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domingo, 3 de maio de 2026

MEMORIAL CULTURAL EM ANDAMENTO

Com o artigo LAUDATE: homenagens a confrades das academias médicas do Ceará”, inserido no Jornal do Médico, 22(204): 19-20, abril de 2026, alcançamos a marca de 800 (oitocentos) trabalhos publicados em revistas, jornais e informativos.

Essa cifra, que não contempla livros e premiações culturais, corresponde a mais da metade (53,1%) da nossa produção no âmbito da cultura, que, por sua vez, já soma 1.508 títulos do nosso curriculum vitae (CV), os quais representam cerca de 25% do total de itens desse CV.

Com vistas a integrar um futuro Memorial Cultural, tais títulos observam, presentemente, em 3/05/2026, a seguinte distribuição quantificada: Artigos em Periódicos Culturais (33), Textos em Revistas, Jornais e Informativos (800), Textos em Livros (252), Apresentações, Prefácios e Posfácios de Livros (88), Discursos Proferidos ou Apenas Preparados (230), Memoriais (6), Plaquetas (20), Organização e Editoração de Livros (47) e. Participações em Eventos Literários e/ou Culturais (32).

Em tempo: esse memorial, ora em construção, enfeixará os feitos mais vinculados às instituições literárias e culturais a que pertencemos.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Editor do Blog


domingo, 18 de fevereiro de 2024

PÁGINA DE MARCELO GURGEL NA WIKIPÉDIA

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva (*)

O médico, economista, professor universitário e escritor Marcelo Gurgel Carlos da Silva foi distinguido com uma página na enciclopédia livre.

Conteúdo:

Início. Juventude. Formação Acadêmica. Carreira Profissional. Agremiações e honrarias. Atuação como escritor. Vida pessoal. Notas. Referências

Títulos quantificados:

As contribuições de Marcelo Gurgel à comunidade cearense são amplas e multifacetadas. Além de sua dedicação acadêmica expressa nos mais de 5.500 títulos quantificados pelo Curriculum Vitae, suas atividades científicas, de magistério, profissionais, culturais e participações em concursos e bancas examinadoras destacam-se como pilares fundamentais para o progresso educacional e científico da região. Ao somar mais de 1.200 atividades científicas, 671 no magistério, 278 na esfera profissional, 1.332 atividades culturais, e seu envolvimento em inúmeras bancas examinadoras, congressos, jornadas e reuniões, Marcelo Gurgel emerge como um agente transformador, influenciando positivamente o cenário educacional, científico e cultural do Ceará. Seus 125 prêmios e distinções são um testemunho adicional de impacto e relevância na sociedade. (WIKI)

Endereço eletrônico: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Gurgel#

(*) Médico pneumologista, escritor e blogueiro.

Postado por Paulo Gurgel em 26/01/2024 e postado no Blog Linha do Tempo em 4/02/2024.

https://gurgel-carlos.blogspot.com/2024/02/pagina-de-marcelo-gurgel-na-wikipedia.html


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

GRANDE WITZEL: CV turbinados

Citando Gilberto Amado, um beija-flor de vaidade, o professor Joaquim Falcão resumiu a patetada de Kassio Nunes ao turbinar seu currículo:

“Ser mais do que se é, é ser menos.”

Turbinar currículo é um vício recente. A mania pegou Dilma Rousseff, Damares Alves, Ricardo Salles, Marcelo Crivella, Carlos Alberto Decotelli e Wilson Witzel.

Nesse grupo, quem brilhou foi Witzel. Em vez de fraudar títulos de universidades comuns ou até chumbregas, mentiu grande e anunciou-se diplomado por Harvard, onde nunca pisou.

Em tempo: o ministro Celso de Mello, em cuja cadeira Kassio Nunes quer sentar, foi um dos maiores juízes da Corte. Era apenas advogado, sem mestrado nem doutorado.

Fonte: O Povo, de 11/10/2020. Opinião. Elio Gaspari. p.28.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

DESPEDIDAS DE UM ANNUS HORRIBILIS

           Finalmente o ano de 2020 expirou. Grosso modo, para a humanidade, foi um ano atípico, mas para a maioria dos seres humanos foi um Annus Horribilis, enquanto, para alguns, que saíram no lucro, locupletando-se com a desgraça alheia, pode-se até dizer que ele foi um Annus Mirabilis, ou seja, o horrível para muitos figurou como maravilhoso para uns poucos.

Em 17/03/2021, depois de participar da reunião que instalou o “Grupo de Trabalho de Enfrentamento à Covid-19 da Universidade Estadual do Ceará”, para o qual fui indicado membro efetivo por portaria do Magnífico Reitor da UECE, o Prof. Jackson Sampaio, decidi recolher-me no recôndito do lar para reduzir o grau de exposição ao novo coronavírus, uma vez que pertenço a grupos de maior risco à Covid-19, tanto por faixa etária como por portar comorbidades.

