domingo, 21 de setembro de 2014

BELOS CAMINHOS VI

 



 
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

BELOS CAMINHOS V





 Fonte: Circulando por e-mail (internet).

sábado, 20 de setembro de 2014

BELOS CAMINHOS IV


 
 



Fonte: Circulando por e-mail (internet).

BELOS CAMINHOS III



 


 
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

SANTIDADE NA ORAÇÃO E NO TRABALHO

Por Pe. Geovane Saraiva

Comemoramos no dia 11 de Julho o Dia de São Bento. Bento quer dizer benção, quer dizer bendizer, abençoar. Toda benção vem de Deus, Senhor da vida, da história e da criação e dele depende a pessoa humana, os animais, a natureza e toda realidade que existe no universo (cf. Gn 1, 22ss). Benção é considerada como uma manifestação da força divina e que passa de pai para filho, pela palavra transmitida e mesmo pelo gesto das mãos. Olhemos para Jesus em chamar para si as crianças e as abençoar (cf. Mc 6, 41).
É por aí que devemos olhar para São Bento. Ele nasceu em Úmbria, na Itália (480-547). Estudou na cidade eterna e tornou-se uma figura humana extraordinária, que marcou e influenciou em profundidade os destinos da humanidade, ao escolher o Senhor por sua herança e sua taça, consciente de que lhe coube por sorte uma boa parte; sim, o mais belo e o que há mais maravilhoso, a eternidade (cf. 15, 5).
Bento vai para a gruta de Subiaco, reunindo um grupo de fiéis seguidores, com o desejo viverem a partir do Evangelho, fazendo uma rica experiência do amor de Deus, indo mais tarde para o Monte Cassino. Não existia até então na Europa, ao contrário do Oriente, instituições com uma força mística dessa natureza. São Bento sentiu-se inspirado e motivado para a contemplação e o tempo de solidão naquele lugar apropriado e sagrado, Subiaco, foi preciosíssimo e fundamental no seu projeto de vida, à luz da Palavra de Deus.
São Bento deixou para trás sua casa, seus bens e sua família, com uma única vontade: experimentar e fazer a vontade de Deus, buscando um estilo de vida e de santidade, pela oração e pelo trabalho, que escolheu como lema: “ora et labora”, tornando-se um cristão por excelência, na compreensão da Palavra de Deus, convicto de que a mesma tinha que ser vivida em profundidade na comunidade.
O Monte Cassino foi o local sagrado e de fato próximo da glória de Deus. Lá construiu o histórico mosteiro e escreveu a sua regra de vida, difundida em muitos países da Europa, valendo o título de patriarca do monaquismo do Ocidente. “O Deus, que fizestes o abade São Bento preclaro mestre na escola do vosso serviço, concedei que, nada preferindo ao vosso amor, corramos de coração dilatado no caminho dos vossos mandamentos” (Missal Romano, p. 616).
No cume de um lugar santo e abençoado, lugar de Deus (cf. Mt 5, 1ss), edificou o Mosteiro, considerado um centro de irradiação da vida monástica, na contemplação, na oração e na meditação, realizou o sonho ideal da vida consagrada, vivendo em comunidade a Palavra de Deus, sob o comando de um mestre espiritual, o abade. Esse jeito de viver cresceu de tal modo, que duzentos anos mais tarde, a regra São Bento vigorava em toda a Europa, eliminando praticamente todas as demais formas de vida consagrada.
São Bento foi e continua sendo uma benção e um patrimônio para todos nós cristãos. Que ele nos inspire, na nossa realidade atual, com seus desafios e suas exigências, a vida cristã, com equilíbrio, conscientes de que somos chamados, através do trabalho e da contemplação da Palavra de Deus, a encontrar Jesus, nosso Mestre. Numa palavra, colocar na nossa mente e no nosso coração o lema de Bento de Núrsia: – “ora et labora”.
Geovane Saraiva é padre da Arquidiocese de Fortaleza.
Fonte: Espiritualidade O Povo, de 31/08/2014. Espiritualidade. p.16.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

IMPRENSA AMORDAÇADA

Por Ricardo Alcântara (*)

