domingo, 19 de dezembro de 2021

UM CANADENSE NA FRANÇA

Um idoso de 83 anos, canadense, chegou a Paris de avião.

No balcão da alfândega francesa, o homem levou alguns minutos para localizar o passaporte na mala de mão.

"Você já esteve na França antes, monsieur?" o funcionário da alfândega perguntou, sarcasticamente.

O idoso admitiu que já havia estado anteriormente na França.
"Então você deveria saber o suficiente para ter seu passaporte pronto para mostrar."

O canadense disse: "A última vez que estive aqui, não precisei mostrá-lo".

"Impossível, os canadenses sempre precisam mostrar seus passaportes na chegada à França!"

O veterano canadense lançou um longo olhar ao francês e explicou em voz baixa: "Bem, quando cheguei à praia de Juno Beach no Dia D, em 1944, para ajudar a libertar este país, não consegui encontrar um único francês para verificar meus documentos."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

UMA PENITÊNCIA QUE SAIU CARO

Um homem vai à igreja confessar e, muito arrependido, diz ao padre:

- Padre, tenho algo a confessar, no fim de semana roubei um pato.

- Reze 3 Pai Nossos e devolva o pato ao seu dono

- Bem que eu gostaria de devolver, padre, mas não posso, porque já o comi.

- Então, filho, você deve orar três Pai Nossos e dar um outro pato ao seu dono.

- Olha padre, a verdade é que eu não lembro onde eu roubei o pato porque naquele dia eu estava muito bêbado.

O, padre muito zangado, lhe diz:

Sem mais demora, reze um rosário completo, pegue 20 reais e dê-os como penitência à primeira pessoa que encontrar ao sair da igreja.

O homem imediatamente começa a rezar o rosário e em seguida após terminar, sai e encontra uma mulher encostada em um muro, pega a mão dela e diz:

- Senhorita, esses 20 reais são para você.

-Não, querido, são 20 dólares, ela responde.

O homem, confuso diz a ela:

- Mas cerca de 100 reais? Mas o padre me disse para lhe dar 20...

- Sim, mas o padre é meu cliente há muitos anos!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 18 de dezembro de 2021

O POLICIAL PRESTIMOSO

Um policial está andando pela rua um dia quando percebe um garoto muito pequeno tentando pressionar uma campainha em uma casa do outro lado da rua.

No entanto, o menino é muito pequeno e a campainha é alta demais para ele alcançar.

Depois de observar os esforços do garoto por algum tempo, o policial se aproxima do garoto.

Ele caminha rapidamente e atravessa a rua, aproximando-se do garoto e, colocando a mão gentilmente no ombro da criança, se inclina e toca a campainha.

Agachando-se ao nível do menino, o policial sorri benevolentemente e pergunta: "E agora, menininho?"

Ao que o garoto responde: "Agora, a gente sai correndo!"

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

QUAL É O FILME?

QUAL É O FILME?

Um menino tinha um gatinho chamado Tido, que todas as noites dormiam em um cestinho. Um belo dia, o menino foi procurar o gato e não o encontrou.

Qual o nome do filme?

O Cesto Sem Tido.

Um chiclete conheceu uma chicletinha, se casaram e tiveram vários chicletinhos.

Qual o nome do filme?

A Família Adams.

Um homem aceitou o desafio de tomar 1.000 latinhas de refrigerante de uma só vez. Ele tomou 999 latas e não aguentava mais.

Qual o nome do filme?

Mil São Impossível.

Um homem comeu 1 quilo de cebola e alho e depois escovou os dentes.

Qual o nome do filme?

Mudança de Hálito.

Para poder comprar uma bola, um homem teve que escolher entre a vermelha e a azul. Ele escolheu a vermelha.

Qual o nome do filme?

Largou a Azul.

Um anão tinha o lábio inferior muito grande e, quando ele andava, o lábio balançava de um lado para o outro.

Qual o nome do filme?

Anão Que Balança o Beiço.

Em um lugar onde só existiam pizzas, as de aliche foram expulsas pelas de ervilha.

Qual o nome do filme?

