sábado, 6 de setembro de 2014

STF negou pedido de juiz que queria ser chamado de "doutor"


Após ser chamado de ''você'' e de ''cara'' juiz pediu para ser tratado de ''senhor'' e ''doutor''

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido de juiz do Rio de Janeiro que reivindicava a Justiça à obrigação de funcionários do prédio onde ele mora de chamá-lo de “senhor” ou “doutor”, sob pena de multa diária.
Após avaliar o pedido Lewandowski entendeu que, para atender ao pleito do juiz, seria necessário analisar todo o processo, e isso não seria possível ser realizado no Supremo, pois é necessário realizar recurso à Segunda Turma do Supremo.
O caso iniciou em 2004 quando o magistrado Antônio Marreiros da Silva Melo Neto, de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, entrou com essa ação e o caso só chegou ao Supremo em abril deste ano.
De acordo com o site do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), o magistrado atua na 6ª Vara Cível de São Gonçalo, na Região Metropolitana.
Na ação, o juiz conta que pediu ajuda a um funcionário do prédio, onde reside, para ajudá-lo com um vazamento. Sem a permissão do síndico, o funcionário negou a ajuda.
Isso foi suficiente para iniciar um bate boca entre os dois e, segundo Marreiros o homem passou a chamá-lo de “você” e de “cara”.
De acordo com o juiz a síndica do prédio era tratada como “dona”. Com isso Marreiros pediu para ser tratado como “senhor” ou “doutor”, mas a resposta dada pelo funcionário foi “fala sério”.
Além do pedido para a mudança de tratamento, o magistrado queria a condenação do condomínio obrigando o pagamento de indenização por danos morais de 100 salários mínimos, o que corresponde a R$ 70 mil reais.
Quando o processo começou, o juiz obteve uma decisão provisória, que obrigava os funcionários a chamá-lo de “senhor” e “doutor”.
Mas o juiz de Niterói Alexandre Eduardo Scisinio avaliou o processo e negou o pedido. Segundo ele o termo “doutor” não é pronome de tratamento, mas um título acadêmico de quem faz doutorado.
Ainda de acordo com Scisinio não “existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio” o uso do termo “senhor”.
Marreiros ainda recorreu ao Tribunal de Justiça Fluminense, mas foi rejeitado novamente.
Com isso, ele apresentou recurso extraordinário para ser remetido ao Supremo, já que, conforme a defesa, a questão é constitucional e faz referência ao princípio da dignidade e igualdade homem, ambos previstos na Constituição de 1988.

Fonte: Redação O POVO Online Justiça 04/09/2014. p.22

 

PESAR POR PROF. ARTHUR ENÉAS VIEIRA FILHO

É com pesar que assinalo aqui o falecimento ontem, 5 de setembro de 2014, do Dr. ARTHUR ENÉAS VIEIRA FILHO, médico formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e um dos primeiros especialistas da Radiologia no Ceará.

Nascido em Fortaleza, em 17/01/1940, e filho do Prof. Arthur Enéas Vieira, um pioneiro da Radiologia cearense, que teve quatro filhos médicos, dos quais três seguiram a especialidade do pai, o “Artuzinho”, como era mais conhecido pelos amigos, foi professor de Radiologia da Faculdade de Medicina da UFC, com exercício no Departamento de Medicina Clínica.
Era membro titular da Academia Cearense de Medicina, desde 14 de novembro de 1996, tendo sucedido ao Prof. Aluísio Pinheiro, como ocupante da Cadeira 16, patroneada pelo Prof. João Otávio Lobo.
O corpo do confrade acadêmico encontra-se no velatório Ternura, com missa de encaminhamento às 10h, de hoje (6/09/14), seguida de sepultamento no Cemitério São João Batista, às 11h30min.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Academia Cearense de Medicina

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O PAIOL DO OPORTUNISMO


Por Ricardo Alcântara (*)
Em política, nada acontece por acaso. Por duas vezes em menos de uma semana, o governador Cid Gomes aproveitou a presença de jornalistas na cobertura da campanha eleitoral de sua coligação para atacar a candidatura de Marina Silva.

