sábado, 23 de março de 2013

Posse de Henry Campos na Academia Cearense de Medicina



A Academia Cearense de Medicina (ACM) realizou ontem à noite, dia 22/06/12, no Auditório Castello Branco, da Reitoria da UFC, a solenidade de posse do seu novo membro titular: o Dr. Henry de Moura Campos, nefrologista, professor titular do Departamento de Medicina Clínica e atual vice-reitor da UFC, como ocupante da Cadeira 22, anteriormente ocupada por Gerardo Frota de Souza Pinto, e patroneada pelo médico João Simões de Meneses.
O novo acadêmico foi saudado pela Acad. Maria Helena da Silva Pitombeira. Centenas de convidados marcaram presença no bem cuidado evento.
Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da ACM – Cadeira Nº 18

sexta-feira, 22 de março de 2013

UNIFOR: ETERNAMENTE



Antero Coelho Neto (*)
No próximo dia 21 de março, a Universidade de Fortaleza completa 40 anos de existência. Para nós, que planejamos e ajudamos a construir e desenvolver esta extraordinária instituição universitária, constitui uma data de grande significado e importância.
Foram 8 anos de minha vida de muita satisfação e inúmeros momentos de felicidade e que gravei em um DVD, “Unifor: Os Primeiros Anos”, distribuído para os amigos, professores, bibliotecas e solicitantes. E a minha satisfação, como defensor da memória das pessoas e instituições, ainda é maior ao comprovar, que nesses anos passados, as realizações e progressos da instituição foram ainda maiores que os previstos por nós na sua década inicial.
Ressalto que seu idealizador e responsável, o excepcional industrial Edson Queiroz e todos os nossos parceiros planejadores, dirigentes, professores e funcionários daquela época, serão por mim, eternamente, lembrados. Com muito Amor, Agradecimento e Saudade.
Tenho escrito sobre a Unifor (livros, artigos e poesias) desde o seu início e durante esses anos passados, principalmente nos seus aniversários de décadas. Há 10 anos, publiquei no jornal, o artigo “Unifor: Trintona” onde destaco que vários estudantes, seus familiares, e professores daqueles anos iniciais, expressam para mim as suas boas lembranças e destacam momentos em que estivemos juntos resolvendo os problemas existentes. E destaquei como estes momentos tinham sido de grande felicidade para mim. Mais alegria, tenho agora, 40 anos passados, quando, ainda muitas vezes, vários continuam a destacar aqueles momentos.
Quando convidado por Edson Queiroz, para planificar (1972), e depois para ser seu primeiro Reitor (1973-1979), a conselho do nosso amigo Virgílio Távora, estava como Vice-Diretor da recém Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, participando de sua criação, a convite de dois extraordinários e excepcionais amigos professores, José Roberto Ferreira (Vice-Reitor) e Luiz Carlos Lobo (Diretor). Tínhamos também acabado de construir o Hospital de Sobradinho, com inusitados e adiantados programas e estruturas funcionais. Portanto, foi uma decisão muito difícil, voltar para o Ceará, mas tive a sorte de saber valorizar a extraordinária idéia do Edson e assim decidir.
A Unifor foi a primeira, e única até hoje, no Brasil, a ser iniciada já como Universidade. A regra é iniciar como Faculdade, pertencer a um Centro e os vários Centros reunidos depois, podem ser aprovados como Universidade pelos organismos educacionais superiores. E vejam como acertaram as autoridades daquela época. A Unifor é exemplo nacional e mais do que isto, é Satisfação Nacional.
Por isso tudo, peço para vocês que permitam, que este velho Professor, repita agora um poema que escrevi há 25 anos atrás para ela:
“Mas quando, lá longe, no futuro distante das décadas e séculos, te tornares muito grande, famosa e falada, estaremos ainda te amando desde lá na eternidade de nossos espíritos. E, em cada aniversário teu, cantaremos juntos o parabéns para você. Para nós, porém, desculpem os que virão amar-te depois, ficará sempre a satisfação maior de termos sido os teus primeiros amores.”
E mais felizes ainda, estaremos ao completares os teus próximos anos.
(*) Médico, professor e ex-presidente da Academia Cearense de Medicina.

quinta-feira, 21 de março de 2013

CONVITE: Lançamento do livro Medicina na UECE




A Editora da Universidade Estadual do Ceará, ao ensejo das comeorações dos dez anos do Curso de Medicina da UECE, convida para o lançamento de “Medicina na UECE: a década que levou ao máximo, de autoria de João Brainer Clares de Andrade e Marcelo Gurgel Carlos da Silva.
Data: 21 de março de 2013 (quinta-feira), às 14h30.
Local: Plenário da Assembléia Legislativa do Ceará.

