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sábado, 11 de julho de 2026

AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA IV

6. Napolão e Josephine – Um amor que nunca enfraqueceu

Napoleão Bonaparte, o gênio militar que ascendeu para se tornar Imperador da França, conheceu Josephine de Beauharnais em 1795. Na época, Josephine era viúva e mãe de dois filhos, enquanto Napoleão era um jovem general em ascensão. A conexão deles foi instantânea, e eles se casaram um ano depois, em 1796. O charme e o calor de Josephine proporcionaram um contraste marcante com a natureza disciplinada e determinada de Napoleão.

Embora o amor deles fosse profundo, o casamento enfrentou desafios desde o início. A devoção de Napoleão às suas campanhas militares frequentemente o afastava por longos períodos, e Josephine lutava com suas ausências prolongadas. Apesar dos esforços, o casal não conseguiu produzir um herdeiro homem, uma questão de grande importância para as ambições de Napoleão.

Em 1809, percebendo que Josephine não lhe daria um herdeiro, Napoleão tomou a decisão dolorosa de se divorciar dela. Apesar da separação, eles permaneceram profundamente conectados. Napoleão garantiu que Josephine fosse bem cuidada, concedendo a ela o título de Duquesa de Navarra e permitindo que ela permanecesse na França. Dizem que mesmo em seus momentos finais em 1821, Napoleão disse o nome dela em suas últimas palavras: "França, o exército, a chefe do exército, Josephine".

7. Ciro, o Grande e Cassandane – Um império construído sobre o amor

Ciro, o Grande, é mais conhecido por fundar o Império Aquemênida no século VI a.C. Ele uniu as tribos persas, conquistou os medos em 550 a.C. e expandiu seu governo pelo Oriente Próximo. Mas além de seus sucessos militares, ele tinha uma parceria profunda com sua esposa, Cassandane.

Cassandane, também conhecida como Atossa, era filha de um poderoso rei medo. O casamento deles foi inicialmente uma aliança estratégica entre as dinastias persa e meda, mas com o tempo, evoluiu para algo muito mais profundo. Cassandane se tornou uma das conselheiras mais confiáveis de Ciro, compartilhando suas vitórias e lutas. Juntos, eles tiveram vários filhos, incluindo Cambises II e Esmerdis, que mais tarde desempenhariam papéis na história persa.

Embora Ciro seja lembrado principalmente por suas conquistas, ele também era conhecido por sua abordagem humana à governança. Ao contrário de muitos governantes de sua época, ele respeitava as tradições, religiões e culturas dos povos que conquistou. Alguns historiadores acreditam que Cassandane desempenhou um papel na formação dessa abordagem, influenciando Ciro a governar com justiça e tolerância.

Quando Cassandane faleceu, Ciro ficou arrasado. Ele organizou elaboradas cerimônias fúnebres em sua homenagem, um gesto raro para governantes da época. A história de amor deles não apenas deixou um impacto pessoal em Ciro, mas também ajudou a definir os valores que moldaram o Império Persa para as gerações futuras.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA III

4. Akhenaton e Nefertiti – Um casal real

No antigo Egito, o faraó Akhenaton e a rainha Nefertiti compartilhavam não apenas um amor profundo, mas também uma visão de transformação religiosa. Seu reinado foi um dos períodos mais radicais da história egípcia.

Akhenaton, originalmente conhecido como Amenhotep IV, mudou o cenário religioso do Egito ao promover a adoração de um único deus, Aton, em vez das crenças politeístas tradicionais. Nefertiti não era apenas sua rainha, mas sua igual, participando ativamente de decisões religiosas e políticas. Juntos, eles estabeleceram uma nova capital, Amarna, onde podiam praticar sua fé livremente.

Embora seu reinado tenha durado pouco, sua influência foi duradoura. A imagem de Nefertiti, imortalizada em um busto famoso descoberto nos tempos modernos, continua sendo um dos símbolos mais reconhecíveis da beleza e do poder egípcios. Embora sua história de amor tenha terminado em mistério, com algumas teorias sugerindo que Nefertiti governou após a morte de Akhenaton, sua parceria deixou uma marca duradoura na história.

5. Rainha Vitória e Príncipe Alberto – Uma história de amor que definiu uma era 

Ao contrário de muitos casamentos reais de sua época, a união da Rainha Vitória e do Príncipe Alberto foi construída com base em afeição genuína. O relacionamento deles se tornou um aspecto definidor da era vitoriana, moldando não apenas suas vidas pessoais, mas também a sociedade britânica.

