sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

SOBRE A IGNORÂNCIA


Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em quatro tipos:
1. os inteligentes com iniciativa;
2. os inteligentes sem iniciativa;
3. os ignorantes sem iniciativa e
4. os ignorantes com iniciativa.
- Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes gerais ... estrategistas.
- Os inteligentes sem iniciativa, Napoleão deixava-os como oficiais para receberem ordens superiores ... para cumpri-las com diligência.
-Os ignorantes sem iniciativa, Napoleão os colocava na frente da batalha - buchas de canhão, como dizemos.
- Os ignorantes com iniciativa, Napoleão os odiava e não os queria em seus exércitos..
- Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer besteiras enormes e depois dissimuladamente, tentar ocultá-las.
- Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não deve, até envolve-se com quem não deve e depois diz que não sabia..
- Um ignorante com iniciativa faz perder boas ideias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos.
- Um ignorante com iniciativa produz sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.
- Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa e governo.
Você sabe como se livrar dos ignorantes com iniciativa?
Comece pelas eleições
Há tanto burro mandando em homens com inteligência, que às vezes chego a pensar que burrice é uma ciência!” - Rui Barbosa (1849 - 1923)
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Autoria desconhecida.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

ANSIEDADE E CRISE NACIONAL


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Por que as pessoas sofrem tanto com a ansiedade, nos dias de hoje? Por que a ansiedade é um tema tão recorrente na Mídia e tão discutido em nossa vida cotidiana?
Ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano e de animais, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração, e outras alterações associadas à disfunção do sistema nervoso autônomo.
É normal as pessoas terem medo. O medo é inerente à nossa espécie. O que deve ser analisado é a intensidade do medo. Sei que ter medo todo mundo tem. O grave é que, embora isso pareça banal, está se tornando num dos maiores problemas de Saúde Pública ao lado da depressão e do esgotamento nervoso (estresse).
Depressão e ansiedade (transtornos de internalização) são os maiores contribuintes para o elevado número de suicídios entre os jovens. Nos adultos ainda mais, por consequência. 
Acreditamos que a simples participação do indivíduo na sociedade contemporânea já preenche, por si só, condição suficiente para o surgimento da ansiedade. A agitada dinâmica existencial da modernidade, sociedade industrial, competitividade, consumismo desenfreado, e assim por diante, são as causas.
Sabemos também que a nossa saúde depende das nossas condições, não só financeiras, mas também do nosso modo de viver, de como lidamos com nossos problemas e de como encaramos nossa vida individual e coletiva. O desgaste a que as pessoas são submetidas durante todo o processo de vida, ou seja, as cobranças e as regras da sociedade, é um dos fatores que influenciam no desenvolvimento de quadros de ansiedade.
Daí que o medo existencial leva ao medo não nomeado e generalizado. O medo é focal, tornou-se abrangente, anônimo, espalhado, difuso e a resposta das pessoas é— ansiedade. Bem diverso dos nossos ancestrais em que o tigre de dente de sabre era a causa.
O medo difuso, líquido, tornou-se agora gasoso. Das reações humanas à adversidade e por mais ínfimo que seja, o medo é a mais maldita. Imaginem o que nós brasileiros estamos passando diante dos recentes acontecimentos. O que assistimos ao vivo não passa da realidade dos nossos pesadelos. O mau sonho, apesar de vir do mundo virtual, torna real aquilo que nós sabíamos, mas não tínhamos provas. Agora é real.
Será que as nossas Instituições estarão preparadas para nos tirar desta ansiedade vital? Como será o nosso futuro como Nação?
Basta lembrar que a crise nacional dura há mais de dois anos, oficialmente.  Juízes, delações, desemprego, não saber como ganhar o pão de cada dia. Violência por todos os lados, da ansiedade simples passando para o que denomino de ansiedade vital. Lembro que a ansiedade, quando aparece, fica presente o tempo todo e acaba nos controlando através da raiva e da revolta. É um desorganizador da VIDA.
Quem trabalha com saúde mental sabe que nos tempos de crise, não adianta dizer que crise é sinal de mudanças. O que sei é que a insegurança gera o medo e a ansiedade é como o organismo reage ao perigo. Costumo dizer que conheço apenas duas maneiras de encarar o medo, uma é de ele fugir e a outra é enfrentá-lo. A minha pergunta é quando isto tudo vai terminar. A duração breve das nossas vidas proíbe-nos de alimentar uma esperança a muito longo prazo.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

