Mostrando postagens com marcador Protesto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Protesto. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

Por Rev. Munguba Jr. (*)

A igreja onde sou pastor a mais de trinta e quatro anos e onde meu pai exerceu seu ministério por mais de cinquenta anos, a Seven Church, vem, há setenta e sete anos ininterruptos, proclamando o evangelho de Jesus Cristo e foi requisitada para ser uma seção eleitoral durante as eleições desse ano.

Temos a garantia da liberdade de culto e a inviolabilidade dos templos religiosos através do artigo 5º, VI, da Constituição Federal:

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade, nos termos seguintes:

VI - É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e a suas liturgias"

Mas parece que a observação da nossa Constituição está meio fora de moda.

Os templos religiosos, de todas as denominações, são protegidos pela nossa lei maior e nenhuma interferência pode ser aceita em qualquer religião.

Protocolamos a nossa defesa diante do juiz eleitoral, a qual foi indeferida. A alegação do magistrado, aborda que a igreja poderia fazer culto em qualquer outro dia e não no domingo. Na Seven Church, nesse final de semana específico, teremos três celebrações no sábado e quatro no domingo, o Dia do Senhor. O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) bloqueia o sábado e o domingo para as eleições.

Comunicamos ainda ao TRE, a existência de prédios da Universidade Federal do Ceará (UFC), sendo um na esquina ao lado do prédio da igreja, curso de farmácia e restaurante universitário; e ainda todo o complexo do campus de Porangabussu, também da UFC, ficando a apenas cinco quadras da igreja.

O que também foi esquecido é que há mais de dois mil anos a igreja cristã tem suas celebrações aos domingos, uma tradição milenar em um País de maioria cristã.

Onde passa um boi, passa uma boiada. Hoje confiscam a igreja para uma eleição e amanhã vão nos impedir de cultuar e de exercer o nosso papel de fundamental importância para a saúde das famílias brasileiras.

Peço a sua oração. 

(*) Pastor Munguba Jr. Embaixador Cristão da Coreia do Sul Para a Implantação da Oração da Madrugada e Erradicação da Pobreza no Brasil.

Fonte: O Povo, 31 de outubro de 2020. Opinião. p.18.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

NOTA DO CORECON-CE EM DEFESA DO BANCO DO NORDESTE



As últimas notícias veiculadas nos periódicos regionais, deixam senões acerca do futuro de um dos maiores bancos de desenvolvimento da América Latina, o BANCO DO NORDESTE DO BRASIL (BNB).
O BNB foi criado pela Lei nº1.640 DE 19.07.1952, sediado em Fortaleza, com missão diferenciada das demais instituições financeiras que desde sua fundação a cumpre - “Atuar como Banco de Desenvolvimento da Região Nordeste”.
Para efetivar seu papel de agente indutor do desenvolvimento regional conta com a capilaridade de 280 Agências, localizadas nas cidades nordestinas, norte de Minas e parte do Espírito Santo, das quais algumas situadas nos mais distantes rincões do semi-árido nordestino. O Banco conta ainda em sua estrutura com o ETENE cuja missão é “ Elaborar, promover e difundir estudos, pesquisas e informações socioeconômicas e avaliar políticas e programas do Banco do Nordeste, subsidiando a ação do BNB e da sociedade na busca do desenvolvimento regional sustentável.
Concordamos com posição espelhada em artigo publicado em janeiro de 2019 pela AFBNB-Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste, “O BNB exerce um protagonismo econômico junto a diferentes setores da economia – agricultura, indústria, comércio, serviços, turismo, infraestrutura etc. – sendo o principal braço do Estado, enquanto instituição de fomento na região em que atua. Sua expertise, de quase 67 anos, promovendo o desenvolvimento regional o credencia, enquanto empresa séria que, ao contrário de ser ignorada deve ser reconhecida.
Os resultados positivos apresentados pelo Banco ao longo dos anos, seriam ainda mais eficazes se houvesse uma política macroeconômica de desenvolvimento nacional, com o suporte de um arcabouço institucional pensado para de fato superar as desigualdades entre as regiões e estimular as potencialidades locais. Não custa lembrar que órgãos que poderiam construir essa rede foram sucateados e/ou esvaziados de sua missão ao longo do tempo, a exemplo da Sudene, do DNOCs e da Codevasf.”
Ainda segundo artigo da AFBNB, os números mostram a força do BNB e a sua relevância para a política de desenvolvimento do País. Isto confirma ser a Instituição uma das mais relevantes para a superação das desigualdades regionais, devendo, portanto, ser fortalecida e reconhecida como tal, desconstruindo qualquer equívoco de privatização, incorporação, fusão ou qualquer outra medida que implique em seu desmonte.”
Vale registrar que o BNB em 2018 atingiu a marca histórica de R$ 41,4 bilhões emprestados com recursos do FNE – sendo R$ 30 bilhões do próprio FNE e o restante do CrediAmigo e AgroAmigo – microcrédito urbano e rural, respectivamente.
O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste-FNE, foi criado em 1988 (artigo 159, inciso I, alínea "c" da Constituição da República Federativa do Brasil e artigo 34 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) e regulamentado em 1989 (Lei nº 7.827, de 27/09/1989). O FNE é um instrumento de políticas públicas no âmbito federal viabilizado pelos diversos programas de financiamento aos setores produtivos, cujos recursos não são contingenciados em orçamento da União,
Os que representam o CORECON-CE entendem que todos os segmentos da sociedade precisam se imbuir de uma causa comum, “Defender a Valorização e Manutenção do BNB”, enquanto braço do Governo Federal na efetivação, dentre outras missões, a constitucional, via operacionalização dos recursos do FNE. 
Fonte: Corecon-CE, 13/02/2019.

