domingo, 13 de setembro de 2015

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO IV





Fonte: Circulando por e-mail (internet).

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO III






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sábado, 12 de setembro de 2015

Homenagem do Colégio 7 de Setembro e da FA7 ao Instituto do Ceará


Ao ensejo das comemorações dos 80 anos do Colégio 7 de Setembro e dos 15 anos da Faculdade 7 de Setembro, esse tradicional grupo educacional de Fortaleza realizou, na FA7, ontem, dia 11 de setembro de 2015, às 16h, Sessão Especial em Homenagem ao Instituto do Ceará.
Na ocasião, falaram o Prof. Ednilo Soárez, em nome da instituição anfitriã, e o Prof. Juarez Leitão, ilustre membro do Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico), que brindou a todos com uma eletrizante palestra versando sobre a memória e a história de Fortaleza.
Vários sócios do Instituto do Ceará se fizeram presentes, como forma de prestigiar a cuidadosa homenagem prestada à mias antiga instituição cultural cearense.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Sócio do Instituto do Ceará

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO II





Fonte: Circulando por e-mail (internet).

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO I






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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

FESTANÇA CUBANA


Affonso Taboza (*)
Em 21 de março de 2010 publiquei, na página de Opinião deste jornal, artigo intitulado Nosso Presidente Cubano. Nele encaixei e critiquei fala do então presidente Lula, numa de suas arengas semanais em cadeia nacional de rádio. Dizia Lula, num arroubo de entusiasmo com a ilha e o regime de Fidel Castro: “Nós temos um acordo importante de investimento pra recuperação do porto de Mariel. É um investimento prioritário em Cuba, e além do que nós temos interesse de fazer novos investimentos em Cuba, e contribuir para recuperar a rede hoteleira de Cuba, as rodovias de Cuba, ou seja, nós estamos discutindo o Ministro da Indústria e Comércio já está em Havana, e nós pretendemos consolidar esses acordos com Cuba porque nós queremos ser solidários a Cuba e ajudar Cuba a se desenvolver. A Petrobras vai fazer uma fábrica de óleo combustível em Havana (...) e tudo isso nós pretendemos que aconteça este ano”.
Fantástico, não? O Brasil tomando a peito a tarefa de desenvolver um país que, por decisão do seu ditador, optou pelo subdesenvolvimento. Não pôde nosso fantasioso presidente quase reconstruir a decadente ilha, como era seu propósito, mas iniciou o item mais ambicioso do canhestro sonho, e passou a missão à sucessora: a construção do porto de Mariel, ao custo de mais de U$ 1 bilhão, conforme divulga a imprensa; e tudo às escuras, contrato de financiamento sigiloso por trinta anos.
Alguém acha que Cuba, país quebrado, algum dia pagará essa dívida? Aliás, perdoar dívidas de outros países foi uma constante nos dois mandatos de Lula da Silva. Cortesia personalista, feita à revelia do dono do dinheiro, nosso povo sofrido... Quando contratou tal financiamento, Lula sabia – ele não é criança – que jamais veremos esse dinheiro de volta. O porto de Mariel foi uma doação sua a Fidel Castro. Ele deve isso ao povo brasileiro.
Na inauguração do moderno complexo logístico, lá estava a nossa presidente, discursando com entusiasmo e brindando ao grande feito, de costas para os vetustos portos brasileiros com suas quase insuperáveis deficiências. Um escárnio.
Na última campanha eleitoral, questionada sobre tal financiamento, a presidente saiu pela tangente alegando que isso criou trabalho para empresas e trabalhadores brasileiros. Ocorre que, tais recursos empregados nos portos nacionais, teriam o mesmo efeito e o produto ficaria no nosso país. O reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos é visto por uns como prova do acerto do nosso apoio financeiro àquele país. Acham que disso vamos tirar proveito. E eu pergunto: será? E quando?
Cumpre lembrar que o embargo à ilha continua, e o senado americano não vai dar isso barato. Exigirá preferências comerciais. Cuba terá, antes de mais nada, de indenizar as propriedades americanas confiscadas por Fidel Castro quando assumiu o poder. Bilhões de dólares. De onde sairá esse dinheiro? Se Lula da Silva estiver no governo nessa ocasião, certamente o Brasil, mesmo quebrado, se candidatará a cobrir essa dívida...
(*) Coronel reformado do Exército e engenheiro civil.

Fonte: O Povo, Opinião, de 6/01/15. p. 9.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NA UECE


Por José Maria Ximenes Guimarães (*)
"A trajetória da Uece, com seus 78 cursos de graduação e 37 de pós-graduação Stricto Sensu, expressa crescimento"
O Jubileu de Rubi da Uece representa momento que demarca história de crescimento e conquista, numa trajetória institucional que nos orgulha, como aluno, professor e cidadão cearense. Pela Graduação, num percurso que a Enfermagem tem lugar destacado, por ser o curso superior mais antigo a vir formar a Uece, em 1975, mas, sobretudo, pela contribuição na pós-graduação Stricto Sensu em Saúde, capaz de formar mestres e doutores para atuar no SUS, Ensino Superior, Extensão Social e Inovação Tecnológica. Isso reflete compromisso ético, político e social, que impulsiona o cumprimento da missão de formar pessoas e de produzir conhecimento científico, respondendo às demandas da sociedade.
Concluí graduação em Enfermagem na UVA, em Sobral. Então, decidi me qualificar para a docência no ensino superior e para a pesquisa, o que exigiu mudança para Fortaleza, em 2005, ano em que logrei êxito no processo seletivo do Curso de Mestrado Acadêmico em Saúde Pública, por onde se inicia minha trajetória acadêmica na Uece. Lembro que, ao buscar conhecer a história do curso, identifiquei ser este o primeiro Mestrado em Saúde da Uece e o primeiro em Saúde Pública do Ceará. O curso foi aprovado em 1993 e iniciou a primeira turma em 1994. Na sua trajetória, até hoje, já foram formados 329 mestres. Reestruturado, em 2013, passou à denominar-se Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva.
Em 2007, ano em que defendi minha dissertação, a Uece implantava o Doutorado em Saúde Coletiva, em Associação Ampla com UFC e Unifor, visando consolidar a área, no Ceará. Ingressei na primeira turma, em 2008, e concluí o doutorado em 2012, simultaneamente com o Curso de Especialização em Gestão em Saúde. Atualmente, já foram formados pela Uece 33 doutores em Saúde Coletiva. Dada a qualificação do corpo docente, do corpo discente e da produção cientifica, a Uece abriu Doutorado próprio, em 2014, constituindo o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.
No período do Doutorado, realizei estágio docência, lecionando Política e Planejamento em Saúde no jovem curso de Medicina (11 anos), e, a partir de 2013, tornei-me professor substituto, função na qual aguardo a possibilidade de concurso para efetivo, esperança que se tornou muito concreta devido à decisão do Governo Estadual em autorizar a realização de um plano de concursos para o quadriênio 2015/8.
No momento do 40º aniversário, reconheço a contribuição da Uece na minha formação e na do povo cearense. A trajetória da Uece, com seus 78 cursos de graduação e 37 de pós-graduação Stricto Sensu, expressa crescimento e qualidade. Se devidamente apoiada, sua comunidade de 23 mil alunos crescerá, gerando mais impactos positivos em nossa sociedade. Parabéns, Uece!
(*) Enfermeiro, doutor em Saúde Coletiva e Professor Substituto do Centro de Ciências da Saúde/Uece.
Publicado In: O Povo, Opinião, de 15/8/15. p.7.
 

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