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quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Os dois menores e melhores contos de fadas do mundo... II

Por Luís Fernando Veríssimo

1. Conto de fadas para mulheres do séc. XXI

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:

- Você quer casar comigo?

Ele respondeu:

- NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre.

FIM!!!

2. Conto de fadas para mulheres do séc. XXI

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de autoestima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.

Então, a rã pulou para o seu colo e disse:

- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre....

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo...den...do!

Fonte: Google


Os dois menores e melhores contos de fadas do mundo... I

Por Luís Fernando Veríssimo

Os dois contos a que a expressão "Os dois menores e MELHORES contos de fadas do mundo" se refere são, na verdade, os contos humorísticos escritos por Luís Fernando Veríssimo que subvertem as convenções do gênero, mostrando uma princesa independente que recusa o príncipe e um príncipe que recusa a princesa.

1. O conto para mulheres do século XXI

Conteúdo: Uma linda moça pergunta a um lindo rapaz: "- Você quer casar comigo?". Ele responde: "- Não!". A moça, por sua vez, viveu feliz para sempre, pois descobriu que não precisava de um casamento para ser feliz e realizou os seus próprios sonhos.

2. O conto para mulheres do século XXI

Conteúdo: Um príncipe charmoso que procura o seu conto de fadas ideal encontra uma rã que o transforma numa princesa independente, que se recusa a casar com ele. O príncipe, por sua vez, vive sozinho e pobre, pois percebeu que não se constrói nada sem uma mulher.

Estes contos de Veríssimo são conhecidos pela sua irreverência e humor, que quebram os estereótipos de contos de fadas tradicionais, apresentando narrativas que promovem a autonomia e a igualdade.

Se procura contos de fadas mais tradicionais, Luís Fernando Veríssimo também escreveu outras obras, como "Histórias da Vó" e "Diário de um marido sozinho em casa".

Fonte: http://www.historiaviva.org.br/


quarta-feira, 2 de julho de 2025

XXV Prêmio Estadual Ideal Clube de Literatura

Ontem à noite (1º/07/25), representando a Academia Cearense de Médicos Escritores ACEMES, os acadêmicos Luiz Moura, Walter Miranda e Marcelo Gurgel comparecem ao lançamento do XXV Prêmio Estadual Ideal Clube de Literatura – 2025.

Desta feita, o certame, que homenageia o poeta José Teles, tem o gênero CONTOS e distribuirá prêmios da ordem de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), além da publicação em livros dos trabalhos premiados.

A quem interessar, vide informações, na home page do Ideal Clube.

As inscrições ficarão abertas até 29 de agosto de 2025, de forma exclusivame remota.

Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Membro titular da ACEMES – Cadeira 24


sábado, 14 de janeiro de 2023

CONTO ERÓTICO

Todo dia, durante anos, quando Salim chegava em casa, sua doméstica Jacira servia o jantar e ia tomar banho.

Até que um dia, Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água, pensando na Jacira tomando banho. Estava sozinho em casa, mulher e filhos viajando.

Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho .. Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho.

Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro. Bateu na porta:

- Jacira, você está tomando banho?

- Estou sim seu Salim.

- Jacira, abre a porta pra Salim.

- Mas seu Salim, estou nua!

- Jacira, abre a porta pra Salim.

Jacira não resiste e acaba abrindo a porta Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:

- Jacira, quer foder com Salim?

- Mas seu Salim..., eu não sei se...!!!

- Jacira, quer foder com Salim?

- Sim, quero sim seu Salim, pode vir que sou toda sua...

Então Salim põe a mão no registro e diz:

- Não vai foder Salim não!!! Chega de gastar água.

Pensou besteira, né! Kkkk

O negócio é parar de pensar besteira e economizar água!

CAMPANHA PARA ECONOMIZAR ÁGUA

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). (Autor desconhecido).

sábado, 15 de janeiro de 2022

UM CONTO ISRAELITA SOBRE O AMOR

Diz um conto israelita que:

Um jovem foi visitar um sábio conselheiro e contou-lhe sobre as dúvidas que tinha à respeito do AMOR.

O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma coisa:

— Ame. E logo se calou!

Disse o rapaz:

— Mas, ainda tenho as dúvidas...

— Ame, disse-lhe novamente o sábio!

E, diante do desconserto do jovem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

— Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento!

Amar é dedicação e entrega; amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor!

