sexta-feira, 30 de julho de 2010

PRÊMIO IgNOBEL - 1996

Biologia - Anders Barheim e Hogne Sandvik da Universidade Beregn, Noruega, por seu estudo: "Efeito da Cerveja, Alho e Creme Azedo sobre o Apetite das Sanguessugas" ("Effect of Ale, Garlic, and Soured Cream on the Appetite of Leeches").
Medicina - James Johnston da R.J. Reynols, Joseph Taddeo, da U.S. Tobacco, Andrew Tisch, da Lorillard, William Campbell da Pheili Morris, Edward A. Horrigan, da Liggett Group, Donald S. Johnston, da American Tobacco Company, e Thomas E. Sandefur, Jr., presidente da Brown and Williamson Tobacco Company, por sua inabalável descoberta, ao testemunhar no Congresso norte-americano que a nicotina não vicia.
Física - Robert Matthews, da Universidade Aston, Inglaterra, pelos seus estudos relativos à Lei de Murphy, especialmente pela demostração de que pão, a maioria das vezes, cai com o lado da manteiga virado para baixo.
Paz – Jacques Chirac, presidente da França, por comemorar o quinquagésimo aniversário do bombardeamento de Hiroshuma com testes nucleares no Pacífico.
Saúde Pública - Ellen Kleist de Nuuk, da Groenlândia, e Harald Moi, de Oslo, Noruega, por seu relatório médico preventivo "Transmissão de Gonorréia Através de uma Boneca Inflável" ("Transmission of Gonorrhea Through an Inflatable Doll").
Química - George Goble da Universidade de Purdue, por seu recorde em fazer churrasco: três segundos, usando carvão e oxigênio líquido.
Biodiversidade - Chonosuke Okamura, do Laboratório de Fósseis Okamura, em Nagoya, Japão, por descobrir fósseis de dinossauros, cavalos, dragões, princesas, e mais uma centenas de outras "mini-espécies" extintas, cada uma com menos de 0,25 mm de comprimento..
Literatura -Os editores da revista Social Text por avidamente publicar pesquisa que eles não entendiam, que o que o autor disse era sem sentido, e que disse que a realidade não existe (ver Caso Sokal).
Economia - Dr. Robert J. Genco, da University at Buffalo, por sua descoberta de que "esforço financeiro é um indicador de risco para doenças periodontais destrutivas".
Arte - Don Featherstone of Fitchburg, Massachusetts, por sua evolução na decoração, o flamingo rosa de plástico.
Fonte: wikipedia.org
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_IgNobel

