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sábado, 18 de abril de 2020

O VÍRUS E O VELHO


Por Mané Beradeiro
Parnamirim/RN - 25 março 2020

Seu doutor eu sou do mato.
Lá não tem televisão,
o meu rádio tá quebrado, 
telefone tem também não.
Senti o mundo parado
O povo todo trancado
Numa grande aflição!
Quando procurei a feira,
Na cidade do meu chão,
Nem as bancas tavam lá.
Surgiu minha  indagação:
- O que é que se assucede?
- Será guerra no mundão?
Mas não ouço um estrondo,
nenhum um tiro de canhão?
Doutor me arresponda:
- O que aconteceu então?
E o doutor foi me dando
tudo que era explicação:
Um tal de coronavírus
vindo da China e Japão
Tá matando muita gente,
muito mais que Lampião,
Que os peidos de Jandira,
que o bafo de Tonhão,
Que  inhaca de Raimundo,
Que a fome em meu sertão.
Eu fiquei agoniado
e disse ao dotô ligeiro,
- Será que não tem um homem
que mate esse desordeiro?
Que fure os olhos dele,
quebre as pernas por inteiro,
destrua as suas armas,
lasque logo este estrangeiro?
Doutor, eu tô escutando
O que explicou vosmecê
só mais uma perguntinha
se puder me responder:
- Esse tal coronavírus, 
come mesmo é o quê?
Mas quando o doutor falou
fiquei todo arrepiado.
Minha alma deu um pulo,
meu corpo ficou gelado.
Vou voltar pra minha casa
e ficar todo trancado.
O tal do coronavírus
come véio. Tô lascado!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Com autoria atribuída a Mané Beradeiro.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

DITOS POPULARES


Por Pedro Israel Novaes de Almeida (*)
Os ditos populares atravessam séculos, e podem ser produtos da observação direta de fatos que se repetem ou mesmo da disseminação de preconceitos e ignorâncias de uma ou outra época.
O mais sábio e acertado dos ditos enuncia: “Pai rico, filho nobre e neto pobre”. O histórico da maioria das famílias demonstra tal sabedoria.
Alguém enriquece, tende a criar o filho sem exigir dele algum esforço e este, criado como nobre, tende a não transmitir ao descendente a fortuna que herdou, liquidando-a em vida.
O ditado serve como consolo aos desvalidos, que vivem argumentando haverem nascido na geração errada. Quando alguma família consegue driblar o adágio, com pai rico, filho rico e neto rico, teremos fundada uma monarquia, ou ditadura em país subdesenvolvido.
Alguns ditados são produtos exclusivos da observação, como “Preto ou Japonês, quando pinta, tem cento e trinta”. Realmente, são tipos longevos.
Para instar a adaptação ao meio, dizem que “Em rio com piranha, jacaré nada se costas”.  A frase integra o manual de iniciação à política.
Pessoas naturalmente feias vivem esgrimindo o famoso “Quem vê cara não vê coração”. Pode não resolver, mas alivia.
Algumas frases foram criadas como tentativas de aplacar a quase irresistível tendência do viciado em jogos de azar, ou a sanha arrecadadora de poder ou riquezas: “Quem tudo quer, tudo perde”.
Há ditados muito repetidos, mas pouco acreditados, como “Dinheiro não traz felicidade”. Não traz, mas ajuda!
Há ensinamentos já testados e confirmados, que asseveram: “Diga com quem andas e direi quem és”.   Não vale para agentes de escolta.
Políticos recém-eleitos, comissionados em geral e ganhadores de loterias devem haver inspirado o criador do famoso “Quem nunca comeu, quando come se lambuza”.
Relíquia da época do individualismo exacerbado e descompromisso social, ainda hoje ouvimos, vez ou outra, que “Quem pariu Mateus que o embale”.  O autor certamente pretendeu reafirmar a obrigação parental, ou a responsabilização por algum malfeito.
Alguns ditos parecem preconceituosos, mas são úteis, em algumas situações. Assim, “Parece anel de brilhante, em focinho de porco”.  Carteiros, muitos, já foram vítimas de ditados irresponsáveis, como o famoso “Cão que ladra não morde”. Esportistas jamais acreditaram que “Os últimos serão os primeiros”.
Há enunciados que acabam corrigidos pela população. Assim, o sábio “Quem dá aos pobres empresta a Deus” acabou convertido em “Quem dá aos pobres e empresta, adeus”.
Dizem, erradamente, que “A ocasião faz o ladrão”. Na verdade, a ocasião revela o ladrão.
(*) O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

