segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O PODER DA ARROGÂNCIA


Um policial federal vai a uma fazenda e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- “Preciso inspecionar sua fazenda. Há uma denúncia de plantação ilegal de maconha.”
O fazendeiro diz:
- “Ok, mas não vá naquele campo ali.”
E aponta para uma determinada área.
O oficial P... da vida diz indignado:
- “O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?”
E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- “Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero.... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?”
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Piada sem autoria explícita.

domingo, 15 de setembro de 2019

AGOSTO, MÊS VOCACIONAL


Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)

Agosto é o mês temático das vocações. A palavra vocação vem do latim vocare que significa chamado. A primeira vocação a que somos chamados é a vida. Deus nos chamou à vida, Ele nos amou e nos conheceu antes mesmo de existirmos.
Outro chamado comum a todas as pessoas é a santidade. Por isso é chamada vocação universal à santidade. Viver a santidade foi um apelo de Jesus "Portanto, sede santos, assim como vosso Pai do Céu é santo" (Mt 5,48).
A vocação é uma proposta de Deus ao homem, mas este é livre para acolher ou rejeitar. Este chamado inclui a vida total, contém o propósito de seguir e servir.
Além dos chamados à vida e à santidade, cada um de nós é chamado a uma vocação específica, que são contempladas a cada domingo do mês vocacional.
No 1º domingo de agosto contemplamos a vocação sacerdotal e celebramos o dia do Padre. O Padre, é alguém escolhido por Deus e ungido, para continuar a obra salvadora de Jesus Cristo.
No 2º domingo de agosto contemplamos a vocação à família. Celebramos o dia dos Pais e o Dia dos Diáconos. A família nasceu da vontade e do coração de Deus. Ele criou o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança. É da família que nascem todas as vocações.
No 3º domingo de agosto contemplamos a vocação a vida consagrada. Celebramos o Dia do Religioso e da Religiosa. Esta vocação é assumida por homens e mulheres dispostos a viver os conselhos evangélicos da obediência, pobreza e castidade. (pobreza, obediência e castidade).
No 4º domingo de agosto contemplamos a vocação leiga. Celebramos o Dia do Catequista. Leigos são homens e mulheres que participam do sacerdócio comum dos fiéis. A vocação leiga ocupa um lugar fundamental na Igreja.
A missão do leigo é ser fermento na massa, sal e luz do mundo, levando e testemunhando Jesus Cristo no meio em que vive. Os leigos ajudam na construção do Reino de Deus e servem na gratuidade.
Deus chama todos os leigos para participarem ativamente da Igreja e do Reino e desta forma, contribuir para a caminhada e o crescimento das comunidades. O convite está feito! Cabe a você entregar-se a este chamado, afinal: Evangelizar é preciso!
(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).
Fonte: O Povo, de 10/8/2019. Opinião. p.16.

Construção da Igreja das Dores, no bairro Farias Brito (Otávio Bonfim)


Foto da Revista Verdes Mares - década de 1930


As obras de construção do templo foram iniciadas em 1929 com o lançamento da pedra fundamental e concluídas em 1932. A construção da Igreja das Dores e do convento de São Francisco foram frutos dos esforços de Dom Manoel da Silva Gomes, que empenhou-se na vinda dos franciscanos menores para Fortaleza, inclusive fazendo a doação de um terreno medindo 110mx100m, ou quinhentos palmos sobre quatrocentos e cinquenta palmos para a igreja e o convento anexo. As obras ficaram a cargo da Construtora Odebrecht. A Igreja das Dores sucedeu à antiga capela de São Sebastião levantada na praça a que deu o nome, na antiga Estrada do Gado, hoje rua Justiniano de Serpa.”
(Texto que circula por WhatsApp, sem autoria explícita).
Nota do Editor do Blog: Estive ontem (14/9/19) no abraço à Igreja de Nossa Senhora das Dores, como parte dos eventos que celebram os 90 anos da ereção desse templo católico. As comemorações alusivas aos 90 anos da construção dessa igreja e da presença franciscana seguem hoje, com: às 6:30 o bolo comemorativo e Missas 7:30, 9, 15:30 e 18h. Procissão às 17h. A missa solene de encerramento, das 18h, será presidida pelo Arcebispo de Fortaleza Dom José Aparecido Tosi.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

sábado, 14 de setembro de 2019

Posse de Francisco Monteiro Jr. e Maria dos Prazeres Rabelo na Academia Cearense de Medicina

