sábado, 26 de dezembro de 2009

CONVERSA ENTRE DUAS MULHERES MORTAS

- Morri congelada.
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?
- Bom, no começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando.
Mas, depois veio um sono muito forte e eu perdi a consciência.
E você, como morreu?
- Eu?
Morri de ataque cardíaco.
Eu estava desconfiada que meu marido estava me traindo. Então, um dia cheguei em casa mais cedo, corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente assistindo televisão.
Ainda desconfiada, corri até o porão para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém.
Depois, corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém.
Então, subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.
- Puxa, que pena...
Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas!

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

ADOLESCENTE ENCANTADORA

Em 9 de agosto de 2009, quando de viagem à Brasília, para reunião na CAPES, no assento, ao meu lado, estava uma adolescente catarinense, de cerca de 13 anos, que me deixou deveras impressionado por suas determinação e aspirações literárias.
Viajava sozinha, mesmo sendo menor de idade, regressando a Minas Gerais, onde residia com uma tia, após passar férias em Fortaleza. Mostrou-me sua agenda, que funcionava como um diário pessoal, contendo crônicas, poesias e impressões do cotidiano.
Ela portava um violão, compunha canções e ainda era vocalista de uma banda ou conjunto musical de jovens. Era uma amante da literatura e lia tudo o que podia, sobretudo romances e poesias. Aliás, ela interrompeu a leitura que fazia naquele momento, para travarmos a longa conversa durante o voo, cujo tempo transcorrido deu-me a impressão de passar tão rápido. Com a minha idade, e a experiência de quem já publicou tantos livros, procurei incentivá-la a que publicasse os seus escritos e citei alguns dos caminhos que ela poderia seguir para materializar a sua primeira obra.
Havia perdido o contato com essa garota; mas, em 08/12/2009, para a minha grata surpresa, recebi um e-mail dela dando conta de que terminara o seu livro e de que o mesmo já estava sendo editado em uma gráfica, tendo lançamento marcado para março de 2010, o que me deixou muito contente.
Ontem, 24/12/09, recebi um texto de Sissa dos Santos e gostaria de compartilhá-lo com os leitores deste blog.
Com as saudações natalinas.
Marcelo Gurgel

2.010 MOTIVOS PARA SER FELIZ

Somos mais de seis bilhões de vizinhos, já que compartilhamos o mesmo planeta. E inicialmente nossa coexistência pode passar despercebida como simples acaso e se conter apenas a isso; mas os jornais, revistas e a televisão nos mostram hoje que temos nós humanos de diferentes lugares do mundo, costumes e crenças mais em comum do que imaginamos.
Primeiro porque compartilhamos das mesmas necessidades básicas, precisamos de água potável, de ar limpo, de alimentação, de horas de sono e de higiene, sem isso não conseguimos ter saúde, condições básicas de vida e muito menos capacidade para cumprir as necessidades secundárias, que são as que criamos para o mundo que vivemos. Como o trabalho, a educação, a informação e acesso a tudo que de pouco em pouco invade nosso meio que julgamos em questão de pouco tempo como essencial.
E levando por esse ponto podemos perceber mais uma vez como somos dependentes uns dos outros, para a preservação natural de nosso planeta, para a estabilidade de nossa economia e funcionamento de nossas políticas públicas, às vezes pode até ser difícil de entender, mas o mundo em que vivemos é um só e é privilégio e responsabilidade de todos nós. E ainda assim pessoas em diversos lugares do globo morrem de fome, desastres naturais são cada vez mais freqüentes e a globalização mostra cada vez mais o seu lado macabro.
Mas nessa época do ano os cristãos celebram o nascimento de Cristo, 2.010 anos depois de sua vinda. Em todo o mundo famílias se reúnem para presentear-se e festejar em união, ainda que os problemas coletivos ou individuais sejam grandes, que a ciência crie controvérsia com a religião, que o estresse seja cotidiano. E é aí que posso ver que de alguma forma não estamos tão perdidos, e é só pensar em datas como essa em que a esperança ainda é mais acreditada do que as estatísticas. Alguns dizem que o mundo vai acabar em breve, outros que um dia ele vai ser bem melhor e eu acredito apenas que enquanto houver o natal e essa fé mútua compartilhada, que ainda haverá motivo para tentar fazer desse mundo em que vivemos o mundo em que queremos morar.
Feliz Natal para todos,
E um Ano Novo repleto daquilo que o mundo precisa para continuar a acreditar!