O amor é um exercício de jardinagem! Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.

Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.

Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda.

Simplesmente. Ame!!!

Sabes porquê?

Porque a inteligência, sem amor, te faz perverso;

A justiça, sem amor, te faz implacável;

A diplomacia, sem amor, te faz hipócrita;

O êxito, sem amor, te faz arrogante;

A riqueza, sem amor, te faz avarento;

A docilidade, sem amor te faz servil;

A pobreza, sem amor, te faz orgulhoso;

A beleza, sem amor, te faz ridículo;

A autoridade, sem amor, te faz tirano;

O trabalho, sem amor, te faz escravo;

A simplicidade, sem amor, te deprecia; 

E A VIDA SEM AMOR, NÃO TEM SENTIDO.

Apenas...  Ame!!!

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Sem autoria definida.

sábado, 11 de setembro de 2021

SEM SEXO ATÉ ....

Atribuído a Luís Fernando Veríssimo

Eu nunca havia entendido porque as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes.

Nunca tinha entendido isso de 'Marte e Vênus'.

E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.

Uma noite, na semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama.

Bem, começamos a ficar à vontade, fazer carinhos, provocações, o maior TESÃO e, nesse momento, ela parou e me disse:

- Acho que agora não quero, só quero que você me abrace...

Eu falei: - O QUEEE???

Ela falou: - Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.

Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi. No dia seguinte, fomos ao shopping.

Entramos em uma grande loja de departamentos. Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos. Como estava difícil escolher entre um ou outro, falei para comprar os três. Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00 cada par. Respondi que tudo bem.

Depois fomos a seção de joalheria, onde gostou de uns brincos de diamantes e eu concordei que comprasse. Estava tão emocionada!!! Deveria estar pensando que fiquei louco. Acho até que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga. 

Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim. Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso. Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz!

Quando ela falou:

- Vamos passar no caixa para pagar, amor?

Daí eu disse:

- Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu bem... Só quero que você me abrace.

Ela ficou pálida. No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:

- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem...

Vinguei-me!

Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones).

sábado, 16 de janeiro de 2021

CONTO INSPIRADOR: O Mestre Samurai

No Japão, vivia um grande e velho mestre samurai, dedicado a ensinar aos jovens. Apesar de sua idade, todos sabiam que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Uma tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por lá. Ele era famoso por usar a técnica da provocação. Ele esperava que o adversário fizesse o primeiro movimento para imediatamente contra-atacar numa velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro nunca havia perdido um embate. Como ele tinha ouvido falar sobre o mestre dos samurais, ele foi procurá-lo para derrotá-lo e, assim, aumentar sua fama e prestígio. Todos os alunos do professor se manifestaram contra a ideia, mas o professor aceitou o desafio.

Então foram todos para a praça da cidade e o jovem arrogante começou a insultar o professor. Depois, jogou algumas pedras nele, cuspiu na cara dele e continuou gritando ao ancião todos os insultos conhecidos, ofendendo até seus ancestrais.

Por horas, o jovem fez de tudo para provocá-lo, mas o mestre samurai permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o jovem guerreiro se retirou.

Os alunos do professor, desapontados porque o mestre aceitou tantos insultos e provocações, lhe perguntaram:

“Mestre, como você pôde suportar tantas humilhações? Por que você não usou sua espada, em vez de se mostrar covarde diante de nós?”

O professor respondeu: "Se alguém lhe oferece um presente e você não o aceita, a quem o presente pertence?"

"Para quem tentou entregá-lo", respondeu um dos estudantes.

O mestre disse-lhes: "O mesmo acontece com a raiva e os insultos; quando não são aceitos, continuam a pertencer àqueles que não puderam passá-los aos outros".

Moral: Às vezes, algumas pessoas descontam a raiva que as consome em outras pessoas com provocações e insultos; no entanto, cabe a você aceitá-los ou não.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