Precisando ainda melhorar a aprovação de seu candidato, que ainda não lidera o páreo estadual, ele o submeteu ao risco de ter ampliada sua rejeição entre os eleitores que se inclinam por Marina, mas não fizeram escolhas locais definitivas.
Claro, o governador fez seu cálculo. Sabe que Marina Silva confirma sua condição de disputa e se sente, até por razões de lealdade, no dever de socorrer sua candidata Dilma Rousseff em um momento mais difícil. Planta para colher mais adiante.
O eleitor do Nordeste, economicamente mais vulnerável, sempre foi mais receptivo a candidaturas governistas, já que as políticas sociais atuam mais decisivamente sobre sua qualidade de vida. Governo que perde aqui não ganha em parte alguma!
A pergunta certa é: atrapalha mesmo a vida de Marina Silva ser publicamente criticada por um profissional da política como Cid Gomes, engenheiro que nunca levantou uma parede e sempre viveu encrustado nos rochedos dos cargos públicos?
Pode se dar o efeito contrário: a crítica dos “mesmos de sempre” – como os classifica o cidadão comum – consolidar ainda mais o perfil outsider de Marina Silva, se prestando como  um certificado de autenticidade para a candidatura dela.
Incomoda ao governador a mensagem de Marina porque é o modelo oportunista de fazer política praticado por ele o que dá pertinência ao discurso dela. Reside na esperança de reduzir o espaço de manobra deles a opção do eleitor por ela.
Cid tem berço. Sua família está consorciada ao poder desde a década de 70, ainda no período militar, e de lá nunca mais saiu: apoiou, formalmente ou não, todos os presidentes do período democrático: Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula. E Dilma.
No plano local, o governador frequenta o condomínio governista desde 1986, com a vitória de Tasso Jereissati. São quase três décadas sem conhecer as agruras de navegar pelos mares da política apenas com a ajuda dos ventos. É um vida mansa.
Esse passivo não lhe garante credibilidade para acusar de “reacionária” e “conservadora” alguém que, enquanto ele crescia às escoras do poder, lutava na floresta e na cidade contra interesses poderosos, com riscos de vida numa terra sem lei.
A declaração poderia ser contabilizada uma vez mais na rubrica dos chiliques habituais. Mas ele foi além. Fez apostas sobre o período máximo em que Marina conseguiria se manter no palácio até o dia de sua deposição: “No máximo, dois anos.”
O recurso rasteiro de disseminar o pânico não é novo. Já fora aplicado em outros momentos de mudanças pelas forças reacionárias contra Getúlio, Jango e Tancredo. De Lula, também disse seu irmão, Ciro Gomes, que “ele não tem condições de governar o país”.
Disse, sim: no transcurso do primeiro turno da disputa presidencial de 2002. Como, logo depois, ele apareceu nomeado ministro do “analfabeto” é fato que Ciro Gomes nunca se deu, como nunca se dá, ao trabalho de explicar em termos claros.
É compreensível a ansiedade do governador: agora, é tudo ou nada. A ordem é conter o estouro da boiada a qualquer custo. A verdade que aguarde pelo fim das eleições, onde, para os profissionais acostumados com esse vale tudo, feio é perder.
Como disse há poucos dias o ex-presidente Lula, estamos indo na direção “de um longo segundo turno”. Para quem ocupa o poder, há muito mais em jogo do que diferenças conceituais sobre estratégias macroeconômicas ou casamento gay.
Situações de risco revelam a natureza oculta das pessoas. Ao espalhar o pânico, a brutalidade apenas estalou os dedos. Se a ameaça Marina persistir, há outros artefatos no paiol do oportunismo só aguardando o momento oportuno para detonar. Alguém duvida?
(*) Jornalista e escritor. Publicado In: Pauta Livre.
Pauta Livre é cão sem dono. Se gostou, passe adiante.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Defesa de Tese de Doutorado em Biotecnologia (UFC) de José Rubens Costa Lima

Flagrante da banca com o doutorando, logo após a defesa da tese do médico José Rubens Costa Lima. Rubens está ladeado pelos professores Maurício Gomes Pereira, Marcelo Gurgel Carlos da Silva e Ana Durce Oliveira da Paixão, à direita, e por Cláudia do Ó Pessoa e Marcos Roberto Lourenzoni, à esquerda. (Foto cedida por Rubens).
Ocorreu na manhã de terça-feira (2/09/14), na Universidade Estadual do Ceará, a defesa da tese do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) (Renorbio-UFC). A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Ana Durce Oliveira da Paixão, Maurício Gomes Pereira, Marcos Marcos Roberto Lourenzoni, Marcelo Gurgel Carlos da Silva e Cláudia do Ó Pessoa, aprovou a Tese “Monitoramento da hidratação venosa na febre hemorrágica da dengue e em outras patologias”, apresentada pelo doutorando JOSÉ RUBENS COSTA LIMA, orientado da Professora Cláudia do Ó Pessoa.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Defesa de Dissertação em Saúde da Família (UECE) de Roberta Alves Sousa


Ocorreu na tarde de terça-feira (2/09/14), na Universidade Estadual do Ceará, a defesa da dissertação do Mestrado Profissional em Saúde da Família (MPSF/Renasf) da Universidade Estadual do Ceará. A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Mônica Cardoso Façanha, Ana Valeska Siebra e Silva e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, aprovou a Dissertação “Baixa detecção da tuberculose na Estratégia Saúde Família em Itapipoca-CE”, apresentada pela mestranda ROBERTA ALVES SOUSA, nossa orientada.

Com essa conclusão, completamos 40 (quarenta) orientados de mestrado.

