sábado, 1 de outubro de 2011

HUMOR CUBANO III

En Cuba:
- Al autobús le dicen aspirina... una cada cuatro horas.
- Al bistec le dicen Jesucristo... se habla de él, pero nadie lo ha visto.
- Al refrigerador le dicen coco... porque adentro sólo tiene agua.

¿Cómo maúllan los gatos en Cuba?
Miaaami... Miaaami... Miaaami...

¿Por qué a Fidel Castro le dicen el semáforo?...
Porque primero estuvo con los rojos (rusos), después con los amarillos (chinos), y ahora con los verdes (dólares).

Fonte: Internet (circulando por e-mail).
Nota: mantido no original em castelhano.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

PRÊMIO IgNOBEL - 2007

Aviação: Patricia V. Agostino, Santiago A. Plano e Diego A. Golombek, por descobrirem que hamsters se recuperam de jet lag  mais rapidamente quando lhes são ministradas doses de Viagra.
Biologia: Johanna E.M.H. van Bronswijk, por fazer um censo de todos os ácaros e outras formas de vida que vivem nas camas das pessoas.
Física: L. Mahadevan e Enrique Cerda Villablanca, por seu estudo teórico de como as folhas de papel amassam.
Economia: Kuo Cheng Hsieh, por patentear um aparelho que captura ladrões de banco, prendendo-os numa rede.
Linguística: Juan Manuel Toro, Josep B. Trobalon e Nuria Sebastian-Galles, por descobrirem que ratos não podem distinguir entre gravações em japonês e holandês, quando são tocadas de trás para frente.
Literatura: Glenda Browne, por estudar como o artigo definido pode ser problemático quando se tenta listar livros, artigos ou outros itens em ordem alfabética.
Medicina: Dan Meyer e Brian Witcombe, por investigarem os efeitos colaterais de engolir espadas.
Nutrição: Brian Wansik, por investigar o apetite das pessoas por comer sem motivo algum, ao alimentá-las secretamente com uma tigela de sopa auto-reabastecente.
Paz: O Laboratório Wright, da Força Aérea dos Estados Unidos, em Dayton, Ohio, por sugerir a pesquisa e o desenvolvimento de uma "bomba gay", que poderia fazer com que as tropas inimigas se tornassem sexualmente atraídos uns pelos outros.
Química: Mayu Yamamoto, por extrair fragância de baunilha de esterco de vaca.
Fonte: wikipedia.org

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A DESCOBERTA DE PITÁGORAS

Pitágoras estava com um problema de Geometria que não conseguia resolver. Não parava mais em casa, de tanto que trabalhava na solução do problema. A mulher dele, Nusa, aproveitava-se da situação e tinha relações ilícitas com 4 cadetes de um quartel, que ficava bem ao lado da residência do Pitágoras.
Um dia, Pitágoras, cansado de tanto pensar, voltou mais cedo para casa. Não deu outra: pegou Nusa no flagra e matou os 5, que faziam uma orgia.
Na hora de enterrar os safados, em consideração à esposa, dividiu o terreno do cemitério ao meio. De um lado enterrou a mulher. Então, dividiu em 4 partes o outro lado e enterrou cada cadete num quadrado.
Subiu na montanha ao lado do cemitério para descansar e meditar e, olhando lá de cima para o cemitério, achou a solução do seu problema. Era óbvio:
“O quadrado da puta Nusa é igual à soma dos quadrados dos cadetes”.
Fonte: Internet (Circulando por e-mail).

