domingo, 12 de fevereiro de 2012

O QUE AS MULHERES DIZEM DEPOIS DO SEXO

AS ADOLESCENTES
- Ai, será que vou engravidar?
AS NAMORADEIRAS
- Qual é o seu nome mesmo?
AS TARADAS
- Por que parou ? Parou por quê?
AS MODERNINHAS
- Você é bem melhor que meu marido!
AS DONAS-DE-CASA
- Terminou? Posso fazer a janta?
AS EXIGENTES
- Isso é o melhor que você pode fazer?
AS INGRATAS
- Só isso?
AS INSEGURAS
- E agora ? O que as minhas amigas vão pensar de mim?
AS MENTIROSAS
- Você é o primeiro que me faz sentir isso.
AS INSACIÁVEIS
- As preliminares foram ótimas. Agora vamos fazer pra valer.
AS PROFISSIONAIS
- São 50 reais.
A SUA
- Pô, broxou de novo?
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O LADO BOM DA VELHICE...

As vantagens adquiridas quando se chega a uma certa idade:
1. Os seqüestradores não se interessam mais por você.
2. De um grupo de reféns, provavelmente será um dos primeiros a ser libertado.
3. As pessoas lhe telefonam às nove da manhã e perguntam: 'te acordei?'
4. Ninguém mais o considera hipocondríaco.
5. As coisas que você comprar agora não chegarão a ficar velhas.
6. Você pode, numa boa, jantar às seis da tarde.
7. Você pode viver sem sexo, mas não sem os óculos.
8. Você curte ouvir histórias das cirurgias dos outros.
9. Você discute apaixonadamente sobre planos de aposentadoria.
10. Você dá uma festa e os vizinhos nem percebem.
11. Você deixa de pensar nos limites de velocidade como um desafio.
12. Você pára de tentar manter a barriga encolhida, não importa quem entre na sala.
13. Você cantarola junto com a música do elevador.
14. A sua visão não vai piorar muito mais.
15. O seu investimento em planos de saúde finalmente começa a valer a pena.
16. As suas articulações passam a ser mais confiáveis do que serviço de meteorologia.
17. Seus segredos passam a estar bem guardados com seus amigos, porque eles os esquecem.
18. 'Uma noite e tanto', significa que você não teve que se levantar para fazer xixi.
19. Sua mulher diz 'vamos subir e fazer amor', e você responde: 'escolha uma coisa ou outra, não vou conseguir fazer as duas!'.
20. As rugas somem do seu rosto quando você está sem sutiã.
21. Você não quer nem saber aonde sua mulher vai, contanto que não tenha que ir junto.
22. Você é avisado para ir devagar pelo médico e não pelo policial.
23. 'Funcionou ', significa que você hoje não precisa ingerir fibras.
24. 'Que sorte!', significa que você encontrou seu carro no estacionamento.
25. Você não consegue se lembrar quem foi que lhe mandou esta lista.
Fonte: Internet, sem autoria definida (circulando por e-mail). Mas eu ainda sei quem me o enviou.

COCA-COLA É DEMAIS

Um casal de namorados decide transar de uma forma bem natural, ao ar livre, um pic-nic.
Pegam o fusquinha e vão a uma praia bem afastada.
Estacionam e prosseguem a pé. Finalmente chegam à praia linda e deserta.
Ele, amoroso, estende a toalha e, como ventava muito, decide colocar uma garrafa de Coca-Cola em cada ponta para que não voasse.
Se sentam e se beijam... Fazem juras de amor.
Depois do lanche, ele, cuidadoso, coloca a moça de quatro, venda os olhos dela, como planejado, mas, na hora H, esquece a camisinha.
Então diz: 'Amor, esqueci a camisinha. Vou correndo buscar, me espere desse jeitinho.'
E sai correndo para buscar a camisinha.
Depois que ele sai, passa pelo local um bêbado e vê a cena.
Coça a cabeça e, mesmo sem acreditar no que via, decide ir lá conferir.
Não resistindo, o bêbado transa com a garota, que não pára de gemer.
Depois que tudo termina, satisfeito, o bêbado olha para as garrafas em volta da toalha e diz:
'A COCA É FODA... DUVIDO QUE A PEPSI FAÇA UMA PROMOÇÃO DESSAS!

Fonte: Internet, sem autoria definida (circulando por e-mail).

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

XEQUE-MATE, GOVERNADOR?