CONVERSA ENTRE FETOS


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Este texto contém fragmentos de anotações, e uma conversa, entre fetos gêmeos, que escutei pouco antes de seu nascimento.
Os fetos cresceram rápido, principalmente, nos últimos três meses. De lá para cá, aumentaram suas necessidades alimentares, mas, a placenta ficou insuficiente para nutri-los. Até o morno e gostoso líquido amniótico, começara a baixar de nível. Como todos e quaisquer fetos, eles teriam que deixar o paraíso uterino. Vir ao mundo era seu destino. Ambos intuíam, desde cedo, sem saber a razão: nascer poderia ser a primeira e mais desastrosa de todas as adversidades.
No início, ainda nos estágios de ovo e embrião, a vida lhes sorria. Nove meses era tempo demais! Para que se importar? Entretanto, como tudo na vida tem sua hora, os nove meses haviam passado e, dentro em pouco, eles seriam desalojados. Foi aí, que o gêmeo maior, mais ativo e valentão confessou:
- “Sabe mano, estou com medo de nascer! Tenho pavor de saber que vou ter que nascer! O pior é que não sei como é lá fora: sofro de fobia do desconhecido!”
O outro gêmeo mais franzino, calado e circunspeto ouvia em silêncio a confissão do irmão. Apesar das dúvidas, procurou acalmá-lo e, dessa forma, diminuir seus próprios temores. E, buscando demonstrar equilíbrio, disse:
- “Não permanecemos neste útero tanto tempo, por mero acaso! Algum motivo deve haver! Começamos como ovo, passamos pela fase de embrião e, agora, somos fetos! É o nosso ciclo vital!”
O gêmeo valentão ressaltou: - “O que haverá depois de nascermos? Nada!” E concluiu, envergonhado: - “Tenho pavor do escuro!”
O feto menor, acostumado a ver o maior levar vantagem em tudo, retrucou:
- “Calma, irmão feto! Você não percebeu, diversas vezes, movimentos e ruídos estranhos vindos lá de fora, que paravam ou diminuíam quando, nós dois, revoltados, mexíamos ou dávamos pontapés na barriga da mamãe? Você, ainda mais do que eu, e que, só assim, tais coisas cessavam ou diminuíam? Um fenômeno parecido com aqueles clarões que incomodavam nossos olhos, e quando nos movíamos, irritados, durante os vários ‘porres’ que tomávamos, sem querer, nas ocasiões em que nossa mãe bebia!”
O amedrontado valentão adicionou:
- “Será que, quando nascermos, haverá algo do outro lado? Eu não acredito! Esses sinais nada provam! Como poderei viver sem a placenta, sem o líquido amniótico, sem a quenturinha do útero e tantas mordomias? Estou perdido! Acho que vou sentir mais saudades da Dona Placenta! Tempos bons esses agora que vivemos!”
Enquanto os fetos dialogavam, ruídos estranhos se sucederam, os barulhos e contrações ocorreram, cada vez, com mais frequência e intensidade, e o mar amniótico secou. O pior eram as contrações, cada vez mais fortes e frequentes. Algumas eram tão intensas, que parecia que o mundo vinha abaixo! Sufocação! Asfixia! Quase não se tinha mais fôlego! A agonia era insuportável! Os gêmeos se olharam apavorados: chegara, afinal, o momento de conhecer a verdade!
O mais calmo dos dois falou: - “Eu vou primeiro!” Seguiu, então, por um túnel escuro e misterioso e, nele, desapareceu. O feto valentão alimentava esperanças de não nascer. Dizia para si mesmo: “Se ficar bem quietinho, eu escapo de nascer!” Enquanto pensava assim, deu-se um empurrão tão potente que, por mais que lutasse para ficar, terminou escorregando pelo orifício escuro. Aquele mesmo em que seu irmão menor desaparecera. Finalmente, os gêmeos nasceram!
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

sábado, 10 de outubro de 2015

UM ISRAELENSE DE FÉRIAS


Um israelense está passando as suas férias no Brasil e resolve visitar um zoológico.
Durante o seu passeio, de repente, ele vê uma menininha se aproximando demasiadamente da jaula do leão. O leão, rapidamente, a ataca e, agarrando-a pela manga do casaco, tenta puxá-la para dentro da jaula para matá-la, sob os olhares de seus pais que, paralisados de terror, ficam gritando.
O israelense corre rapidamente para a jaula e, por entre as suas barras, acerta em cheio um potente soco, direto no nariz do leão. Gemendo de dor, o leão dá um pulo para trás, soltando a menininha e o israelense, com cuidado, a pega e a entrega aos seus apavorados pais, que, muito emocionados, ficam lhe agradecendo por muito tempo.
Um jornalista, que assistiu a todo o desenrolar da cena, diz ao israelense:
- Senhor, esta foi a atitude mais nobre e corajosa que eu já vi um homem tomar em toda a minha vida!
O israelense responde:
- Não foi nada demais, realmente. O leão já estava preso, atrás das grades, e eu apenas vi esta menininha em perigo e fiz o que achei que era a coisa mais acertada a ser feita.
O jornalista lhe diz:
- Bem, eu lhe garanto que este ato de heroísmo não irá passar em branco. Eu sou jornalista e o jornal de amanhã trará esta história estampada na primeira página.
E o repórter pergunta ao homem:
- Apenas, para complementar a notícia, qual é a sua profissão, e qual é o seu posicionamento político?
O israelense responde:
- Eu estou atualmente servindo ao exército de Israel e, nas eleições em meu país, eu tenho votado no Likud, partido de Direita".
O jornalista então vai embora.
Na manhã seguinte o israelense compra o jornal, curioso para ler como saiu a notícia sobre o salvamento da menininha das garras do leão e, para sua grande surpresa, lê na primeira página:
"Israelense radical de extrema-direita ataca imigrante africano, e rouba o seu almoço."
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

