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sábado, 12 de fevereiro de 2022

O CANGURU DO JARDIM ZOOLÓGICO

 No zoológico, um canguru vivia fugindo do cercado. Os tratadores sabiam que ele pulava alto e construíram uma cerca de 3 metros. Não adiantou, porque o canguru sempre fugia. Então, ergueram uma cerca de 6 metros. E ele saiu de novo.

Quando a cerca já estava com 12 metros, o camelo do cercado vizinho perguntou ao canguru:

– Até que altura você acha que eles vão?

O canguru respondeu:

– Mais de 300, a menos que alguém tranque o portão à noite.

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 7 de agosto de 2021

O CACHORRO FALANTE E O BARMAN

Um cara entra em um bar com seu cachorro e diz: "Vou tomar um uísque com água e meu cachorro gostaria de um bourbon".

O barman diz: "Desculpe, não permitimos a entrada de animais aqui".

O cachorro responde: "Ei, estou cansado de ser discriminado. Apenas me dê uma bebida".

O barman diz: "Oh, não, outro ventríloquo com o velho truque do cachorro falante. Saiam daqui, vocês dois!"

"Não, não, não, isso não é um truque, eu asseguro a você", diz o homem, "vou lhe propor uma coisa: vou dar uma volta no quarteirão e você fica com o Brutus aqui".

O homem sai e o barman o vê virar a esquina. "Agora, posso tomar minha bebida?" pergunta o cachorro. O barman fica espantado. "Claro que você pode, e por conta da casa! Escute, você pode me fazer um favor? Minha esposa trabalha ao lado do café. Vai alegrar o dia dela se você entrar e pedir uma xícara de café. Aqui estão 20 reais e você pode ficar com o troco".

"OK", diz o cachorro. Ele pega os 20 reais e sai. Dez minutos se passam e o cachorro não volta. O dono dele retorna e pergunta onde está o Brutus. Então, os dois saem para ver o que aconteceu com o bicho.

Ao se aproximarem do café, eles veem o Brutus mandando ver animadamente com uma cadelinha poodle francesa no beco entre o bar e o café. O proprietário grita: "Brutus! O que você está fazendo! Você nunca fez isso antes!"

E o cachorro, encolhendo os ombros, "Bom, ninguém tinha me dado dinheiro antes."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

domingo, 25 de julho de 2021

UMA COBRA VAI AO MÉDICO

Uma cobra velha vai ao médico e diz: "Preciso de algo para ossssss meusssss olhosssss. Não essstou vendo muito bem".

O médico coloca nela com um par de óculos e marca outra consulta paraela voltar em duas semanas.

A cobra volta em duas semanas e diz ao médico que está muito deprimida.

"Qual é o problema?", pergunta o médico. "Os óculos não ajudaram?"

"Os óculossss estão ótimossss, doutor." Responde a cobra, desanimada. "O problema é que acabei de descobrir que tenho vivido com uma mangueira de jardim nosss últimossss 2 anosssss."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 12 de setembro de 2020

O GALO VELHO

Um fazendeiro tinha acabado de comprar um novo galo para suas galinhas e o galo velho de muitos anos estava preocupado com a possibilidade de ser substituído.

No entanto, ele tinha um plano astuto para lidar com esse jovem rival. Foi até o galo novo e disse: "Muito bem, vamos fazer um acordo: vamos disputar uma corrida pelas galinhas. Vamos correr uma volta pela fazenda. Você vence, eu saio; eu ganho, você sai".

O novo galo, sendo muito mais jovem, podia ver claramente que venceria com facilidade o galo velho e, por isso, concordou.

"No entanto", acrescentou o velho galo, "como eu sou obviamente muito mais velho, você deve esperar até que eu complete metade da volta antes de começar, para que eu tenha uma chance justa."

O galo mais jovem sabia que, mesmo com essa vantagem, era vitória certa, e concordou.

A corrida começou e o galo mais velho partiu. No meio do caminho ele já estava bufando, sentindo sua idade. O galo mais jovem acelerou como um foguete e foi rapidamente alcançando. Quando o galo mais velho estava na marca dos três quartos, já estava quase sem fôlego.