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O BRASIL ANEDÓTICO XXXII

PRETO NÂO PENSA
Domingos Barbosa - "Silhuetas", pág. 39.
Era Paula Duarte, espécie de Paula Ney maranhense, membro da Junta Governativa instituída no seu Estado com a proclamação do regime republicano, quando um popular, homem de cor, o atacou, em discurso, num comício. Preso à ordem de Casemiro Cunha, chefe de polícia, foi Paula Duarte, em pessoa, interrogá-lo:
- Por que a sua agressão? Diga!
- "Seu" doutor, - começou o preto, gaguejando; - eu pensei...
- Pensou?... - fez Paula Duarte, interrompendo-o. - Tu já viste preto pensar?
E voltando-se para o chefe de polícia:
- Casemiro, quando ele te definir o que é "pensamento", solta-o!
Nota: É politicamente incorreta; mas deve ser considerada a época do episódio.
CALDAS DE COBRE E DE OURO
Moreira de Azevedo - "Mosaico Brasileiro", pág. 24.
Domingos Caldas Barbosa, poeta popular e de cor parda, hostilizado por Bocage, improvisava à guitarra quando surgiu o português Caldas, riquíssimo negociante. Ao vê-lo, o repentista improvisou, logo:
Tu és Caldas, eu sou Caldas,
Tu és rico e eu sou pobre;
Tu és o Caldas de ouro,
Eu sou o Caldas de cobre!
Foi um sucesso.
VIZINHANÇA PERIGOSA
Múcio Teixeira - "Os Gaúchos", vol. I, pág. 205.
Era Osório ministro, quando uma tarde, em despacho do gabinete com o Imperador, um colega, que sentava logo junto, ao tomar o areeiro, bateu com o cotovelo no tinteiro, derramando-o. A tinta espalhou-se pela mesa, alcançando vários decretos da pasta da Guerra.
Osório aborreceu-se.
- Caramba, camarada! - exclamou.
E batendo os papéis:
- Não se pode acampar a seu lado!...
ESTADO DE DELIBERAR
Tobias Monteiro - "Pesquisas e depoimentos", pág. 28.
O gabinete de 7 de março batia-se contra uma oposição violenta, quando, um dia, na Câmara, um deputado mais veemente, interpretando ao pé da letra uma frase de Chateaubriand citada pelo Visconde do Rio-Branco, declarou que este já havia confessado, ele próprio, ter sido tratado como lacaio pelo Imperador.
O presidente do Conselho teve um assomo de indignação. E, grave, deixou cair, apenas, como resposta, estas palavras parlamentares, empregadas ordinariamente quando há um ébrio na assembléia:
- O nobre deputado não se acha em estado de deliberar...
Fonte: Humberto de Campos. O Brasil Anedótico (1927).

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ORAÇÃO PARA DEPOIS DOS 50...

Ó Senhor, tu sabes melhor do que eu que estou envelhecendo a cada dia.
Sendo assim, Senhor, livra-me da tolice de achar que devo dizer algo, em toda e qualquer ocasião.
Livra-me, também, Senhor, deste desejo enorme que tenho de querer pôr em ordem a vida dos outros.
Ensina-me a pensar nos outros e ajudá-los, sem jamais me impor sobre eles, mesmo considerando, com modéstia, a sabedoria que acumulei e que penso ser uma lástima não passar adiante.(ESTA É ÓTIMA, NÃO É???)
Tu sabes, Senhor, que desejo preservar alguns amigos e uma boa relação com os filhos, e que só se preserva os amigos e os filhos....... quando não há intromissão na vida deles...(ai Meu Deus, essa é difícil)
Livra-me, também, Senhor, da tolice de querer contar tudo com detalhes e minúcias e dá-me asas no assunto para voar diretamente ao ponto que interessa.
Não me permita falar mal de ninguém.
Ensina-me a fazer silêncio sobre minhas dores e doenças...
Elas estão aumentando e, com isso, a vontade de descrevê-las vai crescendo a cada dia que passa.
Não ouso pedir o dom de ouvir com alegria a descrição das doenças alheias; seria pedir demais.
Mas, ensina-me, Senhor, a suportar ouvi-las com alguma paciência.
Ensina-me a maravilhosa sabedoria de saber que posso estar errado em algumas ocasiões. Já descobri que pessoas que acertam sempre são maçantes e desagradáveis.
Mas, sobretudo, Senhor, nesta prece de envelhecimento, peço:
Mantenha-me o mais amável possível.
Livrai-me de ser santo.
É difícil conviver com santos!
Mas um velho ou uma velha rabugentos, Senhor, é obra prima do capeta!!!!!
Me poupe!!!
Amém!
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ESTE ALMOÇO NÃO SAI DE GRAÇA

