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sábado, 22 de agosto de 2026

A AVENTURA AMOROSA

Um casal que teve seu primeiro encontro decide ir para um hotel para consumar o início de uma aventura amorosa. Quando estão a caminho do hotel, o homem percebe que não tem dinheiro e combina com a mulher que ela cuidará dos R$ 300 que custariam a diária, e que no dia seguinte ele devolveria para ela.

Com efeito, no dia seguinte, conforme prometido, o homem decide enviar-lhe um cheque através da sua secretária, mas para que ela não saiba da relação que existia entre os dois, ele faz-lhe entender que o dinheiro é um pagamento referente ao aluguel de um apartamento.

No entanto, ele decide enviar um cheque de apenas R$ 200, em vez dos R$ 300 acordados, e apresenta os seguintes motivos:

Prezada senhora:

Estou lhe enviando R$ 200 em vez dos R$ 300 acordados como pagamento do apartamento que aluguei, porque esperava outra coisa:

1. Eu estava esperando um apartamento novo.

2. Que tivesse aquecimento.

3. Que fosse pequeno e acabou sendo exatamente o contrário, porque era usado, era frio e grande.

Sinceramente,

Sr. Insatisfeito.

Ao receber isso, a mulher responde:

Prezado Senhor Insatisfeito:

Estou devolvendo seu dinheiro porque realmente não preciso dele, mas devo lhe dizer com referência ao que diz sua carta, que o senhor precisa saber:

1. Que um apartamento tão lindo não poderia ser totalmente novo.

2. Que certamente o senhor não soube ligar o aquecimento.

3. Que não é minha culpa que o senhor não tenha mobília suficiente para encher o apartamento.

Sinceramente,

A proprietária

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


domingo, 26 de julho de 2026

O POLICIAL E A DISCUSSÃO DO CASAL

Marcelo e Jéssica estavam no carro voltando para casa, depois de passar algumas horas no bar com os amigos. No caminho, foram parados pela polícia. O policial alegou que os fez parar porque a luz traseira do carro estava queimada.

Marcelo disse: "Eu peço desculpas, senhor policial, eu não sabia que estava quebrada, eu vou consertá-la assim que chegar em casa."

Então Jéssica disse: "Eu sabia que isso ia acontecer! Eu disse há dois dias atrás que você precisava consertar essa luz!"

Então, o policial pediu para ver a carteira de motorista de Marcelo. Ele o olhou com certa indignação e disse: "Senhor, sua carteira está vencida".

E mais uma vez Marcelo pediu desculpas e disse que não sabia que a carteira estava vencida, e tomaria as providências o mais rápido possível.

Jéssica, a ponto de gritar, diz: "Eu lhe disse há uma semana que o Detran enviou várias cartinhas avisando que sua carteira estava vencida!"

A esta altura, Marcelo já estava irritado com a esposa que rebatia tudo o que ele dizia ao policial, e então diz bem alto a ela: "Jéssica, cala essa boca!!"

O policial ficou indignado e disse à mulher: "Mas que absurdo! A senhora não deve permitir isso! Por acaso ele grita com a senhora o tempo todo? Se fizer, posso tomar providências!"

Jéssica, muito calma, dá uma sonora risada e diz: "Que nada, policial. Só quando está bêbado!"

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


EU TE CONHEÇO DE ALGUM LUGAR...

Em uma festa, um homem tomava um drinque enquanto conversava com os amigos. Quando ele sai para pegar outra bebida na mesa, surge um homem que começa a puxar assunto:

— Olá! A festa está boa, não é mesmo?

— Sim, muito boa mesmo — ele responde, sem muito interesse.

Mas o estranho prossegue a conversa:

— Muito prazer, meu nome é Gilberto das Dores e eu sou médico.

— Prazer, meu nome é Souza — responde o homem.

— Senhor Souza, desculpe incomodá-lo aqui na festa, mas eu me aproximei porque o senhor me é familiar. Acho que já o vi antes. Eu já não tirei as suas amídalas?

— Não, doutor! — espanta-se o homem

— As minhas amídalas estão aqui.