O galo mais novo estava chegando logo atrás dele, a segundos de passar à sua frente, quando, de repente, BLAM! ouve-se um tiro da espingarda do fazendeiro e o galo novo caiu morto na hora.

"Droga", suspirou o fazendeiro, "é o terceiro galo gay este mês."

Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Hospital Veterinário Dr. Sylvio Barbosa Cardoso na luta contra a Covid-19

Por Profa. Dra. Maria de Fátima da Silva Teixeira (*)

No atual contexto de pandemia da doença Covid-19, a Organização Mundial de Saúde recomenda implementação de diversas medidas nas áreas de saúde: hospitais, clínicas, UPAS, laboratórios etc. e não podia ser diferente com o hospital veterinário. Se existe a possibilidade de circulação do coronavírus que causa a Covid-19 em locais variados, principalmente onde há aglomeração de pessoas, um misto de  sadias, doentes, aparentemente sadias mas que ainda estão ainda transmitindo o vírus, estas pessoas podem tossir, espirrar e sobretudo se algumas não usam máscaras, os que não higienizam adequadamente as mãos  podem espalhar vírus onde tocam, daí temos disseminação maior nos locais públicos mais aglomerados; lojas, nas filas de bancos, nos supermercados sobre a superfície dos produtos que as pessoas tocam com as mãos, etc. Pesquisadores já detectaram material genético do vírus por reação em cadeia de polimerase até em parques, praças públicas, no ar em ruas e prédios próximo a hospitais etc.

Não só os coronavírus mais diversos outros agentes infecciosos podem estar espalhados no ambiente, cabe ao homem se prevenir, usar medidas higiênico sanitárias e sobretudo as atuais medidas sugeridas pelas autoridades em saúde, pois neste tempo de pandemia, onde contra o agente, as vacinas, ainda estão em fase de finalização, testes para liberação, os poucos medicamentos para combate aos vírus, são não tão eficazes e direcionados para o coronavírus como se deseja. Resta aplicação de medidas preventivas higiênico sanitárias, mais se usadas adequadamente fazem uma grande diferença no controle da pandemia e disseminação do agente.

Existe ainda o contexto que suscita muitas dúvidas no que concerne à transmissão da Covid-19 do homem para os animais, e se estes podem funcionar como transmissores? Os animais que se contaminam podem passar a Covid-19 para o homem? Nesta abordagem pode-se dizer que raros animais se contaminam com a doença dos seres humanos, que é causada por vírus classificados na família Coronaviridae e são de Gêneros diferentes, o atual SARS Cov-2 humano pertence ao grupo dos Bethacoronavirus enquanto que os coronavírus dos cães e gatos é causada pelo Gênero Alphacoronavirus espécie-específicos para muitos animais. Haja vista que a ligação entre o receptor celular e a proteína da espícula do vírus ocorre em cinco aminoácidos, dois dos quais são diferentes em cães e gatos, daí a explicação das poucas ocorrências.

Em inoculação experimental do vírus no Instituto de Pesquisa Veterinária Harbin, na China foram utilizados furões, todos apresentaram vírus no lavado nasal e apresentaram anticorpos contra o vírus humano, em gatos, quatro dos sete inoculados, apresentaram anticorpos contra esse vírus e em cães, dois dos sete inoculados, também apresentaram anticorpos contra o vírus humano.

No que concerne ao SARS Cov-2, menos de 25 cães e gatos no mundo inteiro foram relatados ter o vírus de acordo com dados citados pela FIOCRUZ, os primeiros casos divulgados foram dois gatos apresentando leves problemas respiratórios nos estados Unidos foram confirmados positivos pelo CDC de Atlanta; em seguida, foi uma tigresa que se contaminou no zoológico de Nova York do Bronx, contraído de um funcionário assintomático para Covid-19. Em março um outro gato contraiu coronavírus na Bélgica possivelmente pelo contato com o dono doente e houve dois casos de cães que testaram positivo para coronavírus em Hong Kong. No Brasil não existe registro comprovado de cães positivos para SARS Coronavírus tipo 2.

