Mostrando postagens com marcador Natureza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natureza. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de julho de 2023

UMA AULA GRATUITA SOBRE A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS DA NATUREZA

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

- Você está certo - respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo.

Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei.

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico-bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos água diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Na verdade, não tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.

Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Agora que você leu esse desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade, e para os jovens que tem tudo nas mãos e só sabem criticar os mais velhos!!!

Uma aula gratuita ministrada por uma idosa considerada ultrapassada...

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

segunda-feira, 1 de maio de 2023

BEM-VISTO

Por Tales de Sá Cavalcante (*)

Não porque hoje é sábado, o Dia da Criação, segundo Vinicius, mas porque hoje é um dia da criação, faz-nos bem seguir uma citação vista na parede de um dormitório de crianças do campo de concentração nazista de Auschwitz. A nota dizia: "Amanhã eu fico triste. Amanhã! Hoje não! Hoje fico alegre! E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: Amanhã fico triste, hoje não!"

Hoje foi o dia em que, de repente, ele chegou elegante e belo, sem artificialismos, a chamar para si a atenção de todos. Aquele é o lugar por ele preferido, e por isso frequenta-o quase diariamente. Mesmo não sendo o seu proprietário, lá de cima vê e olha tudo lá embaixo com ar de dono.

O brilho dos olhos demonstra felicidade. Se pudesse escolher uma corrente filosófica, seria um cínico, já que o Cinismo defendia o desprezo aos bens materiais e ao prazer, a considerar riqueza e pobreza situadas não nos ativos, senão nos corações das pessoas.

Sem exigências sofisticadas, encontra ali perto a bebida e a comida de qualidade. Embora com excessiva formosura, possui traços totalmente naturais, pois jamais se embelezou artificialmente. Não cursou aulas de música ou vocalização, mas, por dons congênitos, é lindo quando canta, quando chega e quando sai. Admira o direito de ir e vir e usufrui da consequente liberdade, porém muito se preocupa com a possibilidade de acontecer consigo o mesmo ocorrido com seus semelhantes e um dia ser preso, apesar de inocente.

Surge a companheira; os dois se entreolham e, como a provar que seres vivos tendem a acasalar-se, resolvem, juntos, abandonar o ambiente. Ao partirem, causam um misto de admiração e inveja. Retiram-se, a cometer o desejado sonho nunca efetivado pelos humanos com o próprio corpo. E um divino combinado de cores em duplicidade viaja rumo "à risca", como dizem os pescadores na pretensão de alcançar o horizonte. Enfeitam o mundo a voar em busca infinita do possível, numa procura finita do impossível. Lá se vai o encantamento sonoro e visual só encontrado naquele par de pássaros. Querido casal de bem-te-vis, faz-nos bem te ver.

(*) Reitor do FB UNI e Dir. Superintendente da Org. Educ. Farias Brito. Presidente da Academia Cearense de Letras.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 6/4/23. Opinião, p.18.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

TERRA

Por Tales de Sá Cavalcante (*)

Há 51 anos, nos porões da Ditadura, Caetano Veloso viu uma foto a mostrar a magnanimidade do azul de um sólido quase esférico: a inédita vista da Terra a partir do espaço sideral. E surgiram lindos versos, entre os quais: "Quando eu me encontrava preso / Na cela de uma cadeia / Foi que eu vi pela primeira vez / As tais fotografias / Em que apareces inteira / Porém lá não estavas nua / E sim coberta de nuvens". Era criada a música Terra.

Em 22 de setembro, às 10h31min, o Sol se alinhou ao plano do Equador, com sua luz a incidir da mesma forma sobre os dois hemisférios. Abriram-se as pétalas. Naturalmente, brotaram as flores. A Natureza (com N maiúsculo, como desejamos) reciclou-se na esperança de que as pessoas rejuvenescessem. Chegou a Primavera, a trazer boas e novas lições de vida. Podemos aproveitar esta estação para iniciarmos uma nova era nos cuidados com o meio ambiente.

Vivemos numa sociedade que muito maltrata o nosso planeta, a ponto de uma minoria planificar um sólido redondo. E uma maioria acredita que, para ser feliz, é preciso acumular bens tangíveis, pois o consumismo instituiu a ilusão da felicidade que se compra, de acordo com uma visão puramente materialista.

As lições de preservação ainda não foram aprendidas. E, às vezes, quem ensina é alguém ainda na adolescência, como Greta Thunberg e Malala Yousafzai, aliadas aos princípios da Unesco, a provar ao mundo que ser uma voz ativa por causas como Educação, Direitos Humanos e Meio Ambiente independe de idade, gênero, raça, crença.