— Então foi o seu apêndice.

— Não, doutor, foi um outro médico que tirou o meu apêndice.

O médico então pensa por alguns instantes. E continua:

— Espera aí. Souza... O senhor por acaso era casado com a Maria Emília Silva e Souza?

O homem se espanta:

— Era sim! Mas nós nos separamos em 2007! Por que o senhor está me perguntando isso? E o médico responde:

— Ah... Eu sabia que já tinha tirado alguma coisa do senhor!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


domingo, 22 de março de 2026

KEVIN E A SECRETÁRIA

Poucos dias depois, sua esposa fica sabendo dessa nova contratação e ele enfrenta uma saraivada de perguntas rápidas e suspeitas.

Emma (esposa de Kevin): "Sua nova secretária tem pernas bonitas?"

Kevin: "Não percebi direito."

Emma: "De que cor são os olhos dela?"

Kevin: "Não tive tempo de verificar."

Emma: "Quais são as cores de esmalte que ela usa, metálico, gel ou neon?"

Kevin: "Não faço a menor ideia."

Emma: "Ela tem sotaque local?"

Kevin: “Eu mal falei com ela, então não sei.”

Emma: "Como ela se veste?"

Kevin: "Muito rápido."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


O CARRO DO SOGRO

O cara foi ao motel com a amante. Chegando lá, encontra o carro do sogro.

Revoltado com a traição do sogro à sogra (como se tivesse moral), risca o carro todo e ainda rouba o som.

No dia seguinte, vai à casa do sogro e vê que ele está muito bravo.

"O que aconteceu, sogro? Por que tá tão bravo?", pergunta, ironicamente.

O sogro responde: "E não é pra tá? Emprestei o carro ontem pra sua mulher ir à missa, e riscaram o carro todo e ainda roubaram o som!"

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


sábado, 21 de março de 2026

O PIOR ALIMENTO DO MUNDO

Um importante médico estava fazendo uma palestra em uma das mais importantes universidades do país sobre os perigos da alimentação nos dias de hoje.

“O lixo que nós colocamos para dentro de nossos corpos poderia ter nos matado há muitos anos! Por sorte estamos aqui!”, diz ele. E continuou:

“Carne vermelha é repleta de esteroides e hormônios. Refrigerantes corroem o nosso estômago. Comidas congeladas estão cheias de conservantes. Isso sem falar nos outros alimentos com gordura trans, além dos germes que estão na água que tomamos.”

Todos que assistiam a palestra estavam chocados. Mas o conceituado médico seguiu em frente: “No entanto, existe um alimento que é o mais perigoso de todos e que todos nós um dia já consumimos na vida ou ainda vamos consumir, e faz muito mal! Quero que vocês tentem descobrir. Que alimento é esse que causa tanto danos por anos e anos depois que comemos?”

Silêncio total na plateia. Até que, um minuto depois, levanta uma senhorinha de mais de 70 anos erguendo a mão.

“Eu sei”, ela diz. “E o que é?”, pergunta o médico.

Ela responde: “O bolo do dia de casamento?”

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


terça-feira, 17 de março de 2026

Por que relacionamentos definham?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie (*)

Relacionamentos de amizade e, sobretudo, de amor, começam com muito elã, com muito aconchego, mas, com o passar do tempo, muitas vezes, esse elã e esse aconchego vão diminuindo, por vários motivos. A rotina instala a mesmice, a casa emudece, as paredes ensurdecem, e os ambientes, cegos, monologam. As conversas diminuem e os encontros tornam-se frios.

Esse ramerrão, que anula sentimentos e mata relacionamentos, pode descambar para um afastamento, que, aos poucos, vai configurando uma separação de corpos, de afetos, de atenção, de cuidados até um rompimento total e irrecuperável.

Às vezes, acontece uma solidão discreta, surda e invisível aos outros, mas sentida e demonstrada através de sorrisos amarelos e palavras, que não implicam a força real de um relacionamento. Esse mal-estar silencioso instala um distanciamento erosivo e a dimensão emocional começa a desmilinguir-se, a partir de uma dissonância interior acerca da validade da continuidade do relacionamento; perdem-se a espontaneidade convivencial, a alegria do sabor do encontro e o ambiente torna-se mais do que frio, por vezes, tempestuoso.

