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sábado, 25 de julho de 2026

ELSIE STUDART: treze anos de sua partida

Hoje, ao tempo em se comemora o Dia do Escritor, somam-se treze anos do desaparecimento trreno da Profa. ELSIE STUDART GURGEL DE OLIVEIRA, que faleceu, em Fortaleza, em 25/07/2013.

Ao longo desses anos, como demonstração de amizade e de estima, que por ela devotamos, temos procurado recordar a sua memória, por intermédio de homenagens especiais, divulgação de artigos sobre ela e lançamentos de sua produção literária póstuma.

Dela dispomos ainda de material esparso, mas o bastante para editar mais duas ou três obras póstumas, assim que lograrmos reunir o apoio financeiro para bancar a impressão física desses livros ou, quiçá, como possível alternativa, optar pela editoração eletrônica a ser hospedada em site apropriado.

Nos últimos dias, passamos a prospectar os meios necessários para enfeixar uma nova publicação, focada em textos relacionados com o DNOCS, órgão federal em que ela trabalhara por muitos anos, até a sua aposentadoria por tempo de serviço.

Isso tem cooperado, também, para amainar a saudade que nos atinge desde quando ela retornou à Casa do Pai.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Amigo da família Studart Gurgel

sábado, 18 de julho de 2026

Amizade abusiva Parte 2/2

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

- Amizade possessiva e pegajosa. 

Na verdade, um conflito interior de carências e de baixa autoestima, busca, incessantemente, uma tábua de garantir alguma segurança, uma vez que a instabilidade emocional cobra, de maneira possessiva, tornando-se insana obsessão. O ciúme enverga o rigor do bastão do controle, com investidas contra até mesmo um sorriso inocente. Este tipo doentio de amizade não abraça, prende; não dialoga, impõe; não confia, sufoca. Atitudes, que tentam isolar até mesmo do círculo de familiares. Trata-se de uma amizade, que consome e que pode chegar a níveis, altamente, perigosos. Características, que apontam tal amizade: chantagem emocional, invasão de privacidade, vitimização e outras.

- Amizade subserviente e dependente. Esta modalidade também é disfuncional. Enquanto uma parte desdobra-se em servir e ser agradável, a outra parte não reage com cumplicidade, ou seja, não há mutualidade. Há uma carência e uma dependência emocional, com forte medo de perda, se não permanecer, irrestritamente, ‘servil’; e uma ansiedade angustiante termina por uma anulação pessoal, cedendo a atitudes abusivas. Cedo ou tarde, vem o desgaste pelo desequilíbrio ‘inter pares’.

- Amizade dominadora. Pior que ‘um chato de galocha’, esta amizade tóxica é própria de pessoas autossuficientes, egoístas e orgulhosas, com laivos de narcisismo. Determina regras e cobra atitudes, chegando a impor sua vontade, seus valores e suas opiniões. Aponta defeitos, estabelece limites e trata a outra parte como ‘tabula rasa’. Não há espaço para diálogo, nem para críticas.

- Amizade interesseira. Enquanto ferve a panela, prospera a amizade. Na verdade, não há traços vinculantes de afeto, nem dança de empatia. O móvel deste relacionamento é a conveniência para um ou para ambos. A aproximação está sujeita a necessidades, ou seja, quando surgem problemas, sendo que, na maioria das vezes, também não há reciprocidade, se é a outra parte que está precisando de apoio.

- Amizade predadora. Este modal pode-se dizer que é o extremismo do anterior. Os motivos que levam a este tipo são diversos, inclusive a vingança e a inveja, no sentido de falsear sentimentos para extrair vantagens excessivas, que minam bens, segurança e podem anular sonhos e conquistas pessoais. A máscara de empatia busca barganhar confiança da outra parte, com o objetivo de manipular e explorar: dourar a pílula não transforma em ouro ouropel.

O predador intenta anda isolar a pessoa de amigos e de familiares, que possam denunciar a exploração.

Nada, portanto, mais triste e deprimente, quando toda uma afeição amigável é contrastada pela hipocrisia e traição de quem se tinha a certeza de que fluía uma verdadeira amizade e sincera.

Nossa contingência, sabe-se, exibe uma caixinha de surpresas, que orquestram nossas fragilidades, mas norteiam também nossas qualidades, ainda que idiossincrasias internas possam ocultar algumas ou, infelizmente, quase todas. E tudo isso tem um balizamento pelo nosso livre arbítrio, o qual, por sua vez, atende aos alicerces que fundamos no nosso ser e nos torna responsáveis pela amizade que cativamos, como diz o Pequeno Príncipe.

Enfim, a amizade precisa aprender que a atitude do amigo deve ser mais compreensível do que repreensível, porém sem se furtar, tampouco omitir-se em momentos necessários. E, mais do que isso, a prudência deve conjugar-se com a sabedoria, ao compreender que cultivar uma amizade é tomar consciência de que neste jardim, não florescem rosas sem espinhos e que os espinhos falam da humildade e simplicidade, ao lado das rosas, que exalam prazer e alegria. Sem essa consciência assumida, não é de estranhar que se pode perder num minuto uma amizade de muitos anos, talvez, sem mesmo dar tempo de ouvir o ‘canto do cisne’, porque a hora não demora.