quarta-feira, 20 de março de 2013

PESAR POR PROF. LUIZ MARQUES DE OLIVEIRA



 É com imenso pesar que aqui registro o falecimento hoje, 20 de março de 2013, do Prof. Luiz Marques de Oliveira, esposo da Profa. Solange Rosa de Sousa, ambos docentes aposentados da Universidade Estadual do Ceará.
Em 2007, quando pesquisava sobre a vida de meu pai, cujo resultado foi o livro “Dos canaviais aos tribunais: a vida de Luiz Carlos da Silva”, dele me aproximei, construindo uma frutífera amizade.
Por ter sido irmão marista por longos anos, sendo ainda conhecido por muitos como o Irmão Luiz, ex-diretor do Colégio Cearense Sagrado Coração, ele foi uma fonte preciosa de informação sobre a formação dos maristas, me favorecendo com valorosos subsídios para a elaboração do romance “Maquis: Redenção na França Ocupada”.
O corpo do Irmão Luiz está no Complexo Velatório Ethernus e o sepultamento ocorrerá amanhã, 21 de março de 2013, às 16 horas, no Parque da Paz.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece

Curso de Medicina da Uece comemora uma década



Por Paula Frassinetti Castelo Branco Camurça Fernandes (*)
O jovem Curso de Medicina da Uece, o MedUece estará celebrando a sua primeira década de existência no dia 25 de março de 2013. O corpo docente e discente comemora com orgulho esta data. Desde a aula inaugural, que foi proferida pelo professor Adib Jatene, passando pela colação de grau da 1ª turma em janeiro de 2009, numa magnífica cerimônia, realizada no Theatro José de Alencar, a Uece formou até o momento cinco turmas de médicos, com 40 alunos cada.
Neste momento de júbilo, a Diretoria do Centro de Ciência da Saúde e a Coordenação do Curso de Medicina da Uece convidam para as comemorações nesta semana. A programação inclui homenagem ao corpo docente, amanhã, dia 20, às 18 horas, no auditório Paulo Petrola, no Campus do Itaperi. No dia 21, quinta, haverá uma sessão solene na Assembleia Legislativa, às 14h30min. Na sexta, 22, às 16h30min, haverá homenagem aos parceiros e amigos da Uece. Será proferida uma conferência pelo professor doutor Luis Odorico Monteiro de Andrade, no Campus do Itaperi.
Nestes 10 anos, destacamos na história do MedUece: a implantação do convênio que definiu os hospitais estaduais como hospitais universitários da Uece, a criação de cargo comissionado de professor de práticas médicas, a primeira mudança do projeto pedagógico, que, dentre outras medidas, ampliou para dois anos o Internato, as oficinas de planejamento do curso e a nota 5 no Enade. Os alunos do MedUece destacam-se por passarem nos concursos para estágios extracurriculares nos hospitais da Cidade e nos concursos de Residência Médica aqui e em outros estados.
O Curso de Medicina da Uece tem como propósito “formar o médico para o exercício da medicina geral com sólida fundamentação científica e técnica sem prejuízo da possibilidade de especialização”. Tem uma grade curricular voltada também para disciplinas das áreas sociais e humanas, que permitirão ao médico atuar na prevenção de transtornos, agravos e doenças, na promoção da saúde, na recuperação da saúde e na habilitação biopsicossocial. Vale salientar que a comunidade cearense passa a contar com profissionais bem preparados, para a atuação como generalistas, e dispostos a buscar o aprimoramento, a educação continuada, a capacitação pela Residência Médica para exercer a Medicina de forma digna, com ética e qualidade.
Os desafios para o futuro envolvem as seguintes questões: saber qual o papel e o perfil do médico no século XXI. Discutir como formá-lo. As diretrizes curriculares nacionais e internacionais apontam para as seguintes metas principais (Geison Lira, 2011): 1. Formar para o cuidado integral; 2. Formar para a responsividade social; 3. Formar competências múltiplas; 4. Profissionalizar a formação.
(*) Professora do Curso de Medicina da Uece
* Publicado In: O Povo, de 19/03/2013. Opinião. p.7.