Aliche No País Das Más Ervilhas.

Um casal de piolhos se amava muito e tiveram vários filhinhos.

Qual o nome do filme?

Lêndeas da Paixão.

Uma menina chamada Marina morava em um sítio. Um dia, para sair da rotina, ela pegou seu cavalo e foi passear nos campos. De repente, uma manada de éguas em disparada surgiu sobre ela.

Qual o nome do filme?

Vinte Mil Éguas Sobre Marina.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Crônica: “Falso que só tábua de fojo!” ... e outro causo

Falso que só tábua de fojo!

Ora de desmitificar a conversa de que, mesmo soltando um gato a quilômetros de distância de onde vive, o bichano será capaz de voltar pra casa (talvez no próprio dia) sem a ajuda de seu ninguém, como se tivesse um GPS na croa da cabeça. Provarei que é lorota! Ofélia, "moça véa, vitalina bota pó", tipo avoada, é que vai desnudar a questão. Ofélia elegante, salto alto e batom, voz articulada, qual professora ginasial...

Residente no Amadeu Furtado, fora ela passar um final de semana na casa do primo Tintinco, na Caucaia (distrito de Curicaca). A tiracolo, a tradicional bolsa que mais lembrava surrão de carregar rapadura. Visita benquista, levava o tempo a conversar amenidades com a esposa do primo, de nome De Jesus, na cozinha. A bolsa (ou surrão de carregar rapadura), deixava na sala, pendurada num armador.

A gatinha de Tintinco, de nome Jupira, dera à luz seis bichinhos mimosos. O dono da casa, já pouco chegado a felino, tinha agora problema graúdo a resolver: o que fazer com a meia dúzia dos animais recém-paridos? Aquilo lhe bulia o juízo. Pior: a mãe levava os filhotes para amamentar no banco traseiro de seu jipe de estimação. E agora? A não ser que Ofélia... Discretamente perguntou à mulher:

- Tu acha, De Jesus, que ela levaria esses bichos pra Fortaleza?

- Ofélia? De jeito e maneira! Detesta gato!

Domingo, boquinha da noite. Ofélia se prepara pra voltar. Joga os apetrechos na bolsa (o tal surrão), sente "um pesinho" a mais, mas... Deve ser as mangas que ganhara do primo gentil. Vai a pé da Curicaca ao centro de Caucaia. Embarca "no expresso da Vitória". Antes das 19 horas está em casa. Mas, ao abrir a bolsa, lá estavam...

- Os seis gatinhos do Tintinco!!! Coitado, deve estar doido à procura deles!!! Eu dou por vista como não estará a gatinha mãe deles!!!

Tirou nem a roupa do corpo, a Ofélia, e voltou na mesma pisada à Caucaia, pra devolver a imbiricica de gatos.

O fim da picada

Conversavam à sombra da mangueira coité encorpada - após o almoço, disputando o grosso tronco em formato de espaldar, os colegas taxistas Nilton Isprito de Porco, Dandão Caô, Jussier Barriga de Peba, Neto Batoré e Neném Cururu. Uns já até dormiam quando Barriga de Peba contou história que, sei não...

Seu Zé costumava dizer à esposa Terezinha que, estivesse ela certa, seria o fim de tudo o dia em que ele começasse a fazer "certas perguntas indecorosas".

- Tipo? - indagou a esposa.

- Sei lá, Tereza! Algo como: já tomei meu remédio? Fiz a barba? Vim dali ou nem saí daqui há pouco? Como é o nome da senhora?

- Faço o que, nesse caso? - de novo perguntou uma dona Terezinha sarcástica.

- Pode me internar!

Ocorre que a psicologia feminina sempre transcende. Tem lá quem vá com a sensibilidade delas! Leem nas estrelas o que o caba véi mal consegue ver com o fucim atolado num prato de buchada. Terezinha sabia que havia uma pergunta de seu Zé que era a gota d'água. Pergunta que foi capaz de fazer numa noite de Natal.

- Minha mulher, eu já fiz meu cocô hoje?

Cirúrgica dona Terezinha:

- Meu amor tem preferência por algum hospital?

