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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Quem ganhou a copa? Espanha ou Japão?

Por Tales de Sá Cavalcante (*)

Nas corridas de cavalos na Inglaterra, quando havia apenas um competidor apto a disputar a prova, bastava caminhar (to walk) até o ponto de chegada para ser considerado vencedor, sem precisar competir de fato.

Neste caso, para indicar uma vitória por ausência do adversário, ou sem competição, passou-se a usar a expressão inglesa "Walkover" - depois abreviada para W.O., a designar vencedor sem contenda.

A Espanha ganhou, com disputa, a tradicional Copa, mas, se tivéssemos criado a Copa do Meio Ambiente, o Japão teria ganho todos os jogos por W.O., porque sua torcida deu exemplo ao recolher, sempre, o lixo nas arquibancadas, após os jogos nipônicos.

Como um dos coordenadores do Programa de Escolas Associadas à Unesco, fui um dos visitantes a colégios japoneses quando, entre outras atividades, assistimos a aulas juntamente com as crianças. No final da manhã, os estudantes formam várias equipes. Uma delas transforma as carteiras escolares em mesas para o almoço, que se dá na própria sala de aula. Alguns vão à cozinha e trazem os alimentos. Um grupo deles serve-os. Outros recolhem a louça e as sobras. Após a refeição, uns limpam a sala e removem as cestas de lixo.

O que os japoneses fizeram na Copa do Mundo não foi sacrifício algum. Faz parte de sua cultura. Para quem viu tudo isso, não foi surpresa observar que, no metrô, em atenção aos vizinhos, as pessoas não usam o telemóvel por voz e se comunicam apenas com mensagens, para evitar o incômodo a terceiros. No aeroporto, há cabines telefônicas sem telefone exclusivamente para o uso de celulares.

O garçom não aceita gorjeta e se ofende se você deseja concedê-la. Para eles, o bom serviço independe de gratificação. Objetos e dinheiro são recebidos com as duas mãos. Cumprimentos não são feitos com mãos a trocar bactérias senão por mesuras; e, quanto maior o respeito, maior a curvatura do corpo.

Valorizam os mais velhos, as hierarquias, as autoridades, o próximo, a disciplina, os valores coletivos, o bem comum, a harmonia entre tradição e modernidade, a educação e a priorização do social sobre o individual. Chegaremos lá? 

(*) Reitor do FB UNI e Dir. Superintendente da Org. Educ. Farias Brito. Presidente da Academia Cearense de Letras.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 23/07/26. Opinião, p.18.


sábado, 14 de janeiro de 2023

O ALUNO JAPONÊS NOS EUA

No primeiro dia de aula, numa escola secundária, dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Ken Suzuki, recém-chegado do Japão.

A aula começa e a professora:

"Vamos ver quem conhece a história americana..."

Quem disse:

"Dê-me a liberdade, ou a morte?"

Silêncio total na sala. Apenas Suzuki, levanta a mão e diz:

"Patrick Henry, em 1775, na Filadélfia".

Muito bem, Suzuki!

E quem disse:

"O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?"

"Abraham Lincoln, em 1863, em Washington", responde Suzuki.

A professora olha os alunos e diz:

"Vocês não têm vergonha?

... Suzuki é japonês e sabe mais, sobre a história americana, que vocês!!"

Então, lá no fundo da sala, ouve-se uma voz baixinha, falando:

"Vai tomar no cu, japonês filho da puta!"

"Quem disse isso? ", grita a professora.

Suzuki responde: "General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour!"

A turma fica em silêncio, apenas um aluno fala: "Acho que vou vomitar."

A professora grita:

"Quem foi que falou isso?"

E Suzuki responde:

"George Bush, ao primeiro ministro Tanaka, durante o almoço em Tokyo, em 1991"

Um dos alunos grita:

"Chupa meu p.....!!!"

E, a professora irritada: "Quem foi agora?"

E Suzuki responde:

"Bill Clinton, à Mônica Lewinsky, na Casa Branca, em Washington, em 1997."

Outro aluno se levanta e grita:

"Suzuki de merda!"

E Suzuki, responde:

"Valentino Rossi, no Grande Prêmio do Canadá de Moto Velocidade, em 2002."

A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o Diretor, que diz:

"Que merda é essa?? "

Suzuki responde:

"Michel Temer para o senador Romero Jucá, quando estouraram os áudios da conversa com Sérgio Machado, em maio de 2016."

Outro aluno, num sussurro, que ecoou:

"Ih....agora fodeu de vez"

Suzuki responde:

"Aécio Neves na delação da JBS, em 2017".

O Diretor fica estarrecido, com a petulância, do japonês e da passividade dos alunos americanos da turma e diz:

"Vamos reagir cambada de viadinhos, vocês têm que virar homens..."

Suzuki levanta e responde:

"ROGÉRIO MICALE, ao assumir o time do GAYLO"

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

domingo, 3 de abril de 2016

AULA DE JAPONÊS II


Louco - SHUTAKOKO NAKARA
Mágico - TIRAGATO DAKASAKA
Médico - DOE EUKURO
Pobre - TAMISHO PABURO
Porco - SOKAGA NAKAMA
Rico - TAKANOTA NAKASAKA
Romântico - NOKEU TIAMO
Valente - TEBATO NAKARA
Veterinário - KURAGATO NAKASA
Fonte: circulou por e-mail em 2013, sem autoria definida.

