2018 (sexta-feira): Solene Comemoração da Paixão e Morte do Senhor, às 15h, e Encenação da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, às 18h30.
31/03/2018 (sábado): Sábado Santo: Solene Vigília Pascal às 18h.
25/03/2018 (domingo): Procissão do Cristo Ressuscitado às 6h.
Feliz Páscoa a todos!
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Paroquiano de São Vicente de Paulo

 

sábado, 24 de março de 2018

SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO FINAL DO PPSUS


Participei ontem, dia 23 de março de 2018, do “Seminário de Avaliação Final do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde - PPSUS”, promovido pelo Ministério da Saúde e CNPq, e realizado pela FUNCAP, em Fortaleza-CE, em 22 e 23 de março de 2018.
Atuei como Expositor do tema “Custos dos hospitais públicos terciários gerenciados pelo estado do Ceará na perspectiva da alocação de recursos”, apresentando os resultados dessa pesquisa conduzida sob o amparo do Edital 7/2013 do PP-SUS, no Ceará.
Na ocasião, foram distribuídos exemplares do livro “Avaliação da eficiência de hospitais públicos terciários na perspectiva da alocação de recursos”, de Maria Helena Lima Sousa e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, produto final dessa pesquisa.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

CONVITE: Celebração Eucarística da SMSL - Março/2018


A Diretoria da SOCIEDADE MÉDICA SÃO LUCAS (SMSL) convida a todos para participarem da Celebração Eucarística do mês de MARÇO/2018, que será realizada HOJE (24/3/2018), às 18h30min, na Igreja de N. Sra. das Graças, do Hospital Geral do Exército, situado na Av. Des. Moreira, 1.500 – Aldeota, Fortaleza-CE.
Na ocasião será também conduzida a confraternização natalina da SMSL.
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!
MUITO OBRIGADO!
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Sociedade Médica São Lucas

sexta-feira, 23 de março de 2018


É com pesar que assinalo aqui o falecimento hoje, em 23 de março de 2017, do Dr. JÚLIO MACEDO, pai do cardiologista Dr. Francisco Delano Campos de Macedo, nosso colega de Turma de Medicina da UFC-1977.2 e também ex-colega de classe do Colégio Júlia Jorge.
Dr. Júlio Macedo contava com 103 anos, e ainda se mantinha lúcido e relativamente ativo. Era formado em Odontologia há mais de oitenta anos, tendo instalado o seu consultório de cirurgião-dentista por várias décadas no Otávio Bonfim, bairro de moradia de nossa família, guardando ele uma boa convivência com o nosso pai Luiz Carlos da Silva. Era, certamente, o mais idoso dentista do Ceará, sendo ele muito estimado por seus pares de profissão.
O corpo de Júlio Macedo está sendo velado na funerária Ternura (Rua Padre Valdevino, Aldeota). A missa de corpo presente provavelmente será celebrada amanhã de manhã (24/03/18). O cortejo fúnebre sairá para o sepultamento no Cemitério Parque da Paz, marcado para às 10h desse sábado.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Amigo e colega do Dr. Delano Macedo

LUTO

Márcia Alcântara Holanda (*)
Ando escrevendo sobre a saga de Joel, nome fictício de um personagem real de um livro. Foi um cavador de poços que, com intuição e criatividade, conseguiu driblar a indiferença do estado - entenda-se aqui como instituições político-administrativas - e salvou da morte mais de mil e duzentos homens, cavadores como ele. Esses, adoeciam e morriam adultos jovens, de silicose, nas fases mais intensas de seus sentidos, sentimentos, emoções e produção (Silicose em cavadores de poços: da descoberta ao controle. JBP 25 (1) 1999).
O luto assolou por dez anos os cavadores e suas famílias, porque as normas administrativas que deveriam não apenas regulamentar, mas permitir ajustes conforme necessidades inesperadas ou especiais de cada momento ou lugar, ficaram bitoladas nos seus dizeres: não há norma para educar cavadores de poços para pararem de cavar e não adoecerem e morrerem de silicose.
A bitola, sob forma de tais normas, acomodou e acomoda confortavelmente as políticas administrativas, não permitindo que se teste ou use novas ideias ou descobertas que mudem o rumo da mesmice, a fim de oferecer vida melhor para o povo.
A ideia era educar os cavadores para mudar uma trágica realidade. O Estado brasileiro não o fez, mas Joel sim. Em associação com seu grupo de companheiros aplicou um programa educativo exitoso, tendo conseguido encerrar esse ciclo de luto coletivo que durou dez anos.
Tudo se repete quando agora o luto vem sob a forma de um sem número de mortes por falta de diagnóstico, estratégias tecnológicas e medicamentos para controle das doenças raras. O mote é o mesmo: as políticas públicas não se renovam o necessário a fim de darem real valor à vida, de modo mais amplo criativo e forte.
Vivemos na fraqueza da acomodação e covardia político-administrativa, usando essa última palavra, muito bem colocada no discurso de Fátima, na evidenciação desse luto, no dia 28 de fevereiro de 2018: o dia de “Luto pelos raros”. Os acomodados não peitam de frente a morte anunciada, como fez Joel, como faz Fátima e os raros. Faltam-lhes coragem e humildade.
Chega de se esconderem sob a máscara de que são e compõem o melhor e mais igualitário programa de saúde do mundo. Será preciso valer o cuidado amplo e completo aos seres, para ganharem essa peja.
(*) Médica pneumologista; coordenadora do Pulmocenter; membro da Academia Cearense de Medicina.
Fonte: Publicado In: O Povo, de 5/03/2018. Opinião. p.25.