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A ARTE DA RETÓRICA


Retórica é a arte de exprimir-se bem pela palavra, ou seja, de utilizar todos os recursos da linguagem com o objetivo de provocar efeito de maior proporção no ouvinte. Seu fundamento básico é que todo discurso é feito com o propósito de modificar uma situação específica, chamando atenção para um dado fato, por meio da palavra burilada, usada como instrumento de eloquência. Tal gênero, muito em voga no passado, é, usualmente, cultivado por políticos e por amantes dos pronunciamentos rebuscados.
Desde jovem, eu apreciava a leitura de discursos produzidos por grandes oradores, como “As Catilinárias” de Cícero, o notável senador da Roma Antiga, e alguns dos “Sermões” do Padre Antônio Vieira, o maior orador sacro do período colonial brasileiro. Essa afeição, ao lado da influência paterna, posto que o meu progenitor, Luiz Carlos da Silva, possuía o dom da oratória, que bem empregava em sua liça política e nas suas lides causídicas, podem ter confluído para desabrochar um pendor para escrever discursos, condicionados às demandas surgidas em diferentes situações.
Ao cabo de sete lustros, numa trajetória começada quando acadêmico de Medicina, na condição de representante estudantil nos órgãos colegiados da UFC, foram produzidos mais de cinquenta discursos, dos quais a maioria resultou de determinação superior de dirigentes de entidades, em que havia uma relação de subordinação empregatícia, o que inclui a Secretaria de Saúde do Estado do Ceará, o Instituto do Câncer do Ceará e a Universidade Estadual do Ceará, configurando deveres de oficio, ou vieram a reboque de convite formulado por amigos e colegas de trabalho, para fazer apresentação de seus livros.
Uma parcela, entretanto, decorreu da necessidade de registrar os próprios eventos, servindo de exemplo, o lançamento de meus livros, bem assim as homenagens prestadas em solenidades diversas, ocasião em que prefiro recorrer aos discursos escritos.
Desses pronunciamentos, dez foram publicados na coletânea “Via Literarum: incursões despretensiosas no mundo das letras”; o esperado é que os demais, somados a outros que ainda possam vir a lume, sejam reunidos em livros exclusivamente dedicados a discursos, como forma de exploração de um gênero literário pouco valorizado nos tempos atuais.
Este livro, que se propõe ser o meu primeiro, com tal formato, é constituído por vinte e cinco peças oratórias, sendo sete discursos proferidos em solenidades oficiais, dez pronunciados ao ensejo do lançamento de livros, quatro de saudações e outros quatro na categoria de homenagens póstumas. A obra contém ainda, em apêndice, a lista dos discursos já publicados em “Via Literarum” e o rol dos que deverão integrar outro livro, a ser oportunamente editado.
Um ponto de relevo deste livro é, indubitavelmente, o seu prefácio, uma contribuição entusiástica, aliás, bem acima das expectativas do autor, redigido pelo Deputado Federal Mauro Benevides, digníssimo integrante da Academia Cearense de Letras, do Instituto do Ceará e da Academia Cearense de Retórica, tido como detentor de uma vibrante oratória, desde os tempos de filiado à União dos Moços Católicos, que o classifica, reconhecidamente, entre os grandes tribunos do Congresso Nacional e, seguramente, um dos maiores oradores do Ceará.
Na oportunidade, é justo mencionar que o Dr. Mauro Benevides, ainda que não seja, presentemente, um operador do direito, extraindo a sua subsistência no aparato jurídico, a Seção Ceará da Ordem dos Advogados do Brasil, recentemente, o elegeu como advogado-padrão do Ceará, deste ano, ratificando que, no plano político, sua intervenção é, em grande parte, revestida da tintura jurídica, exposta em uma visão macro da luta que ele empreende, diuturnamente, pelos direitos do cidadão comum.
Não poderia também me furtar de agradecer a quantos contribuíram para que este lançamento fosse exitoso, tal como fora engendrado, entrando nesse elenco de partícipes, a Editora da UECE, que abrigou a obra na lista de publicações, sob seu selo editorial; a Academia Cearense de Medicina (ACM) e a SOBRAMES-CE, que se esforçaram na distribuição dos convites, entre os seus confrades; a Expressão Gráfica, que caprichou na impressão da obra, em especial, na feitura da sua capa, exibindo “Cícero denuncia Catilina”, um afresco de Cesare Maccari (1840-1929), pintado de 1882 a 1888, na Vila Madama; e, por último, a Unicred Fortaleza, nomeadamente de seus dirigentes, Drs. José Nazareno Sampaio, Diretor Geral, Tomás de Lima, Diretor Administrativo, e José Hegel, Diretor Financeiro, que, cortesmente, concedeu seu valioso espaço e ofereceu toda a logística e infraestrutura, para o lançamento que ora acontece.
Vale realçar o trabalho das graciosas e competentes funcionárias do Serviço de Marketing, Laisa e Andréia, que cuidaram da divulgação do evento entre os cooperados da Unicred Fortaleza e de todos os arranjos que envolveram a oferta dos acepipes aqui servidos, acompanhados da animação musical, propiciada por médicos artistas: Francisco Gurgel, Paulo Ferreira e Luiz Airesneide, e seus companheiros de teclado (José Maria, componente do conjunto Brasas 6) e de flauta (Professora Elídia Clara Aguiar, do Curso de Música da UECE), sob a liderança do cirurgião plástico, músico e confrade da ACM, Dr. Vitoriano Barbosa.
Alerto aos caros convidados, aos quais agradeço pela prestigiosa presença, para a dispensa de autógrafos individualizados, ao ensejo do recebimento do exemplar adquirido, o que, entretanto, não impossibilita que cada um deles já esteja com uma dedicatória expressa em etiqueta afixada na folha de rosto, nos seguintes dizeres: “Manifesto-me agradecido por seu interesse em relação a esta obra, na certeza de que, adquirindo exemplar, estará emprestando-lhe um valor maior, além de colaborar com as atividades culturais da Academia Cearense de Medicina”.
Muito Obrigado!
Prof. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da ACM e da SOBRAMES/CE
* Discurso proferido por ocasião do lançamento do livro “Falando com Arte: os meus, os seus, os nossos discursos”, na Célula de Arte e Cultura da Unicred Fortaleza, em Fortaleza, em 23 de julho de 2010.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O BRASIL ANEDÓTICO XVII