O VELHINHO JUDEU


Uma jornalista da CNN ouviu falar de um judeu muito velhinho que ia todo dia ao Muro das Lamentações para rezar, duas vezes por dia, e lá ficava por muito tempo.
Decidiu verificar. Foi para o Muro e lá estava ele, andando trôpego, em direção ao local sagrado.
Observou-o rezando por uns 45 minutos, quando ele resolveu sair, vagarosamente, apoiado em sua bengala.
Aproximou-se para a entrevista.
- Desculpe-me, senhor, sou Rebecca Smith, da CNN. Qual o seu nome?
- Morris Feldman - respondeu ele.
- Senhor, há quanto tempo o senhor vem ao Muro orar?
- Bem, há uns 60 anos.
- 60 anos! Isso é incrível! O que o senhor pede?
- Peço que os cristãos, os judeus e os muçulmanos vivam em paz. Peço que todas as guerras e todo o ódio terminem. Peço que as crianças cresçam em segurança e se tornem adultos responsáveis. Peço pelo amor entre os homens.
- E como o senhor se sente, pedindo isso por 60 anos?
- Sinto-me como se estivesse falando com uma parede...
Nota do Blog: Enviado por Antonio Pastori, guardião da Domingueira Poética. Mini-conto de autoria desconhecida segundo o missivista.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CONVITE: Lançamento de “20 Contos Sem Réis”


As Diretorias do Instituto do Câncer do Ceará (ICC) e da Rede Feminina do ICC, ao ensejo do Dia do Voluntariado, convidam para o lançamento de “20 Contos Sem Réis”, livro póstumo de Elsie Studart Gurgel de Oliveira, organizado por Marcelo Gurgel Carlos da Silva, e prefaciado pelo escritor Sânzio de Azevedo, reunindo contos inéditos da autora.
Local: Instituto do Câncer do Ceará – Auditório Lúcio Alcântara / Ed. Anexo 6º Andar.
Data: 28 de agosto de 2014 (quinta-feira) Horário: 8h30min.
Traje: Esporte fino.

IMPORTANTE: A renda desse lançamento será destinada às ações beneficentes da Rede Feminina do ICC.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA


Havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém. Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas. Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, de que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.

Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente, e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa, e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver a reação dele.

Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência, e lhe disse:
- O que o senhor deseja?

Ao que ele respondeu, naturalmente:
- A senhora não me serviu a sopa.

Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
- Servi, sim, senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.

Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente:
- A senhorita serviu, sim, mas eu aceito um pouco mais!

MORAL DA HISTÓRIA
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento, em vez de reagir com irritação e impensadamente.

Ao protagonista da nossa singela estória, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas. Quem assim age sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções, que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.

Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão, isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério...
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente, como fez o homem no restaurante.