A justiça no Brasil enfrenta um sério adversário: os juízes de primeira instância, vulneráveis a pressões e assédios de toda sorte. O problema é mais grave quando suas decisões solapam preceitos constitucionais, como, por exemplo, a liberdade de expressão.
A edição recente da revista Isto É saiu de circulação por ordem, vejam só, de uma juíza da Vara da Família (é quem estava de plantão) porque trazia a informação de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa havia citado o governador do Ceará no seu depoimento.
A juíza impediu que a revista, segundo ela, “veicule fatos desabonadores a Cid Gomes”. Isto É não cometeu aquele “crime”, se o é, por si. A revista não acusou o governador de nada! Apenas registrou uma informação: ele houvera sido citado no depoimento do réu.
Citado, qualquer cidadão pode ser a qualquer momento em algum depoimento em juízo. O julgo de responsabilidade, porém, só principia com a apresentação de indícios. Citados, vários outros governadores foram, inclusive o falecido Eduardo Campos, de Pernambuco.
Eles integram uma longa lista, oferecida pelo ex-diretor em regime de “delação premiada”, como agentes públicos que teriam recebido, segundo a versão pessoal de um réu confesso, favorecimento financeiro como partícipes de uma rede de tráfico de influência. Ele diz.
Não só estes. Figura de maior expressão, Lula também foi citado: segundo Paulo Roberto, eram frequentes seus encontros com o ex-presidente para tratar do esquema e, até agora, Lula não cogitou de se submeter ao desgaste, maior, de cercear a liberdade de imprensa.
Importante ainda destacar que, antes de publicar a matéria, Isto É quis ouvir o governador, a quem dirigiu duas perguntas esclarecedoras: se ele confirmava as relações com o réu e se o diretório partidário liderado por ele recebeu recursos do esquema noticiado.
A juíza, uma plantonista, acatou argumento de que as informações não deveriam ser divulgadas, pois fornecidas em “segredo de justiça”, decisão contrária ao que já fora firmado pelo próprio Supremo Tribunal Federal: segredo de justiça não alcança a imprensa.
A reação de Cid Gomes lhe trouxe quatro problemas que ele não tinha: o primeiro é que cercear a liberdade de expressão é uma atitude simbolicamente estigmatizada numa sociedade que guarda péssimas lembranças de duas décadas e meia sob um regime de terror.
É de efeito ainda mais incerto no curso de um período eleitoral, quando os adversários estão mobilizados para provocar desgastes. E pior: seu candidato, do PT, fundado e dirigido por vítimas da ditadura militar, herda um legado de tolerância que deve ser observado.
Em segundo lugar, Cid apenas conseguiu jogar ainda mais luzes sobre uma denúncia que poderia relativizar, por exemplo, emitindo uma nota que descredenciasse o apreço à verdade de seu acusador a partir de sua própria condição moralmente desfavorável: é réu!
Três: Ao tentar calar a denúncia de modo autoritário, incorreu na tola ilusão de que com isso encerraria o caso, quando, de fato, deu a ele um potencial de multiplicação ainda maior, argumento facilmente comprovado pela própria existência deste artigo que escrevo.
Por fim, colocou-se na prontidão rígida do pânico, mais próprio a quem teme ver reveladas verdades inconvenientes do que àqueles que, inocentes de fato, costumam reagir com a maior serenidade de quem se sente seguro de suas salvaguardas de defesa.
Cid Gomes iniciou seu mandato com um escândalo de ampla divulgação na imprensa nacional: o voo de férias em jato particular ao lado da sogra, entre outros. E vai terminar com outra notícia desabonadora na grande mídia: como um ditadorzinho do semiárido.
(*) Jornalista e escritor. Publicado In: Pauta Livre.
Pauta Livre é cão sem dono. Se gostou, passe adiante.

 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Defesa de Dissertação em Saúde Coletiva (UECE) de Elzo Pereira Pinto Junior

Flagrante da banca com o mestrando, logo após a defesa de dissertação do fisioterapeuta Elzo Pereira Pinto Junior. Elzo está ladeado pelos professores Marcelo Gurgel Carlos da Silva e Thereza Maria Magalhães Moreira, à esquerda, e por Kelly Leite Maia de Messias, à direita.
(Foto cedida por Thaís Brasil).
Elzo Pereira Pinto Junior e Marcelo Gurgel Carlos da Silva.
(Foto cedida por Thaís Brasil).
Aconteceu na manhã de ontem (16/9/14), na Universidade Estadual do Ceará, a defesa de Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPSAC) da UECE.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Marcelo Gurgel Carlos da Silva, Kelly Leite Maia de Messias e Thereza Maria Magalhães Moreira, aprovou a Dissertação “INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO PRIMÁRIA EM MENORES DE CINCO ANOS E EXPANSÃO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NA BAHIA: um estudo ecológico com dados em painel”, apresentada pelo mestrando e nosso orientado ELZO PEREIRA PINTO JUNIOR.
Com essa conclusão, completamos 39 (trinta e nove) orientados de mestrado.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

 
 

Free Blog Counter
Poker Blog