Para
começar, ligeiros causos. Da PB e do Pará.
Silêncio geral
Flávio
Ribeiro, presidente da Assembleia (depois foi governador da Paraíba), estava
irritado com as galerias, que aplaudiram e vaiavam durante um debate entre o
deputado comunista Santa Cruz e o udenista Praxedes Pitanga. De repente, tocou
a campainha, pediu silêncio e avisou, grave:
- Se as
galerias continuarem a se manifestar, eu evacuo.
Felizmente,
as galerias se calaram.
Socorro, socorro!
João
Botelho, candidato a prefeito de Belém, passou o dia inteiro anunciando um
comício, à noite, na praça Brasil. Chegou na praça, não havia ninguém. Será que
estou no lugar errado? Pensou. Será que não estou enganado? Perguntou ao
assessor.
- Não
houve engano não, deputado, a praça é esta mesma.
Foi ao
bar mais perto, pediu dois caixotes de madeira, pôs no centro da praça, subiu e
passou a berrar alucinado:
-
Socorro, Socooorro, Socoooooooro!
Correu
gente de todo lado para ver o que era. Plateia arrumada, Botelho começou o
comício:
-
Socorro para um candidato...
E fez o
comício.
Fonte: Gaudêncio Torquato (GT Marketing Comunicação).
https://www.migalhas.com.br/coluna/porandubas-politicas/418115/porandubas-n-864

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