LIÇÃO DE HEROÍSMO
Tobias Barreto - "Pesquisas e depoimentos", pág. 240
Preso na noite de 15 para 16 de novembro, foi o visconde de Ouro-Preto conduzido ao quartel do 1° Regimento, onde, fatigado, adormeceu. Alta noite, entra no compartimento um oficial, o tenente Mena Barreto, que lhe grita:
- Acorde, e prepare-se, que mais tarde tem de ser fuzilado.
Ouro-Preto pôs-se de pé.
- Só se acorda um homem para fuzilar, - retorquiu: - mas não para o avisar de que vai ser fuzilado.
E acentuou:
- O senhor verá que, para saber morrer, não é preciso vestir farda!
DEMITINDO UM MINISTRO
Serzedelo Correia - "Páginas do Passado", pág. 15.
Prevenido com Rodrigues Alves, o marechal Floriano resolveu pô-lo fora do ministério, onde ocupava a pasta da Fazenda. Preferia, porém, que ele se demitisse e, num dos despachos coletivos, despachou com todos os ministros. Ao chegar a vez de Rodrigues Alves, levantou-se, foi para o interior da casa e não voltou mais. No despacho seguinte, reproduzia-se a cena. Até que, no terceiro, voltando-se para os outros ministros, declarou-lhes:
- Tenho uma triste notícia a dar-lhes.
E com a maior seriedade:
- Não é que o nosso bom amigo Rodrigues Alves quer deixar-nos, pedindo demissão?
TEIAS DE ARANHA
Informação do professor Raul Pederneiras
Fiscal de uma casa de penhores, Emílio de Menezes ia uma vez por mês ao Tesouro receber os magros vencimentos do cargo. E ao entrar ali, encontrava sempre um indivíduo obsequioso, que chorava as suas misérias, as suas moléstias, a sua fome, até que lhe arrancava uma cédula de cinco mil réis. Certa vez, o "mordedor" foi mais longe nas suas lamentações.
- O senhor não imagina, - gemia, - o que eu tenho passado. Basta dizer-lhe que há quinze dias não como!
- O que, homem? - espantou-se o poeta.
E para os funcionários:
- Este camarada com certeza já está com teias de aranha no céu da boca!...
FRANQUEZA DE MARIDO
Osório Duque-Estrada - Discurso da Academia Brasileira de Letras.
Passava Sílvio Romero, uma tarde, pela Avenida, quando viu grande aglomeração à porta de um cinema. Perguntou O que era, e um cavalheiro explicou-lhe, indicando um violinista:
- Este homem comprometeu-se a tomar parte no nosso concerto de benefício, e recusa-se agora, por imposição da mulher, de quem tem medo!
Silvio varou a multidão, indo tomar o "medroso" pelo braço.
- Coragem, amigo! - Não se importe! - disse-lhe.
E com a sua costumada bonomia:
- Aqui está um velho que já casou três vezes, e que só tem feito no mundo o que as mulheres têm querido!
O CLARIM
Afrânio Peixoto - Conferência ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, a 2 de julho de 1923
Reunidas em Pirajá, as tropas brasileiras desenvolviam daí, em 1822, o cerco do general Madeira, encurralado na Baía com o restante das forças portuguesas. A 8 de dezembro Madeira lança um contingente de 2.000 homens contra a ala direita dos sitiantes, levando-os de roldão. Chegam reforços de parte a parte, e os lusitanos vão triunfar, quando o coronel brasileiro Barros Falcão prevendo a derrota e querendo salvar o resto dos seus homens, ordena ao clarim Luiz Lopes, português de nascimento, mas que abraçara, aí, a causa da independência:
- Toca "retirar!"
O soldado leva o clarim à boca e o toque que se ouve é:
- "Avançar, cavalaria!"
E logo outro:
- "Degolar!"
Apavorados com o que ouviam, os portugueses, quase vitoriosos, recuam, os brasileiros ganham ânimo e avançam de novo.
Estava ganha a batalha.
DESARMANDO O INIMIGO
Múcio Teixeira - "Os Gaúchos", vol. I, pág. 362.Era Salvador de Mendonça diretor do jornal A República, no Rio de Janeiro, quando o governo imperial, não obstante as suas idéias democráticas, o nomeou cônsul do Brasil nos Estados-Unidos. Aceita a nomeação, foi o jornalista, nas vésperas da viagem, despedir-se do Imperador, e pedir as suas ordens para aquele país.
- Não tenho ordens a dar-lhe, - respondeu-lhe, benévolo, o soberano.
E sorrindo:
- Apenas faço votos para que o senhor preste tão bons serviços ao Império, nessa República, quantos prestou à sua República no meu Império.
PRUDÊNCIA DE POLÍTICO
J. M. de Macedo - "Ano Biográfico", vol. I, pág. 11.
Liberal ardoroso, Manuel Antônio Galvão batia-se valorosamente na Câmara quando, no maior da agitação, em 1826, arrefeceu o entusiasmo, recolhendo-se a um silêncio prudente. Anos depois, quando lhe perguntavam a razão dessa mudança, ele explicava:
- Tirei então a minha acha da fogueira para me não arrepender na ocasião do incêndio!