sexta-feira, 27 de março de 2015

O QUE VI NA AVENIDA PAULISTA



Por Affonso Taboza (*)
Uma faixa convocava as Forças Armadas à ação. Não vi protestos nem reações negativas a isso
Sorte minha estar em São Paulo no dia 15 de março, um domingo histórico. No meio da multidão, pude participar de um dos maiores acontecimentos cívicos já vistos neste País. Um milhão de pessoas – segundo cálculo da PM – lotava a Paulista e formigava nas ruas adjacentes. Da esquina da rua da Consolação, tentei sem êxito alcançar o Masp. Não consegui furar mais que noventa ou cem metros. Gente demais. Três helicópteros parados sobre a avenida fazendo a cobertura. Dois drones sobrevoando a baixa altitude, filmando. Faixas e cartazes em profusão: “Fora Dilma!” e “Fora PT!”, incontáveis; “Quem mente não pode ser Presidente!”; “World press, we need you now” (“Imprensa estrangeira, precisamos de você agora!”); “Nossa bandeira jamais será vermelha!”; “Eu vim de graça”, ironia ao divulgado pagamento de R$ 35,00 aos manifestantes vermelhos da sexta-feira anterior; “Sim à PF e ao MP!”; “Abaixo a corrupção!”; “Impeachment já!”.
Uma faixa convocava as Forças Armadas à ação. Não vi protestos nem reações negativas a isso. Mas lembrei que as FAs estão escoladas. Salvaram a Nação do comunismo em 64, foram aplaudidas com entusiasmo no início mas logo passaram a ser objeto de incompreensões e críticas de certos setores, e reação armada dos derrotados. E mais à frente, até de perseguição pelos comunas encarapitados no poder. Melhor sair de perto.
Para o caso Dilma, há solução constitucional: renúncia, se a presidente se sentir acossada pelas ruas e seu governo se tornar inviável; impeachment, a mais provável; ou exercitar paciência de Jó por quatro anos e dar o troco nas urnas, se o Brasil ainda estiver respirando. Lembrete: sugerir impeachment não é golpismo. Ives Gandra Martins, jurista de renome, respeitadíssimo, vê neste caso razões sobejas para tal. Redigiu um alentado parecer a respeito. Lembre-se que, por muito menos, Collor foi “impichado”. O dano causado ao País por esta senhora e por seu antecessor é incomensurável.
Idosos, crianças nos ombros dos pais, um cadeirante, gente que se podia sentir de todas as classes sociais, cores e raças povoavam a avenida na maior harmonia e entusiasmo. Não eram só brancos e ricos, nem a “zelite”; como brada o chavão petista. Ali, na Avenida Paulista, estava uma amostra gigantesca e bem representativa do povo brasileiro, renegando a corrupção, o desmando, e repudiando o petismo e seu modo infame de governar. Pedindo, em última análise, o fim urgente deste pesadelo.
(*) Coronel reformado do Exército e engenheiro civil
Publicado In: O Povo. Fortaleza, 26 de março de 2015. Caderno A (Opinião). p.9.

domingo, 15 de junho de 2014

As Vaias para a Dilma na Copa II

 

Fonte: Circulando por e-mail (internet). Sem autoria explícita.

