quinta-feira, 13 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

CENTENÁRIO DE NELSON RODRIGUES II

Frases geniais do imortal e genial cronista Nelson Rodrigues, o "Anjo Pornográfico"
O provocador vocacional
“Nada nos humilha mais do que a coragem alheia”.
“Eu me nego a acreditar que um político, mesmo o mais doce político, tenha senso moral”.
“O que atrapalha o brasileiro é o próprio brasileiro. Que Brasil formidável seria o Brasil se o brasileiro gostasse do brasileiro”.
“Acho a liberdade mais importante que o pão”.
“No Brasil, quem não é canalha na véspera é canalha no dia seguinte”.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

terça-feira, 11 de setembro de 2012

MORRE O MÉDICO E ESCRITOR AIRTON MONTE

Faleceu, na noite de ontem (10/09/12), aos 63 anos, o nosso amigo e colega Antônio Airton Machado Monte. Airton Monte foi nosso contemporâneo na Faculdade de Medicina da UFC, tendo ele concluído o curso como integrante da Turma JK, de dezembro de 1976.
À época estudantil, tivemos uma maior aproximação no Projeto Acadêmico Pacatuba, quando atuamos juntos no atendimento da Clínica Psiquiátrica. Depois de formados, mantivemos a convivência laboral em funções exercidas na Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, quando ele trabalhou na Assessoria de Comunicação dessa pasta.
Nos últimos dez anos, nos encontramos diversas vezes em eventos culturais, momentos esses marcados por mútuas amabilidades e carregados de boas lembranças.
Há dois anos, quando de sua hospitalização para tratamento da grave enfermidade que abreviou a sua existência, o visitamos seguidamente, procurando prestar a nossa solidariedade e demonstrar o nosso especial apreço por ele.
Com sua morte, encerra-se o ciclo dos grandes cronistas cearenses, cuja tríade de escol foi formada por Ciro Colares, Milton Dias e Airton Monte.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Academia Brasileira de Médicos Escritores