Dignidade humilhada e ferida, triste amizade perdida.

E, no caminho, que não se ouça nenhum aboio, porque a toada é do apoio afetuoso, que anda ao lado.

Uma saudável quinta-feira, com as bênçãos de Deus e a proteção de Maria!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 25/06/26.


Amizade abusiva Parte 1/2

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

- Alguma vez, passou-lhe pela mente o termo ‘amizade de araque’?

- Alguma vez, conheceu uma decepção de amizade?

- Você já ouviu: quem tem um amigo ‘assim’ não precisa de inimigo?

Relacionamentos humanos não têm bola de cristal, nem são imunes às fragilidades e instabilidades da natureza humana. Não há um padrão, nem existe uma receita. São uma construção, cuja beleza e segurança provêm de seus fundamentos, da pedra de base.

Antes do uso da razão, somos movidos por emoções, cuja coordenação nos vem na aprendizagem, que nos é dada, inicialmente, no colo materno e no convívio familiar. É de pequeno que se começa a forjar o caráter, que nos marcará tanto relacionamentos intrapessoais como amizades e amores.

Somos todos seres de relacionamento, no tecido social ao qual nos associamos, como próprio de nossa natureza, mesmo antes de nosso nascimento. E, a partir de nosso epicentro, criamos uma interatividade mútua e vamos aprendendo e vivenciando papéis que o convívio social exige de nós. Nossa individualidade nos caracteriza e, com ela e, através dela, estabelecemos relacionamentos de diversos matizes.

Existem as amizades serenas, onde a mutualidade de respeito e afeto sela a dignidade entre os amigos. Este modal traz o sinete das individualidades envolvidas e busca superar os mal-estares que, por certo, surgirão: o melhor amigo, um dia, magoará o outro e é, nessa situação, que o valor da amizade se manifesta, no diálogo amistoso e no apoio da correção honrosa ou no desvalor de uma acusação impiedosa sem diálogo e numa penalidade, estranhamente, desonrosa; e, num minuto, pode-se esvair uma amizade, cujo terreno parecia fértil e ora desnuda-se, mostrando-se pedregoso: ‘amicus certus in re incerta cernitur’.

Há amizades, que, de fato, não mereciam ser assim denominadas. São as ditas amizades abusivas ou tóxicas, aquelas, cujo foco não é o bem-estar de ambas as partes, ou quando interesses outros, que não empáticos, dominam uma das partes. Eis algumas dentre muitas outras tipologias:

--- Continua

Uma boa quarta-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 25/06/26.


terça-feira, 7 de julho de 2026

ACENO DE AMIZADE

 Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie

O tempo não traga amizade;

Amizade, que a gente tem,

Tem, no peito, uma certeza,

Certeza de lealdade gloriosa,

 

Gloriosa é uma amizade gostosa,

Gostosa como o néctar dos deuses;

Deuses lhanos, que povoam minh’alma,

Alma que jamais se quer brejeira.

 

Brejeira, pois, não adjetiva a confiança,

Confiança, pedra angular do afeto,

Afeto, que é bom, se o perdão corteja,

 

Corteja pra não quebrar o apreço,

Apreço, quando uma pedra quebra,

Quebra o vergueiro e aterroriza lastros da amizade.

 

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 10/06/26.

terça-feira, 17 de março de 2026

Por que relacionamentos definham?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie (*)

Relacionamentos de amizade e, sobretudo, de amor, começam com muito elã, com muito aconchego, mas, com o passar do tempo, muitas vezes, esse elã e esse aconchego vão diminuindo, por vários motivos. A rotina instala a mesmice, a casa emudece, as paredes ensurdecem, e os ambientes, cegos, monologam. As conversas diminuem e os encontros tornam-se frios.

Esse ramerrão, que anula sentimentos e mata relacionamentos, pode descambar para um afastamento, que, aos poucos, vai configurando uma separação de corpos, de afetos, de atenção, de cuidados até um rompimento total e irrecuperável.

Às vezes, acontece uma solidão discreta, surda e invisível aos outros, mas sentida e demonstrada através de sorrisos amarelos e palavras, que não implicam a força real de um relacionamento. Esse mal-estar silencioso instala um distanciamento erosivo e a dimensão emocional começa a desmilinguir-se, a partir de uma dissonância interior acerca da validade da continuidade do relacionamento; perdem-se a espontaneidade convivencial, a alegria do sabor do encontro e o ambiente torna-se mais do que frio, por vezes, tempestuoso.

O espirito também ressente-se e começa a encolher-se, não encontrando guarida coloquial de partilha e de reciprocidade.

É importante considerar que as pessoas não renunciam àquilo que são, elas continuam sendo o que elas são. E, quando buscam apresentar máscaras apenas de qualidades e virtudes, a realidade cobra alto preço do estorvo do ‘si mesmo’ de cada um, pois, a sua farsa impede qualquer tipo de correção, de adaptação e de ajustes e parte para acusar e cobrar mudanças do outro.

