terça-feira, 15 de agosto de 2017

CONVITE: Homenagem ao Prof. Ruy Laurenti


A Faculdade de Saúde Pública e o Departamento de Epidemiologia da Universidade de São Paulo convida V. Sa. para o evento de homenagem ao Prof. Ruy Laurenti, no dia 15 de agosto de 2017, às 10h, no Anfiteatro Paula Souza, conforme convite abaixo.
 
Prof. Dr. Victor Wünsch Filho
Diretor Faculdade de Saúde Pública
Universidade de São Paulo

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

REFORMAS


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Há algum tempo, no Brasil, estamos falando, debatendo e examinado a possibilidade da realização de algumas reformas. Vivemos em uma época de reformismo crônico. Existe uma expectativa generalizada espalhada em todo o País. Por isso, impõe-se que se reflita atenciosamente. É preciso um correto diagnóstico dos problemas, para que se possa avaliar se realmente necessitamos reformar nosso direito positivo. Assim sendo, duas vertentes de análise devem ser observadas. Numa, precisamos saber se as reformas propostas são para ajustes de caixa circunstanciais ou para promoverem o crescimento econômico e a inclusão social e, noutra, se são objetivos de Governo, ou então de Estado. Os Governos passam, já o Estado permanece com seus objetivos estruturantes e duradouros. Não obstante sucintas, as reflexões aqui apresentadas servem para estimular, pelo menos, debates sobre o assunto. No entanto, gostaríamos de salientar que as reformas verdadeiras só ocorrerão quando sairmos do Estado Democrático de Direito – responsável muitas vezes pela concessão de privilégios, gerando injustiças – para o Estado Democrático de Justiça. Para tanto, seria fundamental a convocação de uma Assembleia Constituinte Exclusiva. O Congresso Nacional continuaria funcionando normalmente de acordo com o Art. 2º da Constituição atual, e a Constituinte Exclusiva teria por objetivo oferecer à sociedade brasileira uma nova Carta Magna. Seus membros seriam eleitos pelo povo e após a conclusão dos trabalhos os constituintes não poderiam concorrer a cargos eletivos e a Assembleia seria dissolvida. Essa será a grande reforma democrática. É importante colocá-la na agenda das discussões nacionais.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 14/4/2017.

domingo, 13 de agosto de 2017

O PAPEL DO ECONOMISTA


Por Mansueto Almeida (*)

Uma empresa para ser competitiva precisa, além de uma boa gestão, de economistas que ajudem na estratégia de financiamento

Há hoje um grande debate sobre o futuro do nosso País. O Brasil, que sempre foi um país jovem até 2000, vem passando por um rápido processo de envelhecimento. A proporção de pessoas com 65 anos ou mais de idade em relação à população de 15 a 64 anos passará de 14%, em 2017, para 48% em 2060.
Em pouco mais de 40 anos, o Brasil será um país com estrutura demográfica semelhante ao Japão de hoje, um dos países com maior proporção de pessoas idosas do mundo.
O que acontecerá com a despesa pública ao longo desse rápido processo de mudança demográfica? O que precisamos fazer para evitar uma queda do crescimento econômico potencial?
As respostas a essas e outras perguntas são exemplos de desafios para um economista seja do setor público, seja do privado. No setor público, o papel de um economista nem sempre é tomar decisão, mas, sim, explicar os dilemas decorrentes de escolhas difíceis.
Por exemplo, se não fizermos uma reforma da Previdência, o Brasil gastará mais de 20% do seu PIB, em 2060, apenas para pagar aposentadorias e pensões. Isso exigirá um forte aumento da carga tributária e, ainda assim, faltarão recursos públicos para possibilitar a expansão da saúde pública.
Não menos importante é o papel de um economista no setor privado. Uma empresa para ser competitiva precisa, além de uma boa gestão, de economistas que ajudem na estratégia de financiamento, na gestão do caixa e na estratégia de crescimento frente a diversos cenários incertos.
Um bom economista ajuda empresas a tomarem decisões corretas frente a um futuro incerto, e o sucesso de um economista em uma empresa privada aparecerá na geração de empregos, no lucro e também na arrecadação de impostos, que será essencial como fonte de recursos para diversos programas de políticas públicas.
Sem dúvida, a principal tarefa do economista, seja no setor público, seja no privado, é mostrar o melhor uso de recursos escassos, um desafio importante ainda mais em um país como o Brasil, com carga tributária de 32,5% do PIB - uma carga elevada para o nosso nível de desenvolvimento.
Desejo aos economistas um feliz 13 de agosto, o dia do economista. Que essa data sirva para que todos nós façamos uma profunda reflexão de como podemos contribuir para que todos entendam os desafios das reformas que este País terá de fazer, pois apenas com o apoio da população conseguiremos aprovar as reformas econômicas necessárias para construir as bases do crescimento sustentável que economistas e não economistas desejam.
(*) Economista, mestre em Economia e secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.
Fonte: O Povo, de 12/08/2017. Opinião. p.11.

