domingo, 7 de junho de 2020

O BÊBADO E A MULHER DE PRETO


Ao começar a tocar uma música, o bêbado, empolgado, logo se levanta cambaleando e, aos tropeços, se dirige a uma senhora de preto do outro lado do local. Galantemente, ele sorri para ela e pergunta:
- Madame, me dá o prazer dessa dança?
Sem perceber nada, o bêbado permanece sorrindo e esperando a resposta. E ela logo vem:
- A resposta é não por quatro motivos: Primeiro, o senhor está bêbado! Segundo, isto é um velório! Terceiro, não se dança o Pai Nosso e em quarto lugar “Madame” é uma ova, eu sou o padre!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

A MATEMÁTICA MALUCA


Um psiquiatra do manicômio pede para lhe encaminharem 3 pacientes para entrevistas de avaliação psiquiátrica. Chega o primeiro, e o psiquiatra pergunta:
"Quanto é 7 x 5?"
E o louco responde: "1.000, doutor."
O psiquiatra diz: "Muito bem!" E anota na sua planilha. Faz a mesma pergunta para o segundo paciente, que lhe responde “quinta-feira.”
“Ótimo", diz o psiquiatra, anotando a resposta na planilha.
Por fim, dirige-se ao terceiro paciente, fazendo-lhe a mesma pergunta: "Quanto é 7 x 5?"
E louco responde: "35".
Espantado, o psiquiatra pergunta: “Como você chegou a este resultado?”
E o louco: "Fácil: eu dividi 1.000 por quinta-feira e deu 35, ué.”
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 6 de junho de 2020