TUDO EM PAZ, SEM JUÍZES NEM JORNAIS



Por Ricardo Alcântara (*)
O repórter (O Povo, 17.03) perguntou ao secretário de Segurança por que os altos investimentos em sua pasta não se refletem nas estatísticas de criminalidade. Francisco Bezerra culpou a justiça que, segundo ele, devolve os criminosos às ruas.
A seguir, minimizou o dano social das ocorrências: segundo ele, a maioria dos assassinatos ocorre em conflitos entre traficantes. A omissão policial seria, então, um benefício, pelo que pude depreender da sua reflexão “pé de boi”.
Ao fim, denunciou vagamente uma conspiração de “empresas que lucram com a propagação da insegurança”. Depois de muito estudar a frase, conclui que se trata de uma mal assumida crítica aos meios de comunicação. Prudência ou covardia?
Do coronel, nenhuma frase foi reservada a uma avaliação crítica sobre a gestão operacional do aparelho de inteligência e repressão policial, deixando ao cidadão a trágica conclusão: o governo faz o máximo, mas a guerra contra crime está perdida.
(*) Jornalista e escritor. Publicado In: Pauta Livre.
Pauta Livre é cão sem dono. Se gostou, passe adiante.

terça-feira, 19 de março de 2013

A Verdade foi enterrada antes de Hugo Chávez



Por Jorge Serrãoserrao@alertatotal.net
Talvez por esquizofrenia, deficiência mental ou falta de caráter, aqueles que pensam e agem de maneira burra, radicalóide e sem ética, se dizendo socialistas, comunistas, fascistas, nazistas, etc, costumam atentar contra a Verdade – definida como realidade universal permanente. Mas os bolivarianos exageraram na dose da mistificação na gestão da morte do mito Hugo Chávez Frias.
Nos meios diplomáticos e na área de inteligência militar argentina circula uma informação 1-A-1 acerca dos procedimentos ante e pós fúnebres do Presidente e revolucionário inventor da República Bolivariana da Venezuela. A revelação bombástica é que o corpo exibido, cheio de sigilo e segurança, em um super-caixão lacrado, não é de um ser humano normal, deformado por um terrível câncer. O cadáver seria um boneco de cera. O simulacro de um Chávez “embalsamado”.
A surpreendente descoberta de que o corpo no faraônico féretro bolivariano não correspondia ao Hugo Chávez original foi da “Presidenta” da Argentina Cristina Kirchner. A grande amiga de Chávez estava escalada para fazer o mais emocionado discurso politico do velório. No entanto, Cristina se sentiu enganada no momento em que chegou perto do defunto. Ficou tão revoltada e contrariada que arranjou uma desculpa esfarrapada para voltar urgentemente a seu país – deixando até sem carona o presidente uruguaio José Mujica, que com ela veio até Caracas.
A explicação bombástica para o retorno súbito de Cristina é relatada pela inteligência militar argentina. Cristina teve um choque emocional quando se viu envolvida na farsa bolivariana montada para o velório de Chávez. Não acreditando no que seus olhos lhe mostravam, Cristina escalou uma oficial ajudante-de-ordens para investigar, de imediato, se não estaria diante de uma “brincadeira de mau gosto com a morte de alguém que lhe era muito querido”.
A oficial argentina interpelou um alto-membro do Exército pessoal de Chávez – que praticamente confessou a armação: ali não estava o corpo original do amado comandante. A militar transmitiu a informação imediatamente para Cristina – que surtou. Saiu esbravejando do Velório para o hotel, avisando que não mais faria o discurso para um boneco. O presidente imposto da Venezuela, Nicolas Maduro, tentou convencê-la do contrário, sem sucesso. Cristina voltou voando para casa.
A Presidenta Dilma Rousseff, que levava o ex Luiz Inácio a tiracolo, foi informada do incidente. Dilma e Lula deram uma breve olhada no caixão de Chávez, conversaram rapidamente com os presentes, e também foram embora o mais depressa possível – alegando coisas urgentes a serem resolvidas no Brasil. A exemplo de Cristina, não quiseram participar da farsa completa do sepultamento daquele que era o líder operacional-militar do Foro de São Paulo (organização que reúne as esquerdas revolucionárias, guerrilheiras ou simplesmente gramcistas na América Latina e Caribe).
História à parte do “boneco de cera” – uma versão completamente não-oficial das exéquias de Chávez -, tudo em torno de sua morte soa como uma grande farsa, digna do mais cínico e mentiroso socialismo bolivariano que transformou a Venezuela em um país em decomposição política, econômica e social. Tudo indica que Hugo Chávez já veio morto de Cuba – onde morreu não de problemas diretamente relacionados ao sarcoma que sofreu metástase.
