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domingo, 22 de setembro de 2024

LUIZ GONZAGA – 130 ANOS DO NASCIMENTO

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva (*)

Livro e exposição

O RioMar Fortaleza está oferecendo uma experiência imperdível para os fãs de Luiz Gonzaga e da cultura nordestina. Até o dia 13 de outubro, a Praça de Eventos do shopping recebe a exposição interativa "Luiz Gonzaga: 110 anos do Nascimento", baseada no livro homônimo do pesquisador Paulo Vanderley, detentor do acervo e também curador da exposição.

Este livro (vendido no local por 350 reais), com quase 500 páginas, é fruto de quase três décadas de pesquisa de Paulo Vanderley. Ilustrado pelo Mestre Espedito Seleiro, a obra permite que o próprio Gonzaga conte suas histórias, com trechos extraídos de mais de 100 entrevistas e depoimentos, além de oferecer uma experiência multimídia, com QR codes que direcionam os leitores para materiais adicionais.

A mostra com cerca de 100 artigos originais, como fotos pessoais, documentos históricos e objetos marcantes da vida e obra do Rei do Baião, proporciona uma verdadeira imersão sensorial, em que o público pode ouvir entrevistas com o próprio Luiz Gonzaga e com outros artistas que tiveram o privilégio de conviver com ele. Em sete estações interativas, os visitantes têm acesso a vídeos, áudios e outros conteúdos.
A entrada é grátis.

(*) Médico pneumologista, escritor e blogueiro.

Postado por Paulo Gurgel no Blog Linha do Tempo em 22/09/2024.

http://gurgel-carlos.blogspot.com/2024/09/luiz-gonzaga-110-anos-do-nascimento.html


terça-feira, 17 de outubro de 2023

Convite: EXPOSIÇÃO “HUMOR EM TEMPOS DE PANDEMIA”


José Luciano Sidney Marques, coronel médico aposentado, ilustre sócio da Sobrames/CE e membro da ACEMES, com apoio da GALERIA BENFICARTE do Shopping Benfica, convida para a abertura da sua Exposição, intitulada Humor em Tempos de Pandemia, evento que reúne quase meia centena de charges e ilustrações bem-humoradas de fatos ocorridos na vigência da Covid-19.

Os trabalhos expostos, engendrados pelo médico escritor, tiveram como ilustrador o artista plástico Benes.

A visitação é gratuita, durante o horário funcionamento do Shopping Benfica, e prosseguirá aberta nos dias seguintes, até 17 de novembro de 2023.

Local: Shopping Benfica / Térreo – Bairro Benfica.

Data: 17 de outubro de 2023 (terça-feira) Horário: 19h.

Traje: Esporte fino.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da Sobrames/CE e da ACEMES


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

FRANÇA ACERTA CONTAS COM UM PASSADO INGLÓRIO

Por Maia De La Baume
Uma exposição no Museu dos Arquivos Nacionais é parte de um amplo reconhecimento francês de como o país se comportou na Segunda Guerra Mundial.
O telegrama de 1942 assinado por um dos mais altos funcionários do regime colaboracionista de Vichy determinou que prefeitos de áreas não ocupadas da França supervisionassem “pessoalmente” a transferência de milhares de judeus para campos de deportação. “O chefe de Estado quer que você assuma pessoalmente o controle das medidas tomadas em relação os judeus estrangeiros”, escreveu René Bousquet, o então chefe de polícia de Vichy. “Não hesite em acabar com qualquer resistência popular que encontrar.”
O telegrama era parte do processo contra Bousquet, que foi formalmente acusado em 1989 de crimes contra a humanidade por orquestrar a captura de judeus e ordenar a deportação de crianças. (Ele escapou da punição devido à sua colaboração logo após a guerra, mas foi assassinado em 1993, enquanto as acusações eram investigadas.)
O telegrama datilografado, com o papel amarelado pelo tempo, é um dos 300 documentos, incluindo cartas, fotos, itens pessoais, cartazes, fichas policiais e livros, em exibição na nova exposição do museu dos Arquivos Nacionais. A exposição, chamada “Colaboração 1940-1945”, aberta até o dia 2 de março, é uma das primeiras dedicadas a esse assunto. Faz parte de uma leva de comemorações do 70° aniversário da libertação da França do domínio nazista.
Recentemente, o colaboracionismo tem sido explorado em livros, filmes, documentários e até mesmo séries de televisão, como “Un Village Français”, que começou em 2009. É parte da tentativa de redimir a França de seu passado inglório. A percepção francesa de como o país se comportou durante a ocupação mudou. A França foi inicialmente mostrada como uma nação de resistência, mas na década de 90, o presidente Jacques Chirac citou o “delito coletivo” da nação.
Hoje, os historiadores definem o colaboracionismo francês como uma aliança política, administrativa, econômica, militar, ideológica e cultural com os nazistas. Mas “havia diferença de comportamentos” entre os indivíduos, disse Denis Peschanski, um dos curadores.
Peschanski disse que a exposição faz uma diferenciação entre colaboracionistas e colaboradores — “aqueles que eram inteiramente aliados à ocupação e aqueles que se acomodaram às circunstâncias.” Os colaboracionistas não só ajudaram os alemães ao seguir as ordens de Vichy ou buscar o lucro pessoal, mas tentaram fazer a França ressurgir através do governo nazista, disse ele.
Apesar do tema provocante, a exibição atraiu uma resposta positiva na França.
Incluindo empréstimos de coleções particulares, a exposição traça a cronologia de colaboração, desde o armistício assinado com a Alemanha em 1940 até o julgamento por traição do Marechal Philippe Pétain, chefe do regime de Vichy, em 1945. Ela engloba seis salas, cada uma ilustrando um tema, incluindo ações conjuntas da polícia francesa e alemã. Visitantes andam pelos corredores ao som de músicas do tempo da guerra e discursos de Pétain e Pierre Laval, ministro-chefe do Vichy. “Quero que a Alemanha vença porque, sem ela, o comunismo irá dominar tudo”, disse Laval em um discurso de 1941.
A exposição tem alguns documentos que estão sendo exibidos publicamente pela primeira vez. Entre eles, uma carta do escritor Louis-Ferdinand Céline parabenizando Lucien Rebatet, escritor colaboracionista, por seu panfleto “Les Décombres”, ou “As Ruinas”, que pedia o assassinato de judeus. Há capas de jornais, livros, cartas, cartazes e desenhos denunciando os judeus, comunistas e maçons.
O historiador Tal Bruttmann disse que a exposição mostra a importância da ideologia na colaboração. “Na França, há muito tempo percebemos que a colaboração não era um compromisso ideológico — acreditamos que os colaboradores eram bandidos”, disse Bruttmann. “Mas havia também os nazistas franceses.”
Entre as imagens raras em exposição está uma foto do embaixador de Hitler em Vichy, Otto Abetz, com Pétain e Laval. A foto foi tirada apenas horas antes do momento famoso em que Pétain apertou a mão de Hitler em Montoire, no centro da França. Em outra foto, tirada no dia 3 de julho de 1942, Pétain, Laval e Bousquet, o chefe de polícia, são vistos saindo do conselho ministerial em Paris.
Fonte: The New York Times / O Povo, de 29/12/14. p.6.