Como há a possibilidade dos animais se contaminarem ou carrearem coronavírus humano causando a Covid-19, recomenda-se restrições, evitar aglomerações, limitar o tempo de passeio de forma que sejam curtos suficiente para satisfazer as necessidades fisiológicas, higienizar as patas e focinhos dos animais com água e sabão ou lencinhos umedecidos próprios para pets em geral com clorexidina, não é recomendado álcool, nem outros desinfetantes que possam ser agressivos e causar alergias. Os animais podem ser carreadores de vírus nas patas, se eles tiveram contato com doentes que espalharam vírus no ambiente onde o animal se encontrava. É bom lembrar que não só os animais, mas o próprio tutor do animal pode carrear vírus nos calçados, nas roupas, bolsas etc.; a transmissão da Covid-19 dos animais para o homem, até o presente momento não foi demonstrada.

Em estudo experimental na revista Nature, animais foram infectados e acompanhados, quanto a presença e eliminação de vírus por RT-PCR. O observado é que a cada semana que passava o vírus se replicava e diminua sua titulação sendo observado na primeira delas positivo em todos os testes, após negativa na nasofaringe, depois no sangue e finalmente nas fezes, como se tivesse havido uma atenuação do vírus. O que leva a se pensar que não existe a transmissão do coronavírus do animal para o homem. Até o momento não existe nenhuma evidência que possa comprovar esta hipótese.

Como era de se esperar o hospital veterinário é um local que apesar de atendimento aos animais, estes pacientes não se dirigem sozinhos ao atendimento, precisam ser levados por pessoas ou tutores. Acontece que os animais de estimação são tão queridos pela população que passam a ser considerados uma pessoa da família, antes em várias ocasiões ia quase a família inteira consultar o pet, todos querendo acompanhar seu animal principalmente quando estavam apresentando algum sinal mais grave. Daí o hospital era um local de aglomeração de pessoas, no contexto atual de pandemia, isto não pode ocorrer necessitando de cuidados básicos para mitigar a disseminação de doenças infecciosa principalmente da Covid-19.

A primeira das medidas foi uso de outro portão de acesso específico para o Hospital Veterinário Dr. Sylvio Barbosa Cardoso, a segunda foi limitar o acesso de pessoas para apenas um tutor o qual só poderá entrar usando máscara. Os tutores deverão se dirigir ao hall do hospital com seus animais no colo ou contidos na coleira até a recepção onde receberão uma ficha. Deverão fazer a higienização das mãos com álcool gel disponível em totens ou em dispositivo manual de parede, disponíveis no hall, corredores entrada de consultórios e demais salas de circulação.  Existe acesso a banheiros e disponibilização de água e sabão nas pias. O atendimento acontecerá por ordem de chegada excetuando excepcionais casos de emergência. A numeração aparecerá no painel eletrônico da sala de espera, uma sala aberta onde existem bancos com a marcação distanciada de um metro e meio para as pessoas aguardarem seu atendimento mantendo a distância recomendada.

Os veterinários e os funcionários do hospital fazem uso regular de equipamentos de proteção individual (EPIs) de acordo com a necessidade, sendo uso de jalecos, gorros, máscara, protetor facial, calcados adequados, propé; funcionários de campo, em vez de jalecos usam macacão e botas. A higienização com substância desinfetante (hipoclorito ou similar) se faz regularmente nos corredores de circulação do hospital; nos consultórios a cada paciente, pisos, mesas de atendimento dos animais são higienizadas. O descarte de EPIs é realizado em recipiente diferente do lixo comum, em lixeiras com pedais e identificação da tampa com X e com o símbolo de infectante adesivado no recipiente. Um funcionário usando EPIs recolherá o lixo e o levará ao container de Lixo infectante localizado externamente ao hospital a ser coletado pela prestadora de serviço contratada pela universidade para destino final de incineração. O uso das medidas de controle adequado implica o controle da disseminação da covid-19 nesse ambiente hospitalar colaborando com o estabelecimento de medida preventiva do Serviço Único de Saúde (SUS).

