sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PERFIL DE CARLILE LAVOR



A Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA) apresentou na posse do novo gestor da pasta da Saúde uma síntese biográfica do empossado a seguir reproduzida:
Perfil do Secretário da Saúde do Estado do Ceará Antônio Carlile Holanda Lavor
Antônio Carlile Holanda Lavor nasceu no dia 23 de agosto de 1940, em Jucás. Médico, formado pela Universidade Federal do Ceará, tem formação em Microbiologia. Carlile Lavor trabalhou no Instituto de Medicina Preventiva do Ceará (IMEP-UFC), dirigiu o laboratório de microbiologia do Hospital das Clínicas e o laboratório do Hospital de Maracanaú.
Foi professor da Universidade de Brasília de 1969 a 1978. Lá construiu as bases do sanitarismo comunitário e iniciou as pesquisas, ainda na década de 70, para a construção do Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS), uma das marcas de sua gestão como secretário de Saúde do Estado, de março de 1987 a abril de 1988. Nesse período, contratou 6.000 agentes comunitários de saúde para um trabalho emergencial por um ano. Os agentes de saúde transformaram-se em programa permanente da Secretaria e, em 1991, foi adotado pelo Ministério da Saúde.
Carlile Lavor ajudou a criar o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Ceará (Cosems-CE), presidindo-o desde sua criação, em 1989, até 1991. Ex-prefeito de Jucás, presidiu a Associação dos Municípios do Ceará, dedicando-se especialmente à campanha de escolarização das crianças de 7 a 14 anos, contribuindo para criação do Fundef. Premiado pelo Unicef, representou o Brasil no Encontro Internacional dos Prefeitos Amigos da Criança, realizado no México, em 1994. Na África, iniciou em 2007 a implantação do Programa Agentes Comunitários de Saúde em Luanda, Angola. Em 2014 ajudou o governo angolano a regulamentar o PACS. Quando convidado a retornar à Secretaria da Saúde do Estado, Carlile Lavor dirigia o escritório da Fundação Oswaldo Cruz no Ceará e estava à frente da implantação da unidade da Fiocruz no Estado.
Fonte: SESA/ASCOM

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mulher corta pênis do marido duas vezes, após descobrir traição

A chinesa Fen Lung teve uma reação diferente do que se costuma ver, ao descobrir que havia sido traída. Ao invés de terminar o relacionamento, como a maioria das mulheres fazem, ela resolveu cortar o pênis do homem de apenas 32 anos, duas vezes.
As informações são da agência de notícias da AFP, que afirma que o fato aconteceu em dezembro de 2014, mas só a agora a história foi finalizada.
Segundo a agência, o homem conhecido por 'M.Fang' sofreu a primeira amputação enquanto dormia. Depois de ser levado ao hospital com urgência, os cirurgiões conseguiram colocar o membro no local.
Durante sua a recuperação, Lung, que o acompanhava, esperou que o marido adormecesse para cortar o pênis novamente e atirá-lo pela janela do hospital, impossibilitando que o encontrasse.
Segundo o AFP, o ato de vingança ajudou o relacionamento de Fang com a amante, que resolveram se casar. "Não faz mal que ele não seja fértil, porque de qualquer das maneiras já tem cinco filhos", disse a amante que agora é esposa, Zhang, aos meios de comunicação da província de Henan, no centro da China.
O estado clínico de Fang é "estável" apesar das fortes perturbações emocionais", dizem os médicos. A esposa de Fang está detida enquanto ocorre a investigação policial.

Fonte: O Povo Online, Redação, de 12/01/2015. p.1.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

