quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ASSALTANTES BRASILEIROS II

O regionalismo está presente até entre os malfeitores.
Vejam os exemplos a seguir:

Assaltante Baiano

- Ô meu rei....(longa pausa)........ isso é um assalto...
- Levanta os braços, mas não se avexe não...
- Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado...
- Vai passando a grana, bem devagarinho...
- Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado...
- Não esquenta, meu irmãozinho, vou deixar teus documentos na próxima encruzilhada...

Assaltante Paulista (torcedor do Corinthians)

- Ôrra, meu..... Isso é um assalto, meu....
- Alevanta os braços, meu....
- Passa a grana logo, meu...
- Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo do Timão, meu....
- Se manda, meu ...

Assaltante Campineiro

- Bang.
- Pô véio nóis num ia assaltá o cara?
- Sei lá mano deu um branco.
- F... Vambora.

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CINEMA NO NORDESTE! II

Para conseguir a aceitação do público nordestino, os cinemas locais decidiram mudar os nomes dos filmes. Veja abaixo os novos títulos:
De: Godzila.
Para: Calangão
De: Perfume de Mulher
Para: Cherim de Cabocla
De: Tora, Tora, Tora!
Para: Ôxente, Ôxente, Ôxente!
De: Mamãe Faz Cem Anos
Para: Mainha Nun Morre Mais

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

domingo, 11 de outubro de 2009

PRÊMIO IG NOBEL PARA FORTALEZA

Todo ano, a tão aguardada divulgação dos ganhadores do Prêmio Nobel, feita aos poucos, com anúncio por categoria, dissipa as expectativas dos brasileiros e nos deixa, como a chupar os dedos, diante das escolhas, que, por vezes, contemplam pessoas ou instituições de países de importância periférica, econômica e politicamente.
O orgulho nacional parece ser sublimado por mecanismos de compensação, aventando outros feitos nas áreas dos desportos (futebol, voleibol, automobilismo), da beleza (modelos, misses) e das artes populares (carnaval, música), mas nada de maior relevo, no tocante à ciência, ao humanismo e à cultura, valorizados e dignificados pelos comitês de outorga da valorosa premiação internacional aludida.
Bem que merecíamos ter recebido o dito galardão em várias oportunidades, quando estivemos muito perto de abocanhá-lo, e por injustiça ou razões escusas, foi negada a concessão a cidadãos brasileiros, cujos méritos, reconhecidos além fronteiras, apontam para a falha eventual dessa honraria, como aconteceu, dentre outros, com Carlos Chagas, Rocha e Silva, César Lattes e Dom Helder Câmara.
O último caso foi sobejamente emblemático, e indicativo de um verdadeiro crime de lesa-pátria, perpetrado pelos áulicos do poder. De fato, por obscura e nefanda ação de obtusos agentes a serviço da “diplomacia” do Brasil, foi perdida a maior chance de um cidadão nacional de obter o primeiro Prêmio Nobel, no caso o da Paz, de 1971.
Para rememorar, sabe-se que a candidatura de D. Helder foi sorrateiramente alvejada, a fim de favorecer tal outorga ao premier alemão Willy Brandt, que venceu com velado apoio da nossa ditadura castrense. A ignonímia em questão, praticada contra o Dom da Paz, foi orquestrada para minar a possibilidade da comunidade internacional chancelar, com a magna honraria, aquele tido como o inimigo número um do então regime militar.
Já que um Prêmio Nobel está cada vez mais distante para os brasileiros, talvez fosse o momento de nos contentar em lograr a sua versão picaresca - o “Prêmio Ig Nobel”, criado, em 1991, pela revista “Anais das Pesquisas Improváveis”, e distribuído em nove categorias, em cerimônia que ocorre, anualmente, em Harvard (USA).
Seria uma oportunidade singular de apresentar uma candidatura imbatível, a de Fortaleza, para o recebimento do “Prêmio Ig Nobel da Paz”, por ter denominado de Che Guevara o Centro Urbano de Cultura, Arte, Esporte, Ciência e Lazer (CUCA), inaugurado em 10/09/09, que mereceu manifestação de repúdio de tantos leitores dos maiores diários cearenses.
A dificuldade subsistente, todavia, seria a de identificar o ignóbil mentor da idéia do “CUCA Che” ou o néscio gestor público municipal que o instituiu, a ser aquinhoado com um troféu à altura de sua estultice.
Prof. Dr. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Médico sanitarista e cidadão inconformado

* Publicado in: Jornal O Povo. Fortaleza, 11 de outubro de 2009. Fato Médico /Reflexões. p.8.