O espirito também ressente-se e começa a encolher-se, não encontrando guarida coloquial de partilha e de reciprocidade.

É importante considerar que as pessoas não renunciam àquilo que são, elas continuam sendo o que elas são. E, quando buscam apresentar máscaras apenas de qualidades e virtudes, a realidade cobra alto preço do estorvo do ‘si mesmo’ de cada um, pois, a sua farsa impede qualquer tipo de correção, de adaptação e de ajustes e parte para acusar e cobrar mudanças do outro.

Tanto na vida social, familiar e relacional, o autogerenciamento e o autocontrole precisam ser aprendidos e ativados, no sentido de que ninguém se relaciona com pedaços, tampouco com máscaras, se o objetivo é estabilidade, serenidade e paz; sem ocultar nem fugir, nem menosprezar a ‘si mesmo’, senão cultivar o equilíbrio e a autoestima, com humildade e sinceridade e abertura. É impossível tentar burlar a identidade pessoal, sem infames sequelas traumáticas.

O elã, que motivou o relacionamento, volto a dizer, pode amainar um pouco, ou mesmo debilitar-se, mas pode ser reavivado pela prudência, pela gestão das emoções e atitudes, pela adaptação respeitosa de caracteres e o autocontrole, em vista de construir ou reificar o sentido do relacionamento e da amizade.

Não se trata de ‘renunciar’ à sua identidade, aos seus sonhos, senão de aprender que não há paz com máscaras, nem amor sem abertura ao outro.

Não é o outro que deve mudar, são os dois que precisam se entender e se adaptar.

Tenhamos uma boa terça-feira,  com as bênçãos de Deus!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 17/02/26.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

DECEPÇÃO, QUEM NUNCA TEVE?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie (*)

A vida inteira nos proporciona, vez por outra, algumas decepções. E decepção é um sentimento, que nos ocorre, provindo de um acontecimento, de uma situação, de um relacionamento, de um fato que vem de onde menos esperamos e sempre nos surpreende.

Toma-nos de assalto.

É o reverso de uma surpresa agradável.

Decepção origina-se do latim ‘deceptio’, proveniente do verbo ‘decípere (de + cápere)’, com o significado de "engano, dolo – enganar, prejudicar”. No grego antigo, há indicações assemelhadas com a divindade Apate (ἀπάτη), deusa da fraude e do falso julgamento, bem como da caixa de Pandora e do cavalo de Tróia.

E donde provém a decepção?

Em geral, quando iniciamos relacionamento ou contato com alguém ou com alguma coisa, aos poucos, vamos formando expectativas e, quanto mais o tempo passa, mais as fortalecemos. É claro que a ‘antecipação social’ já nos arremete para a criação de tais sentimentos, que se tornam consentimentos.

Quando, porém, a expectativa ‘exacerbada ou não’ de algo ou de alguém não acontece, isso afeta-nos, profundamente, com intensidade, proporcional ao sentimento que alimentamos e nos deixamos penetrar, de valor, consideração, respeito e importância.

A decepção surge ainda de um egoísmo de afeto e de um excesso de admiração, às vezes, com um zelo ‘desproporcional e pegajoso’: queremos que a pessoa seja como nós e esta espera sai pela culatra ou cultivamos excesso de confiança. Mas, o mundo não gira em torno de nossos gostos e desejos, nem a vida, em torno de nosso umbigo.

Daí, a um passo, podem surgir o estresse, a depressão, a tristeza e a frustração, o que altera nosso equilíbrio vital e, inclusive, ‘futrica’ o sistema imunológico.

Por que acontece nalgumas pessoas, de maneira tão intensa a deixá-las desconcertantes?

Primeiramente, porque não nos habilitamos, antecipadamente, a trabalhar com a decepção, bem como com outros sentimentos danosos à nossa integridade. Fabricamos expectativas falsas de relacionamentos e contatos perfeitos, refere-nos Ian Crab, assessorado pelas teorias de Melanie Klein e Sigmund Freud.

