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terça-feira, 1 de junho de 2021

PRECISAMOS ACREDITAR QUE VAI DAR CERTO

Por Elias Leite (*)

Logo quando iniciou a pandemia no ano passado, trazendo uma onda de medo, angústia e incertezas para todos, ficou muito claro para mim a necessidade de informar a população sobre o que estava acontecendo, de forma clara, transparente, verdadeira e imparcial, afinal, ainda nos primeiros dias, já percebemos que, para vencer a Covid-19, seria necessária a contribuição de toda a sociedade.

Por essa razão, comecei a divulgar, em minhas redes sociais, vídeos relatando a situação dos atendimentos nos hospitais da rede Unimed Fortaleza na capital e as ações que estávamos tomando perante a situação enfrentada.

Além de fazermos tudo aquilo que podíamos, focando toda a nossa energia no combate à pandemia, entendemos que era fundamental sermos claros com a população a respeito da situação que estávamos vivendo, sempre mantendo um otimismo responsável, transmitindo uma mensagem de esperança, dizendo que esse momento vai passar.

Por essa razão, passei a finalizar todos os vídeos com o "vai dar certo". Mais que um bordão, a frase transmite todos os esforços que a Unimed Fortaleza vem fazendo para garantir que, aconteça o que acontecer, os nossos clientes podem contar conosco e que estamos fazendo tudo para atendê-los da melhor forma possível, reforçando a nossa vocação em cuidar.

O "vai dar certo" traduz as nossas atitudes tomadas para combater a pandemia, mas também é um chamado para que todos façam a sua parte. Governos, empresas e cidadãos, todos têm papel fundamental nessa luta.

Por isso, estamos muito felizes que essa mensagem de otimismo tenha viralizado nos mundos on e off line, com inúmeras empresas e membros da sociedade civil cearense aderindo à campanha por meio da utilização da hashtag #vaidarcerto.

Esse apoio surgiu no momento mais importante, justamente por ser o mais difícil até agora, e tem sido um grande estímulo para todos nós, que estamos atuando no combate à Covid-19.

Cada fachada pintada, cada carro adesivado, cada post no Instagram, a cada manifestação do #vaidarcerto, vidas estão sendo salvas, pois renovamos as forças para continuar nessa luta até o final.

Por tudo isso, o "vai dar certo" não é apenas 'um grito de guerra', mas sim um apelo para que as pessoas façam sua parte, pois, com o comprometimento de todos nós, com certeza, VAI DAR CERTO!!!

(*) Presidente da Unimed Fortaleza.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 19/4/21. Opinião, p.23.

segunda-feira, 15 de março de 2021

"HUMAN TO HUMAN": Elias Leite e a gestão na pandemia

Por Clovis Holanda, colunista de O Povo.

Todo fim de tarde, uma mensagem em vídeo por whatsapp percorre os telefones da Cidade. É o resumo de mais um dia de luta contra o coronavírus. Quem narra os números é o presidente da Unimed, Elias Bezerra Leite, que ressignificou com a pandemia a função que ocupa, transbordando sua ação para fora dos muros das unidades do Plano de Saúde.

Ao final da exibição, muitas vezes com bastante carga emocional, o seu jargão reconfortante: "Vai dar certo!". A performance aguerrida do médico motivou homenagens, como a da Academia Cearense de Medicina, que emitiu nota de apoio e solidariedade ao colega pelo "indormido combate".

No meio acadêmico, Elias vem sendo apontado como um case de sucesso em gestão, conseguindo motivar pessoas e conduzir grandes times em torno dos bons resultados.

Nas conversas, é apontado como um quadro de força numa candidatura proporcional em 2022. O otorrinolaringologista nunca sinalizou qualquer interesse neste sentido, mas partidos já estão de olho nele. "Costumo trocar a frase que diz: `a alma do negócio é o segredo´. Prefiro dizer, o segredo do negócio é a alma", declarou ele para um público virtual com mais de 500 pessoas, que o acompanhou ao vivo, na última segunda-feira, durante Aula Magna de abertura das novas turmas da Unifor.