Tanto na vida social, familiar e relacional, o autogerenciamento e o autocontrole precisam ser aprendidos e ativados, no sentido de que ninguém se relaciona com pedaços, tampouco com máscaras, se o objetivo é estabilidade, serenidade e paz; sem ocultar nem fugir, nem menosprezar a ‘si mesmo’, senão cultivar o equilíbrio e a autoestima, com humildade e sinceridade e abertura. É impossível tentar burlar a identidade pessoal, sem infames sequelas traumáticas.

O elã, que motivou o relacionamento, volto a dizer, pode amainar um pouco, ou mesmo debilitar-se, mas pode ser reavivado pela prudência, pela gestão das emoções e atitudes, pela adaptação respeitosa de caracteres e o autocontrole, em vista de construir ou reificar o sentido do relacionamento e da amizade.

Não se trata de ‘renunciar’ à sua identidade, aos seus sonhos, senão de aprender que não há paz com máscaras, nem amor sem abertura ao outro.

Não é o outro que deve mudar, são os dois que precisam se entender e se adaptar.

Tenhamos uma boa terça-feira,  com as bênçãos de Deus!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 17/02/26.


sexta-feira, 25 de julho de 2025

ELSIE STUDART: doze anos de sua partida

Hoje, quando se comemora o Dia do Escritor, completam-se doze anos da perda deste mundo menor da Profa. ELSIE STUDART GURGEL DE OLIVEIRA, falecida em Fortaleza, em 25/07/2013.

Por todos esses anos, como ratificação de apreço e de afeição, que por ela nutrimos, temos buscado preservar a sua memória, por meio de homenagens especiais, publicação de artigos sobre ela e lançamentos póstumos de suas obras literárias.

Recentemente, inserimos no livro “Laudamus Vos”, de nossa lavra, o texto “ELSIE STUDART: uma existência profícua e sensata”, contendo uma síntese biográfica em sua homenagem.

Ainda dispomos de material suficiente para editar mais dois ou três livros póstumos, assim que obtivermos os recursos monetários para arcar com a impressão dessas obras ou, talvez, como possível alternativa, cuidar da editoração eletrônica para ser abrigada em site adequado.

Isso tem colaborado, também, para amenizar a saudade que nos infringe desde quando partiu para outro plano.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Amigo da família Studart Gurgel


quinta-feira, 24 de julho de 2025

AMIGOS

Por Tales de Sá Cavalcante (*)

Na década de 50, minha mãe, Hildete, e meu pai, Ari, iniciaram a edificação da casa de seu sítio ao mesmo tempo que seu vizinho começava a sua. Os imóveis situam-se às margens da bucólica lagoa tão enaltecida por José de Alencar em "Iracema". Descreve o autor em sua ficção que Messejana tem o significado de "lagoa abandonada", onde se deu o abandono de Iracema por Martim.

Ali meu pai e seu vizinho, em vez de abandonarem o próximo, resolveram unir-se. Construíram uma cacimba circular dividida ao meio pelo muro que, se fosse uma linha reta, seria o diâmetro. Com uso esporádico, a água poderia ser repartida. Será que hoje 2 confinantes concordariam em usar o mesmo poço? Talvez não adotassem o lema dos 3 mosqueteiros de Alexandre Dumas, pai. E então qualquer um seguiria por si e mais ninguém.

Que o exemplo da cacimba nos estimule a conseguir, possuir e preservar amigos, atitudes que inclusive proporcionam boa saúde física, mental e emocional. Renunciemos, portanto, ao egoísmo motivado por fatores vários dos novos tempos, principalmente o uso de celular. Como experiência, sugiro ao leitor que, quando em um restaurante, conte em cada mesa o número de pessoas que dialogam entre si e quantas preferem o múltiplo uso do telefone móvel ao desprezarem quem está a seu lado.

A maior vivência em coletividade traria paz e, por consequência, menos violência ao nosso país, e assim nos aproximaríamos do nível de Weggis, na Suíça. Nessa pequena cidade, a seleção brasileira concentrou-se antes da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Lá, "a única delegacia policial existente só abria duas vezes por semana, e seu prefeito, à época, não lembrava quando aconteceu o último crime".

Hoje, a mídia diz não haver registro de crimes na história da cidade. "E a delegacia, um pequeno escritório, abre três vezes na semana. Quem quiser reclamar algo, preenche um formulário e coloca numa caixa de correio." Chegaremos a esse grau? Que tal seguir o indígena que treinava para sua flecha alcançar a Lua? Nunca alcançou, porém era a que ia mais longe.

(*) Reitor do FB UNI e Dir. Superintendente da Org. Educ. Farias Brito. Presidente da Academia Cearense de Letras.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 26/06/25. Opinião, p.18.

quinta-feira, 26 de junho de 2025

TARDE NA GAUDINCHA

A Bete e Ricardo Bezerra

Fui convidado, na última sexta-feira, a tomar parte em uma reunião à tarde na Gaudincha, residência que o professor, arquiteto e compositor Ricardo Bezerra e a sua mulher Bete mantêm na Cidade 2000. O convite logo mexeu com a minha memória: uma fotografia aérea em preto-e-branco tirada no ano de 1970 do novíssimo bairro, com suas mínimas casas arranjadas num xadrez cartesiano, marcado pelos cheios e os vazios, e sua praça central, cujo desenho lembra a derretida taça Jules Rimet, o famoso caneco, ganho pela Canarinho no Tri do México na mesma data. Miesiano de carteirinha e já avisado sobre o que iria encontrar, preparei-me para não gostar e botar defeito, como todo arquiteto metido (e há outro tipo?). O certo é que ganhei uma das melhores aulas da vida.