 
 

Flagrante da banca com a mestranda, logo após a defesa da dissertação da Enfa. Roberta Alves Sousa. Roberta está ladeada pelos professores Marcelo Gurgel Carlos da Silva, à direita, e por Ana Valeska Siebra e Silva e Mônica Cardoso Façanha, à esquerda.
(Fotos cedidas por Roberta).
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece

 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

MEDALHA DO BOTICÁRIO PARA MUTTLEY


A coluna do jornalista Alan Neto, publicada em O Povo, de 24/08/2014, trouxe a seguinte nota: “Comenda maior da Câmara Municipal, infelizmente, Medalha Boticário Ferreira banalizou-se. A cada semana um escolhido. Feira livre na frente virou fichinha.”
Não é de hoje que jornalistas denunciam a forma descabida com que a Câmara Municipal de Fortaleza (CMF) concede suas honrarias, ao arrepio da Lei Orgânica do Município, que busca frenar tais outorgas.
A CMF dispõe de um menu honorífíco de cerca de meia centena de medalhas, placas, comendas etc., com os mais diferentes sabores temáticos, genéricos ou específicos (e.g. saúde, educação), para aquinhoar os cidadãos, patrícios ou adventícios, merecedores ou não, desses galardões. No entanto, a preferência das homenagens recai na Medalha Boticário Ferreira.
A Medalha Boticário Ferreira, proposta originalmente apresentada pelo intelectual Barros Pinho, foi instituída pela CMF, por meio da Resolução 813/1981, com a intenção de homenagear aqueles que prestaram serviços relevantes à comunidade de Fortaleza.
A farta distribuição da Medalha Boticário Ferreira pela CMF é algo que tem incomodado a muitos formadores de opinião, tanto pela quantidade quanto pela inobservância de critérios justos na concessão, porquanto a definição dos seus agraciados depende tão somente da vontade de vereadores, ensejando a que alguns deles façam o uso esbanjado da proposição.
         Há, naturalmente, pessoas dignas e ilustres entre os contemplados, cujos méritos honram mais a própria outorga, porém esses ficam ofuscados entre tantos outros que foram homenageados por mero capricho ou por interesses privados de certos edis.
A profusão anárquica dessas láureas implica a banalização da comenda e desprestígio aos beneficiados meritórios, e, quiçá, incitar o aparecimento de um suposto Movimento dos Cidadãos Sem a Medalha do Boticário (MCSMB).
Aliás, já houve até a sugestão à CMF de se  uma joint venture com certa famosa perfumaria, para inserir o galardão nos kits promocionais dessa marca de perfumes, o que tornaria a Medalha do Boticário de aroma agradável.
Para completar o achincalhe, e em desrespeito à memória de Barros Pinho, só resta um vereador propor a “Medalha do Boticário” ao Muttley, o cachorro rabugento, da Hanna-Barbera. A solenidade de entrega seria demais animada, talvez contando com a presença do Dick Vigarista e da doce Penélope Charmosa.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Médico e economista em Fortaleza
* Publicado In: O Povo, Opinião, de 28/08/2014. p.10.

 Nota do Blog: O artigo acima não foi direcionado a qualquer condecorado, antigo ou recente, ou escrito movido por ressentimento pessoal. Ele teve por fagulha o comentário exposto no seu primeiro parágrafo, fazendo relembrar a série de textos sobre a Medalha Boticário Ferreira que o autor publicou na mídia local entre fevereiro de 2004 e setembro de 2006.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

“DOUTOR” EM FURTO DE CARRO


PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA DE UM LADRÃODE CARROS
(no final da entrevista ele faz um 'comercialzinho' para as Seguradoras. E o pior é que ele está certo. Leiam.)
PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com as coisas'.

TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, alugava um carro para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.

DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava. Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.

BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos movimentadas'.

DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para lá..
No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização.. Boa parte dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na seguradora'.

ENCOMENDAS
'Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me complico. É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.

TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado está concorrido'.

CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na hora'.

CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro visível. Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali. Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.

PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior. Se você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4.000,00 ou R$ 5..000,00. Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a Recuperadora. O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos 10%, que a Seguradora paga'

JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.

PROFISSIONAIS
'No Rio só existe uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns, que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por dia'..

DOM
'O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom'.

DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia) e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar.. A melhor coisa a fazer é ter Seguro'.

AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.

COMENTÁRIO
Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena... Mas...'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia, esse combustível... Pense nisso...

UM ALERTA. PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem se incorporadas no dia-a-dia:

Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote sempre o telefone comercial.

Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de ginástica, etc. Um ‘extorsionário’ deduz desses sinais a vida de pessoa e os usa para fazer ameaças.

Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de crédito, peça boleto bancário..

O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.

O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas pelo fator comportamental.

Jamais reagir, só em filmes dá certo.

O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não tem nada a perder.

Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do pneu do carro da frente.

O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
· Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
· Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro da bolsa), posso pegar?

À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol vermelho. Não há registro de assalto com carro em movimento... 

DIVULGUEM, ISTO É MUITO IMPORTANTE!
Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto - ICAP
Departamento de Polícia Técnica

Fonte: Circulando por e-mail (internet).
 

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