domingo, 17 de fevereiro de 2019

VOSSA SANTIDADE, EU POSSO PERDER MEU EMPREGO...


Depois de arrumar toda a bagagem do Papa, o motorista reparou que este ainda se encontrava no exterior da limusine.
"Desculpe-me Vossa Santidade", disse o motorista, "Não se importa de ocupar o seu lugar para que possamos seguir?".
"Bem, para dizer a verdade", diz o Papa, "no Vaticano nunca me deixavam dirigir quando era Cardeal, como Papa ainda menos, e eu queria ver como é dirigir uma limusine!".
"Desculpe-me Santidade, mas não posso fazer isso. Perderia o meu emprego! E se acontecesse alguma coisa?" protestou o motorista, desejando não ter ido trabalhar naquela manhã.
"E quem é que vai contar?, diz o Papa com um sorriso.
Relutantemente, o motorista senta-se atrás, enquanto o Papa ocupa o lugar ao volante.
O motorista imediatamente se arrepende pois, mal deixam o aeroporto e o Papa pisa fundo, acelerando a limusine e alcançando 200 quilômetros por hora.
"Por favor, Santidade!", implora o preocupado motorista; mas o Papa continua empolgado na direção, com o pé no acelerador, até que se ouvem sirenes.
"Oh, meu Deus, vou perder a minha habilitação e o emprego!", soluçava o motorista.
O Papa encosta a limusine e abaixa o vidro quando o policial se aproxima;
Quando este olha para ele, regressa à moto e faz contato pelo rádio com a Central.
"Preciso de falar com o Chefe", informa ao operador.
O Chefe responde e o guarda diz-lhe que mandou parar uma limusine que seguia a 200 quilômetros por hora.
"Então aplique-lhe a multa", diz o Chefe.
"Acho que não vai dar pra fazer isso, o cara é muito importante", diz o policial:
O Chefe exclama, "Por isso mesmo, multa o sacana!"
"Não, é que é MESMO importante", insiste o guarda.
Então o Chefe pergunta, "Quem você tem aí, o Presidente da Câmara?"
E o policial: "Mais importante".
O Chefe: "Um deputado?"
Policial: "Mais importante".
Chefe: "Um senador?"
Policial: "Muito mais!"
Chefe: "Mas então quem é?!"
Policial: "Acho que é Deus!"
O Chefe fica atrapalhado, "E o que te leva a pensar que seja Deus?"
Policial: "É o motorista dele ... o Papa!"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

ESTE HOMEM PRECISA CONFESSAR UMA COISA...


Enquanto um homem estava prestes a dar seu último suspiro no leito de morte, sua esposa mantinha vigília à luz de velas ao seu lado.
Ela segurou sua frágil mão com lágrimas escorrendo pelo rosto.
Enquanto ela orava, ele despertou de seu sono.
Ele olhou para cima e seus lábios pálidos começaram a se mover ligeiramente.
"Minha querida", ele sussurrou.
"Silêncio, meu amor", disse ela. "Descanse, não fale."
Ele insistiu.
"Eu quero confessar uma coisa", disse ele com uma voz cansada.
"Não há nada para confessar", respondeu sua esposa chorosa. "Está tudo bem. Vá dormir."
Então o homem deixou escapar: "Não, não, eu devo morrer em paz. Eu dormi com sua irmã, sua melhor amiga, também com a amiga da sua melhor amiga e com a sua mãe!"
"Eu sei", sussurrou a esposa, "é por isso que eu te envenenei."
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

A DISCUSSÃO ENTRE UM MÉDICO E SUA ESPOSA


Um médico e sua esposa estavam discutindo o relacionamento durante o café da manhã.
As coisas entre quatro paredes não iam bem já fazia algum tempo, então esse era o tema da briga.
“Você também não é grandes coisas na cama!” – ele grita e sai com raiva para o trabalho.
Ele começa a trabalhar e nenhum sinal de sua mulher.
No fim da manhã, ele decide ligar para casa para fazer as pazes.
Depois de muito o telefone chamar, sua esposa atende.
“Por que você demorou tanto tempo pra atender?”
“Eu estava na cama”, responde ela.
“Já está tarde, o que você estava fazendo na cama a essa hora do dia?”
“Eu estava recebendo uma segunda opinião.”
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

OS MINEIROS SÃO NOSSOS FAVORITOS...


O mineirinho observava o engenheiro com o teodolito:
— Doutor, pra que serve esse treco aí?
— É que vamos passar uma estrada por aqui, estou fazendo as medições.
— E precisa desse negócio pra fazê a estrada?
— Sim, precisa. Vocês não usam isso pra fazer estrada não?
— Ah, não, home. Aqui quando a gente vai fazer uma estrada, a gente sorta um burro e vai seguindo ele. Por onde o bicho passar, é o mió caminho pra se fazer a estrada.
— Ahh, que interessante — respondeu o engenheiro. — E se vocês não tiverem o burro?
— Bem, daí a gente chama os engenheiro...
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

AOS VIVOS: Bunda de Parteira escapou, mas...... e outros causos


Bunda de Parteira escapou, mas...