Por Ricardo Alcântara (*)
Em política, sua excelência, os fatos. Se ainda havia alguém falando grosso sobre sucessão municipal no partido do governador Cid Gomes, que limpe a garganta e trate de sentar à mesa: um fato novo pode dar fim à cena.
Para que não houvesse dúvidas, foi Luizianne Lins, prefeita e presidente do partido, quem trouxe a informação: o senador José Pimentel também se colocaria à disposição do partido como pré-candidato à sucessão.
Para os Ferreira Gomes, o problema não seria o senador, mas seu suplente. Eleito prefeito, Pimentel abriria vaga no senado para Sérgio Novaes, um “inimigo da família”, carne e unha com a prefeita da cidade.
Pimentel não aceitaria participar da manobra apenas por devoção ao sacrifício. Ele não poderá usar o clichê de que agiu como “soldado do partido”. Não. O senador tem o governo do estado no seu horizonte político.
Para chegar lá, sabe quão importante é manter seu partido no comando administrativo da capital e, para isso, a aliança com o governador nas eleições deste ano amplia, em meio às incertezas, as chances de vitória.
Ao colocar Pimentel no tabuleiro das tratativas, não moveu o PT uma peça com o objetivo alegado – seria um candidato capaz de unificar o partido. Conversa mole. A manobra visa um xeque-mate, render o governador.
Com Cid Gomes no colinho da loura, o partido estaria livre para indicar qualquer um de seus filiados como candidato a prefeito sem dar ao Ferreira Gomes a oportunidade de impor restrições de ordem maior.
Pimentel entraria em cena como bode na sala. Para evitar o pior pesadelo – legar a Sérgio Novaes seis anos de senado – o governador aceitaria perder uma noite de sono, aceitando qualquer outro nome, menos aquele.
Difícil seria acreditar que, conduzido à assinatura do acordo de mãos atadas, o governador muito se esforce por manter os demais partidos da base aliada unidos na sucessão de Fortaleza em torno do nome petista. Não o fará.
No caso, é possível que o PCdoB de Inácio Arruda e até o PMDB recebam bênçãos do governador, ainda que veladas, para entrar na disputa. Cid Gomes cederia à coligação o seu partido, mas não a força de seu governo.
Cenário propício para a exibição de uma decantada habilidade da família: reza a lenda que o PSB é uma “faca de dois Gomes”, sutileza que define o exacerbado oportunismo que demonstra em sua vocação para o poder.
Nos jornais, só sorrisos!
Vocês perceberam: a propaganda do governo nos anúncios de jornal mudou. Está, segundo observadores do meio, "menos burocrática, mais humanizada". No slogan, o "construindo um novo Ceará" agora é "para você". Sobra simpatia.
Quem quiser saber o motivo da guinada, procure uma pesquisa de opinião - há centenas por aí - realizada em qualquer município cearense nos últimos três meses: em alguns casos, a queda de aprovação é superior a 30 por cento.
Escândalo dos banheiros, greve dos professores, policiais amotinados: o ano, difícil, valeu por um MBA em humildade. Que estejam diplomados.
(*) Jornalista e escritor. Publicado In: Pauta Livre.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CONVITE: Lançamentos Literários de Sobramistas




A Diretoria da SOBRAMES-CE convida a todos os seus associados para que compareçam ao lançamento de livros de dois dos nossos Membros: Luiz de Araújo Barbosa (Xô, Calorias)e Wellington Alves de Souza (Inventário de Poesias), na Célula de Arte e Cultura da Unicred - Agência sede da Unicred. Av. Dom Luiz 300 lj 166.
Dia 10 de fevereiro às 20 horas. Confirmar presença 4012-1125.
Vide convites acima.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