"Exercendo a Liderança em Tempos de Crise" era o tema da apresentação, em que o médico narrou seu processo de interesse pela administração, iniciado aos 25 anos de idade, quando ele abriu sua primeira clínica. Daí, Elias iniciou uma jornada em busca de conhecimentos, que teve um ponto alto quando ele conheceu o palestrante e escritor best-seller Alexandre Slivinik, autor de "O Poder da Atitude".

Muito envolvido e apaixonado pelos mecanismos de uma condução satisfatória de equipes, Elias brinca dizendo que deixou de ser médico de ouvido, nariz e garganta e passou a ser "médico de organizações".A direção da Unimed foi, até agora, seu maior desafio. Fechou os anos de 2018 e 2019 com bons números para a cooperativa médica, tanto do ponto de vista financeiro, quanto em relação às colocações no GPTW. Mas surpreendentemente, foi em 2020, primeiro ano de epidemia, que a Unimed alcançou sua melhor posição, ficando como 33ª melhor empresa do Brasil para trabalhar.

"O modelo é `human to human´. Você só consegue encantar o cliente que te paga, se você conseguir encantar o cliente que você paga", disse ele em sua fala, convicto de que a melhor forma do líder gerar confiança na equipe é cuidando das pessoas. "Talvez esta tenha sido minha maior função na Unimed durante a pandemia. Quando a gente faz isso, os resultados vêm", diz. Ele fala ainda sobre a importância do planejamento, do aprendizado com os erros, da correção de rotas, do exemplo do líder, e de outros pontos que servem como guia a quem trabalha gerenciando pessoas.

O vídeo está disponível no canal do youtube da Unifor, junto a um vasto material técnico de excelente qualidade e com nomes de referências de várias outras áreas.

Quando tudo passar - e vai passar -, podemos adiantar que o nome Elias Leite estará ao lado de tantos outros profissionais que encabeçaram o combate à covid-19 no Ceará. O cenário é triste e tortuoso, mas faço das dele as minhas palavras: "vai dar certo!".

Fonte: O Povo, de 14/3/21. Vida & Arte. p.5.

quinta-feira, 4 de março de 2021

NOTA DE APOIO E SOLIDARIEDADE DA ACADEMIA CEARENSE DE MEDICINA AO DR. ELIAS BEZERRA LEITE

 


A Academia Cearense de Medicina (ACM) não poderia dedignar-se reconhecer, enaltecendo, o hercúleo trabalho humanitário do médico Dr. Elias Bezerra Leite, atual e operosíssimo Presidente da Unimed Fortaleza, no diuturno enfrentamento do execrando flagelo que nos assola.

Sua total dedicação ao indormido combate a tal praga, exalta-lhe a vocação médica, ecoando até a misericórdia divina no cuidado aos enfermos. Esta Academia, destarte, oficialmente hipoteca-lhe irrestrita solidariedade, quedando-se ao seu total dispor para eventuais parcerias.

