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quinta-feira, 21 de março de 2024

A IRRESPONSABILIDADE DE LULA

Ele reciclou a usina de besteiras de Bolsonaro

Por Elio Gaspari

Jornalista, autor de cinco volumes sobre a história do regime militar, entre eles 'A Ditadura Encurralada'

Folha de S. Paulo, 21 de fevereiro de 2024

Ao mandar Jair Bolsonaro para casa, o Brasil parecia ter se livrado de um encosto. Durante a pandemia, esse espírito duvidava da vacina, sugeria que o vírus da Covid havia sido fabricado na China e exaltava a cloroquina. Lula recolocou o Brasil nos eixos na questão ambiental e atravessou o mundo para resgatar o encosto, escorregando na casca de banana de Gaza.

No domingo passado, em Adis Abeba, ele disse que "o que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino, não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus". Com isso, abriu uma crise e foi declarado persona non grata pelo governo de Israel.

Lula já havia costeado o alambrado dias antes, no Cairo, com duas frases: "O Brasil foi um país que condenou de forma veemente a posição do Hamas no ataque a Israel e o sequestro de centenas de pessoas. Nós condenamos e chamamos o ato de ato terrorista".

Falso. O ataque do Hamas aconteceu no dia 7 de outubro. Cinco dias depois, o Itamaraty informou que a classificação do Hamas como organização terrorista competia à ONU. Posteriormente é que a ONU o incluiu em terrorismo.

Lula acrescentou: "Não tem nenhuma explicação o comportamento de Israel, a pretexto de derrotar o Hamas, está matando mulheres e crianças - coisa jamais vista em qualquer guerra que eu tenha conhecimento."

Ressalvada a falta de conhecimento, essa afirmação foi um exercício de retórica amparada na ignorância.

A fala de Adis Abeba teve a ver com a classificação do comportamento de Israel em Gaza como "genocídio". Que as tropas de Binyamin Netanyahu cometeram crimes de guerra, é certo. Genocídio é outra coisa, é um ato deliberado de exterminar um povo, esteja ele onde estiver. Em junho de 1944, com a guerra perdida, os alemães capturaram os 400 judeus que viviam na ilha de Creta. Naquele mês, o brasileiro Benjamin Levy, a mulher e a filha foram amarrados em Milão e deportados para o campo de Bergen-Belsen.

Lula já disse que Napoleão foi à China e que os americanos derrubaram Dilma Rousseff de olho no petróleo do pré-sal: "É preciso que o petróleo esteja na mão dos americanos porque eles têm que ter o estoque para guerra. A Alemanha perdeu a guerra porque não chegou em Baku, na Rússia, para ter acesso à gasolina."

A batalha de Stalingrado terminou em fevereiro de 1943, quando os alemães já haviam sido contidos em Moscou, os Estados Unidos estavam na guerra e haviam quebrado a perna da Marinha japonesa. Se os alemães chegassem a Baku, pouca diferença faria. Eles perderam a guerra por falta de gasolina.

Vale lembrar que a Segunda Guerra também não acabou porque os americanos tinham mais gasolina. Ela acabou depois das explosões de bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, que ficaram prontas em 1945.

De onde Lula tira essas ideias, não se sabe, mas no seu terceiro mandato ele se move na cena internacional com uma onipotência aplaudida por áulicos e venenosa para a diplomacia brasileira.

Durante seu primeiro ano deste mandato, firmou-se como um chefe de Estado excêntrico. A fala de Adis Abeba temperou a ignorância com irresponsabilidade.

Republicado em O Povo, de 21/02/24. Opinião. p.8.

domingo, 10 de setembro de 2023

NOMES DE BEBÊS PROIBIDOS EM ALGUNS PAÍSES IV

11. Cyanide

Em 2016, uma mãe do País de Gales foi impedida de nomear sua filha como Cyanide (Cianeto), o nome, em inglês, do veneno que matou Hitler. O caso foi levado a tribunal por uma assistente social que estava em contato com a família, e o juiz decidiu que 'nomear uma garotinha após um famoso veneno é simplesmente inaceitável'.