"Educar a alma é a alma da educação" (Meimei)
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A VERDADE E A PAZ - Uma Croniqueta Quase Rabínica




Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Costuma-se comparar a verdade a um poliedro. Não se pode ver, simultaneamente, todas as suas faces. Da mesma maneira, é impossível perceber todos os componentes da verdade. De acordo com a posição tomada pelo observador, ela apresenta um aspecto diverso, para quem o examina. É uma questão de ângulo. Contudo, se juntarmos todas as percepções, poderemos alcançar o pleno significado daquilo que está à nossa frente. Eis a razão da necessidade de termos inúmeros observadores, comentários, opiniões sobre qualquer assunto e, mesmo assim, ainda é impossível, para os mortais, tudo abranger.
Diz a lenda que, a verdade, era um sólido com muitas faces planas e belas, feitas do mais puro cristal lapidado. Lapidado em mil facetas. E, cada uma delas, refletia uma luz diferente e esplendorosa. Uma vez por ano, um dos sábios, retirava aquele cristal de seu invólucro protetor e protegido, para que não sofresse qualquer arranhão. O reluzente cristal era mostrado, então, em sua perfeição, aos setenta sábios do Universo.
Certo dia, porém, as mãos do ancião-mor tremeram e, o Cristal da Verdade, caiu no chão, espatifando-se em mil pedaços. E, até hoje, todos os sábios ali presentes, tentam apanhar os cacos do quartzo, mas, não conseguem achá-los; e, muito menos, juntar suas partes. Por mais que tentem, não conseguem resolver o intrincado quebra-cabeça. Chamaram, inclusive, as crianças, porém elas não possuíam uma coordenação motora adequada, para realizar essa tarefa. Sendo assim, com a pequena parte que cada ancião ficou, afirmaram ser os únicos donos da verdade.
Portanto, nem aos sábios, após aquela ruptura, é ofertado o poder de enxergar a verdade por inteira. Somente as crianças (e, isto, quando muito pequenas), e os loucos, é que podem vê-la. No entanto, ambos representam um perigo para o poder constituído. Caso sejam realmente loucos, não podemos neles acreditar. E, no caso de serem crianças, elas são seres inocentes, pouco vividos, e que, também, não podem votar. E, não podendo votar, não têm poder algum.
A verdade pode ser idealizada, também, como um simples seixo. Se, visto muito de perto, enxergamos, apenas, certos detalhes de alguma de suas facetas. E, quando dele nos afastamos, vemos, somente, certas faces do seu todo. Por conseguinte, sempre haverá uma face que, para nós, ficará oculta.
Entra ano, sai ano, e os setentas sábios continuam se digladiando entre si, cada um com o seu fragmento da verdade, dizendo que aquele é o único válido. Após a quebra da verdade, e exaustos de tanto tentar juntar as partes da pedra de cristal, cada um voltou para a província que governavam, pela sabedoria, ou por direitos divinos. Traziam o seu pedacinho de verdade e, com ele, formaram exércitos para combater os vizinhos, cujas veracidades eram distintas da sua.
Travaram batalhas enormes! Chegou a peste, a violência, a incúria, os poderosos, a injustiça, a miséria, a escravidão, a luxúria. E a fome se espalhou pelo planeta Terra! Todas as nações, povos, tribos e, até, famílias, lutaram pelo seu naco de verdade, crentes de que possuíam as verdades verdadeiras! Subversivo era considerado aquele que, por tal cartilha, não fosse um leitor crédulo e obediente.
O tempo foi passando, as guerras ficaram cada vez mais mortíferas e, quando estavam prestes a se exaurirem, depois de causar tamanha carnificina e danos ambientais, em decorrência da imundícia dos combates sem fim, os anciões decidiram dar um basta final. Seria devido ao próprio instinto de conservação? Não se pode afirmar com precisão! Fato é que resolveram, por fim, viver em tranquilidade.
Passado o tormento, chegou à Terra um disco voador, vindo de uma galáxia distante. Aterrissado numa planície, ainda chamuscada pelo fogo dos combates, abriram a porta da espaçonave, desceram, e nada encontraram. À primeira vista, perceberam, tão-somente, a desolação e alguns arvoredos, renascendo.
- Que estranho esse planeta Terra, exclamou o astronauta Alfa, enquanto ajeitava o capacete.
- É mesmo! Mas, olhe ali uma casa que não desabou, disse o outro, que atendia pelo nome de Beta.
- Vamos lá, Alfa, falaram ambos, quase ao mesmo tempo.
E, foram andando, em direção àquela casa. Ao passar por um prado, eles viram algumas cabras, cuidadas por um pastor e, ao lado delas, uma onça-pintada, brincando com um cachorro. Admirados, certamente pensaram: Quem já se viu onça-pintada ser amiga de cachorro? Vou mandar um relatório para o Chefe!
Chegaram, afinal, à porta do casebre. Apesar de cansados, pois a força da gravidade exigia muito esforço deles, empunharam as armas de laser - seu lazer e instrumento de trabalho – e, com um chute, derrubaram a porta. Mas, qual não foi a surpresa ao virem homens e mulheres, das mais diversas cores e etnias, fazendo uma refeição, em perfeita harmonia! Eles pediram que os dois astronautas entrassem e, os mesmos, ficaram pasmos: pensaram que iam assustar os habitantes daquele planeta, com suas armas e violências... E, não sabiam como agir.
Os astronautas indagaram, em seguida:
- Aonde estão vossos soldados, vossos generais, e os donos do poder?
- Há muito tempo, deles não necessitamos, respondeu um dos presentes.
- E, vocês, não possuem heróis, nem exércitos, nem paradas militares, perguntou Alfa que me pareceu mais esperto?
- Para quê tudo isso, se temos nosso pão, nossos filhos, nossas azeitonas e, depois de comermos e bebermos, vamos todos rezar? Para quê precisamos de valentões?
- Que planeta mais estranho, será que erramos de endereço? Exclamaram Alfa e Beta, admirados! Que lugar é esse, não é o planeta Terra?
Nisso, um ancião parou de comer e, inquirindo suavemente os dois estranhos, perguntou:
- O que disseram vocês, caminhantes do espaço?
- Dissemos planeta Terra, retrucou Alfa, bastante mal humorado. Foi, então, que o ancião respondeu:
- Ah, nós mudamos o nome daqui para Planeta da Paz. O planeta Terra se foi há muito tempo, quando éramos uns tolos e guerreávamos por qualquer bobagem!
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES).