Fortaleza, 04 de março de 2021

Pedro Henrique Saraiva Leão

Presidente da ACM


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

PREÇO & VALOR


Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
Em agosto de 2011, após introdução à literatura pelo professor Pedro Paulo Montenegro, e secundando considerações sobre o livro (prof. João Evangelista Bezerra), e o binômio medicina e literatura (profs. Murilo Martins e PHSL), Machado de Assis foi evocado pelo prof. Lúcio Alcântara. No ano seguinte Vargas Llosa, Lima Barreto, Rachel de Queiroz, Fernando Pessoa e Guimarães Rosa foram igualmente examinados por respeitável junta de professores de literatura, os quais dissecaram-lhes a obra comprovando sua imortalidade.
Tais sessões, para uma média de 65 espectadores, ocorreram nos cursos destinados a médicos – os “Unimedlits” – da novel Célula de Cultura da Unimed Fortaleza, esta, no Brasil, a única a dispor de setor dedicado à divulgação cultural. Como subsídio para erudição do médico, o cinema também foi usado, em duas exibições do “Unimedcine” (ler Maria Preta, O POVO, 23/5/2012). Vale repetida a histórica afinidade entre medicina e literatura, desde as primeiras descrições de ferimentos cirúrgicos por Homero, nos poemas épicos “Ilíada” e “Odisseia”; e Apolo, pai dos poetas, era pai de Asclépios, em seu santuário de Delfos. Há muito, pois, reconhece-se o valor da leitura de ficção como tônico da competência humana dos facultativos, enriquecendo seu raciocínio e o discernimento diagnóstico.
Atestando este intimo parentesco, com frequência vimos nos ocupando neste jornal: Há que ler, há que ler (10/11/2007), Literatura para médicos? (11/3/2009), 1º Unimedilit (22/4/2011), Biblos (15/8/2012), Airton Monte (10/10/2012), Literapia (27/2/2013), Blume (24/4/2013), Medicina humanística (14/8/2013). Os leitores interessados poderiam (re)lê-los! Ali nos referimos a médicos também figuras solares da literatura mundial, e sublinhamos Chekhov (A Enfermaria Número Seis), A.J.Cronin (A Cidadela), Avel Munthe (O Livro de San Michele), Conan Doyle, criador do famoso Sherlock Holmes. Incluímos os brasileiros, culminando com o imortal Moacyr Scliar.
Em alguns países agremiações reúnem médicos escritores, e no Brasil, desde 1965 funciona a Sobrames (Sociedade Brasileira de Médicos Escritores), fundada em São Paulo pelo doutor Eurico Branco Ribeiro, paranaense. As Sobrames operam em vários estados, sendo significativas em São Paulo, Pernambuco e a nossa, cearense, a qual tive a honra de presidir, antes de sê-lo da sua homônima nacional.
A importância de tão germano relacionamento motivou o ensino do binômio medicina / literatura em faculdades norte-americanas, desde 1972, exemplo adotado no Brasil, em Santa Catarina, em 2011. Também cogitamos disto, incentivando a criação de disciplina semelhante na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará. Para incentivar e acolher a produção literária dos colegas, em abril último, criamos a “Blume” (Biblioteca Unimédicos Escritores), e homenageamos nosso excepcional cronista Airton Monte.
Os novos diretores dessa Unimed, preocupados tão somente com preços, ignoraram o valor dessas promoções, e de pronto, extinguiram a Célula de Cultura. inviabilizando o III Unimedlit, programado para setembro próximo. Mas, como dizia o alemão Schiller: “Gegen die Dumheitkampfen die Götter vergebens”!
(*) Médico, ex-presidente e atual secretário geral da Academia Cearense de Letras.
Fonte: O Povo, Opinião, de 27/8/2014. p.8.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