O irmão gêmeo da garota também tinha um nome incomum para ele - Preacher. Embora não seja tão ruim quanto o cianeto, o nome Preacher também foi rejeitado pelo juiz. Curiosamente, o tribunal decidiu que os gêmeos fossem renomeados por seus meio-irmãos mais velhos.

12. Linda

Em 2014, as autoridades da Arábia Saudita emitiram uma lista de 51 nomes que foram proibidos a partir de então no reino. Alguns foram proibidos por não serem árabes ou não islâmicos, soarem estrangeiros ou contradizerem a tradição do país. Outros, como Amir e Malika (que significa príncipe e rainha), foram rejeitados por serem títulos reais. Linda provavelmente se enquadra na primeira categoria.

Outros nomes ocidentais que foram proibidos são Alice, Sandy e Lauren.

13. Thor

Portugal proíbe nomes não portugueses e nomes que são uma referência à cultura pop. Há uma lista formal de 82 páginas que detalha todos os nomes proibidos. Por exemplo, nomear um bebê como Filipe é perfeitamente adequado, mas a versão anglicizada de Philip não é permitida.

Os nomes Rihanna e Thor constavam na lista por serem relacionados à cultura pop.

14. Harriet e Camilla

Esses nomes comuns são proibidos na Islândia, que possui rigorosas leis de nomenclatura. Há uma lista de 1.853 nomes femininos aprovados e 1.712 nomes masculinos aprovados. Qualquer pessoa que deseje nomear seu filho como algo que não consta da lista deve buscar aprovação especial de um órgão chamado Comitê de Nomeação da Islândia.

O alfabeto islandês não inclui a letra C, portanto, qualquer nome que contenha C geralmente é negado. Não houve sequer uma exceção para o ex-prefeito de Reykjavik, que não obteve aprovação para nomear sua filha Camilla. Outro caso que ganhou as manchetes foi o de Harriet Cardew. As autoridades se recusaram a reconhecer o nome dela, enquanto seu pai britânico se recusou a alterá-lo.

Até os 12 anos de idade, o passaporte islandês de Harriet dizia "Stulka" na seção de primeiro nome - significando simplesmente "garota" em islandês.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

NOMES DE BEBÊS PROIBIDOS EM ALGUNS PAÍSES III

7. Brfxxccxxmnpcccclllmmn- prxvclmnckssqlbb11116 (pronuncia-se Albin)

O tribunal teve que rejeitar a apelação de um casal de Halmstad, na Suécia, para que o nome do filho estivesse escrito legalmente ... como no título acima. O recurso foi apresentado como resposta a uma multa de US $ 750 que o casal recebeu por não registrar um nome oficial para a criança até seu quinto aniversário. Todas essas ações estranhas foram aparentemente a maneira dos pais protestarem contra a lei de nomes na Suécia.

8. Gesher

Em 1998, Kirsti Larsen, da Noruega, estava tão decidida a nomear seu bebê Gesher - a palavra hebraica para ponte - que passou duas noites na prisão. Segundo sua explicação, o nome veio a ela em um sonho.

A Noruega possui uma regulamentação bastante estrita de nomes e existe uma lista de nomes e sobrenomes legalmente aceitáveis. Gesher, como você deve ter adivinhado, não aparece na lista. Larsen teve a opção de mudar o nome do bebê, pagar uma multa de US $ 210 ou passar dois dias na prisão. Ela explica que escolheu a última porque "não podia aceitar esse absurdo, em princípio".

9. Hermione

O nome foi especialmente popular no Reino Unido durante a década de 1940 e retornou no início dos anos 2000 com a publicação dos livros de Harry Potter. A "tendência Hermione" atingiu o pico em 2004, após o lançamento do primeiro filme da série.

Embora tenha começado como um nome comum, depois que J.K Rowling o tornou famoso, acabou na lista de nomes proibidos do México. O raciocínio é que a conotação dele tem potencial para assédio moral. Harry Potter - o nome - também é banido. Nos EUA, por outro lado, 79 meninas foram nomeadas Hermione em 2018.

