terça-feira, 13 de setembro de 2016

FRASES E PENSAMENTOS DE GOETHE I



1 “Somos de tal modo limitados, que julgamos ter sempre razão.”
2 “Quando o homem a si próprio não encontra, nada mais encontra.”
3 “A alma humana avança constantemente, mas em linha espiral.”
4 “Qual é o mais duro dos críticos? O amador malogrado.”
5 “A superstição é a poesia da vida.”
6 “Vida ociosa é morte antecipada.”
7 “Todos querem ser senhores, e ninguém é senhor de si próprio.”
8 “A alegria e o amor são as duas grandes asas para os grandes feitos.”
9 “Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira.”
10 “Vive quem ousadamente vive.”
Fonte: gingaronline.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

LIVROS PRA INGUINORANTES



Carlos Eduardo Novaes (*)
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Portuguêis e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Português!
A fessora se explica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a iscola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestras e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pidiu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primero a respeitar.
 (*) Escritor e articulista do Jornal do Brasil
Fonte: Publicado no Jornal do Brasil, de 16/05/2011.

domingo, 11 de setembro de 2016

O SABOR DAS MULHERES II



Atualmente tem se convencionado chamar algumas mulheres associando seu tipo com algumas frutas:
Mulher melancia, mulher pêra, mulher jaca, mulher moranguinho... e por aí vai..
Diante desta nova moda, achamos que algumas definições que ainda estão faltando
Mulher Salada: é bonita, mas quando você come descobre que não é tão gostosa assim.
Mulher Marmita: não é lá essas coisas, mas você come rapidinho.
Mulher Cafezinho de Supermercado: você nem faz questão, mas como é de graça, você aceita.
Mulher Jiló: é horrível, mas você conhece alguém que come.
Mulher Docinho de Festa: você fica com vergonha de chegar junto, então vem outro e come e deixa você chupando dedo.
Mulher Cogumelo Venenoso: comeu, tá fudido.
Mulher Feijoada: você come e ela fica te enchendo o dia todinho.
Mulher Coqueiro: pode trepar que não tem galho.
Mulher Miojo: em três minutos tá pronta pra comer.
Mulher Coca 2 litros: dá prá seis.
Mulher Bandeira de Pirata: é só pano e osso, mas ta sempre pendurada na vara.
Mulher Maverick: antiga, já esteve na moda e bebe pra caralho.
E finalmente
Mulher PT: pistoleira, quadrilheira, mentirosa, faz programa com qualquer um e depois diz que não sabe de nada (mesmo que tenha gostado da farra). É a que realmente vai foder com você ...
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
Nota do Editor do Blog: o conteúdo dessa postagem não espelha a opinião deste blogueiro, pelo tom machista e pela banalização das relações afetivas entre parceiros nela exposta. Apesar de politicamente incorreta e do uso impróprio de palavras chulas, foi reproduzida pelo caráter de humor que expressa.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

O SABOR DAS MULHERES I



Atualmente tem se convencionado chamar algumas mulheres associando seu tipo com algumas frutas:
Mulher melancia, mulher pera, mulher jaca, mulher moranguinho... e por aí vai..
Diante desta nova moda, achamos que algumas definições que ainda estão faltando
Mulher Lagosta: só come quem tem dinheiro.
Mulher Camarão: só tem merda na cabeça, mas é gostosa e você come assim mesmo.
Mulher Caranguejo: é feia e peluda, mas você bate nela, limpa direitinho e come numa boa.
Mulher Pão: tem sempre o mesmo gosto, mas você come todo dia.
Mulher Aperitivo: acompanhada de uma bebida você come e ainda acha bom.
Mulher Maracujá: é toda enrugada, mas você come e depois que come sente vontade de dormir.
Mulher Caviar: você sabe que alguém está comendo, mas não é ninguém que você conheça.
Mulher Bacalhau: você só come uma vez por ano.
Mulher Maionese de Fim de Festa: todo mundo te avisa pra não comer, mas como você está desesperado come assim mesmo; depois passa mal e se arrepende.
Mulher Rã: todo mundo já comeu, menos você.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
Nota do Editor do Blog: o conteúdo dessa postagem não espelha a opinião deste blogueiro, pelo tom machista e pela banalização das relações afetivas entre parceiros nela exposta. Apesar de politicamente incorreta e do uso impróprio de palavras chulas, foi reproduzida pelo caráter de humor que expressa.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

sábado, 10 de setembro de 2016

Um estadista para o Brasil, depressa!



