quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dedos falsos ajudam ex-mafiosos japoneses a se integrar à sociedade





Do UOL, São Paulo
A principal forma de punição dentro da Yakuza, a máfia japonesa, é a amputação de dedos da mão. Geralmente, o primeiro a ser cortado é o mindinho da mão esquerda. Por isso, ex-membros da organização criminosa são facilmente reconhecidos e sofrem preconceito quando tentam se integrar à sociedade.
Antigamente, para tentar disfarçar, os ex-mafiosos andavam com os punhos fechados e raramente abriam a mão. Agora, com a ajuda do protesista Shintaro Hayashi, eles estão conseguindo viver em família, com novos empregos e sem precisar revelar o passado.
Hayashi é dono da empresa Aiwa Gishi, com sede em Tóquio. Segundo a "ABC News", ele é o principal fabricante de próteses de dedos. Há cerca de dez anos, ele fabrica dedos falsos de diversos tamanhos e cores.
A prótese não é barata, custa cerca de US$ 3.000 (cerca de R$ 6.400), mas faz sucesso entre ex-membros da Yakuza e atuais mafiosos que precisam disfarçar a atividade durante eventos públicos.
"Chega a um ponto em que eles não conseguem mais esconder os dedos. Muitos têm mais de um dedo amputado", afirmou Hayashi à "ABC News".
Durante 20 anos na Yakuza, Shigueru Takei precisou amputar os dois mindinhos. Quando saiu da máfia, tentou arranjar um emprego, com a ajuda da mulher, mas a falta dos dedos o impedia de conseguir um bom trabalho.
Finalmente, quando comprou a prótese, Takei arranjou um emprego. Agora, durante quatro vezes no ano, ele passa na empresa de Hayashi para retocar a prótese.
"Tiro os dedos assim que chego em casa e fico sem eles nas minhas folgas", contou.
Fonte: UOL Notícias, 10/06/2013.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A MENTIRA PRECISA SER DESMASCARADA




Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
04.08.13
O Brasil está se transformando em um país de classe média; ele não está sozinho nessa transformação. É fenômeno mundial, não resultado de algum governo. Dados da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), dizem que, de 2001 a 2011 cerca de 35 milhões de brasileiros deixaram a pobreza para serem incluídos nas fileiras da nova classe média, segmento que hoje incluiria 53% da população.
Homi Kharas, perito em economia global, principalmente a da Ásia, sintetizou: “entre os problemas surgidos com a afluência de uma nova classe média, deve-se (ou não) pensar ser tal população capaz de tomar o lugar dos EUA como motor da economia global”.
Definir a nova classe média pela renda diária é impossível, pois a variação é tamanha (renda per capita diária variando de 10 a 100 dólares norte-americanos). Na América Latina e no Caribe, mesmo que as condições externas para a região permaneçam favoráveis, será muito difícil retornar taxas de crescimento como as que ocorreram na década anterior.
Como não sou economista e sim um médico preocupado com a população de crianças e jovens brasileiros, vejo que surge uma verdade além do capital econômico — é necessária a formação de capital cultural e social. Então, é uma mentira – de fio a pavio - dizer que essas pessoas (beneficiadas por programas sociais ou incluídas no consumo) são de –“classe média”. Elas são, isso sim, meros compradores de geladeiras, liquidificadores e automóveis em módicas prestações mensais, a perder de vista.
São aleivosias tanto do Banco Mundial como do FMI (Fundo Monetário Internacional), que tentam vender um avanço da economia mundial. Isso tem a ver mais com oportunismos políticos.
Se não, veja leitor:
No Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), estamos ao lado de China, Índia, África do Sul, Turquia, Bangladesh, Chile, Gana, Ilhas Maurício, Ruanda. Segundo este órgão: entre 1990 e 2010, a classe média que vive nos chamados países do Sul (a forma como o PNUD se refere às nações emergentes) passou de 26% a 58% da população mundial. Até 2030, 80% desse segmento social deverão viver nesses países e responder por 70% do consumo do mundo.
Será?
Na verdade, nesses países, existe uma classe média (?) em expansão, em um contexto em que é cada vez mais fácil se organizar por internet e a repressão política é menos aceitável e somente isto...
Para o horizonte da juventude, isso será cansativo, se não inútil, e não importa quais sejam as ideologias ou os partidos políticos. Eu sei disso porque lido com jovens há mais de meio século. No mundo atual, a luta por uma vida melhor não deverá ser confundida com violência pura e simples. Chamar os jovens de baderneiros é muito grave. É acabar com o futuro deles.
Na China são 400 milhões de pessoas, na Índia outros tantos milhões, os que melhoraram de status social. No Brasil cerca de 40 milhões (população maior do que a de muitos países do continente Latino-Americano) de jovens sabem, sentem e sofrem que não é fácil ter um lugar ao sol ou no mínimo da mesma altura/espaço dos seus pais.
Certamente os jovens se sentem inseguros e sabem que eles são que morrerão na nova Guerra Contemporânea, por falta de emprego, trabalho e oportunidades. Nenhum jovem acredita que vai morrer e nem precisa de razões para viver, necessita exclusivamente de pretextos. E agora os pretextos são verdadeiros.
O disfarce (máscara) que os jovens estão usando nas passeatas seria uma homenagem ao soldado revolucionário inglês, Guy Fawkes (1570-1606), também conhecido como Guido Fawkes, cuja história é a seguinte:
Guy Fawkes foi um soldado inglês católico que teve participação na "Conspiração da Pólvira", que pretendia assassinar o rei protestante Jaime I da Inglaterra e todos os membros do parlamento, durante uma sessão em 1605, objetivando o início de um levante católico. Guy Fawkes era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o parlamento durante a sessão. Porém a conspiração foi descoberta e, após o seu interrogatório e tortura, Guy Fawkes foi condenado à execução na forca por traição e tentativa de assassinato.
Em um último ato de desafio antes de ser conduzido ao local de execução, Fawkes conseguiu se desvencilhar dos guardas e pular de uma escada, quebrando o pescoço e evitando assim a tortura da forca. Sua captura é celebrada no Reino Unido, até os dias atuais, no dia 5 de novembro, na chamada "Noite das Fogueiras" (Bonfire Night). Dizem as más línguas que o nosso herói foi o único homem a entrar no Parlamento sabendo o que iria fazer - tinha uma missão.
Tirem as máscaras. Assumam o que são e o que desejam. Neste imbróglio todo não é necessário nenhum disfarce. Mostrem suas caras. Acredito que muita gente vai querer manobrá-los como marionetes políticos.
Cuidado. Não se deixem enganar.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES).