10. Princess

Os títulos oficiais não podem ser usados como nomes na Nova Zelândia. Isso não significa que as pessoas não tentam de qualquer maneira. As autoridades do país receberam 28 pedidos de pais que queriam nomear seus recém-nascidos como princesa e todos foram rejeitados. Outros nomes que são proibidos por serem títulos são Príncipe, Major, Bispo, Rei, Rainha, Santo e Senhor.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 9 de setembro de 2023

NOMES DE BEBÊS PROIBIDOS EM ALGUNS PAÍSES II

3. Robocop

Uma lei semelhante foi aprovada no estado mexicano de Sonora, no norte do México, em 2014, a fim de evitar o bullying nas escolas. O uso de nomes estranhos é bastante comum no México. Com a aprovação da nova lei, as autoridades publicaram uma lista de nomes que eram usados no passado e não seriam mais aprovados. A lista de nomes proibidos inclui, entre outros, Batman, Terminator e Robocop.

4. Talula Does the Hula from Hawaii

A história dessa garotinha chegou às manchetes na Nova Zelândia em 2008. Ela ficou tão envergonhada por seu nome que nunca o revelou aos colegas e aos amigos, e passou pelo apelido "K". Talula Does the Hula foi temporariamente colocada sob custódia do tribunal e recebeu permissão para mudar legalmente seu nome.

O juiz criticou severamente os pais, dizendo: 'O tribunal está profundamente preocupado com o péssimo discernimento mostrado pelos pais dessa criança [...] Um nome desses a coloca em situação ridícula e a cria desnecessariamente um problema social'.

5. Lúcifer

Aparentemente, mais pessoas querem nomear seu filho Lúcifer do que você esperaria. Em 2017, oficiais do governo alemão tiveram que intervir e impedir que um casal que vivia na cidade de Kassel nomeasse seu recém-nascido Lúcifer.

Apesar do significado literal da palavra ser 'portador da luz', a inevitável conotação de Satanás e do mal pode prejudicar a criança. Os pais finalmente concordaram em renomear o filho Lucian. Enquanto isso, 26 recém-nascidos nos EUA foram nomeados Lúcifer apenas em 2018.

6. Facebook

Este é outro nome proibido da lista publicada em Sonora, México. Embora ninguém em Sonora tenha tentado registrar seu recém-nascido como Facebook, ele foi adicionado à lista como um meio de prevenção. Em 2011, um egípcio chamado Jamal Ibrahim nomeou sua filha no Facebook.

Ele explicou sua decisão dizendo quão importante foi o papel da rede social na organização dos protestos da Praça Tahrir. No mesmo ano, o casal israelense Lior e Vardit Adler também causou alvoroço quando deram à sua menina o nome 'Like' tirado do ... botão 'Like' no Facebook.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

NOMES DE BEBÊS PROIBIDOS EM ALGUNS PAÍSES I

O nome faz a pessoa. Você concorda com essa afirmação? Muitas teorias e opiniões circulam frequentemente sobre se o primeiro nome de uma pessoa determina ou não algo sobre sua personalidade e futuro. Para algumas pessoas, é importante dar um nome singular e original ao filho ou filha, que representará sua presença única no mundo.

É justo, mas acontece que os pais não podem nomear seus bebês com absolutamente tudo o que eles querem. Esses 14 nomes, alguns bizarros e outros bastante comuns, foram rejeitados ou até mesmo banidos em países ao redor do mundo.

1. Nutella

Em 2017, um casal francês levou sua paixão pelo doce de avelã um pouco longe demais e pediu para nomear sua filha recém-nascida Nutella. No passado, esperava-se que os pais franceses escolhessem um nome de bebê em uma lista formal de opções legalmente aceitáveis. Mas em 1993, a lei foi alterada e os pais na França tiveram mais liberdade de escolha em relação ao nome de seus filhos.

No entanto, espera-se que os cartórios informem ao tribunal local caso o nome de um bebê pareça ir contra os interesses da criança e, depois de analisar o caso, o tribunal pode proibir o nome. Foi exatamente o que aconteceu com Nutella. O tribunal rejeitou o nome Nutella, pois "só pode levar a pensamentos provocadores ou depreciativos". A criança foi renomeada para Ella pelo próprio tribunal, depois que seus pais não compareceram à audiência.