O QUE FAZER NA QUARENTENA DA COVID-19


Quarentena.  S. f. 1. Período de 40 dias. 2. Espaço de tempo (originariamente 40 dias) durante o qual os passageiros procedentes de países onde há doenças contagiosas graves são obrigados à incomunicabilidade a bordo dos navios ou em um lazareto. 3. Porção, ou número, de quarenta coisas. 4. Bras. Abstinência sexual.
Dicionário Aurélio Buarque de Holanda
Em tempos de pandemia, quarentena, isolamento, distanciamento social e lockdown estão no nosso dia a dia como armas para conter a rápida propagação do agente causal da Covid-19, o vírus Sars-Cov-2 (coronavírus).
Entretanto, o termo quarentena, por ser o mais conhecido, é usado também como sinônimo de distanciamento social.
Segundo o médico infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro “A História e suas epidemias”, a quarentena surgiu na Idade Média, durante uma das epidemias da peste bubônica (peste negra).
A Sereníssima República de Veneza, histórica cidade do comércio e das artes, situada na Península Itálica, rota de portos comerciais, foi atingida pela peste negra em inúmeras epidemias, entre 1361 e 1528. Diante da enorme mortalidade e do grande dano à economia causados pela peste, os governantes determinaram que todas as embarcações que chegassem à cidade teriam que ficar afastadas, para que as pessoas que tivessem doentes não desembarcassem.
Os órgãos da República se reuniram e um membro do clero decidiu quantos dias seriam. Como eles achavam que a peste era um castigo divino, o clérigo usou várias passagens bíblicas que tinham 40 dias, 40 anos e estipulou que seriam 40 dias. Daí surgiu a “quarentena”.  Portanto, a quarentena é um isolamento profilático, preventivo.
Em princípio, quando uma pessoa é colocada em quarentena, ela está sadia e sem sintomas da doença, apesar de ter tido contato com um doente ou permanecido em local de surto da doença. A pessoa é colocada em reclusão, afastada do restante da população, como medida de cautela até que seja certificada a integridade de sua saúde.
 A quarentena pode ser individual (para uma pessoa que volta de viagem internacional ou para contatos domiciliares de caso suspeito ou confirmado de coronavírus) ou coletiva (um navio, um bairro ou uma cidade).
O isolamento é diferente da quarentena pois é uma medida aplicada à pessoa doente, para tratamento e restabelecimento de sua saúde, evitando a contaminação de outras pessoas saudáveis de seu convívio. Pode ser em domicílio ou em ambiente hospitalar.
O distanciamento social é a diminuição do relacionamento entre os moradores de uma localidade, e tem como finalidade frear a velocidade de transmissão do vírus. É fundamental para que as pessoas infectadas, assintomáticas ou oligossintomáticas não espalhem o vírus, contaminando pessoas sadias.
No caso da Covid-19, o distanciamento social pode ser ampliado ou seletivo. No distanciamento social ampliado, há o fechamento de escolas, lojas, mercados públicos etc.  O trabalho em casa é estimulado, mas os serviços essenciais são mantidos. No distanciamento social seletivo, somente os grupos de maior risco como: idosos, diabéticos, hipertensos, imunodeprimidos e portadores de outras co-morbidades ficam isolados.
Quando as medidas de distanciamento social, isolamento e quarentena são insuficientes, pode ser necessário o bloqueio total (lockdown).
No Brasil está sendo aplicado, em muitas cidades, o distanciamento social ampliado, comumente chamado de quarentena. Vemos em algumas cidades e até em estados o lockdown.
 Ao menos 1,5 bilhão de pessoas no mundo estão sendo afetadas pelas ações de combate ao coronavírus. Nesta pandemia, está ocorrendo uma quarentena global em centenas de países, ao mesmo tempo. Isso é inédito.
No início desta “quarentena”, as pessoas foram aos poucos se adaptando a uma nova rotina. Muitas encontraram um ritmo, mas outras sentiram tédio e até depressão.
A pergunta que todos fazemos é: o que fazer nessa quarentena?
O mais importante é pensar que tudo vai passar e que o melhor a fazer é aproveitar esse momento para repensar valores e modo de vida. Aqui vão algumas sugestões:
Colocar a casa em ordem preenche o tempo e dá satisfação.
Arrumar armários, gavetas e separar roupas e objetos para doar, estimula a solidariedade. Limpar tudo com esmero, mudar o local dos móveis, do sofá, da cama, da escrivaninha, deixa o ambiente mais saudável e bonito.      
Rever fotos antigas, trocar as fotos dos porta-retratos, organizar arquivos de fotos no computador nos faz recordar e reviver.
Arrumar estantes de livros.  Separar um horário para ler aqueles que comprou e nunca leu, além de reler outros com novo olhar, nos fará mais sábios.
Assistir aos filmes e seriados que ficaram na lista e que, por falta de tempo, não foram vistos, nos dará alegria e prazer.
Curtir os familiares presencialmente, ou por chamada de vídeos, é sempre divertido e estreita laços afetivos.
Nessa pandemia, tem pessoas em piores situações que a nossa. Procurar ajudá-las torna-se uma obrigação. Por isso, é preciso ser generoso com os mais vulneráveis.
Ter compaixão com aqueles que perderam seus entes queridos faz bem a psique humana.  Ore, exercite sua fé.  A oração fortalece e é um bálsamo para a dor.
Cozinhar é um desafio divertido e prazeroso. Para quem nunca se aventurou na cozinha, há vídeos na internet com o passo a passo de como preparar um bom prato.
Lembre-se: cozinhar é uma arte.
Segundo Friedrich Nietzsche: “sem música, a vida seria um erro”.  Aproveitemos para ouvi-la enquanto realizamos tarefas domésticas.     
Estudar; não há melhor investimento do que o conhecimento. A internet oferece muitos cursos gratuitos nesse período de quarentena.
Aprender uma nova língua nos liberta.
Reciclar objetos, que os franceses chamam de bricolagem, é divertido.  A natureza agradece. Montar um escritório em casa, home office, é prático e lucrativo para algumas atividades. Visitar os sites dos museus, deliciando-nos com obras de arte, nos torna mais cultos. Cultivar plantas, mesmo que sejam em uma varanda. Voltaire termina seu livro “Cândido ou o Otimista”, com a seguinte frase: “é preciso cultivar nosso jardim”.
Meditar faz bem à mente. Exercitar-se faz bem ao corpo e à mente.
Pensar e filosofar para sair dessa quarentena com a certeza de que é preciso transformar a sociedade em que estamos mergulhados em outra mais solidária, igualitária, criativa e bela. A sociedade da emancipação humana e do meio ambiente.
Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg
Médica e Historiadora. Membro da Sobrames/CE e da Academia Cearense de Medicina
Fortaleza, 20.5.2020
* Publicado In: Jornal do médico digital, 1(1): 49-51, maio de 2020. (Revista Médica Independente do Ceará).
Postado no Blog Ana Margarida Memórias:

Garrafas térmicas são realmente muito úteis...