Depois de acionar um chocalho que serve como campainha, fui calorosamente recebido pelo meu anfitrião e por alguns colegas e amigos que já lá estavam. O térreo é ocupado pelo atelier de um pintor, cujos trabalhos são muito coloridos e movimentados. A casa se organiza espacialmente em torno de um núcleo hidráulico, uma torre de banheiros e caixa d'água. Subimos por uma escada tortuosa revestida com lascas de cerâmica. Só então compreendi a razão de ser do nome da morada: uma homenagem a Antoni Gaudí (1852-1926), arquiteto catalão, autor de obras célebres que marcam a paisagem de Barcelona, e a Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha (1933 - 1983), grande jogador, famoso pela imprevisibilidade dos seus dribles, condição essa presente na casa.

Chegamos a uma varanda agradável voltada ao sul. Já nos aguardava um belo bule de café forte e quente, além de uma quituteira com tapiocas de coco de receita tradicional. O volume central estabelece à sua volta espaços com usos diversos, onde se pode trabalhar, comer, dormir, conversar ou curtir a vista das dunas da Praia do Futuro. Móveis e objetos retrô (sorry, tricolores) voltam à vida através da generosidade dos donos da casa. Enquanto batíamos papo, descobri ou imaginei que a Gaudincha era um jardim vertical de trepadeiras floridas que, na sua escalada, definia mil platôs (merci, Deleuze e Guattari) habitáveis. Um teto-jardim, descoberto e aberto para os lados, nos presenteou com jabuticabas e bananas-passa. Vizinha, a cidade do capital, feia e previsível, com suas luzes.

Resumo da ópera: um banho de simplicidade e sabedoria na construção de um ambiente doméstico. Casa com cara de casa, com a personalidade dos seus moradores, e não uma máquina de morar, branca e anódina, como naquele filme do Jacques Tati. Na despedida, a caminho do bar, eu e o Ricardo já tínhamos sobre as nossas cabeças as primeiras estrelas da noite. No percurso, pensei de mim para comigo: "A casa é de quem a habita. Por que os arquitetos gostam tanto de determinar o morar alheio?". Na morada que acabara de visitar, o verde dialogava com a tapioca que por sua vez indagava a escada que levava aos aposentos que se comunicavam com o céu. O material e o imaterial interligados. Lá não havia fronteiras, apenas continuidades. Viver ali só pode ser bom demais.

(*) Arquiteto e professor da UFC. Sócio do Instituto do Ceará. Colunista de O Povo.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 26/05/25. Vida & Arte. p.2.

sábado, 30 de novembro de 2024

VOU ACHAR SUA CAMISOLA!

Um grupo de 50 alunos participou de um seminário e, de repente, o professor parou de falar e começou a dar uma camisola a cada pessoa.

Ele convida cada pessoa a escrever seu nome na camisola com um marcador.

Em seguida, todas as camisolas foram recolhidas e colocadas em outra sala.  O professor pede aos participantes que entrem na sala individualmente, e localizem cada uma das camisolas em que está inscrito seu nome, em menos de 5 minutos.

Todos correram para a sala e freneticamente começaram a procurar por seu nome.  As pessoas empurravam-se e pisavam-se em desordem total.

Após 5 minutos e ainda mais, ninguém conseguiu encontrar sua própria camisola.

Então o mestre disse:

"Agora, deixe todo mundo coletar aleatoriamente uma camisola e entregá-la à pessoa cujo nome está escrito nela."

Em alguns minutos, cada um recebeu a sua camisola.

O professor então disse: "O que fizemos é exatamente o que está acontecendo em nossas vidas, todo mundo está procurando desesperadamente por sua própria felicidade ao redor, sem se preocupar com a felicidade do outro"

E por isso digo, que se você ajudar o outro a encontrar sua felicidade, também terá felicidade em sua vida.  E essa é a missão dos homens na Terra!

Aprenda a colocar um sorriso no rosto de alguém, e você também terá um sorriso, no momento.

Que ninguém mais procure por seu próprio interesse; Que cada um de vocês, em vez de considerarem seus próprios interesses, também considerem os interesses do outro.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria explícita.

sábado, 23 de novembro de 2024

O HOMEM EM ESTADO VEGETATIVO!

Dois amigos estavam conversando em casa, na frente da televisão, bem na hora do jornal. E sabe como é o noticiário - muitas notícias ruins sobre crises, guerras, mortes... E então começaram a filosofar.

 — Que coisa, não? Você tem medo da morte, Geraldo?

— Sim, acredito que todos nós, Mário. E ainda com essas notícias ruins, essa violência toda...

— Eu tenho muito medo! Mas o que eu tenho mais medo é de ficar inválido.

— Você diz ficar em estado vegetativo? — pergunta Mário.