Em vista disso, na vigência do distanciamento social determinado pelas autoridades sanitárias, adotei um isolamento mais ampliado, engajando-me no teletrabalho (homework), que me foi extremamente produtivo.

Hoje, 31/12/2020, completo 287 dias de um confinamento domiciliar relativo, flexibilizado após os três meses iniciais de reclusão, o qual é apenas ocasionalmente rompido por motivos superiores, diante da impossibilidade da tarefa ser realizada remotamente.

Com efeito, ao longo de um período superior ao tempo de gestação do Homo sapiens, em que permaneci sob isolamento, consegui dar cumprimento à maior parcela das múltiplas atribuições profissionais e intelectuais que fazem parte do meu cotidiano.

Além das atividades rotineiras que desenvolvo em anos típicos, a chegada da Covid-19 trouxe-me outras demandas específicas que precisei assumir como sanitarista e formador de opinião e sobretudo como cidadão que, a despeito de não atuar como médico na linha de frente prestando cuidados de saúde às vítimas da presente pandemia, creio ter podido responder proativamente, oferecendo a minha contribuição ao embate contra essa epidemia avassaladora.

Em que pese essa substantiva produção intelectual, devidamente a ser incorporada ao meu curriculum vitae, bem melhor seria, para mim, se ela não tivesse existido, pela supressão do fator desencadeante, caso não estivéssemos experimentando tantos sofrimentos e perdas à conta do SARS-CoV-2.

Motivado pelo advento das vacinas específicas contra a Covid-19, espera-se que esse Annus Horribilis parta sem demora e leve junto o novo coronavírus aos confins do universo, longe e ao largo da espécie humana.

Roguemos ao Pai para que o Ano Novo que se avizinha seja um verdadeiro Annus Mirabilis, desta feita para toda a humanidade.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Professor titular de Saúde Pública da UECE

domingo, 25 de outubro de 2020

CINCO MIL TÍTULOS NO CURRICULUM VITAE

         Na vigência do distanciamento social, por pertencer a grupo de risco da Covid-19, tomei a decisão de observar um isolamento mais ampliado, optando pelo teletrabalho (homework), que me tem deixado bastante ocupado.

Em cumprimento à recomendação de permanecer em casa, esse distanciamento social foi iniciado por mim em 17 de março de 2020 e se estende ao longo de mais de sete meses, ainda que tenha sido levemente mitigado quando se completaram cinco meses de sua duração.

Ao lado das múltiplas atividades profissionais desenvolvidas de forma virtual, necessitei efetuar a atualização do meu currículo na Plataforma Lattes, fruto da solicitação da Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Estadual do Ceará (PPSAC/Uece), tendo em conta a avaliação da Pós-Graduação no Brasil, de responsabilidade da Capes, referente ao quatriênio 2017-2020.

Para esse compromisso, era mandatório ultimar a atualização do meu Curriculum Vitae (CV), registrando-o primeiramente em arquivo do word, no Windows, para ulterior preenchimento do CV Lattes.

Na ingente busca documental processada, foi possível levantar mais de sete centenas de títulos que não estavam efetivamente incorporados ao meu CV. Tive o cuidado de inserir os itens em planilhas do Excel, o que proporcionou quantificar os títulos, segundo diferentes capítulos, seções e categorias, observando suas especificações.

A situação atualizada desse CV na data de hoje (25/10/2020) contabilizou 5.000 (cinco mil) títulos, indicando, em termos quantitativos, uma vida repleta de muito trabalho.

Longe de desejar aqui incorrer em vitupério, a presente comunicação expressa a minha vontade de compartilhar um feito que precisar ser encarado como uma responsabilidade de um cidadão cônscio de suas obrigações públicas.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Professor titular do PPSAC/Uece

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

TÍTULOS NO CURRICULUM VITAE EM 2019


Anunciamos no final do ano passado, neste blog, ter atingido em 2018 a marca de quatro mil inserções em nosso curriculum vitae. Tratava-se de um feito alcançado por poucos profissionais, em termos meramente quantitativos, porém interpretável como referência de uma vida bastante dedicada ao trabalho, própria de um workaholic. Quanto à qualidade desse currículo, não nos cabe fazer julgamento, o que deixamos para nossos colegas.
Agora, ao término do presente ano de 2019, aos 66 anos de idade incorporamos, como de praxe anualmente acontece, um pouco mais de 100 itens, perfazendo cerca de 4.200 citações curriculares, as quais ainda serão acrescidas de umas poucas publicações, ora no prelo.
A nossa participação em concursos e exames a que nos submetemos, bem assim em bancas examinadoras, congressos, jornadas e reuniões, dos quais tomamos parte, coloca explícita uma intensa e extensa atuação, alicerçada em 42 anos de atividades, como professor e médico, e em 33 anos da função de economista, condições que nos dignificaram com a estima de amigos e de pares, e nos conferiram alguns prêmios e distinções.
Em 2019, publicamos quatro livros de nossa autoria, completando 104 (cento e quatro) obras, o que nos posiciona entre os maiores polígrafos cearenses. Desde o ano pretérito, superamos a cifra de uma centena de artigos publicados em periódicos científicos e mais de cem capítulos de livros. Também editamos, recentemente, diversos livros de outros autores. Para 2020, já temos previsto o lançamento de quatro livros.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Editor do Blog

