domingo, 7 de dezembro de 2025

Frases impagáveis do Barão de Itararé IV

29 Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta…

30 Tempo é dinheiro. Paguemos, portanto, as nossas dívidas com o tempo.

31 As duas cobras que estão no anel do médico significam que o médico cobra duas vezes, isto é, se cura, cobra, e se mata, cobra.

32 O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.

33 Em todas as famílias há sempre um imbecil. É horrível, portanto, a situação do filho único.

34 Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados.

35 Quem não muda de caminho é trem.

36 A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas em geral enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.

37 Quando pobre come frango, um dos dois está doente.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

Frases impagáveis do Barão de Itararé III

19 A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.

20 Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.

21 Precisa-se de uma boa datilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser datilógrafa.

22 O fígado faz muito mal à bebida.

23 O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil e um religioso.

24 A alma humana, como os bolsos da batina de padre, tem mistérios insondáveis.

25 Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo…

26 Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.

27 Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!

28 Devo tanto que, se eu chamar alguém de “meu bem”, o banco toma!

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).


sábado, 6 de dezembro de 2025

Frases impagáveis do Barão de Itararé II

10 O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.

11 Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.

12 Neurastenia é doença de gente rica.

13 Pobre neurastênico é malcriado.

14 De onde menos se espera, daí é que não sai nada.

15 Quem dá aos pobres ou empresta, adeus.

16 Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.

17 O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.

18 Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

Frases impagáveis do Barão de Itararé I

1 O uísque é uma cachaça metida a besta.

2 O que se leva desta vida é a vida que a gente leva.

3 A criança diz o que faz, o velho diz o que fez e o idiota o que vai fazer.

4 Os homens nascem iguais, mas no dia seguinte já são diferentes.

5 Dize-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.

6 A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.

7 Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.

8 Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.

9 Mantenha a cabeça fria, se quiser ideias frescas.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

Recordar é viver: BARÃO DE ITARARÉ

A frase “entre sem bater” tem uma história: um dia, por motivos políticos, entraram uns policiais no escritório do Barão de Itararé e lhe desceram a porrada “para ele aprender a ser mais respeitoso com as autoridades”. No dia seguinte, usando de inteligente duplo sentido, ele pôs o aviso na porta “ENTRE SEM BATER”.

Ele usava também o pseudônimo de Aporelly, mistura de Apparício com Torelly, e Barão de Itararé é uma gozação em que ele criou um título nobiliárquico em cima de uma batalha que não aconteceu, na Guerra do Paraguai.

É contemporâneo de todos nós, morreu em 1971.

"O que se leva desta vida é a vida que a gente leva", uma das frases antológicas de Barão de Itararé.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

CONVITE: Posse dos novos membros e confraternização natalina da Sobrames-CE-2025

Prezado(a) Sobramista,

A Diretoria da Sociedade Cearense de Médicos Escritores - Sobrames Ceará, tem a honra de convidar seus membros e familiares para a confraternização do Natal 2025 e Cerimônia de Posse dos novos sobramistas:

Sócios Titulares: Dra. Maria Carlos Pereira da Silva, Dra. Ivna Hitzschky Silva dos Fernandes Vieira Previdelli, Dr. Fernando Antônio Lopes Furtado, Dr. Ricardo Rangel de Paula Pessoa e Dr. Angelo Roncalli Ramalho Sampaio.

Sócio Acadêmico: Éden moura Mendonça

Data: 8/12/2025 Horário: 19h

Local: Auditório da Sociedade Cearense de Pediatria - SOCEP

Endereço: Rua Maria Tomásia, 701 – Aldeota

Traje: Esporte Fino

Contamos com a presença de todos

Após a cerimônia, será servido coquetel.

Maria Sidneuma Melo Ventura

Presidente da Sobrames-CE


Crônica: “...na alma, toda experiência tem a forma de cicatriz”

"...na alma, toda experiência tem a forma de cicatriz"

E tem. A primeira vez que Claudinha foi assaltada deixou marcas profundas na alma "principalmente no juízo". Esgueirava-se pela Liberato Barroso, em busca da Av. do Imperador, pela calçada - tarde chuvosa, quando aparente pacato casal dela se aproxima, vindo do outro lado da rua. O homem, portando uma tesoura cega; a mulher, um terço faltando cinco contas. Pedem encarecidamente à vítima dois vales-transportes, três pastilhas Valda e 10 reais "de preferência em notas de 2". Claudinha emudece do susto.

- Hum, hum, hum, hum!!! Hum!!!

- É mudinha, ela! - imaginou a meliante.

- Desembucha, senão tu vai ver o que é bom tosse! - impõe o ladrão.

- Pra tosse, xarope Melagrião! - ensina a vítima.

- Ela fala!!!

Refeita do susto, Claudinha, referindo-se aos 10 reais...

- Pode ser duas de cinco, colega? - pelando-se de medo, em risco de dar uma "pilôra".

- É, vai!!! E os vale? Passa logo! - disparou a companheira do ladrão, "que tinha cara de Socorro", imaginou Claudinha, ao ser instada.

- Posso dar só um, minha senhora? O outro é pra eu voltar de topique, moro no Siqueira! Longe que só!

- Tá bom, tá bom! Loura véa lisa, serve nem pra ser assaltada!

- Lisa, vírgula, sua... - Claudinha retruca, mas pensa no perigo da desvantagem numérica.

- Ok, ok, ok! Tome! E antes que eu esqueça: ainda querem as pastilhas?

- Não! Chau!

Era o casal que se afastava celeremente do local do crime, pois vinha gente se aproximando. E Claudinha, com a partida da dupla marginal? Caiu durinha pra trás! Até ser socorrida por um povo que vinha vindo de lá. Ao tornar, já dentro de uma mercearia, pálida, perturbada...

- Onde estou? Que se passa? Cadê o Papai Noel?

- Calma, dona, calma! Você foi encontrada desmaiada no meio da rua e uma senhora e o filho dela a trouxeram para cá. Está melhor agora?

- Ah, desculpa! Estou. Foi a agoniação do assalto! Obrigada pelos cuidados. Vou-me já que está pingando...

Realmente, a chuva começara

Claudinha já em casa e tal e coisa e coisa e tal... E os anos se passaram. Certo dia, voltando agora da empresa pela Guilherme Rocha, quem ela divisa a mais ou menos 30 metros de onde se encontrava? O mesmíssimo casal de malfazejos, dirigindo-se ao seu encontro. Pelo aperreio da situação, a criatura de novo perde a fala. A suposta Socorro dispara:

- Passa as chinelas havaianas, o cordão de ouro e a sombrinha!!!

- Hum, hum, hum, hum!!! Hum!!!

- Largue de frescura! Tu num é muda não!

- E num sou mesmo não?!? - disparou Claudinha, irritada e corajosa. - Casal de ladrão fí duma ééééégua!!!

O magarefe não gostou do que ouviu e trava-se ali acalorada discussão:

- Ei, freguesa! Fí duma égua não! Respeite ao menos mamãe!

- Magote de ladrão metido, pode ser?

- Ah, assim sim!

- Pois então, socoooooorro!!!

- Ela sabe meu nome, Zé! Tamo lascado! Corre, macho! Ela é perigosa!

E Claudinha, com a fuga da dupla marginal? Caiu durinha pra trás!

Fonte: O POVO, de 7/11/2025. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.

 

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