Por Paulo Elpídio de Menezes Neto (*)
Em que nos faz pensar a celebração deste dia? Recobramos, hoje, a ideia da fundação do Estado e da nação brasileiros, consolidados constitucionalmente - e a vemos, mais uma vez, confrontada com um passado dominado por hesitações e arranjos, falsas visões e perigosas perspectivas presumidas. Planos, tivemo-los e não foram poucos, burocráticos na forma e limitados em sua essência.
Faltou-nos um projeto político consistente: as boas intenções, raras e encabuladas, feneceram à sombra de partidos negligentes e ineptos, espécie de sindicatos de interesses fechados, “coronelismo” rural que se urbanizou e assumiu feição moderna, embora tenha conservado a velha receita, de lastro weberiano, de solidariedade e proteção, compromisso e lealdade. Tornamo-nos modernos, com a prudência de quem não arrisca passos audaciosos: criamos instituições que não respeitamos, forjamos complexo aparato constitucional que desdenhamos, na prática jurídica e legislativa.
Ocorreu-me, por tudo isso, exumar do esquecimento, neste 7 de setembro, a memória apagada de um personagem real, respeitável, de nossa História. José Bonifácio de Andrada e Silva foi o primeiro brasileiro ministro de Estado, na regência de Pedro, antes da Proclamação da República. Muitas de suas notas e reflexões, em escritos e correspondências, conferências e debates, antes e depois de seu ministério fugaz, revelam preocupação com os aspectos arcaicos da visão corrente sobre o Brasil. Nelas estão os traços mais significativos da personalidade de Bonifácio, artífice do Estado republicano brasileiro e não só o seu patriarca.
Neles, ao lado da publicação de textos oficiais de governo, descobrimos a visão de José Bonifácio sobre questões variadas, muitas das quais aguardam, ainda hoje, encaminhamento adequado. Enfatizou ele um conjunto de circunstâncias sociais, econômicas e políticas, que lhe pareciam frear o progresso do País, a exigir solução: a redução dos latifúndios, a distribuição das terras improdutivas e o incentivo à pequena propriedade; a promoção da miscigenação do povo brasileiro, de modo a integrar todas as raças e modelar uma “cultura” comum; a abolição da escravatura e a adoção da mão de obra remunerada, a instauração do ensino público… Imaginava algumas regras para que o Estado fosse preservado e florescesse: a observância das leis (diminuí-las em vez de as aumentar); igualdade de justiça; sistema justo de arrecadação e despesa (teria previsto as “pedaladas fiscais”, em seu zelo?); que à lei não escapasse o “que furta por comissão ou omissão”; que não se abstivesse o governo de “castigar o duque, o desembargador, o general e o sapateiro”. Que a liberdade de imprensa só se submetesse à lei, “ex post facto” e não “ante factum” (a identificação de responsabilidade faz-se por meios legais, “a posteriori”).
Transcorreram mais de 200 anos, aqui estamos nós a contornar, nestes derradeiros nove meses, as mesmas previsões e temores, a rejeitar as medidas necessárias para o desate do nó górdio político do País, no doce arrimo das combinações de governo e das ambições partidárias.
(*) Cientista político. Membro da Academia Brasileira de Educação e do Instituto do Ceará.
Fonte: O Povo, 7/09/16. Opinião, p.10.
 

Free Blog Counter
Poker Blog