E o VLT da Vila União, proximidades da Borges de Melo, já tem sua vendedora de churrasquinho de gato: Canela de Codorna, a enfezada. Loura oxigenada de 1,40 de altura, bem maguinha, tem uma coisa: pega ar se a chamarem pelo nome de batismo, verdadeiro insulto. Por conta disso, na contramão dos que se sentem ultrajados quando apodados, já mandou dois pro serviço de emergência do Frotão com “escoriações generalizadas na base da carambola esquerda”, de acordo com jornal de grande circulação.
Quem agora se mete a besta com ela é o bebim Bunda de Parteira. Por dose caprichada de pôde com um naco de queijo, topou o desafio de peitar Canela de Codorna, se a chamar pelo nome que lhe deram os falecidos pais. Com uma condição: não pode ter o mesmo destino dos outros dois que se arvoraram a fazê-lo e, testicularmente, tiveram por infeliz destino o maior hospital da municipalidade. Senão, nada de cana. E vem o Bunda se esgueirando pela Rua do Trilho, como quem não quer nada, querendo.
- Boa tarde, quer dizer, boa noite, Canela!
- Boa... Que é que tu quer, Bunda?
- Ganhar uma dose de cana...
- De graça, cana minha tu num bebe! Sabe disso!
- Né tu que vai dar não, bicha véa abusenta! É Zé Peixeiro!
- Vai disgotar fossa?
- Não, Curdulina Galdéria Mocororó de Sousa e Silva...
O caso foi parar na tenda milagreira de irmão Arquimedes. Pois quando o mestre diz, "tá dizido", ninguém discute. "Senão, entorta a boca"
Em tempo: o último boletim médico do Instituto Dr. José Frota informa que inspira cuidado o estado de saúde de um homem de estatura mediana por nome Antônio Messias Oliveira, que, capado, deu entrada ontem nesta unidade...
Um dedinho de paz
Vinte partidas e vinte e uma brigas. De tudo se fez para cessarem os cacetes entre os jogadores das equipes do Onze Veloz e do Palmeirinhas, do mesmo bairro. Rixa histórica. Futebol passava longe, ficavam mesmo os tabefes, facas, insultos. Vez ou outra, sequer a peleja começava e a moçada já se comendo na mão de peia no mato - vestiários. Padre entrou na parada; papa Francisco, solicitado, tinha mais o que fazer. Rapaz da ONU esteve no local. Nada. Delegado nem bateu o centro.
O caso foi parar na tenda milagreira de Irmão Arquimedes. Pois quando o mestre diz, “tá dizido”, ninguém discute. “Senão, entorta a boca”. Conhecedor da índole dos meninos e de suas famílias, propôs algo único em matéria de desarmamento de espíritos em campo – e nunca mais contendas e violências, porquanto são quase todos de uma mesma família: trocar as camisas dos jogadores. Atletas do Onze Veloz metidos nas blusas do Palmeirinhas, e vice-versa. Incômodo generalizado.
Times em campo, torcida na maior expectativa face ao estranho cometimento. Contudo, a ideia de irmão Arquimedes venceu. Somente por um exemplo podemos avaliar o comportamento do todo. Vestido de Palmeirinhas, o goleiro Lolô do Onze Veloz, sentindo falta de algo mais substantivo, apenas mordeu de leve o próprio cotovelo, mas conteve-se ao pensar em fazer no ponta-esquerda adversário (o grande Gusmão) aquilo que o zagueiro Rodrigo, da Ponte Preta, fez recentemente no atacante colombiano Tiago Tréllez, do Vitória, em jogo da 2ª Divisão do principal torneio nacional. “Nada de dedada, meu Deus! Me ajude! Totonho agora é meu brother!
Fonte: O POVO, de 2/2/2018. Coluna “Aos Vivos”, de Tarcísio Matos. p.2.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

AUTODECLARAÇÃO RACIAL VAZIA (Forma Grave de Corrupção)