AS GRANDES EMPRESAS DE CIGARRO NÃO SE RENDEM

Por Alan Mattingly

Há tempos o cigarro está na berlinda. Até os franceses estão repensando seus hábitos, o que não significa que a nicotina tenha sido relegada, nem que as grandes empresas tenham se rendido.
Depois da entrada tardia no setor incipiente, mas promissor, da opção eletrônica, elas agora abrem caminho para se estabelecer no mercado de alternativos. Recentemente o Times mostrou um centro de pesquisas de última geração em Neuchatel, na Suíça, onde 300 cientistas da Philip Morris estão trabalhando para encontrar uma forma mais efetiva de oferecer nicotina ao consumidor que a versão eletrônica atual.
“Nossos esforços se baseiam em dois objetivos: desenvolver uma linha de produtos embasada em princípios científicos para reduzir os riscos e criar substitutos aceitáveis para os fumantes que não querem ou não podem parar”, explica o Dr. Patrick Picavet.
Os céticos, cientes do histórico enganoso do setor, duvidam das intenções das companhias – como os rótulos de alerta que algumas estão colocando, voluntariamente, nas embalagens da versão eletrônica, por exemplo, muito mais explícitos que os da opção tradicional. O Times registrou a seguinte explicação no cartucho da Altria: “A nicotina é uma substância viciante, muito tóxica quando inalada e/ou em contato com a pele”. E o texto contém mais cento e poucas palavras.
“Quase caí da cadeira quando vi. Será uma nobre iniciativa em nome do serviço público ou uma estratégia de negócios muito cínica? Desconfio que seja a segunda opção”, diz o Dr. Robert K. Jackler, da Escola de Medicina de Stanford na Califórnia.
Alguns observadores suspeitam que as empresas de cigarro queiram parecer mais responsáveis que os fabricantes menores da versão eletrônica e se proteger em termos jurídicos. Porém, William Phelps, porta-voz da Altria, disse que a medida reflete o objetivo de comunicar, aberta e honestamente, os efeitos do produto na saúde.
E Stephanie Cordisco, presidente da divisão eletrônica da RJ Reynolds, disse ao Times:
“Estamos aqui para garantir que o setor ficará do lado certo da história”.
Já a empresa europeia Swedish Match resolveu optar pela estratégia oposta, pedindo às agências reguladoras norte-americanas que amenizem os alertas em sua alternativa ao cigarro: o snus, muito semelhante ao fumo de mascar, mas sem as cusparadas.
Seu consumo é permitido apenas na Suécia, tendo sido proibido no resto da União Europeia e o fabricante não nega seus riscos – que são relativos, como alega, mas quer que o alerta reflita esse detalhe. O Times observou que o aviso atual nas embalagens de snus vendidas nos EUA diz que ele pode causar câncer de boca e não é uma alternativa segura ao cigarro. A versão desejada é: “Nenhum produto que contém fumo é seguro, mas este oferece riscos bem menores à saúde que o cigarro”.
Temendo a acusação de incentivo ao vício – e uma eventual volta aos cigarros normais – os defensores do setor da saúde pública não dizem que alguns produtos são menos perigosos que outros, mas os especialistas afirmam que essa é uma questão importante, principalmente pela tendência do ser humano a fazer coisas que lhe são prejudiciais.
“Fazemos coisas estranhas mesmo; casamos uns com os outros, temos religião, fazemos sexo sem fins reprodutivos, gostamos de teatro, cultura... damos uns goles de vez em quando e apreciamos nossa nicotina. É o que nos torna humanos”, constata Patrik Hildingsson, executivo da Swedish Match.

Fonte: The New York Times / O Povo, de 12/01/2015. p.1.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

PLATICÉFALOS NO VESTIBULAR DO ITA DE 2015


O engenheiro aeronáutico Felipe Bastos Gurgel, iteano de 2006, em painel da Embraer de 2007.

O jornal O Povo, de 31/12/2014, estampou em suas páginas 7, 9 e 19 anúncios publicitários de três renomadas escolas de Fortaleza sobre os resultados de seus respectivos alunos no vestibular de 2015 do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Uma escola anunciava 11 aprovações, outra reportava 25 aprovados e a terceira propagava 20 alunos exitosos. A comparação entre os três anunciantes, recorrendo tão somente ao número absoluto de aprovados, pode ser enganosa, porque a apreciação mais criteriosa deveria ter em conta o número de inscritos por instituição para calcular a taxa de aprovação específica.
Um dos anúncios confrontava a sua cifra com a quantidade aprovada nas capitais brasileiras de realização dos exames, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília etc., indicando que o seu desempenho, isoladamente, as superava, com a exceção do obtido em Fortaleza, até porque seus alunos já fazem parte desse rol.
São José dos Campos, a cidade-sede do ITA, foi contemplada com 45 aprovações, o que não surpreende, pois nela há um tradicional curso preparatório, que funciona em tempo integral, recebendo alunos estudiosos, de alto nível socioeconômico, e procedentes de todo o Brasil, ansiosos para ingressarem no ITA, aos quais oferece alojamento e suporte pedagógico diuturno.
No último vestibular do ITA, foram inscritos 7.792 candidatos, com uma concorrência de 45,84 candidatos por vaga, redundando na taxa final de aprovação de apenas 2,18%. A capital paulista participou com 1.627 candidatos (20,88%), mas assegurou só 14 vagas (8,24%) ao registrar uma taxa de sucesso de 0,86%, enquanto Campinas-SP não teve qualquer aprovado entre os seus 438 inscritos.
A supremacia dos cabeças-chatas cearenses nesse certame fica evidente diante da constatação de que Fortaleza, com os seus 783 postulantes, representando o terceiro maior contingente de inscritos (10,05%), amealhou 61 vagas, ou seja, mais de um terço da oferta (35,88%), fruto da mais elevada taxa de êxito (7,79%) alcançada, da ordem de 3,6 vezes a média nacional.
São José dos Campos tomou parte com o segundo maior grupo, formado por 803 (10,31%) inscritos, apropriando-se de 45 (26,47%) vagas; contudo, em que pese as excelentes condições de estudo propiciadas aos seus assistidos, logrou uma taxa de aproveitamento de 5,60%, inferior a que foi auferida pelos concorrentes da capital cearense. Note-se que Fortaleza e São José dos Campos abocanharam 62,35% dos lugares da nova turma de iteanos.
Os locais de aplicação com taxa de aprovação superior à média do País foram: Fortaleza (7,79%), São José dos Campos (5,60%,), Teresina (3,36%) e Rio de Janeiro (2,42%).
Por certo, o cearense Casemiro Montenegro, marechal-do-ar e fundador do ITA, se vivo fosse, estaria hoje jubiloso com o feito dos seus conterrâneos platicéfalos.

