quarta-feira, 5 de março de 2014

Abertura oficial da Campanha da Fraternidade de 2014




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fará a abertura oficial da Campanha da Fraternidade de 2014 na Quarta-feira de Cinzas, dia 5 de março, às 14h, em sua sede em Brasília. Este ano, a campanha aborda o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). O evento será transmitido, ao vivo, pelas emissoras de inspiração católica.
O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, presidirá a cerimônia. Na ocasião estarão presentes representantes do governo e de entidades da sociedade civil. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso; o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcello Laverene Machado; e a secretária Executiva do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), pastora Romi Márcia Bencke, confirmaram presença.
Na ocasião, será divulgada a mensagem do papa Francisco para a Campanha da Fraternidade.
Fonte: CNBB

terça-feira, 4 de março de 2014

A Advogada Evangélica e o Repúdio às Varas



Olha só esse inusitado pedido de uma advogada da OAB do Rio de Janeiro!!!
Exmº. Sr. Dr. juiz da 16ª. Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. Fulana de Tal, advogada do reclamante Beltrana de Tal,, vem, ante a presença de V. Exª., informar que, de uma forma ou de outra, resolveu renunciar aos poderes doados pelo autor na folha da procuração. Que a presente renúncia tem motivos justificadores suficientes, trazendo desânimo até a alma; senão, vejamos agora:
1 - A ilustre advogada renunciante é considerada pela maioria a maior advogada de Duque de Caxias (RJ), a mais brilhante, pois sou competente, conheço muito o direito, o errado e o certo. Minha insatisfação é originária da mudança no nome de 'Justiça do Trabalho'. Antes, chamava-se JCJ (Junta de Conciliação e Julgamento), e agora passou a chamar-se "Vara". Esta nova denominação me trouxe e me traz diariamente imensos e grandes constrangimentos.
2 - Antes, para vir fazer audiências ou acompanhar processos eu entrava na Junta, e agora sou obrigada a dizer "estou entrando na Vara", "fui à Vara", "fiquei esperando sentada na Vara". Não concordo. Sou mulher, evangélica, não gosto de gracejos. Deixo a 'Vara' para quem gosta de 'Vara': funcionários 'varejistas', homossexuais, que tem muito, fiquem na 'Vara', permaneçam na 'Vara', trabalhem com 'Vara'. Saio desgostosa por não concordar com o termo pornográfico, vara pra lá, vara pra cá...
Em tempo - Outro dia, estava entrando no prédio da Justiça do Trabalho e o meu telefone celular tocou. Era meu marido. Ele perguntou: "onde você está"? E olha só o constrangimento da minha resposta: "Entrando na décima Vara".
Assim, comunico minha renúncia.
Já comuniquei verbalmente a meu ex-cliente, tudo na forma da lei.
Assim posto,
Peço e aguardo deferimento.
S. J. de Meriti p/Rio de Janeiro, 05-05-2002.
Fulana de Tal,
Fonte: Circulando por e-mail (internet).
Nota do Editor: Optamos por omitir nomes e número de Inscrição da OAB/RJ.

segunda-feira, 3 de março de 2014

O FREVO (País em Desenvolvimento)



Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Alceu Valença, em entrevista concedida ao jornalista José Teles, publicada em 06.02.14 (Jornal do Comercio de PE) sob o título ‘Nunca Fui um Tradicionalista’, trata do lançamento do seu disco Amigo da Arte (Deckdisc), dedicado a seu parceiro Carlos Fernando, falecido ano passado, autor do projeto. Todos os pernambucanos, mesmo aqueles que não gostam de brincar o Carnaval “multicultural” das ladeiras de Olinda aos Alagados e Mocambos do Recife, quando toca um frevo arrepiam-se, mormente quando fora do Pernambuco. O Frevo é a nossa música e nosso ritmo. Isso não discuto. E com razão, inicia a matéria o jornalista:
Pernambuco é o estado com a maior diversidade de gêneros de todo o Brasil. A ideia deste disco é ilustrar em parte esta diversidade, com enfoque nos gêneros do carnaval, ou seja, da zona da mata e do litoral. Alceu afirma: “Fiquei tomado por estes estilos quando cheguei “em” Recife, ainda menino, e vi desfilar os primeiros blocos de frevo à minha frente. Eu morava na Rua dos Palmares, que costumo chamar de ‘rua carnavalódroma’, porque além de ali passarem os blocos do carnaval, éramos vizinhos do maestro Nelson Ferreira”. No decorrer da entrevista foi perguntado pelo entrevistador:
— Você tem uma afinidade grande com Portugal, com a música tradicional portuguesa. Mas tem os holandeses. Se Pernambuco tivesse se tornado holandês, teríamos essa exuberância de ritmos que temos?
Responde Alceu Valença:
— Os holandeses tiveram uma influência notável na pintura. Mas os africanos e os árabes são muito decisivos na nossa cultura brasileira... Por exemplo, ‘Rosas Não Falam’ de Cartola ao ‘Sabiá’ de Luiz Gonzaga. E termina: — Me considero um dos maiores incentivadores do intercâmbio musical entre Brasil e Portugal...
O Frevo, surgido na cidade do Recife no fim do século XIX, caracteriza-se pelo ritmo extremamente acelerado. O fado nasceu também no século XIX, justo nos bairros de Alfama e Mouraria de Lisboa, onde árabes e judeus era confinados durante o reinado dos reis católicos. Esclareço: Mouraria e Judiaria dá na mesma.
O número de habitantes judeus em Portugal, no início do Século XVI, alcançava por volta de um milhão e desses 10% eram judeus sefaraditas.
Depois de instalada a Inquisição Portuguesa, os que não foram queimados vivos fugiram ou se transformaram em cristão-novos e muitos fugiram para o Recife, sobretudo no tempo dos holandeses, sem falar nos oficiais e tripulantes da armada de Cabral que fizeram parte do discutível achamento do Brasil.
Quem passar hoje por uma sinagoga no Recife, em dia de serviço religioso, escutará a sonoridade melancólica do fado nessas rezas hebreias.
Concordo com o entrevistado quando diz... “Pernambuco por sua configuração é multicultural”. O frevo-canção espelha a nostalgia ibérica, vinda dos povos árabes e judeus (ambos semitas, convém não esquecer!). Assim como a cultura agreste-sertaneja de Pernambuco foi a do couro, como afirma o entrevistado, não se deve esquecer que boa maioria dos judeus marranos (convertidos à força, ou porcos), cristão-novos, judeus batizados na fé católica, mas praticantes do judaismo às escondidas (criptojudeus), etc., deixaram o litoral e se embrenharam no sertão, para fugir dos longos braços da Inquisição, que assim mesmo conseguia alcançá-los.
Não discuto a importância do entrevistado como estudioso e intérprete da cultura pernambucana.  Tenho-o como um dos maiores cultores da difusão do frevo e da nossa música, mas devemos procurar as nossas verdadeiras raízes se desejarmos sair do eufemístico país em desenvolvimento.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES).

domingo, 2 de março de 2014

O INÍCIO DO ANO 2014





Chargista: André
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

PIADINHA DE ENGENHEIRO



Jesus disse a seus apóstolos:
– Irmãos, y = ax²+bx+c...
Os apóstolos, confusos, responderam:
– Mas senhor... o que é isso?
Jesus disse:
– Apenas uma parábola.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sábado, 1 de março de 2014

COMPÊNDIO ILUSTRADO DA DILMA V







Fonte: Circulando por e-mail (internet).

A DOMÉSTICA E O MÉDICO INFALÍVEL



A empregada, chorando, pega sua mala e se despede da patroa que lhe pergunta:
- Ué, aonde você vai?
- Para minha terra, Dona Fro, morrer junto dos meus.
- Mas o que aconteceu, querida?
- Oh, Dona Fro, a senhora mesmo fala que o seu marido é um excelente médico e nunca errou um diagnóstico.
- Pois é, é verdade. Ele nunca se engana no diagnóstico... Mas o que tem isso a ver com a sua saída de casa?
- Então Dona Fro, é que o Dr., hoje pela manhã, antes de ir trabalhar, me disse, apertando minha bunda com as duas mãos:
- DESTA NOITE TU NÃO PASSAS!!!
Fonte: Circulando por e-mail (internet).
 

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