domingo, 12 de janeiro de 2014

ROMANCE NA TERCEIRA IDADE



Luis Fernando Veríssimo (*)

Na semana passada estava entrando num banco para ver se tinha restado algum trocado, até o dia da "viúva" (INSS) fazer o depósito. Foi quando uma linda garota de uns quarenta anos, minissaia, entrou na fila dos caixas, imediatamente saí da fila dos idosos e também entrei na mesma fila.
Em pouco tempo, ela olhou para trás e, sorrindo, disse:
- Por que o senhor não utiliza a fila dos idosos?
Você sabe para que lugar eu tive vontade de mandá-la, não é?
Porém, mantive a calma e usei toda minha experiência. Puxei papo e resolvi inventar, para impressionar. Falei das minhas "experiências como comandante de navio de cruzeiro". Semana passada havia lido um livro sobre um comandante de navio de turismo. Sabia tudo a respeito.
- Uau! O senhor foi comandante de transatlântico?
- Só por vinte e dois anos.
Respondi expressando uma certa indiferença pelos anos de trabalho, mas sentindo que tinha capturado a presa, era só abater e comer.
- Nossa!!!! E com essa sua pinta o senhor deveria, certamente, agradar muito o público feminino, nas noites de jantar com o comandante.
Boquiaberto só pude responder:
- Hã? - distraído que estava, de olho fixo no decote da jovem, que exibia, exuberantemente, seus lindos seios.
Ela me pegou no flagra. Eu, sem graça, e ela não fez por menos!
- O senhor ficou vermelho! Ficou até mais bonito. Aliás, o senhor deveria fazer um teste na televisão.
Eu estava perplexo e apavorado, depois dos sessenta, isto acontece uma só vez antes da morte. Aquele "avião pronto para decolar" e eu sem condições nem mesmo de efetuar o "check in". Sim, não sabia ao certo quanto teria na conta-corrente...
Quanto estaria custando um Viagra?
... Onde poderia arrumar duzentão, até o dia do depósito da "viúva"?
... Quanto estariam cobrando um apê no motel?
Será que se chamar um táxi pega bem? Comecei a suar frio.
- Eu, artista de televisão?
- Sim! O senhor lembra aquele famoso galã dos anos cinqüenta, que minha avó me mostrou na revista "Rainha do Rádio". Ela tem verdadeira paixão por essas revistas. Adorava Marlene, Emilinha Borba... Deus nos livre de alguém mexer nas suas revistas. Ela guarda a sete chaves, com o maior carinho. O senhor é saudosista também?
- Sim! Mas, você ta me gozando. Galã dos anos cinquenta?
- Verdade... Não me lembro bem o nome, só sei que ele fazia filmes para o cinema, era muito famoso. Ma.. Mário, não era. Era alguma coisa como... Ah sim, tinha dois ?Z? no nome.
- Mário Gomezz (apelei)?
- Não, não era este o nome. Ahhh lembrei... Mazzaropi? Isto Mazzaropi! Mazzaropi era um galã, não era?
Nesta hora minha autoestima fez um buraco no chão e foi parar na terra do sol nascente.
Pô, quando ela disse que eu parecia galã dos anos cinquenta, pensei num Paulo Gracindo, Paulo Autran, ou algum Antonio Fagundes da vida. Mas, Mazzaropi? ...PQP! Mas, até aí tudo bem, para pegar aquele avião, eu ia de Mazzaropi mesmo.
O meu fabuloso programa da tarde só veio a acabar quando ela, incautamente, derrubou um livro que tinha na mão. Eu, como um verdadeiro cavalheiro, inventei de abaixar para apanhá-lo. Só que esqueci as recomendações do meu ortopedista sobre minhas artroses e artrites, que, quando eu me abaixasse, o fizesse de uma forma bem vagarosa.
Enquanto o livro descia, eu, mais que depressa, inventei de pegá-lo na altura dos joelhos desnudos da jovem. Só escutei a frase dela:
- Uau! Que reflexo - você parece um garotão!"
Ouvi esta frase e mais dois sons. Um som abafado da região da minha coluna que travou no ato, e o som estridente de um prolongado peido, que, além de sinalizar a frouxidão do rabo, lembrou-me da intensa dor na coluna. E quem disse que eu conseguia endireitar o corpo, nem chamando o Carvalhão.
Arcado, tentava me endireitar e peidava. Tentava, e novamente peidava. Pô, o pior, que há pouco tinha almoçado num restaurante alemão. Imagina o odor?
A jovem, vendo que a situação não reverteria, tirou os dois dedos que apertavam suas narinas, apanhou o celular e discou para o SAMU. Fim de um provável romance...
Você tá rindo? Porque não foi com você!!!
(*) Essa estória tem autoria atribuída ao renomado escritor Luis Fernando Veríssimo.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