Faltam mediadores entre os que defendem o progresso em detrimento da proteção ambiental e os que praticam a recíproca. Um paradigma similar ao das escolas que preparam para a vida a esquecer os desafios e das que, voltadas a estes, desprezam os valores humanos. Também aqui, a virtude está em fazer as duas coisas. E, no caso da Natureza, realizar ambas significa conseguir o sonhado desenvolvimento sustentável.

Que os terráqueos cuidem bem de sua morada porque, como versou e musicou Caetano, "Terra, Terra / Por mais distante / O errante navegante / Quem jamais te esqueceria? 

(*) Reitor do FB UNI e Dir. Superintendente da Org. Educ. Farias Brito. Membro da Academia Cearense de Letras.

Fonte: Publicado In: O Povo, Opinião, de 5/11/20. p.18.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Nunca antes visto: sucuri engole onça parda e é encontrada quase morta


Um grupo de brasileiros conseguiu registrar, pela primeira vez, uma sucuri que devorou uma onça parda. O caso ocorreu em outubro de 2015 em Promissão, a 451 km de São Paulo, mas o artigo que relatou o caso foi publicado nesta semana. A onça foi encontrada no estômago da sucuri, que também morreu em decorrência dos ferimentos na luta entre os dois animais. Esta foi a primeira documentação de que sucuris comem onças.
Segundo o Zoológico Municipal de Bauru, responsável pela necropsia do réptil, a sucuri, que tinha 4,2 metros, atacou e engoliu uma onça parda de pouco mais de um metro de comprimento e 42 quilos.
Ambos os animais são considerados carnívoros que estão no topo da cadeia alimentar. Para um dos pesquisadores que realizou o trabalho, o fato trará "mudanças significativas" na forma como se analisa a predação entre as duas espécies carnívoras.
A sucuri foi encontrada acidentalmente, já que a onça era monitorada por um radar, colocado pela ONG (Organização Não Governamental) Pró-Carnívoros. Ao perceberem que o sinal estava imóvel, funcionários da AES Tietê, empresa parceira da ONG no projeto, foram até o local imaginando que o animal tinha morrido.
Ao chegarem lá, visualizaram que o sinal vinha de uma área de brejo. Identificaram, então, a cobra agonizando. O animal foi levado ao Zoológico de Bauru. "Houve tentativa de salvar o animal, mas, quando ele chegou, já tinha morrido", conta Luiz Pires, responsável pelo zoológico de Bauru e um dos autores do artigo.
"Quando fizemos a necropsia, identificamos os restos da onça, já parcialmente digerida, no estômago da sucuri", conta ele, ressaltando ainda que também foram localizados o colar e o brinco de identificação do animal.
O caso foi publicado nesta semana pela Cat News, publicação do Grupo de Especialistas em Felinos do Comitê de Sobrevivência das Espécies da União Internacional para a Conservação da Natureza.
"Há relatos de sucuris que já se alimentaram de jacarés, capivaras e até pequenas jaguatiricas. Mas nunca uma onça parda. Embora o contato entre esses dois predadores seja muito raro, a pouca documentação existente mostra que a sucuri já tinha sido a presa, mas nunca a predadora"
Pires acredita agora que, com esse fato inédito registrado, surgirão novas pesquisas para demonstrar se o comportamento da sucuri pode ter sido motivado por mudanças no ecossistema ou se se trata de uma situação excepcional. "Não é possível responder a essas perguntas, mas novas pesquisas certamente irão se debruçar sobre esse tema", conta.
De acordo com Sandra Cavalcanti, pesquisadora e presidente da Pró-Carnívoros, a publicação do artigo demonstra a importância do trabalho de monitoramento. Ela conta ainda que hoje quatro onças são monitoradas com colares. Assim é possível monitorar também a qualidade do meio ambiente no local onde a onça vive. "Temos dados sobre a movimentação das onças e também das presas que ela come. Assim, podemos analisar se o ecossistema no qual ela vive está preservado", explica.
Fonte: UOL Notícias, de 14/8/2016. Imagens Pin it.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