sábado, 10 de outubro de 2009

O BRASIL ANEDÓTICO VIII

SALVANDO A GRAMÁTICA
Domingos Barbosa - Silhuetas, pág. 81
Resolvida a adesão da província ao movimento de 15 de novembro, foi constituída no Maranhão uma Junta Governativa, de que era membro o tribuno Paula Duarte, republicano da propaganda; o major Tavares, representando o elemento militar e o comerciante Francisco Xavier de Carvalho, homem de poucas letras mas de grande seriedade, que entrava, no caso, como delegado do povo.
Ao fim de alguns dias de governo, apareceu na imprensa de São Luiz um manifesto assinado pelos três, admiravelmente escrito, mas que se particularizava, do princípio ao fim, pela violência da linguagem.
Espantado com a assinatura de Paula Duarte naquele documento imprudente, um amigo procurou-o, para estranhar o fato.
- Que podia eu fazer, filho? - observou o tribuno, abrindo os braços. - Que podia eu fazer?
E desculpando-se:
Imagine você que, entre a ignorância e a espada, mal pude salvar a gramática!
AS REVOLUÇÕES DE MARTIM FRANCISCO
José Mariano Filho - O Jornal, 24 de abril de 1927
Nas vésperas da sua morte, em abril de 1927, já no leito, dizia Martim Francisco Ribeiro de Andrada a José Mariano Filho, que, como médico, lhe assistia a marcha da moléstia:
- Teu pai, quando se metia numa revolução, punha o meu nome na lista dos revoltosos sem me consultar.
- E o senhor nunca protestou contra esse abuso? indagou José Mariano.
E ele:
- Não. Sempre estive de acordo com ele em matéria de revolução. Até por sinal que na última que organizamos, nós dois fomos os únicos revoltosos...
CORRIGINDO O ENGANO
O Jornal, 24 de abril de 1927
Após a vitória do governo na revolução de São Paulo, e iniciado o período de perseguição aos vencidos, foi Martim Francisco chamado à Polícia Central, para dar explicação sobre a sua conduta durante a ocupação da cidade pelos revoltosos.
- É certo que V. Excia. foi a terceira pessoa que conferenciou com o general Isidoro? - inquiriu a autoridade.
- É mentira! - protestou Martim Francisco. - É mentira o que vieram dizer à Polícia.
E no mesmo tom:
- Fui a primeira!
A ESTRADA
Ernesto Sena - Deodoro, pág. 148
Certo engenheiro, amigo de Deodoro, era candidato à construção de uma estrada de ferro, e dia sim, dia não, aparecia em palácio para falar na sua pretensão. Uma tarde, achava-se o Marechalíssimo nos jardins do Itamarati, quando um oficial que o acompanhava lhe indicou o engenheiro.
Este aproximou-se. Deodoro recebeu-o amavelmente, mas, virando-se para o oficial, adiantou, como quem reata uma conversa:
- Pois, é isso; agora estou resolvido a não conceder mais honras de Coronel do Exército a ninguém; e quanto a estradas de ferro...
E simulando indignação:
- Só darei uma única concessão: e será a que partir do Inferno e vá terminar na casa de quem ma pedir!
É desnecessário dizer que o engenheiro nunca mais tocou no assunto.
O LENÇOL DO PATRIARCA
Moreira de Azevedo - Mosaico Brasileiro, pág. 112
Achava-se José Bonifácio enfermo em Niterói, quando um amigo, que o vira no fastígio político, o foi visitar ali, velho, esquecido, abandonado. Ao penetrar no aposento, notou logo a modéstia do ambiente, e, sobretudo, os remendos do lençol que cobria o leito de pobre.
- Não repare - desculpou-se o patriarca.
E passando a mão pelo lençol:
- O que afeia estes bordados é apenas a irregularidade do desenho...
A CAUDA DO MACACO
Jornais de dezembro de 1925
Uma das medidas visadas pela reforma da Constituição de 1925, era a extinção da cauda dos orçamentos, a qual era aproveitada ordinariamente para autorizações duvidosas e favores pessoais. Não obstante isso, os favores continuaram.
A propósito disso, discutia-se na Comissão de Finanças do Senado, nesse ano, um desses favores, quando um senador observou:
- De nada serviu, então, a supressão da cauda no orçamento!
- Perfeitamente, - concordou o senador Lauro Müller.
E como velho fabulista:
- A cauda foi-se, mas o macaco ficou.
A HONRA E A VIDA
Antônio Ribas - "Perfil de Campos Sales", pág. 21
Não obstante a sua dedicação ao esposo, Dona Ana Gabriela de Campos Sales não suportava sem revolta as acusações feitas ao marido pelos seus adversários. Campos Sales procurava tranqüilizá-la, acalmá-la, dizendo-lhe que política era isso mesmo, e que ela estava no dever de tudo sofrer pela República.
- Não; isso, não! - protestava a esposa.
E na sua indignação:
- A República tem direito à sua vida; mas à sua honra, não!
A EXALTAÇÂO DE CAM
Vieira Fazenda - "Antiqualhas e Memórias", pág. 59
O Conde da Cunha era por natureza desabusado e violento, sem prejuízo dos seus sentimentos de justiça. Administrava ele, um dia, em pessoa, as obras do palácio dos governadores, quando viu subir o morro da Conceição um gordo comerciante, esparramado numa cadeirinha carregada por quatro negros, que suavam em bica, sob o peso formidável do senhor.
Mandando parar a viatura, o Conde intimou o comerciante a deixar a cadeirinha:
- Saia!
E ordenando a um dos pretos mais fatigados de carregá-la:
- Entre você!
E para o comerciante:
- Agora pegue ali no pau com os outros, e carregue o preto!
O comerciante obedeceu. Uma semana depois, porém, morria, não se sabe se ao peso da cadeira, ou da vergonha de que se cobriu.

