segunda-feira, 22 de julho de 2024

PESAR PELO FALECIMENTO DO DR. CÉSAR FORTI

 

É com imenso pesar que aqui registro o falecimento ontem, 21 de julho de 2024, do Dr. CÉSAR AUGUSTO DE LIMA E FORTI, médico especialista em Medicina Nuclear e pioneiro dessa especialidade no Ceará, professor aposentado da Faculdade de Medicina da UFC e ex-Secretário da Saúde do Estado do Ceará, cujo passamento entristece seus familiares e o seu vasto ciclo de amigos e colegas.

A Galeria dos Secretários da Saúde do Estado do Ceará Governador Parsifal Barroso 1961 – 2006 sumariza o currículo do seu dirigente, no período de 25/04/1990 a 20/04/1991, assim:

“Nascido em 28 de abril de 1945, na cidade de São Paulo/SP. Formado em Medicina no ano de 1971 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), Especializou-se em Medicina Nuclear pela Faculdade do Rio de Janeiro (FEFIERJ), em 1973; mestre em Farmacologia pela UFC em 1985. Médico do Ministério da Saúde, exerceu as funções do cargo de Chefe do Serviço de Medicina Nuclear do Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC; Subscretário da Saúde do Estado do Ceará no período de 1987 a 1989; Diretor Médico do Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC no período de 1991 a 1994; Diretor Geral do Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC de 1994 a 1997; Diretor da Associação Brasileira dos Hospitais Universitários e de Ensino (ABRAHUE) no período de 1994 a 1997; Diretor do Hospital Municipal de Maracanaú no período de 1999 a 2002. Ocupa o cargo de Coordenador da Coordenadoria da Rede de Unidades da Secretaria da Saúde (CORUS), atual gestão de Dr. Jurandi Frutuoso, tendo sido nomeado desde 2003.”

O corpo do Dr. César Forti está sendo velado hoje (22/07/2024), desde às 7h no Velatório Aethernus, à Rua Pe. Valdivino, Nº 1.688, em Fortaleza. A missa de corpo presente será às 11h e, em seguida, seus despojos serão conduzidos à necrópole Parque da Paz para o sepultamento marcado para às 14h.

Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da Academia Cearense de Medicina


COMPROMISSO A LONGO PRAZO

Por Estevão Rocha (*)

Pesquisas mostram que a ocupação dos empregos com melhores remunerações tem relação direta com o nível de formação adquirida pelo cidadão. Nesse sentido, há que se entender o papel fundamental das Instituições de Ensino Superior (IES) na contribuição da formação qualificada desses cidadãos nas Nações. Organizações nacionais e internacionais que estudam locais para investir consideram, entre outros fatores, a qualificação dos profissionais que atuarão nesses investimentos. Quando há falta de profissionais qualificados, sendo o investimento aprovado, dois caminhos são conhecidos para resolver esse problema: importar os profissionais ou esperar por sua formação em determinada região.

Diante desse cenário, muitas IES particulares, incluindo a Unichristus, têm buscado aprimorar seus processos de formação, preocupando-se com a qualidade dos profissionais egressos de seus cursos de graduação. A livre participação no setor superior da educação, assim como em outros segmentos, permite a entrada de vários modelos de propostas educacionais que podem favorecer os estudantes brasileiros. Novos formatos de ensino e de aprendizagem, assim como novas propostas de gestão, são fatores que abrem espaços para inovações que poderão ser significativas na qualidade da formação dos estudantes.

Nesse contexto, no ano de 2005, com a chegada do grupo internacional de educação Laureate, o Brasil começou a conhecer o modelo de graduação de instituições estrangeiras com suas competências educacionais aplicadas em vários países, tanto em países de economias desenvolvidas quanto em desenvolvimento. Em 2009, chegou o grupo Adtalem Global Education, posteriormente conhecido como Devray. Em 2012, a rede educacional Ilumno aportou com suas expertises ao adquirir diversas IES nacionais.

Contudo, passados mais de dez anos aplicando suas propostas educacionais em vários estados brasileiros, inclusive no Ceará, estas instituições não conseguiram proporcionar uma mudança significativa na qualidade da formação dos profissionais. Sem aprofundar nos motivos, o fato é que estas organizações deixaram o País sem trazer propostas educacionais que nivelassem nossos profissionais aos formados em países considerados desenvolvidos. Por que desistiram? Fazemos melhor?

(*) Educador e diretor do Colégio Christus

Fonte: Publicado In: O Povo, de 26/06/24. Opinião, p.18.

CUIDAR DA SANTA CASA, CUIDAR DE NÓS

Por Marcelo Alcântara Holanda (*)

Em 1498, Dona Leonor de Avis, rainha de Portugal, criava a Santa Casa de Lisboa. Integrando a nobreza à assistência aos humildes destacava-se pela assistência aos negros, soldados, presos, mulheres e crianças rejeitadas pela sociedade. Dezenas de Santas Casas surgiram no Brasil colônia, depois no império e finalmente, na República. Tornaram-se incubadoras dos primeiros cursos de Medicina e da rede hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS). Com 163 anos, a Santa Casa de Fortaleza passou por ciclos de prosperidade e de dificuldades, reinventando-se sempre.

