sábado, 3 de setembro de 2022

PIADINHAS SOBRE DIETA VI

Todos me perguntam como, apesar de todas as dietas que eu tentei, ainda não consegui perder peso. Cá entre nós, eu também não sei! Hoje mesmo eu consegui terminar a minha dieta de duas semanas em apenas três horas e 29 minutos!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

PIADINHAS SOBRE DIETA V

Estou engordando por causa do xampu! Só hoje percebi que a embalagem diz: “Para dar corpo e volume!”...

Por isso, a partir de agora, só me lavo com detergente de lavar louças, que diz: “Dissolve a gordura - até a mais difícil!”

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

PIADINHAS SOBRE DIETA IV

Sofro tanto com o efeito sanfona, que se alguém me abraçar forte, eu toco um forró!

Eu não tenho problema algum com legumes frescos, arroz cozido no vapor, brócolis, grãos integrais e iogurtes desnatados. Basta mantê-los longe de mim enquanto estou comendo.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

PESAR POR PROF. JOÃO BATISTA EVANGELISTA JUNIOR

Foi com enorme pesar que se tomou conhecimento do súbito falecimento, na tarde de ontem, quinta-feira (1º/09/2022), do Prof. João Batista Evangelista Junior, docente de Nefrologia da Faculdade de Medicina (FAMED), aos 71 anos de idade.

Nascido em Fortaleza em 16/06/1951, ele possuía graduação em Medicina, diplomado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em 1976 e Residência Médica em Nefrologia, no Rio de Janeiro, no Hospital Pedro Ernesto da UERJ (1977-1978). Foi Fellow do The British Council, no Guy’s Hospital - Renal Unit – em Londres-Inglaterra (1983-1984) e concluiu o Mestrado em Medicina (Clínica Médica) na UFC em 2000.

Atualmente, era professor Adjunto do Departamento de Medicina Clínica da UFC, membro do Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário Walter Cantídio da UFC e Responsável Técnico do Centro de Pesquisas em Doenças Hepato-Renais do Ceará - CEPHRECE.

Tinha 46 anos de experiência na área de Medicina, com ênfase na área de Nefrologia Clínica, Diálise e Transplante Renal, com Título de Especialista em Nefrologia (CREMEC - Ceará) e Especialista em Nefrologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Nefrologia (1993).

A Diretoria da Faculdade de Medicina da UFC decretou luto oficial de três dias na FAMED, sem prejuízo das atividades acadêmicas ordinárias.

O velório terá início às 6h desta sexta-feira (2/09/2022), na funerária Ethernus (Rua Padre Valdevino, 1.688, Aldeota), com missa de corpo presente prevista para às 14h.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Médico pela UFC – Turma de Dez./1977

Crônica: “Cachorro que tem dois donos passa fome”

Cachorro que tem dois donos passa fome

A pressão, no ponto de ser medida com dificuldade numa borracharia, repousava na casa dos 21 e uma cacetada por 15 e uma chibatada. Cedia nem a pau. Pré-diabético, gordurento da aorta, triglicerídico às rumas, gotoso crônico, micótico das unhas e com a pior de todas as mazelas que um cristão pode colecionar: liseira geométrica. Em suma, ali um homem na peinha de nada, em risco de beliscar a bunda da morte...

O médico da família consultou João de Zeca e receitou uma ruma de exames, pra se inteirar do nível de desgaste na flandagem e no motor da criatura; exames que nem prestavam. Suspeita de problema cardíaco. Pelo olhômetro do especialista, o coração já sabugado motivava o despombalizamento notório.

Do Mapa ao Holter, da polissonografia à cintilografia, do teste ergométrico à radiografia de tórax, tudo carecia de ser feito por João de Zeca imediatamente. Roncava feito um peba e, ultimamente, os pés pareciam uma parêa de cururu teitei na retaguarda. Das coisas do sangue, até o de detecção precoce do estalecido foi solicitado.

Não à toa, as palavras do esculápio soavam algo amedrontador, aventados o AVC, a embolia, a trombose e até uma cirurgia. Enfim, possibilidades ampliadas de fim de linha a quem contava 55 anos. Caneco não cabia um coco, o dele.

- Medo de pegar na mão de São Pedro, macho? - frescava o médico chapa.

- Não, dotô! O que lasca é essa coceira na região canectiva! Pode ser ela a causa...

- Pois abra do olho! Comece amanhã os exames e me veja os resultados, ligeiro bala!

- Dotô, na minha mente essa curuba renitente...

- Se te incomoda tanto assim, tiremos uma taiada do tecido pra biopsia.

Pronto, primeira parte das investigações concluída - via sangue. A seguir, os testes diretamente ligados ao coração. Ora de enfrentar o mais invocado - a cintilografia. A esse propósito, João de Zeca fora alertado de que não podia comer isso e aquilo 24 horas antes do procedimento. A atendente da clínica deu nome aos bois, verbativa e taxativamente:

- O senhor está proibido de tomar café, chá, refrigerantes, chocolate e alimento ou medicamento que contenha cafeína até a hora do exame! Prestenção!!!