Sissa Santos
24/12/09

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A GRATIFICAÇÃO DE ESPECIALIZAÇÃO NA SAÚDE

Em 1993, fizemos sucessivos contatos com lideranças sindicais de profissionais da saúde, portando um estudo com o intuito de instituir vantagens salariais para os funcionários da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA), possuidores de formação pós-graduada em seus respectivos campos de atuação.
A proposição em tela apresentava três modelos de avaliação de títulos para ascensão de servidores enquadrados no Grupo Ocupacional - Serviços Especializados de Saúde-SES, conforme Lei 11.964, de 16.07.92, cujo enquadramento fora efetuado com base exclusiva no montante de vencimentos percebidos por cada um, na SESA.
Esses modelos, considerando os níveis de Especialização, Residência Médica, Mestrado e Doutorado, apontavam para a diferenciação vencimental, via acréscimo de referências ou enquadramento por classes correspondentes à maior titulação, ou mediante atribuição de pontos que remetiam a determinadas classes e referências. A proposição também oferecia a alternativa da criação de uma gratificação de pós-graduação, nos moldes da existente nas universidades federais brasileiras, por ser de mais fácil instituição, ainda que essa fosse mais vulnerável às mudanças, decorrentes do humor dos governantes, podendo ou não ser incorporada aos proventos de aposentadoria.
A receptividade dos líderes de classes, frente à propositura, foi muito fria, não suscitando, “grosso modo”, apoio ou rejeição formais, porquanto, naquele momento, o foco da atuação sindical estava voltado para a obtenção de vantagens, com base na gratificação de produtividade SUS. Para alguns, inclusive, a vantagem por titulação deveria ficar restrita apenas à vida acadêmica. Uns poucos, de comportamento sectário, postulavam que não se deveria fazer distinção entre trabalhadores, recorrendo ao argumento de que trabalho igual, resulta em salário igual.
Para contornar o impasse, passamos a direcionar os esforços de convencimento junto aos gestores da saúde, tendo boa acolhida da então Secretária da SESA, Dra. Anamaria Cavalcante e Silva, que, em 1994, levou ao Secretário da Administração, Dr. Manuel Veras, a proposta de instituir a Gratificação de Especialização, com valores variando de 15% a 45%, os mesmos praticados pela UFC. A surpresa ficou por conta da faixa de 50% a 100%, explicada por ser o ano derradeiro do Governo Ciro Gomes e por configurar um gesto de boa vontade do governador, para com os médicos, pondo ponto final na relação tumultuada, e destemperada, que chegou a momentos específicos de tensão, quando os esculápios cearenses foram comparados com bolacha e com sal.
A minuta do decreto original, de 1994, de nossa lavra, dentro dos limites adotados na academia, indo de 15% para Especialização, até 45% para Doutorado, procurou descolar a Residência Médica (RM) das demais especializações, dando-lhe o reconhecimento devido, mercê da sua importância para a formação dos médicos especialistas, e distinguindo-a em duas modalidades (I e II), consignando-se 25% e 30¨%, respectivamente, com base no tempo de formação e no cumprimento da exigência de pré-requisitos, sem deixar de considerar a possibilidade de uma segunda RM; esses valores ficavam bem próximos dos 35% sugeridos para o caso do Mestrado.
O desdobramento dessa minuta culminou na Lei nº 12.287, de 20/04/94, que criou a Gratificação de Especialização, e no Decreto 23.193, de 04/05/94, que estabeleceu os critérios para a concessão do beneficio. Por influência desse instrumento, com o passar dos anos, outras conseqüências foram aparecendo, a exemplo da gratificação assemelhada, aprovada pelo Município e Fortaleza; da inclusão de numerários adicionais, isso em convenção trabalhista para os médicos regidos pela C.L.T.; e da majoração dos percentuais da gratificação de pós-graduação nas universidades cearenses.
Nesses quase três lustros que se seguiram à implantação da Gratificação de Especialização, pode-se, em parte, creditar à mesma, o fomento, entre os servidores públicos estaduais, da busca para a educação continuada, galgando crescentes níveis acadêmicos, e, por certo, redundando em trabalho mais motivado e de melhor qualidade. Ao lado disso, também ensejou uma melhoria salarial, que pode ter minorado a evasão de funcionários, premidos pelo baixo vencimento do poder executivo estadual.
Por oportuno, louve-se a bem engendrada campanha encetada pelas entidades médicas cearenses (Associação Médica Cearense, CREMEC e Sindicato dos Médicos), que uniram forças e, juntamente com os colegas, conquistaram um Plano de Cargos e Carreiras específico dos médicos, injetando expressivo aumento na massa salarial dos médicos do Ceará. Digno de nota, também, foi o cuidado que essas entidades médicas tiveram de assegurar a permanência da Gratificação de Especialização que, mesmo com redução dos seus percentuais, em 50%, e sobre eles aplicados redutores, nos próximos dois anos, a incidência da vantagem passou a ser feita em cima de um vencimento básico robustecido, produzindo sobejos ganhos reais, consoante se infere da Lei Nº 14.126, de 10/11/08, publicada no DOE, de 13/11/08.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Médico e professor universitário

