domingo, 31 de janeiro de 2010

CONGRESSO DE ECONOMIA DA SAÚDE NA ESPANHA

A Inglaterra e a Espanha estão na vanguarda da Economia da Saúde européia, sendo esses dois países os que mais contribuem para a formação de economistas da saúde e, igualmente, os que mais produzem estudos e pesquisas nesse campo, servindo também para ancorar as tomadas de decisão do poder público na gestão dos sistemas de saúde e no gerenciamento dos serviços médicos e de Saúde Pública. Não por mera coincidência, são exatamente esses dois países os que detêm sistemas nacionais de saúde consolidados e de cobertura universal a todos os seus cidadãos, prestando-se bem como modelos a serem imitados por outros países europeus.
A despeito do Acordo de Cooperação Técnica do Brasil com o Reino Unido, para fortalecimento do Sistema Único de Saúde brasileiro, descontinuado em função da ocupação do Iraque, tem sido a Espanha o país de maior alcance em intercâmbios profissionais e científicos, tanto para o Brasil como a América Latina.
Há cerca de trinta anos foi fundada a Asociación de Economía de la Salud – AES, que organizou o seu primeiro congresso em 1981, denominado de Jornadas de Economía de la Salud, evento de abrangência nacional, que se repete, desde então, sem solução de continuidade, com foco no estado da arte na Economia da Saúde, pondo em relevo a forte e diversificada produção técnica e científica nesse domínio do saber, oriunda principalmente dos vários centros de excelência situados em Barcelona, Valença, Madri, Málaga, Palmas de Mallorca etc. A AES congrega mais de setecentos associados, notadamente espanhóis, contando também com afiliados de muitos países, especialmente da Europa e da América Latina.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva é professor titular da Uece

Fonte: http://www.corecon-ce.org.br/ Postado em 11/01/2010.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

PROVA DE REDAÇÃO DA UFBA I

Vejam só o que alguns dos vestibulandos foram capazes de escrever na prova de redação da Universidade Federal da Bahia, tendo como o tema: ‘A TV FORMA, INFORMA OU DEFORMA?’
1. ‘A TV possui um grau elevadíssimo de informações que nos enriquece de uma maneira pobre, pois se tornamos uns viciados deste veículo de comunicação’.
2. ‘A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação’.
3. ‘A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não…’ .
4. ‘A TV deforma não só os sofás por motivo da pessoa ficar bastante tempo intertida como também as vista’ .
5. ‘A televisão passa para as pessoas que a vida é um conto de fábulas e com isso fabrica muitas cabeças’ .
Fonte: Circulando por e-mail, com a informação de que a seleção foi feita pelo Prof. José Roberto Mathias.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

AMÁ-LA ou AMAR-TE?

A língua portuguesa é difícil..... até para fazer amor!
Amar é....
O marido, ao chegar em casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada :
- Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:
- A mala... ah, não sei onde está, não! Use a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.
- Não é isso querida, hoje vou amar-te.
- Por mim, você pode ir até Júpiter, até Saturno e até à p... que o pariu, desde que me deixe dormir em paz...

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

sábado, 23 de janeiro de 2010

CARTAZES & OUTDOORS: Ofensa ao Vernáculo I

SEU COSTA: pedra angular de um jornal

José Raimundo de Albuquerque Costa, o Seu Costa, era acreano, nascido em Cruzeiro do Sul, em 20/01/1920, mas cearense de coração, pela família que constituiu e pelo trabalhado produtivo aqui desenvolvido durante mais de seis décadas, quando foi, inopinadamente, colhido pela morte em 02/04/2004.
Ele foi admitido em O Povo ainda menino, quando mal terminara a primeira década da sua existência, formando-se na escola do trabalho, tendo convivido, por longos anos, com os fundadores Demócrito Rocha e Paulo Sarazate. O Povo foi seu único emprego na vida, exercido em tempo integral e dedicação exclusiva, tendo, em certa fase da vida, morado em casa contígua ao prédio do então vespertino.
Na maturidade, com o certificado do 2º grau, via exames supletivos, inscreveu-se no vestibular para o Curso de Comunicação Social da UFC, obtendo facilmente a cobiçada aprovação. Foi aluno exemplar, por sua assiduidade, responsabilidade e rendimento acadêmico, atestado por suas altas notas.
Já diplomado e possuidor de larga experiência, tentou ingressar no corpo docente da UFC, prestando concurso para o Departamento de Comunicação Social, conquistando o primeiro lugar no certame, mas foi impedida a sua nomeação porque sua idade era superior ao limite etário para admissão no serviço público, o que foi uma irreparável perda para a universidade que deixou de contar com a valiosa experiência profissional do Seu Costa.
O seu fazer profissional pode ser aquilatado nas belas palavras do Pe. Antônio Vieira: “Costa construiu o seu espaço, à sua imagem e semelhança. Foi importante não pela pelas funções exercidas ou tarefas que executou, mas ele é que as enobreceu e valorizou pelo toque de sua genialidade criativa e das suas peculiaridades pessoais” e ratificado por. J.C. de Alencar Araripe, que assim pontuou: “Costa não tivera estudos especializados. Fora um autodidata. E, como tal, de contínuo ascendeu aos postos de comando. Não se limitava ao estrito cumprimento das suas obrigações rotineiras. Zeloso e criativo, adotava iniciativas arrojadas para a época.”.
Também do escritor e político Pe. Antônio Vieira, pode-se compreender a grandeza humana desse jornalista, que, se vivo fosse, estaria comemorando nesta semana os seus noventa anos: “Costa soube enriquecer-se humanamente, enriquecendo o jornal e os seus leitores. A vida para ele não foi só planejamento. Foi sempre uma execução. Sempre uma procura. Uma conquista. Um ultrapassar a si mesmo. Um perene desafio”.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Academia Cearense de Medicina

* Publicado in: Jornal O Povo. Fortaleza, 23 de janeiro de 2010. Jornal do Leitor. p.3.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O LADRÃO DE(O) BANCO

Durante um assalto ao banco, o ladrão atende o telefone:
- Alô? Quem tá falando?
- É o ladrão.
- Desculpe, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo como refém.
- Eu entendo. Trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil. Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível. Eles tá amordaçado.
- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
- Claro que, não, meu amigo. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar um assalto.
- Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero.
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor. O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligar pra Brasília.
- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
- Longe de mim. Que é um assalto, eu sei perfeitamente. Mas queria saber o número preciso. Seis por cento, sete por cento?
- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
- Ah, já tava esperando. Vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
- Não... Eu... Peraí, bacana, que hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho. (um minuto depois) Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Tu achava que era menos?
- Não, achava que era isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço, pelo telefone, em menos de meia hora e sem ouvir Pour Elise.
- Quer saber? Fui com a tua cara. Dei umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadica. Tá acertado.
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
- Ih, sujou! (tiros, gritos) A polícia!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
- (sinal de ocupado)
- Alô?... Droga! Maldito Estado. Sempre intervindo nas relações entre homens de bem!

Fonte: Internet (circulando por e-mail)
 

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