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

MEMÓRIA - O PARCEIRO AIRTON MONTE

Paulo Gurgel Carlos da Silva (*)
Conheci-o primeiro de ouvir falar. Amigos em comum, frequentadores do “Pombo Cheio”, no Parque Araxá, davam-me notícia da existência de um certo Airton Monte, grande apreciador da MPB e que também frequentava o bar. O “Pombo Cheio” era um dos meus pontos favoritos para espairecer e me relaxar das canseiras da Faculdade de Medicina. Naquele local, quase sempre eu estava com Cláudio Costa, violonista da pesada e que inclusive morava perto do bar. Mas não coincidiu, nenhuma vez, de sermos Airton e eu por lá apresentados.
Tampouco na própria Faculdade de Medicina da UFC, onde fomos contemporâneos. Pode ter acontecido o nosso primeiro contato em uma das tertúlias literárias do Grupo Siriará de Literatura, do qual Airton fez parte. Ou, por ocasião dos preparativos para a edição do “Verdeversos”, uma coletânea de poesias publicada em 1980. Os coautores do livro nos reuníamos no auditório do então Centro Médico Cearense, a entidade que promoveu a publicação.
Certamente não se deu em função das reuniões havidas para a publicação do “Arsenal de Literatura”, cujo número de estreia saiu com um texto meu. Airton Monte fazia parte do conselho editorial da pequena (e efêmera) revista.
Na década de 1980, passamos a nos encontrar com grande frequência nas festas de lançamentos de livros e nos points etílico-culturais da cidade, dentre estes o Estoril. Quando José Alcides Pinto fez a famosa festa para comemorar a aquisição de um piano, em que acompanhei ao violão alguns solos do poeta-flautista Roberto Pontes, lá estávamos Airton e eu. E assim por diante.
No primeiro semestre de 1981, apresentei um de seus livros de poesias, “Memórias de Botequim”, num lançamento feito no Centro de Estudos do Hospital de Messejana. Posteriormente, esse discurso de apresentação do livro foi publicado no informativo “A Ferragista”, sob o título de uma “Apreciação Literária sobre Memórias de Botequim”.
Numa tarde, fui à residência de Airton. Havia me prometido a doação de um livro por mim longamente procurado, o “Roda Viva”, do Chico Buarque. “Desde que o localizasse em casa”, disse-me. Por alguma estranha razão, eu colecionava os livros escritos pelo Chico, embora não fizesse o mesmo com relação a seus discos. (Digo estranha razão, porque sempre fui um fã de carteirinha do Chico compositor.) Para sorte minha, o “Roda Viva” foi encontrado. E retribuí a sua cortesia com outro livro do Chico, repetido em minha coleção.
Airton morava num beco. Na continuação da rua Dom Jerônimo, o que fazia dele cidadão do Benfica e cidadão honorário do Otávio Bonfim. Em sua modesta casa havia livros e discos em grandes quantidades. Mas a sorte maior estava por vir.
Estávamos conversando, sentados em cadeiras postadas à frente de sua casa, quando uma moça e um violão apareceram. A moça chamava-se Idalina e o violão era o instrumento de suas primeiras composições. Cantava divinamente, era bonita e também morava no beco de Airton.
Aproveitei a oportunidade para mostrar a ambos algumas canções de minha autoria. Uma delas, ainda sem letra, saiu daquela incômoda situação em um par de horas. Compusemos os três a letra de “Angra dos Desejos”, que viria a ser classificada para o Festival Crédimus da Canção, em Fortaleza.
Procurando conferir a letra de “Angra dos Desejos”, que vai ser o motivo de uma outra crônica, encontrei também a de “Sabe Quem Dançou?”. E sabe quem não se lembrava dela? Eu, que compus com Airton esta segunda e esquecida canção. Permeada de palavras francesas, só a letra certamente vai ficar para a posteridade. Quanto à música, continua irresgatável da minha memória.
Abandonei há tempos a boêmia. Mas tenho acompanhado a carreira literária do amigo e colega Antônio Airton Machado Monte, nas folhas de “O Povo”. E tenho tomado conhecimento, através de meu irmão Marcelo, da gravidade da doença que aflige atualmente o grande cronista. Levando-o a afastar-se do que ele mais gosta de fazer.
E, por isso, é que há muito tempo eu não escuto aquele grito com que ele me saudava, quando nos avistávamos:
- PARCEIRO!!!
(*) Médico, escritor e blogueiro.
Paulo Gurgel In: Blog EntreMentes
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2012/09/memoria-o-parceiro-airton-monte.html

domingo, 9 de setembro de 2012

“Vida depois da morte"

O Chefe pergunta para o empregado: - Você acredita em vida depois da morte?
Empregado: - É claro que não chefe!
- Não existem provas disso, pois nunca alguém voltou para provar que está do outro lado.
O Chefe: - Pois é, mas você está muito enganado!
- Agora essas provas existem, sim!
- Ontem, depois que você saiu mais cedo para ir ao funeral do seu tio, ele veio aqui te procurar.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

AS MULHERES SÃO DE +



Vejam só onde um bichano está escondido.
O marido chega em casa preocupado porque está com um arranhão no peito provocado por uma “unhada” da sua amante.
Abre a porta, vê o seu gato dormindo no tapete e dá-lhe um tremendo chute. O bichano solta um miado estridente e sai correndo porta afora.
A sua mulher chega na sala e pergunta o que houve e ele responde irado:
- Este gato parece estar louco, pois eu fui entrando e, sem mais nem menos, ele pulou sobre mim e me arranhou no peito, olha só que baita arranhão.
A mulher respondeu:
- Tu fez muito bem, pois este filho da p... hoje me mordeu na b.... a e me deu um baita chupão no pescoço.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sábado, 8 de setembro de 2012

Pra inglês ver

A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, as mesmas teriam sido criadas apenas “para inglês ver”. Foi assim que surgiu a expressão.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e de autoria ignorada).
 

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