A ECONOMIA, OS ECONOMISTAS


Por Ana Maria Fontenele (*)

Somos formados tradicionalmente pelo princípio da escolha e da racionalidade nesta escolha

A história da Economia confunde-se com a história das civilizações. Desde o marco de sua criação como ciência, com a investigação smithiana sobre as razões da riqueza das nações, sua trajetória é marcada a partir do que conceituo como “tombamentos teóricos” que também definem ações fundamentadas em visões de mundo, as mais diversas. Dessa forma, marcamos o trajeto das teorias inseridas nos diversos paradigmas.
A história da Economia confunde-se também com a história da Política, intrinsecamente ligada a história das civilizações. A trajetória da Economia Política como ciência define e também é consequência da vida em sociedade e é marcada pelas visões de mundo daqueles que põem em prática a política e, em consequência, a política econômica. Neste ambiente, como atores protagonistas, estamos nós, os economistas. Dessa forma, marcamos o percurso vivido por nossa sociedade.
A história da Economia também segue a história da ética. Neste percurso, aprendemos que a felicidade pessoal não é mais importante que a felicidade dos demais. Assim, marcamos nossos limites como economistas.
Por nossas decisões, provocamos eventos espetaculares em ciclos de crescimento que elevam a qualidade de vida, que reduzem a desigualdade, que ampliam a felicidade e que incluem. No entanto, às vezes, fazemos opções por processos depressivos que retiram a dignidade conquistada, que expulsam o emprego, que excluem. Em um e em outro caso, sabemos a quem servimos. Em um e em outro caso, fazemos opções, somos economistas.
Somos formados tradicionalmente pelo princípio da escolha e da racionalidade nesta escolha. Este é apenas um aspecto. Somos formados para, mesmo atuando em ambientes específicos, termos a visão da totalidade para absorvermos a centralidade e, para em busca desses objetivos, desenhar prováveis saídas. Assim, vamos interpretando o mundo e suas manifestações, mas não podemos nos alijar do papel de transformá-lo, desviá-lo para algo que achamos melhor, somos economistas.
Neste dia dedicado aos economistas, celebramos nosso ecletismo na formação, celebramos a diversidade de nossas concepções e nossa capacidade de atuar nas mais diversas atividades. No entanto, nos cabe um alerta: precisamos garantir formação humanística e priorizarmos a transformação do mundo retirando a máscara frágil que afirma que, cada um, ao buscar o melhor para si, estará produzindo o bem-estar de todos. Afinal, somos economistas!
(*) Economista, professora da Universidade Federal do Ceará e doutora em Economia pela USP.
Fonte: O Povo, de 12/08/2017. Opinião. p.11.

CONVITE: XIII Semeando Cultura da Sobrames-CE


A Diretoria da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional Ceará (Sobrames-CE) convida para o 13º SEMEANDO CULTURA, evento bimestral promovido pela Sobrames-CE, a realizar-se no dia 14/08/2017, às 19h30, no Espaço Cultural Dra. Nilza dos Reis Saraiva, na Av. Rui Barbosa, n° 1.880, Aldeota.
O palestrante do evento será o médico, escritor e professor Dr. Raimundo José Arruda Bastos, que abordará o tema: COMUNICAÇÃO, MÍDIA E CULTURA: estudo antropológico da informação e seu impacto na sociedade. O expositor é membro da Sobrames-CE, radialista, professor da Unichristus e ex-secretário de Saúde do Estado do Ceará.
Contamos com a nobre participação dos colegas, amigos e familiares neste aprazível momento cultural.

Dr. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Presidente da Sobrames-CE

A IMPORTÂNCIA DO ECONOMISTA


Por Lauro Chaves Neto (*)

Constante leitura e atualização são tarefas obrigatórias dos economistas que desejam obter sucesso profissional

Para homenagear o Dia do Economista, 13 de agosto, é pertinente refletir, junto com a sociedade, sobre o verdadeiro papel do economista e o seu protagonismo profissional com a atuação nas esferas pública e privada.
Na área pública, o economista contribui para a promoção do desenvolvimento sustentável, com a formulação de planos estratégicos, de orçamentos, de concessões e de parcerias público-privada. Governo Federal, governos estaduais e Prefeituras possuem maiores probabilidades de sucesso quando se apoiam no conhecimento técnico de economistas na formulação e implantação das políticas públicas.
Já no setor privado, a atuação do economista vai desde a elaboração e análise do plano de negócio, a gestão do fluxo de caixa, a apuração dos custos, a formação do preço de venda, a análise de viabilidade dos investimentos, a elaboração de cenários alternativos até as estratégias competitivas.
A complexidade da formação acadêmica do economista aliando métodos quantitativos, ciências sociais, gestão empresarial, finanças, visão territorial e economia política explicam a diversidade dos seus campos de atuação profissional.
Fazendo-se uma analogia com outras profissões, pode-se afirmar que o economista (de boa formação, ressalte-se!) possui a capacidade de gestão dos administradores, a familiaridade com os números dos contadores, o raciocínio lógico dos engenheiros, a capacidade de argumentação dos advogados, a análise crítica dos sociólogos, o entendimento da raiz dos fenômenos como os historiadores, além da visão territorial e espacial dos arquitetos e geógrafos.
Constante leitura e atualização são tarefas obrigatórias dos economistas que desejam obter sucesso profissional. Acompanhar e avaliar a evolução das variáveis socioeconômicas, do ambiente empresarial, do contexto legal, da geopolítica, da sustentabilidade, sobretudo da qualidade de vida das pessoas são atividades diárias e rotineiras desses profissionais.
Essa diversidade de habilidades, ao mesmo tempo em que amplia as oportunidades profissionais, impõe aos professores e estudantes de Economia um pacto pela melhoria contínua das condições de ensino, tendo como foco o mercado de trabalho, sem descuidar dos pilares fundamentais da excelência na formação teórica.
(*) Presidente do Conselho Regional de Economia, consultor, professor da Uece e doutor em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona.
Fonte: O Povo, de 12/08/2017. Opinião. p.11.

sábado, 12 de agosto de 2017

VISITA A AVÓ EM TEMPOS DE WHATSAPP


Fotógrafo: desconhecido.
Fonte: Circulando por e-mail (internet) e i-phones. Autoria referida abaixo do comentário.
 

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