O que levou Chávez realmente deste para outro mundo foi uma brutal infecção hospitalar, que detonou-lhe o pulmão. Tal fato jamais será admitido oficialmente, já que a lenda-dogma comunista prescreve que a ilha perdida dos irmãos Castro tem “uma das medicinas mais avançadas do mundo”. Caso tivesse se tratado no Brasil – como fizeram Dilma, Lula e o ex-presidente paraguaio Fernando Lugo -, Chávez poderia estar vivinho da silva... Azar dele que o Hospital Sírio Libanês não aceitou receber milhões para tratar, sem transparência e em “segredo socialista”, do grave caso médico.
Outro fato que a inteligência dos Estados Unidos já deixou bem evidente nos meios diplomáticos. Chávez morreu, provavelmente, no começo de janeiro. O prolongamento mentiroso de sua vida foi apenas uma armação para permitir a inconstitucional posse de Nicolas Maduro, através da geração de um dramalhão popular em torno da torcida pela “salvação” e cura do bem amado mito Chávez. O problema para o regime venezuelano é que o atraso na revelação da verdade contribuiu para as mentiras aflorassem...
A tendência política na Venezuela é de vitória eleitoral do presidente imposto Nicolas Maduro, na eleição marcada para 14 de abril. Mas a temporada de brigas internas e traições entre os bolivarianos é só uma questão de pouco tempo. Embora tenha sido motorista de ônibus profissional, antes de cair no mundo fácil da vida sindical praticamente sem trabalho, Nicolas não está maduro para liderar a revolução bolivariana. Chávez é insubstituível. E como um mito nunca morre, deve assombrar Maduro – que terá de suportar às pressões da oposição, em crescimento natural, e as traições e rebeliões internas que devem surgir principalmente na área militar venezuelana (em franca divisão e conflito entre Exército e Marinha).
O socialismo bolivariano implodiu a Venezuela. A demagogia seduziu o eleitorado pobre ou miserável – sempre a massa moldável de manobra de toda a História. Mas as classes média e alta da Venezuela comem o pão que o Chávez amassou. A moeda de lá – o bolívar – vale tanto quando a verdade para os ideólogos socialistas.  A crise de desabastecimento de produtos básicos é assustadora. A inflação totalmente fora de controle. O desemprego só aumenta. A estatal petrolífera PDVSA opera em regime de ineficiência. A grana dos petrodólares é usada mais para demagogias que para investimento em infraestrutura real.
As instituições venezuelanas encontram-se em decomposição. O Judiciário é uma desmoralização só. O Legislativo uma peça manipulada pelo Executivo autoritário e arbitrário. A ingerência ideológica de elementos do aparelho repressivo cubano no governo bolivariano é um fenômeno politicamente dantesco. O nível de corrupção venezuelano é de fazer inveja ao mais escroto mensaleiro no Brasil. A Venezuela tem tudo de pior que pode ter um país de terceiro mundo, subdesenvolvido, cheio de desigualdades e onde explode uma onda de violência sem perspectiva de controle.
A situação venezuelana pouco fede ou cheira para o Brasil. Problemas concretos são apenas dois. O calote da da PDVSA na parceria com a Petrobrás na superfaturada refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, ainda longe de sair do papel. Outro rolo são os empréstimos a perder de vista do BNDES tupiniquim para grandes empreiteiras brasileiras fazerem mega-obras – também superfaturadas – em terras bolivarianas. No mais, a Venezuela tem relação comercial pífia com o Brasil.
Uma previsível queda do regime bolivariano – que é questão de pouco tempo – pode gerar um efeito cascata (sem trocadilho) entre os países afetados pelo câncer ideológico e ideocrático do Foro de São Paulo. A primeira vítima de uma pós-derrocada venezuela deve ser a Argentina – onde as coisas vão de pior a mais ruim ainda na gestão da Cristina. Cuba também deve ter ainda mais problemas se a casa bolivariana desabar. O resto entra no tradicional “efeito orloff” (vodca que se consagrou com o lema publicitário “eu sou você amanhã”).
A prematura morte do comandante Chávez custará muito cara aos regimes de democradura e capimunismo do Foro de São Paulo. A metástase política já começou, com muitos tumores políticos entrando em fase de implosão. Resta esperar para ver como a araruta cancerosa vai se transformar em mingau estragado pelas mentiras comunizantes.
Ainda bem que não existe mal que sempre dure e nunca acabe... Reflitamos sobre a representação da imagem falsificada de Hugo Chávez (no topo do artigo) para constatarmos que tudo de bom ou ruim sempre tem um fim...
PS - Que sorte deu o José Dirceu - que deveria agradecer ao Joaquim Barbosa: de que adiantaria viajar para a Venezuela apenas para ver um simples boneco inanimado do falecido amigo e patrão em milionárias consultorias?
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou cópia dos textos publicados no blog Alerta Total é livre. Em nome da ética democrática, solicita-se que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Março de 2013.
 

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