AS LEALDADES POLÍTICAS E A CRISE

Paulo Elpídio de Menezes Neto  (*)
 “Navegar é preciso”Fernando Pessoa
A cada vez que conhecemos uma nova crise, renasce em nós o desencantamento que nos causam os políticos e a política. E, em consequência, a democracia. Esse sentimento não é um traço singular, próprio aos brasileiros. Provocam reações diversas e contraditórias, mais recentemente, no plano da afeição pelos valores democráticos, a crise europeia, as eleições norte-americanas próximas, a resistência das ditaduras aos ventos da liberdade, a onda de corrupção que varre a administração pública, sem limites ideológicos ou geográficos.
É uma reação momentânea, provavelmente passageira, cujos sintomas não podem, entretanto, ser descuidados. A crise está associada à erosão da ética política e traz a decepção com o comportamento dos políticos e da gestão pública.
Para muitos, entretanto, a preocupação com a ética na política é prova de ingenuidade ou reflexo de uma visão reacionária do processo histórico. Como explicar essa tendência sazonal de afeição e desprezo pela democracia? Por que os governos exigem maiores poderes e reclamam o consenso dos cidadãos? Por que a imprensa é alvo do crivo da censura reclamada pelos novos democratas?
Não são poucas nem simples as causas da descrença crescente na ação do governo, em face da crise, aqui e alhures. A quebra dos grandes sistemas ideológicos está, certamente, entre elas. O enfraquecimento das lealdades políticas vem em seguida, ou é a sua causa. A distância entre elites e povo, o esgarçamento da solidariedade social e a percepção da impotência do governo, quando a crise mostra a cara, reforçam as suspeitas de que não são poucos os motivos de apreensão por parte de quem pagará a conta final: o povo.
Argumenta-se que o baixo nível de comportamento ético do político brasileiro e de muitos gestores provém dos anos de ditadura, do autoritarismo e de como foram amputadas as lideranças políticas do País. É possível que esse argumento ajude a explicar a desesperança de muitos brasileiros, os que não aparecem nas pesquisas de opinião, não são militantes partidários, não são quadros da administração pública, nem políticos.
O desastre recente com o Costa Concórdia é o retrato do despreparo e da desídia de um capitão de longo curso. Ao mesmo tempo, é uma revelação do quanto exige a gestão de uma crise anunciada ou presente. Nessas circunstâncias, o tempo e as decisões certas contam mais do que palavras, escusas bem intencionadas ou álibis de fuga. A intuição, a boa fé e a improvisação não contam em situações extremas.
A antecipação da crise é o melhor remédio para tratar dos seus efeitos. Negar a crise, afastar a sua ameaça real, exorcizá-la com palavras de fé e arroubos patrióticos ou da propaganda não muda o cenário, nem altera a ordem dos seus fatores de risco. Afinal, a democracia impõe regras e competência aos governantes, e deles exige habilidades que a flauta de encantamento do discurso político não preenche. Não sei porque estou falando dessas coisas, afinal a crise passou ao largo do Brasil.
(*) Cientista político e membro da Academia Bras. de Educação
Fonte: O Povo, 8/02/12. Opinião, p.6.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Primeira mulher a ganhar o Nobel, Marie Curie é homenageada no Ano da Química

Por Sabine Righetti
De São Paulo
O caminho que uma mulher pobre da Polônia, nascida no século 19, teria de trilhar para ser cientista em uma época em que as universidades praticamente só tinham homens era árduo.
Mas isso não impediu Marie Curie de ser a primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel. Mais ainda: ela ganhou dois prêmios em áreas distintas (química e física) --feito único até hoje.
O nome da cientista foi um dos mais falados nas comemorações do Ano Internacional da Química, que termina nos próximos dias.
Hoje, a memória de Marie (1867-1934) passa por congressos científicos de todas as áreas e batiza desde hospitais de câncer no Reino Unido a programas de bolsas da União Europeia.
Isso porque a cientista, radicada na França, deu nome a um fenômeno que rondava os corredores acadêmicos e que ela ajudou a desvendar: a radioatividade. Foram as descobertas dos elementos polônio e rádio que a levaram ao Nobel em Química em 1911.
"Enquanto os cientistas estudavam o urânio, ela procurou elementos radioativos em minerais", diz o físico nuclear Diógenes Galetti, da Unesp.
Galetti tem, na sua sala, um exemplar do livro que resultou da tese de Curie, "Pesquisa de Substâncias Radioativas", defendida em 1904 --um ano depois de ganhar o Nobel em Física.
A "descoberta" da radioatividade levou ao raio-X, que ela própria testou durante a Primeira Guerra Mundial.
Marie rodou a França em ambulâncias fazendo exames em soldados feridos. A filha adolescente Irène a ajudou na tarefa, virou cientista e levou um Nobel em Química, em 1935 --um ano após a morte de Marie.
O debate de gênero sobre sua obra é inevitável. "Diziam que Marie Curie era tão inteligente que 'pensava como um homem'", diz Ana Maria Alfons-Goldfarb, historiadora da PUC-SP. Ela participou de um evento na Fapesp que homenageou Marie Curie.
De acordo com a especialista, predominava naquela época a ideia de que competição era coisa de homem.
Diferentemente de colegas como Henri Becquerel, com quem dividiu, ao lado do marido, o Nobel em Física em 1903, ela era de família pobre.
Filha de professor secundarista, Marie estudou em Paris, na Universidade de Sorbonne, onde obteve as licenciaturas em Física (1893) e Matemática (1894).
Casou-se no ano seguinte com Pierre Curie, um pesquisador oito anos mais velho, que já tinha importantes trabalhos experimentais.
Para Maria Vargas, da UFF (Universidade Federal Fluminense), o casamento foi uma espécie de "parceria científica": ambos trabalhavam com elementos fluorescentes.
"A admiração profissional de Pierre por Marie lhe deu credibilidade como cientista", conta Alfonso-Goldfarb.
A parceria deu certo. "Dizem que a melhor descoberta de Marie foi a radioatividade e, de Pierre, Marie", brinca a historiadora.
Fonte: Uol Notícias http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1025778-primeira-mulher-a-ganhar-o-nobel-marie-curie-e-homenageada-no-ano-da-quimica.shtml
 

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