sexta-feira, 3 de junho de 2011

"XECÁPI" DO NORDESTINO

O médico pergunta:
- Sr. Luís, o senhor está em muito boa forma pra quem tem 40 anos.
- E eu disse que tinha 40?
- Quantos anos o senhor tem?
- Fiz 58 em maio passado.
- Puxa!!! E quantos anos tinha seu pai quando ele morreu?
- E eu disse que meu pai morreu?
- Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?
- O véio tem 82.
- 82? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?
- Ôxe, e eu disse que ele morreu foi?
- Sinto muito, quantos anos ele tem?
- 103, e anda de bicicleta até hoje.
- Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de quê?
- E eu disse que ele morreu? Ele ta com 124 anos e vai casar na semana que vem.
- Agora já é demais! Diz o médico revoltado. – Por que um homem de 124 anos iria querer casar?
- E eu disse que ele queria se casar? Queria nada, mas ele engravidou a moça...
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

quinta-feira, 2 de junho de 2011

SE RIR MORRE!!!

Um baiano, um sergipano e um mineiro sobreviveram a um naufrágio.
Eles nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha.
- Ufa! Estamos salvos! - gritaram.
Logo que chegaram, perceberam que a ilha era habitada por nativos pouco amigáveis.
Foram então tentar conversar com eles:
- Oi, somos sobreviventes de um naufrágio. Poderiam nos ajudar?
- Não, vocês não podem ficar aqui (detalhe: os nativos eram poliglotas).
- Mas, por favor, deixem-nos ficar.... se não, vamos morrer.... por favor!!!
- Tudo bem, tudo bem, mas para ficar aqui, cada um dos três terá que nos trazer duas frutas!!! Então os 3 náufragos foram atrás das frutas.
O primeiro a voltar foi o mineiro, com uma ameixa e uma uva.
Então o nativo-mor falou:
- Agora você coloca as duas frutas no ânus. Se rir, morre!
O mineiro colocou a ameixa (beleza.), colocou a uva e riu... Foi decapitado.
Mais tarde veio o sergipano, com um limão e uma mangaba.
O nativo-mor falou a mesma coisa:
– Se rir, morre!
O sergipano, no sacrifício, colocou o limão e na hora da mangaba caiu na gargalhada. Teve o pescoço cortado.
Mais tarde os dois se encontraram no céu e o sergipano falou para o mineiro:
- E aí, você riu também, né?
- Pois é, a uva estourou quando eu tava colocando, fez cosquinha, eu não agüentei e ri. E você?
- Ah, eu fiz um tremendo sacrifício para colocar o limão e quando tava colocando a mangaba, vi o baiano chegando com uma jaca e um abacaxi, aí não aguentei!!
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

quarta-feira, 1 de junho de 2011

LIVROS PRA INGUINORANTES

Carlos Eduardo Novaes (*)
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Portuguêis e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Português!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a iscola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestras e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pidiu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primero a respeitar.
(*) Jornalista e escritor.
Fonte: Publicado no Jornal do Brasil em 16/05/2011.

terça-feira, 31 de maio de 2011

TEMPOS ANGELICAIS EM RECORDAÇÃO


Para recordar a coroação de Maria, ao término do mês de maio, o flagrante do passado exibe as graciosas filhas do capitão e historiador Edgy e de sua esposa Adelina Arruda, todas vestidas de anjinhos.
São elas (da esquerda para direita): Edna Maria Furtado Arruda, Ana Margarida Arruda Rosemberg, Noemy Adelina Furtado Arruda (já falecida), Maria Goretti Arruda Bezerra e Lúcia Maria Furtado Arruda (freira).
A fotografia, em sépia, foi feita em Baturité, diante do casarão da família Arruda, por volta de 1955.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