100 ANOS APÓS...


Por Weiber Xavier (*)
A pandemia de 1918, conhecida como "gripe espanhola" afetou cerca de quinhentos milhões de pessoas, dizimando cerca de um terço da população mundial, aproximadamente 50 a 100 milhões de pessoas, a mais letal doença na história da humanidade. Na época não se sabia a causa e alguns a referiam como uma "praga bíblica". Hoje se sabe através do conhecimento das sequências genéticas de espécimes congelados a causa viral (vírus da influenza H1N1) dessa tragédia.
Apesar do avanço das técnicas genéticas e biologia molecular, no diagnóstico e conhecimento imunológico, algumas questões permanecem desafiadoras, particularmente com o aumento da população mundial e o seu fácil deslocamento.
O vírus da influenza H1N1 causa uma broncopneumonia de evolução rápida e letal levando à insuficiência respiratória grave, necessitando de ventilação mecânica e cuidados de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Na análise de estudos sobre a epidemia de gripe por H1N1 de 2009 dentre as características clínicas dos pacientes observou-se que 15 a 30% dos pacientes infectados foram hospitalizados, dos quais 25% dos pacientes precisaram de cuidados intensivos (UTI), com uma mortalidade observada entre 14 e 28%. 
Cerca de 65% dos pacientes admitidos à UTI necessitaram de intubação e utilizaram uma média de oito dias de ventilação mecânica. Estima-se um aumento de até 45% dos recursos em UTI numa possível próxima epidemia. 
Uma demanda considerável para os nossos já sobrecarregados hospitais.
Os recursos que podem ser necessários em UTIs para administrar uma possível nova pandemia causam preocupação, particularmente em nosso meio, onde já vivenciamos limitação de leitos de UTI e recursos em saúde.
A possibilidade de que mais de 2 milhões de pessoas precisem repentinamente de cuidados intensivos com suporte ventilatório é um lembrete assustador dos desafios da pandemia de gripe.
100 anos após, estamos preparados para uma nova pandemia?
(*) Médico e professor de Medicina da UniChristus.
Fonte: Publicado In: O Povo, de 26/12/2018. Opinião. p.14.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

PhD EM ECONOMIA



O jovem cearense Felipe Bastos Gurgel Silva foi laureado com o diploma de PhD em Economia, com foco em Contabilidade e Finanças, pela Cornell University, Ithaca, nos EUA. Ele é graduado em engenharia aeronáutica pelo ITA e mestre em engenharia financeira pela Cornell University. Seu desempenho acadêmico garantiu a ele permanecer em Columbia (EUA). Fará carreira docente, contratado pela University of Missouri. Professor e pesquisador. Papai Marcelo Gurgel (foto) é só sorrisos.
Fonte: O Povo, de 14/01/2019. Vida & Arte. Coluna Lêda Maria. p.7.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

PENSAMENTOS


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Deixarei de escrever neste espaço, até o dia 11 de janeiro vindouro, mas antes desejo ao leitor um Feliz Natal e um Próspero 2019. No presente texto, não consta um artigo, uma crônica ou mesmo um causo, pois fim de ano é uma época adequada para se fazer reflexões mediante a leitura de pensamentos. Aliás, segundo Voltaire, “Uma coletânea de pensamentos é uma farmácia moral onde se encontram remédios para todos os males”. Assim busquei imaginar algumas frases que poderão receber a aprovação ou não do leitor. A cultura literária, em qualquer lugar do mundo, deve ser livre cabendo a quem ler julgá-la. A vida transcorre num clima de alternância: ser ou não ser; esperança ou desesperança; alegria ou tristeza; começo ou fim; etc. Dentro deste quadro de referência, apresento 14 pensamentos extraídos de uma coletânea fruto da minha imaginação: 1. Deve-se buscar o sentido da vida e não a vida sem sentido; 2. A vaidade conduz à tristeza, a humildade à alegria; 3. Inveja, ódio e orgulho formam o tripé da insensatez; 4. Havendo fé, existe amor, havendo amor surge a paz, com Deus nada faltará; 5. Recomeçar é uma atitude de inspiração divina; 6. As pessoas que conduzem a idéia do mal, prejudicam mais a elas do que às outras; 7. A política pode ser tanto uma vocação digna, quanto vulgar; 8. Não se paga o mal com o mal, mas com justiça e procurando fazer o bem; 9. A generosidade e a paciência são as colunas da felicidade; 10. Afaste-se do invejoso e do vaidoso, aproxime-se do sincero e do humilde; 11. Como o ódio, a calúnia e a difamação são sentimentos gerados pela inveja e pela ganância; 12. O encantamento da boa poesia estimula a vida; 13. Agradeça sempre a Deus o que se pede, mesmo quando não for atendido; 14. Seja alegre: ame. De um modo geral, o que somos é consequência do que pensamos.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 21/12/2018.

domingo, 13 de janeiro de 2019

SOBRALENSE NO INFERNO


O cara chega no inferno e o diabo diz: põe no caldeirão!!!
O cara fica lá dentro assoviando e o diabo aumenta 5x a temperatura e diz: "quero ver se ele vai continuar assoviando!"
O cara continuou assoviando e começou a bocejar. O diabo ficou irritado e aumentou 10x...
O cara deitou no caldeirão! O diabo muito irritado aumentou 50x e nada!
O diabo chamou o cara e perguntou: tu é de onde misséria? O cara disse: "sou de Sobral-CE". O Diabo disse rapidamente:
"Põe no frio que ele morre!!"
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Autoria desconhecida.

BRINCANDO DE MÉDICO


O marido na cama cheio de boas intenções diz para esposa:
- Amor, vamos brincar de médico!
Ela pergunta:
-Do SUS ou particular?
- Não entendi! - diz ele - Qual a diferença?
- Se for do SUS só daqui a 6 meses e particular são 300 reais.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Autoria desconhecida.
 

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