domingo, 29 de dezembro de 2013

HERANÇA BEDUÍNA



Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.
Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.
O que fazer?
Eram dezessete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio?
Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.
É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.
Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução, já que a mesma é matemática.
Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos, não de matemática".
Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.
Contaram-lhe o problema.
O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".
Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte - seis camelos - e ao terceiro filho foram dados dois camelos - a nona parte. Sobrou um camelo: o que foi emprestado.
O velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".
Solução:
17+1= 18
1º filho - 18/2= 9
2  filho - 18/3= 6
3  filho - 18/9= 2
9+6+2= 17 camelos (está cumprido o testamento)
18-17=1
sobrou 1 camelo que foi entregue ao seu proprietário.

Fonte: Internet (circulando por e-mail).
Nota: Essa estória nos faz relembrar de Malba Tahan.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

LANÇAMENTO DE “SCRIPTORIUM” – Volume Nº 4



Na noite de anteontem (4/12/13), no Ideal Clube, aconteceu o lançamento do volume Nº 4 da Scriptorium, preciosa revista literária oficial da Associação Brasileira de Bibliófilos, mercê do seu primor visual e da qualidade das contribuições de autores de primeira grandeza, no cenário cultural cearense.
A revista tem por editor o intelectual Lúcio Alcântara, presidente do Instituto do Câncer do Ceará, imortal da Academia Cearense de Letras (ACL), sócio efetivo do Instituto do Ceará e médico integrante da Sobrames/CE, e seu bem cuidado projeto gráfico coube ao ilustrador Dirceu Ximenes.
A obra contém treze artigos, onze deles escritos por brasileiros, exibidos em duas versões: português e inglês, e dois, por autores estrangeiros; figuro, entre os autores dessa revista, com o conto “Livros Velhos”, vertido para o inglês Old Books.
Acad. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da Academia Cearense de Medicina – Cadeira 18 e
Da Academia Brasileira de Médicos Escritores – Cadeira 38

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Prêmio no II Concurso de Contos e Crônicas da AMB




Gostaríamos de compartilhar com os amigos, colegas e leitores deste blog o recebimento ontem (dia 19/11/2013) do certificado que registra a nossa classificação em 1º lugar, na Modalidade Contos, no II Concurso de Contos e Crônicas da AMB, realizado pela Associação Médica Brasileira, com o conto: “Arrastão funesto” a ser publicado na coletânea dos trabalhos vencedores, em São Paulo-SP, em 2013.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
 

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