Vitória conheceu Alberto, seu primo, antes de se tornar rainha. O casamento deles em 1840 foi mais do que uma aliança política — foi uma parceria profunda. Alberto desempenhou um papel essencial em aconselhar Vitória sobre questões políticas e defendeu causas como educação e progresso tecnológico. Juntos, eles tiveram nove filhos, dando um exemplo de vida familiar que influenciou os ideais vitorianos.

Tragicamente, Alberto morreu aos 42 anos, deixando Vitória devastada. Ela usou preto pelo resto da vida e se retirou de aparições públicas por anos. Embora ela continuasse a governar, sua dor era evidente em tudo o que ela fazia. Ainda hoje, sua história de amor continua sendo uma das mais conhecidas da história britânica.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA II

 2. Shah Jahan e Mumtaz Mahal – Amor eternizado em pedra

Quando o Imperador Shah Jahan do Império Mughal perdeu sua amada esposa, Mumtaz Mahal, ele transformou sua dor em algo extraordinário — o Taj Mahal. Esta estrutura de tirar o fôlego, construída como uma homenagem a ela, continua sendo um dos símbolos de amor mais famosos do mundo.

Shah Jahan governou de 1628 a 1658 e teve várias esposas, mas Mumtaz Mahal era sua confidente mais próxima. Ela desempenhou um papel essencial em sua vida, oferecendo conselhos e apoio. A morte dela durante o parto o devastou, e ele jurou honrar sua memória de uma forma incomparável.

Ao longo de 20 anos, milhares de artesãos e arquitetos trabalharam no Taj Mahal, uma obra-prima de mármore branco, entalhes intrincados e design simétrico. O monumento ainda atrai milhões de visitantes a cada ano, servindo como um lembrete de um amor que transcendeu o tempo. Os últimos anos de Shah Jahan foram cheios de tristeza — seu filho o derrubou, e ele passou o resto de sua vida preso, só podendo ver o Taj Mahal de uma janela.

3. Nero e Poppaea Sabina – Paixão que levou à destruição

A Roma Antiga estava cheia de histórias de amor dramáticas, mas poucas foram tão escandalosas quanto a do Imperador Nero e Popéia Sabina. O relacionamento deles foi construído com base na ambição e no excesso, e acabou em tragédia.

Nero era casado com Otávia, mas o casamento deles era infeliz. Seu caso com Popéia, uma mulher casada conhecida por sua beleza e influência, causou um escândalo. Nero acusou Otávia de infidelidade para justificar o divórcio. Mais tarde, ela foi exilada e eventualmente morta. Com Otávia morta, Nero e Popéia se casaram em uma cerimônia extravagante, vivendo uma vida de luxo e indolência.

O relacionamento deles tomou um rumo sombrio quando, em um acesso de raiva, Nero supostamente chutou Popéia enquanto ela estava grávida, levando à sua morte. Consumido pela dor, ele a enterrou em uma tumba elaborada, mas sua própria queda ocorreu logo depois. Seu reinado entrou em caos, terminando com seu suicídio quando Roma se voltou contra ele.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


AS MAIORES HISTÓRIAS DE AMOR DA HISTÓRIA I

 Ao longo da história, o amor frequentemente se entrelaçou com poder e política. Alguns romances fortaleceram reinos, enquanto outros levaram à queda e ao desespero. Por trás das manobras políticas e dos grandes gestos, esses relacionamentos eram movidos pela paixão, ambição e, às vezes, tragédia. Essas histórias revelam não apenas a paixão entre os indivíduos, mas também como seus relacionamentos influenciaram o curso da história. Vamos explorar alguns desses casais inesquecíveis.

1. Cleópatra e Marco Antônio – Um amor que terminou em tragédia

Uma das histórias de amor mais famosas da história é a de Cleópatra, a última rainha do Egito, e Marco Antônio, um general romano. O relacionamento deles não era apenas pessoal, mas também político, remodelando as lutas de poder do mundo antigo.

Cleópatra, conhecida por sua inteligência e charme, conheceu Antônio em 41 a.C. Os dois rapidamente se tornaram aliados e amantes, unindo-se contra seu inimigo comum, Otaviano. O tempo que passaram juntos foi repleto de grandes festas e exibições extravagantes em Alexandria, mas seu amor também gerou controvérsia. Antônio já era casado com Otávia, e sua decisão de deixá-la por Cleópatra prejudicou sua reputação em Roma. Sua aliança com uma rainha estrangeira fez muitos questionarem sua lealdade a Roma, dando a Otaviano uma vantagem em sua rivalidade política.