domingo, 19 de maio de 2013

Pedro Paulo Pereira Pinto: começando com p



Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo pasto percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: Pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente, Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, parei.
Nota do Blog: Esse texto é bem antigo e sua autoria parece ter desaparecido ao longo do tempo. Ele me leva a tempos recuados de minha meninice, passados cinquenta anos. Possui mais quatrocentas palavras iniciadas pela letra “p” e configurava um desafio, para algumas pessoas, decorá-lo e declamá-lo perante amigos, nas rodas de conversas ou entre familiares.

domingo, 28 de outubro de 2012

Tirar o Cavalo da Chuva

No século XIX, quando uma visita iria ser breve, deixavam o cavalo ao relento, em frente à casa do anfitrião. Caso a visita fosse demorar, colocavam o animal nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol.
Contudo, o convidado só poderia colocar seu cavalo protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 22 de setembro de 2012

Rasgar Seda

Tal expressão, utilizada quando alguém elogia exaustivamente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na mesma, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a mulher percebe a intenção do rapaz e diz: “Não rasgue a seda, que se esfiapa.” Foi assim que surgiu a expressão.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 8 de setembro de 2012

Pra inglês ver

A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, as mesmas teriam sido criadas apenas “para inglês ver”. Foi assim que surgiu a expressão.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 1 de setembro de 2012

Pensando na Morte da Bezerra

A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, nas quais os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados.
Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ficou se lamentando e pensando na morte do mesmo. Após alguns meses o garoto morreu. Foi desta forma que surgiu tal expressão.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

domingo, 26 de agosto de 2012

Onde Judas perdeu as botas

A expressão “onde Judas perdeu as botas” é usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.
Existe uma história não comprovada que relata que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhara por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem seus sapatos, saíram em busca dos mesmos e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se tais botas foram achadas.
Acredita-se que foi assim que surgiu tal expressão.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

domingo, 19 de agosto de 2012

A origem do OK

A expressão inglesa “OK” (okay), mundialmente conhecida para significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, nos EUA. Durante o conflito, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam em uma placa “0 Killed” (nenhum morto), expressando sua grande satisfação. Foi assim que surgiu o famoso “OK”.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).
Nota do Editor: Há uma outra versão que aponta, como origem dessa expressão, que a mesma decorreria de um governador americano, sofrível no domínio do seu vernáculo, à semelhança de um ex-presidente brasileiro, famoso por imolar a nossa língua pátria. Caberia ao governador, manifestar a sua anuência nos despachos, escrevendo: “All Correct”; essa autoridade, para encurtar o uso da pena, apelava por abreviar a expressão, conforme a pronúncia: OK.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

domingo, 12 de agosto de 2012

Motorista Barbeiro

No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também tiravam dentes, cortavam calos, entre outras coisas. Por não serem profissionais, seus serviços mal feitos eventualmente geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço ruim passou a ser atribuído ao barbeiro, por meio da expressão “coisa de barbeiro”.
Este termo veio de Portugal, contudo, a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 11 de agosto de 2012

Lágrima de Crocodilo


Quando dizemos que uma pessoa está chorando “lágrimas de crocodilo”, estamos querendo dizer que ela está fingindo, chorando de uma forma falsa. Tal expressão, utilizada no mundo inteiro, veio do fato de que o crocodilo, quando está devorando suas presas, faz uma pressão muito forte sobre o céu da boca e estimula suas glândulas lacrimais, dando a impressão de que o animal está chorando. Obviamente, o animal não “chora”, por isso surgiu a expressão popular.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 4 de agosto de 2012