AULA DE JAPONÊS I


Assassino - OKIMATARO ATIRO
Assaltante - FUGIRO NAKOMBI
Acidentado - MASSARO MIAMOTO
Agredido - MISHUTATO NOSSAKU
Bicha - EDEO NOMATO
Corno - KOMERU MIAMADA
Inteligente - KIKUKA BAKANA
Ladrão - SUMIU KOTUTU
Fonte: circulou por e-mail em 2013, sem autoria definida

sábado, 8 de agosto de 2015

IMPORTÂNCIA DE SABER OUTRO IDIOMA


Fui visitar, na UTI, o meu vizinho, japonês, vítima de grave acidente automobilístico.
Estava entubado, olhos fechados, totalmente imóvel.
Em pé na beira da cama, vendo ele sereno, repousando com todos aqueles tubos, fiz uma oração silenciosa!
Em dado momento, repentinamente ele acordou, arregalou os olhos e gritou:
- 'SAKARO AOTA NAKAMY ANYOBA, SUSHI MASHUTA!!!', suspirou e morreu...
As últimas palavras do amigo ficaram gravadas na minha cabeça!!
Na missa de sétimo dia, fui dar os pêsames à mãe do amigo:
- Dona Fumiko, o Sujiro, antes de morrer, me disse esta palavras: "SAKARO AOTA NAKAMY ANYOBA, SUSHI MASHUTA!!!", o que isso quer dizer?
Dona Fumiko me olhou espantada e traduziu:
"TIRE O PÉ DA MANGUEIRINHA DE OXIGÊNIO, FILHO DA PUTA."
Fonte: Internet (circulando por e-mail)

TRABALHO EM EQUIPE: Brasil x Japão


Foi realizada uma competição entre a equipe de remo do Japão e a equipe de remo brasileira.
A competição se inicia, mas o resultado não é favorável para a equipe brasileira. Ela chegou com uma hora de atraso em relação aos japoneses. Indignados, os brasileiros fizeram várias reuniões para averiguar a causa da derrota. Assim ficou o resumo do relatório que fazia a comparação das equipes:
 Japão:
* 1 Chefe de Equipe
* 10 Remadores
Brasil:
* 10 Chefes de Equipe
* 1 Remador 

Descoberto o grande erro, a equipe brasileira foi remodelada para a próxima competição. Porém, perderam novamente e, dessa vez, o atraso foi de 2 horas. Mais uma vez foram convocadas reuniões e viagens para o estudo das causas. Segue o resumo: 
Japão:
* 1 Chefe de Equipe
* 10 Remadores
Brasil:
* 1 Chefe de Equipe
* 3 Chefes de Departamento
* 6 Auxiliares de Chefia
* 1 Remador 

Outra vez o erro foi identificado e uma nova equipe foi montada. Tudo foi levado em conta: resizing, downsizing, GQT e ainda economistas opinando, conceitos de modernidade e globalização passaram a ser considerados. Porém, na hora da competição, o Brasil chegou com 3 horas de atraso. Mais reuniões, encontros etc. Foi feito outro levantamento: 
Japão:
* 1 Chefe de Equipe
* 10 Remadores
Brasil:
* 1 Chefe de Equipe
* 3 Chefes de Departamento
* 2 Analistas de O&M
* 2 Controllers
* 1 Auditor Independente
* 1 Gerente de Qualidade Total
* 1 Remador 

Depois de muitos argumentos e discussões, chegaram às seguintes conclusões definitivas:
1. O problema era, claro e evidente, a incapacidade do remador, que, com certeza, por culpa de influência do Sindicato e por causa de sua falta de treinamento generalista não era capaz de exercer sua atividade com eficiência.
2. A solução era privatizar ou terceirizar e/ou contratar um remador que não fosse da folha do clube. 

Agora o pior:
Essa história veio dos EUA, e foi apresentada por um professor da Universidade de Maryland, sobre a administração no Brasil, como piada em sala de aula.

Fonte: internet (circulando por e-mail).

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Soldados americanos eram dissecados vivos no Japão durante a 2ª Guerra

Experimentos aconteceram no final da 2ª Guerra, em 1945 (Foto: Redação RedeTV Reprodução)
Uma universidade no Japão abriu um museu que reconhece o uso de soldados americanos da Segunda Guerra Mundial para experimentos com seus corpos enquanto eles ainda estavam vivos.
O museu da Universidade de Kyushu explica como outros soldados que estavam sendo mantidos como prisioneiros de guerra foram levados até a escola médica de Fukuoka após seu avião ter caído dos céus do Japão, em maio de 1945. No local, eles foram sujeitados a cruéis experimentos médicos - um soldado teve seu cérebro dissecado para tentar descobrir se a epilepsia poderia ser controlada através de cirurgia.
Outro soldado teve água salgada injetada em suas veias, para ver se ela era capaz de substituir uma solução estéril salina para combater a desidratação. Todos os soldados morreram durante os experimentos.
 
 

Abertura de museu é 'reconhecimento oficial' de experimentos (Foto: Reprodução)
Os casos da escola médica de Fukuoka foram descritos em alguns livros, inclusive por médicos que participaram dos experimentos, mas o museu representa um reconhecimento oficial das atrocidades.
A universidade decidiu em março, após uma conversar com professores, incluir informações sobre os casos em seu novo museu.
O médico Todoshi Tono, que fez parte da equipe de Fukuoka, dedicou seus últimos anos de vida a expor as atrocidades de guerra e escreveu um livro sobre o assunto.
Fonte: UOL Notícias / Redação RedeTV 8/04/15.

 
 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O IMPERADOR E OS PROFESSORES


 

Fonte: Circulando por e-mail (internet).
 

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