2. Ikea

Da mesma forma que no caso de Nutella, o nome Ikea é proibido na Suécia, entre outros nomes que podem causar 'ofensa ou desconforto' à criança. A lei foi inicialmente criada para impedir que as famílias batizassem seus filhos com títulos da realeza sueca e, desde então, evoluiu para manter o mínimo constrangimento gerado por certos nomes.

Nos EUA, não há restrições quanto ao uso da Ikea como nome de bebê; de fato, em 1989, 72 meninas Ikeas e 9 meninos Ikeas vieram ao mundo.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 5 de fevereiro de 2022

PRAZERES DE VIÚVAS

 


Fonte: Circulando por WhatsApp. Sem os devidos créditos.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Depois de flagra, vereadores passam por teste de bafômetro na Paraíba


Cidade no sertão da Paraíba compra kit para medir álcool no sangue dos parlamentares antes das sessões
Paraíba - Depois de flagrar colegas de trabalho bêbados, o presidente da Câmara Municipal de Piancó, Pedro Aureliano da Silva (PMDB), teve uma ideia inusitada: obrigar os vereadores a fazer o teste do bafômetro antes das sessões parlamentares. A medida tem por objetivo pôr fim as brigas ríspidas entre os vereadores que, segundo o presidente da Câmara, são causadas em sua maioria pelo consumo de bebidas alcoólicas. 
A compra do bafômetro causou polêmica em Piancó, que fica a cerca de 400 quilômetros de João Pessoa, no sertão da Paraíba. A Câmara gastou R$ 1.605 com a compra do kit para o teste do bafômetro, que inclui 100 refis. A assessoria jurídica da Mesa Diretora da Câmara vai elaborar regras para o uso do teste de alcoolemia.
Para justificar o uso do bafômetro, Pedro Aureliano contou que uma garrafa de uísque caiu do bolso do paletó de um vereador durante uma discussão. “Em uma determinada sessão, os vereadores tiveram uma discussão ríspida em plenário e um litro de uísque caiu do bolso do paletó de um parlamentar, o que é inaceitável”, disse o presidente da Câmara.
O vereador Antônio Azevedo Xavier (PTN) disse que “por recomendação médica” consome bebidas alcoólicas diariamente. Afirmou ainda que não é o único parlamentar de Piancó que faz isso. “Todos os parlamentares aqui bebem. Eu mesmo tomo cinco ou seis doses de uísque por dia, mas por recomendação do meu cardiologista”, afirmou Xavier. Ele observou que consome bebidas somente pela manhã e que as sessões ocorrem à noite.
Na tentativa de moralizar a Câmara de Piancó, o presidente Pedro Aureliano disse que pretende tomar outras medidas para coibir casos de mau comportamento entre os vereadores. “Nas esquinas , soube que o povo também chamava (a Câmara de Vereadores) de ‘canil’ em virtude das brigas semelhantes às de cachorros. Se eu não tomasse medidas moralizadoras, a casa iria fechar”, afirmou. Pedro Aureliano informou que, se os vereadores se comportarem e participarem sóbrios das sessões, o bafômetro será doado à PM.
O bafômetro custou R$ 1.605e foi comprado em outubro de 2015.
Fonte: Jornal O Dia. De 6/2/16.

domingo, 11 de novembro de 2018

AS AVENTURAS DO PIRATA


Um marinheiro e um pirata estavam conversando, contando um ao outro sobre suas aventuras no mar. O marinheiro, que observou com admiração que o pirata tinha uma perna de pau, um gancho no lugar da mão e um tapa-olho, decidiu perguntar:
"Como você ficou com essa perna de pau?"
"Nós estávamos em uma tempestade e uma onda me jogou no mar. Eu caí entre tubarões e, enquanto os meus companheiros tentavam me salvar, um tubarão arrancou minha perna."
"Uau! Que dor!", respondeu o marinheiro, que continuou perguntando: "E o que aconteceu com sua mão? Por que você tem esse gancho?"
"Bem...", disse o pirata, "fomos atacar um navio e, enquanto eu lutava, a espada de um inimigo cortou fora a minha mão".
"Que azar!", exclamou o marinheiro. "E como você perdeu seu olho?"
"Uma pomba estava voando e fez cocô no meu olho", disse o pirata.
"Não me diga que você perdeu o olho por causa de cocô de pombo?!", respondeu o marinheiro.
"Não é bem isso... É que eu ainda não tinha me acostumado com o gancho..."
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