DEUS NOS LIVRE DE UM BRASIL EVANGÉLICO

Por Ricardo Gondim (*)
Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles, em avenidas, com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”.
Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação, mas hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. A mensagem subliminar da grande placa, para quem conhece a cultura do movimento, era de que os evangélicos sonham com o dia quando a cidade, o estado, o país se converterem em massa e a terra dos tupiniquins virar num país legitimamente evangélico.
Quando afirmo que o sonho é que impere o movimento evangélico, não me refiro ao cristianismo, mas a esse subgrupo do cristianismo e do protestantismo conhecido como Movimento Evangélico. E a esse movimento não interessa que haja um veloz crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar "crente", com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira).
Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse essa tal levedação radical do Brasil.
Imagino uma Genebra brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo moreno. Mas, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Não gosto de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Será que prevaleceriam as paupérrimas poesias do cancioneiro gospel? As rádios tocariam sem parar “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”?
Uma história minimamente parecida com a dos puritanos provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade?
Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse o alucinado Charles Darwin. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos e Derridá nunca teria uma tradução para o português.
Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, pesquisados como desajustados para ganharem o rótulo de loucos, pederastas, hereges.
Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. O futebol morreria. Todos seriam proibidos de ir ao estádio ou de ligar a televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada, de várzea aconteceria quando?
Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu; basta uma espiada no histórico de Suas Excelências nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para saber que isso aconteceria.
Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura do Norte. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa que a dos aiatolás iranianos.
Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro a perguntar: Como seria uma emissora liderada por eles? Adianto a resposta: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante.
Prefiro, sem pestanejar, textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado a qualquer livro da série “Deixados para Trás” ou do Max Lucado.
Toda a teocracia se tornará totalitária, toda a tentativa de homogeneizar a cultura, obscurantista e todo o esforço de higienizar os costumes, moralista.
O projeto cristão visa preparar para a vida. Cristo não pretendeu anular os costumes dos povos não-judeus. Daí ele dizer que a fé de um centurião adorador de ídolos era singular; e entre seus criteriosos pares ninguém tinha uma espiritualidade digna de elogio como aquele soldado que cuidou do escravo.
Levar a boa notícia não significa exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética. Evangelizar é anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade; Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador.
Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.
Soli Deo Gloria
(* ) Teólogo e Presidente Nacional da Igreja Assembléia de Deus Betesda; um pastor inteligente e coerente, que tem uma mentalidade diferente de alguns evangélicos do Brasil.
http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=65&sg=0&id=2400