O destino deles foi selado na Batalha de Ácio em 31 a.C., onde as forças de Antônio e Cleópatra foram derrotadas. Eles recuaram para Alexandria, onde o exército de Otaviano logo os cercou. De acordo com relatos históricos, Cleópatra fingiu sua morte para evitar a captura. Ao ouvir isso, Antônio, acreditando que ela havia partido, tirou a própria vida. Cleópatra mais tarde também acabou com a própria vida, possivelmente usando uma cobra venenosa. Com suas mortes, o Egito caiu sob o domínio romano, marcando o fim da dinastia ptolomaica.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

EROS, QUEM ÉS TU?

Por Pedro Bezerra de Araújo – Pierre Nadie (*)

Eros surge com Hesíodo, como Procriação, a força de atração que viria a unir imortais e mortais entre si e uns com os outros. Mais tarde, no período Alexandrino, assume um garoto com asas que dispara flechas amorosas. Cupido é ele denominado.

Platão descreve-o com duas características: a pobreza e a carência da mãe Pênia e a sagacidade, audácia e coragem do pai Poros, à espreita dos belos de corpo e de alma. Da contemplação da beleza física chega-se à contemplação de todo o belo.

Para Hesíodo, porém, Eros era filho de Afrodite, formada pelos testículos de Urano, e com seus irmãos eram chamados de Erotes, com as suas diversas faces do amor.

Eros, com sua flecha sempre pronta a disparar, é assumido 'correio' do amor.

Platão apresenta este amor ‘como uma doença mental grave’ e, ao mesmo tempo, como caminho para a sabedoria, através do que ele denomina ascese.

Mais tarde, no Romantismo, surge um amor melancólico e nostálgico, com a paixão sobrepondo-se à razão, quando Eros aproxima-se de Tanatos. Os sentimentos explodem no prazer sexual, gerando tristeza e sofrimento na sua carência.

Em nossos dias, o amor tende a ceder a instâncias genitais, com seu efêmero prazer, como se fora mera paixão. “Amor é apenas instinto de sobrevivência da espécie.” – Arthur Schopenhauer. Erich From assim fala do amor: "O amor é uma força ativa no homem; uma força que irrompe pelas paredes, que separam o homem de seus semelhantes, que o une aos outros; o amor leva-o a superar o sentimento de isolamento e de separação, permitindo-lhe, porém, ser ele mesmo, reter sua integridade. No amor, ocorre o paradoxo de que dois seres sejam um e, contudo, permaneçam dois."

O historiador Will Durant conta que "o amor romântico existia entre os gregos, mas raramente determinava os casamentos".

Pra Zygmunt Bauman, vive-se hoje o ‘amor líquido’: o simples apertar de uma tecla rompe laços e os relacionamentos tornam-se irrelevantes e efêmeros, com ainda mais riscos num encontro físico.

O amor jamais será uma invenção ou uma criação. O amor é expressão do próprio ser humano, cujo ônus é encontrá-lo no seu recôndito para amá-lo ou assumir penúrias de sórdida contradição ou traumática rejeição.

Tenhamos uma boa segunda-feira, com as bênçãos de Deus!!!

(*) Pediatra e professor da Uece aposentado. Enviado por WhatsApp em 23/02/26.


sábado, 7 de fevereiro de 2026

Obras de Arte Famosas Que Celebram o Amor IV

7 "O Grande Canal em Veneza", de Édouard Manet, 1875.

Manet estava incrivelmente impressionado com Veneza depois de visitar a cativante ilha com colegas. Ele cuidadosamente pintou uma cena do Grande Canal com uma gôndola, a melhor experiência da cidade para os apaixonados.

8 "Sol Ardente de Junho", de Frederic Leighton, 1895.


Esta deslumbrante pintura britânica pré-rafaelita está exposta em um museu na cidade de Ponce, em Porto Rico, após sido considerada cafona em 1960, na Inglaterra. Feita por Frederic Leighton, essa obra de arte foi pintada com a simples intenção de expressar o prazer pela natureza e beleza.

9 "O Primeiro Beijo", de William Adolphe Bouguereau, 1889.