Fonte: Humberto de Campos -Brasil Anedótico

domingo, 25 de julho de 2010

FORTALEZA TEM HISTÓRIA

Fortaleza tem passado sim. Querem ver? Você viveu ou conhece alguém que é do tempo em que....

A COBAL ficava na esquina da rua Assunção com Antonio Pompeu.
E o IAPC (Isto ainda pode cair).
Vendia-se 'chegadim' de porta em porta (o 'veinho' passava tocando o triângulo).
O verdureiro ia de porta em porta montado no jumentinho e vendendo verduras frescas.
Na véspera do Natal ir até a Praça do Ferreira ver as vitrines das lojas todas com enfeites natalinos era moda.
Era chique ir na Lobrás subir e descer na 'primeira' escada rolante da cidade.
Usar sapato 'carinha de bebe', calça cocota e blusa frente única era luxo!
Tempo dos 'mingaus pops' da Tatarana, Trastevere e Santa Esmeralda.
Ir pro escorrega lá vai um, o primeiro Cine Driving em Fortaleza.
Lembra dos fuscas pretos da polícia (TETÉUS)?
Da velha Ponte Metálica, em tempo de cair mas não caía.
Tempo da Mesbla na Senador Pompeu e da Flama na praça do Ferreira (Símbolo de distinção).
Ir ao Recreio Clube de Campo era uma viagem com muito verde e salinas pelo caminho.
Havia o restô Toca do Coelho.
E do restaurante Cirandinha em frente do comercial clube??
Das peixadas no restô 'Alfredo o Rei da Peixada' e sempre aparecia um boneco ventríloquo para divertir a gente.
Do pequeno zoológico que havia no Parque das Crianças.
Ir a shows no Ginásio Paulo Sarasate (Rita Lee, Gilberto Gil, Elba, Ney Matogrosso, Moraes Moreira, entre outros).
Ir a Jericoacoara de barco (saindo de Camocim) Jeri sem energia, sem hotel ou pousada (o povo ficava em casa de Pescador).
Do bronzeador 'Nude bronze'.
Comprar Mentex antes de assistir filme no Cine São Luiz.
Do batom rollon sabor morango da Avon que era vendido exclusivamente na Casa Parente do Centro.
Da pizza no Jairo na Av. Santos Dumont.
Ir a Feira das Flores no passeio Público (quando ainda era um ambiente familiar).
Assistir aos sábados pela TV o programa do Irapuan Lima e do Chacrinha.
Do barzinho Carbono 14.
Ir aos domingos ao aeroporto ver os aviões decolarem.
Tempo do Edifício Avenida na esquina da Barão do Rio Branco com Duque de Caxias.
Usar decote canoa era alta moda.
Da revista POP.
Da touquinha da Miss Lene, do vestido tomara-que-caia (que as vezes caía), blusa de elastex, ferro a carvão comprado ali perto do Zé 'Pinto' na Bezerra de Menezes.
Da feirinha da Pça. Portugal na sexta feira.
Da feirinha da 13 de Maio aos sábados.
Do Jardim da Menopausa (Aquarius) na Beira-mar.
Início das bandas de carnavais Periquito da Madame, Que $@#%& é essa? Bandalheira, Quem é de Bem fica.
Das Lojas Di Roma, Xepão, Xepinha, Carvalho Borges, Samasa, Esquisita, Bel Lar, a Esmeralda.
Do sorvete no Juarez.
Da farmácia do Seu Coelho na Avenida Domingos Olímpio. Eita!