As Vaias para a Dilma na Copa I

 
Charge: Alpino
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Carta aberta em defesa do Náutico Atlético Cearense



Prezados Sócios e Amigos do Náutico,
Queremos informar a quem possa interessar, acreditando serem atingidos todos do nosso Estado, que está em curso uma iniciativa, do Atual Conselho e Diretoria do Náutico, que caso obtenha êxito, culminará com o arrendamento de quase toda a da sede do Clube, por 80 anos ou mais, para abrigar mais um Shopping e 4 edifícios. Acredito que na prática isto significará a extinção do Náutico. Esta medida está sendo apresentada aos sócios, PROPRIETÁRIOS DO CLUBE, como sendo a única e salvadora opção para que o Náutico não venha a fechar as portas ou venha a ser leiloado.
Foi dito em Carta aos associados, assinada pelos presidentes da diretoria e conselho do Náutico, respectivamente, que os obstáculos ao desenvolvimento do  Náutico deviam-se a fatores externos como a expressiva redução de cidadãos interessados na associação de clubes”, bem como às significativas dívidas tributárias acumuladas. Discordo veementemente desta premissa, bem como da iniciativa de arrendamento como está sendo proposta, por ter convicção absoluta de que há outros caminhos, e ainda tempo hábil para reverter o processo de declínio do Náutico. Recentemente foram alienados os últimos ativos patrimoniais que nos restavam, afora a sede (Terreno na Av. Abolição e Terreno na Av. Des. Moreira), além de um andar inteiro no Edifício C. Rolim, que foi posto a leilão há alguns anos, arrecadando-se com isso alguns milhões, que foram utilizados integramente para amortizar parte do débito existente e permitir a negociação do remanescente. Relembro estes fatos para refutar a idéia, que pode ter sido apreendida na Carta, de que o Leilão da Sede do Náutico está para acontecer a qualquer momento.
Vejo esta iniciativa de arrendamento por 80 anos praticamente como a venda do clube propriamente dita, sendo ainda pior, porque o pretenso arrendatário vai tomar conta do nosso clube, desembolsando apenas uma pequena parte do seu valor, e depois de ter o controle da situação, estaremos em suas mãos. A partir daí, ele terá o prazo extremamente confortável de 80 anos, ou mais, para adquirir o controle acionário do Náutico, comprando ações que surjam á venda. Por isso, digo a você Sócio Proprietário, que mesmo estando insatisfeito com a atual situação do Náutico, NÃO VENDA A SUA AÇÃO, vamos lutar pela sua preservação. Ao Sócio Contribuinte digo: Não deixe de participar de qualquer possível Assembléia Geral, você também tem direito a voto.
Discordo também da maneira como está sendo conduzido este processo. Os Sócios, notadamente os sócios proprietários, deveriam ter sido informado e consultados antes do denominado Chamamento Empresarial, feito em 17 de dezembro de 2012, portanto 64 dias antes da Carta Informativa aos Associados, em 27 de fevereiro de 2013. Considero que uma medida de tal magnitude, que enseja redução brutal na estrutura física do clube, bem como atinge cifra de centenas de millhões de reais, segundo o próprio Edital, não deveria chegar ao conhecimento dos sócios através dos jornais, sem uma devida consulta prévia. Conforme foi dito na carta, houve muitas consultas a advogados, economistas, engenheiros, arquitetos e administradores, a fim de elaborar-se o projeto piloto, esquecendo-se porém de consultar aos principais interessados, os Sócios Proprietários.
Logicamente não temos mais tempo a perder, temos que tomar medidas urgentes para soerguer o Náutico. Essas medidas devem começar por entender que o Náutico é uma empresa; tem CGC, tem que pagar impostos, e os seu principais clientes mantenedores são os seus sócios. Não se pode administrar um clube hoje como se administrava a 40 anos e não esperar que o mesmo não vá a bancarrota em um curto espaço de tempo. Diariamente milhares de empresas abrem e fecham, sejam elas restaurantes, hotéis, escolas, lojas, escritórios, academias ou clubes, e por diversos motivos, mas acho que o principal é não conseguir, em tempo hábil, entender que o maior patrimônio da empresa são os seus clientes, e que devem procurar incansavelmente conquistá-los , oferecendo sempre o que de melhor estiver disponível no mercado. Muitos clubes no Brasil, que compreenderam esta realidade a tempo, não só puderam se manter, mas também puderam crescer, algumas vezes incorporando outros clubes deficitários.
Como é possível hoje um Clube do Porte do Náutico não ter um Site em funcionamento e não se comunicar e prestar serviços aos seus clientes(sócios) pela Internet? Até me surpreendo com o tempo em que o Náutico está a resistir; atribuo isto aos sócios remanescentes, que pelo sentimento de ligação afetiva com o Náutico continuam a frequentá-lo e contribuir com ele, muitas vezes, só contribuir.
Tomei a iniciativa de responder à carta do Presidente da Diretoria Administrativa, Adv. Pedro Jorge Medeiros, em que o mesmo ao seu final, solicitava sugestões. Tornei esta missiva aberta aos sócios e demais amigos do Náutico, por acreditar que todas as informações nela inserida são de interesse comum aos que realmente querem a preservação do Náutico, em sua integralidade. Nela apresento os motivos da minha total discordância ao atual projeto do Conselho/Diretoria e também apresento algumas propostas para que as mesmas sejam estudadas e oferecidas aos sócios como opção. Estas sugestões tratam-se de medidas de médio prazo, por envolver informação, projeto, discussão e aprovação por parte dos sócios proprietários. Estas medidas, aliadas a profissionalização da Administração do Náutico, em que o Clube é a empresa, e o sócio, cliente, tem tudo para que o Náutico passe a ser referência não só de beleza arquitetônica, mas também em qualidade de prestação de serviço.
Quero não desmerecer, mas agradecer o trabalho dos Atuais gestores do clube, pois tenho ciência que sonegam seu tempo com a família e outros afazeres profissionais e particulares, para conduzir, sem nenhum remuneração, os destinos do nosso Náutico. Não podemos responsabilizá-los integralmente por eventuais insucessos na gestão do clube. Temos nós, sócios proprietários, que assumir a responsabilidade pela condução do destino do nosso clube, demonstrando de forma ordeira, mas firme, aos nossos representantes o que realmente almejamos para um Náutico cada vez Melhor. Sei que é fácil falar e difícil fazer. Por isso, temos que dedicar um mínimo de tempo para cuidar de um Patrimônio que não é somente nosso, mas de Utilidade Pública para o nosso estado e até, sem temer o exagero, para o Brasil.
Solicito aos sócios e demais amigos do Náutico, os quais se interessam em preservá-lo por completo, que tomem ciência dos fatos e depois se manifestem. Devemos demonstrar a nossa concordância ou insatisfação agora, ou talvez, em breve, seja tarde demais!
Embora a decisão final vá ser tomada pelos SÓCIOS em Assembleia Geral, devemos participar ativamente de todo o processo a partir de agora, para que haja um número expressivo de Sócios presentes nesta assembleia, e que assim a decisão tomada realmente represente a  vontade da maioria dos sócios.
Como diz a Máxima: “Quem Cala consente”, e não haveremos de ficar calados, a consentir o que não for do verdadeiro interesse dos sócios do Náutico.
Adriano Vasconcelos Accioly de Carvalho Sócio n. 65

