domingo, 7 de agosto de 2011

DESPEDIDAS FAMILIARES PARA FELIPE & ANNA PAULA


Hoje à tarde (7/08/11), as famílias Gurgel Carlos e Morais Lima estiveram reunidas no simpático Restaurante Novos Poetas, situado na Av. Desembargador Gonzaga, na Cidade dos Funcionários, recinto exclusivamente reservado para fazer as despedidas do casal Felipe & Anna Paula, que viajam para os EUA, na próxima quarta-feira.
O meu filho Felipe cursará Mestrado em Engenharia Financeira, na Cornell University, nos próximos dois anos, permanecendo o primeiro ano em Ythaca, NY, e o segundo, na cidade de New York, pois o programa acadêmico será cumprido em Wall Street.
Além de uma suculenta feijoada, o momento serviu para celebrar o aniversário de minha nora Anna Paula.
Ao lado de familiares e amigos do casal, participaram, como convidados, cinco professoras (Isabel Morales, Diana Jimenez, Imaculada, Carmen e Adriana) da Universidad Católica San António, e o casal Juan Carlos e Adriana, todos procedentes de Múrcia-Espanha.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

sábado, 6 de agosto de 2011

A BELEZA, A ECONOMIA E A SAÚDE ENCAPADAS


No processo de editoração de nossos livros, cuidado especial tem sido devotado à feitura da capa, lançando-se, preferentemente, ao expediente de enquadrar, como motivo central, tela, desenho, xilogravura de artistas renomados, em concordância com o teor da obra, acostando-se então outros elementos de composição: título, autor, patrocinador, edição etc., de acordo com a situação. Nesse aspecto, afamados pintores, comportando mencionar Albrecht Dürer, Tiziano Vecellio, Rafael Sanzio, Diego Velázquez, Eugène Delacroix, Henry Holliday, componentes de diferentes escolas, contribuíram, passiva e tacitamente, com seus primorosos trabalhos, para agregar qualidade estética à nossa produção científica e cultural.
Para o livro “Introdução à Economia da Saúde”, cuja capa necessitava aliar dois setores, supostamente paradoxais e oponentes: a economia e a saúde, as recordações da adolescência, advindas da prazerosa leitura da “História Universal”, de Césare Cantú, trouxeram à luz o desejo de rever uma cena da mitologia grega lá retratada.
Nela, Tiziano, o maior pintor da escola veneziana do Renascimento, inspira-se em texto de Ovídio, para, entre 1552 e 1553, executar “Danae recebendo a chuva de ouro”. Na tela, pertencente ao Museu do Prado, Danae, em decúbito supino, de pernas entreabertas e levemente fletidas, tem ao lado uma velha criada, que tenta usar o seu avental para apanhar a chuva de ouro em que Zeus se transformou para possuir a jovem mulher. Dessa fecundação, nasceu o herói mitológico Perseu. Por tal simbologia, depreende-se que Danae, com as suas “saudáveis” formas fogosas e o seu padrão de beleza renascentista, gera uma vida, e, portanto, desnuda-se em Saúde, enquanto a chuva aurífera acumulada lembra a cornucópia esparramando moedas, que significa a Economia.
Quando da divulgação pré-lançamento, ocorrida no auge da campanha eleitoral de 2004, o convite que ostentava em seu anverso a capa da obra suscitou o boato de que a figura desnudada tratava-se de uma conhecida “stripper”, então postulante a cargo eletivo, que aceitara posar nua, emprestando suas curvas para ajudar a alavancar as vendas do livro. Para os que desconheciam a origem da tela renascentista, duas reações eram comuns: a credulidade masculina inicial, com uma pitada de desconfiança, por achar diferenças físicas entre a matriz e a sua suposta cópia, transparecendo, talvez, a experiência de “voyeurismo”; nas mulheres, quiçá pela beleza competitiva, curiosamente, direcionavam suas farpas contra o excesso de “celulite” nas ancas e nas coxas dessa “Maja Desnuda”, e, com a língua viperina, alfinetavam a obesidade abdominal em franco contraste com o tórax em “tábua”, face às mamas diminutas - a micromastia de Danae.
Longe de suscitar qualquer ofensa à pudicícia de outrem, ou mesmo o desejo de expressão erótica, recorrendo a uma bizarra modalidade de sexo explícito do deus maior do panteão grego, aliás dado a metamorfoses para as suas conquistas “donjuanescas”, a composição da capa dispõe, em seu andar superior, discretamente vazada, em amarelo ouro, um recorte da xilogravura “A Madona com Jesus e cinco anjos” (Albrecht Dürer, c. 1505), onde Maria Santíssima, que aleita seu precioso rebento, parece dirigir o seu olhar para uma das obras primas do longevo pintor italiano, situada no plano inferior.
Para completar a descrição, os que estiverem com o livro às mãos poderão apreciar na quarta capa a famosa “Oração de São Francisco”, factível de ser interpretada como uma mensagem carismática do movimento católico Economia de Comunhão, tendo como fundo, em preto ciano, a pujante xilogravura, de Albrecht Dürer (c. 1502), intitulada “São Francisco recebendo os estigmas”.
O certo é que esses arranjos deram uma invejável e vistosa capa, que tem atraído o leitor para manusear a obra, incitando-o à compra; no entanto, o sucesso da vendagem reside no seu conteúdo técnico, sobretudo pela ausência de concorrência de publicações nacionais versando sobre o assunto, visto ser muito procurada por meio de mala direta das distribuidoras: Abrasco Livros e Sobravimes.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
* Publicado in: Diário do Nordeste. Caderno Cultura, 25 de abril de 2005. p. 4.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A COPA E A CONTA