BLUME



Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
Com frequência (amiúde) ressaltamos a íntima relação entre Medicina e Literatura: “Há que ler, há que ler...” (12/11/2007), “Literatura para Médicos?” (11/3/2009); “1º UnimedLit” (22/6/2011); “Biblos” (15/8/2012); “Airton Monte” (10/8/2012); “Literapia (27/2/2013). Dia 1º último evidenciou-se novamente esta verdade: a produção literária ficcional dos médicos cearenses Foi inaugurada a Blume – Biblioteca Unimédicos Escritores, no Espaço Airton Monte, então também demarcado na sede da Unimed Fortaleza. O acervo dessa singular biblioteca foi disponibilizado pela Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (Sobrames- CE).
Aludida coleção garantirá maior e constante divulgação de livros, não científicos, escritos por médicos. A Blume foi inaugurada com a prestigiosa presença do presidente da Academia Cearense de Letras, bibliófilo e historiador José Augusto Bezerra, do dr. Mairton Lucena, presidente da Unimed Fortaleza, do presidente do Instituto Unimed, dr. Rômulo Barbosa, da família do médico/escritor Airton Monte, e de inúmeros colegas. Sua instalação coincidiu com as comemorações dos 35 anos da Unimed Fortaleza (1978), inspirada no cooperativismo pioneiro dos 28 tecelões de Rochdale (Inglaterra), em 24/X/1844, liderados por Robert Owen.
Segundo o colega Luis Aires, em Cooperativismo médico no Ceará (Editora Premius, Fortaleza, 2009) o movimento aqui foi capitaneado pelos drs. Turbay Barreira e Carlos Augusto Studart, tendo o dr. Almir Pinto sido o primeiro presidente da Unimed Fortaleza. Do acervo inicial constavam 747 exemplares, de 38 autores, com 133 títulos, entre eles 44 de poesia. Este último expressivo número explica-se pela prioridade mundial da poesia como extensão da linguagem e gênero literário, surgindo como canção nos ritos tribais, entoada por declamadores ambulantes, menestréis.
Desses, o mais importante foi Homero, da Ilíada e da Odisseia, escritos no 6º século a.C. Para Homero, os poetas foram os primeiros professores da humanidade. Decorreram várias centúrias até os gregos começarem a recolher trabalhos em prosa, principalmente biográficos e histórias baseadas em mitos. Assim, citando o famoso colega inglês Sommerset Maugham (1874 – 1965), autor de Servidão Humana (1915) e Fio da Navalha (1944), a poesia é a coroa da literatura, e os escritores de prosa devem afastar-se para os poetas passarem.
Baudelaire (Charles-Pierre: 1821-1867), um dos maiores poetas, do século XIX, aconselhava aos escritores: “Sejam poetas, mesmo em prosa”. Embora seja mais fácil dizer o que não é, do que defini-la, a poesia difere da prosa principalmente por possuir maior carga de energia emocional. Isto é a Literatura, um estado de cultura, importante pábulo (alimento) do médico humanista.
O eminente professor Clementino Fraga lembrou a máxima (ou aforismo) de Guido Bacelli, já de foro clássico: “Medicus non literatus, non medicus nec literatus” (Medicina e Humanismo. Ed. Guanabara, RJ, 1942). Viva, pois, o vício imune da leitura. Afinal, somos o que lemos.
(*) Médico e secretário geral da Academia Cearense de Letras.
Fonte: O Povo, Opinião, de 24/04/2013.

sábado, 27 de abril de 2013

BOM DIA COOPERADO DA UNIMED - 2013

 


A Unimed Fortaleza realizou hoje, sábado, dia 27/04/13, o seu tradicional “Bom Dia Cooperado”, no Marina Park Hotel, prestando homenagens aos seus médicos cooperados aniversariantes dos meses fevereiro, março e abril.
Participei do encontro por ser cooperado nas especialidades de Medicina do Trabalho e de Medicina Sanitária, e também por ter aniversariado em 13 de março passado, data que marcou a minha chegada aos sessenta anos de idade.
Na oportunidade, a organização do evento distribuiu aos presentes exemplares do nosso lançamento literário SMILE: tributo à memória do Prof. Eilson Goes”, publicado em coautoria com a escritora Elsie Studart, doados pelos autores e familiares do perfilado, uma cortesia que despertou muito interesse entre os colegas.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Médico Cooperado

sábado, 24 de março de 2012

BOM DIA COOPERADO DA UNIMED - 2012


A Unimed Fortaleza realizou hoje, sábado, dia 24/03/12, o seu tradicional “Bom Dia Cooperado”, no Marina Park Hotel, prestando homenagens aos seus médicos cooperados aniversariantes dos meses fevereiro e março. Participei do encontro por ser cooperado nas especialidades de Medicina do Trabalho e de Medicina Sanitária, e também por ter aniversariado em 13 de março.
Na oportunidade, a organização do evento distribuiu aos presentes exemplares do nosso lançamento literário OBSERVATÓRIO MÉDICO: crônicas e ensaios cotidiano”, doados pelo autor, uma cortesia que despertou muito interesse entre os colegas.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

segunda-feira, 18 de abril de 2011

BOM DIA COOPERADO DA UNIMED - 2011














A Unimed Fortaleza realizou o seu tradicional “Bom Dia Cooperado”, no Seara Praia Hotel, sábado, dia 16/04/11, prestando homenagens aos seus médicos cooperados aniversariantes dos meses março e de abril. Participei do encontro por ser cooperado nas especialidades de Medicina do Trabalho e de Medicina Sanitária, e também por ter aniversariado em 13 de março.
Na oportunidade, a organização do evento distribuiu aos presentes exemplares do nosso último lançamento literário CONTANDO CAUSOS: de médicos e de mestres”, um brinde que despertou vivo interesse entre os colegas.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva
 

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