Fonte: Humberto de Campos. O Brasil Anedótico (1927)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

LIÇÃO CHEROKEE

Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas.
Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos dentro de nós. Um é mau: É a raiva, a inveja, o ciúme, a tristeza, o desgosto, a cobiça, a arrogância, a pena de si mesmo, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, o orgulho, a superioridade e o ego.
O outro é bom: É a alegria, a paz, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a benevolência, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé.
O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô:
- Qual o lobo que vence?
O velho Cherokee respondeu:
- O que você alimenta!

Fonte: Internet (circulando por e-mail)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O QUE ELES DISSERAM II

SUCESSO E DINHEIRO
"Quando não se tem dinheiro, pensa-se sempre nele. Quando se tem, pensa-se somente nele."
Jean Paul Getty, multimilionário americano e dono de companhias petrolíferas.
"O segredo de meu sucesso é pagar como se fosse perdulário e comprar como se estivesse quebrado."
Henry Ford, industrial americano que inventou a linha de montagem.
"Dinheiro compra tudo. Até amor verdadeiro."
Nelson Rodrigues, dramaturgo brasileiro.
"O que se deve fazer quando um concorrente está se afogando? Pegar uma mangueira e jogar água em sua boca."
Ray Kroc, fundador da rede de lanchonetes McDonald´s.
"Se você obtém sucesso, é sempre pelas razões erradas. Se você se torna popular, é sempre pelos piores aspectos de seu trabalho."
Ernest Hemingway, escritor americano, prêmio Nobel de Literatura em 1954.

Fonte: Internet (circulando por e-mail) Editado por Maria Rita Alonso e Rosana Tonetti