Minha formação médica foi por ela marcada, gratidão eterna. Mês passado completei seis meses à frente da novíssima Diretoria de Inovação, atendendo ao chamado do provedor Vladimir Spinelli. Missão nobre, desafios gigantes, começando por diagnóstico e redesenho institucional, visando à sua sustentabilidade, mantendo intocável o propósito da caridade. Entidade filantrópica, 95% dos serviços são vinculados ao SUS, sendo capaz de realizar até 50 cirurgias por dia, contando com mais de 200 leitos para assistência de qualidade aos pacientes.

Infelizmente, por insuficiência financeira crônica e ora agudizada, as cirurgias pelo SUS estão próximas a zero. Temos recebido apoio por meio de emendas parlamentares estaduais e a Secretaria Estadual de Saúde tem sinalizado a perspectiva de novos contratos. Há cerca de um mês, o prefeito da Capital nos recebeu no Paço Municipal e acenou com maior agilidade no repasse de recursos devidos pelo SUS. Somadas a doações e parcerias com a sociedade, tais iniciativas são importantes, mas insuficientes.

A questão financeira se impõe, gerando risco iminente de interrupção das atividades assistenciais. Mesmo assim, a instituição tem trabalhado por sua revitalização e modernização e assim, endereço dois pedidos. Aos gestores municipal e estadual, ações concretas de suporte no curtíssimo prazo. À sociedade, todo o apoio possível dentro do espírito solidário e cristão da irmandade. Cuidemos da Santinha para cuidar de nós.

(*) Médico pneumologista intensivista. Professor associado da UFC.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 27/06/2024. Opinião. p.19.

domingo, 21 de julho de 2024

O SOBRENOME

O gerente chama o empregado recém-admitido à sua sala e inicia o diálogo:

- Qual é o seu nome? - José - responde o empregado.

- Olhe - explica o gerente - eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo primeiro nome. É muito familiar e pode levar à perda de autoridade. Eu só chamo meus empregados pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza... Só. E quero que o senhor me chame de Sr. Mendonça. Bem, agora vou perguntar de novo: Qual é o seu nome?

O empregado responde:

- Meu nome é José Paixão.

- Tá certo, José, pode ir agora...

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

A MOÇA DA CIDADE E O ÍNDIO

Uma moça de Nova Iorque estava dirigindo através de uma área remota no Arizona quando o carro dela enguiçou. Um índio que morava numa reserva próxima ia passando a cavalo e ofereceu a ela uma carona até a cidade mais próxima. Ela aceitou. Montou no cavalo, atrás do índio, e eles puseram-se a caminho.

A viagem correu sem contratempos, porém, a cada 10-15 minutos, o índio dava um berro tipo "Ye-e-e-e-e-e-e-e-ha-a-a-a-a!" tão alto que fazia eco nos morros em volta deles. Ao chegarem na cidade, ele a deixou na oficina mecânica local, gritou um último "Ye-e-e-e-e-e-e-e-ha-a-a-a-a!" e tomou seu rumo.

"O que você fez pra deixar aquele índio tão excitado?", perguntou um dos mecânicos da oficina. "Nada", respondeu a moça. "Eu simplesmente montei no cavalo atrás dele, pus meus braços em volta da cintura dele e segurei o cabo da sela pra não cair do cavalo."

"Moça", disse o mecânico, "índios não usam sela."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 20 de julho de 2024

NÃO PRECISO DA POLÍCIA

Um casal estava se preparando para dormir, quando o homem percebeu que estavam acesas as luzes do jardim. Em seguida, eles ouviram vozes: três homens tinham pulado o portão e estavam assaltando a casa.

Assustados, eles ligaram para a polícia. O despachante que atendeu respondeu que iria enviar a viatura assim que uma estivesse disponível, pois todos os policiais estavam atendendo outras chamadas.

O casal esperou 15 minutos e nada. O homem então ligou novamente, e ouviu a mesma resposta: "Não há nenhuma viatura disponível".

Após meia hora, e nada da polícia chegar, o homem ligou de novo e falou:

"Não se preocupem, não precisa mais mandar a viatura. Eu atirei nos assaltantes e matei todos. Agora meus cachorros estão comendo seus corpos!"

Em menos de dois minutos a polícia cercou a casa. Os oficiais entraram armados até os dentes, e capturaram os ladrões em flagrante!

Um dos policiais, então, vira para o homem e diz: "Eu pensei que você tinha matado todos e dado para os cachorros..."

E o homem respondeu: "E eu pensei que não tinha nenhuma viatura disponível..."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

O TELEFONEMA

Uma mulher se encontra com seu amante, que é também o melhor amigo do seu marido. Eles transam por horas.

Depois do rala-e-rola, ainda na cama, toca o telefone. Como estão na casa da mulher, ela pega o telefone. O melhor amigo escuta apenas a metade da conversa:

"Alô? Oh, sim... que bom que você ligou... é mesmo? Que ótimo! Bom, fico feliz que você esteja se divertindo tanto... Uau, parece incrível! Te amo também. OK, tchau."

Enquanto ela desliga o telefone, o amante pergunta: "quem era?"

"Oh," diz ela, "era o meu marido me contando como ele está se divertindo na pescaria com você..."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

 

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