Precisamos preparar-nos para o ‘efeito decepção’, para termos melhores condições de suportá-la e superá-la, pois, ela também proporciona-nos momentos de grandes lições: lições de caráter, lições de moral, lições de sabedoria e prudência, lições de espiritualidade. O seu enfrentamento de frente diminui a carga de frustração, de estresse e de tristeza.

A perda da confiança em alguém tão querido e admirado, não pode nos mergulhar em atitudes de ódio e de rejeição; no máximo, indiferença, pois, nós também fazemos parte daquela decepção.

Devemos lembrar-nos de nossas imperfeições e fragilidades e de que também poderíamos ou podemos ocasionar decepção noutras pessoas. A maior de todas, porém, não é a decepção amorosa ou social, é a decepção de nossa fé, bem como a decepção com nós mesmos, o que baixa nossa autoestima, exigindo uma tomada de posição determinada e enérgica para evitar sequelas e situações irreversíveis.

E se detonar uma raiva ou um ódio, deixemo-los sair pela urina ou joguemo-lo no ralo para que nos deixemos continuar a viver.

E, enquanto isso, eu no meu bandolim, sigo cantando:

Há decepções que matam,

Há decepções que ferem,

Há decepções que despertam

O falso do verdadeiro,

O certo do errado.

Desilusão da ilusão,

Que me ensina outra canção,

Que me tira da contramão

E faz-me subir a montanha,

com mais ardor e galhardia no coração

Afinal, afinal, somos cristãos.

Tenhamos uma boa quarta-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 4/02/26.


domingo, 25 de janeiro de 2026

A ÚLTIMA VONTADE DO MARIDO

Um homem idoso, já bastante doente, fez o último pedido à esposa:

"Querida, meu tempo está quase acabando e há algo que eu gostaria que você fizesse por mim quando eu partir."

Ela acenou com a cabeça e disse: "Você pode contar comigo. Qualquer coisa que você pedir, eu farei com que seja atendido."

"Quero que você se case com meu amigo Zé Carlos", disse ele, com a voz carregada de emoção. Espantada, sua esposa respondeu: "Com o Zé Carlos? Mas eu pensei que você não o suportava!"

Ele sorriu e olhou nos olhos dela enquanto respondia: "Exatamente por isso..."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 24 de janeiro de 2026

UMA ESCOLHA ACERTADA

André e Eric, dois gênios da computação com pouca experiência com mulheres, se encontraram na entrada da universidade.

"Nossa, você tem uma ótima máquina! Como você conseguiu comprá-la?" Eric perguntou a André. André desceu da moto, tirou o capacete e respondeu:

"Eu não comprei, a Mariana me deu".

"Como um presente?!" Eric exclamou surpreso, "Eu sempre soube que ela estava afim de você, mas isso já é levar as coisas a um nível totalmente novo!"

André sorriu e disse a ele: "Ontem eu estava andando no parque e vi Mariana nesta moto. Ela veio até mim sem dizer nada, jogou a moto para o lado, depois tirou toda a roupa e disse 'Pegue o que quiser!"

Eric ficou sem palavras com o que André estava dizendo.

“Então, peguei a moto”, finalizou André.

Eric acenou com a cabeça e disse: "Você fez bem, André. As roupas dela não serviriam em você, mesmo.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 22 de novembro de 2025

Este bar oferece desconto nas bebidas e pratos do dia!

Em uma noite quente, um homem entra no bar da esquina. Ele vai até o atendente e pede a sua cerveja favorita.

- Certamente, senhor, isso vai custar um centavo.

- "Um único centavo ?!" - exclamou o homem.

O atendente respondeu: - Sim, senhor, só um centavo.  

O homem toma o copo de cerveja de uma vez e pergunta, - "Eu posso pedir um bife suculento, com batatas fritas, macarrão ao sugo e uma salada?"

- Certamente, senhor - responde o barman.