domingo, 4 de outubro de 2009

FREI TEODORO HAERKE: franciscano zeloso e desportista nato

Frei Teodoro Haerke nasceu em Hameln, no Norte da Alemanha, em 07/03/1905. Em 17/05/1928, ingressou na Ordem Franciscana Menor (OFM), cumprindo o noviciado em Bardel, chegando ao Brasil, em 17/07/1929, para receber a sua formação religiosa. Estudou Filosofia no Convento Nossa Senhora das Neves, em Olinda-PE, de julho de 1929 a julho de 1931, e Teologia, em Salvador-BA, de julho de 1931 a maio de 1934. Ordenou-se, em Salvador, em 17 de maio de 1934.
Como frade, exerceu trabalho missionário inicialmente no Convento de Salvador, depois, em João Pessoa, onde permaneceu alguns anos, daí transferindo-se para o interior de Pernambuco. Chegou ao Ceará, atuando, primeiramente, em Tianguá, e, mais tarde em Fortaleza, onde aportou em 1943, na época da II Guerra. Por dezesseis anos residiu nesta capital, estendendo a sua permanência até 1959, quando, então, foi remanejado para Canindé-CE, local em que veio a falecer em 1972.
Frei Teodoro era um homem alto e corpulento. Apesar de alemão, de nascimento, dominava muito bem o idioma português. Lecionava religião em diversos colégios da capital fortalezense, incluindo o Liceu, onde ministrava sempre a última aula, obrigando-se a voltar a pé ao convento, com o sol a pino, mas munido do seu guarda-chuva, um inseparável companheiro de caminhadas e de jornadas esportivas.
Era um modelo de franciscano, não apenas pelo hábito marrom, capucho, cordão e sandálias, mas por sua devoção ao próximo e pelos votos de castidade, caridade e pobreza, tão caros aos discípulos de São Francisco de Assis. Zeloso na aplicação dos preceitos da fé, coordenando as atividades do Catecismo, da Cruzada Eucarística e da Guarda de Honra, da Igreja de Nossa Senhora das Dores.
Mesmo sendo de origem germânica, foi uma pessoa que se integrou plenamente à alma nacional, identificando-se com o povo brasileiro, principalmente com a juventude. Fundou os times de futebol São Tarcísio, dos aspirantes, e o Montese - a equipe principal - cuja denominação foi dada em honra à conhecida batalha da II Guerra, tão festejada pelos brasileiros. Esse time amador funcionou como escola de formação de craques para as principais equipes de futebol profissional daquele tempo: Ceará, Fortaleza e Usina. Era um desportista nato, um torcedor empolgado com os seus times, que usava o esporte como instrumento de assistência espiritual e religiosa dos jovens.
No Bairro de Otávio Bonfim, fomentou a produção artística local, criando o Conjunto Teatral Santo Antônio, que encenou diversas peças, e impulsionou a programação de filmes no Cine Familiar, pertencente ao Convento, os quais eram submetidos a uma cuidadosa avaliação prévia, da sua parte, quando censurava e mandava cortar as cenas das películas que ele julgava impróprias às crianças e aos jovens.
Bastante forte era a influência que exercia sobre os jovens do Otávio Bonfim, freqüentadores da sua igreja, mantendo-os sob estreita vigilância, no que tange a outras atividades sociais, que pudessem infringir as boas práticas cristãs, ainda que realizadas fora dos muros conventuais. A sua personalidade enérgica imprimia respeito aos mais novos e, de certa forma, freava os arroubos juvenis, contendo arruaças e condutas anti-sociais, por receio das suas reprimendas.
Em Canindé, foi pároco e vice-superior da casa dos franciscanos; sua presença, entretanto, acontecia onde se fizesse necessária: no convento, na basílica, na assistência direta aos romeiros ou no acompanhamento dos problemas dos paroquianos. Jogadores profissionais de times de futebol, muitos deles egressos dos times que ele comandara, no Otávio Bonfim, costumavam ir a Canindé, para ouvir a sua mensagem evangélica, tal como ele fazia antes, e agora oferecia aos componentes da equipe local que formara e dirigira.
Seus últimos dias de vida foram de intenso sofrimento, amenizado, em parte, pela assistência dos seus “afilhados” da Guarda de Honra da Igreja de Nossa Senhora das Dores, notadamente do Sr. Francisco Martins Gonzaga, apelidado pelos antigos companheiros de Chico Tampa, que a ele concedeu gratidão, carinho, reconhecimento, e, sobretudo, amor filial.
A morte de Frei Teodoro, em Canindé, em 14 de junho de 1972, após trinta e oito anos de ministério sacerdotal, resultou em feriado escolar e municipal, com a paralisação até mesmo dos serviços essenciais no turno da tarde, quando cerca de duas mil pessoas participaram da missa de corpo presente e acompanharam o sepultamento desse querido frade.
Os jornais de Fortaleza, o Povo e o Correio do Ceará, de 15 de junho de 1972, noticiaram, com destaque, o passamento de Frei Teodoro, provocando ampla repercussão do fato, em todo o Estado.
Como homenagem póstuma prestada a Frei Teodoro, o vereador Moaceny Feliz, ex-integrante da Guarda de Honra da Igreja das Dores, aprovou projeto de lei municipal, dando o nome do querido discípulo de São Francisco a uma pequena pracinha, defronte à Capela de São Sebastião, situada na confluência das ruas Justiniano de Serpa e Quintino Bocaiúva. Por infortúnio, larápios apoderaram-se da erma revestida em bronze que o homenageava sendo que, até o momento, as autoridades municipais nada fizeram com vistas à reposição do busto surrupiado.
O nome do Frei Teodoro Haerke fez-se imorredouro, no primoroso livro de memórias de Vicente Moraes, intitulado “Anos Dourados em Otávio Bonfim: à memória de Frei Teodoro”, que o reverencia, seguidamente, nas muitas páginas que compõem a meticulosa obra.
Enfim, Frei Teodoro Haerke, saído aos 23 anos da sua Alemanha, para o Brasil, em quase quatro décadas e meia passadas no País, das quais aproximadamente três só no Ceará, conseguiu marcar vigorosa presença em todos os recantos onde o povo se acotovelada para ouvi-lo. Pregou o amor a Cristo, o respeito à juventude e a ajuda aos desvalidos, bem de acordo com o modelo de cristandade exibido pelo “povarello” de Assis.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

* Publicado in: Força viva, 14 (149): 6, 2009. (Informativo da Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Fortaleza-Ceará).
 

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