Por Ricardo Alcântara (*)
Mesmo com o maior número de títulos, a seleção brasileira – “pátria de chuteiras”, na imortal definição de Nelson Rodrigues – não joga uma Copa do Mundo em casa há 60 anos (o México, também pobre, já sediou duas).
Como realizar o evento era um desejo nacional reprimido, não foi difícil para o ex-presidente Lula convencer os brasileiros de que a empreitada, mais do que uma boa ideia, era quase um motivo de afirmação nacional.
Topamos, claro, mas não sem antes sermos seduzidos ainda pela ressalva providencial de dois apelos irresistíveis e que podem ser resumidos em um só: ficaríamos com todo o saldo físico de um conta compartilhada.
O primeiro é que a reforma dos estádios não seria feita com dinheiro público. O segundo: a realização do evento desencadearia um agudo processo de construção de obras de infraestrutura. Como se diz por lá, sounds great!
Como se pode ver, a versão que nos foi oferecida garantiria não apenas o milagre da multiplicação dos pães, mas outro, ainda maior: o circo seria integralmente financiado por conta e risco da iniciativa privada.
Estamos ainda há três anos do início do evento e a perspectiva já é bem mais modesta. Tudo indica que pagaremos com receita própria para receber benefícios desproporcionais ao nosso esforço de investimento.
Qualquer cidadão bem informado percebe – pelos prazos restantes, pelos recursos empenhados e pela conversa de sempre – que vem por aí uma drástica redução no conjunto previsto de reformas urbanas.
Para fechar a conta do engodo, sabe-se melhor agora o que todos já sabiam antes: a reforma e construção dos estádios serão bancadas, sim, com o aumento do endividamento público. Estádios privados, inclusive.
No ambiente generalizado de ufanismo, corre o risco de pegar fama de chato quem se atreva a antecipar uma perguntinha boba: como serão custeadas, a partir de então, as sofisticadas arenas esportivas construídas? Deixa prá lá.
Para piorar ainda mais o estado das coisas, com essa bolinha mixuruca que a seleção brasileira anda jogando, até mesmo a alegria de levantar a taça tornou-se uma incerteza. É visível a falta de envolvimento dos caras.
No contexto desse cenário, o movimento tuiteiro “Fora Ricardo Teixeira” é risível. Beira a alienação. A fulanização da crítica despreza a extensão das responsabilidades para aderir ao escapismo de uma catarse estéril.
(*) Jornalista e escritor. Publicado In: Pauta Livre.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O POÇO DE RYAN