- "Mas isso tudo tem que ser pago em dinheiro e não cartão, ok, senhor?"

- "Tudo bem, mas quanto custa?", pergunta o homem, curioso.

- "Quarenta centavos", responde o atendente.

Quarenta centavos ?!", exclama o cliente.  

- Onde está o dono deste estabelecimento?

O barman responde: - "No andar de cima com a minha esposa".

O cliente pergunta: - "O que ele está fazendo com sua esposa?"

O atendente responde: - "O mesmo que estou fazendo com negócio dele!"

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

UM CONVIDADO INUSITADO PARA O JANTAR

Um homem estava andando pela rua e sentou em um banco da praça para descansar um pouco. Nisso, surge um homem um tanto quanto sujo com roupas rasgadas, pedindo um pouco de dinheiro para jantar.

Ele pegou a carteira e estava prestes a ajudar o homem e pegou 10 reais, mas, antes de entregar a ele, perguntou:

"Se eu te der esse dinheiro, você vai usar para comprar cachaça?"

"Não, não, eu parei de beber há muitos anos", disse o homem.

"Você vai usar para jogar pôquer, baralho, sinuca, essas coisas?"

"Não! Eu não jogo nada, senhor."

"Já sei: vai usar o dinheiro para jogar futebol."

"O senhor está louco?!", disse o homem maltrapilho.

"Eu nem mais o que é isso!"

Então o homem disse: "Bom, então tive uma ideia melhor. Ao invés de te dar os 10 reais, eu vou te convidar para jantar na minha casa. Você vai provar a comida incrível preparada pela minha esposa".

O mendigo ficou feliz com o convite, mas perguntou: "Mas a sua mulher não vai ficar brava se o senhor me levar lá? Eu estou sujo, mal vestido e cheirando mal".

E o homem responde: "Tudo bem. Eu só quero que ela veja como fica um homem sem beber, jogar sinuca e jogar bola".

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


domingo, 12 de outubro de 2025

AS BODAS DE PORCELANA

Esta história começa com um matrimônio que, após 20 anos de união, eles decidem comemorar as suas bodas de porcelana com tudo o que eles têm direito. A mulher coloca apenas roupas íntimas transparentes e um babydoll e em seguida entra no quarto onde o marido estava lendo e fumando um charuto, e ela lhe diz:

''Querido, você se lembra quando nos casamos, era um dia como hoje, há 20 anos''. "Sim", diz o marido, enquanto continua lendo o jornal. Desapontada com o desinteresse dele, a mulher fala: "Você me prometeu quando nos casamos que sempre iria fazer amor loucamente comigo..." E continua: ' E hoje você está me vendo vestida assim, com esta camisola apertada e transparente que eu comprei especialmente para você e não tem nada a dizer?" O marido olha de cima a baixo e diz:"

Ok. Missão cumprida''.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 11 de outubro de 2025

UM LANCHINHO LEVE...

Pierina destampa um pote de metal, tira um imenso polpettone (bolo de carne) e o oferece a Giuseppe.

Mas Giuseppe o dispensa.

Pierina abre um recipiente cheio de cappeletti in brodo (sopa de capeleti) quente e oferece a Giuseppe.

Mas mais uma vez Giuseppe dispensa.

Pierina abre uma grande tigela de plástico cheia de cannolli e orgulhosamente os oferece a Giuseppe, que mais uma vez recusa.

“Ma Beppe, por que você não está comendo? Eu fiz um esforço para fazer isso para você. Você não gosta da minha comida?”

“Pierina mia, eu amo sua comida. Mas as pessoas normais, quando vão ao cinema, comem pipoca.”

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

O PLANO DE UM MARIDO COM A AJUDA DO TAXISTA

Certo dia, um homem volta pra casa um dia mais cedo depois de uma viagem de negócios. No aeroporto, ele entra em um táxi. Já passava de meia noite.

No caminho pra casa, ele pergunta ao taxista se ele gostaria de ser testemunha para algo que ele planejava. O homem suspeitava que sua mulher estava tendo um affair e ele tinha a intenção de pegá-la no ato. Por R$ 200, o taxista aceita.