quinta-feira, 22 de março de 2018

FRASES E PENSAMENTOS DE TOM JOBIM II


10 “Eu vou morrer um dia, a música vai ficar…”
11 “No Brasil é tudo importado: eu, você, a língua, os índios, a cana-de-açúcar e o café.”
12 “Dediquei minha vida à música brasileira, porque já tem francês para escrever música francesa, americano para escrever música americana.”
13 “Carrego nas costas a cangalha de fazer música brasileira e me acusam de ser estrangeiro.”
14 “O inglês é aquela língua de índio, uma coisa muito simples.”
15 “A gente não pode ser aquele garoto tímido toda a vida. Tem que se dar um pouco mais, chegar perto do público sem aquela armadura toda.”
16 “Eu não sou homem de negócios, não tenho apartamentos alugados, nem terrenos. O dinheiro que entra é para a casa, o carro, o uisquinho, a cervejinha.”
17 “É preciso sobreviver para atingir a idade da realização, para ser feliz. Não vale sair antes do jogo terminar.”
Fonte: gingaronline.com

FRASES E PENSAMENTOS DE TOM JOBIM I


1“Quando uma árvore é cortada ela renasce em outro lugar. Quando eu morrer quero ir para esse lugar, onde as árvores vivem em paz.”
2 “Sabe o que é melhor que ser bandalho ou galinha? Amar.”
3 “O Brasil não é para principiantes.”
4 “Nenhuma situação é tão complicada que uma mulher não possa piorar.”
5 “O dinheiro não é tudo. Não se esqueça também do ouro, os diamantes, da platina e das propriedades.”
6 “Nada melhor para a saúde do que um amor correspondido.”
7 “No Brasil, o sucesso é ofensa pessoal.”
8 “Nada melhor para a saúde do que um amor correspondido.”
9 “A gente só leva da vida a vida que a gente leva”
Fonte: gingaronline.com

quarta-feira, 21 de março de 2018

RECEPCIONISTAS DE CONSULTÓRIO MÉDICO


As secretárias de alguns médicos devem crer que são doutoras.
Algumas perguntam, quando chegamos a uma consulta, a razão da sua visita e você tem que responder, diante de todos, às perguntas que lhe fazem o que às vezes é muito desagradável.
Não há nada pior que uma recepcionista que te pede para dizer o que está se passando contigo numa sala de espera cheia de pacientes.
Uma vez entrei para uma consulta e me aproximei de uma recepcionista pouco simpática.
- Bom dia, senhorita!
A recepcionista me disse:
- Bom dia, senhor, o que o senhor está sentindo? Por que quer ver o doutor?
- Tenho um problema com meu pinto, respondi.
Como alguns dos presentes riram, a recepcionista se irritou e me disse:
- Você não deveria dizer coisas como estas diante das pessoas.
- Porque não?... Você me perguntou o que eu estava sentindo e eu respondi.
A recepcionista sem jeito me disse:
- Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o doutor, mais tarde e em particular.
Ao que eu respondi:
- E você não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.
Então sorri, saí e voltei a entrar:
- Bom dia, senhorita!
A recepcionista sorriu meio sem jeito e perguntou:
- Sim?
- Tenho problemas com meu ouvido!
A recepcionista assentiu e sorriu, vendo que havia seguido seu conselho e voltou a me perguntar:
- E... o que acontece com o seu ouvido, senhor?
- Arde quando eu mijo!
A sala de espera explodiu em risada.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Piada (ou causo) sem autoria definida.