quinta-feira, 6 de junho de 2019

CENTÉSIMA PALESTRA NO CURRICULO



Foi uma feliz coincidência que a minha centésima palestra da Seção 6.8. Palestras e Conferências Proferidas de nosso curriculum vitae tenha sido a que pronunciei em 31 de maio de 2019, no Instituto do Câncer do Ceará (ICC), intitulada À Memória do Dr. Haroldo Juaçaba: fundador e ex-presidente do ICC”, de quem fui particular amigo, discípulo, colega e colaborador por mais de trinta anos.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor da UECE

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

TÍTULOS NO CURRICULUM VITAE EM 2018


Anunciamos, neste blog, ter atingido em 2018 a marca de quatro mil inserções em nosso curriculum vitae. Trata-se de um feito alcançado por poucos profissionais, em termos meramente quantitativos, porém interpretável como referência de uma vida bastante dedicada ao trabalho, própria de um workaholic. Quanto à qualidade desse currículo, não nos cabe fazer julgamento, o que deixamos para nossos colegas.
Agora, ao término do presente ano de 2018, aos 65 anos de idade incorporamos um pouco mais de 110 itens, perfazendo cerca de 4.010 citações curriculares, as quais ainda serão acrescidas de umas poucas publicações, ora no prelo.
A nossa participação em concursos e exames a que nos submetemos, bem assim em bancas examinadoras, congressos, jornadas e reuniões, dos quais tomamos parte, coloca explícita uma intensa e extensa atuação, alicerçada em 41 anos de atividades, como professor e médico, e em 32 anos da função de economista, condições que nos dignificaram com a estima de amigos e de pares, e nos conferiram alguns prêmios e distinções.
Em 2018, publicamos seis livros de nossa autoria, completando 100 (cem) obras, o que nos posiciona entre os maiores polígrafos cearenses. Nesse último ano, superamos a cifra de uma centena de artigos publicados em periódicos científicos e mais de cem capítulos de livros. Também editamos, recentemente, diversos livros de outros autores. Para 2019, já temos programado o lançamento de quatro livros.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Editor do Blog

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

CENTÉSIMO ARTIGO PUBLICADO EM REVISTAS CIENTÍFICAS


Anunciamos, neste blog, ter recebido a comunicação dos editores da conceituada Revista Ciência e Saúde Coletiva dando conta da publicação do artigo de Elzo Pereira-Pinto Jr., meu ex-orientado de mestrado em Saúde Coletiva da UECE:
PINTO JUNIOR, Elzo Pereira; COSTA, Líllian de Queiroz; OLIVEIRA, Sílvia Morgana Araújo de; MEDINA, Maria Guadalupe; AQUINO, Rosana; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Tendência dos gastos e das Internações por condições sensíveis à atenção primária em menores de cinco anos na Bahia. Ciência e Saúde Coletiva (Impresso), 23(2): 4319-24, 2018.
Esse artigo foi produto da dissertação de mestrado, conduzida sob a nossa orientação, no Programa de Pós-Graduação da Saúde Coletiva.
Com ele, alcancei a marca de cem artigos publicados em periódicos científicos.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece

segunda-feira, 18 de julho de 2016

DICAS PARA FAZER SEU 1º CURRÍCULO


Não tem experiência de trabalho? Veja dicas para fazer seu 1º currículo

Do UOL, em São Paulo
A busca por trabalho quase sempre começa pela elaboração do currículo. A situação, porém, pode ser mais difícil para quem procura o primeiro emprego e vive um dilema: empresas querem candidatos com experiência, mas, para ter experiência, é preciso que alguém os contrate.
Especialistas consultados pelo UOL dizem que há maneiras de contornar o espaço em branco no campo "experiência" do currículo, valorizando sua formação educacional e citando bicos, por exemplo. Confira o passo a passo.
Dados Pessoais: atenção aos contatos
O campo de dados pessoais deve conter apenas nome completo, data de nascimento, estado civil e contatos (telefone e e-mail).
O contato é muito importante e, nesse caso, quanto mais, melhor, segundo Luciana Koyama, coordenadora do Espro, empresa de ensino profissionalizante para jovens. Ela sugere colocar, além de telefone fixo e celular pessoal, pelo menos dois telefones de pessoas próximas que possam receber recados, como familiares. Isso pode ajudar no caso de o recrutador não conseguir falar diretamente com o candidato.
É preciso escrever o nome dessas pessoas no currículo, para o recrutador saber com quem irá falar, além de avisá-las de que estão sendo indicadas para receber possíveis recados em seu nome.
Ainda sobre os dados pessoais, a recomendação é colocar a data de nascimento em vez da idade, porque o recrutador pode ficar com seu currículo por um tempo, chamando para oportunidades futuras. Assim, o currículo continua atualizado.
Objetivo: seja direto e claro
Escreva um parágrafo curto e direto, mostrando áreas em que deseja atuar e seu objetivo profissional. O cuidado nessa parte é não ser muito específico, perdendo possíveis oportunidades, nem muito amplo ou variado, mostrando falta de foco na carreira.
Formação: valorize cursos e habilidades
Sem experiência profissional, o jovem deve ter atenção especial ao campo de formação, onde descreve seu nível acadêmico e cursos que fez. Nesse caso, vale colocar tudo, como cursos de idiomas e informática, profissionalizantes e especializações. É possível também descrever habilidades que aprendeu. 
"Todo mundo coloca que tem conhecimento de pacote Office. Descreva experiências. Exemplo: 'realização de apresentação em Power Point apresentando projeto de marketing de empresa fantasia', por exemplo", afirma Eduardo Bahi, consultor de carreira da Thomas Case & Associados, empresa de recrutamento.
Trabalho de conclusão de curso (TCC) e trabalhos que desenvolveu na faculdade ou em outros cursos também podem ser destacados, como forma de demonstrar habilidades aprendidas. "É muito válido. Um TCC, dependendo de como é feito, dá uma baita visão sobre determinado assunto", diz Patrícia Sampaio, especialista em RH do site Vagas.com.
Experiência: bicos também contam
Estar em busca do primeiro emprego não significa, necessariamente, que não teve experiências profissionais válidas para colocar no currículo.
"Pode falar de experiências informais, como bicos, ou até ajuda em empresas de parentes. Trabalhos que fez sem carteira assinada, coisas que, em um currículo de alguém mais experiente, não seria aconselhável colocar", afirma Ricardo Karpat, especialista em recursos humanos e marketing.
Experiência em empresa júnior da faculdade também pode ser citada, assim como trabalhos voluntários que praticou (ou buscar trabalhos voluntários, caso não tenha feito, como forma de ganhar experiência).
Para quem teve oportunidade de fazer um intercâmbio ou morou fora do país, é importante descrever o que fez e viveu, citando habilidades que desenvolveu ou experiências que teve e possam ser relevantes profissionalmente.
Nunca minta ou enrole
O medo de entregar um currículo muito vazio pode levar à tentação de enrolar ou, pior, mentir, o que pode ser facilmente identificado pelo recrutador.
Escrever informações irrelevantes ou não ser objetivo nas descrições também é ruim, porque o selecionador não gasta muito tempo analisando cada currículo e precisa identificar o que é importante rapidamente.
Outro problema comum são os erros de português, que devem ser eliminados.
Fonte: UOL Notícias, de 22/09/2015.
 
 
 
 

 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

TÍTULOS NO CURRICULUM VITAE EM 2014


Anunciamos, neste blog, no dia 28/12/2012, ter atingido três mil inserções em nosso curriculum vitae. Tratava-se de um feito atingido por poucos profissionais, em termos meramente quantitativos, porém interpretável como referência de uma vida bastante dedicada ao trabalho. Quanto à qualidade desse currículo, não nos cabe fazer julgamento, o que deixamos para nossos companheiros
Ao final de 2013, acrescentamos mais de 150 inserções, auferidas durante esse ano, o que nos levou a acumular quase três mil e duzentos títulos no currículo, no percurso de sessenta anos de idade. Agora, ao término do presente ano de 2014, incorporamos um pouco mais de 130 itens, perfazendo cerca de 3.320 citações curriculares, as quais ainda serão acrescidas de umas poucas publicações, ora no prelo.
A nossa participação em concursos e exames a que nos submetemos, bem assim em bancas examinadoras, congressos, jornadas e reuniões, dos quais tomamos parte, coloca explícita uma intensa e extensa atuação, alicerçada em 37 anos de atividades, como professor e médico, e em 28 anos da função de economista, condições que nos dignificaram com a estima de amigos e de pares, e nos conferiram alguns prêmios e distinções.
Em 2014, publicamos quatro livros de nossa autoria, completando 80 (oitenta) obras, o que nos posiciona entre os polígrafos cearenses. Também editamos, recentemente, quatro livros de outros autores. Para 2015, já temos programado o lançamento de quatro livros.
Um marco importante da nossa trajetória existencial foi o ingresso no Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico), a mais antiga instituição cultural do Ceará em plena atividade, em solenidade acontecida em 23 de janeiro de 2014.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece

sábado, 6 de setembro de 2014

STF negou pedido de juiz que queria ser chamado de "doutor"