sábado, 23 de agosto de 2014

II Oficina de Trabalho Interagencial RIPSA Ceará


Foi realizada em Fortaleza-CE, nos dias 21 e 22 de agosto de 2014, sob o patrocínio da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará, a “II Oficina de Trabalho Interagencial RIPSA Ceará”, da qual participei, como expositor dos temas “Mortalidade Pré-escolar” e “Anos Potenciais de Vida Perdidos”, no Painel 3 - “CGI Mortalidade”.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor da UECE e do ICC

 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

HAROLDO JUAÇABA – A Amazônia como laboratório nos caminhos de uma profissão



Uma passagem especial da vida do médico Haroldo Juaçaba ganhará uma exposição comemorativa alusiva aos 69 anos do Instituto do Câncer do Ceará. De 22 de novembro a 13 de dezembro de 2013, a instituição receberá seus colaboradores, voluntários, além do publico externo, para compartilhar a experiência de um dos fundadores da casa como médico dos “Soldados da Borracha”, durante a Segunda Guerra Mundial.
Intitulada por “Haroldo Juaçaba – A Amazônia como laboratório nos caminhos de uma profissão”, a exposição abre, oficialmente, as comemorações do aniversário do ICC e resgata o material que o Dr. Haroldo deixou de herança do período. Na época, o esforço de guerra exigia que existisse bastante borracha e o Brasil era um grande fornecedor de borracha. Por conta disso, milhares de trabalhadores nordestinos, principalmente cearenses, foram transportados para a Amazônia, para produzir borracha em quantidade e velocidade maiores. Com isso, precisava-se de médicos para atenderem a esses trabalhadores que estavam na produção, dispersos nos seringais. E o Dr. Haroldo foi um dos médicos assistentes desses seringueiros. Ele deixou farto um material, com muitas anotações, fotos e relatórios, tratando dessa vivência.
O organizador da exposição, Dr. Marcelo Gurgel, explica que é uma história importante da participação brasileira na II Guerra Mundial da qual o Dr, Haroldo fez parte por dois anos. A exposição consta de 24 quadros de fotos e documentos e tem a curadoria a cargo da professora de História da Universidade Federal de Campina Grande, Liège Freitas, que vem trabalhando o tema, a partir de sua tese de doutorado. “É um evento de importância histórica. Um verdadeiro relato da experiência inesquecível da parte de um dos fundadores da instituição e de quem dá nome a casa. As pessoas precisam conhecer e ter em mente quem foi Haroldo Juaçaba”.
A exposição é parte de um material mais extenso que está sendo produzido pela Profa. Liège Freitas e vai ganhar a forma de um livro. Estão todos convidados. Venham conferir!
Serviço
Exposição “Haroldo Juaçaba – A Amazônia como laboratório nos caminhos de uma profissão”
Período: 22 de novembro a 13 de dezembro de 2013. De segunda a sexta-feira
Horário: 8 horas às 17 horas. Aberto ao público, interno e externo.
Local: 6º andar do prédio anexo do ICC.
Acesso gratuito.
Fonte: Marketing / Comunicação ICC
 

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