Ele só tinha seis anos quando a professora da primeira série falou do triste destino de crianças que viviam na áfrica empobrecida e devastada por doenças.
Ryan estremeceu ao saber que centenas de milhares de crianças africanas morrem todos os anos por beberem água contaminada.
A sua escola estava angariando fundos para a áfrica e ele soube que setenta dólares custeariam um poço.
Ao chegar em casa, pediu à mãe o dinheiro e disse porque precisava. A mãe sugeriu que ele fizesse tarefas extras para conseguir a quantia.
Pegou uma folha de papel e desenhou um diagrama contendo trinta e cinco linhas. Para cada dois dólares recebidos, Ryan preenchia uma linha e guardava o dinheiro numa lata vazia de biscoitos.
Começou aspirando o pó da sala, depois lavou as janelas. Seu avô lhe pagou dez dólares, cada saco de lixo que enchesse com as pinhas que caíam no quintal.
Num certo dia de abril de 1998, Ryan entregou a uma organização internacional a sua lata de biscoitos contendo setenta dólares.
A senhora diretora que o atendeu, agradeceu, mas explicou que uma bomba manual custava setenta dólares, mas para perfurar um poço eram necessários quase dois mil dólares.
“Então vou trabalhar mais”, disse o menino. Os pais se envolveram e desencadearam uma campanha de doações.
Aos sete anos, Ryan conseguira juntar um pouco mais de setecentos dólares e a quantia que faltava foi completada pela agência de desenvolvimento internacional canadense.
Ryan e seus pais foram convidados para uma reunião com o representante de Uganda na “Associação Médicos Canadenses para Auxílio e Assistência”, grupo que recolhia os fundos angariados e, com a ajuda dos habitantes das aldeias, construía e mantinha os poços.
Ryan foi abraçado pelo representante Shibru que confirmou ao menino que o poço poderia ser feito perto de uma escola, em um vilarejo ao norte de Uganda.
Mas falou que eram necessárias vinte pessoas trabalhando dez dias para construir um poço com um escavador manual. Uma perfuradora pequena custava vinte e cinco mil dólares.
Disposto a conseguir o dinheiro, o menino teve sua história publicada em um jornal canadense e em dois meses, tinha inspirado sete mil dólares em doações.
Já cursando a segunda série, Ryan e seus colegas de classe passaram a se corresponder com os meninos do vilarejo que seria beneficiado com o poço.
Enquanto isso, Ryan passava horas escrevendo cartas pedindo dinheiro a várias organizações. Finalmente, conseguiu a quantia devida para a compra do equipamento.
Em 27 de julho de 2000 um caminhão transportando Shibru, Ryan e seus pais, desceu a estrada de terra que levava ao pequeno vilarejo.
Cerca de 3 mil crianças aguardavam na beira da estrada, batendo palmas. Os líderes da aldeia receberam Ryan e o levaram até o poço, ao lado da horta da escola. Na base de concreto estava escrito:
Poço de Ryan. Construído por Ryan Hreljac. Para a comunidade da escola elementar.
Naquela noite, na cama, Ryan disse para sua mãe: “Estou muito feliz.”
Terminou aquele dia inesquecível com a oração que fazia todas as noites: “Desejo que todos na África tenham água limpa.”
Pensem nisso!
A fraternidade não conhece fronteiras e o amor desconhece limites.
Aprendamos com Ryan a pensar grande, a ir além. Quem poderia imaginar que um menino de seis anos poderia fazer tanto?
Permitamo-nos o contágio do bem, com essa vontade de auxiliar, com esse sentimento de se importar com o outro, mesmo que lhe desconheçamos o nome. Mesmo que só o que ele necessite seja de um copo de água limpa e fresca, para se manter vivo.
Fonte: internet (circulando por e-mail).

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

HUMOR CUBANO I

¿Por qué en Cuba no hay piscinas?...
Porque todos los que saben nadar se han ido a los EEUU.

Un cubano quería escaparse de Cuba y se le ocurrió irse con el circo de Moscú, que visitaba la mencionada isla. Para realizar su plan se disfrazó de mono y se metió en la jaula de los animales. Estaba ya por salir de la isla con el circo, cuando llega el domador y mete a los leones a la misma jaula. El tipo, desesperado, empieza a tratar de quitarse el traje de mono y se pone a gritar:
¡AUXILIO, AUXILIO!
En eso, uno de los leones le dice:
- Imbécil, quédate callado o nos jodes la salida de la isla a todos.

Fidel muere y llega al cielo, pero no estaba en la lista, así que San Pedro lo manda al infierno. Cuando llega al infierno, Satanás lo recibe y le dice:
- ¡Hola, Fidel!, te estaba esperando... pasa, pasa, que acá estarás como en casa.
Fidel le responde:
- Gracias, Satanás, pero estuve primero en el cielo y dejé olvidadas mis maletas allá.
- No te preocupes, voy a enviar a dos diablitos a recoger tus cosas.
Así es como los dos diablitos llegan a las puertas del cielo, pero las encuentran cerradas porque San Pedro estaba almorzando.
Y le dice un diablito al otro:
- No importa, trepamos por la puerta y sacamos las maletas sin molestar a nadie.
Empiezan a subir la puerta, cuando dos angelitos que pasaban por allí los ven, y un angelito le dice al otro:
- No hace ni diez minutos que Fidel está en el infierno y ya tenemos refugiados.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
Nota: mantido no original em castelhano.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

EM COMPENSAÇÃO: Ainda bem...