Inspirado pelo conto "O Asno de Ouro", do escritor e filósofo Apuleio, o "Cupido e a Psiquê" (assim chamado em francês), era um dos mitos favoritos de Bouguereau, que costumava pintá-lo frequentemente. Em português, a pintura é conhecida como "O Primeiro Beijo" e descreve a superação de grandes obstáculos por causa do amor.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.



Obras de Arte Famosas Que Celebram o Amor III

4 "O Nascimento da Vênus", de Botticelli, c. 1485-1486

Obra-prima de Botticelli, "O Nascimento da Vênus" é uma das obras de arte mais conhecidas. Esta requintada pintura renascentista era incomum para a época e foi inspirada em um poema antigo de Homero. Botticelli pintou a Vênus inspirado em uma bela mulher casada, Simonetta Cattaneo Vespucci, por quem acreditava-se que havia se apaixonado.

5 "O Pescador e a Criatura da Água", de Frederic Leighton, 1858.

O artista britânico Frederic Leighton foi inspirado por um poema do escritor alemão Goethe, e criou essa marcante obra que mostra a sedução fatal de um pescador por uma fatal sereia. Na era vitoriana, muitos artistas ficaram fascinados por essas míticas criaturas.

6 "O Balanço", de Pierre-Auguste Renoir, 1876.

O pintor impressionista Renoir era conhecido por amar retratar seus amigos parisienses e a sociedade francesa. Nessa belíssima obra ao ar livre, Renoir capta um flerte acanhado entre dois jovens.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.






Obras de Arte Famosas Que Celebram o Amor II

1 "O Beijo", de Gustav Klimt, 1909.

Esta pintura art nouveau retrata lindamente um momento íntimo, em amarelo e dourado. É um dos pôsteres mais comprados na internet, tornando difícil acreditar que, quando esta obra foi apresentada pela primeira vez, ela causou um escândalo e foi considerada pornográfica.

2 Chez le père Lathuille, de Édouard Manet, 1879.

Uma obra impressionista de Manet, "Um Casal no Père Lathuille" mostra delicadamente a cidade do amor, no tranquilo bairro de Batignolles. Esta obra de arte grandiosa apresenta um jovem rapaz cortejando uma moça em um restaurante e cabaré francês, que recebe o nome de Père Lathuille.

3 "O Beijo na Cama", de Henri De Toulouse-Lautrec, 1892.


O boêmio Toulouse Lautrec pintou esta cativante obra pós-impressionista para mostrar o amor terno e sensual. A sugestiva pintura mostra duas mulheres nuas na cama, compartilhando um beijo apaixonado.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.



Obras de Arte Famosas Que Celebram o Amor I

Nove Obras de Arte Famosas Que Celebram o Amor I

Estas pinturas são amadas em todo o mundo. Cada uma delas carrega uma história impressionante que toca milhões de pessoas por causa de seus temas universais de amor e beleza. A paixão e a dedicação de cada pintor são evidentes em cada pincelada e em cada detalhe dessas obras de arte! Espero que você aprecie essas maravilhas tanto quanto eu!

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


quinta-feira, 11 de setembro de 2025

CARTAS DE AMOR

Por Ana Miranda, escritora

Algo que me admirou, quando voltei a morar no Ceará, foi o amor de homens por suas esposas. Notei logo, desde quando assisti a uma festa em que senhores discursavam. Era uma festa de trabalho. Mas cada um deles aproveitou o momento para fazer uma declaração de amor. Verdadeiras cartas de amor ditas em voz alta. Isso pode ter vários significados, mas como meu pai foi a vida toda apaixonado por minha mãe, e assim aprendi a acreditar no amor matrimonial, interpretei como gestos de puro sentimento.

Guardo uma coleção de cartas de amor escritas por meus pais, nos anos 1930, 1940. Estavam noivos e se separaram por um período, quando ela foi estudar na Escola Doméstica de Natal, preparando-se para o casamento; ou, depois de casados, durante alguma viagem de trabalho do “doutor”. As cartas de amor são sempre saudosas, doloridas, porque são escritas quando o ser amado está distante. Tratavam-se por “minha filhinha”, “meu filhinho”, usavam diminutivos carinhosos: “Aceite mil beijos e saudades do maridinho só seu”. E ela, com uma letra harmoniosa e delicada: “Bem, meu futuro maridinho, aceita muitas saudades e beijos da tua noivinha que muito te quer”. Ele estava sempre preocupado com a saúde dela, e ela, com o excesso de trabalho a que ele se dava. Pode-se perceber que ele ainda era senhor de si, quando noivos, mas depois do casamento demonstra o quanto está arrebatado pela paixão. Por essas cartas, redescubro meu pai como um novo homem.