MOXIBUSTÃO


Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
Desde 1960, alguns tratamentos ortodoxos (convencionais, oficiais) foram sendo substituídos pela Medicina “alter”, outra, alternativa. Tal foi ensejado 1) por seus eventuais para efeitos (colaterais, adversos), 2) pela validez discutível de certas operações, 3) mercê da minguante empatia dos médicos (compreensão do sofrimento alheio, compaixão), e 4) sobremaneira, pelo alto preço dos remédios.
Curiosamente determinadas práticas alternativas, ou periféricas, foram legadas pela ortodoxia chinesa, na aurora dos tempos.
Excetuaremos os milagres, reportados neste espaço em 8/12/2010. Ainda movem montanhas para quem tem fé, como nós. Isentemos também as crendices, folclóricas, e curemos apenas dessas alternativas, sobressaindo a acupuntura. Outros métodos compreendem a homeopatia, quiropraxia e osteopatia, o “shiatsu”, japonês, fitoterapia, hipnose, naturopatia, bioenergética (1934), radiações ionizantes, biofeedback (1958), aromaterapia.
A acupuntura foi popularizada na China e no Japão no ano 479 a.C., juntamente com a moxibustão. Consiste aquela na recepção ou liberação da energia corporal mediante perfuração cutânea de 365 (ou 600) pontos especiais. Intenta-se estimular fibras nervosas autônomas até o cérebro, retrocedendo ao órgão doente, sanando-o. A Organização Mundial de Saúde estudou-a em 1979 a 2013, comprovando sua eficácia em 28 ou 63 doenças (Folha de S. Paulo, 17/5/2015).
A homeopatia do alemão Samuel Christian Freidrich Hahnemann (1755-1843) foi fundamentada admitindo-se que afecções são curáveis com doses ultra diluídas da mesma doença (“similia similibuscurentur”). As técnicas mecânicas ou manipulativas das vértebras (quiropraxis) assim como a acupuntura e a homeopatia foram oficialmente reconhecidas para o currículo universitário em 1990. Os nipônicos empregam a pressão digital em vez de agulhas. Modernamente, é utilizado o laser.
A fitoterapia (do grego “phyton”, planta) refere-se às ervas. No Oriente estas eram conhecidas antes de Hipócrates, c.3000 a.C. e 700 estão mencionadas no papiro de Ebers. Em 400 a.C. os chineses já referendavam 16.000. Recomendamos nossos artigos “Chás.com” (10/4/2008) e “Vida, doença incurável?” (30/3/2011) neste jornal. O termo “hipnose”, do grego “hipnos”, nos lembra Frans Mesmer, embora criado pelo inglês James Braid em 1842 como sono induzido. Foi praticada por Pavlov, Charcot e Freud, os quais logo acordaram para sua ineficácia.
A naturopatia é a alimentação mais a calistenia (exercícios físicos) saudáveis, curando pela “vis medicatrix natura”. Os demais métodos continuam como fisioterápicos de resultados nem sempre apreciáveis. Há muito, fazendo colonoscopia, sobreveio-me forte dor no antebraço direito na abdução (rotação externa) ou adução (giro para dentro). Era a epicondilite no úmero distal. Falhando a acupuntura, curou-me a moxibustão, ou aquecimento dessa região com folhas de artemisia, “camomila do campo”. Após uma única aplicação, a dor abandonou-me, até hoje!
(*) Professor Emérito da UFC. Titular das Academias Cearense de Letras, de Medicina e de Médicos Escritores.
Fonte: O Povo, Opinião, de 6/1/2016. p.8.

domingo, 13 de setembro de 2015

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO IV





Fonte: Circulando por e-mail (internet).

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO III






Fonte: Circulando por e-mail (internet).

sábado, 12 de setembro de 2015

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO II





Fonte: Circulando por e-mail (internet).

QUANDO O TEMPO ESTÁ FRIO I






Fonte: Circulando por e-mail (internet).

domingo, 19 de outubro de 2014

ANIMAIS DANDO OI IV




 


Fotógrafo: Não identificado.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

sábado, 18 de outubro de 2014

ANIMAIS DANDO OI III





 


Fotógrafo: Não identificado.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

domingo, 12 de outubro de 2014

ANIMAIS DANDO OI II




 
 


Fotógrafo: Não identificado.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

sábado, 11 de outubro de 2014

ANIMAIS DANDO OI I




 


 
Fotógrafo: Não identificado.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

quarta-feira, 20 de junho de 2012

DESABAFO ECOLÓGICO...

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora.
- Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
E prosseguiu:
- Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: Não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: Não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(O caixa ficou calado, com cara de cachorro que quebrou o pote).
Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade... E aos que têm bem menos... Para tomarem conhecimento de como no “nosso tempo”... Não precisávamos nos preocupar com o fantasma da Poluição...
Pense nisso...
Mude sua vida.
Preservação do Meio Ambiente: uma missão para todos nós
Fonte: Internet (circulando por e-mail e sem autoria definida).

 

Free Blog Counter
Poker Blog