Tempo em que a Av. Sen.Virgílio Távora ainda era Av. Estados Unidos.
Do Seu Edgar na rua Antônio Pompeu que consertava tudo. Entre outras coisinhas, ele colocava 'virola' nos sapatos. É o novo!
Tomar picolé da GELATI.
Tomar banho de chuva nas bicas das casas.
Ir no Jumbo e comprar Grapete, Crush, guaraná Wilson, Taí e Cacique.
Do tamanco Dr. Sholl e do sapato cavalo de aço.
Tempo que 'ficar' era sarrar.
Tempo em que Soft era uma bala. Hoje é sobrenome de ex-vereadora.
Do curso de datilografia na Pça. Coração de Jesus e do Curso Andrade Lima na Av do Imperador. (Vixe!!!!)
Das revistinhas Bolota, Brotoeja, Tininha, Riquinho, Luluzinha.
Comprar vassoura e espanador na porta de casa, Comprar no centrão pote de creme Rosa Mosqueta vindo do Paraguai.
Do grupo cearense Quinteto Agreste.
Do Projeto Pixinguinha no Teatro José de Alencar a preço popular onde se apresentaram 14 Bis, Nara Leão, Maria Alcina, Moreira da Silva entre outros.
Inauguração das lojas Americanas no centro da cidade.
Lembra dos lanterninhas?
Ir passar férias na colônia de férias do SESC em Iparana e na COFECO era tudo de bom.
Do tempo em que IJF era Assistência.
Do bar Cabaré da Pirrita na Praia de Iracema (um barzinho Irreverente na época e frequentado por políticos, intelectuais e músicos...
Ir na Sorveteria PRIMOR, de seu Anastácio e do seu Cordeiro, comprar um picolé da própria fruta, na Praça da Bandeira...
Das armações de óculos Cacá (cadê Cacá, Cacá, Cacá, tá na Boris, Boris, Boris).
Do tempo que criança usava calça enxuta (não existiam fraldas descartáveis).
As propagandas do Romcy que ficava na Br. Rio Branco com Liberato Barroso. Após o Jornal Nacional com Sérgio Chapelen e Cid Moreira você ouvia a voz do Assis Santos dizendo: 'Amanhã o barato do dia Romcy é...'. he he he!!!! 'Romcy é Romcy, barato todo dia'!
Dos bailes infantis de carnaval no América, Círculo Militar, Country, Líbano, Náutico e Clube B-25.
Estudar OSPB e Educação Moral e Cívica. É o novo!
E a mais antiga de todas: Chupar rolete de cana que vinha fincado em uns espetinhos.
Resumindo:
Se você é fortalezense e tiver vivido uma dessas coisas, é simplesmente porque viveu os melhores momentos da boêmia e da inocência na cidade de Fortaleza. Não se trata de que estamos 'velhos e velhas', e sim de que nós tivemos o privilégio de vivermos o melhor do nosso tempo, o que infelizmente a atual juventude não teve e também não terá.
Era um tempo sem violências, ou melhor, tinha violência sim, mas era tão pouca que a gente nem ouvia falar... Que tempo bom e que lembranças gostosas...
E muitas dessas coisas que estão aí, nem faz tanto tempo assim também não...
Pense num lugar pai d'égua!
Fonte: Internet (circulando por e-mail). Autor não mencionado.

sábado, 24 de julho de 2010

PRESTIGIADO LANÇAMENTO DE “FALANDO COM ARTE”