domingo, 29 de maio de 2011

PRÊMIO IgNOBEL - 2003

Engenharia - Laureado John Paul Stapp, o falecido Edward A. Murphy, Jr., e George Nichols, por terem criado em 1949 a Lei de Murphy, um princípio lei básico da engenharia onde "Se existem mais de duas maneiras de fazer alguma coisa e uma dessas maneiras pode resultar em uma catástrofe, alguém irá optar por essa" ou em outras palavras "Se algo pode dar errado, dará errado".
Física - Concedido a Jack Harvey, John Culveno, Warren Payne, Steve Cowle, Michael Lawrance, David Stuart e Robyn Williams da Australia, por seu relatório irresistível “An Analysis of the Forces Required to Drag Sheep over Various Surfaces”.(Uma análise das forças necessárias para se arrastar uma ovelha sobre várias superfícies).
Medicina - Eleanor Maguire, David Gadian, Ingrid Johnsrude, Catriona Good, John Ashburner, Richard Frackowiak, e Christopher Frith da University College London, por apresentar provas que o  cérebro dos taxistas londrinos é mais desenvolvido que o de cidadãos normais.
Psicologia - Gian Vittorio Caprara e Claudio Barbaranelli da Universidade de Roma La Sapienza, e Philip Zimbardo, da Stanford University, pelo relato “Politicians’ Uniquely Simple Personalities” (“Personalidades de uma Simplicidade Única dos Políticos”).
Química - concedido a Yukio Hirose da Universidade Kanazawa, por sua investigação química de uma estátua de bronze, na cidade de Kanazawa, que não atrai pombos.
Literatura - John Trinkaus, da Zicklin School of Business, Nova York, por coletar dados e publicar mais de 80 relatórios acadêmicos sobre assuntos que o incomodavam, como: Percentagem de jovens usando bonés com aba para trás ao invés da frente; pedestres com tênis brancos ao invés de outra cor; pessoas que nadam na parte rasa da piscina ao invés da funda; percentagem de motoristas de automóveis que quase, mas não completamente, param em determinada placa de “Pare”; percentagem de viajantes carregando maletas; percentagem de clientes de supermercado que excedem o número de itens do caixa rápido; e percentagem de estudantes que não gostam de couve de Bruxelas.
Economia - Karl Schwärzler e a nação de Liechtenstein, por permitir alugar o país para convenções corporativas, casamentos, bar mizvahs, e outros eventos.
Pesquisa Interdisciplinar - Stefano Ghirlanda, Liselotte Jansson e Magnus Enquis, da Universidade de Estocolmo, pela pesquisa “Galinhas Preferem Humanos Bonitos”.
Paz - Lal Bihari, de Uttar Pradesh, Índia, por um feito triplo: primeiro, ter uma vida ativa, estando declarado legalmente morto; segundo, organizar uma campanha póstuma contra burocracia e parentes gananciosos; e terceiro, criar a Associação dos Mortos. Lal Bihari superou o problema de estar morto, e conseguiu um passaporte do governo indiano para viajar até Harvard e aceitar o prémio, porém o governo americano recusou a aceitá-lo no país. Seu amigo Madhu Kapoor foi até a cerimônia do Ig Nobel e aceitou o prêmio em seu lugar. Semanas depois, o prêmio foi dado ao próprio Lal Bihari em uma cerimônia especial na Índia.
Biologia - C.W. Moeliker, do Natuurmuseum, de Rotterdam, documentando o primeiro caso cientificamente gravado de “necrofilia homossexual de um pato”.
Fonte: wikipedia.org

sábado, 28 de maio de 2011

FIM DA ÁRVORE GENEALÓGICA

Por Luiz Fernando Veríssimo *
Vai ser avó de quem?
Mãe, vou casar!
Jura, meu filho?! Estou tão feliz! Quem é a moça?
Não é moça. Vou casar com um moço.. O nome dele é Murilo.
Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
Nada, não... Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.
Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...
Problema? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.
Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho.
Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea... E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo?
Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
Tá! Biscoito... Já gostei dele.. Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui?
Por quê?
Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
Você acha que o Papai não vai aceitar?
Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver... Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade. E olha que espetáculo: as duas metades com bigode.
Mãe, que besteira... Hoje em dia... Praticamente todos os meus amigos são gays.
Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Pra poder apresentar pra tua irmã.
A Bel já tá namorando.
A Bel? Namorando?! Ela não me falou nada... Quem é?
Uma tal de Veruska.
Como?
Veruska...
Ah!, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.
Mãe!!!...
Tá.., tá..., tudo bem...Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto..
Por que não? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
Quando ele era hétero... A Veruska.
Que Veruska?
Namorada da Bel...
"Peraí". A ex-namorada do teu atual namorado... E a atual namorada da tua irmã. Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...
É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero...
De quem?
Da Bel.
Mas. Logo da Bel?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska.
Isso.
Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.
Em termos...
A criança vai ter duas mães: você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.
Por aí...
Por outro lado, a Bel...., além de mãe, é tia... Ou tio... Porque é tua irmã.
Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
Só trocar, né? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.
Exato!
Agora eu entendi! Agora eu realmente entendi...
Entendeu o quê?
Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
Que swing, mãe?!!....
É swing, sim! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra.....
Mas...
Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior... Com incesto no meio..
A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...
Sei!!!... E quando elas quiserem ter filhos...
Nós ajudamos.
Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que...
Que....?
Fazer árvore genealógica daqui pra frente... vai ser foda.
* (Atribuído a Luiz Fernando Veríssimo)
 

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