A estagiária de uma empresa entra em uma loja e vê um objeto brilhante na prateleira.
Ela pergunta ao funcionário: "O que é esse objeto brilhante?"
O funcionário responde: "Isso é uma garrafa térmica".
A moça então pergunta: "O que ela faz?"
O funcionário responde: "Mantém a temperatura das bebidas, tanto frias quanto quentes".
A estagiária diz: "Nossa! Isso vai ser muito útil pra mim! Vou levar!"
No dia seguinte, quando ela chega no trabalho com sua nova aquisição, ela vê seu chefe e mostra sua nova e brilhante garrafa térmica: "Eu vi essa belezinha ontem, não é maravilhosa? É uma garrafa térmica que mantém a temperatura das coisas quentes e frias!”
O chefe pergunta: "E o que tem dentro dela agora?"
A estagiária responde: "Um pouco de café e um picolé".
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

AS LOIRAS QUE SE ENTENDEM BEM


Uma loira está dirigindo seu carro esporte grande vermelho à toda velocidade quando é surpreendentemente parada por uma policial também loira.
- Posso ver sua carteira de motorista?, pede a policial.
A loira começa a procurar a carteira freneticamente na bolsa, até que pergunta:
- Como é mesmo a carteira de motorista?
A policial responde:
- É retangular e tem uma foto sua.
A loira acha na bolsa um espelho retangular. Ao pegá-lo, ela olha para o espelho e o entrega para a policial.
A policial olha para o espelho, devolve para a loira e diz:
- Tudo bem. Pode ir. Não sabia que você também era policial.
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Pesar pelo falecimento do Dr. Geová Lemos Cavalcante

É pesaroso que ora anuncio o falecimento do Dr. Geová Lemos Cavalcante, ocorrido na tarde de hoje (5/08/2020), após mais de seis semanas hospitalizado, período em que seu vasto círculo de amizades se uniu em oração com os seus familiares, rogando que o Criador deixasse esse tão amado filho, entre nós, por mais alguns anos.
Geová Lemos Cavalcante nasceu em Pedra Branca-CE, em 8/08/1942. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, exerceu o seu mister profissional na Polícia Federal, tendo sido superintendente desse órgão em vários estados brasileiros, incluindo o Ceará, e atuado como assessor da Direção Geral em Brasília-DF.
Foi, por anos a fio, um meticuloso revisor do jornal Tribuna do Ceará e presidiu o Rotary Clube Alagadiço em Fortaleza.
No plano religioso foi Conselheiro da Arquidiocese de Fortaleza e, juntamente com a sua esposa Maria Luíza Barroso Cavalcante, integravam o Movimento Católico Internacional Equipes de Nossa Senhora.
Pesquisador paciente e cuidadoso, deixou profícua obra no campo da história cearense, da memorialística e da genealogia do Ceará.
Eleito em 20/03/2013, para tomar parte no Instituto do Ceará: Histórico, Geográfico e Antropológico, ingressou como sócio nessa prestigiada instituição cultural alencarina, em 24/04/2013, sendo na ocasião recepcionado pelo bibliófilo e intelectual José Augusto Bezerra, que salientou a excelência da sua aquisição em favor do Instituto do Ceará. Essa premonição foi ratificada pelo proficiente labor que o associado Geová Cavalcante desempenhou no cargo de Secretário Geral do Instituto do Ceará e na função de Editor da Revista do Instituto do Ceará
O desfecho fatal representa uma imensa perda para a família, amigos e entidades a que ele pertencia, emprestando brilho nos seus afazeres. Geová Cavalcante fazia um diligente trabalho em prol do Instituto do Ceará, o que muito vinha sendo enriquecido com o seu concurso desde quando ingressara no quadro de sócios da Casa do Barão. A sua obra sobre as fontes da genealogia cearense será um grande marco para aqueles dedicados aos estudos genealógicos.
A Arquidiocese Metropolita de Fortaleza sofre com o desaparecimento terreno desse valoroso servo de Deus, porém se reconforta diante da convicção de que o nosso Pai, ciente de que Geová pautara sua existência cumprindo as virtudes teologais, o acolherá em Seus braços misericordiosos.
Em decorrência das medidas restritivas da vigente pandemia de Covid-19, que limita e peocesso de carpir e de velar por nossos entes queridos que se vão, seus amigos e familiares convidam para um cortejo de despedida, a transcorrer amanhã, 6/06/2020, dia São Marcelino Champagnat. O cortejo sairá, às 9 horas, da Sede Anexa do Velatório Ternura, situada à Rua São Paulo, 1.750, no Carlito Pamplona, com percurso até a entrada do Parque da Paz.
Nossos pêsames sinceros aos familiares de Geová Cavalcante
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Sócio do Instituto do Ceará