A noite de ontem, 23 de julho, a Unicred Fortaleza ocupou suas instalações com quase uma centena de convidados, que foram abrilhantar o lançamento do nosso livro “Falando com Arte: os meus, os seus, os nossos discursos”.
O evento foi prestigiado por destacadas lideranças intelectuais, dentre as quais, citam-se: os Drs. Pedro Henrique Saraiva Leão, Presidente da Academia Cearense de Letras, José Augusto Beserra, Presidente do Instituto do Ceará, Antero Coelho Neto, Presidente da Academia Cearense de Medicina, Maurício Benevides, Presidente da Academia Cearense de Retórica, e Flávio Leitão, da SOBRAMES-CE. O Dr. Cid Carvalho, a quem demos entrevista ontem, em seu programa de rádio, de vasta audiência, também esteve presente conosco.
A apresentação da obra coube ao Deputado Federal Mauro Benevides, ilustre membro das Academias Cearense de Letras e Cearense de Retórica e do Instituto do Ceará, que, em sua fala, frisou elementos importantes do currículo autor e das peças oratórias integrantes da obra.
A festa foi animada por um excelente conjunto musical, composto, sobretudo, por artistas médicos Vitoriano Barbosa, Gurgel, Paulo Ferreira, Luiz Airesneide e seus companheiros José Maria (teclado) e Lídia Clara Aguiar (flauta transversa).
Por oportuno, registramos os nossos agradecimentos aos dirigentes da Unicred Fortaleza: Drs. José Nazareno Sampaio, Diretor Geral, Tomás de Lima, Diretor Administrativo, e José Hegel, Diretor Financeiro, que, gentilmente, cederam seu valoroso espaço e patrocinaram toda a logística e infraestrutura, para o lançamento, com realce para o trabalho das cativantes e competentes funcionárias do Serviço de Marketing, Laisa e Andréia, que cuidaram da primorosa organização do evento, vinculado à Célula de Arte e Cultura d Unicred Fortaleza.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da ACM e da Sobrames-Ceará

quinta-feira, 22 de julho de 2010

CONVITE LANÇAMENTO DE “FALANDO COM ARTE”



A Academia Cearense de Medicina, a Unicred Fortaleza e a Editora da Universidade Estadual do Ceara têm a satisfação de convidar para a noite de autógrafos de “Falando com Arte: os meus, os seus, os nossos discursos”, 56º livro de Marcelo Gurgel Carlos da Silva.
A obra é constituída por vinte e cinco peças oratórias, sendo sete discursos proferidos em solenidades oficiais, dez pronunciados ao ensejo do lançamento de livros, quatro de saudações e outros quatro na categoria de homenagens póstumas.
A obra será apresentada pelo Deputado Federal Mauro Benevides, membro das Academias Cearense de Letras e Cearense de Retórica e do Instituto do Ceará.
Data: 23 de julho de 2010 (sexta-feira), às 19h30.
Local: Célula de Arte e Cultura da Unicred Fortaleza (Av. Dom Luiz, 300 Loja 166).
Importante: A renda integral desse lançamento será destinada às atividades culturais da Academia Cearense de Medicina.

terça-feira, 20 de julho de 2010

O PERU DO PADRE

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO CORRETA
O vigário de um vilarejo tinha um peru como mascote, o Valente.
Certo dia, o peru Valente desapareceu, e ele achou que alguém o havia roubado.
No dia seguinte, na missa, o vigário perguntou à congregação:
- Algum de vocês aqui tem um peru?
Todos os homens se levantaram.
- Não, não, disse o vigário, não foi isso que eu quis dizer.
- O que eu quero saber é se algum de vocês viu um peru?
Todas as mulheres se levantaram.
- Não, não, repetiu o vigário... o que eu quero dizer é se algum de vocês viu um peru que não lhes pertence.
Metade das mulheres se levantou.
- Não, não, disse o vigário novamente muito atrapalhado.
- Talvez eu possa formular melhor a pergunta:
- O que eu quero saber é se algum de vocês viu o meu peru?
Todas as freiras se levantaram.
- Deixa pra lá!
Fonte: Internet (circulando por e-mail)
 

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