Por Ricardo Alcântara (*)
A imprensa divulgou declarações dos empresários cearenses Roberto Macedo e Fernando Cirino, atual e ex presidente da Federação das Indústrias do Ceará, simpáticas a uma iniciativa da presidente Dilma Rousseff.
O elogio era pontual, referindo-se especificamente à boa disposição da presidente para desmontar alguns dos esquemas de corrupção instalados no seu governo depois de fartamente denunciados pela imprensa.
Como temos aí a boa notícia de que a sociedade se encontra acompanhada de líderes empresariais influentes na sua luta em favor da ética na vida pública, ouso sugerir a eles uma forma mais efetiva de colaboração.
Já que se mostra tão interessada em banhar o setor público nas águas transparentes da ética, a classe produtora bem que poderia se mobilizar em favor de um projeto que tramita com dificuldades no congresso nacional.
Trata-se da proposta de instituir no país o financiamento público das campanhas eleitorais, eximindo o setor privado dos encargos desse grande “investimento” e dando aos partidos condições mais paritárias de disputa.
Uma dos fatores que torna generalizada a prática da corrupção no país é que as campanhas eleitorais são financiadas pelos empresários. Quem se elege – é claro! – fica de rabo preso com as empresas que o ajudaram.
Como pode um político votar, por exemplo, pela proibição de propaganda de bebidas alcoólicas se ele recebeu dinheiro de um fabricante de cerveja para conquistar os votos que deram a ele o direito de votar questões como aquela?
Além de permitir que todos os partidos disputem eleições em condições materiais semelhantes, o financiamento público reduziria a influência do poder econômico sobre os eleitos. É solução definitiva? Nenhuma é.
Mas é óbvio demais que, no Brasil, o poder de pressão do setor empresarial, legítimo em si mesmo, excede em muito ao que seria uma medida sustentável para um sistema eficiente de representação política.
A luta em favor da medida seria uma grande contribuição que os líderes empresariais poderiam dar ao país – efetivamente mais eficaz, com certeza, do que declarações que desqualificam a classe política brasileira.
O derrame da corrupção é um sistema de duas válvulas: antes que o corrupto coloque em movimento suas manobras, outro mecanismo, mais poderoso, é acionado: as tentadoras oferendas dos corruptores. 
Os corruptos estão fartamente denunciados: são os políticos. O instituto da imunidade parlamentar os têm poupado de responder pelos seus atos. Já os corruptores, prescindem de uma lei que os proteja: o dinheiro resolve isso.
(*) Jornalista e escritor. Publicado In: Pauta Livre.