terça-feira, 3 de julho de 2018

LINGUIÇA X COBRA



Fonte: Circulando por e-mail (internet) e i-phones.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Homem é preso por dever pensão alimentícia a si mesmo no DF


Por Wanderley Preite Sobrinho
Um auxiliar de limpeza no Distrito Federal só conseguiu deixar a cadeia após ação da Defensoria Pública. O homem ficou preso por 16 dias por dever pensão alimentícia a si mesmo. O rapaz de 34 anos, cuja identidade é preservada por segredo de Justiça, só poderia sair da cadeia se depositasse a quantia na própria conta bancária.
O defensor público Werner Rech contou ao UOL que o homem ficou preso por 16 dias até que a Defensoria ficasse sabendo de seu caso em uma das visitas que realiza à carceragem. Ele explica que o auxiliar acabou na cadeia em agosto graças a um processo movido pela mãe do garoto em 2015.
Na época, a mulher cobrou na Justiça o equivalente a meio salário-mínimo - hoje em R$ 937 - pelo período de dois meses em que o rapaz esteve desempregado e não pôde pagar a pensão. Mas 60 dias depois de abrir o processo, ela morreu. A partir de então, o menino passou a morar na casa de vizinhos em Minas Gerais.
Ao ficar sabendo do falecimento pela atual mulher, o auxiliar buscou o garoto, que não via há 13 anos e meio. Mãe e filho haviam deixado Brasília para morar em Minas Gerais em 2003, quando a criança tinha um ano e meio.
De acordo com o defensor, o pai chegou a receber intimação da Justiça, mas achou que fosse trote porque seu filho já morava com ele. Em agosto, no entanto, a polícia o prendeu na região administrativa de Sobradinho.
Para reverter a pena, a Defensoria apresentou à comarca de Minas a certidão de óbito da mãe e o comprovante de escolaridade do garoto. Segundo o defensor, a contradição começou no momento da execução da sentença: não havia conta para depósito porque quem ajuizou a ação tinha morrido e o sentenciado não poderia pagar em juízo porque teria de fazê-lo para si próprio.
Para Rech, o caso revela como a Justiça ainda acredita que a cadeia "é remédio para qualquer situação". "Os instrumentos judiciais são a penhora ou a prisão. O que acontece é que as causas para o débito não são muito bem esclarecidas em juízo, e uma prisão deveria ser estudada melhor para que o encarceramento não seja uma solução para tudo no país."
Ele lembra que, desde maio de 2016, mudanças no Código de Processo Civil sugerem que se penhore até 50% do salário do devedor da pensão para garantir o sustento da criança.
Por ter sofrido constrangimento por uma prisão injusta, o homem pode pedir uma indenização ao Estado. "O STF já julgou um caso precedente sobre danos morais por superlotação [em cadeia]. Em outros julgamentos, a prisão injusta também acarretou dano moral."
Para Rech, essa ferramenta judicial pode servir de "um meio para fazer o Estado pensar um pouco mais antes de determinar uma prisão civil, que deveria ser leve, branda".
Fonte: UOL de 27/09/2017.

domingo, 2 de abril de 2017

PEIDO DE FRANGO


Fonte: Circulando por e-mail (internet). Foto e montagem sem autorias explícitas.

sábado, 1 de abril de 2017

O “CURA” QUASE TUDO


Para marcar a chegada do Dia da Mentira, eis a mensagem de alguém que “cura” quase tudo.
Fonte: Circulando por e-mail (internet). Foto sem autoria explícita.