Prof. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Do Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico)

* Publicado In: O Povo, de 12/01/2015. Opinião. p.9.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

VERMELHO NOVO

Por Miriam Leitão (*)
O déficit divulgado ontem foi o pior para o mês da série histórica. Quantas vezes você leu esta frase nas páginas de economia este ano? Não pare de ler, não é notícia velha. É um novo vermelho nas contas públicas de novembro, de R$ 6,7 bilhões. No ano, o déficit primário é de R$ 18,3 bilhões. Para fechar na nova meta de R$ 10 bilhões de superávit, será preciso um dezembro com azul de R$ 28 bilhões.
É dura a herança que Dilma receberá de Dilma. A presidente terá que começar o segundo mandato herdando vermelhos velhos na balança comercial, no déficit público, no resultado da conta-corrente, no setor elétrico, na dívida pública. E tem a meta de chegar a um resultado positivo, em 2015, de no mínimo R$ 66 bilhões, segundo contou Joaquim Levy.
Na minha terra, em Minas, há duas cidades próximas. Uma chamada Vermelho Velho, e a outra, Vermelho Novo. Assim estará o governo a partir de quinta-feira, tentando separar o déficit antigo do que vier a ser responsabilidade da nova administração.
A arrecadação até subiu no ano, em 3,9%, mas as despesas cresceram num ritmo mais veloz: 12,7%. E isso não é tudo. A nova equipe que assumirá está vasculhando as contas atrás de déficits ocultos. Na área de energia, há uma lista infindável de contas dependuradas no Tesouro, além daquelas que já se sabe que foram cobertas com empréstimos bancários que serão pagos através de aumentos da conta de luz.
O problema é que, quanto maior for a herança deixada por Dilma para o novo governo Dilma, mais difícil será o ajuste. Nesta reta final, com os ministros ainda não empossados olhando as contas por dentro, está ficando claro que o rombo é de fato tão grande quanto diziam os mais pessimistas.
Um dos truques que ajudaram a recobrir de azul as velhas contas vermelhas foi o de antecipar dividendos de estatais. Não poderá mais ser feito. Não apenas porque a nova equipe já abjurou a velha prática, como será impossível mesmo. A Petrobras não terá condições de pagar agora os R$ 2 bilhões previstos por ter recebido mais quatro campos de pré-sal na Bacia de Campos. A Eletrobrás não poderá pagar dividendos, simplesmente por não ter lucro. Ela está com dificuldades para pagar o que deve à Petrobras. Sobram os bancos públicos, mas o BNDES precisa manter seus recursos porque acaba de receber um novo cheque do Tesouro e o aviso prévio de que não haverá outros.
Em entrevista da qual participei com a então candidata Dilma, em 2010, perguntei se não havia risco de aumentar o déficit público e a dívida bruta caso ela ganhasse. Lembrei que ela, anos antes, na chefia da Casa Civil, havia chamado de rudimentar a proposta do ex-ministro Antonio Palocci de buscar o déficit nominal zero. Dilma respondeu a pergunta, que lhe fiz em entrevista na CBN, dizendo que eu estava errada “no número e no conceito”. Ao fim do seu primeiro mandato o que se constata, infelizmente, é que o erro não era meu. O déficit público nominal está fechando o ano em 5,6% do PIB e a dívida pública bruta está em 63% do PIB. Quando ela assumiu, estava em 54%.
O trabalho de arrumar as contas não será fácil. O governo persistiu demais no erro de achar que poderia enganar os números com artimanhas fiscais e aumentar os gastos. Os dois ministros terão muito o que fazer para tentar virar esse jogo. A aposta que fazem é que o gesto de mudar de rumo já seja o primeiro passo para a reconquista da credibilidade da política econômica.
(*) Jornalista e articulista de O Globo.
Fonte: O Globo, 30/12/2014. Postado em diversos blogs.

domingo, 11 de janeiro de 2015

SEXO, SUPER-SEXO E AMOR

Uma mulher mais velha explicava para uma bem nova o que era SEXO, SUPER-SEXO e AMOR.

"Sexo é quando um homem te dá regularmente 5 mil dólares por mês, te leva num restaurante francês e depois te leva para a cama.
Super-sexo é quando um homem te dá regularmente 10 mil dólares por mês, te leva a um restaurante francês em Paris e depois te leva para a cama.
E Amor?
Amor é uma besteira que os pobres inventaram para te comer de graça".
Fonte: Internet (circulando por e-mail). Autoria ignorada.

Como vários países do mundo resolvem seus problemas

Segue uma figura ilustrativa de como se resolvem problemas pelo mundo afora:


Os destaques são o Brasil que após carnaval e futebol tudo termina em pizza, a Argentina que após muitas voltas, chimarrão e muitos questionamentos acaba multiplicando o problema por 10 e os Estados Unidos que resolvem tudo na bala.
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
 

Free Blog Counter
Poker Blog