Fonte: O POVO, de 10/12/2021. Coluna “Crônicas”, de Tarcísio Matos. p.2.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Defesa de Memorial para Professor Titular da Medicina da UFC de Anastácio de Queiroz Sousa

 

Aconteceu na manhã de quarta-feira (15/12/21), de forma virtual, via Google Meet, na Universidade Federal do Ceará, a Defesa de Memorial, seguida da avaliação de desempenho, para a promoção funcional da classe de professor associado 4 para Professor Titular do Departamento de Medicina Clínica, da Faculdade de Medicina da UFC.

A Comissão Especial Julgadora, composta pelos Profs. Drs. Maria Elisabete Amaral de Moraes, Maria Helena Pitombeira, Adriana Costa e Forti, Luiz Gonzaga Porto Pinheiro, Marcelo Gurgel Carlos da Silva (suplente) e Manoel Odorico de Moraes (suplente), aprovou o Memorial apresentado pelo professor doutor ANASTÁCIO DE QUEIROZ SOUSA.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Professor do PPSAC-UECE


CONFISSÃO DE UM VELHO ESCULÁPIO

Meraldo Zisman (*)

Médico-Psicoterapeuta

Independentemente de quem seja, ou dos momentos vividos, todo ser humano abrange o infinito universal, pois é parte dele. Não é preciso ter ou saber de tudo e, sim, possuir a certeza de que o Mundo todo se encontra dentro de nós. Por menor que seja, por mais prosaica a vida que leva, qualquer criatura guarda o Universo, por inteiro, dentro de si mesma. Daí, quando salva a vida de uma pessoa, está salvando a Humanidade.

Caso você deseje que o futuro seja melhor, estude o passado e, ao passar sua experiência para seus filhos, você a estará transmitindo também aos seus netos. Lembre-se de que o grande homem não é o conquistador. A história do futuro não será mais escrita com base nos feitos dos generais ou sobre batalhas, morticínios ou guerras, mas sobre os fazedores da Paz. 

Vamos lá ao meu desabafo:

Nunca gostei muito de esportes e até hoje os considero como uma sublimação do espírito guerreiro. Apesar de me achar um desajeitado em fazer amizades devido à minha timidez nata, terminei sendo taxado de orgulhoso. Confesso que, às vezes, mesmo depois de velho, tenho vontade de colocar uma prancheta pendurada no pescoço, com os dizeres: “Não sou chato, sou tímido e acanhado”.

Na minha adolescência, deleitava-me com a Guerra Civil Espanhola descrita por Ernest Hemingway (1899-1961) no seu emblemático “Por quem os sinos dobram?” Suas touradas, lutas de box e valentias povoaram minha mente em formação.

Comecei minha vida universitária pesquisando e denunciando a fome ancestral da maioria da população infanto-juvenil brasileira. Como não seria de estranhar, atraí críticas dos ortodoxos e também dos heterodoxos que não conseguem sair das suas desnutridas observações. Poucas foram as pessoas que me entenderam em um mundo cada vez mais interessado pelo dinheiro e pelo egoísmo.

Durante todos esses anos dedicados à Medicina, permaneci fiel às minhas leituras e muito mais à minha consciência. Para mim, o computador facilitou escrever, porém pretendo usá-lo apenas como editor de textos ou facilitador de alguma consulta na Internet.

Sempre fui muito batalhador, interessado em tudo o que acontece em minha casa e em todo o mundo. Não desejo tomar o lugar da juventude e muito menos das suas experiências arriscadas. Desde que o mundo é mundo, as gerações se sucedem... E, o pior é ser considerado um velho que se perdeu do caminho da vida.

Só ao envelhecer temos condições de nos perguntar sobre o que fizemos da nossa vida.

Sei que não valeria a pena chegar aos oitenta e cindo anos, se toda sabedoria do mundo fosse tolice perante Deus frase do romancista alemão Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) autor do livro intitulado “Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister” e que no momento da própria morte suplicava: "deixem entrar a luz".

(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE), da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES) e da Academia Recifense de Letras. Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

 

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