Lembrei-me dessas cartas e da festa noturna de declarações de amor quando estive a folhear um livro com as cartas trocadas, desde 1882, pelo estudante de direito, Clóvis Bevilaqua, com sua “boa e querida” musa, a escritora Amélia de Freitas, após se conhecerem numa praia do Recife – ela quase se afogava e ele a salvou. Ainda uma vez, a emoção destrona a razão, e o rapaz escreve “como quem conversa, sem método, sem concatenação, sem mesmo pensar no que disse nem no que vou dizer”, achando-se um tolo. Nas cartas, um pouco de filosofia, de usos e costumes, de paisagens, sobretudo a história de um eterno amor, que ficou registrado nesta jura: “Juro por quanto há nobre e grande ... que te adoro, que te idolatro, que és o meu mundo e a minha glória, minha ambição e o alvo de meus anelos, juro que jamais se apagará em meu seio este ardor que me é alento e vida...”. Essa jura me faz lembrar as declarações de amor, naquela noite de discursos, assim que cheguei ao Ceará.

Há toda uma literatura de missivas de amor, como as cartas de Graciliano Ramos para a noiva, Heloísa Medeiros. Ela era uma moça de 18 anos, e Graciliano, um viúvo de 35, pai de quatro filhos, empregado na Prefeitura de Palmeira dos Índios. As sete cartas, publicadas em livro, impressionam pelo derramamento de Graciliano; ele, sempre tão contido, reclama da frieza de sua pretendida que lhe mandava cartas de duas linhas; provam que não há matemática na psicologia de um ser apaixonado. “Adeus, minha noivinha amada”. “Adeus, minha santa”. Mas ele continua a ser o homem de poucas palavras, mordaz, negativista: “Eu te procurei porque endoideci por tua causa quando te vi pela primeira vez. É necessário que isto acabe logo. Tenho raiva de ti, meu amor.” Ele diz que não sabe mentir, e “os outros me veem por dentro melhor do que por fora”. Com uma série de confissões amargas, as cartas não esclarecem o “mistério” Graciliano, mas ficamos conhecendo melhor seu temperamento. São conhecidas cartas de amor de Machado de Assis a Carolina, de Dostoievski a Anna Grigoriévna, de Victor Hugo a Juliette Drouet, de Plínio a Calpúrnia; de Mark Twain, de Flaubert, Mozart, Darwin, Beethoven, lord Byron, Robert Browning, a suas amadas, ou de mulheres a seus amados, como Florbela Espanca e Mariana de Alcoforado.

Mas não é preciso ser um escritor para arrancar suspiros do ser amado. A carta de amor pertence a todos os que amam. Ao contrário do que disse Fernando Pessoa, que todas as cartas de amor são ridículas, e se não fossem ridículas não seriam cartas de amor... Ele mesmo escreveu a sua amada Ofélia: “Meu Bebezinho, minha almofadinha cor-de-rosa para pregar beijos (que grande disparate!)” Nenhuma carta de amor provoca riso ou escárnio, a não ser naqueles que têm medo de amar. Portanto, escrevamos cartas de amor, ainda que fiquem guardadas nas gavetas, sem endereço. Escrevamos para a pessoa amada, para nós mesmos. Guardemos nossas cartas de amor em maços perfumados, em caixinhas macias, elas serão a lembrança mais doce de um tempo que nunca passou.

(O livro em questão é De Clóvis para Amélia, org. José Luís Lira, Ed. UVA/ASEL).

Fonte: Ana Miranda 12/07/2015 Vida & Arte p.35

domingo, 6 de outubro de 2024

UM CASAL APAIXONADO

Um dia, um casal de jovens amantes estavam falando no telefone à meia-noite, um declarando seu amor ao outro.

Ele: ''Porque por você eu sou capaz de qualquer coisa. Eu atravessaria o oceano nadando! Eu escalaria a montanha mais alta do mundo para encontrá-la e gritaria aos quatro ventos o meu amor por você''.

Ela: ''Ohh, meu amor! Você é muito doce... Estou muito feliz de tê-lo encontrado na minha vida! O que mais você seria capaz de fazer por mim?''