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A ESTRANHA JUSTIÇA INGLESA




Em 2003, o deputado inglês Chris Huhne foi apanhado num radar em alta velocidade. Na época, a então mulher dele, Vicky Price, assumiu a culpa.
O tempo passou e aquele deputado passou a Ministro da Energia, só que o seu casamento acabou.
Vicky Price decide vingar-se e conta a história à imprensa.
Como é na Inglaterra, Chris Huhne, Ministro, demite-se primeiro do ministério e depois do Parlamento.
ACABOU A HISTORIA?
Qual o quê! Estamos na Inglaterra... E na Inglaterra é crime mentir à Justiça.
Assim, essa mesma Justiça funcionou e sentenciou o casal envolvido na fraude do radar em 8 meses de cadeia para cada um e uma multa de 120 mil libras (+-100 mil euros).
SEGREDO DE JUSTIÇA?
Nem pensar, julgamento aberto ao público e à imprensa. Quem quis, viu e ouviu.
SEGURANÇA NACIONAL?
Nem pensar, infrator é infrator.
PRIVILÉGIO POR QUE É POLÍTICO?
Nada!

Chris Huhne & Vicky Price (Foto: Reuters/Getty)

E o que disse o Primeiro Ministro David Cameron quando soube da condenação do seu ex-ministro?
"É uma conspiração da mídia para denegrir a imagem do meu governo?" ou "É um atentado contra o meu bom nome e dos meus Ministros?", ou "São as elites tramando contra meu governo"?
Errado. Esqueçam! Nada disso!
O que disse o Primeiro Ministro David Cameron não foi acerca do seu ex-ministro.
Foi sobre o funcionamento da Justiça. E o que disse foi:
"É bom que todos saibam que ninguém, por mais alto e poderoso que seja, está fora do braço da Lei."
Estes ingleses são mesmo um bando de atrasados, não são?
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