Ao chegarem em casa, o marido e o taxista entram em direção ao quarto, na ponta do pé. O marido acende as luzes, levanta a coberta e vê sua mulher na cama com outro homem.

O marido coloca uma arma na cabeça do homem nu. A mulher grita:

“Não faça isso! Este homem foi muito generoso! Eu menti quando disse que herdei um dinheiro de família. Este homem pagou pela Ferrari que comprei pra você. Ele pagou por nossa cabine com vista pro mar no cruzeiro. Ele pagou pela casa na praia. Ele paga a mensalidade do clube de golfe. Ele paga todas as nossas contas!”

O marido abaixa a arma lentamente e balança a cabeça de um lado pro outro.

Ele pergunta ao taxista: “O que você faria no meu lugar?”

O taxista responde: “Eu taparia o traseiro desse homem com a coberta antes que ele pegue um resfriado.”

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 6 de setembro de 2025

O SEGREDO DO GUARDA-ROUPAS

Em certo dia, uma mulher acorda com excelente humor e decide que vai arrumar toda sua casa.

Ela começa pelo banheiro, cozinha, sala, varanda e, por último, decide arrumar seu quarto.

Durante a arrumação, ela encontra acima do guarda-roupa R$ 7.500 e 4 ovos.

Depois da surpresa, ela vai correndo perguntar ao marido o que significava aquilo e ele responde:

- Durante 5 anos juntos, cada vez que você me irrita eu guardo um ovo em cima do guarda-roupa.

A esposa fica toda contente por ter apenas 4 ovos em cima do guarda-roupa e então pergunta:

- E os 7.500 reais?

Ele responde:

- Toda vez que completa uma dúzia, eu vendo!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


A PERGUNTA INDISCRETA

Uma mulher está em casa e escuta a campainha da sua casa tocar. Ao abrir a porta dá de cara com um homem que lhe pergunta:

— A senhora tem vagina?

Assustada e indignada, ela bate a porta na cara dele.

Na manhã seguinte, toca a campainha e é o mesmo homem que lhe faz a mesma pergunta:

— A senhora tem vagina?

Ela furiosa bate-lhe a porta na cara novamente.

No terceiro dia repete-se a mesma cena. Quando o marido volta do trabalho à noite, ela enfim conta o que tem ocorrido nos últimos dias.

Ele fica furioso e combina com ela:

— Amor, amanhã não vou trabalhar. Se esse abusado aparecer, eu me escondo, você atende e eu então apareço para dar-lhe uma lição!

Na manhã seguinte, toca a campainha, e o marido antes de se esconder diz para a mulher:

— Se for o mesmo homem, quando ele lhe perguntar se você tem vagina, diga-lhe que sim para sabermos o que ele vai dizer.

Ela atende, e o homem está lá de novo com a mesma pergunta:

— A senhora tem vagina?

Ela responde:

— Tenho.

— Ah... ótimo! Então peça ao seu marido que pare de usar a da minha mulher e passe a usar a sua!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 26 de julho de 2025

ÀS AVESSAS

Um belo jovem, que sonha em ser o garanhão do pedaço, resolve tirar férias sozinho no Havaí. Ele vai à praia, na esperança de conhecer algumas das belas moças que frequentam o local. Chegando lá, para sua surpresa, todas elas parecem estar atraídas por um senhor bem mais velho, que passeia de braços dados com várias delas.

O moço então volta ao hotel, esperando ter uma sorte melhor naquela noite, quando planejava ir a uma festa local.

À noite, chegando no clube, ele vê o mesmo senhor, novamente cercado por belas mulheres. Ele puxa o homem de lado e pergunta: "Senhor, qual é o seu segredo?"

 O velho responde: "Eu vi você na praia hoje e admito que senti pena. Então, vou te dar uma dica: amanhã, antes de ir à praia, coloque um par de meias dentro do seu calção de banho."

O jovem agradece pelo conselho, e não vê a hora de tentar a sorte novamente no dia seguinte. Então, pela manhã, ele vai à praia com um par de meias posicionado estrategicamente dentro do seu calção de banho.