(*) Professora do Curso de Veterinária e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da Universidade Estadual do Ceará-UECE. Virologista. Membro do Grupo de Trabalho-GT para enfrentamento à pandemia do coronavírus da UECE

** Publicado In: Jornal do médico digital, 1(4): 60-63, agosto de 2020. (Revista Médica Independente do Ceará).

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

CONVITE: Posses das Diretorias da ACEVET e da SOMEVECE


As Diretorias da Academia Cearense de Veterinária (ACEVET) e da Sociedade Cearense de Médicos Veterinários (SOMEVECE) convidam para as posses da Dra. Nilza dos Reis Saraiva na presidência desses órgãos de classes.
A Dra. Nilza Saraiva é Sócia Honorária da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional Ceará (Sobrames-CE) desde 2012.
Local: Espaço Cultural Dra. Nilza dos Reis Saraiva, na Av. Rui Barbosa, n° 1.880, Aldeota (Altos da Clínica São José Moscati).
Data: 10 de janeiro de 2020 (sexta-feira). Horário: 20h.
Traje: Esporte fino aos convidados e veste talar aos acadêmicos.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Presidente da Sobrames-C

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

PROTEÇÃO ANIMAL


Por Artur Bruno (*)
A alorização da fauna ganha corpo em todo o mundo. No Ceará, não é diferente. Além da necessidade de preservação de espécies silvestres, cerca de 60% das famílias possuem Pets. O governador Camilo Santana, sensível às questões ambientais, após criar a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), implementou, também, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa dos Animais, que fará a gestão de políticas públicas relacionadas a este segmento.
Em decorrência, entre os dias 29/9 de 6/10, ocorrerá a 1ª Semana Estadual de Proteção Animal, promoção do governo do Estado, via Sema, com as bênçãos de São Francisco, padroeiro dos animais, celebrado em 4 de outubro.
O intuito é enfrentar problemas comuns em metrópoles, zonais rurais e áreas de proteção ambiental. Denúncias de maus tratos, abandono e reprodução sem controle de Pets; invasão de espécies antrópicas em unidades de conservação, comprometendo espécies nativas; captura, tráfico e ameaça de extinção de animais silvestres; necessidade de ampliação e regulamentação de espaços de convivência entre animais e seres humanos.
Há diversos desafios, como, por exemplo, integrar ações de proteção, defesa e bem-estar animal; implementar medidas de acordo com a Política Nacional do Meio Ambiente; promover programas de educação ambiental; realizar e divulgar levantamentos sobre a fauna; promover cooperação técnica entre órgãos públicos e instituições de pesquisa e ensino.
Vale destacar que, dia 2/10, será realizado o 1º Seminário Estadual de Proteção Animal, em parceria com a Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido da Assembleia Legislativa, o qual pretende capacitar os gestores municipais. O evento, aberto ao público, terá apresentação dos casos de Fortaleza e Sobral e, logo após, mesa de debate com os órgãos envolvidos na Rede de Proteção Animal.
O objetivo é construir, coletivamente, a Política de Proteção Animal do Ceará, congregando as instituições de forma solidária. Nossa fauna precisa de carinho e compromisso para sobreviver.
(*) Secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMA) do Estado do Ceará. Sócio do Instituto do Ceará.
Fonte: Publicado In: O Povo, Opinião, de 27/9/19. p.20.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

O LADRÃO E O PAPAGAIO


Um ladrão pula o muro de uma casa e quando está tentado arrombá-la ouve uma voz: - Jesus tá te vendo!
O ladrão assustado pára e pergunta: - Como é?
E novamente ouve: - Jesus tá te vendo!
Ele usa a lanterna e vê que a voz vem de um papagaio: - Ah, você que é Jesus?
O papagaio responde: - Não. Eu sou o Judas.
Então o ladrão diz: - Quem é o louco que põe o nome de Judas em um papagaio?
O papagaio diz: - O mesmo louco que colocou o nome de JESUS num PITTBUL!
- Pega ele Jesus!!!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones). Autoria desconhecida.

domingo, 20 de janeiro de 2019

UMA ZEBRINHA MUITO CURIOSA...