MARKETING, ESTATÍSTICAS E SEXO VIRTUAL




Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
30.07.13
A divinização que se faz das estatísticas e do marketing é temerária, pelo que se pode tergiversar através dos números, ou impingir determinadas condutas indesejadas, a um número cada vez maior de pessoas. Criam-se circuitos de aleivosias, que se alastram pelo espaço virtual, através dos meios de comunicação das massas, denominados de social.  Neste sentido, colaboram, não poucas vezes, para um desserviço à sociedade.
Basta olhar os tipos de sociopatias na civilização atual: o consumismo, o hedonismo e o narcisismo. Elas teorizam, ou induzem, de tal maneira, as ações humanas, que, passamos a ser motivados, pela procura do prazer imediato e pelas soluções de problemas da Natureza Humana, em uma tentativa de evitar o desprazer, que conduz à excessiva busca pelo prazer, como um modo de vida. Isto adquiriu tamanha dimensão que foi criado um neologismo, o verbo “midiatizar”, no Dicionário Aurélio: divulgar através dos meios de comunicação de massa; o Governo procura midiatizar sua ação social...
Desse modo, são esquecidas informações, divulgadas sem comprovação, acondicionadas em estridentes persuasões, tomadas como autênticas, até certo ponto, porém, parciais e/ou sem responsabilidade, por parte do/dos emitente(s). E elas podem ser mais danosas, que benéficas, para quem as recebe. A fonte geradora sempre é livre para transmitir o que deseja, sem qualquer censura.
Sendo assim, é organizado um gigantesco contingente de usuários, conforme suas afinidades, e facilitadas todas as formas de comunicações interpessoais. Tudo isso torna a vida mais prática. Contudo, torna, também, mais controvertidas as atribuições das dimensões políticas, midiáticas, ou culturais, quando ultrapassam determinados limites.
Porém, afirmar que a mídia, por si só, seja revolucionária, me parece um tanto exagerado. Um dos fatos mais convincentes é o incremento do hedonismo, entendido, aqui, como a tendência de buscar o prazer imediato, individual, como a única e possível forma de vida moral, para se evitar tudo o que possa ser desagradável, inclusive a presença real de um(a) parceiro(a) na cama, ou, em outro lugar, que se pretenda fazer sexo real.
Observem o disparate de alguns sexólogos, profissionais da área psicológica, quando afirmam: o sexo casual será ultrapassado pelo sexo virtual. Isto representa uma verdadeira blasfêmia!
Um periódico e uma revista, dos mais importantes da Europa, o Daily Telegraph, de Londres, e a Revista DER SPIEGEL, em 27.07.13, transformaram o sexo em público, em Berlim, em uma atração turística. Dizem eles: Faça turismo em Berlim, realize sua fantasia de fazer sexo em público, os parques preferidos para os casais mais conservadores (em carne e osso) e não o virtual. E aconselham os melhores locais: o parque Tiergarten (no centro da cidade), e Treptowe, este mais afastado, a oeste da cidade.
E tem mais! O jornal e a revista semanais noticiam que, a multa por fazer sexo em público é de cento e cinquenta euros, enquanto que, os desempregados, enfrentam uma pena bem menor: pagam, somente, trinta e quatro euros, fator que pode acarretar uma disputa social, em se tratando da extinta luta de classes.
A porta-voz da Agência Federal de Emprego, da Alemanha, ressaltou: "Isso cria incentivos distorcidos e divide a sociedade". Afinal, existe, apenas, um conjunto de multas por infrações de trânsito, e as mesmas dependem do ganho (ou não) de benefícios sociais.
Será que o problema é, somente, esse?
Caso seja, fica até mais barato, para os turistas brasileiros, viajar para Berlim, no verão europeu, e apreciar quão romântico é fazer amor em público. Imagine tudo isso no outono, quando as folhas das árvores ficam douradas... Por, só, cento e cinquenta euros, até que vale a pena satisfazer uma simples quimera sexual.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES).

domingo, 19 de janeiro de 2014

JUVENTUDE DIGITAL





Chargista: Não Identificável (?)
Fonte: Circulando por e-mail (internet).

BOM NEGÓCIO ÁRABE



O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos...
O judeu, pressentindo bom negócio, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, “encucado”, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
FOI AÍ QUE A GUERRA COMEÇOU...
Fonte: Internet (circulando por e-mail).

sábado, 18 de janeiro de 2014

MÃES DE PRESIDENTES



Três mães de presidentes reunidas, conversando:
La madre de Obama dice:
- Como yo no tenía leche suficiente para amamantar a Barak le di leche de búfala.  Por eso es tan impetuoso y vigoroso.
La madre de Putin dice:
- Como yo no tenía leche suficiente para amamantar a Vladimir le di leche de lobo siberiano. Por eso es tan astuto y agresivo.
La madre de Lula dice:
- Como yo no tenía leche suficiente para amamantar a Luiz Inácio le di leche de magnesia. Por eso hace tantas cagadas!
Fonte: Internet (circulando por e-mail).
Nota do Editor: A piada é antiga, mas segue válida.

 

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