segunda-feira, 16 de abril de 2018

POLÍTICO EXEMPLAR

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Já faz algum tempo que ocorreu o trágico falecimento do Dr. Ulysses Guimarães (12.10.1992). Sua memória continua viva para muitos. Na biografia de Ulysses, a eminência do homem apaga o brilho das circunstancias por maior coruscantes sejam as luzes destas. Assim, carece de importância o Deputado Federal, o Ministro da Industria e Comércio, o Presidente da Câmara dos Deputados, o Presidente da Constituinte ou qualquer outro galardão da glória e do poder. Seu perfil, analisando suas atitudes e comportamento, mostra a coerência política, a integridade pessoal, a coragem cívica e a obstinada tenacidade na construção de um Brasil maior, democrático, onde prevaleçam entre nós, a justiça, a liberdade, a honestidade, a paz e o amor à Pátria. Lembro-me, com saudades, do Dr. Ulysses nos anos de 1984 e 1985, trabalhando de forma pacífica e com espírito público, pela redemocratização do Brasil. Naquela época tive a honra de governar o Estado do Ceará e participava de reuniões com Aureliano Chaves, Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Franco Montoro, Marcos Maciel e tantos outros políticos que representavam o desejo e a esperança do povo brasileiro. Ulysses e Aureliano eram os dois principais articuladores do movimento que originou a Aliança Democrática, garantindo a eleição do inesquecível Tancredo Neves, derrotando o então Deputado Paulo Maluf, para Presidente da República. O “Senhor Democracia” sempre gostava de repetir em nossas reuniões a seguinte frase: “A corrupção é o cupim da República”. Jamais deixaremos de lembrar e de homenagear Ulysses. Nossos jovens precisam conhecer a verdadeira história contemporânea do Brasil, do Nordeste e do Ceará.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 13/4/2018.

domingo, 15 de abril de 2018

NÃO É BOA IDEIA JOGAR COISAS DO AVIÃO...


Um mexicano, um americano e um russo estão em um avião.
O mexicano diz: "Eu odeio meu país!", e joga uma lata de sopa pela janela.
O americano diz: "Eu odeio meu país!", e joga uma torta pela janela.
O russo diz: "Eu odeio meu país!", e joga uma bomba pela janela.
Quando o avião aterrissa, o mexicano vê uma criança chorando e pergunta-lhe "O que há de errado, menino?"
O garoto responde: "É que uma lata de sopa caiu na cabeça da minha mãe e agora ela está desmaiada há uma hora".
"Eu não fiz isso!", diz o mexicano.
O americano vê outra criança chorando e pergunta "O que há de errado, garoto?"
O menino responde: "Minha mãe estava dirigindo, quando uma torta caiu no para-brisa e ela acabou batendo com o carro!"
"Eu não fiz isso!", diz o americano.
Então o russo sai do avião e vê uma criança rindo à beça.
O russo pergunta: "O que é tão engraçado?"
O garoto responde: "Meu pai foi soltar um pum e explodiu a casa!"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

UMA VISITA DA FADA MADRINHA!