Após ser chamado de ''você'' e de ''cara'' juiz pediu para ser tratado de ''senhor'' e ''doutor''

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido de juiz do Rio de Janeiro que reivindicava a Justiça à obrigação de funcionários do prédio onde ele mora de chamá-lo de “senhor” ou “doutor”, sob pena de multa diária.
Após avaliar o pedido Lewandowski entendeu que, para atender ao pleito do juiz, seria necessário analisar todo o processo, e isso não seria possível ser realizado no Supremo, pois é necessário realizar recurso à Segunda Turma do Supremo.
O caso iniciou em 2004 quando o magistrado Antônio Marreiros da Silva Melo Neto, de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, entrou com essa ação e o caso só chegou ao Supremo em abril deste ano.
De acordo com o site do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), o magistrado atua na 6ª Vara Cível de São Gonçalo, na Região Metropolitana.
Na ação, o juiz conta que pediu ajuda a um funcionário do prédio, onde reside, para ajudá-lo com um vazamento. Sem a permissão do síndico, o funcionário negou a ajuda.
Isso foi suficiente para iniciar um bate boca entre os dois e, segundo Marreiros o homem passou a chamá-lo de “você” e de “cara”.
De acordo com o juiz a síndica do prédio era tratada como “dona”. Com isso Marreiros pediu para ser tratado como “senhor” ou “doutor”, mas a resposta dada pelo funcionário foi “fala sério”.
Além do pedido para a mudança de tratamento, o magistrado queria a condenação do condomínio obrigando o pagamento de indenização por danos morais de 100 salários mínimos, o que corresponde a R$ 70 mil reais.
Quando o processo começou, o juiz obteve uma decisão provisória, que obrigava os funcionários a chamá-lo de “senhor” e “doutor”.
Mas o juiz de Niterói Alexandre Eduardo Scisinio avaliou o processo e negou o pedido. Segundo ele o termo “doutor” não é pronome de tratamento, mas um título acadêmico de quem faz doutorado.
Ainda de acordo com Scisinio não “existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio” o uso do termo “senhor”.
Marreiros ainda recorreu ao Tribunal de Justiça Fluminense, mas foi rejeitado novamente.
Com isso, ele apresentou recurso extraordinário para ser remetido ao Supremo, já que, conforme a defesa, a questão é constitucional e faz referência ao princípio da dignidade e igualdade homem, ambos previstos na Constituição de 1988.

Fonte: Redação O POVO Online Justiça 04/09/2014. p.22

 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

TÍTULOS NO CURRICULUM VITAE EM 2013



Anunciamos neste blog, no dia 28/12/2012, ter alcançado três mil inserções em nosso curriculum vitae. Tratava-se de um feito atingido por poucos profissionais, em termos meramente quantitativos, porém traduzível como indicativo de uma vida de farta dedicação ao trabalho. Quanto à qualidade desse currículo, não nos cabe fazer julgamento, o que deixamos para nossos pares.
Agora, ao final de 2013, acrescentamos mais de 150 inserções, auferidas no ano em curso, o que nos leva a acumular quase três mil e duzentos títulos no currículo, ao longo de uma existência de sessenta anos de idade.
A nossa participação em concursos e exames a que nos submetemos, bem assim em bancas examinadoras, congressos, jornadas e reuniões, dos quais tomamos parte, põe em evidência, um dinamismo performático, consolidado em 36 anos de atuação, como professor e médico, e em 27 anos, sob o ofício de economista, fatos que nos granjearam o respeito e nos tornaram merecedor de alguns prêmios e distinções.
Ao término de 2013, completamos o nosso mandato de três anos à frente do Mestrado Acadêmico em Saúde Pública da UECE, gestão que foi marcada pela transformação do mesmo em Programa de Saúde Coletiva, com oferta de vagas de mestrado e de doutorado, fruto do esforço empreendido por docentes e discentes do programa.

Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece

quarta-feira, 27 de março de 2013

Comunicado do Acadêmico Lúcio Alcântara



Lúcio Alcântara (*)
Tomei uma decisão em relação ao preenchimento de vagas nos sodalícios de que faço parte. Resolvi resistir ao assédio eleitoral por parte de candidatos, emissários e amigos comuns. A perda de um colega de grêmio, por menor que seja nossa proximidade, por si só já é um momento delicado.
O açodamento com que os concorrentes se lançam a cata dos votos, sem que transcorra o nojo, gera uma situação constrangedora. Dão adeus à moderação e estabelecem um cerco sobre os eleitores. Falo, é claro, de um modo geral. Há também comportamentos dignos entre os pretendentes.
Receberei com respeito e atenção memoriais e currículos dos candidatos sem me negar, se solicitado, a contatos pessoais. O que não farei mais é anunciar por antecipação o meu voto. Reservo-me o direito de quando, e se for o caso, fazê-lo ao interessado.
Quanto ao preenchimento da vaga na Academia Cearense de Letras, decorrente do falecimento do grande poeta Francisco Carvalho, entendo que chegou o momento de radicalizarmos colocando em seu lugar alguém que tenha a literatura como atividade relevante.
Chega de personalidades. Nada contra elas, todas a meu ver dignas dos assentos que ocupam. É que já bastam as que temos. É hora de elegermos um literato reconhecido. Escolhido, se possível, fora do circuito Elizabeth Arden da literatura. Os clubes, restaurantes e bares do Meireles, Aldeota e adjacências.
Houve tempo em que a Academia ia buscar nomes de valor, arredios ou desambiciosos, para ungi-los entre os seus. Talvez seja a hora de retomarmos a prática buscando um mínimo de consenso eleitoral capaz de adotar um nome que valorize e ilustre a instituição.
(*) Da Academia Cearense de Letras e do Instituto do Ceará.
Postado em 19/03/2012 In: http://lucioalc.blogspot.com.br/
Nota deste Blog: Os intelectuais cearenses esperam que o gesto do ex-governador do Ceará sirva de exemplo aos que integram academias e entidades culturais para que pautem suas escolhas, em critérios técnicos e curriculares, proporcionando a absorção de pessoas em nossas entidades, com produção cultural de relevo e evitando a eleição daqueles detentores de prestígio político, mas desprovidos de um alentado curriculum, aferido em um memorial da própria lavra.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

TRÊS MIL TÍTULOS NO CURRICULUM VITAE

Anunciamos neste blog, na sexta-feira passada, dia 28/12/2012, ter alcançado três mil inserções em nosso curriculum vitae. Trata-se de um feito atingido por poucos profissionais, em termos meramente quantitativos, porém traduzível como indicativo de uma vida de farta dedicação ao trabalho. Quanto à qualidade desse currículo, não nos cabe fazer julgamento, o que deixamos para nossos pares.
Nesse documento testemunhal estão englobadas as nossas melhores realizações, enfeixando atividades científicas, de magistério, profissionais e culturais desenvolvidas no curso de uma vida de pouco mais de cinquenta e nove anos.
A nossa participação em concursos e exames a que nos submetemos, bem assim em bancas examinadoras, congressos, jornadas e reuniões, dos quais tomamos parte, põe em evidência, um dinamismo performático, consolidado em 35 anos de atuação, como professor e médico, e em 26 anos, sob o manto de economista, fatos que nos granjearam o respeito e nos tornaram merecedor de alguns prêmios e distinções.
Com efeito, atuamos como médico, economista, professor universitário, pesquisador e, quando nos resta algum tempo, convertemo-nos, também, em polígrafo. Com a autoria de uma série de livros sobre Saúde Pública e Medicina, nos últimos anos temos passeado nas letras, com maior desenvoltura nos gêneros da crônica e do ensaio literário, no mesmo compasso em que cultivamos a atividade de memorialista.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