- Gabarito, doutora!

Mas o caba véi esqueceu os nomes dos alimentos que não devia passar pra dentro do bucho. Em casa, já, a mulher ainda tentou dialogar:

- O que é mesmo que tu não pode nem sentir o cheiro até a hora do exame?

- É o... quer dizer, é a...

- A o que, mah?

- Grolado, pitomba, fubá e paçoca! - João deu um chute.

- Não pode, não pode ser isso!

- Pois anota aí: broa, coalhada, biscoito champanhe e rosca! - rechutou João, firme.

- Ah, sim!...

Faltava a derradeira coisa pra saber porque cão do meio dos infernos a pressão dele não baixava. Lembram da coceira na região canectiva que poderia ser a causa da coisa? O doutor acedeu à sugestão mais para acalmar João que pela efetividade dalguma manobra nesse sentido. Pra fazê-lo, precisou sedar o paciente. Findo o procedimento, João na maca, meio grogue, a caminho da sala de recuperação. Médico pergunta ingênuo:

- Como o senhor está?

- No ponto de capar dois jumento - responde João de Zeca resoluto, levantando a cabeça.

- Tá delirando! Caso dele é com a psiquiatra!- constatou o médico amigo.

Fonte: O POVO, de 26/08/2022. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Série sobre imortais da Academia Cearense de Letras será lançada em outubro

Por Lara Montezuma (*)

Série documental "Imortais Cearenses" aborda a trajetória dos imortais da Academia Cearense de Letras. Projeto destaca a relevância da instituição para a cultura.

A Academia Cearense de Letras (ACL) foi fundada em agosto de 1894, mais precisamente no dia 15, tornando-se pioneira literária no Brasil. O Palácio da Luz, localizado no Centro de Fortaleza, foi berço para o intenso fluxo de atividades culturais na Cidade e consagra 40 imortais - membros que ocupam cadeiras vitalícias na instituição. Com mais de 120 anos de história, o local já sediou a Biblioteca Pública do Ceará e guarda parte do arquivo histórico do Estado.

A gama de conteúdo fez com que a ACL se tornasse um dos escritórios de pesquisa do documentarista e cineasta Roberto Bonfim. O espaço deixou de ser apenas uma área de estudo e resultou, também, em inspiração. Após cerca de nove anos de apuração, o profissional está em processo de finalização do projeto "Imortais Cearenses", série documental que estreia no mês de outubro. "Fui verificar e vi que não tinha nada nos registros audiovisuais do Ceará acerca desses imortais. Tinham algumas entrevistas, participações em programas e filmes, mas era algo pontual. Eu pensei em fazer algo diferente. A Academia é imortal, mas os imortais são mortais", sinaliza.

Impulsionado pela ideia de mergulhar na história das pessoas que constroem as narrativas de uma das principais entidades brasileiras, Roberto define os parâmetros para o projeto chancelado por Lúcio Alcântara, escritor, médico, ex-governador e atual presidente da Academia. A proposta é mostrar a trajetória profissional destes considerados imortais, trilhando os primeiros passos na escrita e o processo de entrada na ACL. Eles também compartilham detalhes sobre as obras e sobre o próprio órgão, focando na função institucional. "Existe o produto, essa série de diversos episódios, que será doado para a Academia Cearense de Letras. Cada um tem em média 25 minutos. Claro que, em contrapartida, todos os imortais recebem seu próprio vídeo", informa o documentarista.

A produção foi gravada a partir de 2021 em parceria com o diretor de fotografia Eduardo Barros, da produtora Zoom Digital, e os planos envolvem a distribuição para a TV e plataformas digitais, a exemplo do YouTube. "É uma forma da gente trazer, na nossa contemporaneidade, um outro meio de visualização e aproximação do público", argumenta. Os depoimentos de acadêmicos como os poetas Batista de Lima e Virgílio Maia são considerados por Roberto como "referências importantes", visto que podem influenciar novas gerações. "Nas entrevistas a gente pode ver como alguns são simples ao contar suas histórias. É um toque pequeno para que um jovem possa pensar em fazer parte da primeira academia de letras do Brasil. A gente não pode fugir disso, os imortais vão ficando mais velhos. Cadê os novos acadêmicos? Onde estão as novas intelectualidades e referências de arte?", indaga Roberto.