Ele: ''Eu seria capaz de enfrentar qualquer obstáculo que pudesse nos separar... Te lembraria todas as manhãs o quanto você é linda e como tenho sorte de ser seu namorado. Eu também seria capaz de protegê-la de todos os perigos que possam prejudicá-la. Eu te levaria à Lua se fosse possível!''

Ela: ''Amor! Eu te amo tanto... Quero muito te ver! Você poderia vir à minha casa hoje?''

Ele: ''Hum... Está chovendo, melhor amanhã...''

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.


domingo, 14 de janeiro de 2024

INSTALAÇÃO DO *AMOR*

Um cliente liga para o suporte técnico pedindo orientação:

Suporte Técnico: Pois não, como posso ajudá-lo?

Cliente: Bem, depois de muita consideração, decidi instalar o *Amor*. Você pode me orientar durante o processo?

Suporte Técnico: Sim. Posso te ajudar sim! Você está pronto para prosseguir?

Cliente:  Bem, não sou muito técnico, mas acho que estou pronto. O que eu faço primeiro?

Suporte Técnico: O primeiro passo é abrir seu Coração. Você localizou seu coração?

Cliente:  Sim, mas existem vários outros programas em execução agora. Posso instalar o amor enquanto eles estão em execução?

Suporte Técnico: Quais programas estão em execução?

Cliente:  Vamos ver, eu tenho um *Passado Ferido, Baixa Autoestima, Rancor e Ressentimento* tudo acontecendo agora.

Suporte Técnico: Não há problema, o *Amor* apagará gradualmente o Passado Ferido do seu sistema operacional atual.  Ele pode permanecer em sua memória permanente, mas não interromperá por muito tempo outros programas. O *Amor* acabará substituindo a *Baixa Autoestima* por um módulo próprio chamado *Alta Autoestima*.  No entanto, você deve desligar completamente o *Rancor e o Ressentimento*. Esses programas impedem que o *Amor* seja instalado corretamente. Você pode desligar isso?

Cliente:  Não sei como desligá-los. Você pode me dizer como?

Suporte Técnico: Com prazer.

Vá para o menu Iniciar e selecione *Perdão*. Faça isso quantas vezes forem necessárias até que *Rancor e Ressentimento*, tenham sido completamente apagados.

Cliente:  Ok, pronto!  O *amor* começou a se instalar.  Ops!  Há uma mensagem de erro.  Diz: *Erro - o programa não funciona em componentes externos*. O que devo fazer?

Suporte Técnico: Não se preocupe.  Em termos não técnicos, significa simplesmente que você precisa *amar a si mesmo antes de amar os outros*. Baixe em seguida a *Auto aceitação* e clique nos seguintes arquivos: *Perdoe a si mesmo*, *Perceba seu valor* e *Reconheça suas limitações*.

Cliente: Entendi. Ei! Meu coração está se enchendo de novos arquivos. O *Sorriso* está tocando no meu monitor, a *Paz e o Contentamento* , estão se copiando por todo o meu Coração. Isso é normal?

Suporte técnico: Sim, isso significa que o *Amor* está instalado e funcionando. Só mais uma coisa antes de desligarmos. Este programa *Amor* é gratuito e você está convidado(a) a compartilhá-lo com outras pessoas.

MORAL DA HISTÓRIA: *A medida do amor, é amar sem medida*

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

sábado, 13 de janeiro de 2024

CARTA A NAMORADA...

Querida Maria!

Não podemos continuar com esta relação.

A distância que nos separa é demasiado longa.

Tenho que admitir que te tenho sido infiel, já por duas vezes, desde que te foste embora, e acredito que nem tu, nem eu merecemos isto!

Portanto, penso que é melhor acabarmos tudo!

Por favor, manda de volta a foto minha que te enviei.

Com Amor, João.

Maria recebeu a carta e, muito magoada, pediu a todas as suas colegas que lhe emprestassem fotos, dos seus namorados, irmão, amigos, tios, primos etc...

Juntamente com a foto de João, colocou todas as outras fotos, que conseguiu recolher com suas colegas, em um envelope.

No envelope que enviou à João estavam 57 fotos juntamente com uma nota que dizia:

"Querido João,

Peço desculpas, mas não consigo me lembrar quem tu és!

Por favor, procura a tua foto no envelope e me envia de volta, as restantes!