terça-feira, 20 de março de 2018

DIFERENÇAS DE MENTALIDADES

Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
'Vicky Cristina Barcelona' é o título do filme escrito e dirigido por Woody Allen, exibido no Brasil em novembro de 2008, e interpretado pelos atores Javier Bardem, Scarlett Johansson, Rebecca Hall e Penélope Cruz. As duas protagonistas - Vicky e Cristina -, ambas americanas, são grandes amigas em férias em Barcelona. Vicky faz o tipo mulher sensata: está noiva e vai se casar em breve com um nerd americano. Cristina, por sua vez, está sempre em busca de uma nova paixão para agitar mais sua cabeça desmiolada. O enredo é mais ou menos assim, tendo como pano de fundo a encantadora cidade espanhola de Barcelona.
Certo dia, em uma galeria de arte, elas conhecem Juan Antonio, um pintor espanhol do tipo latin-lover made in Hollywood, que, segundo as fofoqueiras locais, acabara de sair de um divórcio atribulado, tendo sido, até, esfaqueado pela sua (ex) mulher Maria Helena - interpretada pela fogosa, encantadora e maravilhosa atriz Penélope Cruz.
Ainda naquela noite, durante o jantar, o pintor Juan Antonio (Javier Bardem) se aproxima da mesa em que Vicky e Cristina se encontram e lhes faz uma proposta de viajar com ele para Oviedo. Vicky, de imediato, sempre muito ajuizada, inicialmente rejeita a idéia; mas, Cristina a aceita e consegue convencer a amiga a acompanhá-la. Este é o início do relacionamento conturbado de ambas com Juan Antonio; e, piora, depois, quando entra em cena a mulher do pintor. Nesse imbróglio, Woody Allen teve a oportunidade de evidenciar seu talento genial: ele é um neurótico, no campo da psicodinâmica humana.
Acho, porém, que faltou algo nesse filme. Percebi uma dificuldade de entrosamento entre a civilização "latina" e a "anglo-saxônica". As duas culturas se admiram mutuamente, mas, não se interpenetram. Assim como Barcelona, são estereotipadas e voltadas para o turismo, bem ao gosto dos norte-americanos. Na película, eu senti uma dissociação entre o cenário (a cidade de Barcelona), a biografia das americanas, e, também, a do Diretor. Das três artistas, fico com Penélope Cruz, muito embora as americanas sejam de tirar o fôlego de qualquer mortal. Por fim, afirmo que as duas culturas podem se amar ou se odiar, porém, jamais se casar. Com toda a certeza, não dará certo: as mentalidades de ambas são muito diferentes.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha). Foi um dos primeiros neonatologistas brasileiros.