MENTIRA SÓ AOS DOMINGOS


Para marcar a chegada do Dia da Mentira, eis a mensagem de alguém que “só mente” aos domingos.
Fonte: Circulando por e-mail (internet). Foto sem autoria explícita.

domingo, 12 de março de 2017

Convite Missa de 7º Dia Inusitado


Fonte: Gazeta do Oeste, de Mossoró-RN, 4/4/1997. Circulando por e-mail (internet). Foto de recorte sem autoria explícita.

sábado, 4 de março de 2017

Anomalia ortográfica


Fonte: Circulando por e-mail (internet). Foto sem autoria explícita.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Ampliação do mês de fevereiro de 2017

 

Fonte: Circulando por e-mail (internet). Foto sem autoria explícita.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Garrafadas para todos os males


Fonte: Circulando por e-mail (internet). Foto sem autoria explícita.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Pobre Jesus! Estátua de Cristo recebe restauração bizarra no Canadá


Do UOL, em São Paulo

Surgiu uma concorrente de peso para a "pior restauradora do mundo". a dona Cecilia Gímenez, 81, que tentou reparar o afresco "Ecce Homo", do século 19, na Espanha.
A artista revelação do momento, Heather Wise, mora no Canadá e restaurou uma estátua de Jesus ainda bebê em uma igreja de Sudbury, que havia sido decapitada há cerca de um ano.
Mas a restauração vem causando mais polêmica do que o vandalismo. 

Pin it. Reprodução/TV CBC
Por cerca de 10 anos, quem passava na frente da igreja viu uma estátua de pedra branca de Maria com Jesus bebê. Agora, vê uma cabeça de argila que mais se parece com um personagem dos Simpsons do que com Jesus.
Wise passava em frente à igreja quando viu a estátua e resolveu restaurá-la. Ela aprendeu a esculpir em uma faculdade local, mas nunca tinha trabalhado com pedra. A artista conta que passou horas esculpindo na argila. A ideia era fazer algo temporário para enfim, no ano que vem, terminar a obra em pedra branca.

Estátua de Jesus recebeu uma cabeça de argila
 
"Fazer a estátua de Jesus bebê para uma igreja é uma honra para minha carreira artística", afirmou ela em entrevista ao canal de TV CBC.
No entanto, quando a nova cabeça feita de argila foi colocada sobre a estátua, há duas semanas, os paroquianos reagiram com espanto.
Além de não parecer em nada com Jesus, a cabeça está se desfazendo com as chuvas.
Fonte: UOL Notícias, 21/10/2016. Imagens Pin it. Reprodução/TV CBC.

 

 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

A curiosa história da mulher que fez a Inglaterra acreditar que havia dado à luz 18 coelhos


Mary Toft acreditava que havia dado à luz coelhos (Domínio Público).
Por Lucy Burns, da BBC
Celeuma causada pelo 'fenômeno' do século 18 fez até com que médicos da família real estudassem o caso; mas o que realmente aconteceu com Mary Toft?
No início do século 18 na Inglaterra, correu a notícia de que uma mulher dava à luz coelhos.
"Desde que escrevi pela última vez, a pobre mulher deu à luz três novos coelhos, todos eles mal-formados. O último durou 23 horas dentro do útero antes de morrer. Se você conhece alguma pessoa curiosa que queira ver isso com seus próprios olhos, parece que ela (a mulher) tem outro coelho em seu útero. Não sabemos quanto mais há lá dentro".
Esse foi o texto da carta escrita por John Howard, um cirurgião de Guilford, na Inglaterra, a Nathaniel St. Andre, médico da corte do rei George 1º, em 1726. A pobre mulher era Mary Toft, de 23 anos.
Diante da curiosíssima história, St. Andre não hesitou em ir examiná-la.
"Em 23 de abril, enquanto urinava em um campo, ela viu um coelho perto dela. Por isso, ficou fixada nesses bichos", reportou o médico real.
"Desde então, sente um desejo constante de comer coelhos, mas é pobre".
Toft estava grávida quando viu o coelho e, aparentemente, teve um aborto espontâneo pouco depois.