— Sim... Inclusive ontem até comentei sobre isso com a minha mulher. Disse assim: nunca me deixe viver em estado vegetativo! Não quero depender só de uma máquina, de alimentação líquida... Se você me vir assim, desliga tudo que me mantém vivo, por favor! Eu não quero ser um inválido! Mário se surpreendeu com a atitude do amigo e perguntou:

— Poxa! Mas e a sua esposa? Ela concordou?

E Geraldo responde:

— No mesmo momento! Ela levantou do sofá, desligou a televisão na hora do futebol e jogou a minha cerveja fora!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


quarta-feira, 17 de julho de 2024

JOÃO BOSCO SERRA E GURGEL. Reminiscências

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva (*)

 

JB Serra e Gurgel. Fotografado por Paulo Gurgel no Ordones, em Fortaleza.

Encontro com JB, um agregador de amigos

Quando: num sábado, em maio de 2019.

Onde: no restaurante Carneiro do Ordones, no Parque Araxá.

Fui buscar JB Serra e Gurgel no Hotel Mercure e, por sugestão dele, fomos ao citado restaurante.

(Meu irmão Marcelo não pôde ir conosco devido a compromissos outros.)

Nesse restaurante da zona oeste de Fortaleza, estivemos a conversar por um par de horas.

João Bosco era jornalista e escritor, tendo sido o autor de 150 biografias de cearenses "de todos os andares". Além de ser um exímio contador dos acontecidos em Acopiara, cidade em que estavam fincadas suas raízes.

Ele costumava me enviar exemplares dos livros que escrevia e já havia transcrito algumas postagens minhas no jornal "Ceará em Brasília", do qual era um dos editores. Certa vez, subsidiei-o com informações para um artigo de reminiscências sobre o Usina Ceará, seu primeiro e único clube.

Também era um girólogo porreta, e seu alentado "Dicionário de Gíria" havia chegado à 9.ª edição.

Uma de suas preocupações: não ver, até então publicada, a obra que José Jarbas Studart Gurgel deixou inacabada (porém, em fase final), depois de ter rastreado os quatrocentos anos da família Gurgel no Brasil.

No final do encontro, convidou-me para visitá-lo em Niterói, onde residia, quando não estava em Brasília exercendo o voluntariado na Casa do Ceará.

Era membro da Associação Brasileira de Imprensa e também organizava um banco de dados na internet sobre os Gurgel do Amaral Valente, de Acopiara.

Livros que publicou

Cronologia da Evolução Histórica das Relações Públicas
Dicionário de Gíria (em sua 9.ª edição)
Livro Negro da Previdência Social
Livro Evolução da Previdência Social
Nas Terras do Senhor Meu Pai
Nas Terras do Senhor Meu Rei (volumes I e II)

(*) Médico pneumologista, escritor e blogueiro.

Postado por Paulo Gurgel no Blog Linha do Tempo em 15/07/2024.

https://gurgel-carlos.blogspot.com/2024/07/joao-bosco-serra-e-gurgel-reminiscencias.html

segunda-feira, 3 de junho de 2024

ODE A MARCELO GURGEL

 

Nosso desenho de hoje: ode a Marcelo Gurgel Carlos da Silva, médico, economista, professor, pesquisador, intelectual e escritor (muitos méritos), com incursões nos gêneros do conto, memórias, ensaio, romance e peças teatrais. Nosso admirável colega da turma FM-UFC - 1977, tem toda a nossa consideração. Acadêmico de academias e sociedades de letras de nosso estado, inclusas Academia Cearense de Letras, Academia Cearense de Medicina, Sobrames… No dizer de sua amiga Elsie (in memoriam): “Conviver com ele é como estar em uma sala de aula, sem precisar frequentar a escola” Tenho o privilégio de ter com o nobre colega Marcelo uma boa prosa, frequentemente, e a alegria de contá-lo como amigo.

Desenho e texto do urologista Lúcio Flávio Gonzaga Silva


terça-feira, 5 de março de 2024

PESAR PELO FALECIMENTO DE JOSÉ MARIA CHAVES

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva (*)

Faleceu na noite de ontem, 3 de março de 2024, em Fortaleza-CE, o conceituado médico proctologista e escritor Dr. JOSÉ MARIA CHAVES.

Foi meu professor na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará.
Membro atuante de diversas entidades (médicas, literárias e culturais), chegou à presidência das Sobrames Ceará e Nacional.

Guardarei muitas recordações de você, meu colega, mestre e amigo. Da nossa agradável convivência e das pitorescas mensagens que você me fazia chegar. 

Ah, os dourados anos de Otávio Bonfim!

 Em minha infância, vivida no bairro José Bonifácio, convivi com variados (diversificados) vendedores de porta em porta. Desde o "Panelada e figo gordo"e o "Chegadinha", já citados, até o vendedor de cabides de madeira para roupas, gritando " Cruzeta, tá na hora" etc...

Do seu bairro, guardo grandes e saudosas recordações do "Montese", do Frei Teodoro, no qual (com Coringa, Renato, Fujita e muitos outros) joguei. Não sei se você alcançou esse pessoal (ou, esse time). 