segunda-feira, 19 de março de 2018

ENCRUZILHADA HISTÓRICA

O Estado de S. Paulo, de 16 março de 2018
O dever do Supremo, especialmente em uma hora grave como essa, é preservar a solidez institucional, sustentáculo da democracia
Imagine-se por um momento que o sr. Lula da Silva, mercê de algum extravagante arranjo jurídico, pudesse não só permanecer em liberdade, como também pudesse se candidatar à Presidência da República. Imagine-se ainda que, nessa condição, o sr. Lula da Silva se elegesse presidente. O País viveria então a insólita experiência de ser governado por um condenado à prisão por corrupção em duas instâncias judiciais.
Vivêssemos em situação de normalidade institucional, em que os tribunais superiores se limitassem a aplicar a lei e a zelar pelo cumprimento da Constituição, evitando imiscuir-se em assuntos da política partidária, tal hipótese sequer seria aventada. No entanto, considerando-se os muitos fuxicos e mexericos que têm circulado sobre a disposição deste ou daquele ministro do Supremo Tribunal Federal de providenciar o que Lula precisa para se livrar da Justiça e, pior, habilitar-se a disputar a eleição, talvez seja o caso de começar a tratar esse exercício de imaginação como uma possibilidade real – com implicações que seguramente ultrapassarão, e muito, os limites da política parlamentar.
Que o sr. Lula da Silva não é um condenado qualquer, isso todos sabem. Trata-se de um líder político de incontestável importância, que presidiu o País por dois mandatos e tem uma substancial base de apoio popular e partidária que o torna um protagonista natural das disputas pelo poder. Mas ele é inelegível, mercê do que fez para merecer condenação em duas instâncias judiciais e dos efeitos automáticos da Lei da Ficha Limpa que, queiram ou não meliantes ou juízes, faz parte do ordenamento nacional. Sua provável prisão decerto não será recebida com indiferença, nem por seus fanáticos apoiadores, nem por seus ferozes adversários. Pode-se antecipar um possível clima de confronto, o que está fazendo com que autoridades estejam a estudar a melhor maneira de fazer cumprir a ordem de prisão, quando for a hora. Portanto, não se pode ignorar a comoção que a notícia da detenção de Lula poderá causar.
Nada disso, contudo, pode ser óbice a que a lei seja respeitada. Lula da Silva foi condenado a mais de 12 anos de prisão por corrupção, não cabendo mais falar em “presunção de inocência”. Seu destino, como o de qualquer outro em sua situação, deve ser a cadeia – e as autoridades que tomem as providências para que a ordem pública seja mantida quando o demiurgo de Garanhuns for encaminhado para sua cela.
Contudo, a julgar pelo bulício entre os ministros do Supremo nos últimos dias, pode aparecer um entre eles que afinal se disponha a apequenar aquela Corte diante do sr. Lula da Silva, criando um casuísmo destinado a favorecer o ex-presidente. Se houver uma revisão da decisão que permitiu a prisão após a condenação em segunda instância, como querem os petistas, estará dado o sinal verde para que Lula possa usufruir da tradicional lentidão do Supremo e permanecer em liberdade e em frenética campanha. Mesmo que não haja essa revisão e Lula seja preso, muitos apostam que o Supremo rapidamente lhe dará um habeas corpus, multiplicando assim seu capital eleitoral e sua capacidade de desafiar as instituições. Mais ainda: há quem diga que Lula pode obter no Supremo permissão para registrar sua candidatura, a despeito do que diz a Lei da Ficha Limpa.
Ou seja, nessa situação, estaria configurado um indulto completo a Lula – e também, frise-se, uma autorização para que ele volte à Presidência da República. Será então um presidente com mais de 20 anos de prisão a cumprir, considerando-se os vários processos a que ele responde e dos quais dificilmente se livrará.
Se o Supremo se prestar a esse papel, deflagrará uma crise de inusitadas proporções. Seus ministros não podem se deixar intimidar pela gritaria petista, muito menos fazer do Supremo um anexo do Instituto Lula. O dever do Supremo, especialmente em uma hora grave como essa, é preservar a solidez institucional, sustentáculo da democracia. Qualquer solução para o caso de Lula que não seja o estrito cumprimento da lei e das próprias decisões anteriores do Supremo poderá ser vista, em outras instituições e por grande parte da Nação, como inconcebível genuflexão a interesses alheios aos do País. Seria imperdoável irresponsabilidade.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Editorial, de 16/03/2018. Internet (circulando por e-mail e i-phones).

PENSAR O FUTURO

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Precisamos, estrategicamente, pensar o futuro. Não somos contra o progresso, todavia não concordamos quando ele é realizado e, em consequência, ocorre uma expansão no número de pessoas excluídas e oprimidas. Tais inquietações fazem nos lembrar de Gandhi: “A força de um homem e de um povo está na não violência”, bem como de Santo Tomás de Aquino: “Há homens cuja fraqueza de inteligência não lhes permite ir além das coisas corpóreas”. Sem preconceitos, é fundamental a leitura de filósofos e cientistas como Aristóteles, Santo Agostinho, Kant, Hegel, Ricardo, Marx, Weber e tantos outros. Cremos que a grande crise mundial é consequência do aumento do pragmatismo tático e da redução das correntes de pensamento filosófico. Não obstante as diferenças culturais dos povos, existem características básicas que devem ser comuns, tais como: a justiça; a perspectiva de mobilidade social; a soberania popular, evidenciada por convicções democráticas e não por forças autoritárias; como também a busca permanente da paz. Nunca procuremos a subserviência para alcançarmos uma pseudo-felicidade, mas sim a inquietação sincera como forma de chegarmos à liberdade. Concordamos que o modelo do Estado Democrático de Direito está esgotado. Na verdade, muitas vezes é injusto, pois permite privilégios. Por exemplo: foro privilegiado. Antes que voltem os defensores de regimes totalitários, é importante que se coloque nas agendas de debates, em fóruns nacionais e internacionais, a criação do Estado Democrático de Justiça. Como disse Cícero: “Summum jus summa injuria” (O supremo direito é a suprema injustiça).
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 16/3/2018.

domingo, 18 de março de 2018

Ser Católico Pode Causar Problemas na Cama...