Mãe de coelhos

"Hoje parece algo descabido, mas temos que entender que naquela época existiam muitas dúvidas sobre a concepção. Havia gente estudada que acreditava que mulheres podiam afetar o desenvolvimento dos ossos do bebê apenas com a força do pensamento", explica Karen Harvey, professora da Universidade de Sheffield e autora de um livro sobre Mary Toft que será publicado nos próximos meses.
Foi depois de perder o bebê que Mary começou a dizer que estava dando à luz a partes de coelhos. Apesar de que saíam mortos de seu ventre, e nunca inteiros, eles pareciam estar saltando em sua barriga, segundo o depoimento de outro médico que a examinou, Richard Manningham.
"Definitivamente havia movimento em uma parte do lado direito de seu estômago", escreveu.
Os médicos pareciam acreditar nessa versão. O próprio St. Andre disse ter visto "nascer o 15º coelho", mas outro médico real, Cyriacus Ahlers, não estava muito convencido.
"Fiz algumas perguntas ao paciente que ela não foi capaz de responder. Observei-a com atenção, pois ela caminhava pela casa com os joelhos juntos, como se tivesse medo de que algo caísse".
Ahlers também testemunhou um "nascimento".
O caso de Mary Toft provocou intenso debate no meio médico (Wellcome Library, Londres).
 
"Tinha sérias suspeitas, mas simulei grande compaixão e ajudei a cuidar da mulher, o que me deu a oportunidade de conversar com o médico sobre tudo pelo qual a mulher tinha passado. Disse que o rei lhe daria uma pensão..."
Segundo alguns historiadores, o dinheiro era a motivação de Toft.

O princípio do fim

Mas a verdade começou a vir à tona quando Ahlers examinou os restos mortais dos coelhos "nascidos" e encontrou detalhes suspeitos: havia pelotas em seus estômagos, o que indicava que tinham comido feno, e algumas de suas partes pareciam ter sido cortadas com facas.
"Tecnicamente, Mary Toft deu à luz coelhos. Durante meses, partes dissecadas foram introduzidas em seu corpo e ela as expeliu horas depois. Era um processo incômodo e muito realista".
Toft foi levada a Londres, onde esperou o nascimento de seu "18º coelho". O caso já tinha ganho destaque na imprensa, não apenas positivamente: o satirista William Hogarth fez uma caricatura ironizando a situação.
"Até a mentira ser revelada, ninguém comeu coelho", disse um relato da época.
"Foi incrível que tenham seguido com a fraude em Londres, observados de tão perto. Era óbvio que seriam desmascarados", conta Harvey.
A história começou a mudar quando um dos empregados da casa em que Toft estava hospedada relatou que ela havia pedido que ele lhe trouxesse o "menor coelho que encontrasse".
Richard Manningham, um dos médicos que a tinham examinado antes, foi uma das vozes mais indignadas com as nov as revelações.
"Insisti que confessasse a verdade. Disse-lhe que era uma impostora e que por isso faria um experimento bastante doloroso", escreveu.
Foi quando a mulher confessou. Em uma série de depoimentos cheios de contradições, Toft finalmente deu sua versão dos fatos.
"Tive um parto horroroso. Algo monstruoso saiu de dentro de mim, logo depois de ter visto coelhos. Meu corpo estava aberto, como se um bebê tivesse saído. Tive uma dor imensa, como se meus ossos estivessem se quebrando dentro de mim".
Suas confissões, porém, tinham três finais distintos. Em uma versão, nega a fraude. Nas outras, implicou a mulher de um afiador de facas e mesmo a própria sogra. O doutor St. Andre, que a princípio havia acreditado na história, retratou-se.
"Estou completamente convencido de que isso é uma fraude abominável", escreveu ele.
Toft foi presa, mas como simulação de gravidez não era crime, foi solta logo depois. Morreu em 1763, anos depois, e nunca se livrou da má fama: em seu atestado de óbito, ela consta como "Mary Toft, viúva e impostora dos coelhos".
O caso teve grande repercussão no meio médico britânico, que se viu alvo de zombaria pública. Foi citado até por filósofos: Voltaire, no ensaio Singularidades da Natureza, mencionou a história de Mary Toft para criticar a Inglaterra pelo que classificou como influência da ignorância da religião.
Fonte: BBC Brasil / UOL Notícias, de 28/9/2016. Imagens Pin it.
 