Com carinho,

Com muito, muito amor... Maria"

MORAL DA HISTÓRIA: Mesmo derrotado, é preciso SABER arrasar O INIMIGO.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

segunda-feira, 12 de junho de 2023

CEBOLA NO DIA DOS NAMORADOS

Imagem autoexplicável.

Fonte: Circulando por e-mail (internet).


terça-feira, 11 de outubro de 2022

FASES DO AMOR

Por Pe. Eugênio Pacelli SJ (*)

Na minha convivência com casais, aprendi algumas coisas, entre as quais, que as relações amorosas passam por fases, assim como a lua. A lua influencia a maré, como também define o tempo de colheita. As fases da lua podem nos ajudar a refletir sobre as fases do relacionamento.

A lua nova é aquela que representa as dificuldades na vida do casal. É preciso abrir-se ao novo, sair da rotina. O marido e a mulher precisam ser um céu estrelado um para o outro, e isso pode ser feito nas coisas simples do dia a dia. A lua nova está no céu, mas não se vê, pois é encoberta pelas nuvens. Pode ser que o amor não seja sentido no seu relacionamento, mas ele está lá. Essa fase representa as bênçãos novas de Deus.

A lua crescente aparece sete dias depois da lua nova, significa que você não pode tomar decisões importantes, antes de sete dias. Espere e não faça nada de cabeça quente. É nesse tempo que as plantas crescem. Silêncio e tempo! Ela representa o tempo de investir no amor e ajudar o outro a crescer. Essa é a fase em que Deus faz o casamento crescer e criar raízes, tempo de perceber maturidade e a força de cada um.

A lua cheia capta toda a luz do sol, é o amor escancarado. É preciso que seu amor seja uma lua cheia. Você já falou para os seus amigos, para seus filhos, para sua família, o quanto você ama seu cônjuge? Isso é importante no relacionamento. É preciso contagiar os outros com coisas boas, precisamos falar mais "eu te amo", "você é importante para mim" e claro, agir como amor.

A lua minguante não significa que o amor está diminuindo, mas é o tempo da maturidade, é o tempo de acostumar-se com a rotina. É necessário estar comprometido com o outro, mesmo na rotina. Tempo de transformar o ordinário em extraordinário. Para Deus não basta estar envolvido, é preciso estar comprometido, dando a vida pelo seu relacionamento.

Peça ao Senhor a graça de sempre surpreender um ao outro, de se fazerem bem. Que Ele afaste todo cansaço, toda falta de amor, toda inveja e contaminação. É possível reconstruir, é possível começar de novo e voltar a Deus. Diga a Ele o que você deseja que Ele realize em sua vida conjugal, Ele escuta a sua oração. Acredite!

(*) Sacerdote jesuíta e mestre em Teologia. Diretor do Seminário Apostólico de Baturité.

Fonte: O Povo, de 24/09/2022. Opinião. p.18.


domingo, 12 de junho de 2022

DESFAZENDO MITOS DO DIA DOS NAMORADOS

DOMINGO (12/6), Será dia dos NAMORADOS

Amigos, vamos desfazer alguns mitos desse Dia?!

Então...

O amor não ilumina o seu caminho.

O nome disso é poste.

O amor não é aquilo que supera barreiras.

O nome disso é gol de falta.

O amor não traça o seu destino.

O nome disso é GPS.

O amor não te dá forças para superar os obstáculos.

O nome disso é tração nas quatro rodas.

O amor não mostra o que realmente existe dentro de você.

O nome disso é endoscopia.(rolei de rir! )

O amor não atrai os opostos.

O nome disso é imã.

O amor não é aquilo que te deixa sem fôlego.

O nome disso é asma. Kkkkkk

O amor não é aquilo que te faz perder o foco.

O nome disso é miopia.

O amor não é aquilo que te deixa maluco, te fazendo provar várias posições na cama.

Isso é insônia. (PQP!)

O amor não faz os feios ficarem pessoas maravilhosas.

O nome disso é dinheiro.

O amor não é o que o homem faz na cama e leva a mulher à loucura.

O nome disso é esquecer a toalha molhada. (Pára tudo! Kkkkkk)

O amor não faz a gente enlouquecer, não faz a gente dizer coisas pra depois se arrepender.

O nome disso é vodka.

O amor não faz você passar horas conversando no telefone.

O nome disso é promoção da Tim, Oi, Vivo ou Claro

O amor não te dá água na boca.

O nome disso é bebedouro.