domingo, 25 de setembro de 2011

PROCURA-SE UM BOM PASTOR

Dom Aloísio, Leo Arlindo Lorscheider, * 8/10/1924 † 23/12/2007
Por Carlo Tursi (*)
Já tiveste a sensação de alguém, falecido há algum tempo, permanecer “vivo” para ti? Permanecer fortemente presente em teu pensamento, continuar a servir de farol luminoso para o teu agir? Muito mais do que certas pessoas ainda vivas?
É assim que nos acontece com personagens marcantes, fascinantes, vibrantes, visionárias. É assim que me acontece com dom Aloísio Lorscheider, cujo quarto aniversário de morte (23/12/2007) se aproxima. Tenho uma foto dele colada na minha mesa de trabalho, é verdade, mas é a imagem dele que me vem à mente quando penso na Igreja em que acredito. Por que será?
Indubitavelmente, porque dom Aloísio tinha um perfil próprio, possuía um estilo inconfundível, era uma personalidade. Não se parecia com esta imagem episcopal padronizada e imposta que impera hoje: a dos prelados pomposos, envoltos numa aura de sagrado luminoso, mas sem quase nenhuma irradiação pessoal, donos de um discurso oficioso ensaiado, homologado, genérico e – em última análise – irrelevante para os destinos do nosso mundo. Bispos sem estatura própria, meninos de recado do Grande Pai em Roma, do Santo Padre (que blasfêmia, meu Deus!), cumpridores solícitos de ordens superiores, que nunca dizem o que realmente pensam, mas somente o que são mandados para dizer em nome da Instituição Eclesiástica. Bispos que cavalgam ad nauseam velhos cavalos de batalha como o aborto e a moral sexual (dos leigos, é claro!), mas que se calam diante das maiores atrocidades e injustiças que afligem a nossa sociedade. Bispos que me entediam com o que falam e não me arrastam, pelo seu exemplo, à prática do bem, à transformação do mundo. Ao contrário destes bispos mornos, dom Aloísio era quente, na fala e no testemunho pessoal. Quer ver? Então veja:
Na fala: “Estamos fazendo bonitas palestras, pregando belos retiros [...], mas na realidade, não estamos concluindo nada! As grandes iniciativas realmente relevantes não estão saindo, porque ainda não reconhecemos, de fato [...], a função e a dignidade cristã do leigo e da leiga” (MLA* pp.144-145). Ou que tal isto: “O leigo deve ter sua própria condição dentro da Igreja. Não deveriam ser convidados leigos ‘maquiados’ e sim, leigos-leigos” (MLA p.47). “Sem luta e engajamento, não se chega à felicidade verdadeira! [...] Agora, a grande maioria das pessoas, hoje, espera do recurso ao sagrado, em primeiro lugar, proteção e defesa contra todos os males. “A motivação religiosa encontra-se muito mais próxima do medo e da insegurança do que da convicção e do compromisso” (MLA p.140). “O que acontece é que os cristãos se tornam cautelosos, não querem se expor. Está desaparecendo a espontaneidade. Para que haja mais espontaneidade deveremos, da parte do episcopado, aceitar a franqueza das pessoas. Um indivíduo que fala com franqueza não quer ofender ninguém, mas quer ajudar: isto está faltando na Igreja!” (MLA p.172). “Foram dois desafios que não foram abraçados: a opção preferencial pelos pobres e a organização das CEBs. É um desastre: O clero não acompanha as CEBs!” (MLA p.85).
Estás vendo? Qual o bispo que, hoje, ousa falar assim?
E no testemunho: Tenho fotos de dom Aloísio visitando casas e casebres no Morro do Teixeira/Castelo Encantado, subindo e descendo – na areia das dunas – os becos de favela, levando fé, esperança e amor aos pobres. Guardo ainda hoje recortes de jornal que mostram o mesmo dom Aloísio em um dos presídios mais perigosos da Ceará, o qual costumava frequentar (Qual o bispo que ainda leva a sério a palavra de Jesus: “Eu estive preso e tu foste me ver”?). Lembro-me como dom Aloísio criou e equipou o Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos na Arquidiocese, para prestar assistência jurídica às populações indefesas, sobretudo aos indígenas (perguntar não ofende: quanto o Arcebispado investe, atualmente, neste trabalho?).
Foi dom Aloísio que patrocinou experiências de formação seminarística inserida no meio popular, fora do Seminário. Também foi ele que conseguiu, por sua iniciativa pessoal, reverter uma ordem vinda do Vaticano para despedir os padres casados que atuavam como professores no curso de Teologia. Para não falar do incentivo importante que ele deu à criação da Conferência Nacional dos Leigos no Brasil – projeto abortado pela CNBB de hoje.
Por tantas palavras e atitudes corajosas e marcantes, a figura de dom Aloísio permanece vivíssima e luminosa para mim. Já não posso dizer a mesma coisa de muitos prelados pasteurizados que hoje desfilam solenemente seus paramentos em torno dos altares até desaparecem, literalmente, na nebulosidade do incenso: às vezes, me lembram os “sepulcros caiados” de quem falava Jesus... – cala-te, boca!
Salve, Dom Aloísio, salve-nos!
Bispos que me entediam com o que falam e não me arrastam, pelo seu exemplo, à prática do bem. Ao contrário destes bispos mornos, dom Aloísio era quente, na fala e no testemunho pessoal.
(*) Teólogo e professor.
Fonte: O Povo, Jornal do Leitor, 24/09/2011. p.2.
 

Free Blog Counter
Poker Blog