Cinderela chegara então aos 75 anos. Depois de uma vida gratificante com o príncipe encantado, que tinha acabado de falecer, ela sentou-se feliz em sua cadeira de balanço, observando o mundo passar da varanda da frente, com um gato chamado Alan de companhia. Em uma tarde ensolarada, do nada, apareceu a Fada Madrinha. Cinderela disse:
"Fada Madrinha, o que você está fazendo aqui depois de todos esses anos?"
A Fada Madrinha respondeu:
"Bem, Cinderela, como você viveu uma vida boa e saudável desde a última vez que nos encontramos, decidi lhe dar três desejos. Você tem alguma coisa na qual o seu coração ainda anseia?"
Cinderela ficou muito feliz, e depois de pensar por muitos minutos, quase sem fôlego, ela disse seu primeiro desejo:
"Eu queria ser muito rica".
Instantaneamente, sua cadeira de balanço foi transformada em ouro maciço. Cinderela ficou atônita. Alan, seu velho gato fiel, pulou de seu colo e correu para a beira da varanda, tremendo de medo.
Cinderela disse:
"Oh, obrigada, Fada Madrinha!"
A Fada Madrinha respondeu:
"É o mínimo que eu posso fazer." O que seu coração deseja para seu segundo desejo?"
Cinderela olhou para o seu corpo frágil e disse: "Eu gostaria de ser jovem e cheia de beleza e juventude novamente."
Na mesma hora, seu desejo tornou-se realidade, e sua bela aparência jovem voltou. Cinderela sentiu toda aquela vitalidade que estava dormente há anos.
Então a Fada Madrinha novamente falou:
"Você tem mais um desejo, o que você gostaria de ter?"
Cinderela olhou para o gato assustado na esquina e disse:
"Desejo que você transforme Alan, meu gato velho, em um jovem bonito e atraente".
Magicamente, Alan sofreu uma mudança fundamental em sua composição biológica, e virou um menino tão bonito - que ninguém jamais tinha visto...
A Fada Madrinha novamente falou:
"Parabéns, Cinderela, aproveite sua nova vida!"
E, como em um passe de mágica brilhante, ela se foi. Por alguns minutos, Alan e Cinderela olham nos olhos um do outro. Cinderela estava sentada, sem fôlego, olhando para o garoto mais extraordinariamente perfeito que ela já tinha visto em toda a vida.
Então Alan foi até Cinderela, que estava sentada na cadeira de balanço, e a abraçou com seus braços fortes e jovens. Ele se inclinou perto de sua orelha, sussurrou, soprando seu cabelo dourado com seu hálito quente:
"Aposto que você se arrepende de ter me castrado agora, não é mesmo?"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 14 de abril de 2018

QUEM VAI PAGAR A CONTA?


Um homem estava viajando pelo interior e passou muito mal no meio da rua. Ele foi socorrido pelos moradores da cidade e levado à emergência de um hospital administrado por freiras. Chegando lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, estava ao seu lado a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
— Caro senhor, sua operação foi bem-sucedida e o senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa de sua urgente atenção: como o senhor pretende pagar a conta do hospital? O senhor tem seguro de saúde?
— Não, Irmã.
— Tem cartão de crédito?
— Não, Irmã.
— Pode pagar em dinheiro?
— Não tenho dinheiro, Irmã.
— Em cheque, então?
— Também não, Irmã.
— Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
— Ah, Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.
E a freira:
— Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com o Divino!
— Magnífico! Então, por favor, mande a conta para o meu cunhado!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

COMO A VIDA PODE MUDAR EM 25 ANOS...

Casado há 25 anos, olhei para a minha esposa um dia e disse:
"Querida, há 25 anos, tínhamos um apartamento barato, um carro barato, dormíamos em um sofá-cama e assistíamos TV em preto e branco de 10 polegadas, mas eu dormia todas as noites com uma loura fogosa de 25 anos.
Veja agora, temos uma ótima casa, bom carro, cama grande e TV de plasma, mas estou dormindo com uma mulher de 50 anos. Parece que você não está cumprindo sua parte do trato."
Como uma mulher muito razoável, minha esposa me disse para sair e encontrar uma loura fogosa de 25 anos, que ela se certificaria de que eu voltaria a viver em um apartamento barato, com um carro velho, dormindo em um sofá-cama novamente.
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Sobre a “Frieza” e o “Distanciamento” no Cuidar