Levantou os braços, mexeu o joelho, virou o pescoço - tudo fez 'crec'?
- Não se aborreça!!
- Você não está velho(a). Está... crocante!
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

PERDÃO DE ASSIS


Caríssimos,
Ao meio dia de hoje, 1º de agosto, começou o "Perdão de Assis", que se estenderá até o entardecer do dia 2 de agosto.
Abaixo o relato do acontecido e as Indulgências da Porciúncula estendidas à humanidade inteira.
Boa Leitura.
Pe. Marcelo Tenorio


Certa noite do mês de julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando de súbito, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e no meio dela, apareceu Jesus ao lado da Virgem Maria sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos.
Jesus perguntou-lhe: “Qual o melhor auxílio que desejarias receber, para conseguir a salvação eterna da Humanidade?”
Sem hesitar Francisco respondeu: “Senhor Jesus, peço-Vos que, a todos os arrependidos e confessados, que visitarem esta Igreja, lhes concedais um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas.”
“O que pedes Francisco, é um benefício muito grande”, disse-lhe o Senhor, “muito embora sejas digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o teu pedido, com uma condição, deverás solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra.”
No dia seguinte, bem cedinho, Francisco acompanhado de Frei Masseu, seguiu para Perúgia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Chegando disse-lhe: “Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de Deus, restaurei uma Igreja em honra a Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Vossa Santidade que concedais, nesta Igreja uma indulgência a quantos a visitarem, sem a obrigação de oferecerem qualquer coisa em pagamento (naquela época, toda indulgência concedida a uma pessoa, estava ligada à obrigação dessa pessoa fazer uma oferta), a partir do dia da dedicação da mesma.”
O Papa ficou surpreendido e comoveu-se com o tal pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos pedes esta indulgência?”
“Santo Padre, não peço anos, mas penso em muitos homens e mulheres que precisam sentir o perdão de Deus”, respondeu Francisco.
“Que pretendes, em concreto, dizer com isto?” retorquiu o Papa.
“Se aprouver a Vossa Santidade, gostava que todas as pessoas que venham a visitar a Porciúncula, contritos de seus pecados, em “estado de graça”, confessado e tendo recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia de seu batismo até ao dia em que entre na Porciúncula.”
“Mas não é um costume a Cúria Romana conceder tal indulgência!"
“Senhor, disse o “Poverello”, este pedido não o faço por mim, mas por ordem de Cristo, da parte de quem estou aqui.”
Ouvindo isto o Papa cheio de amor repetiu três vezes: “Em nome de Deus, Francisco, concedo-te a indulgência que em nome de Cristo me pedes.”
Tendo alguns Cardeais, ali presentes, manifestado algum desacordo, o Papa reafirmou: “Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos da Porciúncula, sinceramente arrependido das suas faltas e confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá somente durante um dia, em cada ano, “in perpetuo”, desde as primeiras vésperas, incluída a noite, até às vésperas do dia seguinte.”
A “consagração” da Igrejinha aconteceu no dia 2 de agosto do mesmo ano de 1216.
A Indulgência da Porciúncula somente era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre a tarde do dia 1º de agosto e o pôr-do-sol do dia 2 de agosto. Em 9 de julho de 1910, o Papa Pio X concedeu autorização aos Bispos de todo o mundo, só naquele ano de 1910, para que designassem qualquer Igreja Pública das suas Dioceses, a fim de que também nelas, as pessoas recebessem a Indulgência da Porciúncula. (Acta Apostolicae Sedis, II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226). Este privilégio foi renovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, em 26 março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4).Significa que, atualmente, qualquer Igreja Católica de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de Jesus para toda humanidade. Assim ganharão a Indulgência, todas as pessoas que estando em "estado de graça", visitarem uma Igreja nos dias mencionados, rezarem um Credo, um Pai-Nosso e um Glória, suplicando ao Criador o benefício da indulgência, e rezando também, um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória, pelas intenções do Santo Padre. Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, ou em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de serem ajudadas na conversão do coração.

Por outro lado, a Indulgência é "toties quoties", quer dizer, pode ser recebida tantas vezes quantas a pessoa desejar, isto é, em cada ano, fazendo visitas a diversas Igrejas das 12 horas do dia 1º de agosto até o entardecer do dia 2 de agosto.

 

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