PESTES DA ANTIGUIDADE À PANDEMIA ATUAL

Juan Manuel Blanes. Un episodio de la fiebre amarilla. Museo de Artes Visuales. Montevideo.
O primeiro relato da ocorrência da peste aparece na Bíblia Sagrada, onde se lê que por volta do ano 1000 a.C. os filisteus foram atacados por uma praga de camundongos. Nessa época, os filisteus haviam tomado a Arca da Aliança dos israelitas. Em suas perambulações, onde quer que levassem a Arca, a peste seguia no seu rastro, fazendo com que a devolvessem aos levitas junto com cinco camundongos de ouro.
A Peste de Troia, descrita por Homero na Ilíada, irrompeu sob o reinado de Príamo, 1285 a.C. A Peste de Atenas, a epidemia partida da Etiópia, rompeu em Atenas, depois de ter passado pela Líbia e pelo Egito, em 428 a.C. durante o segundo ano da Guerra do Peloponeso, transformando-se em verdadeira catástrofe nacional. A Peste de Siracusa destroçou o exército cartaginês em 397 a.C., impedindo dessa forma que Aníbal conquistasse Roma.
A Peste Antonina ocorreu no reinado de Marcos Aurélio, tendo devastado Roma, depois toda a Itália e por último a Gália, estendendo-se até as cidades situadas além do Reno. No século VI, a peste devastou a bacia do Mediterrâneo, mas foi somente em meados do século XIV que uma epidemia se instalou nas porções setentrionais da Europa.
A Peste Negra, nascida na Mongólia e Norte da China, atingiu duramente a Europa por longos períodos na Idade Média. Nos séculos XIV e XVIII não houve praga que cobrasse tributo mais elevado em vidas humanas. Entre 1345 e 1720, ocorreram nada menos de dez pandemias de peste, matando muitos milhões de pessoas.
Para a Epidemiologia, pandemia refere-se à ocorrência epidêmica caracterizada por uma larga distribuição espacial, atingindo várias nações ou mesmo continentes. Nesse sentido, considerando as condições demográficas e territoriais de épocas passadas, todas as pragas acima arroladas podem ser interpretadas como pandemias.
Em tempos recentes, a última pandemia que assolou a humanidade foi a gripe de 1918, ceifando mais vítimas do que a Grande Guerra de 1914-18. No final do ano pretérito, surgiu o novo coronavírus que, a reboque dos grandes fluxos de pessoas e mercadorias, disseminou-se, celeremente, por muitos países, sem respeitar limites, divisas ou fronteiras, causando a pandemia por Covid-19.
Espera-se que, com a graça de Deus, a inovação tecnológica e os serviços de saúde logrem debelar tão temível mazela
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor de Saúde Pública e membro do Grupo de Trabalho de Enfrentamento à Covid da Uece

* Publicado In: O Povo, de 5 de junho de 2020. Opinião, p.21.
 

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