Por Erasmo Miessa Ruiz (*)
Certa vez ouvi de um residente médico:
"Lutamos tanto para salvar a garota. Ela tinha tanto para viver, imagine, 15 anos de idade. Ela voltou duas vezes da parada [cardiorrespiratória]. Nesses momentos ela sorria, conversava com a gente, perguntava pelos pais. Depois ela ‘apagou’ de vez, foi a óbito. Senti uma terrível sensação de vazio e ao mesmo tempo uma culpa estranha de que poderia ter feito mais alguma coisa."
Situações como essas parecem se repetir constantemente na vida de profissionais de saúde, principalmente se forem médicos ou enfermeiras. Lidar com perdas sempre é muito difícil. Imagine se elas acontecerem muitas vezes em pouco espaço de tempo.
Isso nos ajuda a entender em parte porque parece ficar cada vez mais presente a percepção de muitos pacientes ao afirmarem que médicos e enfermeiras são profissionais "frios", "distantes". As vezes essas falas podem ser traduzidas por outras: "ele não me olha nos olhos", "ela não conversa direito comigo".
O que muitos não sabem é que essa "frieza" esconderia histórias trágicas de perda e dor. Sem suporte emocional adequado, a maioria dos profissionais acaba criando uma "armadura" de distanciamento, afinal, para que vincular-me a uma pessoa que sei que posso perder a qualquer momento? Daí que os relacionamentos correm o risco de se tornar objetais, principalmente nos espaços hospitalares onde a morte acontece com mais frequência.
Óbvio dizer que as alternativas existem e estão mais ou menos postas. O problema é percebe-las e coloca-las em prática. Sinteticamente: como não se tornar frio e distante sem correr o risco de amplificar a dor e o sofrimento? Uma empatia radical faria com que o profissional se autodestruísse. Uma objetivação extrema interfere no bom tônus do cuidar além de ser um elemento definidor de menores possibilidades de cura e/ou qualidade de vida aos paciente. Por exemplo, pesquisas mostram recorrentemente que médicos mais atenciosos são fundamentais para boa adesão a tratamentos. Imagine então se pensarmos em oncologia onde as intervenções podem causar sintomatologias muito desagradáveis. Aqui, como em outros casos, boa adesão determina maiores possibilidades de cura e/ou sobrevida com qualidade.
A dicotomia entre "indiferença" e empatia radical pode ser superada se os profissionais perceberem com clareza que eles também precisam ser cuidados. Boas condições de trabalho não implicam apenas em ambientes salubres, boas condições de repouso nos plantões, boas relações interpessoais etc. Significa também que meus problemas físicos e mentais não são "propriedade individual" mas devem sofrer processos de intervenção no trabalho porque, em parte, o trabalho ajuda a configurá-los.
E junto a estes processos de intervenção existe a necessidade de questionar a forma como elaboramos nossa própria mortalidade. Se gradualmente nos prepararmos para lidar com nossa morte, ficamos mais fortalecidos para lidar com a naturalidade de perder o que amamos e respeitamos, até porque o risco da perda não está implicado apenas aos nossos pacientes, mas também a todo universo de pessoas que amamos mais intensamente.
Viver significa, entre tantas possibilidades, preparar-se cada vez mais para lidar com perdas e frustrações. Quando nos julgamos protegidos pelas muralhas do castelo, perdemos de vista o frescor dos rios, o ar puro do campo e o encanto sedutor da outra parte da cidade que circunda as muralhas. Carpe Diem.
(*) Psicólogo. Professor da Universidade Estadual do Ceará. Diretor da Editora da Uece.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

LENDA ÁRABE


Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto, quando em determinado ponto da viagem, bastante cansados, um agrediu o outro.
O ofendido, sem nada dizer, pegou o seu cajado e escreveu na areia: "Hoje o meu melhor amigo me derrubou no chão".
Passado algum tempo, seguiram viagem pelo deserto, até chegar a um oásis. Lá, se banharam à vontade, até que o amigo que havia sido agredido, começou a se afogar. O outro nadou até ele e o trouxe até a margem, são e salvo. Foi quando o amigo resgatado pegou seu saibro e escreveu em uma pedra, cercada de vegetação: "Hoje o meu melhor amigo salvou a minha vida".
O primeiro perguntou: "Por que quando você foi agredido, você escreveu seu sentimento na areia, e quando foi salvo escreveu na pedra?"
O outro respondeu, sorrindo: "Quando um grande amigo nos ofende, devemos registrar esse dano na areia, para que o vento do esquecimento e do perdão se encarreguem de apagá-lo. Mas quando um amigo nos faz algo grandioso, devemos registrar esse momento na pedra da memória e do coração, onde vento nenhum do mundo pode apagar!"
Moral: Amigos de verdade, mesmo que demorem a se falar... ou demorem a se ver, permanecerão AMIGOS!
Nossos amigos verdadeiros são aqueles que se alegram com as nossas vitórias são os primeiros a serem solidários em nossos infortúnios.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).
 

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