Mesa diretora e acadêmicos ao término da solenidade de posse da ACM.
A Academia Cearense de Medicina (ACM) realizou ontem à noite, dia 13/09/19, no Auditório da Reitora da UFC, a solenidade de posse dos seus novos membros titulares, os médicos Francisco Monteiro Jr., especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, e Maria dos Prazeres Ferreira Rabelo, especialista em pediatria, nas Cadeiras 14 e 68, patroneadas pelos médicos Adalberto Moraes Studart e Geraldo Wilson da Silveira Gonçalves, correspondentemente. A Cadeira 14 foi anteriormente preenchida por José Iran dos Santos e a 68 será ocupada em caráter inaugural.
A solenidade, presidida pelo Ac. Djacir Gurgel de Figueirêdo, teve o Ac. Vladimir Távora Fontoura Cruz como mestre de cerimônia.
Os novos acadêmicos foram saudados recepcionados pelo Ac. Francisco Flávio Leitão de Carvalho.
Precedendo as posses desses membros titulares, a ACM concedeu a outorga dos títulos de membro honorável aos Acs. Lisi Mary Alves Lima, José Ronaldo Mont’Alverne e José Iran dos Santos, que foram saudados, respectivamente, pelos Acs. João Evangelista Bezerra Filho, José Henrique Leal Cardoso José Iran de Carvalho Rabelo.
Ac. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da ACM – Cadeira 18

IRMÃS IDOSAS



Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

ADVOGAR SEM MENTIR



Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

AOS VIVOS: "A Parquelândia dos tempos do Véi Babau"... e outro causo


A Parquelândia dos tempos do Véi Babau

O amigo Magno conta duas pérolas. Década de 1990. No nosso bairro de nascença, a sensação era o Bar da Chiquinha, na rua Padre Guerra, referência em atendimento, qualidade dos serviços e preços. Vez ou outra, por falta de quem mais habilitado, assumia o caixa do estabelecimento o marido da valorosa comerciante, de nome Mário Alves, homem de alma pura, coração bom, mas chegadíssimo a uma pôde.
Por trás do estabelecimento da inesquecível amiga havia uma feira livre, precisamente na Rua Dom Manuel de Medeiros, entre a Dom Lourenço e a Pedro Queiroz, em frente ao INSS dos dias atuais. De mais a mais, nesses tempos as mudanças da moeda nacional eram frequentes. Padrão monetário mudava como quem muda de cueca na Patagônia. Réis, Cruzeiro, Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro Real...
Na dita feira havia uma senhora, freguesa demais conhecida por ser especial. A debilidade mental fazia dela figura super. Passeava por todas as barracas. No vai e vem da feira, ganhava moedinha de um aqui, de outro ali, daquele acolá mais. Levava os troquinhos pra casa e escondia no cofre. Fez isso por 20 anos.
Certo dia foi tomar um caldo no Bar da Chiquinha, e quem estava no caixa? Mário Alves, já naquela base - sereno de cana. Tomado o caldo, paga com um punhado significativo de moedas. Dois exemplares de Réis, dois de Cruzeiro, cinco de Cruzeiro Novo, dois de Cruzado, uma de Cruzado Novo, nove de Cruzeiro Real...
Combalido de tanta cana que entornara no dia, Mário Alves olha pras moedas de toda ordem (de tantos governos e eras) e fala sincero à senhora especial:
- Moça, pelo amor de Deus, me perdoe! Eu só não tenho é troco pra lhe dar agora!
Tejo, calango gigante de papudim
E o Mário Chiquinha teve mais uma crise de tanto entornar a água que papacu não bebe. Internaram o moço no Hospital Menino Jesus, para fins de desintoxicação. Lá ele ficará por eternas duas semanas.
Ocorre que mulher também estava em crise, mas de asma. Chiquinha sofria muito com a falta de ar e a tosse aos tirinetes. Tentara de tudo pra curar do mal do "fôrgo curto". E nada até agora.
Até que uma vizinha, a já falecida dona Maria, recomendou fosse a mulher de Mário Alves à feira pássaros de então comprar um tejo e fazer uma garrafada com a banha do lagarto terrestre da família dos teiídeos. O "tiú" foi enfim comprado e trazido pra casa numa gaiola de arame. Bicho ficou no quintal. Em breve seria sacrificado e a banha, aproveitada na asma de Chiquinha.
Era tempo de trazer Mário de volta à casa, saturado já do Menino Jesus. Limpo da bebida, ele agora curte o lar numa boa. Está tranquilo, bem-comportado. De repente, alguém grita do quintal:
- O tejo sumiu!!!
O animal desaparecera da gaiola. Chiquinha corria prum lado, o filho pra outro e nada do onívoro. Mário, calmamente, responde à inquirição da esposa acerca do paradeiro do animal que dar-lhe-á a banha curativa. Mário Alves...
- Eu vi ele! Tava atrepado no muro. Mas se eu dissesse que tinha um calango daquele tamanho na parede, vocês iam pensar que eu tava doido e iam me internar de novo!
Fonte: O POVO, de 21/9/2018. Coluna “Aos Vivos”, de Tarcísio Matos. p.2.
 

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