Em uma linda fazenda, uma zebrinha estava chegando à adolescência e queria conhecer o mundo. Depois da permissão dos pais, ela saiu para caminhar e conhecer o mundo e ficou fascinada com tantas novidades, plantas, rios e animais. E muitos deles, a zebrinha nunca tinha visto antes na vida. Até que ela parou em frente a uma galinha, que até então era uma novidade, e perguntou:
— Olá! Como você é diferente! Qual é a sua espécie?
— Eu sou uma galinha, ela responde.
— E para que você serve?
— Eu boto ovos. Todo dia eu boto um ovo.
A zebrinha ficou fascinada, agradeceu e seguiu em frente. No meio da caminhada, ela encontra uma vaquinha, que também nunca tinha visto.
— Bom dia! Estou conhecendo os animais da fazenda. Que espécie você é?
— Eu sou uma vaca, responde ela.
— Que interessante. E qual a sua função aqui na fazenda?
— Eu dou leite. Todos os dias eu dou vinte litros de leite.
Ela agradeceu e saiu andando de novo. E aí conheceu uma tartaruga, passarinhos e peixes no lago. De repente, ela para em frente a um cavalo também que tinha a idade aproximada dela. E pergunta:
— Olá! Estou conhecendo a fazenda e os animais pela primeira vez. O que você é?
— Eu sou um cavalo, responde ele, e dá uma piscadinha.
Ela, inocente, segue com a conversa:
— E para que você serve?
O cavalo dá uma relinchada marota e responde:
— Vem cá e tira esse pijama listrado aí que eu te mostro, vem!
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

domingo, 22 de abril de 2018

O FILHOTE DE CAMELO MUITO CURIOSO


A mamãe-camelo estava com seu filhote camelo, ambos descansando na relva. Até que o filhote pergunta:
“Mamãe, por que você tem esses dedos enormes nos pés?”
A mãe responde:
“Bem, meu filho, quando nós temos que atravessar o deserto, esses dedos grandes nos ajudam a pisar na areia com mais força”.
Dois minutos depois, o camelinho pergunta:
“Mamãe, por que você tem esses cílios tão enormes?”
“São para evitar que entre areia nos nossos olhos quando há tempestades de areia no deserto”, diz ela.
E mais uma vez ele pergunta:
“Mamãe, por que nós temos essa corcunda tão grande nas costas?”
“É para nos ajudar a armazenar água quando temos que atravessar grandes distâncias pelo deserto, então podemos ficar sem beber água por longos períodos.”
“Então nós temos dedos grandes para não afundar na areia, cílios grandes para não entrar areia nos olhos e corcunda para guardar água enquanto estamos no deserto?”
“Sim, querido”, diz a mãe.
“Então o que estamos fazendo no zoológico de Belo Horizonte?”
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