A necessidade de incitar a cultura influenciou, inclusive, a escolha do formato para a iniciativa. Com experiência no ramo documental, Roberto acredita que o audiovisual pode ser uma ponte entre distintas épocas. "O audiovisual traz um impacto, agrega valor e, ao lado da literatura e de outras linguagens, colabora com o saber. Eu digo que é um chamariz para a informação completa que consta nos livros, uma coisa que puxa a outra. Por isso a importância de continuar, devemos atentar para as novas tecnologias e novos momentos", complementa. Olhar para frente, entretanto, não significa esquecer o que ficou para trás. O profissional, por exemplo, defende o conhecimento das tradições do Ceará. "Temos que ter apego com a nossa história. Nossa preocupação é que a gente possa deixar pessoas que se interessem pela sua própria história, que sempre começa dentro de casa. Esse projeto traz a perpetuação desses imortais enquanto estão vivos no nosso presente. É uma parceria muito legal porque abre margens para que a gente produza outros trabalhos documentais acerca de outros projetos da Academia".

Uma das imortais presentes na série documental é a promotora Grecianny Carvalho Cordeiro, ocupante da cadeira nº 8, deixada pelo poeta Horácio Dídimo. A formação jurídica não a impediu de enveredar pelos textos desde a adolescência, sendo a literatura sua "grande paixão". Os escritos de Grecianny transitam entre o romance, a poesia e os contos. "Em 2018 surgiu a oportunidade de me candidatar a uma vaga na ACL, concorrendo com dois candidatos e logrei êxito. Tomei posse em 2019 e representou um grande momento em minha vida, por ingressar na academia literária mais antiga do País", relembra.

Ela também é diretora de comunicação da ACL e conta que, ainda no comando de Ângela Gutiérrez, se tornou uma das responsáveis pela criação de um novo site para a instituição. "O Dr. Lúcio Alcântara deu continuidade a ideia e hoje temos um site bonito e atualizado. As redes sociais são espaços de divulgação da Academia e resgate de sua história", pontua a profissional ao ressaltar o trabalho em equipe. Com "empolgação" por "Imortais Cearenses", Grecianny destaca a relevância histórica da entidade, considerada a "academia-mãe da literatura cearense". A escritora destaca a reinvenção do órgão durante a pandemia por meio de atividades virtuais e um calendário que se mantém atuante por ciclos de atividades como conferências, palestras e solenidades de homenagens. "Por ela passaram grandes nomes relevantes para a literatura e cultura no Ceará, no Brasil e no mundo. Esse projeto busca levar ao conhecimento do público de um modo geral sobre os atuais acadêmicos da ACL, para que contem um pouco de suas trajetórias e, assim, possam manter viva a história da literatura cearense".

Lançamento "Imortais Cearenses"

Quando: 11 de outubro

Onde: Academia Cearense de Letras (rua do Rosário, 01 - Centro)

(*) Jornalista de O Povo.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 31/08/22. Vida & Arte, p.1.

Obra do Hospital Uece deve ser concluída no 2º semestre de 2023

O comunicado foi feito através das redes sociais da governadora Izolda Cela, pelo superintendente de Obras Públicas (SOP), Quintino Vieira

Através das redes sociais da governadora Izolda Cela, o superintendente de Obras Públicas (SOP), Quintino Vieira, anunciou que a entrega do Hospital Universitário da Universidade Estadual do Ceará (Uece) está dividida em três partes, com data final prevista para o segundo semestre de 2023. Nesta segunda-feira (29/08), a governadora e uma equipe visitaram a obra.

O investimento no hospital da Uece foi de aproximadamente R$ 300 milhões, a obra alcançou 72% de construção concluída.

“No fim do semestre deste ano será entregue o bloco três do hospital. Já no primeiro semestre de 2023 será entregue a torre de centro, e no segundo semestre do próximo ano será entregue o bloco um”, garante Quintino Vieira. O terreno da construção pertence à Universidade Estadual e está localizado no campus do Itaperi, com acesso pela rua Betel, próximo à rua Holanda.

O Hospital da Uece está sendo construído em uma área de 79 mil m² dentro da Universidade. Quando concluído, o Hospital terá mais de 650 leitos, entre clínicos e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), distribuídos em três torres principais: Clínica, Cirúrgica e Materno-Infantil. A Unidade será integrada ao Ciências da Saúde da Uece. E vai auxiliar na formação dos alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de Medicina, Enfermagem, Biologia, Educação Física, Nutrição e Terapia Ocupacional, entre outras áreas.

O reitor da Uece, Hidelbrando Soares, ressaltou o novo modelo de hospital que está sendo implantado. “É uma quebra de paradigma, que vai potencializar não só a formação em toda a área de saúde da nossa universidade, mas também vai ser um polo de desenvolvimento científico e tecnológico", disse.

Segurança

Izolda também reforçou a importância da segurança do trabalho após o acidente no empreendimento resultar na morte de um operário. “Têm-se muita atenção às questões de segurança do trabalho, é uma obra que acontece com toda uma estruturação para responder a isso, o que é fundamental. É um valor muito importante nesta obra”, diz a governadora.

O gestor de Negócio representando o Consórcio Saúde Ceará, André Colino, complementou a fala de Izolda: “Os valores da empresa são saúde e segurança. A gente preza muito por isso. Temos engenheiros de segurança e técnicos de segurança”, conclui.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 30/08/2022. Cidades. p.20.

 

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