José Maria Chaves.

http://gurgel-carlos.blogspot.com/2013/01/vendedores-de-porta-em-porta.html

 Eu não sei se o "Tio Edmar" é o mesmo que jogava comigo no Montese, do Frei Teodoro. Caso seja o craque Edmar Gurgel, por favor, diga-me onde ele anda, como ele está. Pretendo, com o João Fujita, reunir o que ainda resta daquele inesquecível tempo.

José Maria Chaves.

http://gurgel-carlos.blogspot.com/2013/02/o-muro-das-fornicacoes-2.html

 Estimado Paulo,

Como a disciplina de Proctologia, com 4 créditos = 60 horas, foi por mim criada e implantada em 1965, para ser ofertada como "optativa", é bem provável, ou certamente (a bem da verdade, não recordo), que o caso aconteceu comigo. De qualquer maneira, categoricamente afirmo, muita coisa jocosa, e muitos "causos" patéticos ocorreram.

Um abraço, às ordens, José Maria Chaves.

http://blogdopg.blogspot.com/2007/06/medicina-com-rodzio-4.html

 Paulo,

Desde muito tempo, que o admiro como cronista de escol.

Embora mais "antigo", também vivi minha adolescência nos arredores da Igreja de Nossa Senhora das Dores, mormente aos domingos, quando indicado pelo Fujita (será que é com "G"?), meu colega de turma no Lyceu, defendi as cores do "nosso" MONTESE (criado pelo inesquecível Frei Theodoro).

Guardo vivas recordações do Edmar (creio que seu tio), um dos nossos craques, Nelsinho, Zé Augusto, Coringa... e tantos outros.

Estimaria muito vê-lo, com seu irmão Marcelo, fazendo parte e enriquecendo a ACEMES.

Também gosto muito de um violão, embora não saiba dedilhá-lo, pois se assim o fizesse, possivelmente seria um boêmio; mas, cantei muitas serenatas.

Um grande e fraternal abraço.

José Maria Chaves, por e-mail

 Minhas condolências aos familiares e amigos de José Maria.

(*) Médico pneumologista, escritor e blogueiro.

Postado por Paulo Gurgel no Blog Linha do Tempo em 4/03/2024.

https://gurgel-carlos.blogspot.com/2024/03/pesar-pelo-falecimento-de-jose-maria.html

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

PESAR PELA PÁSCOA DO ACAD. EDUILTON GIRÃO

Sob um profundo estado de choque, recebi a notícia do súbito falecimento do amigo, colega e confrade José Eduilton Girão.

Estivemos juntos no Natal da Academia Cearense de Medicina em 7/12/23 e tivemos, Angelita e eu, o prazer de levar em casa o harmonioso casal Valtina e Eduilton, após o término daquele evento.

Na semana passada, trocamos várias mensagens relacionadas ao seu verbete, como médico escritor, para uma publicação em organização.

No último sábado (16/12/23) participamos da Missa de Natal da Sociedade Médica São Lucas. Dele me despedi entregando um livro que recentemente eu lançara, mas não tive tempo de travar um diálogo com ele.

Presença constante nas confrarias e sociedades em que tomava parte, Eduilton fará muita falta e será uma pessoa sempre muito lembrada por todos nós, porquanto ser ele portador de notáveis atributos pessoais, um verdadeiro gentleman da Medicina cearense.

Segue em paz ao encontro do nosso Pai, querido Eduilton.

Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Da Academia Cearense de Medicina


terça-feira, 14 de novembro de 2023

FRANCISCO DE ASSIS, O ARARIPE

Por Vladimir Spinelli Chagas (*)

A vida nos prega peças. O desfecho desfavorável da luta pela vida do meu amigo Assis Araripe provoca em mim reflexões sobre o sentido que empregamos à Vida.

Não posso precisar quando o conheci. Talvez no Curso de Administração da Uece - concluído por ele no ano em que eu, aluno temporão, ali ingressava. Posteriormente, como servidores públicos no Palácio da Abolição, no governo Gonzaga Mota. A amizade, de fato, se inicia como colegas de magistério na Uece.

A partir desse (re)encontro, dividimos experiências, conhecimentos, sonhos e projetos em prol da nossa Uece. Ele, uma das pessoas que mais a defendiam com o vigor de sua forte personalidade. Também tivemos momentos de descontração, como as tradicionais noites de quintas-feiras em uma roda de amigos no Jairo's, para "jogar conversa fora", mas delas sempre guardando ensinamentos.

Ao assumir pela segunda vez a Reitoria da Uece, convocou-me a permanecer à frente da Pró-Reitoria de Planejamento, acumulada nos dois anos finais com a Chefia do Gabinete da Reitoria.

Nesse convívio mais próximo, pude apreender melhor da sua habilidade de gestor diferenciado e compreender o quanto de humano havia por trás daquela personalidade. Nossa amizade se solidificou, baseada em um respeito mútuo que nos permitiu sempre buscar as convergências, mesmo nos pontos aparentemente divergentes.

Como membros da Academia Cearense de Administração (Acad), mais uma vez pudemos ajudar a construir projetos a partir das experiências acumuladas, reforçadas pela confiança recíproca.