USP: VINTE ANOS DEPOIS

Em 5 de dezembro de 1990, em São Paulo, fomos submetidos à defesa de tese de doutorado em Saúde Pública na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP), tendo recebido, na ocasião, nota máxima de quatro dos cinco examinadores, e merecido fartos elogios dos integrantes da banca, com a recomendação de converter a tese em livro, o que foi feito, posteriormente.
Com essa defesa, encerramos o ciclo de formação pós-graduada na USP, que fora precedido pela Especialização e pelo Mestrado em Saúde Pública, nessa mesma instituição, tendo sido um privilegiado por ter sido orientado pelo Prof. Dr. Ruy Laurenti, que viria a ser guindado ao cargo de Reitor da USP, com quem preservamos uma sólida e fraternal amizade.
Não houve, de todo, a ruptura do cordão umbilical que nos prendia à USP, porquanto a ela voltamos, diversas vezes, para participar de cursos, reuniões e bancas examinadoras de doutorado, demonstrando que um bom filho à casa retorna, fazendo isso sempre com incontida satisfação.
Em consonância com o nosso desempenho na pós-graduação, não nos faltaram, à época, convites para ingresso no quadro docente da FSP/USP, para que ali fizéssemos a nossa carreira acadêmica, de professor e pesquisador. Em que pese a honrosa posição de integrar o magistério da maior e mais acreditada universidade brasileira, declinamos das ofertas, mercê das razões afetivas conectadas às raízes cearenses e do tácito reconhecimento de que poderíamos ser de maior valia ao nosso torrão alencarino.
Agora, decorridos vinte anos do doutoramento, é hora de prestarmos contas do que fizemos, a fim de atestarmos o acerto da decisão tomada, quando optamos por exercer as atividades docentes e profissionais na Terra da Luz. Com efeito, as cifras são, por si, exuberantes, uma vez que, dos mais de dois mil e quinhentos títulos de nosso curriculum vitae, cerca de 76% foram incorporados após o doutorado.
Nossas atividades foram concentradas no âmbito do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA) e da Universidade Estadual do Ceará (Uece); mas, houve também incursões em prol de outras tantas instituições locais, de natureza pública ou privada, e entidades de caráter social, profissional ou religioso.
Duas das mais marcantes missões, cumpridas por nós, na Uece, foram as seguintes: presidimos não só a comissão, que elaborou o projeto e implantou o Mestrado em Saúde Pública, cuja coordenação ficou conosco durante seis anos, mas, também, presidir a comissão responsável pelas criação e implantação do Curso de Medicina, colocada sob nossa direção por cinco anos.
Um componente importante de nossa atuação foi a formação de recursos humanos em saúde, notadamente a de especialistas no campo da Saúde Pública, já que, nesses últimos vinte anos, organizamos e coordenamos 21 cursos, ministramos 50 disciplinas e orientamos 20 monografias de conclusão de curso de especialização, concorrendo para a inserção de mais de mil sanitaristas, no âmbito estadual e até nacional. No que concerne à formação de pós-graduandos stricto senso, ministramos 44 disciplinas e orientamos 29 dissertações de mestrado; em andamento, encontram-se, sob nossa orientação, quatro mestrandos e seis doutorandos.
A nossa produção intelectual, apenas das duas décadas mais recentes, a conferir em nosso curriculum vitae da Plataforma Lattes do CNpq, exibe os seguintes números: livros (52), capítulos de livros (44), artigos em periódicos científicos (54) e temas livres apresentados em eventos científicos (120). Como pesquisador, conduzimos mais de trinta pesquisas, a maioria delas financiadas por instituições de fomento à pesquisa, das quais resultaram artigos científicos, capítulos, livros, relatórios técnicos etc.; oferecemos, ainda, relevante contribuição à formação de pessoal de pesquisas, em função das bolsas auferidas nesses projetos.
Claro está que a exposição dos feitos acima, longe de se caracterizar com uma vaidade das vaidades, ou de ser um vitupério, deixa patente o componente “workaholic”, que faz parte de nossa personalidade, além de servir de lastro ao compromisso de garantir um retorno social ao capital despendido em nossa formação educacional, tanto pessoal como público (UFC, USP, SESA, Uece, ICC etc.), provando, assim, a certeza da opção do engajamento laboral na terra que nos serviu de berço.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor titular da Uece
* Publicado In: APESC Notícias, 12 (50): 4, outubro de 2012. (Órgão de divulgação da Associação dos Professores do Ensino Superior do Ceará).

sábado, 8 de agosto de 2009

O BRASIL ANEDÓTICO VI

"MEDECIN... MALGRÉ LUI"
Salvador de Mendonça - O Imparcial, janeiro 1913
Joaquim Manuel de Macedo, o famoso autor d' A Moreninha, exercia a medicina durante o seu tempo de estudante, quando ia a Itaborá, sua cidade natal. Uma vez formado, abandonou a profissão de tal modo, que não se lembrava, às vezes, que era médico.
Certo dia, morreu-lhe em casa uma pretinha, sendo necessário, para enterrá-la, um atestado médico. Distraído, o romancista saiu, e, ao chegar à cidade, encontrou-se com o Barão de Capanema, que perguntou aonde ia. Macedo contou-lhe o que lhe ocorrera em casa, e a sua atrapalhação para o enterro.
- Agora, o pior - terminou - é um médico para o atestado.
- Um médico? - fez Capanema espantado.
E sacudindo-lhe o braço:
- Aqui está um!
E riram, os dois.

ESCRÚPULO DE JUIZ
Medeiros e Albuquerque - Discurso na Academia Brasileira de Letras
Raimundo Correia era de um escrúpulo doentio ao lavrar as suas sentenças de juiz. Certa vez, foi ter-lhe às mãos um processo movido contra Medeiros e Albuquerque por um fornecedor que pretendia receber duas vezes uma conta de novecentos mil réis. Chamado à casa do poeta-magistrado, Medeiros encontrou-o abatido, desolado.
- Sabes - comunicou-lhe Raimundo, há nove noites não durmo por causa deste processo. Vou jurar suspeição.
- Mas, pelos autos, eu tenho ou não tenho razão?
- A conclusão que eu tiro, - informou o autor do Mal Secreto, - é que a razão está contigo. E aí é que está o meu escrúpulo.
- ?...
- Há nove noites eu pergunto a mim mesmo: mas eu acho que o Medeiros tem razão porque tem mesmo, ou é porque o Medeiros é meu amigo?
E passou adiante a papelada.