SABEDORIA DE SÓCRATES

Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Sócrates é o nome do meu cão. Moramos em um pequeno apartamento de menos de 90 metros de área útil. Pequeno para mim e muito mais para ele, cão labrador preto. Procuro compensá-lo com mordomias (ração francesa, veterinário particular, quatro passeios por dia, ar condicionado e biscoitos caninos, tudo mais que ainda permitem os meus parcos recursos de professor aposentado... com sacrifício da minha própria feira).
Juro que não sei se ele se sente compensado por desfrutar dessa prisão de luxo, pois não entendo nem de mentalidade humana, quanto mais da canina. Sei sim que, ao contrário dos humanos, os animais não conhecem dinheiro. Se eles pulam e correm, o fazem pelo puro prazer de pular e correr.
Basta soltá-lo num campo aberto para que se transforme em uma flecha negra. E eu fico a contemplá-lo, assombrado pelo desempenho do seu corpo - que jamais praticou atletismo. Não teve treinadores, médicos de esportes, fisioterapeutas, professores de educação física e nem de presença de psicólogos e cartolas.
Mas o meu Sócrates corre e como corre. Não para pegar uma caça ou para me agradar. Caso corresse para pegar uma ave abatida por mim (não sou caçador e nunca dei nem um tiro, na minha vida, mas eu diria: — é sua memória ancestral), sua corrida passaria a ter um objetivo prático, racional. Eu ao menos compreenderia. A corrida dele é pura alegria. Corre, corre num romântico desejo de correr.
Esse meu Sócrates nem mesmo corre para provar que é mais rápido que outro cachorro. Corre como um alucinado exclusivamente pelo prazer de correr. As suas latidas alegres são espontâneas. Mas ele corre e não para. Só quando se cansa.
Diferente dos atletas humanos, ele sabe como e quando deve parar os seus exercícios. Não faz aquela cara de esforço espasmódico do atleta que chega à linha de chegada quase morrendo em uma disputa. Dorme após a brincadeira e fica mais junto de mim. Aí sei que não estou fazendo nenhum mal a ele. Ele está satisfeito com a “vida de cachorro”. Aos meus pés se aninha. Adormecemos felizes. Roncamos juntos. Sempre amigos. Que Deus nos conserve juntos por muito tempo. Eu e meu cão.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

domingo, 7 de maio de 2017

A AVE QUE PÕE CERVEJA


Fonte: Circulando por e-mail (internet). Fotomontagem sem autoria explícita.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

DIÁLOGOS ENTRE MORCEGOS


 Chargista: Angeloholtz?.
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

NELSON NÃO TINHA RAZÃO


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Nas palavras de Nelson Rodrigues: "por 'complexo de vira-lata' entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo".
Em oposição a um Mundo dominado por verdades científicas, Mundo tecnológico, estatístico, cibernético, globalizado e líquido, talvez sejamos mais autênticos. Se fôssemos alimentos seriamos os mais procurados e caros. Basta ir a um supermercado e ver como os alimentos orgânicos (naturais) são mais dispendiosos que os manipulados geneticamente.
Quer ver uma coisa? O departamento de ciências animais da Universidade de Aberdeen chegou à conclusão que os vira-latas tendem a ser mais inteligentes do que os ‘puros-sangues’. Se não bastasse, eles costumam também ser mais saudáveis do que os cachorros de raça. Essas características se devem, em parte, ao fato de que os vira-latas estão sujeitos à seleção natural e só os mais espertos acabam se dando bem nessa jogada, enquanto cães de raça costumam ser o resultado de anos e anos de cruzas que visam preservar algumas características específicas.
Para conservar a aparência ideal, os criadores costumam realizar acasalamentos entre animais consanguíneos e isso faz com que eles tenham uma maior predisposição a desenvolver doenças genéticas. Com isso, é tão natural que um Yorkshire seja pequeno e dócil como que ele desenvolva problemas de dentição dupla ou de luxação da patela. Ou seja, pesquisas indicam que quanto mais puro é o seu pet, mais problemas à vista. E os animais são realmente as maiores vítimas destas cruzas. O resultado é assustador e mostra como um século de seleção genética artificial afetou a aparência e a saúde dos cachorros.
Ser vira-lata, na realidade, é uma vantagem. Então pergunto: por que devemos nos sentir inferiores por sermos vira-latas?
Nelson não tinha razão.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES).

sábado, 4 de junho de 2016

A GALINHA...


Uma galinha põe um ovo de meio quilo!!!
Jornais, televisão, repórteres.... Todos atrás da galinha!
- Como conseguiu esta façanha, Sra. Galinha?
- Segredo de família...
- E os planos para o futuro?
- Botar um ovo de um quilo!
As atenções se voltam para o galo...
- Como conseguiram tal façanha, Sr. Galo?
- Segredo de família...
- E os planos para o futuro?
- Partir a cara do avestruz!!!!
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A REPRODUÇÃO E A SANIDADE ANIMAL NA UECE