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

OS ENGENHEIROS DA CONFUSÃO



O Governo segurou o preço da gasolina, para evitar inflação (é mais fácil segurar um preço-chave do que conter gastos públicos, cortar mordomias, buscar eficiência). O álcool entrou em crise: com o preço da gasolina artificialmente baixo, foi empurrado para fora do mercado. Resultado: como não é compensador produzi-lo, o investimento em álcool caiu (e o Brasil está importando álcool americano para misturar na gasolina). Como o consumo de gasolina subiu, o Brasil está importando gasolina. Como os preços estão contidos, falta dinheiro à Petrobras para concluir suas novas refinarias. E o Governo procura estimular a produção e venda de automóveis para lutar contra a recessão. Sem as novas refinarias, com os novos automóveis, torna-se preciso importar mais gasolina.
A Petrobras acaba de pedir ao Ministério de Minas e Energia que autorize a mistura de 25% de álcool na gasolina, em vez dos 20% atuais. Tecnicamente, não há problema: a frota brasileira funcionou muito tempo com os 25%. Ambientalmente, é bom: reduz um pouco a poluição dos automóveis. Só que, como não há álcool suficiente, o Brasil terá de importá-lo em maior quantidade. Reduz a importação de gasolina, mas tem de gastar com a importação de álcool.
Lembra do Aprendiz de Feiticeiro, episódio de Fantasia, de Walt Disney, com música de Paul Dukas e tendo Mickey como astro? Mickey achava que sabia ser feiticeiro, mas só provocou confusões com sua bruxaria mal-ajambrada.
Hoje Mickey não teria a menor chance. Há gente mais confusa do que ele.
Bons tempos
Fantasia, que nome ótimo! A gente lembra do presidente Lula com as mãos sujas de óleo, ao visitar um campo de testes do pré-sal; a gente lembra do presidente Lula anunciando a autossuficiência em petróleo. A gente lembra do presidente Lula comunicando que a matriz energética mundial iria mudar, com o combustível verde, renovável, de nossos canaviais. A gente lembra dos especialistas explicando que o álcool de milho americano era inviável pelo custo, incapaz de concorrer com nosso álcool de cana. E é dos EUA que importamos álcool.
Vejam só na foto a cara de deslumbradas da cumpanhêrada da Petrobraxx...

Fonte: Internet (circulando por e-mail). Atribuído ao jornalista Carlos Alberto Sardenberg.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PARALISAÇÃO NO DIA DO MÉDICO

Em uma ação concatenada das entidades médicas, nacionais e locais, os médicos assinalarão a passagem do Dia do Médico (18/10/12) com a paralisação dos atendimentos aos usuários de planos de saúde.
As razões para essa suspensão de atividades médicas estão arroladas no manifesto abaixo.


Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da ACM – Cadeira Nº 18
 

Free Blog Counter
Poker Blog