Amor não é aquilo que, quando chega, você reza para que nunca tenha fim.

O nome disso é férias.

O amor não é aquilo que entra na sua vida e muda tudo de lugar.

O nome disso é empregada nova.

O amor não é aquilo que gruda em você mas quando vai embora arranca lágrimas.

O nome disso é cera quente.

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

segunda-feira, 9 de maio de 2022

DUAS ESTÓRIAS DE AMOR E DOR

Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)

1. Jacinta, moça prendada e estudiosa, era admirada por José, rapaz dotado de bom caráter, trabalhador, porém pobre. O pai queria que a filha namorasse Ricardo, jovem arrogante e filho de um rico empresário; não tinha boas intenções. Jacinta, sem desejar magoar o seu grosseiro genitor, e ouvindo as ponderações pacificadoras da mãe, cedeu e, sem esquecer José, passou a namorar o vaidoso jovem rico. Por sua vez, o interesseiro pai propôs o noivado da filha com Ricardo. Este concordou e marcou para o final do ano o enlace matrimonial. Passaram-se os dias. Jacinta, apesar de gostar de José, mantinha-se fiel a Ricardo. Vivendo às custas do pai, era assíduo frequentador dos prostíbulos, explorando mulheres, e também um contumaz alcoólatra. Ricardo era bígamo. O velho tomou um susto, teve um infarto e morreu. Jacinta e sua mãe denunciaram Ricardo. Apesar do dinheiro, foi julgado, condenado e preso. José reaproximou-se de Jacinta e, com amor, conforme as Leis de Deus e dos homens contraíram núpcias. 2. José e Ana eram dois adolescentes enamorados. Ambos de classe média, moravam na cidade do Rio de Janeiro. Estudavam para concluir o curso médio e ingressar na UFRJ. Conseguiram. Os dois cursaram a faculdade de Medicina, fizeram os estágios necessários e tornaram-se médicos. Passaram a trabalhar, numa mesma clínica de pediatria, relativamente bem remunerados, decidiram se casar. Continuaram com a vida normal. A união matrimonial, no entanto, durou pouco mais de 2 anos, pois havia uma certa incompatibilidade entre o casal, causada pela vaidade de José. Ana era preferida por um número cada vez maior de clientes. Certo dia, de forma grosseira e covarde, ele espancou a mulher, e resolveu abandonar o lar. Ainda bem que não tiveram filhos. Passou a ter uma vida de “playboy”. Largou a medicina e gastava de forma pródiga a gorda herança recebida de um tio industrial. Ana prosseguia, com amor e humildade, dedicando-se à medicina, visando superar o sofrimento conjugal como também reconstruir sua vida. A vaidade, causada pelo complexo de inferioridade, dominou José. Tragicamente faleceu num desastre quando vinha de um “programa”. Ana, sempre seguindo os princípios cristãos, constituiu um novo lar. Com certeza, José não sabia que “A simplicidade é o mais alto degrau da sabedoria”, segundo Platão. A vida, às vezes, é assim.

(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.

Fonte: Diário do Nordeste, 20/05/2022. Ideias.

sábado, 15 de janeiro de 2022

UM CONTO ISRAELITA SOBRE O AMOR

Diz um conto israelita que:

Um jovem foi visitar um sábio conselheiro e contou-lhe sobre as dúvidas que tinha à respeito do AMOR.

O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma coisa:

— Ame. E logo se calou!

Disse o rapaz:

— Mas, ainda tenho as dúvidas...

— Ame, disse-lhe novamente o sábio!

E, diante do desconserto do jovem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

— Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento!

Amar é dedicação e entrega; amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor!

O amor é um exercício de jardinagem! Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.

Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.

Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda.

Simplesmente. Ame!!!

Sabes porquê?

Porque a inteligência, sem amor, te faz perverso;

A justiça, sem amor, te faz implacável;

A diplomacia, sem amor, te faz hipócrita;

O êxito, sem amor, te faz arrogante;

A riqueza, sem amor, te faz avarento;

A docilidade, sem amor te faz servil;

A pobreza, sem amor, te faz orgulhoso;

A beleza, sem amor, te faz ridículo;

A autoridade, sem amor, te faz tirano;

O trabalho, sem amor, te faz escravo;

A simplicidade, sem amor, te deprecia; 

E A VIDA SEM AMOR, NÃO TEM SENTIDO.

Apenas...  Ame!!!

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria definida.

 

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