Por Vicente José de Figueirêdo Freitas (*)
"Neste ano do Jubileu de Rubi da Uece, confluem as nossas trajetórias individuais, que fazem a vida acadêmica da instituição, com a trajetória institucional"
A Faculdade de Veterinária (Favet) foi uma das escolas fundadoras da Uece e, por décadas, seguiu sendo o único curso de Medicina Veterinária do Ceará. O início de minha graduação, em 1982, fez-me realizar um belo sonho e durante o estágio supervisionado na Embrapa Caprinos e Ovinos, descobri meu foco: a pesquisa em reprodução dessas espécies.
Decidi que minha vida profissional seria em ensino/pesquisa e, para isso, comecei a me preparar. Em 1987 entrei na 1ª turma do Curso de Especialização em Produção e Reprodução de Pequenos Ruminantes, da Uece, e em seguida fui aprovado no concurso de professor auxiliar da Favet, para ministrar a disciplina Inseminação Artificial.
Aos 26 anos tornara-me professor da Uece. Ensinava, mas não podia pesquisar só com o título de especialista. Urgia ser mestre e foi com satisfação que vi ser criada, em 1991, pelo professor Nunes, a 1ª pós-graduação stricto sensu da Uece, o Mestrado em Produção e Reprodução de Pequenos Ruminantes. Aluno da 1ª turma, concluí o curso em 18 meses e fui o 1º mestre formado na Uece, em 1992.
Sob a orientação do professor Nunes, obtive bolsa para doutorado no Institut National de La Recherche Agronomique/Fr. Foi um divisor de águas, pois trabalhei com pessoas muito qualificadas para a pesquisa. Concluí o doutorado em 1996 e retornei à Uece na esperança de aplicar o que aprendi. Criei um grupo de pesquisa e logo fui chamado a assumir a coordenação do mestrado, onde me apoiaram ótimos colegas como Fátima Teixeira, Claudia Bevilaqua, Ricardo Figueiredo, Lúcia Daniel, Célia Sampaio, Sônia Crisóstomo, Diana Célia, Ricardo Toniolli e William Maciel. Manassés Fonteles era reitor e Jackson Sampaio era pró-reitor de Pós-graduação e Pesquisa.
Reestruturado, o curso passou a chamar-se Mestrado em Ciências Veterinárias. Um concurso para professor efetivo atraiu candidatos com doutorado e boa capacidade para captar financiamento e realizar pesquisa de qualidade. Assim, submeti a alteração do mestrado e a demanda do Primeiro doutorado da Uece. Sob a coordenação da professora Claudia Bevilaqua, a Capes aprovou a criação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias. Nascia uma história de sucesso e as avaliações da Capes resultaram em notas crescentes, até a atual nota “6”, que coloca o Programa como o único no Nordeste e entre os três melhores da área em IES estaduais, superado por dois da USP.
Neste ano do Jubileu de Rubi da Uece, confluem as nossas trajetórias individuais, que fazem a vida acadêmica da instituição, com a trajetória institucional, que respalda a vida acadêmica de estudantes, servidores e professores. As dificuldades que existiram e ainda existem têm sido fonte de superação para a Uece. Elas nos fazem crescer.
(*) Médico veterinário, doutor em Ciências da Vida e professor da Favet/Uece.
Publicado In: O Povo, Opinião, de 15/8/15. p.7.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

PESAR POR Dra. LOUIZIANE GURGEL CUNHA



É com grande pesar que aqui notifico o falecimento na madrugada de hoje, 25 de maio de 2015, da Dra. LOUIZIANE MARIA GURGEL CUNHA, filha de meus tios Espedito Gurgel Coelho e Maria Lúcia de Almeida., nascida em Fortaleza em 8/04/1965, com 50 anos de idade recém-completados e casada com o empresário José Francisco M. da Cunha.
Formada em Medicina Veterinária pela UECE, exerceu sua profissão em clínica particular.
Nossos sinceros pêsames aos seus filhos Camila, Bernardo e Amanda e ao seu esposo Chico Cunha.
O seu corpo está sendo velado no Ternura, com missa programada a ser celebrada às 15h30min, seguida do sepultamento no Parque da Paz, às 17 horas.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
 

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