Mostrando postagens com marcador Inglês. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inglês. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de agosto de 2024

ERIC MORAES GURGEL

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva (*)

Filho de brasileiros do Ceará, o estadunidense Eric Moraes Gurgel, de 11 anos, faz versão para o inglês das gírias e expressões brasileiras que ele aprende em casa com os pais Felipe e Anna. Ou quando ele vem com os pais ao Brasil para curtir as suas preferências (banho de mar, água de coco e brigadeiro).

Em seu canal Aprenda Inglês com Eric, o garoto bilíngue posta vídeos sobre o tema para os seus atuais 31 mil seguidores no Instagram.

Hoje (23/08/24), às 14h30, ele é assunto de uma reportagem no programa Se Liga VM, da TV Verdes Mares.

Neto mais velho de meu irmão médico, escritor e professor Marcelo Gurgel, o professor-mirim Eric é per via consequentiae meu sobrinho-neto.

(*) Médico pneumologista, escritor e blogueiro.

Postado por Paulo Gurgel no Blog Linha do Tempo em 17/08/2024.

http://gurgel-carlos.blogspot.com/2024/08/eric-moraes-gurgel.html

Nota do Blog do Marcelo Gurgel: O programa Se Liga VM, inicialmente previsto para ir ao ar em 17/08/24, foi suspenso em virtude do falecimento do comunicador Sílvio Santos.


sábado, 4 de maio de 2013

A possível estreia de Lula como colunista do NYT?



SÃO PAULO - Amado e odiado no Brasil e no exterior, o ex-presidente Lula foi convidado nesta semana para escrever sobre política e economia no “New York Times”, o jornal de maior prestígio no mundo. Enquanto muita gente ainda indaga quem vai realmente escrever os textos e traduzi-los ou quais assuntos serão mais abordados, não tardaram a aparecer na internet sátiras de sua primeira coluna no jornal - todas muito bem executadas.
Em uma coluna fake que circula na internet, Lula escreve um texto com um inglês que faria Joel Santana, ex-técnico da África do Sul, sentir vergonha alheia. Uma das frases mais marcantes do ex-presidente sobre o mensalão – “eu não sabia de nada” - virou o título do artigo, mas, em inglês fajuto, acabou se transformando em “I don't know the nothing”. O texto também lembra que Lula veio da pobreza (chamada de “da shit” na sátira), mas que ainda cultiva seus velhos hábitos - como beber cachaça e comer torresmo.
Confira:



 Fonte: Internet (circulando por e-mail).
 

sábado, 17 de setembro de 2011

INGLÊS INSTRUMENTAL

Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
A Mesopotâmia, ao sudeste da Ásia, literalmente situada entre dois rios (Grego: “mésos é meio; “potamós, rio), Tigre e Eufrates, foi denominada o “Berço da Civilizações”. Aliás, acerca do ano 3.000 a.C. foi desenvolvido o primeiro código de escrita. Lá surgiram as primeiras cidades do mundo, sendo Sumer a mais proeminente. Tanto a seu tempo, como nos séculos seguintes, Sumer sobressaiu culturalmente entre seus vizinhos hebreus, árabes, gregos.
A civilização imediatamente mais significativa estava na Babilônia, onde reinava Hamurábi (1728 – 1686 a.C.). Este foi o autor do mais importante legado de Medicina Assírio-babilônica, seu clássico código, com 282 leis, traduzido para o inglês, em 1930. Os famosos sete papirus médicos, todos escritos antes de Cristo: “Kahum’’ (1900), “Edwin Smith” (1600), “Ebers” (1550), “Hearst” (1550), “London”, “Berlin”, e “Chester Beatty”, descobertos no Egito, só ficaram conhecidos pelos traslados em Grego.
Os hieróglifos egípcios permaneceram indecifráveis até a descoberta da Pedra do Rosetta, em 1799, e de sua tradução por Jean-François Champollion. Contudo, todos vêm sendo vertidos para o inglês. Curiosamente, o último refere-se apenas à proctologia!
Paul de Aegina (690-625 a. C.) escreveu em grego o mais completo sistema de cirurgia daqueles tempos. De Hipócrates, a obra em grego foi reproduzida em inglês em 1849. O primeiro livro de Medicina foi do dr. Andrew Boorde (1490-1549), no século XVI: Breviary of Health (Breviário da Saúde). Não obstante, alguns pesquisadores apontam a primazia para Robert Burton, com The Anatomy of Melancholy (1621).
Perlustrando-se a história da Medicina, constatamos que toda a “matéria medica” foi copiada em inglês.
O inglês não é o mais falado pelo maior número de nativos, como na China. Mesmo não sendo, é mais abrangente. Em 1980, um terço dos artigos médicos originários do Japão, foram publicados em inglês (Brit. Med. Journal, vol. 293, dezembro, 1986); tal já ratificava sua ascensão como “língua franca” da Medicina. Acredito ser atualmente a língua estrangeira mais importante para os médicos, tão indispensável como o estetoscópio, o bisturi ou os instrumentos endoscópicos.
Há muito constatamos que as traduções para o espanhol empobrecem o sentido original, carência ainda maior nas versões deste para o português.
O médico não precisa falar inglês, mas dele não pode prescindir para estudar, assim mantendo-se na dianteira do state of the art da sua especialidade. O inglês tornou-se uma ferramenta. Estas considerações me ocorrem a propósito do novo “Curso de Inglês Instrumental” promovido pela Unimed Fortaleza, ontem ali iniciado.
Poderíamos até afirmar ser a rigor, “instoolmental”, empregando-se a palavra inglesa tool (pronuncia-se “tul”): ferramenta.
(*) Médico e presidente da Academia Cearense de Letras
Fonte: O Povo, de 14.09.2011|
 

Free Blog Counter
Poker Blog