Em todos esses anos de convivência, a forma carinhosa com que ele se referia à sua genitora e o acendrado amor que nutria pelos filhos solidificaram o reconhecimento do seu largo coração e o carinho que ele despertava nos colaboradores, especialmente os que ocupavam cargos ou funções considerados mais simples, ampliaram essa percepção.

Guardo, portanto, profunda gratidão por ter podido desfrutar dessa amizade e me orgulho de ter feito parte de alguns dos seus projetos, que serão sempre lembrados na Uece, que ele reverenciava sempre, e na Acad, palco de muitas discussões.

Até mais, amigo Araripe.

(*) Professor aposentado da Uece, membro da Academia Cearense de Administração (Acad) e conselheiro do CRA-CE. Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza.

Fonte: Publicado In: O Povo, de 9/10/23. Opinião. p.22.

segunda-feira, 31 de julho de 2023

JESUS, O AMIGO MAIS CERTO DAS HORAS INCERTAS

Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)

No mês de Julho, além de celebrarmos com muita devoção Nossa Senhora do Carmo, celebramos também o Dia do Amigo.

Como é importante ter verdadeiros amigos. A Palavra de Deus nos ensina: "Amigo fiel é proteção poderosa, e quem o encontrar, terá encontrado um tesouro." (Eclo 6, 14).

Jesus disse a seus discípulos: "Eu já vos chamo de servos, pois o que faz o seu senhor, eu vos chamo de amigos, porque vos comuniquei tudo o que ouvi de meu Pai" (Jo 15,15). Jesus foi um homem que cultivou amizades, entre essas estavam os irmãos Marta, Maria e Lazaro, que moravam em Bethânia.

Na Semana Santa, quando acompanhamos os últimos passos de Jesus, a Segunda-feira Santa é chamada, a Segunda dos amigos, porque nas Celebrações Eucarísticas o Evangelho proclamado é sempre: João (12, 1-11), o qual narra que Jesus foi a Bethânia para ter um encontro com aqueles que Ele amava e quando chega é muito bem recebido.

Lázaro, o amigo por quem Jesus chorou e depois trouxe de volta à vida, era um dos que estavam à mesa com Ele.

Marta, a mulher leal, transparente e sincera, preparou o jantar e estava servindo Jesus e os convidados.

Maria, que nada tem a ver e erroneamente é confundida com a mulher pecadora. O fato é que ela apaixonada pelo Senhor, como também seus irmãos e como todos nós deveríamos ser, porque só vão vencer os martírios de hoje, quem realmente amar Jesus Cristo. Ela que quis beber da fonte do Senhor, sentiu, porque quem ama sente, que era o último momento com o Mestre. Ela sentiu que fisicamente não veria mais o Senhor e, num ato de amor, ela unge os pés de Jesus com nardo e os enxuga com os cabelos. Talvez aquilo que ela economizou a vida inteira, deu a Jesus naquele perfume tão caro, que Judas Iscariotes avaliou a possível venda em 300 moedas de prata. Comparemos, o mesmo Judas traiu Jesus por 30 moedas de prata, que diferença, que desproporção. Marta, Maria e Lazaro representam tudo o que nós podemos ser para nossos amigos, mas principalmente que podemos ser amigos de Jesus. Nós precisamos aprender a fazer de nossas casas uma Bethânia, e sempre convidar Jesus a nos visitar. Sempre pedir: "Vem Senhor, vem na minha casa, vem jantar e partilhar daquilo que tenho. Vem na minha casa, sentar-se à mesa comigo e com meus familiares".

Convide Jesus e, como Marta, Maria e Lazaro ofereça o que tem de melhor, ofereça a essência do teu amor e exale em Deus o perfume da amizade, da comunhão e do serviço.

(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).

Fonte: O Povo, de 15/07/2023. Opinião. p.18.

sexta-feira, 28 de julho de 2023

ELSIE STUDART: dez anos da sua partida terrena

 

Hoje (28/7/23), ao término da da Sessão Clínica do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), realizada no Auditório Governador Lúcio Alcântara do ICC, foi prestada homenagem póstuma à Profa. ELSIE STUDART GURGEL DE OLIVEIRA, falecida em Fortaleza, em 25/07/2013, que nesta semana competou dez anos do seu falecimento.

Na oportunidade, foi exibida por mim uma apresentação em power ponit intitulada “Elsie Studart: dez anos da sua partida terrena”, seguida da distribuição, aos presentes, do livro “Smile: tributo à memória do Prof. Eilson Goes”, obra organizada, conjuntamente, por Elsie Studart e Marcelo Gurgel, e publicada em 2009.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Amigo da família Studart Gurgel


domingo, 4 de junho de 2023

COMO PARAR DE RONCAR

Um grupo de amigos resolveu ir acampar, mas ninguém queria dividir a barraca com Jorge, pois ele roncava demais. Eles decidiram que não era justo que só um deles dormisse ao lado de Jorge todas as noites, e resolveram que iriam revezar. 

Na primeira manhã, o moço que dividiu a barraca chegou com olheiras, descabelado, com aparência péssima. Todos perguntaram, "Cara, o que aconteceu com você?"

Ele disse: "O Jorge roncou demais, eu passei a noite inteira acordado, olhando pra ele".