Entretanto, novamente as moças lhe dão apenas um sorriso e seguem em frente.

Como esperado, lá está também o senhor mais velho, cercado - é claro - por belas mulheres.

Naquela noite, o moço encontra o senhor novamente, e pede mais ajuda.

O sábio homem, então, responde com outra boa dica:

"Meu filho, da próxima vez, coloque as meias NA FRENTE do seu calção de banho!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

terça-feira, 15 de julho de 2025

O HOMEM DETESTÁVEL

Por Romeu Duarte Junior (*)

Ninguém gostava dele. Desde criança as pessoas lhe viravam as costas. Seus pais nunca lhe tiveram a menor consideração. Deles só recebeu carões, violências diversas e desprezo. Jamais conheceu sentimentos tais como amor, respeito, carinho e cuidado. Nunca uma mulher o acolhera com ardor. Até as prostitutas, que ele amiúde comprava, lhe tinham asco. Não que fosse feio, imundo ou canalha: o problema é que não havia uma alma que simpatizasse com ele. Quando tentava ser agradável, aí é que as coisas pioravam. Falso era o adjetivo mais brando que lhe devotavam. Nas muitas noites passadas em claro, no quarto do pequeno apartamento onde morava, uma pergunta ressoava em sua mente: "Por quê?". A primeira luz de cada dia era mais uma rude chicotada.

No trabalho, mesmo sendo assíduo, correto e honesto, era invisível. Ninguém reconhecia o que fazia, ninguém lhe dava qualquer mérito. Como um para-raios, as reclamações e admoestações choviam-lhe sobre a cabeça cada vez mais calva. O cafezinho chegava-lhe sempre frio, sinal do seu desprestígio. No ônibus, no supermercado, no cinema, nos lugares onde procurava aplacar sua dor em troca de dinheiro, era frequentemente humilhado: "Ainda usa grana, mané?", "O senhor não tem cartão nem pix? A fila está aumentando por sua causa!", "Vai embora, coroa, vai atazanar o cão!". Na Cidade da Criança, onde brincara sem amigos na infância, os pombos lhe evitavam, mesmo ele jogando pipocas para eles. Ao chegar em casa, só boletos e nenhuma mensagem de alguém. O vazio.

Imaginando que a sua droga de vida tivesse como causa um pecado que ele mesmo desconhecia, foi à igreja se confessar. Em quase uma hora, contou toda a sua triste existência, o rosto contrito de olhos fechados pregado à grade de madeira. Por fim, perguntou ao padre qual seria a sua penitência. Repetiu a pergunta mais duas vezes. Súbito, descobriu que o seu confessor dormia a sono solto no confessionário. "Nem Deus quer conversa comigo", pensou de si para consigo. Levantou-se do genuflexório e foi se sentar em um dos bancos da nave principal. O Cristo pregado na cruz, os santos e santas em seus pedestais não tinham para si o ar compassivo e amoroso de quem se espera algum socorro, mas o aspecto duro e austero de quem escolhe alguém para ir ao inferno. Amém.

Como não fazia falta a ninguém, não havendo quem se importasse com ele, no caminho de volta ao seu humilde lar, teve uma ideia: poria um desfecho aos seus dias. "Cansado de ser tratado como um cão, de comer diariamente o pão que o diabo amassou, de não merecer um olhar, uma palavra, um gesto a não ser o desapreço, o que me resta senão isso?", ruminou. Em casa, preparou a carta de despedida, carregada de lamentações, e catou o revólver no fundo da prateleira alta do armário embutido. Nunca o usara, nem esportivamente. "Este é o meu passaporte para a felicidade", pensou, "Sei que a minha morte não será chorada por ninguém e esta será a minha vingança". Encostou o cano da arma contra a têmpora. Apertou o gatilho. Bateu catolé. "Lai vai, nem a morte gosta de mim...".

(*) Arquiteto e professor da UFC. Sócio do Instituto do Ceará. Colunista de O Povo.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 9/06/25. Vida & Arte. p.2.

 

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