Jurar de Pés Juntos


A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado até dizer a verdade. Até hoje, o termo é empregado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 28 de julho de 2012

Guardado a Sete Chaves


No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes: um baú que possuía quatro fechaduras. Cada uma destas chaves era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto, eram apenas quatro chaves.
O número sete passou a ser utilizado em razão de seu valor místico, desde a época das religiões primitivas. Foi assim que se começou a utilizar o termo “guardar a sete chaves” para designar algo muito bem guardado.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

domingo, 8 de julho de 2012

Fazer Vaquinha


A expressão “fazer vaquinha” surgiu na década de 1920 e tem sua origem relacionada com o jogo do bicho e o futebol. Nas décadas de 1920 e 1930, já que a maioria dos jogadores de futebol não tinha salário, a torcida do time se reunia e arrecadava entre si um prêmio para ser dado aos jogadores.
Esses prêmios eram relacionados popularmente com o jogo do bicho. Assim, quando iam arrecadar cinco mil réis, chamavam a bolada de “cachorro”, pois o número cinco representava o cachorro no jogo do bicho. Como o prêmio máximo do jogo do bicho era vinte e cinco mil réis, e isso representava a vaca, surgiu o termo popular “fazer uma vaquinha”, ou seja, tentar reunir o máximo de dinheiro possível para um fim específico.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 16 de junho de 2012

Fazer nas Coxas

A expressão “fazer nas coxas” surgiu na época da colonização brasileira. As telhas usadas nas construções da época, feitas de barro, eram moldadas nas coxas dos escravos. Assim, algumas vezes ficavam largas, outras vezes finas, nunca com um tamanho uniforme. Foi desta forma que surgiu a expressão, utilizada para indicar algo mal feito.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 5 de maio de 2012

Entrar com o Pé Direito


A tradição de entrar em algum lugar com o pé direito para dar sorte é de origem romana. Nas grandes celebrações dos romanos, os donos das festas acreditavam que entrando com tal pé, evitariam agouros na ocasião da festa. A palavra “esquerda” significa do latim, sinistro, daí já fica óbvia a crença do lado obscuro dos inocentes pés esquerdos. Foi a partir daí que a crença se espalhou por todo o mundo.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

domingo, 22 de abril de 2012

Dor-de-cotovelo

A expressão “dor-de-cotovelo”, muito usada para se referir a alguém que sofreu uma decepção amorosa tem sua origem na figura de uma pessoa sentada em um bar e com os cotovelos em cima do balcão, enquanto toma uma bebida e lamenta a má sorte no amor.
De tanto o apaixonado ficar com os cotovelos apoiados sobre balcão, os mesmo deveriam doer. Esta é a ideia por trás desta expressão.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

De mãos abanando

Na época da intensa imigração no Brasil, os imigrantes tinham que ter suas próprias ferramentas. As “mãos abanando” eram um sinal de que aquele imigrante não estava disposto a trabalhar. A partir daí o termo passou a ser empregado para designar alguém que não traz nada consigo. Uma aplicação comum da expressão é quando alguém vai a uma festa de aniversário sem levar presente.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

sábado, 31 de março de 2012

Dar com os burros n'água

A expressão surgiu no período do Brasil Colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas e muitos morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esforço para conseguir algum feito e não consegue obter sucesso.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).

domingo, 18 de março de 2012

CASA DA MÃE JOANA

A expressão se deve a Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença que viveu na Idade Média entre 1326 e 1382. Em 1346, a mesma se refugiu em Avignon, na França.
Aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da cidade onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar." Transposta para Portugal, a expressão "paço-da-mãe-joana" virou sinônimo de prostíbulo. Trazida para o Brasil, o termo paço, por não ser da linguagem popular, foi substituído por casa. Assim, "casa-da-mãe-joana" passou a servir para indicar o lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde impera a desordem e a desorganização.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).
 

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