 

 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mulher velada viva conta que assustou crianças e se sentiu bem no caixão


Vera realizou seu sonho na funerária Plasfran. (FOTO: Maryo Jorge Tribuna do Ceará)
Por Rosana Romão
Vera Araújo, de 44 anos, passou nove horas dentro de um caixão para realizar sonho.
A dona de casa Vera Araújo, que sonhava em ser velada como defunta ainda viva, decidiu aproveitar um pouco mais a experiência nesta quinta-feira (3/11/16). Em entrevista ao Tribuna do Ceará, de dentro do caixão, Vera disse que “se sente muito bem” na caixa de madeira e revelou as brincadeiras com as crianças curiosas durante sua experiência. A realização do sonho da dona de casa, que mora em Camocim, no Interior do Ceará, aconteceu no Dia de Finados, com a ajuda de uma funerária, e repercutiu em todo o Brasil.
A fama nacional não inibiu Vera Araújo que, nesta quinta-feira (3/11), voltou à funerária e, com muito bom humor, entrou no caixão novamente. O desejo era de longa data, cerca de 14 anos. Antes, já era conhecida por acompanhar velórios, mesmo sem conhecer o defunto.
Durante toda a entrevista ao Tribuna do Ceará, Vera falou de dentro do caixão.
Eu gosto de velório, de pegar, ajudar a levar o caixão. Sempre quis saber como era (estar dentro), há 14 anos eu tinha esse sonho. Até que falei com o dono da funerária, que queria fazer como um teatro no Dia de Finados. Ele perguntou se eu tinha coragem, e eu fui”, relembra Vera Araújo.
9 horas dentro do caixão
Ela ficou de 8h às 17h da quarta-feira (2/11) dentro do caixão, sem sair nem para ir ao banheiro. O velório aconteceu na Funerária Plasfran e no Cemitério Jardim Eterno, localizados no centro de Camocim, no Ceará. Vera preferiu não se alimentar e tomou apenas água de coco e chá. “Eu me senti tão bem dentro do caixão”, brinca.
Ela conta que estava confortável e que parecia estar na sua própria cama, dormindo por três vezes. “Eu fingia que estava morta mesmo. Tinha hora que eu falava com as pessoas, tirei foto com um monte de gente, mas, na maior parte do tempo, era como morta. Tinham crianças que chegavam perto, curiosas, e, de repente, eu abria os olhos. Elas se assustavam, mas depois começaram a rir. Até peguei na mão de algumas”, completa.
Vera é bastante conhecida em Camocim, principalmente na região onde mora, na Praia do Maceió. Tanto pela vontade de estar perto dos mortos quanto por ter trabalhado por vários anos como mototaxista.
Eu gosto de conversar, de tirar brincadeira, então todo mundo me conhece. Aqui eles me chamam de prima Vera, como se eu fosse da família”, explica.
Repercussão com os filhos
A fama, que levou seu nome para várias partes do Brasil, chegou até o filho Leandro, de 26 anos, que reside em São Paulo. Ele se irritou com alguns comentários que tratavam Vera de forma negativa.
Ele apoia a mãe em tudo, e nesse momento não seria diferente. Enviou um áudio para o grupo da família no Whatsapp a defendendo. Já o filho mais novo, Carlos, de 17 anos, disse que estava com medo das brincadeiras que ouviria na escola e cogitou omitir que Vera era sua mãe.
Eu disse pra ele deixar de ser besta e dizer que é meu filho sim. Não tem porque sentir vergonha, porque eu que quis, e não ele”, ri. Apesar das brincadeiras, ela diz que acompanha velórios desde os 15 anos, porque se sente bem nesses locais.
Algumas pessoas disseram que ela está desafiando Deus, mas Vera discorda. “Eu não tenho medo da morte, não. Deus me criou e ele sabe quando vai levar. Qualquer hora a morte pode vir. Minha mãe já paga o plano funerário, então tá tudo certo”, conclui.
Fonte: Tribuna do Ceará, 3/11/2016.
 

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