Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie
Não há ninguém que, alguma vez, não tenha
sido vítima de subtração de algum bem por um vadio. É um dos espinhos da
humanidade, quando ela se satisfaz com o mergulho em poças lamacentas, ao invés
de abraçar a grandeza da universalidade do mar.
Mas, existe algo bem mais grave, em nossa
caminhada. Um bem patrimonial, mesmo que não se possa recuperar do delinquente,
e, apesar do mal-estar do dano, é possível adquirir outro, com muito trabalho.
Então, qual o maior roubo?
Todos somos dotados da capacidade de
pensar, de decidir e de escolher. Nisso, inserem-se os sonhos, os desejos, os
quereres, tendo como luz indicadora a felicidade, na consecução do bem-estar.
Daí que não há roubo maior do que destruir a esperança, que nos move os passos,
doutrinando nossa mente, alienando nossa consciência, prostituindo nossa fé,
massacrando nossa dignidade.
A essa altura, nossa humanidade está na
berlinda e o 'opiáceo' nos regride, nos 'encabresta'. A miséria humana não é
mais apenas uma questão econômica, senão ontológica, se pudermos assim nominar.
É a esperança que nos realiza o sonhar,
como uma das necessidades fundamentais do ser racional, que fundamenta o
sentido da vida e fortalece o propósito do caminhar, lutar e conquistar a
felicidade, na sua perene dinâmica.
Ideologias não geram sonhos, produzem
pesadelos e abrem espaço para corrupções, alienações, hipocrisias e dominações.
Dignidade é irmã gêmea da liberdade e coach
da felicidade.
Tenhamos um homem sábado, com as bênçãos de
Deus!!!
(*) Pediatra e professor
da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 7/03/26.

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