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Parece-me que foi inventada mais uma mentira politicamente correta para preconceito. Lembro: investir contra o sintoma só faz adensar a vinculação que o causa. Vamos aos fatos.
O curso de Medicina é um dos mais procurados no Brasil. Destaque midiático aconteceu na considerada terceira melhor escola do país, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). As vagas especiais ofertadas perfazem 50% do total.
Detectou-se que um aluno de pele branca e cabelos claros autodeterminou-se preto, mulato, mestiço, etc., ou qualquer uma dessas colorações. Detectada a fraude, a reitoria da universidade pretende começar em breve um processo de divulgação do ocorrido em escolas públicas, além de fazer alertas para que alunos não cometam mais “a autodeclaração racial vazia”, termo criado pelo estabelecimento federal.
Promete a direção uma medida para evitar “enganos” dos candidatos, além da autodeclaração voluntária: exigir, dos postulantes a uma vaga por cotas raciais, uma carta formal na qual o candidato relate elementos que o levam a se reconhecer socialmente como negro, pardo ou índio. Não entendo como, em um país onde a miscigenação é a regra, é possível adotar um conceito biologicamente enganoso como ‘raça’.
Em pleno século XXI, quando o conceito de raça superior não encontra mais respaldo científico, teimam em aplicar esse suposto conceito de cotas raciais. Desde 1945 que diferenças insignificantes não esclarecem o conceito de raça. Um criador de Equino sabe que, na maioria das vezes, o cruzamento entre cavalos e asnos gera indivíduos inférteis. Pertinente voltar a esclarecer que estamos no século XXI. Vou repetir o que diz a ciência e qualquer criador de cavalos sabe:
Crias dos cruzamentos entre Equus caballus e Equus asinus são sempre inférteis. Equus caballus cavalo (macho) ou égua (fêmea). Equus asinus jumento (macho) ou jumenta (fêmea): jumento + égua = burro (macho) ou mula (fêmea). Cavalo + jumenta = bardoto (macho ou fêmea). Todos os resultados dos cruzamentos são inférteis.
A miscigenação racial no Homo sapiens (Humano) não é causa de infertilidade. No caso da maioria dos mamíferos, o importante é ter um ancestral comum, mesmo que os geradores sejam diferentes na aparência: cruzar um cão Buldogue com um Pastor Alemão (apesar das aparentes diferenças), gera filhotes que, quando atingem a idade fértil, novos filhotes produzirão. Desde 2010 a ciência sabe que o Homo sapiens tem DNA de outras espécies humanas. E que a origem do primata homo foi na África.
Enquanto não entendermos que a escravidão, extinta há mais de um século no Brasil, é um fator intrínseco da nossa formação, não poderemos melhorar a nossa condição psico-econômico-social e a violência persistirá. É preciso reinterpretar a história do Brasil tomando a escravidão como um dos mais importantes elementos que nos marca como Sociedade.
É óbvio que não podemos nos pautar apenas pela autodeclaração da raça. Fato similar ocorre no censo (IBGE), da população nacional. O cidadão é quem autodeclara a sua cor cutânea. Cor da pele não é subjetiva, depende da quantidade de melanina, que é o pigmento cutâneo, e não do que a pessoa acha.
E tem mais. Esclareço. Recordo.
Segundo a norma existente, ao responder o censo populacional você é quem diz qual a sua cor ou raça: negro, índio, mestiço, branco. Isso é uma maneira de não encarar a nossa realidade de sermos uma nação que acredita ser um país que teve uma escravidão branda e esquecer a cordialidade brasileira.
O termo negro é tão preconceituoso quanto as interpretações sociológicas datadas da década de 1930 ou 1940 quando o racismo imperava no Mundo. Nossa miscigenação é de tal ordem que conheço negros contrários à política de cotas raciais por entenderem que ela estimula o racismo. O Dia Nacional da Consciência Negra? Consciência tem cor?
Quando é que vamos entender que quando melhorarmos o ensino fundamental não vamos mais necessitar da expressão “autodeclaração racial vazia” ou dessas tais cotas raciais. A hipocrisia é uma das formas mais graves de corrupção.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

A BOLSA DE BOLSONARO


Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
O presidente eleito não será operado para retirada da bolsa de colostomia, e sim o fechamento desta. Senão vejamos.
A exteriorização no abdômen de uma alça intestinal aberta, quando perfurada acidentalmente, denomina-se colostomia (de "cólons" = intestino grosso e "estoma" = boca). Pratica-se em operações eletivas (não emergenciais), ou, nesse caso, para superficializar feridas traumáticas nos cólons. Aqui pela contraindicação de sua costura (sutura) imediata, estando o abdômen já infectado por vazamento fecal.
Terminando intervenções cirúrgicas programadas, a colostomia em alça diz-se derivativa, pois desvia o trânsito intestinal protegendo área recém-suturada. Em ambas circunstâncias quer-se passageira, temporária, a ser fechada (retirada) após tempo variável.
Para que os dejetos digestivos não jorrem sobre a pele, coletamo-los em uma bolsa apropriada, sendo tal retirada, isto é, trocada sempre que repleta.
A abertura no intestino, assim como sua passagem por onde emerge (sai), serão ocluídas quando necessário, mediante suturas antes de sua devolução à cavidade abdominal.
Para tanto servem e comportam-se assim as colostomias efêmeras, transitórias, como a do presidente escolhido, ungido pelo povo brasileiro.
Ocasiões existem quando nos obrigamos a fazer uma colostomia definitiva, permanente. Disto são exemplos alguns casos de câncer do reto, e os traumatismos perineais mutilantes, acidentais, com avulsão (arrancamento) de sua musculatura esfincteriana.
A colostomia definitiva, onde o ânus é implantado no abdômen - também descrito como artificial, "contra natura", preternatural - costuma acarretar transtornos, físicos, funcionais e emocionais. Para bem preservá-los (acompanhá-los) fundamos em Fortaleza, em setembro de 1975, o primeiro Clube de Ostomizados do Brasil.
Recomendamos a leitura de nossas monografias "Colostomias & Colostomizados" EUFC, 1981, e "Síndrome pós-colostomia", 1989.
(*) Professor Emérito da UFC. Titular das Academias Cearense de Letras, de Medicina e de Médicos Escritores.
Fonte: O Povo, 13/12/2018. Opinião, p.20.

 

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