* Publicado in: Boletim Informativo AMC (Associação Médica Cearense). Outubro a dezembro de 2009 - ano VI, n.18, p.7.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

DITADOS MODERNIZADOS I

Está na hora de modernizarmos nossos ditados!!
(Sob pena de descobrirem a nossa idade...)

1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

LUA DE MEL NA VELHICE

A velhinha, com mais de 80 anos, mas toda elétrica, entra na farmácia.
- Vocês têm analgésicos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio contra reumatismo?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm Viagra?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm vaselina?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm pomada anti-ruga?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm gel para hemorróidas?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm bicarbonato?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm antidepressivos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm soníferos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio para a memória?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm fraldas para adultos?
- Temos sim senhooooora.
- Vocês têm...
- Minha senhora, aqui é uma farmácia, nós temos isso tudo. Qual é o seu problema?
- É que vou casar no fim do mês. Meu noivo tem 95 anos e nós gostaríamos de saber se podemos deixar nossa Lista de Casamento aqui com vocês...

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

sábado, 19 de dezembro de 2009

HOMENAGEM DO INSTITUTO DO CÂNCER DO CEARÁ

Ontem, 18 de dezembro de 2009, fui distinguido com o certificado de “Quem faz o ICC – Edição 65 anos”, conferido, por decisão unânime, pelo Instituto do Câncer do Ceará (ICC), em reconhecimento dos anos de dedicação e contribuição permanente, alusivo à passagem dos 65 anos de fundação do ICC. Na solenidade, acontecida no Auditório Gov. Lúcio Alcântara, foram outorgadas duas homenagens da instituição (a mim e à Profa. Elsie Studart), entre os julgados de maior destaque para essa entidade.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

POSSE NA ACADEMIA CEARENSE DE FARMÁCIA



Ontem, 17 de dezembro de 2009, em Sessão Solene da Academia Cearense de Farmácia (ACF), ocorrida no Ideal Clube, em Fortaleza, fui empossado como “Acadêmico Honorário” da Academia Cearense de Farmácia”, título para o qual fui eleito, por unanimidade, na 294ª Sessão Ordinária da ACF, de 12 de fevereiro de 2009, em reconhecimento da expressividade intelectual, e como forma de promover a valorização da Farmácia no Ceará, com recebimento de Diploma e Medalha outorgados por esse sodalício.
 

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