Na noite seguinte, foi a vez de um moço diferente. Na parte da manhã, a mesma coisa - cabelo todo em pé, olhos inchados. Novamente, todos perguntaram, "Cara, o que aconteceu com você?"

E o moço responde: "O Jorge ronca tanto que até chacoalhava a barraca. Fiquei olhando pra ele a noite inteira".

A terceira noite foi a vez de Pedro. Pedro era um homem forte, musculoso, campeão de jiu-jitsu. Na manhã seguinte, ele surge para o café da manhã com uma expressão ótima e excelente bom humor. "Bom dia", disse ele sorrindo.

Eles não podiam acreditar! Perguntaram: "Cara, o que aconteceu?"

Ele disse: "Bem, antes de dormir, fui até a cama do Jorge, dei um tapinha no seu bumbum, e um beijo de boa noite. Ele passou a noite inteira acordado, me olhando..."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 25 de março de 2023

PESAR PELO FALECIMENTO DO DR. JOSÉ ADÃO LOPES

Acabei de receber a triste notícia da perda terrena do nosso querido colega José Adão Lopes.

Fomos vizinhos de apartamento no Edifício Guernica por mais de 25 anos.

Era uma pessoa marcadamente simples, despojado de vaidades, e fartamente comprometido com o trabalho.

Quando universitário, enfrentou a dura faina de estudar e cumprir suas obrigações profissionais como militar sujeito à hierarquia do oficialato.

Nunca esqueceu suas origens de Limoeiro do Norte.

O estado de viuvez decorrente da pandemia de Covid, que dele subtraiu a sua Mônica, não abateu a sua força de vontade, pois seguiu prestando assistência aos seus filhos e a sua descendência, como o carinho que ele devotava à sua neta Amelie.

Que Deus o receba em Seus misericordiosos braços, caro Adão.

*Postado no Grupo de WhatsApp da Turma José Carlos Ribeiro ao tomar conhecimento do falecimento do colega Adão em 23/03/2023.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Médico da UFC Turma 1977.2


LAMENTOS INICIAIS PELO FALECIMENTO DO DR. JOSÉ ADÃO LOPES

Gente, o Adão faleceu? Regina Portela

O que houve, Regina??? Anete Pacheco

Acabei de receber essa informação de uma colega. Regina Portela

Isso é verdade? Acabei de ouvir noutro grupo que ele passou mal num supermercado e não resistiu Myria

Infartou. Regina Portela

Meu Deus! Anete Pacheco

Será possível???? Meu Deus! Ele estava no nosso encontro tão bem!!!! Myria

Faleceu infelizmente. Grande perda. Regina Portela

Vai deixar muita saudade... Myria

De hj aí por volta das 15 hrs. Está com Deus. Muito triste. Zaqueu

Jesus...... Nilza Frota

Que triste notícia! Grande amigo! Grande profissional! Grande ser humano. Saudades, Cabo Adão! Um abraço Valério

Lineu, acabei de ser informado que o anestesista Adão teve um IAM fulminante e morreu. É da tua turma, né? Passaram pra mim agora. Meu Deus! Lineu

Grande profissional. Inesquecível colega de estudos. Que Deus o receba no paraíso! Paulo César de Mesquita

Acabando de ver essa triste notícia. Inacreditável e lamentável perda para a família e pra nós colegas. Descanse em paz, querido amigo! Edsoni

Local, onde poderemos prestar a ele, nossa última homenagem. Deus o receba amigo de tantos encontros na Gastroclinica, que agora Oto-Meireles. Lineu

Oh, q pena, meu Deus! E assim se vão pedacinhos da nossa história! Laura

Que pena, nos causa uma imensa tristeza, grande profissional, que o PAI ETERNO o receba em Glória.  LUTO para a turma de 1977. Joaquim e Adoneide

Sim! Adeus ou talvez, até breve amigo Adão! Roseli

Concordo com vc Laura ....a vida segue ...o tempo passa rápido... Nilza Frota

Grande anestesista Amigo Adão Você foi muito precoce para a vida terrena, mas na hora certa para a vida eterna. Fez bem todas as coisas. É isso Laura querida: a nossa colchinha de queridos retalhos vai diminuindo. Que Deus o receba no Céu Adãozinho. Eliane Alves de Morais

Grande Médico, Deus o receba lá no céu! José Fernandes

Tristeza grande amigo, ótimo médico e parceiro de trabalho. Difícil de acreditar. Sara

Descanse em Paz colega Adão! Foi muito bom nosso último encontro no D. Pedro Laguna!! Iracema Salatiel

Amigo Adão! Competente e humano esculápio! José Henrique Gurgel

Requiaescat in Pace, Adão. Brito

Que Deus o receba com glórias. Minhas condolências aos familiares. Maria José

Muuuuuuuuito difícil de entender... ele estava tão bem no nosso encontro... Que seja recebido com muito amor e carinho por todos aqueles que o amaram e partiram antes dele... e que a Deus tenha misericórdia de todos que o amaram e ainda estão aqui pq ele vai deixar muita saudade... Myria

*Mensagens iniciais postadas pelos colegas no Grupo de WhatsApp da Turma José Carlos Ribeiro ao tomar conhecimento do falecimento do colega Adão em 23/03/2023.


 

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