OS IDÓLATRAS DA CONSTITUIÇÃO
Moreira de Azevedo - Mosaico Brasileiro, pág. 189.
Escolhido senador em 1833, Paula e Sonsa estava no leito, desenganado, em 1851, quando a 15 de agosto lhe foram anunciar que, no dia seguinte, entrava em discussão no Senado um projeto de lei militar, consagrando princípios que a sua palavra sempre condenara.
- Quero ir ao Senado, - disse ele, ansiando: - quero ir ao Senado, e falar pela última vez. Quero protestar, em nome da Constituição, contra o projeto de lei que sujeita paisanos a comissões militares. Talvez possa a voz do moribundo, com o prestígio da morte, impedir semelhante violência.
Nessa mesma tarde, perdeu a fala. No dia seguinte, era enterrado.

O HOMEM E A NATUREZA
Alfredo Pujol - Machado de Assis, pág. 60.
Ao iniciar Machado de Assis a publicação, em folhetins diários, do seu romance A mão e a luva, Francisco Ramos Paz, um dos seus poucos amigos e seu confidente literário, lembrou-lhe a conveniência de descrever, em um dos capítulos da obra, o soberbo parque do Conde de São Mamede, no Cosme Velho.
- A natureza inspirará uma bela página ao teu romance... - disse-lhe.
Machado recusou, porém, de pronto.
- A natureza não me interessa...
E definindo-se:
- O que me interessa é o homem!

TODOS MALUCOS
Tobias Barreto - O Jornal, 5 de dezembro de 1925
Encarregado de promover, na madrugada de 16 de novembro, o embarque da família imperial a bordo do Parnaiba, o coronel Mallet foi desobrigar-se da sua missão, no Paço.
- Que é isto? Então vou embarcar a esta hora da noite? - exclamou o velho Imperador.
Mallet adiantou-se, com ar respeitoso:
- O governo pede a Vossa Majestade que embarque antes da madrugada. Assim convém.
- Que governo? - indagou o monarca.
- O governo da República, - informou o oficial.
- Deodoro também está metido nisso?
- Está, sim senhor; é ele o chefe do governo.
E o Imperador, num espanto:
- Estão todos malucos!...

A NOITE DO DITADOR
Sampaio Ferraz em Ernesto Sena - Deodoro, pág. 165
Na noite de 15 para 16 de novembro, Deodoro piorou consideravelmente da sua dispnéia cardíaca, e recolheu-se ao quarto, padecendo horrivelmente. Aí mesmo recebia os próceres do movimento revolucionário do dia, dando-lhes ordens, apresentando-lhes sugestões.
Nomeado chefe de Polícia, Sampaio Ferraz foi vê-lo nessa noite. Encontrou-o estertorando, numa crise.
- Não sei se amanhecerei! - declarou-lhe o marechal.
E asfixiado:
- Mas, enfim, cumpri o meu dever!

Fonte: Humberto de Campos. O Brasil Anedótico (1927)

sábado, 25 de abril de 2009

Elaboração de Memorial


Indubitavelmente, foi aguda a inspiração do arte-finalista ao produzir a indumentária exterior de “Elaboração de Memorial”, pois, numa prova de fogo, de criatividade, pôs fogo em páginas do texto original, apagando-as, em seguida, para depois “escanear” os papeis chamuscados, dando um ar de envelhecimento, com tons pardacentos diversos, que vão do areia ao marrom, passando pelo bege, a cor dominante, e sobre ela incidindo, em sombreado, uma ampulheta, aportando a idéia do tempo, medido e contado, das ações humanas, passíveis de retratar, em um memorial, contrastando com a força sangüínea do vermelho aplicado no título da obra.


Ref.: SILVA, M.G.C. da. Elaboração de memorial. Fortaleza: UECE, Expressão, 2001. 126p.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Curriculum Vitae na Plataforma Lattes do CNPq

O meu Curriculum Vitae pode ser acessado na Plataforma Lattes do CNPq
CV Lattes-CNPq

sábado, 3 de janeiro de 2009

MINI-CURRÍCULO LITERÁRIO

Marcelo Gurgel Carlos da Silva, nascido em Fortaleza, em 13/03/1953, é médico-sanitarista. Nos últimos tempos, como notório polígrafo, tem incursionado no mundo literário, com atuação nos seguintes gêneros: crônica, conto, discurso, ensaio, memórias e romance. Participou das coletâneas da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional do Ceará (SOBRAMES-CE): “Esmeraldas”, “Veia Poética”, “Rima Labial”, “Inspiração”, “Queixa principal” e “Achado Casual”, sendo co-organizador dessa última antologia.
 

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