Algumas mulheres estão conversando, quando surge o assunto de relações íntimas e, consequentemente, métodos contraceptivos.
A primeira mulher diz:
Somos católicos, então não fazemos uso de nenhum método”.
A mulher seguinte responde:
Eu também sou católica, mas uso o método da tabelinha”.
A terceira mulher retruca:
Eu e meu parceiro usamos o método do balde com o pires”.
 Que diabos é o método do balde com o pires?”, as outras questionam.
 Bem, como vocês podem ver, eu sou alta... meu marido é baixinho. Nós fazemos amor de pé, com ele em cima de um balde, e quando vejo que seus olhos estão quase do tamanho de um pires, eu chuto o balde debaixo dele!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

Como Vocês São Felizes no Inferno?


Um infeliz pecador morreu e foi parar na porta do inferno. Lá, um auxiliar de capiroto se apresenta e faz a seguinte pergunta:
- Então, você prefere ir para o inferno brasileiro ou para o inferno americano?
O pecador pergunta:
- Qual a diferença?
- Bom. Existe um muro que separa os dois infernos. No inferno brasileiro, você terá que comer uma lata de 20kg de excrementos no café da manhã, no almoço e no jantar. À noite, o diabo aparece para te espetar até o fogo infernal, e você fica lá ardendo até o dia seguinte.
- E como é o inferno americano? - Indaga o pecador.
- No inferno americano é o mesmo esquema, só que em vez de uma lata de 20kg de estrume, você terá que comer somente um pires.
O pecador não pensou duas vezes, e preferiu o inferno americano.
Chegando lá, ele repara que estavam todos cabisbaixos e tristes. Enquanto isso, do outro lado do muro, ouvia-se pagode, samba, dupla sertaneja, gargalhadas, enfim, uma animação de dar inveja. Não conformado, o pecador sobe no muro e chama alguém do outro lado.
- Ei, como vocês conseguem festejar? Aqui o pessoal come um pires de estrume e vive triste, enquanto vocês comem uma lata de 20kg e vivem dando risada. Como é possível?
- Bem, é que aqui é o Brasil, né? Um dia falta lata, no outro falta estrume, no outro dia o diabo não vem e no outro é feriado! No dia seguinte falta lenha para a fogueira e assim vai... É só festa!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 17 de março de 2018

RECONCILIAÇÃO COM DEUS

Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)
Entramos no tempo da Quaresma, o grande retiro espiritual dos cristãos. Durante esse período sagrado, a Igreja nos exorta aos exercícios quaresmais: oração, jejum e esmola.
Tenho insistido muito na oração como caminho de união de vida com Deus. Na Quaresma a oração é aliada ao jejum, que é proposto como forma de sacrifício e de educar-se, privando-se de algo e revertendo em serviço à caridade. Não precisa ser necessariamente de alimento. Pode ser escolhido outro tipo de sacrifício, por exemplo, abster-se do cigarro, da internet, etc. E aliada há também a esmola como prática da caridade fraterna. E não se trata apenas de dinheiro, mas de praticar as obras de misericórdia espirituais e corporais, doando-se e relacionando-se com o próximo, nos preparando para celebrar dignamente os mistérios da morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Portanto, a Quaresma é por excelência o tempo propício à conversão e reconciliação com Deus. Importante sempre, o Sacramento da Reconciliação tem um apelo muito forte neste tempo, convidando-nos a fazer a experiência da misericórdia divina através do perdão.
Com muita frequência recebo partilhas de pessoas afastadas deste Sacramento, geralmente por vários motivos, como: não verem sentido em confessar com um sacerdote, então se confessam diretamente com Deus; acharem que não têm pecado; por não saberem confessar; e até mesmo por não compreenderem a misericórdia de Deus, e não se sentem merecedores do perdão e, envergonhados, acabam se afastando Dele.
Muitas pessoas realmente não sabem confessar e usam a seguinte fórmula: “Não matei, não roubei, o resto fiz tudo”. Não é tão simples assim. Se o pecado é desobediência a Deus, nada melhor do que examinarmos nossa consciência, nos baseando nos mandamentos da Lei de Deus, e, aí veremos em quê ofendemos a Ele e prejudicamos nosso próximo.
Devemos também ter o propósito de não recair no pecado e de evitar circunstâncias que o favoreçam. Confessar-se buscando não omitir nada e cumprir a penitência imposta pelo confessor. O importante é saber que este sacramento da Reconciliação, também chamado Confissão ou Penitência, é a volta aos braços do Pai.
Por isso, se algum dia você se perdeu, volta para casa filho. Deus está com saudade de você e sempre que se perder pode voltar, Ele sempre vai te amar e te esperar.
(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).
Fonte: O Povo, de 17/2/2018. Opinião. p.18.
 

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